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        <title><![CDATA[Stories by UFMG on Medium]]></title>
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            <title>Stories by UFMG on Medium</title>
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            <title><![CDATA[Conheça 12 referências negras para contribuir no processo de descolonização do conhecimento]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[UFMG]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 27 Nov 2020 19:59:54 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-11-27T20:23:53.156Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Conheça 12 referências negras para colaborar no processo de descolonização do conhecimento</strong></h3><h4><em>Professoras e pesquisador da UFMG indicam pensadores que iluminaram os caminhos de sua formação acadêmica</em></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*wsFgUO7YR62zgZb1wWrUSw.png" /><figcaption>Arte: Beatriz Campos / UFMG</figcaption></figure><p>“Nenhum conhecimento é objetivo. Todo conhecimento passa pela subjetividade”, ressalta Roberth Daylon, mestrando em História da UFMG. Ele foi um dos entrevistados que colaboraram na produção do vídeo <a href="https://youtu.be/XHQJVoIxt48">Reflexões para descolonizar o conhecimento</a>, publicado na última semana e disponível no canal da Universidade no YouTube. Também participaram da conversa as professoras Leda Maria Martins, poeta, ensaísta e uma das grandes pensadoras do teatro brasileiro contemporâneo, e Laura Guimarães Corrêa, que, em novembro de 2019, lançou o livro <em>Vozes negras em comunicação: mídia, racismos, resistências</em>, coletânea de artigos que traçam diversas articulações entre os temas da comunicação e raça.</p><p>Aos três, foram feitas as seguintes perguntas: quais pensadores e pensadoras negras — contemporâneas ou não -, você recomendaria a leitura para o início desse processo de descolonização? Abaixo, destacamos uma breve galeria com as 12 referências citadas, pessoas comprometidas com a luta antirracista na sociedade brasileira e com a valorização de outros saberes para a composição do conhecimento acadêmico.</p><h4><strong>1) Angela Figueiredo</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*w1V1fdkE4eK3PtjCamAzSA.png" /><figcaption>Reprodução / <a href="https://youtu.be/n0rpyNb1S2Y">TV UFRB</a></figcaption></figure><p>Uma das pioneiras nos estudos sobre estética negra no Brasil, Angela leciona na Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB) e é associada ao Programa de Pós-graduação em Estudos Étnicos e Africanos da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Lá, ela coordenou o curso avançado em estudos étnico-raciais Fábrica de Ideias — foi o grupo que recebeu, em 2008, a histórica militante do movimento negro estadunidense, a filósofa e professora Angela Davis. Ela também coordena um coletivo com o nome da filósofa, o maior grupo de pesquisa feminista negro no Brasil.</p><h4><strong>2) Denise Ferreira da Silva</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*gJRh7p67u_sScedcGLvDrw.png" /><figcaption>Reprodução / <a href="https://youtu.be/gmKtHiJDI9g">European Graduate School Video Lectures</a></figcaption></figure><p>“A face radical da negridade reside na torção do pensamento — ou seja, ao saber e estudar, a negridade anuncia o fim do mundo como conhecemos”. Essa citação da filósofa Denise Ferreira da Silva foi recuperada no texto <em>Carta à leitora preta do fim dos tempos</em>, de Jota Mombaça e Musa Michelle Mattiuzzi, que integra uma das edições do livro <a href="https://casadopovo.org.br/wp-content/uploads/2020/01/a-divida-impagavel.pdf"><em>A Dívida Impagável</em></a>, de Denise. Ela define bem a prática acadêmica da professora e diretora do The Social Justice Institute/GRSJ da University of British Columbia: uma torção nos pilares epistemológicos do pensamento moderno no processo de valorização de uma “poética feminista negra”.</p><h4><strong>3) Fu-Kiau Bunseki</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*PoTtOTKRUtBZZMu_LObbyQ.png" /><figcaption>Reprodução / <a href="https://youtu.be/ZAHmzqN4XSo">Quisqueya Brasil</a></figcaption></figure><p>“Fu-Kiau Bunseki é um pensador que me encanta muito”, disse Leda Maria Martins quando pedimos a ela uma referência negra. Nascido no Congo, o filósofo foi um pesquisador da área da antropologia cultural e um sacerdote iniciado nas tradições dos povos bântu-kôngo. Das suas reflexões, Leda destaca a descrição de Bunseki da percepção de tempo para os povos bântu, trazendo, para o pensamento contemporâneo, filosofias, cosmologias e cosmovisões africanas pouco conhecidas. Ela recomenda duas leituras para continuar a pesquisa sobre a obra do pesquisador: a tradução de Malkota Valdina para o texto <a href="https://estahorareall.files.wordpress.com/2015/07/dr-bunseki-fu-kiau-a-visc3a3o-bantu-kongo-da-sacralidade-do-mundo-natural.pdf"><em>A visão bântu kôngo da sacralidade do mundo natural</em></a> e a tese de doutorado <a href="https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5676289/mod_resource/content/1/2019_TiganaSantanaNevesSantos_VCorr.pdf"><em>A cosmologia africana dos bantu-kongo por Bunseki Fu-Kiau</em></a>, defendida por Tiganá Santana em 2019 na Universidade de São Paulo (USP).</p><h4><strong>4) Jota Mombaça</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*3H0KI6BZoRziOzG-D3TWTA.png" /><figcaption>Reprodução / Instagram <a href="https://www.instagram.com/monstraerratik/">@monstraerratik</a></figcaption></figure><p>Também conhecida como Monstra Errátik e Mc K-trina, Jota Mombaça é uma artista interdisciplinar — que transita entre a poesia, a teoria crítica e a performance — interessada nas “relações entre monstruosidade e humanidade, estudos kuir, giros descoloniais, justiça anti-colonial e redistribuição da violência”, entre outros temas, como se apresenta em seu <a href="https://jotamombaca.com/about-sobre/">site</a>. “Sua prática está relacionada à crítica anticolonial e à desobediência de gênero”, descreve o texto que apresenta a artista e escritora no site do <a href="https://ims.com.br/convida/jota-mombaca/">IMS Convida</a>. A página também abriga seu novo filme, <em>O que não tem espaço está em todo lugar</em> (2020).</p><h4><strong>5) Kabengele Munanga</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*a0pZUYgY18YdTrxjKC4tvw.png" /><figcaption>Reprodução / <em>2º fHist</em></figcaption></figure><p>“O mito da democracia racial atinge o Brasil de formas diversas, mas, principalmente, silenciando pessoas negras e silenciando os desafios e dificuldades que as pessoas negras enfrentam nesse país”, explica o mestrando em História Roberth Daylon. Por isso, segundo ele, é importante pensar a perspectiva da obra de Kabengele Munanga para combater os males dessa ideologia no Brasil. Antropólogo brasileiro-congolês, Kabengele Munanga é professor sênior da Universidade de São Paulo (USP) e docente visitante sênior da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). “Ele tenta contrapor essa postura [<em>da falsa democracia racial</em>] com outras posturas que ressaltam a negritude”, diz Roberth. Não somos todos mestiços, afinal.</p><h4><strong>6) Leda Maria Martins</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*A6d46OH1DWJ24FeoKiGl7Q.png" /><figcaption>Reprodução / <a href="https://youtu.be/rhWtwH7SLZc">Prêmio LMM</a></figcaption></figure><p>“Eu citaria Leda Maria Martins, também da UFMG, como importantíssima para um pensamento negro dentro da literatura e da cultura, em geral”, ressalta a professora Laura Guimarães Corrêa, do Departamento de Comunicação Social. Leda, uma das entrevistadas do vídeo. Leda é assim apresentada pelo <a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/24-textos-das-autoras/1337-leda-martins-escrituras-e-evocacoes-guilherme-diniz">crítico e pesquisador Guilherme Diniz</a>: “Da teoria à poesia, do Reinado à academia e do texto à performance, Leda Martins prefere se apresentar, sobretudo, como poeta, pensadora e inventora de linguagens”. Além de professora aposentada da UFMG, Leda é rainha de Nossa Senhora das Mercês da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário do Jatobá.</p><h4><strong>7) Maria Aparecida Moura</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*9sCL_VoBaIn7eo0IrOlXJA.png" /><figcaption>Foca Lisboa / UFMG</figcaption></figure><p>Primeira professora negra titular da UFMG, Maria Aparecida Moura leciona na Escola de Ciência da Informação, onde coordena o Núcleo de Estudos das Mediações e Usos Sociais dos Saberes e Informações em Ambientes Digitais (Nemusad) e o Museu virtual — Saberes Plurais e o Laboratório de Culturas e Humanidades digitais (LabCult). Vitória Régia da Silva, em matéria publicada no <a href="http://www.openciencia.com.br/portfolio/maria-aparecida-moura/">site Open Box da Ciência</a>, a descreve como “a pesquisadora que articula comunicação e sistemas de organização para recuperação de memórias sociais e produção de conhecimentos”.</p><h4><strong>8) Muniz Sodré</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*ori1jdKF99nrekJBVMEDWw.png" /><figcaption>Reprodução / Fundação Palmares</figcaption></figure><p>“Na comunicação, o pensamento de Muniz Sodré é incontornável. Não só para quem está pensando raça e racismo no Brasil, mas para quem pensa comunicação de um modo geral”, reflete Laura Guimarães Corrêa, que o considera um dos maiores pensadores brasileiros. Sodré é jornalista, sociólogo e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Além de livros de ficção e um romance, o professor publicou inúmeros e constantemente referenciados livros e artigos na área da comunicação.</p><h4><strong>9) Nilma Lino Gomes</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*J1DVlUOWwCl6CQBXfNC-LQ.png" /><figcaption>Divulgação</figcaption></figure><p>“Eu gosto de citar a Nilma por que ela é alguém de casa, pertinho da gente”, destaca o estudante Roberth Daylon. Professora emérita da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e ex-ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes foi também a primeira mulher negra do Brasil a ser reitora de universidade pública federal (a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, a Unilab). Entre suas áreas de interesse, estão as relações étnico-raciais e a educação. “Pensar o movimento negro educador e pensar a educação antirracista é extremamente importante para que a gente consiga imaginar outro mundo. E, a partir dessa imaginação, fazer a concretização desse mundo aqui”, sugere Roberth.</p><h4><strong>10) Roquinaldo Ferreira</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*qC6sTuIAGeu6wPrjZGIQ3w.png" /><figcaption>Reprdução / <a href="https://youtu.be/rwM-TyntT18">flowproducoes</a></figcaption></figure><p>Roquinaldo Ferreira é, nas palavras de Roberth, autor de uma obra “extremamente importante que ajuda a pensar bastante as relações entre África e Brasil”. O historiador é professor da Universidade de Pensilvânia (School of Arts &amp; Sciences).</p><h4><strong>11) Sueli Carneiro</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*PkZsE1GTzqNcvxUBA-WRXg.png" /><figcaption>Reprodução / Instagram <a href="https://www.instagram.com/carneiro956/">@carneiro956</a></figcaption></figure><p>Sueli Carneiro foi a primeira escolha de Roberth. “Uma pesquisadora extremamente importante. Sua tese trata das questões do epistemicídio e das lógicas do conhecimento ocidental que acaba suprimindo os conhecimentos negros e outros conhecimentos”. A filósofa, escritora e ativista é fundadora e coordenadora executiva do Geledés — Instituto da Mulher Negra e considerada uma das principais autoras do feminismo negro no Brasil.</p><h4><strong>12) Vanicleia Silva Santos</strong></h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*htNVsaywWlzLjQGaMjbBQQ.png" /><figcaption>Reprodução / <a href="https://www.facebook.com/watch/?v=651962275212797">Linha História Social da Cultura UFMG</a></figcaption></figure><p>“Por fim, vou citar minha orientadora”, ressalta Roberth Daylon. “Vanicleia é uma pesquisadora negra [do Departamento de História] da UFMG que hoje está trabalhando no Museu da Pensilvânia. Como as pesquisas dela estão relacionadas à história da África e à história da diáspora afro-brasileira, perpassando a questão da arte, ela está ajudando a equipe do Museu a reelaborar a sua coleção de arte africana”, ele conta. A professora também integra o Comitê Científico para a elaboração do Nono Volume da Coleção da História Geral da África, da Unesco.</p><p>(<a href="https://medium.com/@gabrielaugustoaraujo">Gabriel Araújo</a> e Luciana Julião)</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=5bf945df4090" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[UFMG, 93 anos: galeria de mensagens]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[UFMG]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 08 Sep 2020 20:20:25 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-09-10T13:11:06.147Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>Personalidades mineiras compartilham vídeos de felicitações ao aniversário da Universidade</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*egE0FaHBzzun9NsUuB6o7Q.jpeg" /><figcaption>Cena do vestibular da UFMG na Reitoria, em 1998. Acervo Cedecom / UFMG</figcaption></figure><p>Nesta segunda-feira, feriado de 7 de setembro, a Universidade Federal de Minas Gerais completou 93 anos de fundação.</p><p>De 1927 a 2020, a trajetória da UFMG ficou marcada, sobretudo, pelo compromisso da instituição com sua cidade, estado e país, como ressalta Sandra Regina Goulart Almeida, atual reitora da Universidade, no artigo <a href="https://ufmg.br/comunicacao/noticias/ufmg-93-anos-de-compromisso-com-o-conhecimento-e-com-a-vida">UFMG: 93 anos de compromisso com o conhecimento e com a vida</a>:</p><blockquote>São 93 anos de muita dedicação, compromisso, resiliência e também rebeldia, como cabe a uma instituição verdadeiramente mineira. Personagem de extrema importância para o estado e para o país, presente em muitos cantos e recantos das Gerais — Belo Horizonte, Montes Claros, Diamantina, Tiradentes, entre outros –, a UFMG reverbera para além das montanhas, e seu nome está hoje escrito nas estrelas. Esta Casa carrega com orgulho, desde seu nascedouro, a marca do compromisso com o conhecimento, com a ciência e a inovação, com a reflexão crítica e a liberdade de expressão, com a cidadania e os direitos humanos e, sobretudo, com a democracia e com a vida.</blockquote><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2F7TbcXNi4R3M%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D7TbcXNi4R3M&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2F7TbcXNi4R3M%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/6b96b3cebc48dd474616035ea7fa2b5b/href">https://medium.com/media/6b96b3cebc48dd474616035ea7fa2b5b/href</a></iframe><p>Reunimos, nessa galeria de mensagens, os vários depoimentos recebidos em celebração aos 93 anos da UFMG. São falas que ressaltam a conexão de histórias pessoais, profissionais e coletivas com a trajetória da Universidade, demarcando o protagonismo da instituição na história do próprio estado de Minas Gerais.</p><ul><li><strong>Paulo Brant</strong>, vice-governador de Minas Gerais</li></ul><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FH5slZ5nEmYg%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DH5slZ5nEmYg&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FH5slZ5nEmYg%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/cd52f1229bbbe1d66db3e1793493050b/href">https://medium.com/media/cd52f1229bbbe1d66db3e1793493050b/href</a></iframe><ul><li>Senador <strong>Antônio Anastasia</strong> (PSD)</li></ul><iframe 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            <title><![CDATA[Política de uso — Redes Sociais UFMG]]></title>
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            <pubDate>Fri, 10 Jul 2020 15:32:43 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2021-06-14T19:19:57.056Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h3>Política de uso — Redes Sociais UFMG</h3><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*pJhibj47HPfQiIbe1W2mvA.jpeg" /><figcaption>Reitoria da UFMG. Foto: Lucas Braga / UFMG</figcaption></figure><p>A UFMG possui registro de sua marca no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) como marca mista. Isso significa que as partes nominativa e figurativa de sua marca estão protegidas (identidade gráfica e nomes: UFMG e Universidade Federal de Minas Gerais).</p><p>Quanto ao seu brasão, a instituição mantém registro histórico de sua criação em documentos oficiais, atestando propriedade.</p><p>A apropriação de quaisquer desses símbolos identitários por terceiros, sem aprovação da UFMG e com fins de imitação de identidade ou obtenção de vantagem de diversos fins, constitui fraude.</p><h4>Regras de uso da fanpage</h4><p>A UFMG se orienta pelo compromisso com os direitos humanos e com o desenvolvimento social, científico, cultural e tecnológico; pela solidariedade e pela difusão e acesso à informação, à qualidade e à diversidade de conhecimentos e opiniões. Com base nesses princípios, esta página estabelece suas referências editoriais, de relacionamento com a comunidade e no trato do bem público. O seu gerenciamento é feito pela equipe de Mídias Sociais do Centro de Comunicação da UFMG.</p><p>Alertamos que não são aceitos usos do espaço dos perfis da UFMG em mídias sociais com fins comerciais, político-partidário, e religiosos, bem como para divulgação de termos ofensivos, difamatórios, caluniosos e que preguem o ódio, a violência ou desqualifiquem pessoas e fatos com intenção de ‘trolagem’. Para tanto, os perfis utilizam filtro que pode ocultar automaticamente comentários que não respeitem as formas de discussões aqui comunicadas.</p><p>A expressão da opinião, o debate intelectual e a divulgação de informações dos seguidores devem se pautar por essas referências e pela correção e comprovação de dados divulgados.</p><p>Regras para réplicas e tréplicas em debates podem ser estabelecidas pela coordenação dos perfis.</p><p>Sugestões para divulgação e compartilhamento de informações, links e projetos externos ou não à UFMG devem ser feitas por mensagem inbox. Não serão aceitas atitudes de spam, com a divulgação em comentários de temas não correlatos aos posts.</p><p>Esclarecemos que a inserção nesta mídia de informações, ideias e imagens cumprem função da comunicação pública, que extrapola a mera concordância e propaganda relativa a elas.</p><p>Dar divulgação, nos diversos modos de registro, não expressa, ademais, orientação para a ação dos usuários, que são livres para interpretar conteúdos e se responsabilizar pelas próprias atitudes.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=720dee709c19" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Homenagens ao professor Tomaz Aroldo da Mota Santos]]></title>
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            <category><![CDATA[homenagem]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[UFMG]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 19 Jun 2020 18:45:58 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-07-15T12:49:59.602Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>A comunidade universitária da UFMG despede-se de um dos seus reitores</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*r8K7zpRGHM323Vbq1iWWKQ.png" /><figcaption>Equipe do reitorado do professor Tomaz Aroldo, em março de 1998. O professor está exatamente no centro da imagem. Foto: Foca Lisboa/ UFMG</figcaption></figure><p><a href="https://ufmg.br/comunicacao/noticias/morre-tomaz-aroldo-da-mota-santos-reitor-da-ufmg-na-gestao-94-98">Morreu na manhã desta quinta-feira</a>, dia 18, aos 76 anos, o professor emérito Tomaz Aroldo da Mota Santos, reitor da UFMG na gestão 1994–1998. Em sua memória, convidamos a comunidade universitária a encaminhar suas homenagens. Essa é uma página dedicada a abrigá-las.</p><p><strong>Francisco César de Sá Barreto</strong>, reitor da UFMG entre 1998 e 2002</p><blockquote><em>Meu querido amigo Tomaz, dos dias recentes, meu amigo Baiano, dos dias passados,</em></blockquote><blockquote><em>Começo minha conversa com você lembrando, ou copiando, Guimarães Rosa:</em></blockquote><blockquote>“ Deus nos dá pessoas e coisas,<br>para aprendermos a alegria…<br>Depois, retoma coisas e pessoas<br>para ver se já somos capazes da alegria<br>sozinhos…<br>Essa… a alegria que ele quer”.</blockquote><blockquote><em>Foram muitos dias e anos que encheram nossas vidas. Posso me lembrar de você, ao lado do Carlos Afonso Rego e Edgar Pontes Magalhães, entre outros, atuando na criação da Apubh, das nossas conversas, e discussões, sobre a universidade e seu futuro, no bar Mergulhão. Em todos esses e outros momentos guardo na minha lembrança seu sorriso no seu olhar. Você sorria nos olhos, e não apenas nos seus lábios. Sorriso amigo, ameno, suave, seguro, acolhedor …algo novo, pelo menos para mim. Seu sorriso nos olhos autorizava nosso discurso, nos dava segurança e nos permitia pensar livremente, pensando no futuro, com esperança e quase certeza de que tudo daria certo. Seu sorriso era uma de suas maneiras de aproximar pessoas. Voltando a Guimarães Rosa, com o meu pedido de socorro e um sorriso nos lábios:</em></blockquote><blockquote>Amigo, para mim, é só isto: é a pessoa com quem a gente gosta de conversar, do igual o igual, desarmado. O de que um tira prazer de estar próximo. Só isto, quase; e os todos sacrifícios. Ou — amigo — é que a gente seja, mas sem precisar de saber o por quê é que é.</blockquote><blockquote><em>A vida vem, deixa rastros e marcas, e marca o futuro. Sua vida foi cheia de desejos e futuros, para todos e para você, e de realizações, de novo, para todos e para você. Note, você vem sempre depois de todos. E essa era sua atitude, sempre. O todo precede as partes. Aprendi muito, não sei se usei tudo que aprendi, mas tentei. Uma certa vez, recente, você me prestou uma homenagem, solitária, pois estávamos os dois sozinhos. Você me disse, após um pronunciamento meu, em público, que você concordava com o meu pronunciamento e assinaria embaixo. Isso, amigo, é uma grande homenagem. Principalmente vindo de uma pessoa honesta e verdadeira.</em></blockquote><blockquote><em>Peço ajuda a outro mestre, Santo Agostinho, para definir seu modo de viver:</em></blockquote><blockquote>“Ninguém pode ser amigo de ninguém sem antes ser amigo da verdade”.</blockquote><blockquote><em>Termino minhas lembranças lembrando, de novo, Guimarães Rosa:</em></blockquote><blockquote>“O mundo é mágico.<br>As pessoas não morrem, ficam encantadas.</blockquote><blockquote><em>Você está encantado na sua Yara e nos seus descendentes.</em></blockquote><blockquote><em>Como disse o poeta maior, Carlos Drummond de Andrade:</em></blockquote><blockquote>“Tenho razão para sentir saudade de ti,<br>de nossa convivência em falas camaradas,<br>simples apertar de mãos, nem isso, voz<br>modulando sílabas conhecidas e banais<br>que eram sempre certeza e segurança”.</blockquote><blockquote><em>Abraços saudosos do amigo César.</em></blockquote><blockquote><em>P.S.: Creio que a nossa UFMG sentirá saudades também. Eu não mencionei suas realizações como professor, pesquisador e gestor. São excelentes, pois tem origem na excelência.</em></blockquote><p><strong>Maria Aparecida Gomes</strong>, professora do Departamento de Parasitologia:</p><blockquote><em>Foi com grande pesar que soube da passagem do Prof. Tomaz. Homem diferenciado! Reitor, Diretor, Chefe de Departamento…Doce, Educado e Sensível. Contudo implacável nos julgamentos e decisões. Estas características o fizeram um político e administrador sábio, agregando os diferentes e dissipando as disputas inúteis, conduzindo a instituição ao desenvolvimento. Agradeço pela oportunidade de convívio e pelo aprendizado. Sinto muito por não podermos mais contar com sua presença e não te oferecer uma despedida a altura da vida que você teve. Meus sentimentos aos familiares.</em></blockquote><p><strong>Edward Felix Silva</strong>, professor emérito do Departamento Parasitologia:</p><blockquote><em>Conheço o Prof. Tomaz há muito tempo. Desde criança foi uma pessoa prestativa, simples e honesta. Como Professor e Amigo foi sempre coerente e respeitador das opiniões alheias às suas, promovendo sempre discussões enriquecedoras. Foi uma perda irreparável para todos seus amigos e para a sua UFMG.</em></blockquote><p><strong>Elizabeth Costa Dias</strong>, professora da Faculdade de Medicina UFMG:</p><blockquote><em>Caro Tomaz,</em></blockquote><blockquote><em>recebi com tristeza a notícia de que você nos deixou. Muito cedo, acrescento. Mas, além da grande saudade, você deixa um legado de belo e profícuo trabalho pelo engrandecimento da UFMG e uma legião de amigos e admiradores que tiveram a oportunidade de compartilhar com você sonhos, ações e compromissos sempre permeados pelo afeto, um traço muito seu. Minha gratidão pela sua vida e um carinhoso abraço à sua família, nesse momento de dor. Você permanecerá encantado entre nós, como ensina Rosa.</em></blockquote><p>Professor <strong>João Renato Stehmann</strong>, diretor do Centro de Coleções Taxonômicas da UFMG:</p><blockquote><em>O Centro de Coleções Taxonômicas do Instituto de Ciências Biológicas –CCT/UFMG lamenta o falecimento do Prof. Tomaz Aroldo da Mota Santos, ex-reitor da UFMG e ex-diretor do ICB por duas gestões. Dentre as muitas contribuições, destacamos a importância do Prof. Tomaz na organização administrativa do Instituto, levada a cabo na seu último mandato. Perdemos um incansável defensor da democracia, do ensino público e das ações afirmativas contra as desigualdades. Esses sonhos continuam vivos entre nós. A luta continua, companheiro!</em></blockquote><p><strong>Vanicleia Silva Santos</strong>, professora do Departamento de História:</p><blockquote><em>Minha nota sobre a perda do grande ser humano que foi o professor Tomaz Aroldo Mota Santos, que nos deixou hoje, em 18 de junho de 2020.</em></blockquote><blockquote><em>Em 9 de junho de 2016, participei do Seminário Mundial de Artes e Culturas Negras em Belo Horizonte, que tinha um público majoritariamente composto de pessoas negras.</em></blockquote><blockquote><em>Eu me apresentei pela primeira vez num evento grande, demarcando minha origem em escola pública num pequeno distrito de Jacobina e a minha trajetória na universidade pública. Nós estávamos à beira do golpe parlamentar e vivendo as ameaças de corte na Educação.</em></blockquote><blockquote><em>Ao terminar aquela sessão do evento, o professor Aroldo Tomaz Aroldo Mota Santos, sobre o qual eu sabia apenas que era então o Reitor da Universidade Luso Afro Brasileira, veio falar comigo. Ali, ele se apresentou como meu conterrâneo. Tive a oportunidade de aprender sobre o contexto em que ele imigrou para Belo Horizonte, sua vida de estudante na UFMG em instituições públicas, suas pesquisas, porque trocou a ciências humanas pelas Biológicas no contexto do golpe militar, como se tornou professor e ele me disse que tinha sido reitor da UFMG. Pasmem! Eu não sabia.</em></blockquote><blockquote><em>A partir daquele dia, a UFMG não era mais terra estrangeira para mim. Nascia ali uma sensação de pertencimento àquela instituição porque eu tinha alguém que me fazia sentir de fato em comunidade. Saber que ele foi autoridade máxima da UFMG, me fazia sentir totalmente representada.</em></blockquote><blockquote><em>Depois de 2016, foram vários encontros entre nossas famílias, bem como em protestos, reuniões e eventos. Ele prestigiou eventos que eu organizei e quando ele me avisava que estaria presente, eu estava lá olhando para o público, esperando-o para ver o bom trabalho que eu estava fazendo para introduzir os estudos africanos na UFMG.</em></blockquote><blockquote><em>Em nossa última conversa no lançamento de um livro que organizei, ele me disse que era um orgulho me ver rodeada de estudantes negros/negras. Disse ele “precisamos apoiar essas pessoas a assumirem cargo de liderança para mudar essa estrutura dura da universidade pública”.</em></blockquote><blockquote><em>De 1927 a 2020, a UFMG teve 28 reitores. Desses, apenas 3 mulheres brancas. E apenas um 1 homem negro. Ele, o professor Tomaz Aroldo Mota Santos, de Itapeipu, Jacobina.</em></blockquote><blockquote><em>Começo a ver nas redes sociais vários elogios ao “único reitor negro da UFMG”. Eu só espero que esse destaque para essa singularidade não signifique que a UFMG pense que já fez o seu dever.</em></blockquote><blockquote><em>Tomara que nos próximos anos tenhamos, no mínimo, 27 reitores e reitoras negras para equiparar a falta de representação de pessoas negras em posições de comando naquela instituição.</em></blockquote><blockquote><em>O professor Tomaz Aroldo foi um exemplo de liderança e de humanismo. Sua atuação política em prol da Universidade pública era impressionante e contagiante. Professor, nós vamos continuar lutando pela Universidade pública com mais pessoas negras em todos os postos.</em></blockquote><blockquote><em>Descanse em paz porque a luta aqui não vai parar.</em></blockquote><blockquote><em>Um abraço para toda a família</em></blockquote><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*00mZ8XnHP8mY0T5dfr1UYA.jpeg" /><figcaption>Arquivo pessoal de Vanicleia</figcaption></figure><p><strong>Wilson</strong> e <strong>Cristina Vilani:</strong></p><blockquote><em>Tomaz,companheiro de Ação Católica nos idos anos de 1960, carinhosamente chamado de Baiano, nunca deixou de ser um lutador. Ainda muito jovem combatia a desigualdade social,ansiava por um por país justo e democrático. Não abandonou estes ideais, nos deixa aos 76 anos,sem nunca ter perdido a garra de um lutador. Tomaz foi sempre uma pessoa afável, e nos seus gestos sempre demonstrou respeito e consideração por todos. Felizes são aqueles que um dia usufruíram de sua convivência. Para Yara sua companheira de sempre, nosso abraço fraterno.</em></blockquote><p><strong>Angela Maria Ribeiro</strong>, professora titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia</p><blockquote><em>Professor Tomaz, colega e amigo, que na correria de todos sempre encontrava tempo para escutar, refletir e ajudar. Escutando fez grandes feitos e foi um dos nossos Reitores mais amado pelos estudantes. Nos ensinou com suas atitudes que a sabedoria e o sucesso brilham mais se conviverem com a simplicidade. E que o tempo cresce ao se parar para “enxergar” o outro.</em></blockquote><blockquote><em>A UFMG que você amou e engrandeceu, hoje fica menor sem você…</em></blockquote><blockquote><em>Família, coragem! A grandeza da solidariedade que aprendemos com ele estão presentes.</em></blockquote><p><strong>Alamanda Kfoury Pereira</strong>, vice-diretora da Faculdade de Medicina:</p><h3></h3><p></p><p><strong>Procuradoria Federal na UFMG</strong> — <strong>Advocacia-Geral da União:</strong></p><blockquote><em>Os Procuradores da Advocacia -Geral da União em exercício na UFMG receberam com pesar a triste notícia do falecimento do Prof. Tomaz Aroldo da Mota Santos, Reitor da gestão 1994–1998 e ex-Presidente da Andifes. Que seu exemplo de vida e luta pela universidade pública nos fortique em nossa caminhada nesses tempos difíceis.</em></blockquote><p><strong>Coral OAP/UFMG:</strong></p><blockquote><em>Nós, maestrinas e coralistas do Coral OAP/UFMG, lamentamos, profundamente, perda tão significativa, não só para nossa entidade, que tinha na pessoa do Prof. Dr. Tomaz Aroldo um dos nossos mais queridos presidentes, mas também pela figura ímpar de educador e dirigente que presidiu com serena grandeza nossa Universidade Federal.</em></blockquote><blockquote><em>Não nos esqueceremos da sua figura marcante, reverenciando-lhe a memória na pessoa de sua dileta esposa, Profa Iara, e seus amados filhos.</em></blockquote><p><strong>Marcelo Galuppo</strong>, professor da Faculdade de Direito:</p><blockquote><em>Conheci o professor Thomaz 49 reunião anual da SBPC, que ocorreu no campus da UFMG quando ele era reitor. Fiquei quase uma hora conversando com ele sobre amenidades, sem saber que ele era o reitor da UFMG. Depois, por meio de Pedro, seu filho, me tornei mais próximo da família. O que mais me impressionava nele era sua fibra moral, que vai fazer muita falta para todos nós.</em></blockquote><p><strong>Aparecida Campana</strong>, gerente de Resíduos e Biossegurança do Instituto de Ciências Biológicas:</p><blockquote><em>Era um ser especial, de alma nobre. Amigo dedicado e professor que amava a arte de ensinar. Paciente para ouvir, com grande consciência cidadã e defensor da democracia. Foi meu orientador de mestrado nos anos 80, onde se dispunha a sentar com os alunos do laboratório para falar sobre a importância das universidades públicas para a sociedade brasileira. Quando diretor do ICB, trabalhei muito próxima dele. Com sua visão inovadora implementou novo modelo de gestão administrativa no ICB com a criação de Gerências para apoiar a diretoria do ICB, valorizando assim o trabalho dos técnico-administrativos na gestão. Quando se despedia nos e-mails que trocávamos era sempre “abraço fraterno”. A ideia de ser humano como seres fraternos/irmãos sempre fez parte de suas falas e práticas cotidianas. Yara, Pedro, Daniel, Ernesto e demais familiares recebam meu abraço carinhoso e saibam que ele estará sempre presente nos iluminando. Grande perda… certamente um dos maiores nomes da UFMG: Tomaz Aroldo da Mota Santos. Viva Tomaz!</em></blockquote><p><strong>Diretoria da ATENS UFMG:</strong></p><blockquote><em>É com muito pesar e tristeza no coração que iniciamos o dia hoje com a notícia da partida de um dos maiores nomes da UFMG, Prof. Tomaz Aroldo da Mota Santos.</em></blockquote><blockquote><em>Nome que representa luta e resistência, mas também doçura, acolhimento e respeito ao ser humano.</em></blockquote><blockquote><em>Grande mestre, pesquisador e gestor público, Tomaz foi o primeiro Reitor negro da história da UFMG com uma trajetória marcada pela participaçaão ativa na defesa da Universidade Pública, gratuita e de qualidade.</em></blockquote><blockquote><em>Foi e será sempre uma inspiração a toda a comunidade universitária para que sigamos confiantes em nossa luta diária pelo ambiente democrático tanto dentro da Instituição quanto fora dela. Inspiração para que os nossos passos sejam firmes, mas mantenham a leveza em nossa caminhada pela vida. E nos ensinou que a gentileza deve ser sempre a tônica em qualquer ambiente.</em></blockquote><blockquote><em>Não existe a expressão ex reitor e Tomaz, com certeza, foi e sempre será O Reitor que inovou a gestão universitária já iniciando por ser o primeiro reitor negro da UFMG.</em></blockquote><blockquote><em>Sua história já está gravada em nossos corações e mentes!</em></blockquote><blockquote><em>Obrigada Tomaz pelo que você foi e sempre será para a Insituição UFMG!</em></blockquote><blockquote><em>Siga em paz!</em></blockquote><p><strong>Adlane Vilas-Boas</strong>, professora do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG:</p><blockquote><em>Tomaz fica pra mim como este homem de ideais e coração nobres. Fará falta no nosso mundo acadêmico, no país e na minha vida. Ficará no meu coração, guardado com muito carinho.</em></blockquote><p><strong>Maria Elisa de Souza e Silva</strong>, professora da Faculdade de Odontologia:</p><blockquote><em>O Prof. Tomaz foi uma pessoa especial. Trabalhar na sua equipe foi um aprendizado. Sua característica mais marcante, na minha avaliação, era a sua generosidade. Mesmo em momentos de extrema pressão e cansaço era capaz de se mostrar solidário, compreensivo com as pessoas.<br>Um homem íntegro e da paz!</em></blockquote><p><strong>Ana Paula Silva</strong>, doutora em Ciência da Informação:</p><blockquote><em>Conheci o professor Tomaz Aroldo Mota Santos quando fui estagiária na Reitoria no 3º período em 1996 na CT&amp;IT. Ele sempre passava em nossa sala para dar bom dia. Aprendi o que é um reitor e um dirigente próximo ao conjunto dos trabalhadores da instituição, de conversa fácil sem muita cerimônia. Vivenciei e assimilei um padrão na relação entre universidade x sociedade, chefe x líder, professor x aluno. Sociabilidades que precisamos resgatar no trato como profissionais, colegas e cidadãos. Fomos privilegiados, cada um em um momento distinto da vida universitária pela convivência com o magnífico reitor. E neste momento nos impulsiona a levar adiante seu legado: “a vida é ser feliz e fazer o bem”. Obrigada mestre.</em></blockquote><p><strong>Evandro Abdo</strong>, professor da Faculdade de Odontologia:</p><blockquote><em>Os meus sinceros pêsames à família do Prof. Tomaz Aroldo. A UFMG está de luto pela perda de um docente que teve uma trajetória marcada pela luta em defesa da instituição.</em></blockquote><p><strong>Bárbara Elisa Santos Carvalho Luz:</strong></p><blockquote><em>Nessa foto, o professor Tomaz Aroldo presidiu a colação de grau da turma de 2011/02 do curso de Ciências biológicas. Ele foi lecionou imunologia para essa turma e foi muito querido pelos alunos.</em></blockquote><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*0nIXdrbPf_tTP5yhKE5fjQ.jpeg" /><figcaption>Arquivo pessoal de Bárbara</figcaption></figure><p><strong>Adriana Abalen Martins Dias</strong>, coordenadora do NAPG/ICB:</p><blockquote><em>O Núcleo de Apoio à Pós-Graduação do ICB, com muita tristeza, recebeu a notícia do falecimento do querido Prof. Tomaz Aroldo da Mota Santos.</em></blockquote><blockquote><em>Grande perda para a UFMG e para o ICB, na sua trajetória acadêmica, que engrandece a história da nossa instituição em vários aspectos incluindo o reitorado e a direção do Instituto de Ciências Biológicas, imprimiu a sua marca: a humanidade e o espírito democrático.</em></blockquote><blockquote><em>Que chegue à sua família nossas condolências e solidariedade, especialmente neste momento tão difícil em que nem podemos nos despedir do querido Prof.Tomaz prestando-lhe as merecidas e devidas homenagens.</em></blockquote><blockquote><em>Fique em paz, querido Professor, com a certeza da imortalidade pela lembrança do senhor que ficará eternamente gravada na nossa história e em nossos corações!</em></blockquote><blockquote><em>Nelson RS Martins, professor da Escola de Veterinária</em></blockquote><blockquote><em>Professor Tomaz assumiu a Reitoria no segundo ano de minha chegada à UFMG. Nestes anos em que aprendia sobre a vida acadêmica, o que ainda faço, pude admirar sua permanente ação em defesa da UFMG e da Universidade Pública, em contraponto aos conceitos neoliberais que estavam em expansão mundial. No inicio do ano letivo de 2020, poucos dias antes do isolamento social, tive o prazer de encontrá-lo e manter breve conversa na praça de serviços. Sempre será um modelo de atitude acadêmica para mim e uma grande perda para todos nós.</em></blockquote><blockquote><em>Saudades.</em></blockquote><p><strong>Miriam Jorge</strong>, professora da Faculdade de Educação:</p><blockquote><em>O Tomaz foi um grande Reitor. Uma das ações na universidade que mais me emociona e que mais respeito foi o valor que dava aos homens e mulheres adultos, pessoas maduras, que estavam no nosso dia a dia sem serem sujeitos de nossa educação. Os faxineiros e faxineiras, os faz-tudo, os invisibilizados no campus constituíam lindas turmas da Educação de Adultos. O professor Tomaz se incomodou com a contradição que existe na academia, que muitas vezes, em seus campi,apagam as histórias de vidas marcadas pela pobreza, discriminação e exclusão. Obrigada, professor Tomaz. Obrigada, Reitor.</em></blockquote><p><strong>Curso de Licenciatura em Educação do Campo da FaE/UFMG:</strong></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*mEYyphTuvJl6tOkJUf8T_A.jpeg" /></figure><p><strong>Tarcísio Mauro Vago</strong> e <strong>Annamaria</strong>, o primeiro, pró-reitor de Assuntos Estudantis da UFMG:</p><blockquote><em>Tomaz Aroldo da Mota Santos</em></blockquote><blockquote><em>“Há histórias tão verdadeiras que parecem que foram inventadas.” (Manoel de Barros)</em></blockquote><blockquote><em>Tomaz viveu entre nós a sua história verdadeira-inventada. Sua, para nós.</em></blockquote><blockquote><em>Um Amigo Querido, um Ser Humano de Luz e de Inspiração.</em></blockquote><blockquote><em>Referência permanente para seguirmos na invenção diária da Vida Bonita, da Vida Boa, da Vida Bela, da Vida Belimbeleza… para todas e todos, como ele desejou e sempre praticou.</em></blockquote><blockquote><em>Professor, Pesquisador, Diretor do ICB, Pró-reitor de Extensão, foi e será sempre o Primeiro Reitor Negro da História da UFMG.</em></blockquote><blockquote><em>Reitor também da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB).</em></blockquote><blockquote><em>Imprescindível para a criação do Programa de Educação de Jovens e Adultos do Centro Pedagógico, hoje com quase 40 anos. Porque sempre defendeu a Educação Pública como Direito de todos/as.</em></blockquote><blockquote><em>Viva Tomaz!</em></blockquote><blockquote><em>Estrela Nossa de orientação para seguir amando a Vida.</em></blockquote><blockquote><em>“O que a memória ama fica eterno.” (Adélia Prado)</em></blockquote><blockquote><em>Vai, nosso eterno Tomaz! Continuaremos sonhos seus. Envie do Universo sua Luz para nós. Obrigado por sua tão linda presença.</em></blockquote><blockquote><em>“Se todos fossem no mundo iguais a você…”</em></blockquote><blockquote><em>Yara, Pedro, Daniel, Ernesto e seus amados todos: abraços de carinho.</em></blockquote><p><strong>Samira Zaidan</strong>, professora da Faculdade de Educação UFMG:</p><blockquote><em>Um professor, um colega, um homem negro que ascendeu na vida profissional sem perder a humildade e o respeito pelos outros, com uma disposição sempre de luta pelos direitos dos que necessitam, e a alegria, pois também sempre tinha um sorriso no rosto.</em></blockquote><blockquote><em>Adeus colega, companheiro de muitas iniciativas na vida universitária, nosso respeito e carinho.</em></blockquote><p><strong>Ana Maria Figueiredo</strong>, professora aposentada da Escola de Engenharia da UFMG:</p><blockquote><em>Tomaz Aroldo Mota Santos, presença inabalável na luta pela Universidade Pública. Insubstituível, vai fazer muita falta por aqui.</em></blockquote><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*dknwFHHPXT1Mj-nsqapbFw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*nQCMt_QuOT1goEMh8MzXEA.jpeg" /><figcaption>Arquivo pessoal de Ana Maria Figueiredo</figcaption></figure><p><strong>Maura Virginia Xavier</strong>, assistente de administração da Escola de Belas Artes:</p><blockquote><em>Não consigo, pensar, e nem ler mais sobre o vôo de um grande mestre! Essa saída do ar do Professor Tomaz, me deixou pobre! Como vou ter as minhas maravilhosas respostas sobre o desenvolver da maturidade da História Política em que estamos e fomos inseridos desse novo tempo! Onde, vou saciar das minhas incertezas de agora daqui pra frente, onde encontrar os ótimos argumentos, e a sensatez que sempre aqui preencheu as minhas dúvidas! Grande Homem do conhecimento, da serenidade no falar e das boas narrativas sábias e com tantas propriedades!</em></blockquote><blockquote><em>Professor Tomaz Aroldo, vai fazer muita falta! Fique na Paz!</em></blockquote><p><strong>Eduardo Mortimer</strong>, professor da Faculdade de Educação:</p><blockquote><em>Eu convivi com Tomaz quando era representante da FaE no Conselho Universitário e Tomaz era reitor. A sua morte me deixou muito triste. Ele era uma pessoa excepcional, com uma calma na condução das reuniões que impressionava, pois ela afligia um pouco aos que estavam participando, mas ao final tudo se resolvia de maneira muito mais tranquila, dissolvendo certas tensões. Aprendi a admirar Tomaz nesta época, de desde vinha seguido sua atividade, seja nos acontecimentos da Universidade, seja no facebook, onde ele sempre oferecia opiniões que refletiam seu compromisso com a justiça social, com a educação pública de qualidade e com a qualidade de vida. A morte do Tomaz também me trouxe à lembrança duas outras pessoas que se foram e que se relacionaram com Tomaz de alguma forma: o primeiro foi Pompeu (Luiz Pompeu de Campos), que à época de Tomaz na reitoria foi presidente da FUMP. E Neidson Rodrigues, que à época do Tomaz na reitoria foi Diretor da FaE. São vidas que vão ficando pelo caminho e como doem.</em></blockquote><p><strong>Magda de Almeida Neves</strong>, professora aposentada do Departamento de Ciência Política, e<strong> Everaldo Chrispim da Silva</strong>, médico:</p><blockquote><em>Hoje estou de luto. Um sentimento de profunda tristeza,que dói no fundo da alma. Partiu um amigo muito querido: Tomaz Aroldo Mota Santos. Ele e Yara Frizzera Santos, amigos de muitos anos. Pedrinho, Pedro Perini Santos sempre presente nas nossas vidas , desde que foi colega de Eduardo no Pica pau Amarelo. Ernesto colega de Eduardo no Dep. De Fiolosofia da UFMG. E mais recentemente Daniel Perini, amigo querido da minha filha Priscila Neves Silva cujos filhos Clarice e Pepedro são os melhores amigos. Como pode partir assim tão de repente? Hoje é um dia de infinita tristeza. Na Universidade Tomaz sempre foi acima de tudo um professor e pesquisador dedicado do ICB, e posteriormente Diretor por dois mandatos como diretor. Pro — reitor de extensão, quando José Henrique dos Santos era o Reitor, acolheu o pedido do Nesth Nesth, nosso núcleo do Trabalho , o que possibilitou o trabalho ativo e efetivo de pesquisa, consultoria e cursos para os trabalhadores. Quando se candidatou a Reitor nos unimos com paixão e ousadia ,na defesa de uma universidade pública, gratuita e de qualidade. E como trabalhamos, junto com outros professores, funcionários e alunos pela UFMG.</em></blockquote><blockquote><em>Na época compartilhei com Tomaz desta proposta como diretora da Fafich. Quantos sonhos, quantas utopias, quantos enfrentamentos. Mas Tomaz sempre dedicado, humanista acima de tudo, sereno, de uma paciência infinita , e de uma visão exemplar sobre o papel da Universidade pública. Sempre combatente das melhores causas, defensor ferrenho da democracia e nunca se furtou de participar de eventos em sua defesa. Posteriormente foi reitor da UNILAB, o que demonstrou mais uma vez seu compromisso com a inclusão de todos, na oportunidade de exercerem sua cidadania. Foi este amigo que partiu hoje. Uma perda imensa, mas que deixa seu legado e seu comprometimento na luta pela democracia, no combate às injustiças, contra o racismo , em defesa da Universidade pública como ousadia e utopia para todos nós.</em></blockquote><blockquote><em>A Yara Frizzera Santos, Ernesto Perini , Pedro Perini e Daniel Perini meu abraço fraterno e afetuoso. E infelizmente com esta loucura que estamos vivendo, da pandemia da Covid-19, não podemos ir nos despedir e dar o nosso adeus. E também abraçar Yara e os filhos. Tudo muito difícil. Tempos duros que estamos vivendo.</em></blockquote><p><strong>Flávio Carvalho:</strong></p><blockquote><em>Não sou aluno da UFMG, mas conheci o Prof Tomaz pessoalmente. Sou neto do professor Humberto Coelho de Carvalho, da Biologia Geral do ICB. O conheci no dia de sua posse como professor emérito e desde então o admiro como pessoa. Graças a ele conheci vários professores de sua época e do meu avô … ( prof. Linardi, Prof. Angelo Machado e outros ). Por fim, eu e minha família deixamos nosso pesar pela universidade e aos familiares do professor Tomaz.</em></blockquote><p><strong>Macilene Gonçalves de Lima</strong>, pró-reitora adjunta de Planejamento e Desenvolvimento da UFMG:</p><blockquote><em>Amada família do Prof. Tomaz,</em></blockquote><blockquote><em>Cumprimentando todos com os meus mais sinceros sentimentos, o Professor Tomaz para mim representa serenidade, sabedoria, amor, uma grande pessoa, jamais poderei esquece-lo. Deus abençoe vocês com conforto no coração e a certeza que ele foi o maravilhoso.</em></blockquote><p><strong>Allyson Nogueira Moreira</strong>, diretor da Faculdade de Odontologia da UFMG:</p><blockquote><em>A comunidade da Faculdade de Odontologia recebeu com comoção a notícia de falecimento do Prof. Tomaz Aroldo da Mota Santos que ocupou o cargo de Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais no período de 1994–1998.</em></blockquote><blockquote><em>O Professor em muito contribuiu para esta Instituição Federal e deixou um grande legado para toda comunidade universitária ao atuar de forma ética e na defesa de uma universidade mais diversificada.</em></blockquote><blockquote><em>Fica o exemplo de uma gestão marcante, sensível e inspiradora a todos.</em></blockquote><blockquote><em>A FAO UFMG expressa o agradecimento pelo competente trabalho em sua jornada institucional e manifesta condolências aos familiares e amigos.</em></blockquote><p><strong>Regina Helena</strong> e<strong> Léo Pompeu Campos</strong>, a primeira, professora da Faculdade de Educação:</p><blockquote><em>Sentimos imensamente a perda de nosso grande amigo e colega Tomaz Aroldo, nossos pêsames à família, com quem compartilhamos o pesar e as melhores lembranças da pessoa acolhedora, digna e leal que foi Tomaz.</em></blockquote><p><strong>Cristina D. Vianna Soares</strong>, professora da Faculdade de Farmácia:</p><blockquote><em>Foi na gestão do Prof. Reitor Tomaz Aroldo da Mota Santos que ingressei na UFMG, em 1993.</em></blockquote><blockquote><em>Saltou-me aos olhos a sua tamanha sabedoria, simplicidade e candura ainda mais, quando tive a felicidade de sua participação em comissão avaliadora de meu processo de progressão funcional a professor associado na FAFAR-UFMG.</em></blockquote><blockquote><em>Ele ficará muito presente na memoria da comunidade universitária, presença essa sempre relembrada. A exemplo, em apresentação de tese hoje, de um grupo de pesquisadores do ICB-UFMG, o pesquisador, examinador externo prestou emotiva homenagem ao Reitor Tomaz, pela positiva influência em sua vida quando em momento delicado.</em></blockquote><blockquote><em>Ser humano de fina estampa com visão para a universidade.</em></blockquote><p><strong>Maria Alice Nogueira</strong>, professora da Faculdade de Educação:</p><blockquote><em>Tenho a certeza de que conheci um homem bom. Sempre li nos olhos e no sorriso de Tomaz Aroldo a marca da fraternidade, da generosidade e da percepção do outro. Quero sim homenagear o reitor nas suas qualidades éticas, acadêmicas, profissionais. Mas gostaria, sobretudo, de celebrar o ser humano admirável e íntegro que tive a sorte de conhecer.</em></blockquote><p><strong>Bernardo Jefferson de Oliveira</strong>, professor da Faculdade de Educação:</p><blockquote><em>Guardo a maior admiração pelo Tomaz. Sabedoria sem fim, sempre comprometido com o avanço dos direitos, mas sempre com uma serenidade que fazia todos se sentirem seu amigo.</em></blockquote><p><strong>Danusa Dias Soares</strong>, professora do Departamento de Educação Física:</p><blockquote><em>Querido Tomaz, obrigada pela inspiração e exemplo na defesa da educação, ciência e cultura no Brasil. Sua partida deixa todos nós da UFMG de certa forma um pouco órfãos. Gratidão e admiração eternas.</em></blockquote><p><strong>Domingos Gomes Ferreira</strong>, professor do Departamento de Matemática:</p><blockquote><em>À família de Tomaz, deixo os meus sentimentos de pesares pela perda de um grande professor, voltado sempre pela melhoria do ensino em nossa Universidade.</em></blockquote><p><strong>Peninha Freitas</strong>, professora da Escola de Enfermagem<strong>:</strong></p><blockquote><em>A vida fica mais vazia quando um companheiro de tantas lutas se vai. A vida universitária perde um líder nato, sem afetação, doce e combativo, pessoa tão linda, de grande coração e sabedoria. Vá em paz, amigo! Meus mais profundos sentimentos à Iara e à família.</em></blockquote><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/768/1*R5lHLJaN3QluLJK2YjpRtw.png" /><figcaption>Arquivo pessoal de Tomaz Aroldo</figcaption></figure><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=8f6b3f8bb1c2" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Belimbeleza, movimento para doar-se ao outro]]></title>
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            <category><![CDATA[esperança]]></category>
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            <dc:creator><![CDATA[UFMG]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 03 Apr 2020 12:19:17 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2020-04-03T16:53:45.913Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h4>Por WhatsApp, comunidade acadêmica da UFMG compartilha esperança em pílulas de arte</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*ifZYsPvAsJHH5sp65uOzyg.jpeg" /><figcaption>Uma flor no campus Pampulha da UFMG. Foto: Lucas Braga / UFMG</figcaption></figure><p>Foi Fernando Pessoa quem, em seu livre domínio da língua portuguesa, criou o substantivo <strong>outragem</strong>. Outrar-se significa, segundo o poeta, fazer-se outro, deixar-se transformar em algo novo, dar vida e independência a outras personalidades.</p><p>Tarcísio Mauro Vago, pró-reitor de Assuntos Estudantis da UFMG e professor da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO), enxerga também a dimensão solidária da palavra ao entender, nela, um convite para a doação ao outro. Nesse momento de resguardo social frente à pandemia do novo coronavírus, o professor, também conhecido como Tatá, convoca: <em>“Vamos nos outrar? Nos oferecer ao outro/a? Bora!”</em></p><p>O professor remete a outro grande autor da literatura brasileira para explicar a escolha do nome do movimento. “Esse é o Movimento <em>Belimbeleza”</em>, ele escreve.<em> </em>“Essa palavra linda que Guimarães Rosa nos deu de presente.”</p><blockquote>“A parte de mais árvores, dos cerrados, cresce no se caminhar para as cabeceiras… Se viam bandos de tão compridos de araras no ar, que pareciam um pano azul ou vermelho, desenrolado, esfiapado nos lombos do vento quente. Daí, se desceu mais, e, de repente, chegamos numa baixada toda avistada, felizinha de aprazível, com uma lagoa muito correta, rodeada de buritizal dos mais altos: buriti — verde que afina e esveste, <strong>belim-beleza</strong>”.</blockquote><blockquote>Grande Sertão, Veredas<em><br></em><strong><em>João Guimarães Rosa</em></strong><em>, 1956.</em></blockquote><p>Por meio de listas de transmissão no aplicativo <em>WhatsApp</em>, Tatá compartilha, diariamente, belimbelezas doadas por membros da comunidade universitária da UFMG e de outras universidades parceiras. São pílulas de poesia, vídeos de dança, fotografias, músicas e shows diversos, produzidos ou não pela comunidade acadêmica, que refletem a importância de trazer um pouco mais de si em tempos de distanciamento — mesmo que virtualmente.</p><p>Nesse post, você confere uma breve seleção do que vem sendo produzido e compartilhado pelo movimento. Aproveite e, como diria Tatá, <strong>doe também a sua belimbeleza</strong>.*</p><p>“Sigamos a travessia”. Essa foi a mensagem de <strong>Sandra Regina Goulart Almeida</strong>, reitora da UFMG e professora da Faculdade de Letras, ao doar a poesia de Emily Dickinson:</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/433/1*eY7_nENtyPwpUqgyDS9j_A.jpeg" /><figcaption>Emily Dickinson (1830–1886)</figcaption></figure><blockquote><em>“A esperança tem asas.</em></blockquote><blockquote><em>Faz a alma voar.</em></blockquote><blockquote><em>Canta a melodia</em></blockquote><blockquote><em>sem saber a letra.</em></blockquote><blockquote><em>E nunca desiste.</em></blockquote><blockquote><em>Nunca.”</em></blockquote><p>A capacidade de idealização também foi valorizada por <strong>Alessandro Fernandes Moreira</strong>, vice-reitor da UFMG e professor da Escola de Engenharia. Ele toca e canta a música <em>Nunca pare de sonhar</em>, composição de Gonzaguinha:</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fw.soundcloud.com%2Fplayer%2F%3Furl%3Dhttps%253A%252F%252Fapi.soundcloud.com%252Ftracks%252F788391556%26show_artwork%3Dtrue&amp;display_name=SoundCloud&amp;url=https%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fufmgbr%2Falessandro-fernandes-moreira-canta-nunca-pare-de-sonhar-de-gonzaguinha&amp;image=https%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fimages%2Ffb_placeholder.png&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=soundcloud" width="800" height="166" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/aead8867d043810ac9214845a9c4eec4/href">https://medium.com/media/aead8867d043810ac9214845a9c4eec4/href</a></iframe><p>Quem também compartilhou seu dom musical foi o estudante <strong>Regivaldo Santos</strong>, que cursa Engenharia Florestal no Instituto de Ciências Agrárias da UFMG. Junto ao vídeo, ele compartilhou a seguinte mensagem:</p><blockquote>Que neste momento de tristeza possa ser transmitida um pouco da alegria pelas cordas, quando replicadas, pelos dedos do tocador, trazendo a lembrança… <br><strong>Ê, tempo bom que tava por lá!</strong> Esperança de que dias melhores virão.</blockquote><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FceGQMkB1fNk%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DceGQMkB1fNk&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FceGQMkB1fNk%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="640" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/f8d0a8d1b74e3c4819a72b88c65c7756/href">https://medium.com/media/f8d0a8d1b74e3c4819a72b88c65c7756/href</a></iframe><p><strong>Cristina Alvim</strong>, professora da Faculdade de Medicina e coordenadora do Comitê Permanente da UFMG para Acompanhamento e Enfrentamento do Novo Coronavírus, compartilhou o pensamento de um(a) autor(a) desconhecido(a) para dimensionar a importância da arte em tempos de quarentena:</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fw.soundcloud.com%2Fplayer%2F%3Furl%3Dhttps%253A%252F%252Fapi.soundcloud.com%252Ftracks%252F788391592%26show_artwork%3Dtrue&amp;display_name=SoundCloud&amp;url=https%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fufmgbr%2Fbelimbeleza-doada-por-cristina-alvim-da-faculdade-de-medicina-da-ufmg&amp;image=https%3A%2F%2Fi1.sndcdn.com%2Fartworks-mcwypajyCMWnJpmS-6PYz7A-t500x500.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=soundcloud" width="800" height="166" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/d20dbdb2fd96c6ca318810f02a2b8516/href">https://medium.com/media/d20dbdb2fd96c6ca318810f02a2b8516/href</a></iframe><p>Talvez seja também por isso que <strong>Flávia Garcia</strong>, que foi estudante do curso de Psicologia da UFMG, resolveu interpretar uma leitura dramática de um trecho da obra <em>Manuelzão e Miguilim</em>, clássico do autor que nomeou a belimbeleza, João Guimarães Rosa:</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fw.soundcloud.com%2Fplayer%2F%3Furl%3Dhttps%253A%252F%252Fapi.soundcloud.com%252Ftracks%252F788391571%26show_artwork%3Dtrue&amp;display_name=SoundCloud&amp;url=https%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fufmgbr%2Fleitura-de-trecho-de-manuelzao-e-miguilim-obra-de-guimaraes-rosa-por-flavia-garcia&amp;image=https%3A%2F%2Fi1.sndcdn.com%2Fartworks-qzdGECuJfKRfYa4C-xdfjJg-t500x500.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=soundcloud" width="800" height="166" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/398b30786aa9c2f8831b158d549044d0/href">https://medium.com/media/398b30786aa9c2f8831b158d549044d0/href</a></iframe><p><strong>Meily Assbu Linhares</strong>, professora da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, indicou um texto para a leitura: o clássico ensaio <a href="http://www.freudonline.com.br/livros/volume-14/vol-xiv-12-sobre-a-transitoriedade-1916-1915/"><em>Sobre a transitoriedade</em></a>, escrito por <strong>Freud </strong>em 1916. No texto, o autor tenta convencer um “poeta jovem mas já famoso” e um “amigo taciturno” de que as coisas são e podem permanecer belas, apesar de sua inerente transitoriedade.</p><p>Falta a eles, provavelmente, a belimbeleza doada por <strong>Fernanda Goulart</strong>, professora da Escola de Belas Artes da UFMG. Um pôster da <em>Polvilho Edições</em> e o poema <em>Mapa</em>, de Orides Fontela (1940–1998):</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*mtYnDnomh7BIfDdQcEfnGg.jpeg" /><figcaption>Foto: Fernanda Goulart</figcaption></figure><blockquote><strong>Mapa<br></strong>Orides Fontela</blockquote><blockquote><em>Eis a carta dos céus:<br>as distâncias vivas<br>indicam apenas<br>roteiros<br>os astros não se interligam<br>e a distância maior<br>é olhar apenas.</em></blockquote><blockquote><em>A estrela<br>vôo e luz somente<br>sempre nasce agora:<br>desconhece as irmãs<br>e é sem espelho.</em></blockquote><blockquote><em>Eis a carta dos céus: tudo<br>indeterminado e imprevisto<br>cria um amor fluente<br>e sempre vivo.</em></blockquote><blockquote><em>Eis a carta dos céus: tudo<br> se move.</em></blockquote><p>Para além dos limites físicos da UFMG, <strong>Felipe Zurita</strong>, doutor em Educação pela FaE e professor universitário em Santiago, compartilhou uma belimbeleza diretamente do Chile: a música <em>Tarantella</em>.</p><blockquote>Comparto la canción Tarantella, del grupo chileno Inti Illimani que estuvo exiliado en Italia durante la Dictadura Cívico Militar, como muchas otras personas. En estos momentos que el pueblo italiano y muchos otros sufren es importante recordar y valorar la vida y la solidaridad.</blockquote><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FKPzQ0Vy0HT8%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DKPzQ0Vy0HT8&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FKPzQ0Vy0HT8%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/576e4346056464e545ad6dc899be018f/href">https://medium.com/media/576e4346056464e545ad6dc899be018f/href</a></iframe><p>E o <strong>Sarandeiros </strong>já avisou que, para fazer uma contagem diária da quarentena, será postada uma apresentação de dança brasileira por dia no <a href="https://www.instagram.com/sarandeiros/">Instagram do grupo</a>. A primeira é o Lundu Marajoara, ritmo musical da Ilha de Marajó (PA).</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FZZeAGcOXeUo%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DZZeAGcOXeUo&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FZZeAGcOXeUo%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/485733d60b222ea7b2bff054579ad4bb/href">https://medium.com/media/485733d60b222ea7b2bff054579ad4bb/href</a></iframe><p>Finalizamos essa galeria com a belimbeleza doada por <strong>Nilma Lino Gomes</strong>, professora emérita da Faculdade de Educação da UFMG e ex-ministra de Estado das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.</p><p>Ela recupera a seguinte frase de <strong>Mãe Stella de Oxóssi</strong>, quinta Iyalorixá do Ilê Axé Opó Afonjá em Salvador (BA), para promover uma importante reflexão.</p><blockquote>“Usar corretamente a cabeça é a certeza de grandes realizações”</blockquote><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FrwcUfkOnMmE%3Ffeature%3Doembed&amp;display_name=YouTube&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DrwcUfkOnMmE&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FrwcUfkOnMmE%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/5a9af80152fcbe01729b9073d8e0e370/href">https://medium.com/media/5a9af80152fcbe01729b9073d8e0e370/href</a></iframe><p><a href="https://ufmg.br/comunicacao/noticias/pilulas-do-projeto-belimbeleza-comecam-a-ser-veiculadas-na-radio-ufmg-educativa-nesta-sexta">A <strong>rádio UFMG Educativa</strong> está acompanhando o movimento Belimbeleza</a> e veiculando, em <em>spots </em>de sua programação diária, a produção compartilhada pela comunidade universitária.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fw.soundcloud.com%2Fplayer%2F%3Furl%3Dhttps%253A%252F%252Fapi.soundcloud.com%252Ftracks%252F788618617%26show_artwork%3Dtrue&amp;display_name=SoundCloud&amp;url=https%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fufmgbr%2Fbelimbeleza-spot-piloto-com-tarcisio-vago&amp;image=https%3A%2F%2Fi1.sndcdn.com%2Fartworks-TyAWwcZ45zm31T5P-vPj8eA-t500x500.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=soundcloud" width="800" height="166" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/9d5b3646e8b89d240ccd93ac0eb586ae/href">https://medium.com/media/9d5b3646e8b89d240ccd93ac0eb586ae/href</a></iframe><p>Acompanhe a programação na frequência 104,5 FM ou no <a href="https://ufmg.br/comunicacao/radio-ufmg-educativa">site da estação</a>.</p><p>*Para doar ou receber belimbelezas em seu WhatsApp, preencha <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScAQCtLvpjfXk1ROJQgWCd7cefH54rjNx3jq8eY5UX11ib23A/viewform?usp=sf_link">este formulário</a>.</p><p><strong><em>Texto e curadoria: </em></strong><a href="https://medium.com/@gabrielaugustoaraujo"><em>Gabriel Araújo</em></a><em><br></em><strong><em>Revisão:</em></strong><em> Amanda Lelis</em></p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=325a57904338" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[Gráfica aberta na tipografia: Oficina Museu]]></title>
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            <category><![CDATA[typography]]></category>
            <category><![CDATA[type]]></category>
            <category><![CDATA[ufmg]]></category>
            <category><![CDATA[tipografia]]></category>
            <category><![CDATA[literatura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[UFMG]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 22 Jul 2019 18:52:46 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2019-07-23T18:55:59.588Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Nilo Princigalli</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*GGpJwCYHXHtmJrngHNfwCQ.jpeg" /></figure><p>O espaço Tipografia: Oficina Museu do Centro Cultural UFMG abriu suas portas para o encontro de dois grupos dedicados à arte da literatura e da impressão, durante o <a href="https://www.ufmg.br/festivaldeinverno/">51º Festival de Inverno UFMG</a> em 2019.</p><p>Um deles, liderado pelo coletivo <a href="https://62pontos.com/">62 pontos</a>, abraçou a linguagem e técnica dos tipos móveis para conhecer os processos de produção de materiais gráficos e, ao final, apresentar uma pasta coletiva com as composições tipográficas aprendidas.</p><p>O outro, orientado pela professora da UFMG <a href="http://somos.ufmg.br/professor/sonia-maria-de-melo-queiroz">Sônia Queiro</a>z, se debruçou na criação de microcontos em torno do tema memória, arte e patrimônio, tendo como objeto os 30 anos de história do <a href="https://www.ufmg.br/centrocultural/">Centro Cultural da UFMG</a> e o edifício tombado em que ele funciona. Ao final, uma seleção dos microcontros ganhou edição tipográfica, com a participação do coletivo 62 Pontos.</p><p>É em torno desse encontro que apresentamos esta galeria.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*8KHM5e5hslWUPSP2wTaeuA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*Y65Xx4DV4EjsEruO8wKOJw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*2-pdLpDd704WD432PEiT2w.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*AY0x2UxHCJdQB0Lh-xqL6Q.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*WzpNxr3-TNa_ZFgsOFKDCg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*vKNXDM_PbqMRI3W-el1kog.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*3DUTCJlvDkEBi5JwwKkfnA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*MI7YImHFfR6yLUzEzNrOGA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*MCgf0WGXYc9sDXrA5bPCsA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*TFPReXCH6U6t-L03PpaFwg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*3BlqWxZXO0BOicCW9H7QKw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*frSFs2zHWdughoi8PmWS3w.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*KPYPV1gcnYNod02eyFSM3g.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*RxQrw-L_EIqekwcGcxQ3gg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*1BsexuKjweGr6Zf7aDPXbw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*ThIbBKxyq4doCFAHEjXrYQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*RQPaGR1Q9HscJSpojtgQlQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*LFCA9XBmxv8XNkVfktnAkA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*BVddSgqT8ohg6uosv8LlOg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*sH3n76lAr835fObNkQkaVg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*gdKOZA-aGJaY2Puamzfzrg.jpeg" /></figure><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FoihIuxwLDQA%3Ffeature%3Doembed&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DoihIuxwLDQA&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FoihIuxwLDQA%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/a522d09b955c46e195709a32f4f2376f/href">https://medium.com/media/a522d09b955c46e195709a32f4f2376f/href</a></iframe><p><strong>Oficinas — Festival de Inverno UFMG 2019</strong><br>- Introdução à impressão tipográfica (coordenação coletivo 62 Pontos)<br>- Residência em literatura — fragmentos da memória: arte e patrimônio (coordenação Sônia Queiroz)</p><p><strong>Fotos</strong>: <em>Nilo Princigalli, estudante de Publicidade na Fafich UFMG e bolsista em Web e Redes Sociais do Cedecom UFMG</em></p><p><strong>Animação</strong>: <em>Eduardo Crivellari, aluno do curso Cinema de Animação e Artes Digitais da UFMG e bolsista em Web e Redes Sociais do Cedecom</em></p><iframe src="https://www.instagram.com/p/B0BW3nshEOu/embed/?cr=1&amp;amp;rd=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com" width="658" height="864" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/5ce82c7d22e9d26c9441e5e08de96c83/href">https://medium.com/media/5ce82c7d22e9d26c9441e5e08de96c83/href</a></iframe><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=8e115e51b468" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[CONECTANDO ACERVOS]]></title>
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            <category><![CDATA[festival-de-inverno]]></category>
            <category><![CDATA[ufmg]]></category>
            <category><![CDATA[patrimônio]]></category>
            <category><![CDATA[acervo]]></category>
            <category><![CDATA[minas-gerais]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[UFMG]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 19 Jul 2019 19:59:48 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2019-07-19T19:59:48.253Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Imagens de coleções e do patrimônio cultural mineiro ganham a fachada digital de museu da UFMG</em></strong></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*F0rpsRwuV_R3f3AIY6oaFw.jpeg" /><figcaption>Fachada digital do Espaço do Conhecimento UFMG. Foto: Lucas Braga/UFMG</figcaption></figure><p>A projeção em fachada digital de imagens de objetos do patrimônio cultural mineiro atraiu olhares durante as noites do mês de julho, em Belo Horizonte.</p><p>O local, um dos mais visitados da cidade é o <a href="https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento">Espaço do Conhecimento UFMG</a>, museu que abriga planetário e atividades de divulgação da cultura e ciência.</p><p>Em cena, a mostra em vídeo de Coleções da UFMG, incluindo objetos dos acervos de Obras Raras da Biblioteca Universitária, do Centro de Memória da Faculdade de Farmácia, do Centro de Memória da Faculdade de Enfermagem e do Centro de Memória da Educação Física, do Esporte e do Lazer.</p><p>A exibição, denominada ‘Conectando acervos’, fez parte da programação do <a href="https://www.ufmg.br/festivaldeinverno/">51º Festival de Inverno da UFMG</a>, que aconteceu e Belo Horizonte e em Tiradentes, entre 11 e 21 de julho de 2019, sob o tema ‘Memória: arte e patrimônio’.</p><p>Sem áudio, mas expressivas, as imagens são agora compartilhadas no Medium UFMG.</p><p>A curadoria é do Núcleo de Audiovisual do Espaço do Conhecimento UFMG.</p><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2Fr_cvaHIoyWM%3Ffeature%3Doembed&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3Dr_cvaHIoyWM&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2Fr_cvaHIoyWM%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/dfc16780afe504f580907af100941556/href">https://medium.com/media/dfc16780afe504f580907af100941556/href</a></iframe><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FBxinbSI8tM8%3Ffeature%3Doembed&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DBxinbSI8tM8&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FBxinbSI8tM8%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/ddd74c3e0397d3db37df2a8383886141/href">https://medium.com/media/ddd74c3e0397d3db37df2a8383886141/href</a></iframe><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FEXJrku6lzNo%3Ffeature%3Doembed&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DEXJrku6lzNo&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FEXJrku6lzNo%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/de3097b21d6224eafb2e15fd67311e1b/href">https://medium.com/media/de3097b21d6224eafb2e15fd67311e1b/href</a></iframe><iframe src="https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2F8T3nSQ1s7rc%3Ffeature%3Doembed&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D8T3nSQ1s7rc&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2F8T3nSQ1s7rc%2Fhqdefault.jpg&amp;key=a19fcc184b9711e1b4764040d3dc5c07&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube" width="854" height="480" frameborder="0" scrolling="no"><a href="https://medium.com/media/cacf61a1bf795f73f26c9b3d72b59463/href">https://medium.com/media/cacf61a1bf795f73f26c9b3d72b59463/href</a></iframe><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=f3e7a99acbef" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Cê ficou sabendo?]]></title>
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            <category><![CDATA[depressão]]></category>
            <category><![CDATA[suicídio]]></category>
            <category><![CDATA[fotografia]]></category>
            <category><![CDATA[publicidade]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[UFMG]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 05 Jun 2019 20:27:18 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2019-06-05T20:27:18.411Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Ensaio realizado como exercício acadêmico, no curso de Publicidade, explora a sensibilização da depressão por meio de imagens</em></p><p>Nilo Princigalli*</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*o9o8A5Fcbt_3muBdtpXXHw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*KOrd42S2On_t32hz5VAwSg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*2QATw_QCKnmpG-_aXwH9zg.jpeg" /></figure><p>“Cê ficou sabendo do <em>fulano</em>?”. Assim chegam e se vão as notícias sobre suicídio. Não se fala sobre o problema, é um tabu que ninguém quer tocar, com medo de ser acusado de incentivar uma fatalidade. Dessa forma seguimos sem saber como tratar do assunto, e como aluno de Comunicação Social isso me incomodou profundamente. Ora! Sou justamente aquele que estuda a melhor forma de expressar algo, como posso me dar ao luxo de definir um tema e escolher pela ignorância que o rodeia?</p><p>Isso aconteceu por volta de 2015; tinha um trabalho fotográfico pra fazer em uma das matérias do curso, seria uma boa oportunidade pra tentar explorar a questão . Depois de muita pesquisa, e conversas com amigos psicólogos, encontrei manuais de diversas entidades que explicavam como abordar o suicídio na mídia. Hoje você pode encontrar uma versão em português no <a href="https://www.cvv.org.br/conheca-mais/">site do Centro de Valorização da Vida</a> (CVV).</p><p>Os materiais são ricos e dão uma noção muito clara de como promover o cuidado da saúde mental, mas eu ainda tinha que transformar toda a informação em uma campanha que se sobressaísse como o produto publicitário que deveria ser.</p><p>Parti da elaboração de outras idéias, formas de inventar aquele gancho mágico das melhores peças publicitárias, a necessidades de mergulhar o leitor na minha mais eloquente argumentação. Tudo aquilo que o <em>expert </em>que desejamos ser faria de olhos vendados.</p><blockquote><strong>Um em cada vinte brasileiros sofre de depressão, mas nem sempre isso é perceptível</strong></blockquote><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*M_y-0mURwx6iSEfpm2CrDg.jpeg" /></figure><p>Durante a produção, me lembrei de atores famosos e figuras irreverentes, que aparentavam ser alegres e carismáticos, mas logo após a morte ficamos sabendo dos momentos tristes que viviam. A depressão é, na maioria das vezes, <strong>invisível</strong>, e esse é um bom ponto de começo pra abordar o tema. É uma constante que, ao ser identificada, pode auxiliar no tratamento da depressão e prevenção do suicídio. <strong>É a isso que essa peça publicitária deve servir.</strong></p><p>Evidentemente que ela seria só mais um fator pra colaborar com a conscientização da causa — seria arrogância tentar produzir algo que fizesse o serviço completo.</p><p>Fiz então a proposta para alguns amigos e conhecidos: eles deveriam fazer uma careta engraçada. A ideia era evidenciar que a manifestação emocional das pessoas nem sempre expressam o seu quadro psicológico. O pedido era acompanhado de um <em>brienfing </em>que explicava a linha da peça.</p><p>O ensaio fotográfico foi realizado como exercício em uma matéria de fotografia, com foco em produção publicitária. Como é praxe, em exercícios acadêmicos, simulei uma campanha para um cliente, a Associação Internacional de Prevenção ao Suicídio (Iasp), destinada a uma revista impressa.</p><p>A peça contém uma sequência de rostos seguida por um texto (conheça as variações dele na parte final deste ensaio).</p><p>Há temas que precisam ser melhor elaborados no meio publicitário. Espero que o trabalho evidencie que isso é possível.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*8rhIASzLHQ577IpO4ikRpQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*40Vh7sX6zXpuYhQ8X4rZzA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*r5JQIEqc03rS8FZYKIeM8A.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*6vXnESQjF_ZorrItxKl5jQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*SAOHNLccqfpEnfvZLTChZA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*y3fRVWwILXXDk4LWfQOC_g.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*4V-1x2hRdkMRQGstpYq1Vw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*1VzB_nYXqci2pu6buZXteg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*BjBdrGWXpZvr_Bob_OPnWg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*9I3A6HIsYtlJqR8mtplqjw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*GVtSXZexiIVPGuAAslCkpw.jpeg" /></figure><h4>Textos da campanha</h4><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*aCn6wnoTD_lgHTA7c5X8YA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*bukqH4zsyIHDKJ1ZBnY5Pw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*8IiEXEP27FFIJ-WG74G59g.jpeg" /></figure><p><em>Fotos: Nilo Princigalli ©</em></p><p>* Nilo Princigalli é estudante de Comunicação Social na UFMG e estagiário em Web e Redes Sociais do Centro de Comunicação da Universidade.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=d89551092dea" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Rolezinho Lagoinha]]></title>
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            <category><![CDATA[belo-horizonte]]></category>
            <category><![CDATA[rolezinho]]></category>
            <category><![CDATA[lagoinha]]></category>
            <category><![CDATA[ufmg]]></category>
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            <dc:creator><![CDATA[UFMG]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 11 Feb 2019 18:40:50 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2019-02-11T18:45:11.629Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Imagens: </em></strong><a href="https://twitter.com/aninhaaraujo10"><strong><em>Ana Luiza Araujo</em></strong></a></p><p>Conduzido por moradores de Belo Horizonte, o Rolezinho Lagoinha é um percurso feito a pé pelas ruas do bairro, para conhecer suas histórias e parando para conversar com moradores que são personagens essenciais para quem quer descobrir os tantos lados da Lagoinha.</p><p>O passeio foi criado por <a href="https://medium.com/nossa-grama-verde">Nossa Grama Verde</a>, em parceria com o coletivo Viva Lagoinha, e mostra o local sob o ângulo da vivência de seus moradores.</p><p>Nesse ensaio fotográfico, trazemos parte desse importante e histórico espaço de BH, tendo com ponto de partida o Rolezinho, atividade que está sendo oferecida também na <a href="https://www.ufmg.br/festivaldeverao/">13ª edição do Festival de Verão UFMG</a>.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*1gP-JPRDC8UpVEdLqA1Ixw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*qjaXUbf9wrRhTpEAbXnjiw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*4Fak28GVVP5g4x77iqUpag.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*rpcsc3nL0IBaDELxiyEm0g.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*-3UCgw0TGUAKofVm-HF4sg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*M_k5Hp9rl4JYJrbAYngE3A.jpeg" /></figure><h4><strong>Lagoinha</strong></h4><p>Localizada a menos de um quilômetro do centro, nos anos 1960 e 70, a Lagoinha vivia à margem da capital com seu comércio agitado, os botequins sempre abertos e cheios, suas pensões, o ribeirão Arrudas, o mercado, farmácias, camelôs, delegacias, o barulho do trem do subúrbio e os cinemas Paisandu e São Geraldo, além da ligação com a atual rodoviária, onde também situavam a Feira de Amostras e a Rádio Inconfidência.</p><p>Desde o rompimento do eixo centro-bairro com a construção do complexo ferro-rodoviário na década de 80, a Lagoinha sofre com a falta de investimentos na preservação do seu patrimônio, cultura, esporte, segurança e entretenimento. O resultado desse processo de abandono é a alcunha de ‘cracolândia de Belo Horizonte’.</p><p>Para saber mais, <a href="https://www.ufmg.br/boletim/bol1248/">acesse a reportagem</a> que traz discussão de dissertação de mestrado sobre a Lagoinha, defendida na UFMG, em 1999.</p><p><strong>[</strong>Texto de abertura e sobre Lagoinha adaptado do grupo<a href="https://medium.com/nossa-grama-verde"> Nossa Grama Verde</a>]</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*lHGxNmh-9hHZFrgplApFDQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*bgNaS4hd3BiDZcVd9Ik4oA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*JRIlrjiACnZv-ZlJXnXu0Q.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*nh-PnWC9ljjPUThV6IkfIg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*Nw7fFeqSW-mJbxj-zgjZRg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*0Fsg8c_XK6NucE2vrpXU2A.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*TtUrxRAvdzjiKJoRbj9InA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*6ixhC24TaXTKZ3eG9-8WJQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*CLxLByiHIogDEkjSmDNYtg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*ZAnCfgejBSPHhUcF2BmhuQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*ZWVD3R6X4xUnG_fUkz-0KA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*uNPPONBscVuyPqMzqIlZJw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*__Dy2iQ-8DdBKHo_pcKRDQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*tpk44moJNOxCv5dooWk96A.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*L9atPUOsJzfPno1wQ08dMw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*nchjPtrR5rYLSumjV9ECRw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*S9g6gmtXQq9ZM1cAt_2JdQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*TJZR-UwdEuVIn9piAd3E-A.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*GIsDmgXQ1DvVRjoyDa4UVA.jpeg" /></figure><p>Ficha técnica</p><ul><li><a href="https://twitter.com/aninhaaraujo10">Ana Luiza Araujo</a>, estudante de Jornalismo do UNI-BH, e estagiária em Mídias Sociais da UFMG.</li></ul><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=5da35e792a51" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Meu primeiro contato com a Antártica*]]></title>
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            <category><![CDATA[relato]]></category>
            <category><![CDATA[antarctica]]></category>
            <category><![CDATA[antropologia]]></category>
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            <dc:creator><![CDATA[UFMG]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 01 Oct 2018 14:56:39 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2018-10-01T15:37:49.231Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p><em>Fernanda Codevilla Soares**</em></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*WcdQ1oMD88zKxCO4zSc3Ew.jpeg" /></figure><p>A minha relação com a Antártica iniciou-se por meio de uma bolsa de pós-doutorado, a qual, confesso, busquei mais por uma questão financeira do que pelo tema em si. Não que eu desgostasse do assunto, pelo contrário, me encantou, mas <strong>era algo tão inusitado que não conseguia ainda mensurar todo seu significado e importância</strong>.</p><h4>A mudança</h4><p>Em 2013 mudei-me para Belo Horizonte de mala e cuia (literalmente) e iniciei os estudos no <a href="http://www.leach.ufmg.br/sobre-o-projeto/o-que-e-o-paisagens-em-branco/">Laboratório de Estudos Antárticos em Ciências Humanas</a> da Universidade Federal de Minas Gerais (Leach — UFMG), sob a supervisão do prof. <a href="http://somos.ufmg.br/professor/andres-zarankin">Andres Zarankin</a>, coordenador do projeto “<a href="http://www.leach.ufmg.br/">Paisagens em Branco: Arqueologia e Antropologia Antártica</a>”.</p><blockquote><strong>No acervo antártico existem categoriais que não são comuns nos sítios brasileiros</strong></blockquote><p>O trabalho envolvia a análise dos vestígios arqueológicos recolhidos nos sítios antárticos. À primeira vista fiquei confortável com essa tarefa, já que fez parte da minha formação analisar materiais arqueológicos oitocentistas, assim presumi que saberia conduzir com certa facilidade a atividade. Todavia, quando comecei a manusear a coleção notei algumas particularidades: <strong>no acervo antártico existem categoriais que não são comuns nos sítios brasileiros (especialmente itens orgânicos, como tecidos, couros, madeiras, peles etc) e inexistem outros, que são muito frequentes (principalmente louças e cerâmicas de barro</strong>).</p><p>Nesse momento, entendi que não poderia tratá-los como as coleções que conhecia.</p><p>Há cerca de cinco anos tenho me familiarizado com os materiais e me inserido em várias outras atividades do projeto. Nesse período, praticamente recebi uma nova formação acadêmica que tem me feito refletir criticamente sobre metodologias de trabalho, concepções de pesquisa e o meu próprio entendimento sobre o que é Arqueologia; além de praticar a docência no ensino superior, experiência completamente nova para mim.</p><h4>As viagens frustradas</h4><p>No primeiro ano, por não ter o TPA (Treinamento Pré-Antártico), não pude participar da Missão Antártica; no segundo ano, já com TPA, participei da <a href="https://www.defesa.gov.br/noticias/13939-marinha-do-brasil-inicia-a-34-edicao-da-operacao-antartica">Operantar XXXIII</a> (Operação Antártica 33), mas fiquei ancorada em Punta Arenas, no Chile, devido a problemas com o Napoc (Navio de Apoio Oceanográfico) Ary Rongel, e acabei retornando para o Brasil — com muita frustração — sem ter chegado lá. Nesse episódio, o navio necessitou de reparos justo na fase em que me encontrava embarcada, o que fez com que minha viagem se encerrasse no porto chileno e não chegasse ao seu destino.</p><p>O desapontamento por não ter ido, ao contrário de me desiludir, serviu como um incentivo, depois de tanta preparação (treinamentos, exames médicos, aquisição de roupas e equipamentos, relatos, conversas, pesquisa etc) queria muito conhecer o lugar de onde os materiais que eu analisava haviam sido retirados, além disso, visto que o projeto pesquisa os primeiros contatos humanos com o extremo sul, queria eu mesma viver essa experiência.</p><p><strong>Eu criava inúmeras imagens sobre o que poderia ser o continente gelado</strong>. No geral, o associava à cor branca, pensando o gelo, o frio, a ausência de pessoas e de coisas. Essa associação foi reforçada por uma foto tirada por um dos pesquisadores do projeto em 2012, na qual céu e chão se confundem em branquitude. Essa imagem manteve-se comigo por muito tempo.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/823/1*5xc2IYHXTXkje-wwX24xdw.png" /><figcaption>Branquitude no continente gelado (Foto: Anderson Alves-Pereira, 2012)</figcaption></figure><h4>Finalmente, Antártica!</h4><p>Quando finalmente conheci a Antártica, em 2016 (depois de 3 anos de projeto!), percebi que o branco não se realizava. <strong>A Antártica possui cores, cheiros, texturas, vida e outras sensaçõe</strong>s; diferentes das que estou acostumada, mas que não significam ausência.</p><p>Na Antártica faz frio (muito frio), frio o tempo todo; mas admito que esperava temperaturas mais baixas. Na verdade, achei o vento pior que o frio, ele te carrega, te empurra, te atrasa e se impõe. Tem bastante luz, os dias são longos e o sol praticamente não se põe. Os animais são soberanos, não gostam da nossa presença. Exceto pelos pinguins, geralmente muito curiosos; focas, elefantes e lobos marinhos soltam vários rugidos para expressar seu desconforto com a nossa aproximação. Seus cheiros, inclusive, não são convidativos. As montanhas, cobertas de gelo, emolduram a paisagem.</p><p>Subir ou descer (para chegar aos sítios ou acampamento) não são atividades fáceis, especialmente se os cumes forem íngremes e o vento não estiver a favor. O solo, para minha surpresa, não se configura em gelo unicamente: pedregulhos, areia, musgos, líquens, algas e até micro animais o preenchem com cores e odores (esse último associa-se, substancialmente, ao guano das aves marinhas). As praias incitam à apreciação do anil marítimo. O Oceano Atlântico e Pacífico adornam a região mais radical do Mundo e lhes conferem imensidão.</p><p><strong>Pesquisar a Antártica é algo que se aprende pesquisando, é no dia a dia que nos tornamos investigadores polares</strong>. Uma das coisas que mais tenho aprendido nesses anos é deixar-me afetar por este continente, deixar que ele me envolva, me constitua e me transforme. Estou tentando vivenciar, a cada operação, a experiência única de estar no lugar onde poucos terão (e/ou tiveram) a oportunidade de ir.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/825/1*njiO98VeqF6yYxDsvbJf9g.png" /><figcaption>Operando o Laser Scan 3D no sítio arqueológico Cerro Negro no primeiro acampamento antártico (Foto: André Siqueira, 2016)</figcaption></figure><p>Entendo que fazer pesquisa arqueológica na Antártica é acostumar-se com os imprevistos do clima; é inteirar-se da rotina de um navio; é assumir o balanço do mar como um hábito motor; é adquirir um condicionamento físico mínimo para aguentar as atividades no acampamento; é ter o peso aumentado em cerca de 10Kg com as diversas camadas de roupas (além dos muitos chocolates); é acostumar-se a comer e cozinhar com mantimentos instantâneos; é descobrir um jeito de dormir com o pé gelado, dentro de um saco apertado e cheio de cobertores; é conviver intensamente com pessoas muito diferentes de você; e, principalmente, é conhecer-se melhor, entendendo suas limitações e superações.</p><p>Antes de ter conhecido a Antártica, perguntava como era estar lá. Normalmente me respondiam: “é inenarrável!”. Isso me incomodava profundamente! Porém, hoje em dia, <strong>entendo que o fato de ser um lugar tão diferente do que somos acostumados — especialmente por efeito do clima e das características geomorfológicas — faz com que não tenhamos referências para descrevê-lo</strong>.</p><p>Tentei (fortemente) fugir do “inenarrável”, entretanto (certamente) muitas coisas me escaparam e muitas delas (infelizmente, ou não), ficarão marcadas apenas na minha memória.</p><p>A verdade é que abaixo da neve, ou totalmente descoberto dela, o terreno pedregoso antártico esconde histórias sobre o contato humano com esse território (no passado e no presente), as quais não estão registradas em livros, diários ou artigos; mas se encontram impressas nas coisas e nas pessoas que o conheceram, compondo nossas performances e corporalidades, dentro e fora da Antártica</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/733/1*VkECSRnFlPpju_37ihca2g.png" /><figcaption>Retorno ao acampamento de 2018 (Foto: Ygor Tinoco, 2018)</figcaption></figure><p>— —</p><p><strong>*</strong> Texto compartilhado do blog do projeto <a href="https://twitter.com/Leach_ufmg"><strong>Paisagens em Branco</strong></a>: <a href="http://www.leach.ufmg.br">http://www.leach.ufmg.br</a></p><p><strong>**</strong> <strong>Fernanda Codevilla Soares</strong> é responsável pelas atividades de análise de materiais e ações de medição entre arqueólogos e não arqueólogos no Projeto “Paisagens em Branco”. Licenciada em História (2003), especialista em Processos Interdisciplinares em Arqueologia (2008), mestre em Integração Latino — Americana (2006) e doutora em Quaternário, Materiais e Cultura pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro — Portugal (2012). Teve formação complementar no Programa de Especialização em Patrimônio do Iphan (2008) Atualmente desenvolve estágio pós-doutoral no Laboratório de Estudos Antárticos em Ciências Humanas (Leach) da Universidade Federal de Minas Gerais.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=f171cb8b94ad" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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