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            <title><![CDATA[Introdução — Entre o Dito e o Silenciado.]]></title>
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            <pubDate>Sun, 23 Mar 2025 15:02:39 GMT</pubDate>
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            <content:encoded><![CDATA[<h3>Introdução — Entre o Dito e o Silenciado.</h3><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/200/1*UUxzzEXUyrZUXsKr8uizaA.png" /></figure><p>Carregamos assim: uma asa de luz, outra de sombra. Um corpo que voa, mas também cai. Uma mente que pensa demais, um peito que sente demais. Aqui, cada palavra é tentativa de atravessar, de traduzir, de tocar. Não escrevo como quem ensina. Escrevo como quem procura.</p><p>Porque não se trata de respostas. Trata-se de sustos, pausas, inquietações. Escrevo sobre o intervalo entre o que se diz e o que se sente. Sobre a confusão entre o que se é e o que se mostra. Sobre o silêncio que mora até mesmo nas frases mais cheias.</p><p>Essa página não é técnica, não é acadêmica, não é didática. <strong>É visceral.</strong> É sobre os caminhos tortos do pensamento humano, sobre as fendas da mente, sobre as camadas da verdade. E se eu conseguir te fazer sentir algo — nem que seja desconforto — , então talvez essa escrita já tenha cumprido seu papel.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=dc9f3d90a94c" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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