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        <title><![CDATA[Stories by A Índigo 29 on Medium]]></title>
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            <title>Stories by A Índigo 29 on Medium</title>
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            <title><![CDATA[Vale de chamas]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[A Índigo 29]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 27 Aug 2024 22:55:13 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-08-29T23:19:49.841Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>jornada, regeneração e transformação</h4><p>Viver é uma experiência única, uns entendem outros menos, há aqueles que se permitem sentir, quanto aqueles que lutam consigo. A alma sente brutalmente, as sensibilidades não mentem o que o espírito tem a dizer. Na arte essa comunicação flui de forma mais intensa, gerando êxtase, sensações de felicidade ou drama.</p><p>Um repertório de camadas, atualmente, isso vai decaindo, a chama não ascende mais. O trabalho mal remunerado, uma politica escassa, direitos violados tudo vai se esvaindo como a esperança. Em todo o mundo, há uma jornada para a sobrevivência, uns avançam outros são sugados pelo ralo que é a rotina. Idiomas distintos, instintos todavia com comandos iguais.</p><p>As pessoas estão cada vez mais sendo consumidas, do que elas mesmas consumidoras de um determinado produto. Tecnologicamente, não sendo, o homem é mais uma vitalidade que é drenada. O corpo acaba criando uma ligação tão forte com certa ação que acredita pertencer, ao contrário perde sua real essência.</p><p>A rotina entra num modo automático, brusco, robótico, acelerado desenfreado. A natureza intacta, mas o ser humano desconexo, ambição mais ambição. Uma narrativa bonita, tentadora, mas nem todos parte dela, apenas a base de construção dessa desigualdade que passa longe de ser igualitária. Na escrita tudo hegemônico, fora dela a leitura é mais densa.</p><p>Há regeneração em toda parte, o padrão, a cultura e os ideiais. Resiste quem quer continuar, desiste quem não aguentou mais. Os cliques nas redes sociais aumentam, assim, como o desespero por amparo psicológico e espiritual. As interações vão alinhando por mais produção e menos autocuidado. Cuidar-se virou uma necessidade por algoritmo, na realidade quem sustenta esse hábito já dissociou das questões sociais e humanitárias. Enquanto o excesso de trabalho não é diminuído, uma folga na semana é só mais um dia de trabalho.</p><p>Mudanças, energias, bum, o que está acontecendo? Tudo já está do avesso.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=43112bc83fae" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Água fresca]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[A Índigo 29]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 20 Aug 2024 05:46:43 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-08-22T11:45:09.453Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>Poema para à cabeça</h4><p>Água fresca que molha minha cabeça<br>Conecta-me num universo de transformação<br>Cura<br>Renovação.</p><p>Assim sou,<br>A renovação,<br>Eu sou o elemento água.</p><p>Parte dessa água<br>Doce<br>Calma<br>Que vai fluindo das nascentes,<br>Fluindo<br>Fluindo<br>Ganhando forças entre as rochas,<br>Ganhando força nos dilemas da vida.</p><p>É assim,<br>Assim é a minha resiliência,<br>Que vai devagarinho,<br>E se tornando uma grande correnteza,<br>Que leva embora toda lástima</p><p>Toda dor.</p><p>Na vida vejo a força de Oxum em mim,<br>Uma força tão nobre,<br>Do rosto que se transborda em lágrimas</p><p>Feito cachoeira,</p><p>É o mesmo rosto que compreende<br>Que dessas águas que saem,<br>Toda dor vai embora,<br>Todo orgulho é levado,<br>E todo desamor.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=3c92042d8969" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Caminho da glória perante o caos]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[A Índigo 29]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 20 Aug 2024 05:39:18 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-08-20T18:29:59.360Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>Lapidação: o fogo é fundamental</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*3oDi4dukMtdAzbVERdEB8g@2x.jpeg" /><figcaption>Photo by <a href="http://www.instagram.com/timtrad">Tim Trad</a> on <a href="https://unsplash.com/?utm_source=medium&amp;utm_medium=referral">Unsplash</a></figcaption></figure><p>A jornada da vida é uma trajetória cansativa e árdua, repleta de desafios e enfrentamentos. Seguir em frente, muitas vezes, torna-se uma grande batalha. Às mudanças podem gerar medo e desestabilizar diversas áreas de nossa vida.</p><p>Embora o meu caminho tenha sido repleto de conflitos a estrada abre-se para novas ideias e projetos. Permitir-me voar mesmo insegura representa um passo de renascimento. A boa sorte acompanha essa transformação.</p><p>Contudo, ainda sinto medo. Esse medo, na verdade, é constante, mas assumo minha humanidade ao expressar o que estou sentindo. Muitas histórias foram contadas e, apesar de ter acreditado que seria improvável alcançar meus objetivos, quantas vezes tentei e me frustrei?</p><p>No entanto, lidar com toda essa sombra representa um grande bloqueio mental. Pergunto-me, então, até quando viverei assim? Na tentativa de vencer, não sei o que me espera, mas espero que essa jornada não se estenda por muito tempo. Sinto-me vulnerável e apreensiva com o futuro.</p><p>Logo, transformo minha reza numa bússola e a fé num destino. Tão obstante, longínquo, é o caminho, mas sigo mesmo assim. A vida não é uma promessa, todavia é fundamental passar pelo fogo.</p><p>Autora: Safhira Delmondes (A Índigo 29)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=5045765fadec" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[My Love Shines]]></title>
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            <category><![CDATA[creativity]]></category>
            <category><![CDATA[writing]]></category>
            <category><![CDATA[art]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[A Índigo 29]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 13 Aug 2024 15:23:24 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-08-15T01:21:53.465Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>An ancestral chronicle</h4><p>My love, I can sense your fragrance from afar, and even from a distance, I know that you are drawing ever nearer. Gradually, I begin to see your silhouette and your face glowing with the light of the sun. Before, there was only darkness; with your presence, everything has changed. Your skin is golden; I see Oxum in your eyes, and your grandeur fills every space.</p><p>You are so sweet that your charm is a spell, it is magic, it is like palm oil. I could write a thousand poems, but none could ever capture the vastness of your beauty.</p><p>My heart races. Persist and feel what I want to tell you: if, in past lives, pain kept us apart, ancestral forces continue to bind us together. My love, I call you closer; tell me the wisdom that lies within you.</p><p>I can feel your heartbeat within me. My breath quickens, and thus I realize that I have found you again after so many lifetimes, after so many misconnections and reunions. The orixás are celebrating, and our enemies of old roar with rage.</p><p>Artist: Safhira Delmondes (A Índigo 29)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=4cd68dca169a" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Um passeio com o medo]]></title>
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            <category><![CDATA[artes-visuais]]></category>
            <category><![CDATA[artista]]></category>
            <category><![CDATA[escrita-criativa]]></category>
            <category><![CDATA[criatividade]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[A Índigo 29]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 05 Aug 2024 17:46:25 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-10-03T17:57:53.904Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>Pensamento intrusivo: o desalinhamento espiritual</h4><p>Para a neurociência, o medo é uma resposta natural originada no cérebro, crucial para o nosso funcionamento. Ele é ativado em situações de ameaça, com a amígdala cerebral (corticomedial) sendo a responsável por essa reação. Ela atua no campo das emoções e no processamento de informações olfatórias.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*BBRCthCR-j32Q9rMGBfO7w@2x.jpeg" /><figcaption>Obra: Ignorance – A Índigo 29</figcaption></figure><blockquote>Mas até que ponto o que é fundamental pode se tornar um problema? E o que o medo tem a dizer?</blockquote><p>Para além da ciência, o medo pode se transformar em uma questão espiritual e um portal de entrada para pensamentos intrusivos. Vale ressaltar que a experiência é individual, e nós somos seres diversos em todo o espaço e tempo: alguns menos ansiosos, outros mais.</p><p>No dia a dia, o excesso de atividades e demandas intensifica as emoções, desencadeando resistências, bloqueios, crises depressivas e reações físicas. Para uma artista como eu, as sensações estão profundamente conectadas a cada expressão criativa. Elas refletem minhas particularidades e experiências sociais.</p><p>Ademais, há circunstâncias que vão além de um sinal físico, tocando o espiritual, o sentir e o reagir. Nessas situações, o corpo começa a entregar esses sinais, e a ancestralidade emite um grito de socorro.</p><p>Dentro de uma visão decolonial e afro, a nossa cabeça é um grande templo, o orí. Em desequilíbrio, tudo se desconecta, principalmente nossa essência. Para um artista, esse desligamento da fonte criativa é ainda mais profundo.</p><p>Assim, passeamos nas sombras, tornando-nos reféns do que não é nosso. O que chamamos de pensamento intrusivo. Contudo, podemos nos aprisionar quando acreditamos que esses pensamentos fazem parte de nossa personalidade, quando na verdade não são.</p><p>Autora: Safhira Delmondes (A Índigo 29)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=6a6c09fb985a" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Atalhos em chamas]]></title>
            <link>https://medium.com/@atipico99/atalhos-em-chamas-1ba49270064d?source=rss-1d38cb3b4165------2</link>
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            <dc:creator><![CDATA[A Índigo 29]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 01 Aug 2024 22:50:34 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-10-29T00:58:41.881Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>A essência disruptiva da arte na sociedade</h4><p>Uma arte sem revolução é uma estética vazia, sem propósito. O artista carrega a disruptividade, mas não a verdade absoluta. Todavia, caminha no inferno para defender sua essência. Morre e renasce, desprende-se e rasga o véu da hipocrisia.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/375/1*qyph5YP9NM9oMUB0yBcocQ@2x.jpeg" /><figcaption>Obra: O Ego – A Índigo 29</figcaption></figure><p>A natureza artística de cada criador é regida, construída e desconstruída pelo tamanho de sua própria sede em explorar a vida. Afinal, o que é a arte? São ideias, inspirações, insights, infinitas definições que ganham materialidade ou não.</p><p>A compreensão de ser artista e a possibilidade de fazer arte para além de um “hobby”, como uma maneira de descarregar o espírito, surge por meio de um processo de individualidade e experimentação em cada fase da vida. Viver de arte e agregar valor como criador é um grande desafio. O mercado e a comercialização nos fazem questionar nossas habilidades e a autenticidade de nossas artes.</p><p>O mundo se fecha à essência criativa, pessoas e lugares onde a cultura é tida como uma ameaça intelectual. Entretanto, há no artista de índole rebelde um grande rompimento de crenças limitantes, padrões geracionais e sentimentos. É uma mente que, para não se render aos pensamentos intrusivos, se rende à ruptura de sua crise de identidade e revolta.</p><p>Texto: Safhira Delmondes, estudante de Jornalismo</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=1ba49270064d" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Quando o sol não brilha mais]]></title>
            <link>https://medium.com/@atipico99/quando-o-sol-n%C3%A3o-brilha-mais-57f11bb77c5a?source=rss-1d38cb3b4165------2</link>
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            <dc:creator><![CDATA[A Índigo 29]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 30 Jul 2024 12:32:44 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-10-29T00:56:26.954Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>A ignorância mora numa caverna obscura</h4><p>Às gerações caminham para uma evolução que dobra a esquina, todavia o percurso é o mesmo.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/375/1*UhiD0-yUUyY44OZLiKi_bQ@2x.jpeg" /></figure><p>Nas últimas décadas os comportamentos tem mudado bruscamente com o avanço tecnológico. As frustrações vão aumentando cada vez mais em gerações que um dia tentaram lutar contra o sistema. O capitalismo em toda à hierarquia de poder tem aprisionado mentes brilhantes ao passar dos tempos.</p><p>Paralelamente, as relações orgânicas passam a ser brutalmente cortadas como lâminas afiadas e os nossos ideais existentes apenas no imaginário. A falsa sensação de que nada muda é o quê nos liberta de querer salvar o “mundo.” Enquanto não salvo nem à mim de minhas próprias sombras.</p><p>A realidade não é tão criativa quanto uma criança interior rejeitada e amadurecer quebra todo um coração cheio de ilusões.</p><p>Texto: Safhira Delmondes, estudante de Jornalismo</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=57f11bb77c5a" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Meu amor tem brilho]]></title>
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            <category><![CDATA[crônica-poética]]></category>
            <category><![CDATA[criatividade]]></category>
            <category><![CDATA[amor]]></category>
            <category><![CDATA[escrita]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[A Índigo 29]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 28 Jun 2024 03:35:12 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-08-14T15:00:26.135Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>Uma crônica sobre amor afrocentrado</h4><p>Nego, eu sinto o seu perfume de longe, e, mesmo distante, sei que você caminha ao meu encontro. Aos poucos consigo enxergar a sua silhueta, todo o seu corpo ganhando forma e teu rosto brilhando como fosse você o próprio sol.</p><p>Antes, era tudo escuridão; agora com a tua presença, tudo se transforma. Dourada é a tua pele que reluz como o ouro; vejo Oxum nos teus olhos, e a tua grandeza invade todo esse espaço que chamo de lar.</p><p>Tu és tão doce que o teu encanto é puro feitiço, é magia forte, é axé. Posso escrever mil poemas, mas nenhum conseguirá decifrar a imensidão da tua beleza.</p><p>Meu coração palpita. Insista e sinta o que quero lhe dizer: se, em vidas passadas, a dor nos separou, a ancestralidade continua nos unindo. Nego, eu te chamo pra mais perto; diga-me os saberes que há em ti.</p><p>Posso sentir em mim os teus batimentos. Meu fôlego ofegante, e assim descubro que te reencontrei depois de tantas vidas, de tantos desencontros e encontros. Os orixás estão em festa, e os nossos inimigos rugem como leões.</p><p>Autora: Safhira Delmondes (A Índigo 29)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=e5ca19c51226" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Estado de conexão]]></title>
            <link>https://medium.com/@atipico99/estado-de-conex%C3%A3o-98a0a617f032?source=rss-1d38cb3b4165------2</link>
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            <dc:creator><![CDATA[A Índigo 29]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 28 Jun 2024 03:19:30 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-06-28T03:19:30.696Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Num estado completo espiritual de se ligar inteiramente consigo para os insights para o surgimento de novas ideias</p><p>Analogias de palavras, sensações e realizações a cerca do mistério que cada um de nós carregamos. O quê é viver? A felicidade? Será que a resposta ainda se procura e é inesgotável o sentir, entender ou se descobrir?</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=98a0a617f032" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Um sentimento desconhecido]]></title>
            <link>https://medium.com/@atipico99/um-sentimento-desconhecido-ed71afaf67d4?source=rss-1d38cb3b4165------2</link>
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            <dc:creator><![CDATA[A Índigo 29]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 28 Jun 2024 03:15:46 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-06-28T03:15:46.503Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Muitos são os dias com um riso escancarado no rosto,</p><p>Atropelada fui</p><p>Por um sentimento desconhecido.</p><p>Ganha proporção na dor, aumenta e se expande por toda a minha mente.</p><p>Labirinto,</p><p>É o quê sinto, na tentativa de achar uma saída em meio a uma aflição que suga toda a minha vitalidade e autenticidade.</p><p>Tento não questionar o mundo,</p><p>Mas automaticamente faço isto novamente,</p><p>Bruscamente,</p><p>Ferozmente,</p><p>Esquecendo a nobreza que habita em mim.</p><p>De tantas potencialidades de fazer arte,</p><p>Apenas a escrita consegue me esvaziar de tantos acúmulos</p><p>Aqueles que são meus e em maioria daqueles que não são.</p><p>Texto: Safhira Delmondes, estudante de jornalismo e escritora criativa.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=ed71afaf67d4" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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