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        <title><![CDATA[Stories by Natália Calvo on Medium]]></title>
        <description><![CDATA[Stories by Natália Calvo on Medium]]></description>
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            <title>Stories by Natália Calvo on Medium</title>
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            <title><![CDATA[Meta para 2025 — deveria ser a sua também]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Natália Calvo]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 21:15:49 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2025-01-20T21:15:49.107Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h3>Meta para 2025 — deveria ser a sua também</h3><p>Em 2024 comecei com umas amigas uma jornada de leitura integral da Bíblia e finalizamos as reuniões do ano com a leitura completa de 1 Samuel.</p><p>Uma das narrativas desse livro é sobre a vida de Saul e seu filho Jônatas que, quando comparados lado a lado, falam tanto sobre nós!</p><p>Saul, rei de Israel, com seu desejo ardente por reinar com as próprias mãos e manter seu nome forte, sua popularidade em dia; enquanto Jônatas, fiel ao Senhor, não fez caso do seu próprio direito de sentar ao trono, porque sabia que Deus já havia escolhido um outro rei. Um rei segundo o Seu coração.</p><p>“Jônatas tirou o manto que estava vestindo e o deu a Davi; deu‑lhe também a sua túnica, e até a espada, o arco e o cinturão” 1 Sm 18:4</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*Dt-YTxj_SHg49o7PIOlO9g.jpeg" /></figure><p>Quantas vezes, ao longo desse ano, temos sido mais parecidos com Saul do que com Jônatas? Quantas vezes as nossas decisões tem sido pautadas no que as pessoas pensam de nós ao invés de nos preocuparmos com o que o Senhor pensa?</p><p>Quem tem guiado nossas vidas até aqui? Nosso desejo por glória própria ou a nossa vontade de viver uma vida que glorifique o nome de Deus?</p><p>Que em 2025 possamos ser seguidores de Cristo mais parecidos com Jônatas, despindo de nossa própria vontade de reinar, para que Cristo, o Rei dos reis, possa reinar em nossas vidas.</p><p>Feliz ano novo ✨</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=e84fcb5bb7bd" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[TDAH e a suficiência de Cristo]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Natália Calvo]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 15:39:50 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-01-01T15:40:42.900Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*GqQzeSAuS3Zlvj9KC4vaCQ.jpeg" /><figcaption>Photo by <a href="https://www.pexels.com/pt-br/@chetanvlad/">Vlad Chețan</a></figcaption></figure><p>Quando eu tinha 13 anos escutei de uma amiguinha que ela não queria mais andar comigo porque eu era uma montanha russa de emoções. Durante toda a minha vida as amizades iam e vinham, talvez pelo mesmo motivo, mas a primeira vez que ouvi falar sobre TDAH foi em 2013, depois de uma crise que se arrastava por 2 anos.</p><p>Essa foi a primeira crise que consigo lembrar e foi tão intensa que minha orientadora da faculdade chegou ao ponto de ela mesma intervir e marcar psicólogo e psiquiatra pra mim. Eu os ignorei e evitei a situação. Se eu havia lidado sozinha até aquele momento, por que não conseguiria mais?</p><p>A vida seguiu. Ela era feita de momentos intensos e outros não tão intensos assim, na verdade eram quase depressivos. Mas isso é normal, não é? Todo mundo tem seus altos e baixos, eu pensava… Até que eu entrei numa nova crise.</p><p>Apesar de eu ser relutante, meu esposo me convenceu a procurar ajuda. Depois de 10 sessões de testes que pareciam o psicotécnico do Detran, eu tinha em mãos um laudo que falava detalhadamente como eu era, sentia e agia. Incrível, era praticamente um horóscopo com base científica!</p><p>Eu tinha mesmo TDAH. Mas e agora, o que eu faço com isso?</p><p>Pela primeira vez eu não criara um plano A, B e C para os possíveis finais da avaliação, provavelmente por eu ter medo do diagnóstico positivo na mesma proporção em que tinha medo do negativo. Na minha cabeça só existiam duas possibilidades: começaria a usar o transtorno como desculpa ou descobriria que não havia nada errado, além de eu ser um completo fracasso.</p><p>E foi no momento em que eu me vi sem plano algum que eu deixei espaço para Deus me mostrar o plano dEle. Eu comecei a entender que minha identidade não está pautada em um diagnóstico. Eu tenho uma deficiência, mas eu não sou ela.</p><p>Quem diria, existia uma terceira possibilidade! O diagnóstico me trouxe não só uma nova maneira de lidar com as minhas dificuldades, como também uma nova forma de olhar para mim mesma.</p><p>Por passar parte da minha vida me sentindo sozinha, eu sempre me esforcei pra aprender a ser autossuficiente, mas o TDAH me mostra diariamente que isso não é possível. Eu preciso depender da graça de Deus para conseguir realizar coisas que são simples para muita gente, porque a minha força é insuficiente.</p><p>Ao contrário de mim mesma, Cristo é suficiente para redimir as minhas faltas. Agora, ao invés de me apegar ao meu perfeccionismo falido — na tentativa de fazer algo bom que contrarie a visão que as pessoas têm de mim — , me esforço para fazer um trabalho que agrade à Deus e meu apego à certeza de que Ele pode usar alguém falha como eu para sua própria glória.</p><p><em>“A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte” (2 Coríntios 12:9–10)</em></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=76d4d1f70624" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Como quem anda à luz do dia]]></title>
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            <category><![CDATA[teologia]]></category>
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            <category><![CDATA[the-office]]></category>
            <category><![CDATA[cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Natália Calvo]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 09 Dec 2022 20:04:12 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-01-01T15:44:16.292Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*8AUaOgmq8_ZlIGy-XS0HHA.jpeg" /><figcaption>Photo by <a href="https://www.pexels.com/pt-br/@dom-gould-105501/">Dom Gould</a></figcaption></figure><p>Todo mundo deve concordar que a sociedade hoje parece um livro aberto. É só acessar as redes sociais que conseguimos acompanhar a vida de alguém. Nós compartilhamos nossa rotina, nosso café da manhã, qual roupa escolhemos para usar aquele dia, o que pensamos sobre o assunto do momento… Isso nos dá a sensação de estarmos próximos e nos conhecermos profundamente, mas será que é isso mesmo?</p><p>Nos últimos capítulos de The Office, me chamou atenção a reação dos personagens ao descobrirem que estavam sendo gravados não só na parte que haviam concordado — durante o trabalho, mas em diversos momentos de suas vidas fora do escritório.</p><p>Na internet nós escolhemos o que mostrar e normalmente escolhemos mostrar apenas as melhores partes, mas o ponto que eu gostaria de levantar aqui é: Qual parte escolhemos NÃO postar?</p><p>Assim que os personagens descobriram sobre as filmagens extras, diversas reações surgiram: alguns pensaram na oportunidade de rever os melhores momentos da vida, outros ficaram completamente desesperados já que, agora que o documentário seria lançado, seus pecados privados viriam a público sem direito de edição.</p><p>Pensando em nossa própria exposição, com qual grupo será que nós nos identificamos?</p><p>O problema não é deixar de mostrar algumas coisas na internet, pelo contrário, acredito ser até saudável, mas sim o que motiva essa nossa escolha.</p><p>O que nós fazemos quando ninguém está olhando? Será que escondemos nossos pecados do mundo e esquecemos que nada podemos esconder de Deus?</p><p><em>“Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas”. Hebreus 4:13</em></p><p>Nossa energia não deveria ser colocada em tentarmos esconder algo para agradar aos homens ou até parecermos mais santos, mas em mudar para agradar a Deus, aquele que conhece o profundo do nosso ser. Aquele que entregou seu próprio filho na cruz por causa do nosso coração pecaminoso!</p><p><em>“Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;</em></p><p><em>[..] Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos certamente mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor”. Romanos 6:8–11</em></p><p>Talvez você esteja pensando “parece fácil e eu até tento. Sou tão cristão quanto consigo ser, mas nunca parece o suficiente”. Se formos honestos, iremos nos identificar com Paulo quando ele deixa claro na carta aos Romanos que, mesmo querendo fazer o bem, acaba fazendo o mal, isso porque ainda somos pecadores, homens que carecem da misericórdia e graça de Deus.</p><p><em>“Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim”. Romanos 7:18–20</em></p><p>E qual seria a solução para isso? Continuando a leitura dos capítulos seguintes, vemos que sair do senhorio do pecado para o senhorio de Cristo requer aprender a viver em dependência a Deus, pois não são os nossos esforços que ganham a luta contra o pecado. Apenas a ação do Espírito Santo é que transforma a vontade de Deus em algo possível nas nossas vidas. <strong>O nosso desejo e a nossa busca precisam ser que sejamos conformados à imagem de Jesus, só assim poderemos andar como quem age à luz do dia.</strong></p><p>Porquanto, aqueles que antecipadamente conheceu, também os predestinou para serem semelhantes à imagem do seu Filho, a fim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Romanos 8:29</p><p>Se Cristo morreu na cruz para nos justificar e nos livrar da escravidão do pecado, por quê então escolhemos viver como se essas amarras ainda estivessem atadas? Ele nos chama a viver uma nova vida, a andarmos na luz!</p><p><em>“Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo” 1 Pedro 1:15,16</em></p><p>Que o Senhor nos ajude a viver uma vida de santidade, uma vida de atitude contra o pecado.</p><p>Texto originalmente publicado na Revista de Teologia e Cultura do Instituto Schaeffer, 20ª edição.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=d04da9c58912" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Hipocrisia e a maneira como Deus revela nosso coração]]></title>
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            <category><![CDATA[vida-cristã]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Natália Calvo]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 02 Dec 2022 13:37:31 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-01-01T15:46:13.103Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*aBpDs3KBtnR0ExhTjG6spQ.png" /><figcaption>Photo by <a href="https://www.pexels.com/pt-br/@karolina-grabowska/">Karolina Grabowska</a></figcaption></figure><p>Alguns meses atrás eu escrevi um artigo teológico sobre a hipocrisia na nossa vida privada em contraste com a nossa vida online. Claro que — como todo hipócrita — não escrevi baseado na minha vida, mas motivada por um dos episódios finais da série The Office. Apesar disso, ficou bem legal e estava bem ansiosa para a publicação pensando que seria útil e motivasse muita gente.</p><p>Acontece que alguns dias depois de enviá-lo para aprovação, passei por uma situação onde a minha própria hipocrisia foi jogada na minha cara.</p><p>“É Natália, você fica lá no instagram falando de Deus, mas tá aqui rindo com a gente dos outros”, ao escutar isso, o texto que eu havia escrito veio como uma flecha ao meu coração e a humilhação chegou a jato.</p><p>Nós oramos pedindo a Deus que revele os nossos pecados, mas nunca esperamos algo assim, não é? Queremos que, quem sabe, Ele nos revele algo através de sonhos, nada público, envolvendo o menor número de pessoas possível.</p><p><strong>Deus conhece o nosso coração endurecido e sabe a melhor maneira de nos quebrantar</strong></p><p>Aquele artigo ainda não foi aprovado para publicação, mas hoje eu entendo que ele foi escrito PARA MIM. Publicado ou não, já não importa mais, cumpriu o objetivo.</p><p><em>“Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo” 1 Pedro 1:15,16</em></p><p>Que o Senhor sonde nossos pensamentos, teste o nosso coração e nos ajude a viver uma vida de santidade!</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=a7423910a88c" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Vitória Garantida]]></title>
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            <category><![CDATA[cristianismo]]></category>
            <category><![CDATA[this-is-us]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Natália Calvo]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 01 Dec 2022 15:51:57 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-01-01T15:53:39.104Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h3>Vitória Garantida — Os Pearsons e o trabalhar de Deus em nossa vida</h3><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*4z1aLz7hjz0oimCj47oZJQ.png" /><figcaption>Photo by <a href="https://www.pexels.com/pt-br/@ruveyda-140435227/">rüveyda</a></figcaption></figure><p>Dia desses estava assistindo This Is Us com meu esposo e uma cena no episódio 2 da temporada 4 me chamou a atenção:</p><p>Kevin Pearson, depois de uma briga com o irmão, pergunta para o pai se ele é bom. Se ele é uma boa pessoa como dizem, por que então faz tantas coisas ruins? O pai responde que isso acontece porque eles vieram de uma linhagem de Pearsons com muita coisa bagunçada dentro deles.</p><p>E é isso, não é? Todos nós nos identificamos com esse discurso já que todos nós fomos afetados pela queda. Todos nós fomos corrompidos pelo pecado e nos frustramos ao analisarmos nossas atitudes e conduta.</p><p>Paulo parece nos conhecer quando diz em Romanos 7:19–20 <em>Porque não faço o bem que eu quero, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim.</em> É claro que ele não nos conhece, mas conhece a linhagem humana que, assim como a dos Pearsons, tem muita coisa bagunçada por dentro.</p><p>Ao decorrer da série, as más escolhas de Kevin parecem terem sido justificadas por essa conversa do passado e, assim como ele, podemos ser tentados a abraçar nossos erros e justificar com “é a minha personalidade” ou como se escuta muito “é o meu temperamento”. Como cristãos não podemos nos acomodar nesse argumento, já que através do sangue de Cristo deixamos de ser escravos do pecado. Tampouco podemos acreditar que se nos esforçarmos o bastante, conseguiremos mudar isso.</p><p>A mudança na vida de Kevin começa quando ele se vê humilhado, entendendo que não consegue sozinho.</p><p>Quando nós entendemos isso, deixamos espaço para que Cristo opere em nós. Afinal, não é apenas uma reforma que precisamos, precisamos ser redimidos. O nosso temperamento precisa ser redimido.</p><p>A Lei manifesta a nossa fraqueza, mas a graça de Deus mostra que não depende da nossa própria força. Apesar de continuarmos lutando contra o pecado dia após dia, essa é uma luta que já foi ganha por Cristo na cruz.</p><blockquote>Uma vez que recebemos o descanso de Deus, não mais nos entregamos às facilidades do pecado. Sim, nos esforçamos e lutamos, mas é uma luta descansada e alegre. É uma luta que tem a certeza da vitória, pois o Senhor já conquistou tudo. A Superioridade de Cristo, pág 131</blockquote><p><em>Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção. 1Corintios 1:30</em></p><p>Ao olharmos nossa vida reconhecemos nossa própria fraqueza, mas ao olharmos para Cristo vemos a nossa esperança. Assim, a revelação da nossa deficiência precisa nos conduzir aos pés da cruz, porque a resposta para o nosso temperamento é Cristo. <strong>A santidade é Cristo e apenas quando Ele for substituído em nós é que poderemos refletir a sua glória.</strong></p><p>Como é bom saber que através de Jesus nossa vida é transformada. Como é bom descansar na certeza de que um dia não mais precisaremos lutar contra o pecado.</p><p>Que o Senhor nos ajude a mantermos nossos olhos fixos nEle, para que caminhem os com confiança essa carreira que nos foi proposta, até o dia em que seremos conformados totalmente à imagem de Cristo.</p><p><em>Pois o que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Romanos 8:29</em></p><p>Texto originalmente publicado na Revista de Teologia e Cultura do Instituto Schaeffer, 13ª edição.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=439cac37ee09" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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