Assim como Zélia Gattai, esse foi meu primeiro livro de Jorge Amado e não teve como não deixar-se apaixonar pela estória de amor épica e trágica dos personagens que ilustram tão bem o cais de Salvador e o recôncavo baiano.
“É doce morrer no mar, nas ondas verdes do mar…”
As canções de Dorival Caymmi embalam todas as marés de calmaria e tempestade que acontecem no decorrer da narrativa, que me lembrou um roteiro cinematográfico, mais pelo ritmo e descrição das cenas do que pelo formato em si. O livro tem uma cadência diferente do que eu esperava, no início me causou estranheza, mas depois me deixei levar pela força da correnteza. Continue reading


Eu realmente queria ter gostado deste livro de contos. Li com calma, reli algumas estórias e até gostei de uma ou duas, mas a verdade é que não consigo gostar da dinâmica adotada, achei a escrita um pouco confusa e alguns desfechos muito óbvios. Parei na metade, sem ter mais forças e motivos para continuar.



