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        <title><![CDATA[Stories by Matheus Siga Thomaz on Medium]]></title>
        <description><![CDATA[Stories by Matheus Siga Thomaz on Medium]]></description>
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            <title>Stories by Matheus Siga Thomaz on Medium</title>
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            <title><![CDATA[O imediatismo do mundo digital]]></title>
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            <category><![CDATA[home-office]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Matheus Siga Thomaz]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 10 Sep 2021 00:31:04 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2021-09-10T00:31:04.157Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*GgFH_ALEsYzwAbN7LVBH7Q.jpeg" /><figcaption>Background photo created by fanjianhua at Freepik</figcaption></figure><p>Lá no início da pandemia que, pasmem, já se passou um ano, muito falávamos do tempo que passamos a ter de sobra por não precisar mais nos deslocar até o ambiente de trabalho diariamente. Porém, considerando esse intervalo , você já parou para analisar quanto desse período realmente investiu em adquirir novos ou melhores hábitos ou parece que a maioria foi absorvida pelo trabalho e seu imediatismo?</p><p>Não é difícil ver pessoas relatando estarem sobrecarregadas, em um ritmo mais acelerado e com problemas de ansiedade. Muito disso vem pelo fato de que, como estamos trabalhando digitalmente, dificilmente conseguimos nos desligar desse universo, já que em muitos casos os canais de comunicação que antes eram utilizados principalmente para lazer e conversas com amigos, viraram os locais onde trocamos mensagens com colegas de trabalho.</p><p>Muitos desses problemas certamente estão atrelados a um momento onde não possuímos a liberdade que trabalho remoto nos permitia, que seria de conseguir trabalhar enquanto viajamos, escolher um coworking maneiro para passar um tempo, atuar de um café na esquina e etc…</p><p>O resumo disso é um desgaste físico e mental de ter uma rotina de trabalho praticamente sem fim. Nosso cérebro precisa de uma pausa para garantir que estejamos em plenas condições nos próximos dias.</p><p>O lado bom é que podemos, com pequenas ações, iniciar essa mudança no individual e expandir para outras pessoas de sua empresa. Então vem comigo e pega essas dicas:</p><h3>Evite distrações imediatas</h3><p>Crie um ambiente livre de distrações, sejam elas no e-mail apitando por novidades ou na ferramenta de comunicação da empresa avisando que você tem novas mensagens para ler e responder. Defina intervalos no seu dia para dar atenção plena a esses pontos.</p><h3>Crie momentos de planejamento</h3><p>Se antes o deslocamento até o trabalho ou o simples fato de levantar e caminhar eram cruciais para organizar os pensamentos para iniciar o dia ou dar continuidade a ele, recrie e adapte esses momentos para o tempo que temos agora.</p><h3>Fortaleça sua comunicação escrita</h3><p>Se concentre na sua comunicação escrita e avalie se você está realmente transmitindo a mensagem que precisa. Se, por exemplo, estamos tentando explicar o funcionamento de um produto, todas as etapas estão claras e de fácil entendimento? O tom da escrita está correto e transmite o sentimento, confiança e segurança que precisa?</p><p>Então, dependendo da mensagem que precisa ser passada, escreva e leia ela com muita atenção antes de enviar.</p><h3>Tenha um foco na comunicação assíncrona e atemporal</h3><p>Não é porque estamos, provavelmente, trabalhando ao mesmo tempo que conseguimos estar disponíveis no mesmo momento para trocar informações. Por isso, dê preferência à comunicação escrita frente a excessivas reuniões ou encontros de 5 minutinhos.</p><p>Escrever nos permite revisar com cuidado o que precisa ser transmitido, permitindo uma revisão cuidadosa para evitar ruídos.</p><p>Porém, para que funcione da melhor forma, foque em um texto estruturado que dê a oportunidade para que a outra parte da conversa responda em seu tempo, sem comprometer o diálogo, de forma assíncrona e atemporal.</p><p>Evite enviar apenas a mensagem introdutória de “Oi, tudo bem?” e aguardar um retorno para, aí sim, enviar o que precisa ser dito. Opte por abrir a conversa, que pode ser apenas um “oi”, e já dê continuidade ao assunto que precisa ser tratado. Assim todos ganham tempo já que sua mensagem contém tudo que o colega precisa saber para estar informado ou terá todo subsídio necessário para responder com assertividade e em um momento oportuno.</p><p>Ficou com alguma dúvida, quer compreender um pouco mais sobre o assunto ou apenas bater um papo? Deixe um comentário ou me chame e vamos conversar para ver como posso te ajudar. :)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=60e64c14fe05" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Pare e reflita sobre seu dia]]></title>
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            <category><![CDATA[desacelere]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Matheus Siga Thomaz]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 04 May 2021 23:32:08 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2021-05-04T23:32:08.952Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquele sentimento que temos de que um dia cheio de tarefas é muito produtivo? Sinto lhe dizer, mas na maioria dos casos não passa de uma mera impressão mesmo.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*mf0I9hR5ViEEmHnmWsvOCQ.png" /><figcaption>Business photo created by Racool_studio at Freepik</figcaption></figure><p>Mas, claro que tendo uma boa organização do seu dia é possível, sim, ter momentos de alto rendimento. E aqui estou novamente trazendo ideias para que nossos dias possam ser mais organizados. :)</p><p>Pode parecer estranho falar isso, mas desacelerar nos torna mais produtivos! Nosso cérebro necessita de descansos, principalmente, entre uma reunião importante e outras atividades, por dois principais motivos:</p><p>O primeiro é bem simples e está ligado a manter nossa cabeça em pleno funcionamento. Parar, descansar, desligar e voltar a operar.</p><p>O segundo é mais inconsciente, pois essa pausa ajuda o cérebro a processar tudo que foi discutido no último encontro. O que te auxilia a digerir e armazenar o que de fato precisa ser memorizado.</p><p>Então, tente não forçar um compromisso após o outro, programe essas pausas no seu dia. A pauta é tão importante quanto uma agenda lotada. Se planeje, respeite e proteja essas paradas.</p><h3>Organize o dia em blocos</h3><p>Já comentei neste outro texto sobre como<a href="https://www.linkedin.com/pulse/use-seu-tempo-com-sabedoria-matheus-siga-thomaz/"> gerir melhor nosso tempo</a> para ser mais produtivo. Também comentei as <a href="https://www.linkedin.com/pulse/defina-suas-inten%C3%A7%C3%B5es-e-tenha-um-%C3%B3timo-dia-matheus-siga-thomaz/">atitudes e intenções que tornam nosso dia excelente</a>. E aqui acrescento mais um ponto para somar com tudo isso: separe seu dia em grandes blocos. Juntar tarefas que são semelhantes é um bom passo para se manter produtivo e não perder o foco.</p><p>Tente identificar quais tarefas estão hoje espalhadas, por exemplo responder e-mails ou documentar alguns processos. Crie blocos de, no máximo, 90 minutos e mantenha uma atenção plena nessas ações. Assim que terminar, se conceda o merecido descanso. Levante, respire, caminhe, e lembre-se que <a href="https://www.linkedin.com/pulse/pare-de-deixar-para-amanh%C3%A3-matheus-siga-thomaz/">não somos multitarefa</a>.</p><h3>Algumas dicas para ajudar</h3><p><strong>Reflita sobre seu dia</strong>: conceda um tempo, junto ao planejamento do próximo dia ou no encerramento do atual, para refletir sobre suas atitudes e experiências do dia. O que te chamou mais atenção? O que você teria feito diferente? O que pode ser levado de aprendizado para os próximas semanas?</p><p><strong>Programe sua agenda para reuniões rápidas</strong>: sua empresa utiliza o Google Agenda? Ele possui uma configuração muito interessante para auxiliar nessas folgas. Ela se chama “Reuniões rápidas”, ativando ela vai fazer com que toda reunião que você marcar te conceda um intervalo. Por exemplo, ao tentar agendar algo com duração de 1h, ela vai aparecer na agenda com duração de 50 minutos.</p><p>Ficou com alguma dúvida, quer compreender um pouco mais sobre o assunto ou apenas bater um papo? Deixe um comentário ou me chame e vamos conversar para ver como posso te ajudar. :)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=88569e0e0889" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Defina suas intenções e tenha um ótimo dia!]]></title>
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            <category><![CDATA[atenção]]></category>
            <category><![CDATA[organização]]></category>
            <category><![CDATA[produtividade]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Matheus Siga Thomaz]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 19 Apr 2021 23:16:19 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2021-04-19T23:16:19.076Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Certamente você já se pegou analisando a sua agenda do dia e percebeu que está convidado em diversas reuniões das quais mal tem conhecimento do que será tratado. Ou pior ainda, sabendo que se trata de um assunto complicado e desgastante. E aliado com essa agenda lotada, você ainda tem diversas tarefas para realizar em paralelo com um prazo bem apertado?</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*yHmfaSxKnADznsiq5MzJkA.jpeg" /><figcaption>Hand photo created by lookstudio at Freepik</figcaption></figure><p>Bom, não podemos controlar tudo que acontece nos nossos dias, muitas vezes nem podemos nos ausentar de uma reunião ou deixar de realizar uma atividade. Porém, podemos controlar nossas sensações, buscando ser mais assertivo nas definições de onde devemos focar nossa atenção para extrair o melhor de cada evento levando em consideração nossas prioridades, preocupações e estado de espírito para ter um dia ideal.</p><p>Se chegou até aqui é porque quer saber como fazer para conseguir ser mais produtivo e deixar de empurrar o dia com a barriga, certo? Para isso trago aqui três pontos para refletir e analisar antes de iniciar o dia, de preferência na noite anterior, são eles:</p><h4>Aspiração</h4><p>Para começar vamos pensar nas atividades que temos para desenvolver no dia e quais reuniões já estão agendadas, buscando um foco nas que são mais importantes. Pegando cada ação dessa lista, escreva o que você acredita que seja realmente importante para que ela seja bem-sucedida. Por exemplo, se pergunte o que deve ser definido naquela oportunidade quais ações precisam ser definidas. No caso de uma tarefa, determine e anote seu principal objetivo nela.</p><h4>Atitude</h4><p>Agora falando de nossas atitudes, sentimentos e emoções durante o dia, identifique, na mesma lista construída anteriormente, quais preocupações podem te influenciar negativamente em cada ponto. Com isso descrito, reflita: essas preocupações nos ajudam a atingir o objetivo principal? Se sim, é possível pensar em um lado positivo? Se não, podemos deixar ela de lado e não gerar um incômodo durante o dia? Remova pensamentos negativos, não deixe afetar sua paz de espírito.</p><h4>Atenção</h4><p>Bom, já temos nossas principais ações definidas e uma maneira de manter a saúde mental. Agora precisamos apontar quais atividades são as mais importantes e que dependem de uma concentração dedicada. Essas vão ser nosso ápice do dia, então procure focar nelas no horário que a concentração e disposição esteja no máximo.</p><p>Se for uma reunião importante, tente marcar (ou remarcar) para um horário que permita dedicação exclusiva. O mesmo serve para uma tarefa, reserve um tempo na sua agenda para foco.</p><p>Talvez seja necessário reavaliar as prioridades durante o dia ou depois de terminar alguma ação que havíamos previsto levar mais tempo e que precisavam de uma atenção dedicada. Transforme esse exercício diário em algo simples e recorrente para que seja possível aplicar facilmente a qualquer hora do dia.</p><p>Tá, e quando não é possível alinhar tudo isso? Não podemos viver no fantástico mundo de Bob…</p><p>Reconheça e aceite: está tudo bem não ter energia em 100% todos os dias. Admitir que nem sempre vamos conseguir uma dedicação total é um passo muito importante! Não se cobre sempre, trabalhe dentro do seu limite e mantenha a saúde em dia. :)</p><p>Ficou com alguma dúvida, quer compreender um pouco mais sobre o assunto ou apenas bater um papo? Deixa um comentário ou me chama no <a href="https://www.linkedin.com/in/msthomaz/">Linkedin</a> e vamos conversar para ver como posso te ajudar. :)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=ebe002e4569c" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Pare de deixar para amanhã]]></title>
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            <category><![CDATA[procrastinação]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Matheus Siga Thomaz]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 06 Apr 2021 23:38:21 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2021-04-06T23:38:21.537Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Procrastinar é uma arte que está tão enraizada na nossa existência que é alvo de diversas pesquisas para descobrir o porquê de agirmos assim e como devemos reagir.</p><p>E é nessa linha que, após procrastinar bastante e gerar várias desculpas para voltar a escrever, trago este texto para discutirmos hoje.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*gxy_dEeDTCtHA4Ou" /></figure><h3>Por que procrastinamos?</h3><p>Diversos motivos podem dar início a isso, mas podemos classificar sua maioria e nos determos em dois principais pontos: causas psicológicas e fisiológicas.</p><p>Sobre as causas psicológicas elas podem estar ligadas à ansiedade e autoestima, onde qualquer tarefa que pareça longa ou sem uma visão clara de início e fim, pode nos levar a ter medo ou nos sentirmos incapazes de desenvolver a atividade.</p><p>E quando falamos de fisiológicas, nos referimos, principalmente, ao nosso foco e de quanto estamos motivados para iniciar o que é preciso. Uma noite mal dormida, notificações do celular, chat e e-mails são distrações que acabam com nosso foco.</p><h3>Como parar?</h3><p>Se você chegou até esse texto é porque, de alguma forma, considera que pode mudar algumas ações para minimizar esses motivadores. Então vou trazer alguns pontos-chave que vão te ajudar nesse movimento:</p><h4>Esqueça a multitarefa</h4><p>Se tem algo que a maioria das pessoas não consegue ser é multitarefa. Tentar fazer mais de uma ação ao mesmo tempo só vai fazer você entregar duas coisas em um tempo maior do que se tivesse feito elas em sequência, isso se conseguir entregar as duas.</p><h4>Dê o primeiro passo</h4><p>Pode parecer bem óbvio, mas é importante pensar em como dar esse passo. Aqui a estratégia é pegar aquela tarefa que tanto deixamos para mais adiante e quebrar ela em pequenos pedaços, pequenos passos. Por exemplo, se você precisa montar uma apresentação para uma reunião importante, qual seria a primeira tarefa? Talvez podemos definir como “abrir o google docs, criar o documento e adicionar o slide com o título”. Fácil, não?</p><p>O cumprimento dessa pequena parte da tarefa pode parecer algo banal, mas é o que vai te motivar a seguir em frente. Mas, se mesmo assim você não conseguir continuar, tente fazer o exercício de dedicar 10 minutos de plena atenção a ela. Sem desculpas e distrações.</p><h4>Não se repreenda</h4><p>Esse certamente não é o primeiro caso de procrastinação na sua vida e, julgo dizer, também não será o último. Nesses casos, o que precisamos é não nos repreender, não nos auto-julgar pela tarefa adiada no passado. Fazer isso só vai alimentar seus sentimentos negativos, os mesmos que contribuem a querer evitar a tarefa.</p><h4>Elimine distrações</h4><p>Sabe aquela notificação de e-mail, mensagem do whatsapp ou até mesmo o celular acendendo do seu lado? Pode ser que você nem leia a notificação, mas só o barulho ou a luz do celular já são distrações que tiram nosso foco do que estamos executando.</p><p>Algumas ações simples podem ser tomadas para resolver isso, como deixar o celular no “não perturbe” e consultar o e-mail poucas vezes ao dia.</p><p>Espero que este texto ajude a diminuir a sua procrastinação, assim como estou tentando diminuir a minha. :)</p><p>Ficou com alguma dúvida, quer compreender um pouco mais sobre o assunto ou apenas bater um papo? Deixa um comentário ou me chama no <a href="https://www.linkedin.com/in/msthomaz">LinkedIn</a> e vamos conversar para ver como posso te ajudar. :)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=368b3d4391da" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[O que é uma soft skill e quais são as mais importante de se ter]]></title>
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            <category><![CDATA[trabalho-em-equipe]]></category>
            <category><![CDATA[softskillsimprovement]]></category>
            <category><![CDATA[motivação]]></category>
            <category><![CDATA[tempo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Matheus Siga Thomaz]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 15 Sep 2020 21:49:00 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-09-15T21:49:00.859Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Em sua maioria, uma soft skill está ligada a habilidades interpessoais, ou seja, se relaciona à capacidade de integração com outras pessoas, em espaço profissional ou pessoal. São habilidades que mostram a sua capacidade de trabalhar sob pressão, de aprender e se adaptar às mais diversas situações.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*AorTeXestTNVlJVS" /><figcaption>Mão foto criado por master1305 — <a href="https://www.google.com/url?q=http://br.freepik.com&amp;sa=D&amp;ust=1600123627468000&amp;usg=AFQjCNGLap0JZhgsoVxDQjvPfcHEkYfVmA">br.freepik.com</a></figcaption></figure><h3>Porque é tão importante ter soft skills?</h3><p>O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, com empresas percebendo que as características necessárias para compor um bom time vão muito além de suas habilidades técnicas exigidas na área de atuação. É neste ponto que entram as soft skills, são elas que irão te diferenciar de uma pessoa com o mesmo currículo técnico e tempo de experiência que você.</p><p>Essas soft skills estão muito mais vinculadas às experiências de vida que temos do que os cursos e faculdades que fazemos. Fazem parte da nossa personalidade e comportamento profissional, emocional e social. Definem a forma como interagimos com outras pessoas na empresa e costumam estar relacionadas a uma maior produtividade.</p><p>Com isso em mente, vamos conhecer algumas que considero essenciais:</p><h3>Comunicação</h3><p>Entender e conseguir transmitir com clareza a informação vai muito além do ambiente de trabalho, porém desenvolver uma comunicação clara e objetiva é um ponto essencial para se dar bem na carreira. As consequências de uma mensagem não ficar clara podem ser desastrosas.</p><p>Quando a informação está nítida, evitamos qualquer mal entendido e toda equipe consegue trabalhar de forma mais produtiva e com um objetivo mais preciso.</p><h3>Resiliência</h3><p>A capacidade de lidar com problemas que possam ocorrer, aceitar a mudança e seguir em frente, principalmente em momentos de crise se torna muito importante no mercado de trabalho.</p><p>A questão é que esta não é uma habilidade fácil de se conquistar, normalmente aprendemos no momento em que precisamos passar por uma experiência que necessite de nossa resiliência. Mas compreender que o erro vai sempre fazer parte do processo, que podemos e devemos sempre aprender com ele, vai te ajudar a estar preparado quando for preciso.</p><h3>Gestão do tempo</h3><p>Saber gerir e administrar o seu tempo, seja no trabalho ou na vida pessoal, é uma das habilidades mais indispensáveis, pois está muito associada ao comprometimento nas tarefas a serem realizadas. Uma pessoa capaz de <a href="https://medium.com/@msthomaz/use-seu-tempo-com-sabedoria-5fefda203d2d">gerir bem seu tempo</a>, consegue definir prioridades e ter controle sobre onde está gastando o seu recurso mais valioso, o tempo.</p><h3>Proatividade</h3><p>Ser proativo vai te ajudar a conseguir lidar com demandas que podem estar travadas por algum detalhe. Uma pessoa proativa consegue assumir um comportamento antecipado em relação a alguma situação. Consegue lidar e reagir de forma mais rápida, antecipando possíveis problemas, agindo para definir meios para superá-los.</p><h3>Trabalho em equipe</h3><p>Saber trabalhar em equipe é uma virtude muito valiosa hoje em dia. Cada vez mais os projetos estão se tornando mais complexos e difíceis de se resolver individualmente.</p><p>Mas trabalho em equipe não se limita apenas ao time que está à sua volta, aquele time de especialidades que você tem mais afinidade. Também está ligado a saber lidar e trabalhar em equipe com outros times e pessoas que não possuem as mesmas hard skills (aqueles conhecimentos que você adquire em cursos ou na faculdade) que você.</p><h3>Resolução de problemas</h3><p>Saber lidar com as mais diversas adversidades que podem ocorrer e conseguir resolvê-las de forma objetiva, vai te motivar e motivar todos que estão à sua volta.</p><p>E por hoje é isso! Percebeu a importância de desenvolver algumas soft skills, como elas podem alavancar e impulsionar a sua carreira?</p><p>Ficou com alguma dúvida, quer compreender um pouco mais sobre o assunto ou apenas bater um papo? Deixa um comentário ou me chama no <a href="https://www.linkedin.com/in/msthomaz">LinkedIn</a> e vamos conversar para ver como posso te ajudar :)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=73aa440166a5" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Entendendo e tratando os riscos em um produto digital]]></title>
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            <category><![CDATA[valor]]></category>
            <category><![CDATA[hipótese]]></category>
            <category><![CDATA[riscos]]></category>
            <category><![CDATA[prototipação]]></category>
            <category><![CDATA[product-management]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Matheus Siga Thomaz]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 25 Aug 2020 22:09:30 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-08-25T22:09:30.423Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre riscos do lançamento de um produto ou uma melhoria é sempre um assunto polêmico e pouco explorado. Mas, por outro lado, seria muito bom se soubéssemos que o projeto pode não ser viável antes do lançamento, certo?</p><p>É pensando nessa questão que escrevo o texto de hoje: para demonstrar como identificar e tratar os riscos deve estar sempre no radar da gestão de um produto.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*Daed8jYgS_b6UgnO" /><figcaption>Photo by Cristofer Jeschke on Unsplash</figcaption></figure><h3>Quando pensar em riscos?</h3><p>Um passo muito importante na criação de um produto é o ponto de descoberta e avaliação se o que será criado terá um valor positivo no mercado e está caminhando no sentido certo.</p><p>Neste estágio, difundido pelo nome de <em>product discovery, </em>avaliamos 4 grandes grupos relacionadas a riscos, são eles:</p><h4>Risco de Valor</h4><p>O risco de valor busca responder se o cliente em potencial irá comprar a sua solução.</p><p>Este é considerado o risco mais importante a ser avaliado, visto que ajuda a entender se o produto terá um retorno monetário para a empresa. Esta análise conseguirá responder se a proposta de produto valerá o esforço necessário para o seu desenvolvimento.</p><h4>Risco de Usabilidade</h4><p>Aqui, respondemos se o cliente irá conseguir utilizar o produto, se sua usabilidade faz sentido e facilita a sua vida. Vamos avaliar também se as funcionalidades que estamos propondo serão de fácil uso e entendimento. Vale verificar ainda se não teremos algum ponto de dor que afete o seu processo.</p><h4>Risco de Execução</h4><p>No risco de execução, ou realização, queremos entender se temos capacidade técnica para desenvolver a solução. Entre os quesitos investigados estão se toda tecnologia necessária para sua criação está ao nosso alcance, se contamos com pessoas capacitadas e as habilidades essenciais. Lembrar de conferir se o tempo necessário para entregar algo é viável é outro critério relevante nesse momento.</p><h4>Risco de Negócio</h4><p>Neste ponto, queremos entender se a solução está alinhada com o negócio da empresa. O produto pode ter um grande potencial, mas se não for funcional para o caminho que a empresa quer seguir, não deve ser executado.</p><h3>Como começar</h3><h4>Tenha bem definido o problema a ser explorado</h4><p>Aqui é o ponto mais óbvio. Tudo precisa de um início bem definido. No nosso caso é um problema ou uma solução, uma hipótese extraída de alguma ideia que você teve ou foi relatada por alguém. Com o conceito claro podemos partir para o próximo nível.</p><h4>Entenda o seu valor</h4><p>Este é o momento que aprofundamos as análises dos riscos. mais precisamente, no risco de valor. Neste caso, é importante saber que existem algumas técnicas para direcionar a coleta de dados, que podem ser divididas em dois segmentos: quantitativo e qualitativo.</p><p>No qualitativo podemos entrevistar possíveis consumidores para entender se a solução para o problema os auxiliaria no dia a dia e estariam dispostos a pagar pelo serviço.</p><p>Já no quantitativo buscamos dados, como o próprio nome diz, com uma quantidade maior de resultados para justificar estatisticamente a viabilidade da nossa proposta.</p><h4>Faça um experimento</h4><p>Realize um mapeamento das principais funcionalidades que a solução precisa ter. Tente entender quais os motivos vão levar as pessoas a utilizar o que você oferece. Podemos aplicar diversas técnicas para levantar esses pontos, <a href="https://medium.com/@msthomaz/teste-sua-ideia-com-quem-mais-entende-dela-4e7a9fe476a5">aqui</a> eu comento um pouco sobre elas.</p><p>O mais importante é entender se o problema realmente existe para o usuário, se já existe algo no mercado capaz de suprir essa necessidade, se existem pessoas dispostas a investir para usar a solução, por exemplo.</p><p>Após estudar se existe mercado para o seu produto um ótimo caminho a seguir é o da prototipação. Ou seja, vale testar se um produto vale o esforço de ser executado. Nesta fase, defina a mínima parte viável do produto que já fará sentido a um usuário, trabalhe nela, apresente para <a href="https://medium.com/@msthomaz/a-persona-e-o-p%C3%BAblico-alvo-eaca8f215930">possíveis usuários</a> e avalie se a solução conseguiu realizar a tarefa proposta ou se teve algum impedimento.</p><h4>Aprenda com o progresso</h4><p>Bom, até aqui já passamos por uma etapa de entendimento do que pretendemos desenvolver, já avaliamos com nosso público-alvo se teremos um retorno financeiro e já realizamos testes de usabilidade.</p><p>Com esses dados em mãos precisamos colocá-los em discussão com as partes envolvidas e <em>stakeholders</em>. O objetivo é apresentar o que coletamos, receber sugestões e avaliar possíveis contradições de opiniões pré-formadas que podem surgir.</p><h4>Tome uma decisão</h4><p>Agora sim, hora de tomar uma decisão! Vamos seguir em frente ou descartar a ideia?</p><p>Essa resposta os dados coletados te darão. Portanto se a resposta para a maioria dos riscos for positiva (e, tivermos um plano de ação para ajustar as negativas), chegou a hora de planejar e desenvolver seu projeto! E sobre esse ponto eu comento neste <a href="https://medium.com/@msthomaz/gerindo-sua-pequena-ideia-24b3aef3f2b5">outro texto</a> :)</p><p>E chegamos ao fim de mais um texto. :)</p><p>Percebeu o valor que a avaliação de riscos pode ter para o seu negócio?</p><p>Ficou com alguma dúvida, quer compreender um pouco mais sobre o assunto ou apenas bater um papo? Deixa um comentário ou me chama no <a href="https://www.linkedin.com/in/msthomaz">LinkedIn</a> e vamos conversar para ver como posso te ajudar :)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=7bf5318d320f" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Jobs to be done: entendendo a motivação do seu usuário]]></title>
            <link>https://msthomaz.medium.com/jobs-to-be-done-entendendo-a-motiva%C3%A7%C3%A3o-do-seu-usu%C3%A1rio-94a5681f41b7?source=rss-9b011e35d8ed------2</link>
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            <category><![CDATA[product-management]]></category>
            <category><![CDATA[jobs-to-be-done]]></category>
            <category><![CDATA[user-research]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Matheus Siga Thomaz]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 10 Aug 2020 22:38:40 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-08-10T22:38:40.491Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vemos vários produtos e serviços sendo vendidos levando em consideração apenas o que eles têm a oferecer, suas vantagens e motivadores para o cliente e o que o seu serviço tem de melhor que o concorrente.</p><p>Essa abordagem pode funcionar? Sim. Mas quero te apresentar um jeito diferente de construir estratégias de produto e desenhar campanhas mais condizentes com o problema que o usuário quer resolver.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*G1q0Niq9u1d6drvO" /><figcaption>Fundo foto criado por topntp26 — <a href="https://www.google.com/url?q=http://br.freepik.com&amp;sa=D&amp;ust=1597100181613000&amp;usg=AFQjCNG_jSviOMZl-AlmN4atHivBCDY3tw">br.freepik.com</a></figcaption></figure><h3>O que é?</h3><p>JTBD (<em>Jobs to be done</em>) é uma ferramenta que analisa quais circunstâncias levam uma pessoa a consumir determinado produto ou serviço. Diferente do conceito de personas, que analisa e categoriza o cliente que utiliza o serviço baseado no que o mesmo oferece,</p><p>o JTBD considera o que realmente leva o consumidor a contratar o serviço, qual o problema ele está tentando resolver quando utiliza a sua solução.</p><p>Tudo isso fica mais claro quando analisamos a frase do Henry Ford, fundador da Ford Motors, para explicar esse conceito:</p><figure><img alt="&quot;Se eu perguntasse o que os consumidores queriam eles teriam dito que era um cavalo mais rápido&quot;. Henry Ford" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*GdFsFUhyrKk6TrUo" /></figure><p>Diante disso, podemos analisar que ele não levou em consideração a opinião dos consumidores com relação ao produto disponível no mercado no momento da pesquisa, e sim, a dor e o problema que encontravam: o deslocamento do ponto A ao ponto B de forma mais rápida!</p><p>Um outro grande exemplo deste conceito foi quando o McDonald’s o empregou para tentar descobrir uma forma de vender mais de seus milkshakes. Depois de analisar diversos dados, tentando descobrir qual a faixa-etária, perfil de compra, classe social, ou seja, desenhando a persona e definindo o público-alvo, conseguiram compreender melhor as necessidades do público.</p><p>Porém, mesmo ao consultar estas pessoas sobre melhorias e aplicando-as na bebida, as vendas não alcançavam o patamar esperado pela companhia. Foi então que, mudando de abordagem e passando a tentar entender porque e como as pessoas consumiam, descobriram que elas normalmente compravam de manhã e bebiam dentro do carro.</p><p>Avaliando essas referências e conversando com alguns clientes conseguiram de fato descobrir o motivo ou tarefa para qual os consumidores estavam utilizando o produto: para se manterem alimentados e distraídos durante o longo tempo que passavam dentro do carro no percurso de casa ao trabalho, por não gerar sujeira e ser mais fácil de beber.</p><p>Com essas informações em mãos, começaram a produzir milkshakes mais espessos, para resistirem mais tempo com a mesma consistência e pedaços de fruta para alimentar melhor.</p><p>As duas análises comprovam que é importante investir em uma solução inovadora entendendo primeiramente o problema que o usuário possui atualmente.</p><p>Diferente de pensar “quem” utiliza o produto ou “o que” precisam ter de funcionalidade, passamos a questionar “por que” utilizam. Com o JTBD, deixamos de vender o produto da forma tradicional que é pelo que ele pode oferecer e seus aspectos funcionais e passamos a apresentar o benefício, a <strong>tarefa </strong>da qual o usuário vai conseguir realizar.</p><figure><img alt="Pare de vender a furadeira por suas funcionalidades tecnológicas e passe a vender um furo na parede" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*IF9ILsECf20d6haG" /></figure><h3>Como usar</h3><p>O JTBD se diferencia de algumas metodologias. pois ele está mais para uma mentalidade diferente de pensar o que fazemos. Considerando isso, ao realizar entrevistas com usuários, mudamos a forma de questionar, passamos a tentar descobrir quais tarefas as pessoas estão tentando realizar no produto e quais dificuldades podem estar tendo. Assim conseguimos identificar onde precisamos melhorar.</p><p>Ao planejar uma campanha de marketing, após ter feito a análise do trabalho a ser realizado, você pode direcioná-la com um foco na solução da tarefa que o usuário precisa realizar.</p><p>Pensando nestes dois pontos, podemos ter algumas dicas interessantes para usar como premissa em novas abordagens:</p><h4>Direcione as pesquisas para focar nas necessidades do usuário</h4><p>Concentre suas pesquisas nas necessidades que o consumidor possui, analise o que ele quer resolver no mercado que você quer atender.</p><p>Relembre o exemplo do Henry Ford que descobriu que a demanda a ser resolvida era sair do ponto A e chegar ao ponto B mais rápido.</p><h4>Analise a concorrência</h4><p>Já existe algum outro produto ou serviço tentando solucionar a necessidade que você encontrou? Se sim, analise como está sendo feito e veja o que pode ser melhorado. Caso contrário, valide se esta é realmente uma necessidade que precise ser atendida neste momento, se há espaço e se o mercado está disposto a utilizar.</p><h4>Coloque em prática</h4><p>Validou e existe a necessidade de construir algo novo? Então, <a href="https://medium.com/@msthomaz/gerindo-sua-pequena-ideia-24b3aef3f2b5">estruture ela</a>, coloque na rua e comece a <a href="https://medium.com/@msthomaz/teste-sua-ideia-com-quem-mais-entende-dela-4e7a9fe476a5">testar com usuários</a>.</p><p>Agora, se a ideia é inovar em um produto já existente, podemos ter as seguintes:</p><h4>Escolha o que será analisado</h4><p>O primeiro passo é definir em qual produto ou serviço vamos aplicar o método para tentar entender qual sua função. Como exemplo temos o caso do Milkshake, onde foi feita a análise para descobrir como aumentar suas vendas.</p><h4>Pesquise e segmente</h4><p>Aqui vamos passar a estudar nosso usuário tentando entender quais as principais soluções que o produto tende a resolver. Estas necessidades podem ser básicas (como se manter alimentado), operacionais (fácil de usar) e sentimental (prazer em utilizar).</p><h4>Analise a concorrência</h4><p>Agora que já pesquisamos e descobrimos quais problemas o usuário resolve com nossa solução, podemos buscar no mercado se algum outro produto também atende ao mesmo objetivo. Continuando com o exemplo do Milkshake, uma barrinha de cereal talvez não resolvesse a mesma necessidade?</p><p>Analise e descubra onde seu produto pode melhorar para suprir o problema de ponta a ponta.</p><p>E chegamos ao fim de mais um texto :) O que achou? Conseguiu entender o que é e para que serve o Jobs to be done?</p><p>Ficou com alguma dúvida, quer compreender um pouco mais sobre o assunto ou apenas bater um papo? Deixa um comentário ou me chama no <a href="https://www.linkedin.com/in/msthomaz">LinkedIn</a> e vamos conversar para ver como posso te ajudar :)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=94a5681f41b7" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Conhecendo e implementando OKR]]></title>
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            <category><![CDATA[métricas]]></category>
            <category><![CDATA[ork]]></category>
            <category><![CDATA[productmanagment]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Matheus Siga Thomaz]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 27 Jul 2020 21:25:06 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-07-27T21:25:06.388Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Certamente você já ouviu falar dessa sigla que é utilizada por diversas empresas como Google, Amazon e Airbnb, mas ainda não entendeu o que é e como pode aplicar ela na sua empresa?</p><p>De forma simples, essa metodologia nos ajuda a criar uma gestão engajada através de metas mensuráveis, atingíveis e de curto prazo.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*HX6EIXgf2gHfilwV" /><figcaption>School photo created by jcomp — <a href="https://www.google.com/url?q=http://www.freepik.com&amp;sa=D&amp;ust=1595887931749000&amp;usg=AFQjCNHY9jNHqX8YiMAsiKMePVcL5gQszQ">www.freepik.com</a></figcaption></figure><h3>O que é?</h3><p>OKR, sigla em inglês para <em>Objectives and Key Results</em>, é uma metodologia criada pelo ex-CEO da Intel Andrew Grove e amplamente difundida quando foi implementada pelo Google em 1999.</p><p>Seu principal objetivo é simplificar a gestão com o uso de objetivos específicos e definidos além de métricas para medir o resultado esperado. Para deixar mais claro, podemos utilizar a fórmula criada pelo John Doerr ao implementar o OKR no Google:</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*oc7YqKL2P0CToSRI" /></figure><p>Uma boa meta precisa ter um objetivo bem claro e um conjunto de métricas para que seja <strong>possível medir </strong>o andamento e quando vamos atingir o objetivo em questão.</p><h3>O que significa a sigla?</h3><p>Acredito que já tenha apresentado no texto o significado da sigla em questão, mas aqui vai uma explicação mais detalhada sobre cada termo:</p><p><strong><em>Objective</em></strong>: (objetivos) são <strong>descrições qualitativas </strong>que devem apresentar uma direção clara de onde você ou sua empresa quer chegar.</p><p><strong><em>Key Results</em></strong><em>: </em>(Resultados-chave) são um <strong>conjunto de métricas </strong>para medir o progresso em direção ao objetivo descrito. Precisam ser <strong>quantitativos e mensuráveis</strong> para servirem como parâmetro para determinar o quão perto do objetivo estamos. É importante ter entre 2 e 5 resultados-chave para que sejam fáceis de lembrar e metrificar.</p><p>Agora exemplificando, imagine ter OKRs para uma empresa que está buscando espaço no mercado. Nessa lógica, podemos ter:</p><blockquote><strong>Objetivo:</strong> se tornar referência no mercado</blockquote><blockquote><strong>KR #1: </strong>aumentar em 50% a quantidade de clientes oriundos de marketing</blockquote><blockquote><strong>KR #2: </strong>ranquear o site em primeiro lugar no google</blockquote><blockquote><strong>KR #2: </strong>dominar 30% do mercado onde atua</blockquote><p>Percebeu que todas <em>key results</em> são mensuráveis e podem ser tratadas como metas individuais e que todas convertem para o objetivo principal?</p><h3>Por que adotar?</h3><p>Trabalhar com OKR para definir a meta principal da empresa ou do projeto vai te trazer muitas vantagens. A principal delas é permitir uma <strong>agilidade </strong>maior para se adaptar a mudanças, reduzindo riscos e desperdícios. Outros benefícios de adotar o recurso seriam:</p><h4>Clareza e colaboração</h4><p>A transparência e simplicidade de <strong>entendimento do objetivo principal</strong> e dos pontos necessários para alcançá-lo o torna muito fácil de lembrar no dia-a-dia. Isso deixa a comunicação muito mais fluida, clara e direcionada para o caminho que a empresa quer seguir.</p><h4>Foco e disciplina</h4><p>Por se tratar de uma metodologia com <strong>um</strong> <strong>objetivo e um número reduzido de metas</strong> e definido para ser atingido em um trimestre, faz com que todos os envolvidos direcionam seus esforços para um único foco.</p><h3>Como implementar?</h3><p>Já vimos todas as vantagens que um OKR pode ter no planejamento trimestral de uma empresa, agora vamos ver então como implementar:</p><h4>1 — Tenha uma meta clara e específica</h4><p>Tanto para o objetivo principal quanto para as <em>key results</em> seja claro e específico. O intuito do OKR é não deixar margens para duplicar interpretação dessa forma facilitando o entendimento.</p><h4>2 — Tenha um prazo curto</h4><p>Como já comentado, o ideal é o OKR ser construído e acompanhado a cada trimestre. Então, crie esse ciclo: a cada fim de trimestre, comece a construir a OKR para o próximo.</p><h4>3 — Acompanhe os resultados</h4><p>Tenha um acompanhamento constante do andamento do seu OKR, vai garantir que você tenha os dados corretos para comunicar e apresentar com mais clareza em que passo a empresa está.</p><p>Um monitoramento contínuo também vai garantir que se faça as devidas correções de trajetória e que isso ocorra mais rápido com o menor desperdício possível.</p><h4>4 — Seja transparente</h4><p>O OKR deve estar visível para toda empresa, seja de forma virtual em um local onde todos acessem constantemente ou visualmente em uma parede. Faça reports semanais sobre o andamento da meta.</p><p>E chegamos ao fim de mais um texto :) O que achou? Conseguiu entender o que é e para que serve essa metodologia?</p><p>Ficou com alguma dúvida, quer compreender um pouco mais sobre o assunto ou apenas bater um papo? Deixa um comentário ou me chama no <a href="https://www.linkedin.com/in/msthomaz">Linkedin</a> e vamos conversar para ver como posso te ajudar :)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=a3e5cc86c9e8" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Gerindo sua (pequena) ideia]]></title>
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            <category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
            <category><![CDATA[gerenciamento-de-projetos]]></category>
            <category><![CDATA[teste-de-usabilidade]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Matheus Siga Thomaz]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 13 Jul 2020 22:25:24 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-07-13T22:25:24.527Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquela ideia, seja ela pequena ou grande, que você empenhou um tempo para trabalhar nela, colocou no mercado e não teve um retorno positivo?</p><p>Pois é, acontece. Mas não se desespere, isso é mais normal do que você pode imaginar. E é por isso que trago esse texto hoje, para te trazer algumas dicas que visam minimizar esse risco. :)</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*jU4h4ZarU251hIQ0" /></figure><h3>Estruture sua ideia</h3><p>O primeiro passo para que qualquer ideia saia do papel é entender, (com base em um projeto ou esboço), toda a base que a envolve. O fato é que, normalmente, quando você começa algo sem ter detalhado o mínimo necessário para ter um resultado que entregue valor ao usuário, duas coisas podem acontecer: você nunca termina e joga seu tempo fora ou você finaliza algo que ninguém, ou poucas pessoas, utilizam.</p><h4>Por onde começar?</h4><p>Existem ótimas ferramentas no mercado para auxiliar a extrair as ideias da cabeça e colocar elas em um formato visual, de fácil entendimento e com a possibilidade de dividir e compartilhar com outras pessoas.</p><p>Independente do recurso utilizado que pode ser, inclusive, apenas um papel e uma caneta, você precisa conseguir visualizar o ponto central de tudo que pretende construir. E para iniciar isso é importante responder algumas perguntas:</p><p>Primeiro, busque responder <strong>“o que é?”. </strong>Ou seja,<strong> </strong>o que exatamente é isso que estou querendo construir. Depois seu objetivo é esclarecer <strong>“por que?”.</strong> Aqui o foco é o motivo que justifica a sua ideia, portanto, a finalidade e que problemas ela soluciona. Por fim, e mais importante,<strong> “qual o diferencial dessa ideia?”</strong>. Tenha bem claro o que difere a tua proposta do que já existe no mercado, o que vai fazer uma pessoa se interessar pelo que você irá oferecer.</p><h4>Agora falando em ferramentas, aqui vão algumas dicas:</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*PTLLIwU5bduW-i9w" /></figure><p>Se você gosta de ter uma tela em branco, um local onde você pode estruturar uma ideia seja simulando post-its ou construir um mapa mental e conectar todos os pontos da sua ideia, recomendo utilizar o <a href="https://miro.com">Miro</a>.</p><p>A partir disso, é importante sairmos com ações a serem executadas. Minha sugestão é você pesquisar o que precisa ser feito, a documentação necessária ou até mesmo o resumo do desenvolvimento de alguma etapa. Para isso é legal construir um todo-list, uma lista de tarefas. Neste caso a recomendação fica para o <a href="http://todoist.com">Todoist</a>.</p><p>Outra ferramenta muito boa para organizar ações é o <a href="http://trello.com">Trello</a>. O aplicativo é um gerenciador de tarefas onde podemos criar cartões e gerenciá-los de acordo com o andamento de cada atividade.</p><p>Agora, se você prefere descrever em formato de texto, sugiro utilizar o <a href="https://www.google.com/intl/pt-BR/docs/about/">Google Docs</a>.</p><h3>Compartilhe a sua ideia</h3><p>Não tenha medo de compartilhar sua ideia com um amigo, com alguém que possa te ajudar a desenvolver e acrescentar cada vez mais valor e te auxiliar a tirá-la do papel.</p><p>Este pode ser o movimento chave para validar seu propósito e realmente produzir algo útil e relevante.</p><h3>Defina pequenas metas</h3><p>Sabe aquela sensação de dever cumprido? De quando terminamos algo e isso nos incentiva a iniciar uma próxima tarefa e assim por diante?</p><p>Ou por outro lado aquela sensação de não saber por onde iniciar e não ter clareza do fim?</p><p>É definindo pequenas metas, pequenas entregas que conseguimos ter essa sensação de prazer diariamente e conseguir visualizar melhor o que precisamos alcançar.</p><p>Então é importante “quebrar” o que queremos desenvolver em coisas menores, fáceis de realizar mas não banais.</p><p>Por exemplo, se vamos criar um formulário para <a href="https://medium.com/@msthomaz/teste-sua-ideia-com-quem-mais-entende-dela-4e7a9fe476a5">pesquisas com usuários</a>, podemos separar da seguinte forma:</p><ul><li>Procura e escolha da ferramenta de pesquisa</li><li>Definição do <a href="https://medium.com/@msthomaz/a-persona-e-o-p%C3%BAblico-alvo-eaca8f215930">público-alvo</a></li><li>Montagem do formulário</li><li>Disparo do formulário</li><li>Coleta e análise de resultados</li></ul><p>O que achou? Foi um exemplo simples, mas ajuda a ver a luz no fim do túnel, né?</p><h3>Teste, evolua e cresça!</h3><p>Bom, agora que já temos uma ideia formada, entendida e documentada é hora de colocar de fato a mão na massa e ter algo pronto para <a href="https://medium.com/@msthomaz/teste-sua-ideia-com-quem-mais-entende-dela-4e7a9fe476a5">testar</a> com algumas pessoas. Esta verificação é o que vai dizer se nosso plano é válido, e devemos seguir nele, ou pensar em outra forma de aplicá-lo.</p><p>Se o resultado foi positivo este foi apenas nosso primeiro passo. Agora podemos evoluir esse projeto e acrescentar cada vez mais valor ao que já foi desenvolvido!</p><p>Ficou com alguma dúvida, quer entender um pouco mais sobre o assunto ou apenas bater um papo? Deixa um comentário ou me chama no <a href="https://www.linkedin.com/in/msthomaz">Linkedin</a> e vamos conversar para ver como posso te ajudar. :)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=24b3aef3f2b5" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[A Persona e o Público-alvo]]></title>
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            <category><![CDATA[personas]]></category>
            <category><![CDATA[marketing]]></category>
            <category><![CDATA[productmanagment]]></category>
            <category><![CDATA[público-alvo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Matheus Siga Thomaz]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 29 Jun 2020 21:21:10 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-06-29T21:25:28.186Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Já viu esses dois nomes por aí e ainda não entendeu o que são e para o que servem? Vem comigo que vou te mostrar de forma clara quem é essa gente!</p><p>Em outro texto já comentei sobre <a href="https://medium.com/@msthomaz/teste-sua-ideia-com-quem-mais-entende-dela-4e7a9fe476a5">testar sua ideia com quem realmente entende dela</a>, e são exatamente dessas pessoas que vamos conversar nesse texto :)</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/0*VNnSX9eJkhNA0Ryt" /><figcaption>Photo by <a href="https://unsplash.com/@chrisjoelcampbell?utm_source=unsplash&amp;amp;utm_medium=referral&amp;amp;utm_content=creditCopyText">Christopher Campbell</a> on Unsplash / Photo by <a href="https://unsplash.com/@wildlittlethingsphoto?utm_source=unsplash&amp;amp;utm_medium=referral&amp;amp;utm_content=creditCopyText">Helena Lopes</a> on Unsplash</figcaption></figure><h3>No que conhecer essa gente me ajuda?</h3><p>É entendendo quem é a persona e o público-alvo do nosso negócio que vamos compreender para quem precisamos construir algo, divulgar e vender. É a partir destes dois pontos que vamos compreender melhor as necessidades e preferências do nosso cliente e ter campanhas de marketing mais efetivas, focando em uma estratégia direcionada na pessoa que realmente usará o produto desenvolvido.</p><h3>Público-alvo</h3><p>De forma prática, o público-alvo serve para ter uma visão mais ampla da base de clientes e organizar uma campanha de marketing. Com ele, você saberá as principais características que seu cliente tem, como por exemplo:</p><ul><li>estado civil</li><li>educação e formação</li><li>gênero</li><li>hábitos de compra</li><li>idade</li><li>profissão</li><li>classe social</li><li>poder aquisitivo</li><li>localização</li></ul><p>Ao ter esses dados sempre alinhados de forma mais abrangente fica mais fácil ver quem irá consumir o seu produto e para quem você direciona suas campanhas de divulgação.</p><p>Por exemplo, uma empresa de venda de materiais esportivos para competição pode ter o seguinte público-alvo:</p><p>Unissex, de 25 a 35 anos, praticante de artes marciais, renda mensal de dois a seis salários mínimos, morador de grandes centros, compra com uma frequência de 2 vezes por mês, consome notícias por redes sociais.</p><p>Muito amplo e difícil de entender como isso vai te ajudar? Calma, mais para frente vamos entender um pouco mais sobre a persona e como ela vai te dar uma visão mais exata e assertiva de quem consome o seu produto.</p><p>No entanto, vale ressaltar que o público-alvo já elimina uma grande porcentagem de pessoas que poderiam ser impactadas por uma campanha sua e não possuírem nenhum interesse, ou muito baixo, em consumi-la. Assim você evita uma perda de investimento.</p><h4>Como descobrir</h4><p>A maneira mais simples de descobrir seu público-alvo é realizando pesquisas. Para isso você pode utilizar formulário contendo perguntas direcionadas às principais características mencionadas anteriormente. Ah, e se você quer saber um pouco mais sobre esse tipo de teste e alguns outros que são aplicados no mercado, não deixe de ler <a href="https://medium.com/@msthomaz/teste-sua-ideia-com-quem-mais-entende-dela-4e7a9fe476a5">este texto</a>! :)</p><p>Algumas perguntas que você pode ter neste formulário seriam:</p><ul><li>Qual sua idade?</li><li>Qual seu gênero?</li><li>Qual seu estado civil?</li><li>Qual sua renda mensal?</li><li>Onde mora?</li><li>Por onde você costuma consumir informações sobre o mundo esportivo?</li><li>Você costuma comprar materiais pela internet? Com qual frequência?</li></ul><p>Legal, tenho um formulário. Agora para quem eu preciso enviar e quantas pessoas precisam responder?</p><p>Este é um teste quantitativo, então como o próprio nome diz: quanto mais, melhor!</p><p>E um bom local para encontrar essas pessoas é pesquisando por grupos de interesse no Facebook, por exemplo. Crie o formulário, divulgue e convide as pessoas a responder.</p><h3>Persona</h3><p>Diferente do público-alvo, com a persona temos uma visão bem ampla da nossa base de usuários, pois ela traz muito mais detalhes pessoais de quem vamos atender. É basicamente o retrato do usuário ideal, a personificação fictícia, com características bem definidas de cada grupo de público-alvo que temos.</p><p>Com ela definida é possível segmentar ainda mais a nossa comunicação, principalmente para definir a linguagem que será utilizada em campanhas de marketing, quais assuntos podemos abordar e que palavras-chaves precisamos inserir. Inclusive conseguimos saber em quais redes sociais devemos investir em anúncios, a periodicidade e o melhor momento para realizar ações.</p><h4>Como descobrir</h4><p>Para construir uma persona, vamos precisar de alguns detalhes como:</p><ul><li>um nome fictício</li><li>profissão</li><li>hábitos de consumo</li><li>estilo de vida</li><li>hobbies, sonhos, desejos e ambições</li><li>dificuldades que enfrenta no cotidiano</li><li>desafios</li><li>quem são seus ídolos</li><li>uma breve história sobre o dia a dia da persona</li><li>hábitos de compra</li><li>redes sociais favoritas</li><li>dúvidas</li></ul><p>Muitos detalhes, certo? Mas calma, a forma de descobrir a sua persona é basicamente do mesmo jeito que descobrimos nosso público-alvo: realizando uma pesquisa com usuários. :)</p><p>Podemos resgatar perguntas e respostas do questionário anterior e adicionar outras que nos ajudem a responder os novos detalhes que precisamos. Com todos esses novos dados em mãos, precisamos encontrar um denominador comum entre a maioria dos resultados e construir um usuário: uma pessoa fictícia com nome, detalhes pessoais, uma descrição estilo de vida e até mesmo uma foto, que vai representar o nosso usuário ideal.</p><h3>Principais benefícios</h3><h4>Assertividade</h4><p>Nosso objetivo é sempre construir algo que é útil para o cliente, certo? Para isso precisamos conhecer a fundo quem é o cliente e porque ele está nos utilizando.</p><p>Assim conseguimos ter um produto voltado para as necessidades do usuário, segmentando e construindo campanhas direcionadas e assertivas para o que ele deseja com um investimento menor e um retorno de rentabilidade mais alto.</p><h4>Fidelização</h4><p>Sabe aquele momento que você utilizou algo e ficou parecendo que foi feito especialmente para você, que toda comunicação te entende e fala a sua língua? Pois então, você é o público-alvo :)</p><p>Conhecer e fidelizar o usuário dessa forma faz com que ele confie e utilize cada vez mais a sua solução, agrega valor a sua marca e, de brinde, pode divulgar o seu produto até de graça!</p><p>Quando o usuário confia, acredita e se identifica com a sua solução ele se torna fiel e é mais propenso a voltar e utilizar o que você oferece novamente. São esses usuários, por exemplo, que vão assinar a newsletter sobre novidades e conteúdos produzidos pela sua marca.</p><h4>Competitividade</h4><p>Conhecendo o público-alvo do seu produto você consegue apresentar, seja em campanhas de marketing ou novas soluções, qual o diferencial que faz a sua solução ser a melhor para resolver o problema e atacar os principais pontos de dores que ele tem em sua rotina.</p><p>E por hoje é isso! Espero ter conseguido te passar uma visão do que são esses termos, para que servem e como construir cada um deles.</p><p>Ficou com alguma dúvida, quer entender um pouco mais sobre o assunto ou apenas bater um papo? Deixa um comentário ou me chama no <a href="https://www.linkedin.com/in/msthomaz">Linkedin</a> e vamos conversar para ver como posso te ajudar :)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=eaca8f215930" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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