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        <title><![CDATA[Stories by Blockforce on Medium]]></title>
        <description><![CDATA[Stories by Blockforce on Medium]]></description>
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            <title>Stories by Blockforce on Medium</title>
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            <title><![CDATA[4 motivos para integrar moedas digitais ao seu negócio]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Blockforce]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 26 Nov 2020 18:44:33 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-11-27T11:09:32.652Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<ol><li><strong>Descentralização do setor financeiro</strong></li></ol><p>Atualmente, o valor do dinheiro é atribuído por uma entidade reguladora, que também obriga o uso e a circulação da moeda (como real, dólar e euro, por exemplo). Essa dinâmica depende de uma uma instituição centralizadora e faz parte das bases do que chamamos de velho poder.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*POg2GTNFfvz-dnBnk4DEXg.png" /><figcaption>Imagem livro New Power — Jeremy &amp; Henry</figcaption></figure><p>Já as criptomoedas representam um avanço na maneira como pessoas transacionam recursos financeiros. A natureza das criptomoedas constroem os atributos de um novo poder: compartilhado e descentralizado. Elas são moedas digitais globais, em que a validação das transações é distribuída. Saiba mais aqui.</p><p>As moedas digitais já estão sendo utilizadas em diferentes setores da economia. Até mesmo Bancos Centrais estão emitindo esses ativos. De acordo com a ABCripto, no Brasil, operações com criptomoedas informadas à Receita atingem cerca de US$ 3 milhões por dia. E esse numero só tende a crescer. Em 2020, o valor do bitcoin, moeda digital mais conhecida no mercado, teve um crescimento de 254% anual.</p><p>Se dia após dia estamos evoluindo para uma sociedade mais colaborativa e integrada, nossa moeda, ativo base da estrutura econômica em que vivemos, não poderia ficar de fora dessa transição.</p><p><strong>2. Mais segurança nas transações</strong></p><p>Segundo reportagem da Época Negócios, 46% dos internautas brasileiros já foram vítimas de algum tipo de golpe financeiro. Em um ano, fraudes financeiras geram prejuízo de cerda de R$ 1,8 bilhão.</p><p>Está mais do que na hora de inverter esse cenário.</p><p>O <a href="https://blockforce-in.medium.com/blockchain-101-aa457260bced">blockchain</a>, tecnologia por trás das moedas digitais, permite que as transações sejam realizadas diretamente entre pares (sem a necessidade de uma instituição intermediadora) e através de registros imutáveis, garantindo rastreabilidade das movimentações, transparência entre as relações e auditabilidade auto executada. O que tudo isso significa? Mais segurança e eficiência das transações.</p><p><strong>3. Novos mercados, novas receitas</strong></p><p>Ao longo da história, o sistema financeiro internacional sofreu transformações estruturais devido aos novos esforços macroeconômicos atrelados ao relacionamento entre as nações. O advento da globalização, pautado pela interdependência entre os Estados, possibilitou uma nova configuração nas relações de poder e uma nova lógica baseada no livre mercado. Contudo, as moedas ainda são, até hoje, definidas e limitadas de acordo com seu território. Você já tentou fazer uma transferência monetária para alguém fora do Brasil? O processo ainda é muito burocrático e pouco eficiente. Já imaginou se fosse fácil e acessível?</p><p>Por serem transacionadas de forma distribuída através da tecnologia blockchain, não há limites de fronteiras quando falamos em moedas digitais. Suas transações não se restringem à um território específico, podendo percorrer mercados globais e online. Ampliando oportunidades, receitas e impacto.</p><p><strong>4. Acesso à novas tecnologias</strong></p><p>De acordo com a Pesquisa Tecnologia Bancária, realizada pela FEBRAN em 2020, os investimentos e despesas em novas tecnologias no setor financeiro somaram 24,6 bilhões de reais em 2019, o que evidencia a grande demanda por digitalização do setor.</p><p>Eles foram distribuídos em:</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/482/1*dgOm1Bt5dQ3vEg3HaRMUxA.png" /></figure><p>Como as moedas digitais representam ativos transacionados em blockchain, a sua integração permite o acesso a essas novas tecnologias, posicionando a organização em um patamar disrupitivo e inovador, além de possibilitar o desenvolvimento profissional de todo o time envolvido.</p><p>E agora, sente que chegou a hora de integrar moedas digitais ao seu negócio?</p><p><a href="https://blockforce.in/products/moedas-digital-gestao">Entre em contato conosco.</a></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=3da327e40809" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Moedas digitais e bancos comunitários: soluções disruptivas para os desafios atuais e futuros]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Blockforce]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 23 Nov 2020 12:37:35 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-11-23T12:37:35.999Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>O corona vírus tem impactado drasticamente diferentes setores da economia e os gestores, tanto do setor privado, quanto público, ainda terão que lidar com suas consequências pelos próximos anos.</p><p>No contexto das eleições municipais, programas de recuperação econômica no pós-pandemia devem ser prioridade na agenda de prefeituras. Ainda que venham recursos federais e estaduais, os municípios terão que participar ativamente no desenho e na manutenção dessas políticas.</p><p>Além dos esforços setoriais, já há um aceno positivo a programas de transferência de renda direta aos cidadãos, também conhecidos por programas de renda básica. Em diversos países, modelos distintos dessa política pública vêm sendo implementados com maior ou menor grau de sucesso.</p><p>Considerando nosso momento urgente e desafiador, compartilhamos a seguir as três dificuldades mais comuns a serem enfrentadas para implementação de um programa de renda básica de sucesso, independentemente do modelo que venha a ser adotado.</p><ul><li>A primeira dificuldade, e a mais óbvia, é a necessidade da prefeitura dispor de recursos financeiros para fazer a transferência de renda.</li><li>A segunda é escalar o impacto dos recursos para que eles cheguem a todos os beneficiados, particularmente aos cidadãos e às pequenas empresas.</li><li>A terceira dificuldade é implementar e manter um grau de fiscalização e controle da identificação dos beneficiários elegíveis para esses programas.</li></ul><p>E aqui pontuamos nossa reflexão: como a tecnologia pode endereçar esses desafios?</p><p>Com a criação de <a href="https://blockforce-in.medium.com/moedas-digitais-855eecf683f9">moedas digitais</a> locais. Vamos lá:</p><p>A proposta de criar um programa de renda básica com uso de moeda digital local pode ser uma alternativa viável para enfrentar as dificuldades citadas e representa uma alternativa para o desenho de políticas de recuperação econômica em âmbitos municipais.</p><p>Com amparo legal na legislação brasileira de arranjos de pagamentos (LEI Nº 12.865, DE 9 DE OUTUBRO DE 2013) e a legislação que estabelece a possibilidade de parceria entre o setor público e organizações da sociedade civil sem fins lucrativos (LEI No 9.790, DE 23 DE MARÇO DE 1999), é possível que prefeituras se associem a bancos comunitários para executar programas de renda básica.</p><p>Como organizações sociais reconhecidas pelo Banco Central, os bancos comunitários podem emitir sua própria moeda, desde que seja de circulação restrita e aceita apenas em um bairro, uma comunidade ou um município, sempre mantendo a paridade com a moeda nacional. Ou seja, 1 unidade de moeda local = 1 real.</p><p>Importante frisar que essas moedas não pretendem substituir o real, mas apenas impulsionar à economia local, já que o uso de uma moeda comunitária na distribuição da renda básica permite acesso a outras fontes de recursos que não apenas os da própria prefeitura.</p><p>A moeda é emitida a partir do volume de reais de um fundo solidário que pode ser alimentado tanto pela prefeitura, quanto por doações de pessoas físicas e jurídicas. O gestor desse fundo e emissor da moeda — o banco comunitário — deve necessariamente dispor da tecnologia digital que permita transparência e auditoria constante, tanto dos recursos disponíveis, quanto da circulação da moeda. — <em>Oi? Ouvi falar em blockchain?</em></p><p>As tecnologias utilizadas pelas criptomoedas permitem esse grau de controle e já são acessíveis. Não é à toa que diversas organizações sociais pelo mundo emitem suas próprias moedas com tecnologias semelhantes.</p><p>O efeito multiplicador de uma moeda local se dá por duas maneiras:</p><ul><li>Em primeiro lugar porque, circulando apenas no município em que a moeda é emitida, o recurso da renda básica não corre o risco de sair dali. Ou seja, o beneficiário terá que gastá-la no próprio município, impedindo que esses recursos sejam drenados para outras regiões administrativas.</li><li>Em segundo lugar, como o benefício será gasto em bens e serviços produzidos e disponibilizados no município, as empresas locais também são beneficiadas com a transferência de renda aos cidadãos. Quanto mais moeda local em circulação, mais aceitação por parte dos negócios.</li></ul><p>Além disso, a prefeitura também pode contribuir para escalar seu impacto se também aceitar a moeda local nos serviços que controla, como transporte público ou taxas municipais.</p><p>Aqui também a tecnologia digital tem um papel importante, pois o próprio consumo do beneficiário pode ser direcionado aos setores que a política municipal pretende promover.</p><p>No mundo ideal, em que a gestão dessas moedas é via blockchain, o monitoramento dos usuários através de seus pagamentos torna o processo de elegibilidade mais simples e eficiente, além de melhorar o controle da base de dados. Um pagamento feito num restaurante de luxo, por exemplo, vai denunciar uma fraude daquele usuário que recebeu indevidamente o benefício. Isso na rara situação do restaurante aceitar uma moeda local.</p><p>Modelos desse tipo foram adotados por municípios brasileiros como a cidade de Maricá no Rio de Janeiro e em Limoeiro de Anadia, em Alagoas. Experiências semelhantes existem nos cinco continentes, de todas as orientações político-partidárias e podem ser fonte de inspiração para criação e implementação de uma solução local para um problema global.</p><p>É a tecnologia possibilitando uma nova cidadania: mais solidária, integrada e sustentável.</p><p>Quer conhecer mais nossas soluções que tornam esse modelo possível? <a href="https://blockforce.in/en">Clique aqui.</a></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=7e1de6bc0ead" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[New Power]]></title>
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            <category><![CDATA[social-innovation]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Blockforce]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 12 Nov 2020 16:13:43 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-11-13T11:02:10.195Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h3>Novo Poder</h3><p>O modelo atual de desenvolvimento, temos que reconhecer: falhou.</p><p>É preciso nos reinventarmos, cancelar o plano e repensar crenças, valores e modelos.E como cancelar ou romper um padrão em uma estrutura tão rígida e complexa?</p><p>Aqui do nosso lado, buscamos essas respostas na tecnologia e sempre nos perguntamos como o blockchain pode possibilitar uma nova economia: mais colaborativa, integrada e sustentável.</p><p>Para a nossa sorte, tem muita gente também pensando fora da caixa.</p><p>Durante a série de conversas que aconteceram em torno do evento <a href="https://houseofbeautifulbusiness.com/">“The Great Wave”</a> em outubro de 2020, nos chamou a atenção a proposta apresentada pelo especialista em inovação Alfons Cornella, do Institute of <a href="https://www.instituteofnext.com">Next</a> de Barcelona. Ele colocou em cheque o nosso atual modelo de pensar desenvolvimento e a forma como ele expôs problemas e soluções vale a pena ser compartilhado.</p><p>Vamos lá!</p><p>Para ele, é totalmente falido um modelo que pensa desenvolvimento somente pela perspectiva da eficiência e do crescimento, que se diz operar em uma rede de (suposta) liberdade e onde o conhecimento se torna vetor para competição. Imagem de como ele ilustrou o que chamamos de “old power”:</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*VVDO4auZRgRYdWNkhlqrLQ.png" /><figcaption>Ilustração da dinâmica &quot;old power&quot; por Alfons Cornella</figcaption></figure><p>Analisando como ele propõe romper esse modelo, enxergamos o blockchain como viabilizador de muitas das ações que podem possibilitar essa mudança, ou um “new power”.</p><p>Segundo Alfons, inverter essa lógica começa em pararmos de só pensar em eficiência e passarmos a olhar os desafios com resiliência.</p><p>É pensar a solução de problemas através do que pode ser adaptado, reutilizado, aproveitado, respeitado. É nos entendermos como parte da natureza e que mais vale se adaptar aos seus tempos e movimentos do que ir contra eles.</p><p>Nós não somos mais fortes que a Natureza e precisamos reconhecer isso. Quando o planeta dá os seus sinais, precisamos saber reconhecê-los. Entender que não se trata mais de crescer a qualquer custo, mas crescer com equilíbrio e inclusão.</p><p>Pela ótica do blockchain, podemos possibilitar um modelo de desenvolvimento mais inclusivo, uma vez que a tecnologia permite trocas justas e diretas (peer to peer). O sistema é baseado na colaboração dos usuários, caracterizado por uma experiência coletiva.</p><p>Por muito tempo, o poder foi mediado por poucos selecionados.</p><p>É hora de resgatar o controle.</p><p>Blockchain é sobre inclusão, livre geração de valor e distribuição de poderes.</p><p>Veja só que mágico, você já ouviu falar na comunidade <a href="https://piracanga.com/comunidade-inkiri/">Inkiri</a>, em Piracanga?</p><p>Há tempos, eles enfrentavam um super desafio por serem uma comunidade remota, fora dos principais destinos turísticos da Bahia, sem acesso a recursos essenciais e viviam de maneira precária.</p><p>Para superar essas dificuldades, eles tiveram que se estruturar para conseguirem viver de forma autossuficiente.</p><p>Hoje, a Comunidade Inkiri é um grupo intencional dedicado à transformação planetária, construindo e testando novas práticas ambientais, sociais, econômicas, educacionais e espirituais.</p><p>Além de terem desenvolvido um sistema sustentável de energia, saneamento e agricultura, eles encontraram no blockchain a solução para incentivar a economia local: por meio da tecnologia, criaram um banco social e uma moeda local, os Inkiris. A moeda hoje facilita as trocas entre pessoas e projetos, sem a necessidade de depender de uma instituição financeira regulatória. Como resultado, foi possível conquistar a autossuficiência entre os moradores: com seu próprio banco e moeda local , os integrantes têm crédito suficiente para investir em seus negócios e possuem uma verdadeira motivação para confiar nos negócios de sua comunidade.</p><p>Só com esse exemplo podemos ver na prática como um olhar curioso e empático sobre a inovação os fizeram buscar as repostas e soluções nos recursos que ele já possuíam. E também, como a inclusão social resgatou a dignidade da comunidade, que de maneira equilibrada, vem conseguindo se desenvolver de forma sustentável.</p><p>Quando olhamos o modelo proposto pelo Alfons, ficamos ainda mais seguros de que o caminho é esse mesmo:</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*TgY5Cze2OrQ-bq-1_WoV-Q.png" /><figcaption>Ilustração da transação entre “old e new power” por Alfons Cornella</figcaption></figure><p>Em linhas gerais:</p><p>A eficiência deve ser alcançada de forma resiliente, isto é, entendendo que o caminho não necessariamente vai ser fácil e que é preciso adaptar-se as mudanças e ter perseverança para enfrentar os desafios no percurso.</p><p>A liberdade só é real se digna.</p><p>Nada se vale se conquistamos um crescimento não equilibrado. É importante crescer, mas de forma sustentável e saudável, considerando os impactos sociais, ambientais e econômicos.</p><p>E, finalmente, o despertar da curiosidade é essencial para que possamos aprender e, assim, evoluir como seres que vivem em comunidade.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/866/1*IIydnVTmahrL-9qGV__6xA.png" /><figcaption>Ilustração da dinâmica “new power” por Alfons Cornella</figcaption></figure><p>São muitas as estruturas que precisam ser revistas para que esse novo modelo seja uma realidade. Passa pela democracia, pela economia, pelas organizações em geral, e, principalmente pela educação.</p><p>E a provocação final é: que legado deixaremos à gerações futuras se esse ritmo atual está nos fazendo perder algo tão essencial: a nossa curiosidade?</p><p>Somente uma sociedade curiosa, desperta, interessada será capaz de pensar soluções orientadas a esse novo poder: mais resiliente, digno, equlibrado e curioso.</p><p>Vamos juntos? Saiba mais em <a href="https://blockforce.in/pt">blockforce.in</a></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=db8da8045f9" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Moedas Digitais]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Blockforce]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 06 Nov 2020 13:45:35 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-11-06T13:45:35.397Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Por mais incrível (e futurista) que pareça, as moedas virtuais e digitais já fazem parte do nosso dia a dia há bastante tempo. Nossos cartões de crédito e débito, por exemplo, movimentam valores virtuais. O mesmo vale para serviços como o PayPal, que nos permite fazer transações online através de uma carteira digital. A diferença é que nesses modelos, temos atores intermediários: o banco, as operadoras de cartão de crédito, o próprio PayPal, só para citar alguns.</p><p>Em paralelo, tendo em vista as novas tecnologias e a inclusão digital, vemos uma evolução de instituições governamentais e empresariais em todo o mundo, que cada vez mais investem em tecnologias para substituir o dinheiro em espécie.</p><p>Pesquisa realizada recentemente pelo “The Economist” evidenciou a propensão futura dos usuários em adotarem práticas digitais de pagamentos.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/425/1*501bJ0QrAETeLyJUW5FkIA.png" /><figcaption>The Economist, 2020</figcaption></figure><p>Aqui no Brasil essa migração já é uma realidade, a exemplo do PIX, novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central que vai mudar a forma como fazemos transferências e pagamentos em todo o território nacional. Mas mesmo no caso do PIX, ainda temos o Banco Central controlando o sistema. Pode até ser digital, mas ainda é um poder centralizado.</p><p>Na nossa visão, a tecnologia pode possibilitar uma gestão financeira ainda mais segura, descentralizada e horizontal. E é nesse contexto que estão as criptomoedas.</p><p>As criptomoedas ou moedas digitais são ativos financeiros criados e gerados via blockchain. A validação das transações é distribuída e não existe fronteira geográfica. São moedas totalmente virtuais transacionadas na rede de forma anônima, criptografada e descentralizada, sem um sistema monetário regulamentado ou uma autoridade financeira. Elas são usadas com as mesmas finalidades do dinheiro físico: meio de troca, reserva de valor, preservação do poder de compra no futuro e unidade de conta.</p><p>A moeda digital mais conhecida é Bitcoin, mas hoje em dia já existem várias outras em circulação, como a Ethereum, que inclusive deu inicio aos sistemas de financiamento coletivo no universo de criptomoedas, os ICOs (Oferta Inicial de Moedas). É uma espécie de IPO (Oferta Pública Inicial) porém ainda não regulamentado. A ideia é que, muito em breve, projetos de criptomoedas captem possam captar recursos de forma pública, globalmente.</p><p>Alinhado com os princípios da sociedade digital, o mercado de criptomoedas possui um grande potencial de crescimento. Em 2019, o mercado foi avaliado em US $ 1,03 bilhão e sua projeção prevê que irá atingir US $ 1,40 bilhão em 2024. (Markets and Markets)</p><p>Como parte de uma força-tarefa investigativa, o Banco Central Europeu (BCE) está com um projeto de emitir uma moeda digital para o varejo, também conhecida como Central Bank Digital Currency (CBDC). O objetivo é ampliar ações comerciais no meio digital e entender a melhor forma de adequar esse tipo de moeda às decisões políticas e aos entendimentos legais.</p><p>O recurso digital também é muito utilizado para sustentar soluções financeiras de impacto social. A Ribon.io, por exemplo, é uma plataforma de doação que conta com um sistema de moeda digital baseado em blockchain para viabilizar doações de forma mais transparente e acessível.</p><p>Nós da Blockforce acreditamos no potencial das moedas digitais para construir e sustentar novas economias que viabilizam transformações positivas em escala. Por isso, desenvolvemos o Digital Currency Connect, plataforma completa que permite a integração de moedas digitais em diferentes negócios, de forma simples e acessível. Em entrevista com nosso Head de Produtos, contamos um pouco mais sobre essa inovação. <a href="https://blockforce-in.medium.com/blockforceproduct-digital-currency-connect-73ba5fec60aa">Confere lá!</a></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=855eecf683f9" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Por que entendemos o trabalho remoto como um valor]]></title>
            <link>https://blockforce-in.medium.com/por-que-entendemos-o-trabalho-remoto-como-um-valor-675f6f8253f8?source=rss-431824af4334------2</link>
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            <category><![CDATA[remote-working]]></category>
            <category><![CDATA[trabalho-remoto]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Blockforce]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 26 Oct 2020 14:45:31 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-10-26T14:45:31.272Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>A ideia de que atingir resultados depende de estarmos trabalhando juntos e reunidos ficou na era pré-covid. Nós da Blockforce, acreditamos em relações de trabalho baseadas em autonomia, propósito e confiança. Por isso, desde nossa fundação em 2018, já nos organizamos em rede, separados fisicamente e unidos energeticamente.</p><p>Para nós, trabalho remoto é:</p><p><strong>. colaboração:</strong> é trabalhar juntos, mesmo não estando perto. É entender e respeitar o papel, a visão e o escopo de cada membro da equipe, independentemente de onde essa pessoa esteja. É respeitar os tempos e movimentos de cada etapa das nossas entregas e dar espaço para que a criatividade e a inovação venham de um lugar de confiança, troca e escuta.</p><p><strong>. oportunidade:</strong> na medida em que eliminamos barreiras físicas, criamos novas noções de espaço e de tempo. Incorporamos novas soluções digitais, ganhamos agilidade nas interações e estabelecemos um ambiente de trabalho fluído, autônomo e produtivo, ainda que virtual.</p><p><strong>. autonomia e confiança:</strong> palavras-chave quando nos propomos a trabalhar de forma descentralizada e horizontal. Na medida em que cada um entende e se responsabiliza pelo seu papel perante o coletivo, somos capazes de colaborar de forma mais genuína e criar novas realidades colaborativas para acelerar as transformações que nosso negócio se propõe.</p><p>Estamos no processo de evolução de uma sociedade cada vez menos centralizada para uma sociedade distribuída e colaborativa. Nos organizarmos em rede é mais uma das maneiras que encontramos em construir essa nova cidadania. Quer saber sobre nossa visão de mundo? Visite nossa página <a href="https://blockforce.in/vision">aqui.</a></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=675f6f8253f8" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[5 Problems with centralized Data]]></title>
            <link>https://blockforce-in.medium.com/5-problems-with-centralized-data-e58deb1687b1?source=rss-431824af4334------2</link>
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            <dc:creator><![CDATA[Blockforce]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 28 Sep 2020 18:25:37 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-09-28T18:25:37.460Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>There are benefits to most protocols within corporations, and some practices derive from traditional methods that complemented positively the technology available at the time. But as companies are evolved, so did their necessities, and some old practices that were great, now present new problems.</p><p>Centralizing Data was an incredible way of gathering the information needed for running their business, optimizing where to operate from, and analyzing that information at a greater speed. But some problems arose from malpractice and some new methods are now more attractive.</p><p>Of course, every business is different and as such, require different solutions and techniques to work as best as possible, here we are going to talk about 5 disadvantages regarding a centralized database.</p><p><strong>1. It can become extra work.</strong></p><p>The involvement required to maintain a centralized database implies the training and responsibility of specialized workers within the company. That may enroll specific teams to dedicate more time than needed on that end instead of collaborative work.</p><p>Having a decentralized system can help workflow become more efficient as multiple people contribute to the set goals.</p><p><strong>2. There are lower levels of location-based adaptability.</strong></p><p>Using a centralized database obliges a relation of dependability from local services such as they need to send information to a central station and wait for a response before action is taken. This means that without an option to control data locally, local costumers or the community might not get the service done as efficiently as they could have, creating a possible discontentment and friction in that sort of business relation.</p><p><strong>3. It reduces the number of legitimate inputs.</strong></p><p>Even though a centralized database is transparent internally, its information tallied by fewer sources of evidence and legitimate players. When the database is provided by cross-referencing a large number of sources, its more likely to be accurate within the parameters established. Its less dependent on sole players and reduces the common human error. The centralized data is an easier input with a higher risk of misinformation.</p><p><strong>4. There is a risk of loss.</strong></p><p>When there is a centralized database, everything is stored within that database. What happens to that information if the database should be lost for some reason?</p><p>With the loss of all that information, companies can collapse under scrutiny and the inability to operate their systems. It can create a long-term problem that overrules the viability of a company.</p><p>The loss of such data can come from system failure or malicious intent. Even with cloud backup systems in place and other protections available, there is always a risk of complete loss present when using a centralized database.</p><p><strong>5. It may increase costs.</strong></p><p>The costs of fixing an error or miscalculation are absurd compared to the costs of revising data before expediting information. When a centralized system is in place, there is a reliance on its accuracy, and due to the way process and connections are made today, the chain reaction of a mistake is costly to the companies wallet and its reliability.</p><p>In the case of data processing, centralized methods also cost more in terms of hardware capabilities and development.</p><p>In a prosperous business, looking for solutions is a common practice, and is a self-aware environment, its important to understand the limitations of each procedure. In our more globalized world, we propose that a decentralized way of organizing data and digital assets may offer the capabilities and ease that the former ways didn’t. Blockchain technology is the supporting force on this matter, with new utilities being discovered every day.</p><p>Learn more about Blockchain <a href="https://blockforce.in/en">here</a>, and evaluate how your business may benefit from it.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=e58deb1687b1" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Social Innovation and its scalability potential]]></title>
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            <category><![CDATA[socialimapct]]></category>
            <category><![CDATA[sociainnovation]]></category>
            <category><![CDATA[scalability]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Blockforce]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 22 Sep 2020 16:06:46 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-09-22T16:06:46.300Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Considering an ever-changing world where the emergence of new technologies changes the way we deal with everyday situations, it is important to use that knowledge and expertise to start dealing with a long time societal problems. Problems that range from interpersonal treatment to global arrangement.</p><p>With our ability to produce and communicate at a growing pace, new problems arise from each new solution, and as a society based on a democratic system, the government displays a critical role to enforce laws and create parameters to be followed so we can be in equal footing. But with possible disabilities from the state, the other agents should front the problems with their abilities. Non-governmental organizations (NGOs), local state representatives, and entrepreneurs collectively can potentially create solutions together.</p><p><em>“Social Innovation is the process and result of innovating in social relations to fulfill unmet needs of the deprived population by means of empowering the affected population” — Frank Moulaert</em></p><p>The power exerted by the politics is equally necessary and frustrating, at the same rate that they help us develop a better path for justice, it&#39;s locked behind a bureaucratic wall of validations.</p><p>As a society, we aim to better ourselves at varying levels, we want what is better for us and others. As a technology company that has social interests, we aim to use our knowledge for a greater good. Focusing at specific problems at a time, we rally together with people affected by such matters and deliver to them systems to better understand and catalog the problem at hand, giving them opportunities for action at a personal level and helping create awareness with data for a future government action to take place.</p><p>As examples of social innovation applied by new technologies, we present two cases that work within the guidelines of public policies and serve as a means to tackle two very poignant issues. The projects are called AmazoniAlerta and Gloria.</p><p><a href="https://amazonialerta.org/"><strong>AmazoniAlerta</strong></a>:</p><p>It is an app that securely and anonymously report cases of land invasion, illegal mining, deforestation, assaults, and killings in the amazon.</p><p>The situation in the Amazon rainforest has been critical for a long time now and the prospects are still dire due to lack of information and the sheer size of the area that is affected.</p><p>This tool provides a means to try and remedy these problems and creates a map to keep track of these illegal activities. With the blockchain technology behind the stored data, the information is watermarked in such a way to be Indisputable evidence of the sighted occurrence.</p><p>With the gathered data, this information can be legally used to inform the public, the media and it helps the government take better-informed decisions to combat the problem, working as a partner to the policymaking.</p><p>Check the app out for yourself and get informed <a href="https://blockforce.in/case/amazonow">here</a>.</p><p><a href="https://eusouagloria.com.br/"><strong>Gloria</strong></a>:</p><p>Artificial intelligence that was created to support victims of abuse and violence, Gloria helps women fight against oppression. It is a robot that identifies, intervenes, supports, and educates the matters of surrounding violence.</p><p>Despite morally agreed principles being widely accepted within our society, cases of violence still occur. There are various policies that were created to combat this issue, but the pressing matter is identifying the victims and aggressors.</p><p>The platform is built around three pillars: machine learning, people analytics, and competency management. From each and Avery interaction, the AI will learn and analyze the data to create heat maps. This helps further understand how to develop public policies to prevent violence in society.</p><p>Cristina, the creator of the Gloria project, has connections to state department programs such WeAmericas, and understands how the gathering of information is key for decision making.</p><p>Learn more about Gloria and how its positively impacting society <a href="https://blockforce.in/case/gloria">here.</a></p><p>The United Nations Development Programme (UNDP) published <a href="https://issuu.com/undppublicserv/docs/gpcse_social_innovation/12">a study</a> on how social innovation approaches can achieve public policy objectives.</p><p>Social innovation differs from innovation when we look at its goal and impact for society, design thinking is at the front of it all. Analyzing the process and the actors involved is key for the whole concept of social innovation.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/964/1*NF7V5clOUugafM-TVp3GoA.png" /></figure><p>With their studies they talk about social innovation and its development stages, citing the Young Foundation’s innovation spiral (image 1) like a golden rule. These stages are not always sequential and can sometimes overlap, but serves as a guideline to the process, a lengthier explanation is given <a href="https://youngfoundation.org/wp-content/uploads/2012/10/The-Open-Book-of-Social-Innovationg.pdf">here</a>.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/548/1*jjahKsY2F1U4dwRDBT2fjQ.png" /></figure><ul><li>Prompt: The spark for action, it can be identifying the problem as well as understanding which questions should be tackled.</li><li>Proposal: Idea generating, the creative method to widen the perspectives on the matter.</li><li>Prototype: Trying out the idea, at the pace necessary to generate measurable data, and with the possibility to adapt and adjust as needed.</li><li>Sustaining: Transforming these applied practices into an everyday common action, becoming part of the structural planning, regarding budgets, teams, and legislations</li><li>Scaling: This part is according to the growth of the practices outside the organization that initially applied it.</li><li>Systemic change: The ultimate goal for social innovation, where it’s no longer an idea for the betterment of society, it is actively doing its set objective and achieving its desired results.</li></ul><p>But, for this process to be complete, actions must come from all fronts, and government and public managers are an important part of this puzzle. They must provide the infrastructure, research funds, and trust in companies and projects that intend the betterment of society. Its a long and arduous road, but projects like the ones presented give back to society and are an example of how each individual can contribute to social innovation, how social innovation impacts society, and how public policies can benefit from this whole ordeal.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=2ac4406e702" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[FAQ Blockforce]]></title>
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            <category><![CDATA[social-innovation]]></category>
            <category><![CDATA[blockforce]]></category>
            <category><![CDATA[blockchain]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Blockforce]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 26 Aug 2020 19:29:32 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-08-26T19:29:32.752Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><strong>What is blockchain technology?</strong></p><p>The term “blockchain technology” is referring to a transparent, publicly-accessible ledger that allows us to safely transfer data values. They represent real transactions and contain all the information from all parties involved.</p><p><strong>What is a blockchain application?</strong></p><p>You can imagine Blockchain applications just like conventional software applications, except they implement a decentralized architecture, foster trust, tokenize assets, and design new network incentives.</p><p><strong>What are the benefits of blockchain technology?</strong></p><p>Blockchain technology has a wide variety of benefits, interested enterprises and local communities benefit greatly from it. The most commonly cited benefits of a blockchain are trusted data coordination, attack-resistance, shared IT infrastructure, tokenization, and built-in incentives.</p><p><strong>What is social innovation?</strong></p><p>According to the Amani Institute, social Innovation is a new solution to a social problem. This solution needs to be more efficient, effective, sustainable, and fair than the existing ones. Also, it has the priority of generating value for society as a whole, not for a restricted group.</p><p><strong>Why Blockchain as a social innovation tool?</strong></p><p>Since the technology works with trust, transparency, collaboration, and restructuring of the power balance, Blockchain is a tool that makes social Innovation viable. Social innovation demands collaborative thinking, and this technology has that in its core.</p><p><strong>Why is this important?</strong></p><p>With a clear purpose, the development of new constructs and connections will lead to the betterment of society as well as identifying companies’ impact as a whole. Consumers are attracted to companies with a social-minded approach and the companies themselves have more streamed lined objectives.</p><p><strong>Why Blockforce for social innovation?</strong></p><p>Blockforce is a Blockchain research &amp; builder that has in its foundation the desire to empower social, environmental, and systemic impact projects at scale. We are specialists in Blockchain technology and also a certified B Corporation, we care about social innovation.</p><p>Like it? Find more about our cases <a href="https://blockforce.in/pt">here</a> and learn more about blockchain and social innovation <a href="https://medium.com/@blockforce.in/why-blockchain-for-social-innovation-38fa7590d86">here</a>. :) For more questions please contact us at hello@blockforce.in</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=f0ea81ce64a3" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[4 reasons to talk about social innovation]]></title>
            <link>https://blockforce-in.medium.com/4-reasons-to-talk-about-social-innovation-7b0a0a6ac900?source=rss-431824af4334------2</link>
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            <category><![CDATA[social-innovation]]></category>
            <category><![CDATA[blockfore]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Blockforce]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 14 Aug 2020 18:03:05 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-09-18T08:44:41.281Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>I don’t know if you remember, but Blockforce is a blockchain solutions company for social innovation. <a href="https://medium.com/@blockforce.in/why-blockchain-for-social-innovation-38fa7590d86">Here</a>, you can understand a little more about the concepts that guide this theme.</p><p>But why is it so important today ?! Check it out:</p><ol><li><strong>The world is screaming</strong></li></ol><p>In recent times, human beings drastically influenced the way our planet functions. Our choices, both personal and collective, have resulted in systemic environmental and social disruptions.</p><p>Climate change, deforestation, poverty, biodiversity changes, extreme social inequality and a rise in rates for mental illnesses such as depression, are some of the many challenges we face today.</p><p>In addition to structural issues we have to deal with exponential population growth worldwide that may reach ten billion people by 2020 and individual life expectancy. How to promote sustainable development, considering the limited natural resources and conditions of extreme poverty?</p><p>The world is screaming and only we can help it.</p><p><strong>2. Consumers are demanding</strong></p><p>The world is constantly changing and so is the way we consume products and services. The network logic, guided by the emergence of the internet, revolutionized the way we act, think and exist in this world.<br> We are advancing to the next stage of human consciousness. In addition to organizing ourselves in a distributed way, people today tend to live by clear and lively purposes. So, there is a high expectation from consumers in relation to organizations. People now value conscientious consumption and responsible market practices. In fact, no longer consumers are simply that, instead, they also feel the need to be part of the production process, therefore, they act in differently, taking part in multiple areas: customer, consumer, supplier, user, producer, employee …</p><p>According to Nielsen Study 2019 — <em>Brazilians are increasingly sustainable and aware:</em></p><ul><li><em>42% of Brazilian consumers are changing their consumption habits to reduce negative environmental impact</em></li><li><em>56% give up buying if they discover that the brand adopts harmful environmental practices</em></li><li><em>91% say they have a high chance of considering the reputation of a brand or company before buying a product</em></li><li><em>71% give preference to products from brands committed to environmental and social actions.</em></li></ul><p>And this is also a global trend. There is a demand for conscious consumption and this is only the beginning.</p><p><strong>3. The new role of brands in society</strong></p><p>Increasingly, brands and organizations are being questioned about their role as agents of transformation in society. Today, a brand is not restricted as a service provider, they also has the role of disseminating a positioning towards society, as well as establishing trends. Fortunately, organizations are realizing that an efficient and adequate business, in addition of profiting, is one that minds the impacts of their decisions on workers, customers, suppliers, the community and the environment.</p><p>A clear, consistent, and growing example of this new model are Certified B Corporations. Participating in a global movement, companies with B certification aim to work with a motto where success is measured by the well-being of people, societies, and nature.</p><p><em>“We can do better. Our business needs to be driven by purpose and not just short-term profits.”</em> — Robert Edward Freeman, author of the best-selling Strategic Management: A Stakeholder Approach</p><p>Today, having integrity, sustainability, is not a market prowess, but an attribute that all brands should genuinely exercise.</p><p><strong>4. Workers seek to connect with impact</strong><br> According to Mercer’s Global Talent Trends 2018 study, the key factors that employees seek include: flexibility, well-being commitment, and purposeful work.</p><p>Perhaps the most underestimated desire of modern employees is to work with a purpose. Unfortunately, in many companies, the purpose side is overlooked due to a narrow view for only generating profits.</p><p>According to the study, many employees feel that they are only working for a salary and are not contributing to the greater good of society, which undermines motivation, productivity, and overall job satisfaction.</p><p>According to Mercer, ascending employees are three times more likely to work for a company with a strong sense of purpose. However, only 13% of the surveyed companies offer a consolidated purpose for workers.</p><p>Once you take responsibility for a real cause, working with social innovation is an opportunity to find a personal and professional purpose.</p><p>So, let’s go? Contact us to talk more about social innovation at <a href="https://blockforce.in/">https://blockforce.in/</a></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=7b0a0a6ac900" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[4 razão para falar sobre inovação social]]></title>
            <link>https://blockforce-in.medium.com/4-raz%C3%A3o-para-falar-sobre-inova%C3%A7%C3%A3o-social-3406b019e334?source=rss-431824af4334------2</link>
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            <category><![CDATA[social-innovation]]></category>
            <category><![CDATA[blockchain]]></category>
            <category><![CDATA[blockforce]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Blockforce]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 14 Aug 2020 17:50:58 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-09-18T08:40:21.016Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h3>4 razões para falar sobre inovação social</h3><p>Não sei se você lembra, mas a Blockforce é uma empresa de soluções em <strong>blockchain para inovação social</strong>. <a href="https://medium.com/@blockforce.in/why-blockchain-for-social-innovation-38fa7590d86">Aqui</a>, você consegue entender um pouco mais sobre os conceitos que norteiam esse tema.</p><p>Mas por quê ele é tão importante na atualidade?! Se liga:</p><p><strong>1.O mundo está gritando</strong></p><p>Nos últimos séculos, a influência do ser humano modificou brutalmente o funcionamento de nosso planeta. Nossas escolhas, pessoas e coletivas, resultaram em perturbações ambientais e sociais sistêmicas.</p><p>Mudança climática, desflorestamento, pobreza, alteração na biodiversidade, extrema desigualdade social e aumento de doenças mentais como depressão, são alguns dos muitos desafios que enfrentamos hoje.</p><p>Além de questões estruturais como o exponencial crescimento da população e o aumento da longevidade. Lidamos com a expectativa da população mundial chegar a dez bilhões em 2060. Como promover o desenvolvimento sustentável considerando recursos naturais limitados e condições de extrema pobreza?</p><p>O mundo está gritando e só nós podemos ajudá-lo.</p><p><strong>2. Os consumidores estão demandando</strong></p><p>O mundo está em constante transformação e a forma como consumimos produtos e serviços também. A lógica da rede, pautada pelo surgimento da internet, revolucionou nosso modo de agir e de existir no mundo.</p><p>Estamos avançando para o próximo estágio da consciência humana. Além de se organizar de forma distribuída, as pessoas hoje tendem a ter um propósito claro e vivo. Nesse sentido, há uma grande expectativa dos consumidores em relação às organizações. Eles valorizam o consumo consciente e as práticas de mercado responsáveis. Na verdade, não existe mais o simples consumidor. Ao invés de apenas consumir, ele também tem a necessidade de fazer parte do processo de produção e assim, atua em diferentes funções: cliente, consumidor, fornecedor, usuário, produtor, funcionário …</p><p>De acordo com <em>Estudo Nielsen 2019 — Brasileiros estão cada vez mais sustentáveis e conscientes SPC Brasil,</em></p><ul><li>42% <em>Dos consumidores brasileiros estão mudando seus hábitos de consumo para reduzir seu impacto ambiental</em></li><li>56% <em>Chegam a desistir da compra se descobrir que a marca adota práticas nocivas ao meio ambiente.</em></li><li>91% <em>Dizem ser alta a chance de considerar a reputação de uma marca ou empresa antes de comprar um produto</em></li><li>71% <em>Dão preferência a produtos de marcas comprometidas com ações ambientais e sociais.</em></li></ul><p>Existe uma demanda pelo consumo consciente e esse é só o começo.</p><p><strong>3. O novo papel das marcas na sociedade</strong></p><p>Cada vez mais, marcas e organizações são questionadas sobre seu papel de agente de transformação na sociedade. Hoje, uma marca não se restringe a uma prestadora de serviço, ela também tem o papel de disseminar um posicionamento frente a sociedade, bem como estabelecer tendências. Felizmente, organizações estão aprendendo que um negócio eficiente e adequado, além de considerar a geração de lucro, se atenta aos impactos de suas decisões nos trabalhadores, nos clientes, nos fornecedores, na comunidade e no meio ambiente.</p><p>Um exemplo claro, consistente e em ascensão desse novo modelo são as Empresas B. Participantes de um movimento global, as empresas com certificação B visam trabalhar por uma economia onde o sucesso seja medido pelo bem-estar das pessoas, das sociedades e da natureza.</p><p><em>“Podemos fazer melhor. Nossos negócios precisam ser guiados por propósito e não apenas por lucros de curto prazo.” — Robert Edward Freeman, autor do best-seller Strategic Management: A Stakeholder Approach</em></p><p>Hoje, ter integridade na visão de sustentabilidade não é um diferencial de mercado mas sim, um atributo que todas as marcas deveriam genuinamente exercer.</p><p><strong>4. Trabalhadores buscam se conectar com impacto</strong></p><p>De acordo com o estudo Global Talent Trends 2018 da Mercer, os principais fatores que funcionários e candidatos a empregos procuram inclui flexibilidade, compromisso com bem-estar e trabalho com propósito.<br>Talvez o desejo mais subestimado dos funcionários modernos seja o desejo de trabalhar com um propósito. Infelizmente, em muitas empresas, o senso de propósito é deixado de lado, devido a visão restrita de gerar lucros. De acordo com estudo, muitos funcionários sentem que estão apenas trabalhando por um salário e não estão contribuindo para o bem maior da sociedade, o que prejudica a motivação, a produtividade e a satisfação com o trabalho.</p><p>De acordo com a Mercer, funcionários prósperos têm três vezes mais probabilidade de trabalhar para uma empresa com um forte senso de propósito. No entanto, apenas 13% das empresas pesquisadas oferecem uma visão de propósito consolidada para os trabalhadores.</p><p>Trabalhar com inovação social é uma oportunidade de encontrar um propósito pessoal e profissional, uma vez que você assumi responsabilidade por uma causa real.</p><p>E aí, vamos nessa? Entre em contato conosco para conversarmos mais sobre inovação social em <a href="https://blockforce.in/en">https://blockforce.in/</a></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=3406b019e334" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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