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        <title><![CDATA[Stories by Centro Acadêmico de Design da PUCPR on Medium]]></title>
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            <title>Stories by Centro Acadêmico de Design da PUCPR on Medium</title>
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            <title><![CDATA[Mulheres no Design que você precisa conhecer!]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Centro Acadêmico de Design da PUCPR]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 09 Mar 2024 00:30:13 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-03-09T00:31:13.669Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*WbDv3F1ONgRXDGYmhvyNtw.jpeg" /></figure><p>No dia 8 de março comemoramos o dia internacional da mulher, nesta data especial gostaríamos de não apenas celebrar. Mas também homenagear mulheres cujo trabalho mudou e muda o design mundial, de Paula Scher a Maria Antonieta, confira a seguir nossa seleção para você:</p><h4>Paula Scher</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*RkV0yi8hDwtuimS-AuORyg.jpeg" /></figure><p>Paula Scher é uma designer gráfica e artista americana. Ela estudou na Tyler School of Art, na Temple University, onde obteve um diploma de bacharel em Belas Artes em 1970. Após se formar, começou sua carreira trabalhando como designer e ilustradora para a CBS Records em Nova York. Lá, ela ajudou a definir a capa de álbuns icônicos, como a capa de “Boston”. Em 1991, juntou-se a empresa de design Pentagram(uma das maiores empresas de design do mundo) como sócia.</p><p>Ao longo de sua carreira na Pentagram ela deixou sua marca no design gráfico contemporâneo. Seu estilo muitas vezes incorpora tipografia ousada, cores vibrantes e uma abordagem gráfica audaciosa. Com isso, trabalhou em diversos projetos de identidade visual, embalagens, sinalização e design editorial. Alguns de seus projetos mais famosos incluem a identidade visual da Citibank, o sistema de sinalização do MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York) e a marca da campanha “I Love NY”.</p><p>Paula Scher é detentora de diversos prêmios e muito reconhecimento ao longo de sua carreira, incluindo a Medalha Nacional de Artes em 2013, o prêmio mais alto concedido pelo governo dos Estados Unidos a artistas e patronos das artes. Ela também é uma educadora e palestrante, tendo ministrado aulas em várias instituições de ensino, incluindo a Escola de Artes Visuais de Nova York, e deu palestras em todo o mundo sobre design e criatividade.</p><p>Paula Scher é uma das principais figuras do design contemporâneo, e seu trabalho continua a inspirar e influenciar designers em todo o mundo.</p><h4>Susan Kare</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*qlDs0Y7K6X1tscVL0ED24Q.jpeg" /></figure><p>Susan Kare é uma designer de interfaces americana conhecida por seu trabalho pioneiro na criação de ícones e fontes para o Macintosh da Apple na década de 1980. Ela frequentou a escola de arte em Nova York e posteriormente estudou no Mount Holyoke College, onde se formou em História e Arte. Susan Kare começou sua carreira como escultora, mas eventualmente mudou seu foco para o design gráfico. Ela trabalhou por algum tempo na curadoria de arte no Museu de Arte Moderna de Nova York antes de ser contratada pela Apple em 1982. Na Apple se tornou membro da equipe de desenvolvimento do Macintosh original. Ela foi responsável por projetar uma grande parte dos elementos da interface do sistema operacional, incluindo ícones, fontes e outros gráficos.</p><p>Mais conhecida por criar alguns dos ícones do computador, como o ícone “Happy Mac”, que aparecia durante a inicialização. Ela também criou a fonte Chicago, usada em menus e títulos no sistema operacional. Após sua passagem pela Apple, Susam continuou a trabalhar como designer gráfica independente. Ela trabalhou para várias empresas de tecnologia, incluindo Microsoft, IBM, Facebook e Pinterest, contribuindo para o design de ícones e interfaces.</p><p>Ao longo da carreira, Susan recebeu vários prêmios, incluindo o Prêmio de Design de Interface de Computador da Smithsonian Institution em 1997 e o Prêmio AIGA Medal em 2018, que reconhece a excelência e impacto no design.</p><p>O trabalho de Kare na Apple e suas contribuições para o design de interface de usuário influenciaram profundamente a forma como interagimos com computadores e dispositivos digitais. Seus ícones e fontes icônicas continuam a ser usados e reconhecidos até hoje.</p><p>Susan Kare é reverenciada como uma das pioneiras do design de interface gráfica e seu trabalho teve um impacto duradouro na indústria de tecnologia e no design de computadores pessoais.</p><h4>Vivienne Westwood</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*7RYCDyb7zekXqzyCMurCGQ.jpeg" /></figure><p>Vivienne Westwood é uma renomada estilista britânica conhecida por sua influência no mundo da moda e por sua abordagem única e ousada ao design de roupas. Aqui está um resumo de sua vida e carreira:</p><p>Vivienne Westwood nasceu Vivienne Isabel Swire em 1941, em Tintwistle, Derbyshire, Inglaterra. Ela estudou arte na Escola de Arte de Harrow e mais tarde na Escola de Moda de Goldsmith, onde conheceu Malcolm McLaren, com quem ela teve uma parceria criativa e romântica.</p><p>Westwood e McLaren tornaram-se figuras proeminentes na cena punk britânica nos anos 1970. Juntos, eles abriram a loja “Let It Rock” em 1971, que depois mudou de nome para “Sex” e, finalmente, para “Seditionaries”. Sua loja se tornou um ponto focal para a moda punk, onde vendiam roupas ousadas e provocativas.</p><p>Em 1981, Vivienne Westwood lançou sua própria linha de moda com o nome dela. Sua estética desafiadora e provocativa continuou a ser uma característica marcante de suas coleções, que muitas vezes misturam elementos tradicionais com elementos subversivos.</p><p>Impacto na Moda: Westwood é creditada por ter desempenhado um papel significativo na evolução da moda, tanto na moda punk quanto na moda de rua britânica. Suas criações são reconhecidas por sua originalidade, inovação e ousadia, desafiando as convenções da moda tradicional.</p><p>Ao longo de sua carreira, Vivienne Westwood colaborou com uma variedade de marcas e designers e expandiu seu alcance para além da moda, trabalhando em projetos de design de interiores, acessórios e perfumes. Ela também é conhecida por sua atividade política e ambiental, usando sua plataforma para defender causas como os direitos humanos e a sustentabilidade.</p><p>Westwood recebeu inúmeros prêmios e honrarias ao longo de sua carreira, incluindo o título de Dama Comandante da Ordem do Império Britânico (DBE) em 2006, em reconhecimento a suas contribuições para a moda britânica.</p><p>Vivienne Westwood é uma figura icônica na indústria da moda, conhecida por sua criatividade, originalidade e engajamento político. Seu legado continua a inspirar designers e fashionistas em todo o mundo.</p><h4>Mary Quant</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*0peBwwiKsAhsrjhceJXGgA.jpeg" /></figure><p>Mary Quant é uma renomada estilista britânica que teve um papel crucial na moda dos anos 1960, especialmente na popularização da mini-saia e do estilo “Swinging London”. Ela estudou arte e design na Goldsmiths’ College e posteriormente na Chelsea School of Art. Começou a carreira como estilista em Londres na década de 50. Abrindo sua primeira boutique, Bazaar, em 1955, junto com seu marido Alexander Plunket Greene e seu amigo Archie McNair.</p><p>Mary Quant é creditada por popularizar a mini-saia na década de 1960. Ela criou modelos curtos e jovens que refletiam o espírito de liberdade da época. Sua loja se tornou um ponto focal da cena “Swinging London” da década de 1960, que se tornou um símbolo da revolução cultural e social da época. Sua popularidade cresceu rapidamente e sua marca expandiu internacionalmente, abrindo lojas em Nova York, Tóquio e outras cidades ao redor do mundo. Além da mini-saia, também introduziu uma série de inovações na moda como o uso de materiais sintéticos e o uso de cores vivas e padrões ousados. Ela recebeu diversos prêmios e honras, incluindo o título de Dama Comandante da Ordem do Império Britânico (DBE) em 2015, em reconhecimento às suas contribuições para a indústria da moda britânica.</p><p>Mary Quant é considerada por muitos uma das estilistas mais influentes do século XX, seu trabalho teve um impacto duradouro na moda e na cultura popular. Sua abordagem inovadora e irreverente continua a inspirar designers e fashionistas até os dias atuais. É uma figura icônica na história da moda, cujo legado continua a ressoar na indústria e na cultura popular. Sua marca registrada de estilo jovem e ousado deixou uma marca indelével na moda do século XX.</p><h4>Maria Antonieta</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*o8dsrst4IwdmurB2LLad1A.jpeg" /></figure><p>Maria Antonieta, também conhecida como a rainha consorte da França, não foi uma designer no sentido atual do termo. Mas teve um impacto significativo na moda e na cultura de sua época. Nasceu em 1755 na Áustria e foi casada com o rei Luís XVI da França em 1770, aos 14 anos, como parte de um acordo político entre Áustria e França. Ela ficou conhecida por sua personalidade extravagante e seu amor pela moda. A rainha Maria Antonieta foi uma figura central na popularização de tendências de moda durante o período rococó e o início do neoclássico. Seus vestidos extravagantes, penteados elaborados e acessórios luxuosos eram frequentemente imitados pela nobreza e pela alta sociedade da época.</p><p>Embora sua reputação tenha sido manchada pelos eventos turbulentos da Revolução Francesa, sua influência na moda ainda persiste. Seu estilo extravagante e sua abordagem ousada continuam a inspirar designers e estilistas ao longo dos séculos.</p><p>Embora Maria Antonieta não tenha sido uma designer no sentido que conhecemos hoje, seu papel como ícone da moda e da cultura continua a ser reconhecido até hoje. Sua influência na moda é indiscutível e duradoura. Ficou conhecida por seu gosto pelo estilo rococó, que era caracterizado por peças de roupas elaboradas, tecidos luxuosos, cores suaves e detalhes ornamentais. Seus vestidos extravagantes, muitas vezes adornados com laços, babados, rendas e bordados, refletiam o estilo opulento da época. A rainha também popularizou penteados elaborados e altamente decorados, que muitas vezes incluíam perucas, cachos, fitas e acessórios, como penas e flores. Além disso, foi uma defensora do uso de cores vibrantes e tecidos luxuosos em suas roupas, como seda, cetim e brocado. Seu amor por acessórios extravagantes e luxuosos inspirou a moda da época e influenciou a maneira como as pessoas se vestiam.</p><p>Maria Antonieta continua sendo uma figura icônica na história da moda, cujo estilo extravagante e opulento deixou um legado duradouro que ainda é celebrado e reinterpretado na moda contemporânea.</p><h4>Chu Ming Silveira</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*KBpvr-rOZaFj040mx7ZaUA.jpeg" /></figure><p>Chu Ming Silveira, arquiteta sino-brasileira, é conhecida por projetar a icônica cabine de telefones públicos brasileira, popularmente chamada de orelhão. Além disso, ela deixou um legado significativo na arquitetura brasileira, com projetos residenciais inovadores, incluindo casas em concreto aparente e o estilo “pós-caiçara” em Ilhabela, no litoral paulista. Nasceu em Xangai em 1941 e mudou-se para o Brasil com sua família aos 10 anos. Formou-se em arquitetura em 1964 e trabalhou em diversos projetos, incluindo a criação de protetores para telefones públicos e casas integradas à natureza. Faleceu em 1997, deixando um legado duradouro na arquitetura brasileira.</p><h4>Marina Willer</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*z_sqdKhyempBdnDS_thohA.jpeg" /></figure><p>Marina Willer é uma renomada designer gráfica e cineasta brasileira, conhecida por seu trabalho inovador e sua abordagem multidisciplinar ao design. Aqui está um resumo de sua vida e carreira:</p><p>Marina Willer nasceu em 1967, em São Paulo, Brasil. Ela estudou design gráfico na Escola Panamericana de Arte e Design em São Paulo e mais tarde recebeu uma bolsa para estudar na Universidade de Brasília. Posteriormente, ela estudou na Royal College of Art, em Londres, onde obteve um mestrado em design gráfico.</p><p>Marina Willer tornou-se uma sócia da renomada empresa de design Pentagram em 2012, tornando-se a primeira mulher brasileira a ser aceita como membro na organização. Na Pentagram, Willer lidera projetos de design gráfico, branding e identidade visual para uma ampla gama de clientes internacionais.</p><p>Ao longo de sua carreira, Marina Willer trabalhou em uma variedade de projetos de design gráfico, incluindo identidades visuais, embalagens, sinalização e design editorial. Seu estilo distinto muitas vezes incorpora cores vibrantes, tipografia expressiva e uma abordagem narrativa única.</p><p>Além de seu trabalho como designer gráfica, Marina Willer também é uma cineasta premiada. Seu filme “Red Trees” (2017) é um documentário poético que explora a história de sua família judia e sua jornada de sobrevivência durante o Holocausto.</p><p>Marina Willer recebeu numerosos prêmios e reconhecimentos ao longo de sua carreira, incluindo o prêmio de Designer do Ano pela revista britânica Creative Review em 2018. Seu trabalho foi exibido em exposições internacionais e está incluído em coleções permanentes de museus de design em todo o mundo.</p><p>Marina Willer é reconhecida como uma das principais figuras do design gráfico contemporâneo, cujo trabalho transcende fronteiras culturais e disciplinares. Sua abordagem criativa e sua narrativa pessoal única continuam a inspirar e influenciar designers e cineastas em todo o mundo.</p><h4>Ruth Kedar</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*Z_zZiaqlt7ePbF3SFfVVIA.jpeg" /></figure><p>Ruth Kedar é uma designer gráfica israelense-americana conhecida por seu trabalho em design de identidade visual e branding, incluindo a criação do logotipo do Google. Estudou na Escola Bezalel de Artes e Design em Jerusalém e também frequentou a Universidade de Stanford, onde obteve um mestrado em design gráfico.</p><p>Começou sua carreira como designer gráfica em Israel, trabalhando em uma variedade de projetos de design, incluindo identidades visuais, embalagens e design editorial. Também lecionou design gráfico na Escola Bezalel. Em 1999, foi contratada pelo Google para projetar um logotipo para a empresa. Então, criou um logotipo simples e distinto, usando cores primárias e uma fonte cativante. O logotipo do Google tornou-se um dos mais reconhecíveis e icônicos do mundo.</p><p>Além de seu trabalho no Google, continuou a trabalhar como designer gráfica independente, colaborando com uma variedade de clientes em projetos de identidade visual e branding. Seu estilo é conhecido por sua simplicidade, clareza e impacto visual. Ao longo da carreira também recebeu diversos prêmios e reconhecimentos por seu trabalho em design gráfico, incluindo o prestigiado prêmio AIGA (American Institute of Graphic Arts) Medal em 2018, em reconhecimento à sua contribuição significativa para o campo do design.</p><h4>Zelda Wynn Valdes</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*CssD8b4Ln0_SumIPolTkxw.jpeg" /></figure><p>Zelda Wynn Valdes foi uma estilista e designer de moda afro-americana, conhecida por seus elegantes designs. Ela cresceu em uma família de costureiras e aprendeu sobre moda desde cedo. Valdes frequentou a Washington Irving High School of Fashion Art, em Nova York. Após concluir seus estudos, Valdes mudou-se para Nova York, onde começou sua carreira como aprendiz de costureira em uma boutique de propriedade de sua tia. Ela logo se tornou uma costureira talentosa e estabeleceu sua própria boutique em 1948, a “Zelda Wynn”, na Broadway, no Harlem.</p><p>Zelda Wynn Valdes tornou-se conhecida por seus elegantes e glamorosos designs, que atraíam uma clientela de celebridades. Ela vestiu algumas das mulheres mais famosas da época, incluindo Dorothy Dandridge, Josephine Baker, Ella Fitzgerald e Mae West. Foi uma pioneira em seu campo, desafiando as normas da moda da época e introduzindo novos estilos e silhuetas. Ela foi uma das primeiras designers a abrir uma boutique própria em Nova York e uma das primeiras estilistas afro-americanas a alcançar reconhecimento nacional e internacional.</p><p>Uma de suas criações mais famosas foi o vestido de sereia usado por Marilyn Monroe em 1951, que ajudou a solidificar o status de Valdes como uma designer de renome.</p><p>Além de suas contribuições para a moda, Zelda Wynn Valdes também foi uma defensora dos direitos civis e uma mentora para jovens designers. Ela foi membro ativo da National Association of Fashion and Accessory Designers (NAFAD) e da Negro Fashion League. Seu legado continua a inspirar designers e artistas afro-americanos até os dias de hoje.</p><h4>Cheryl D. Miller</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*qPXxNGux22kaxgVYY0yz2A.jpeg" /></figure><p>Cheryl D. Miller é uma designer gráfica e ativista afro-americana amplamente reconhecida por suas contribuições pioneiras para a diversidade e inclusão no design. Ela frequentou a Howard University, onde estudou design e se formou com um bacharelado em belas artes em 1967.</p><p>Após se formar, Miller começou sua carreira como designer gráfica em Nova York. Trabalhando para várias agências de design e publicidade, incluindo a agência do renomado designer publicitário George Lois. Durante sua carreira, Cheryl D. Miller enfrentou inúmeras barreiras e desafios como mulher negra no campo predominantemente branco e masculino do design gráfico. Ela se tornou uma voz ativa na promoção da diversidade e inclusão no design, defendendo a representação equitativa de minorias raciais e étnicas na indústria. Cheryl também teve uma carreira acadêmica significativa. Ela lecionou design gráfico na Universidade de Nova York e na Universidade Estadual de Nova York em Buffalo, e escreveu vários artigos sobre questões de diversidade no design.</p><p>O trabalho e o ativismo de Cheryl D. Miller abriram caminho para uma maior conscientização sobre a importância da diversidade e inclusão no design. Ela é reconhecida como uma pioneira que desafiou as normas estabelecidas e lutou por uma indústria mais igualitária e representativa.</p><h4>Gail Anderson</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*Q8KoxpO5FBPB_vq4osIBLQ.jpeg" /></figure><p>Gail Anderson é uma designer gráfica americana, conhecida por sua contribuição significativa para o campo do design editorial. Ela estudou na Escola de Artes Visuais de Nova York (SVA), onde se formou com um bacharelado em Belas Artes em Design Gráfico. Ela começou sua carreira como designer na revista Rolling Stone, trabalhando como diretora de arte de 1987 a 1993. Durante seu tempo na Rolling Stone, ela ajudou a definir a estética visual da revista, criando capas e layouts inovadores. Depois de deixar a Rolling Stone, passou a trabalhar como diretora de arte na revista Spot, onde continuou a criar designs visualmente impactantes e experimentais.</p><p>Além de sua carreira profissional, também é uma educadora dedicada. Ela lecionou design gráfico na Escola de Artes Visuais de Nova York (SVA) por mais de 25 anos.</p><p>Ao longo de sua carreira trabalhou como freelancer e consultora para uma variedade de clientes, incluindo revistas, editoras, instituições culturais e organizações sem fins lucrativos. Seu trabalho abrange uma ampla gama de projetos, desde identidades visuais até design editorial e sinalização.</p><p>Também é reconhecida por suas realizações no campo do design gráfico. Recebendo vários prêmios e honrarias, incluindo a Medalha Nacional de Artes em 2008.</p><p>Ainda hoje é uma figura proeminente no mundo do design gráfico, seu trabalho inovador continua a impactar e influenciar designers e artistas em todo o mundo.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=e84b505c31a9" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Bem-vindos à bordo!]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Centro Acadêmico de Design da PUCPR]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 04 Mar 2024 14:05:24 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-03-04T17:15:23.166Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*xIhuKmt73c5AFcwgebsgzg.jpeg" /></figure><p>Saudações a todos os estudantes de Design, calouros e veteranos. Estou aqui hoje para falar um pouco sobre o Centro Acadêmico.</p><p>Para aqueles que já estão há mais tempo no curso, não é segredo que o CA passou por maus bocados e que houve um tempo em que ele era inexistente. Nos últimos dois anos houve um movimento para refazê-lo, para reanimar essa instituição tão importante para a representação estudantil.</p><p>Acontece que um Centro Acadêmico não se constrói sozinho, muito menos depois de tanto tempo sem alunos para representá-lo e gerir uma empresa falida exige bastante daqueles que se dispõem a fazê-lo. Aqui deixo meus sinceros agradecimentos àqueles e àquelas que tentaram, de alguma forma, fazer isso dar certo, aqueles que estiveram comigo no último ano, mesmo aos que saíram antes dele terminar. Eu sei que não foi fácil e entendo aqueles que ficaram desapontados.</p><p>Porque essa é a verdade, eu não fui capaz de lidar com uma equipe tão diversa, fora o fato de ter passado por um dos momentos mais difíceis da minha vida e que poucos sabem, mas isso não é uma desculpa, nem justificativa. É apenas a verdade e talvez eu tenha sido fraco demais para pedir ajuda. Eu não estava completamente sozinho, mas em alguns momentos parecia estar, a cada tentativa frustrada, a cada erro cometido. Os esforços não foram o bastante e eu, apesar de tudo, ainda era um estudante também.</p><p>Peço licença agora, para uma citação, que eu infelizmente não conheço a autoria, mas é assim: Se você está chegando para criticar o que está feito, esta chegando tarde, deveria ter chegado mais cedo para ajudar a fazer. Assinado: Quem fez quando ninguém queria fazer.</p><p>Me desculpe, eu sei que não estou na melhor posição para poder criticar qualquer pessoa que seja, cada um tem suas prioridades e suas tarefas, nem todo mundo pode dispor tanto tempo ou ter tanta dedicação a algo que parece não trazer lucro algum. Seja ele financeiro ou pessoal. É precisamente por isso que é difícil, nós não estamos aqui para fazer festas(ao menos, não apenas para isso), estamos aqui para tentar enriquecer a formação de um curso com 800 pessoas (ou algo próximo a isso). 800 pessoas, completamente diferentes, com vidas e histórias diferentes, que muitas vezes compartilham apenas o curso em comum.</p><p>É difícil agradar a todos, assim como é difícil fazer entender algumas das decisões tomadas.</p><p>Felizmente, pudemos fazer a semana acadêmica acontecer. De forma reduzida e com problemas no percurso, mas aconteceu. Para aqueles que estiveram presentes foi bom. Ouvir os feedbacks, sejam eles bons ou ruins, me fizeram perceber onde acertamos e onde erramos. Logo, a promessa continua.</p><p>Para que isso possa acontecer precisamos de mais pessoas envolvidas. Que queiram fazer isso pelo puro propósito de tentar fazer da formação, não só um acúmulo de aulas uma atrás da outra, mas um espaço para crescer intelectualmente. Para experimentar, errar, tentar de novo, repetir o processo e ser um pouco mais livre para fazer da futura profissão algo seu, com a sua assinatura, sua marca.</p><p>Espero que essa possa ser a primeira de muitas conversas por aqui, que esse texto chegue a quem está lendo de forma leve, que possa despertar alguma coisa, mesmo que seja revolta e nós esperamos a sua resposta.</p><p>Para quem está animado e gostaria de participar do Centro Acadêmico, por favor, entre em contato, nós precisamos de vocês, eu preciso de vocês estudantes.</p><p>Fica o convite e o desejo de um bom ano pela frente, que possa ser melhor do que o anterior.</p><p>Assinado: Arthur D’Leon — Presidente do Centro Acadêmico de Design.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=52482e8c33c2" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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