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Ser Feliz no Trabalho

outubro 16, 2011

Na preguicinha de dia de chuva, resolvemos por não fazer almoço.

ImageEnquanto comíamos observamos um determinado garçom. Fazia malabarismo entre as mesas e lotava as bandejas de copos vazios e latas de coca-cola. Sempre com muita pressa, sempre com muita euforia. Não deu muito tempo o caro colega, com a bandeja tão cheia que mal podia ver adiante derrubou vários dos vidros entulhados sobre ela.

Revoltado, limpou o chão catando caco por caco e gastou preciosos minutos ali naquele processo de amenizar o desastre. Chão limpo, voltou a lotar as bandejas, ainda com pressa e agora com raiva.

– Logo hoje eu tive que derrubar a bandeja. Comentou enquanto recolhia meu prato. Eu, para a amenizar a situação, ou não, respondi.

-Ah. Nem Liga, não foi a primeira vez que isso aconteceu e aposto que não será a última.

Ele para completar a conversa narrou a vez que estava entrando na cozinha com uma pilha tão gigantesca de pratos que não conseguiu ver um desnível no chão. Caiu, junto com todos os pratos entre o salão e a cozinha.

Eu para completar então respondi. “O importante é não se machucar”.

E o garçom mais que depressa falou: “Machucado ou não ele mandam vir trabalhar no dia seguinte do mesmo jeito, num importa se tá todo quebrado em casa”.

Não ousei mais abrir a minha boca, mas guardava dentro de mim a certeza que enquanto não se é feliz no trabalho, nem o simples serviço de carregar pratos será bem feito.

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Palhas Italianas.

outubro 11, 2011

Certo dia estava em um restaurante x e vi um brilho diferente sobre o balcão. Lá estava escrito: Palha Italiana. Imediatamente meu sorriso se abriu e não pude deixar de comprar. Me decepcionei logo na primeira mordida. Aquilo é qualquer coisa, menos palha italiana, só porque leva os mesmos ingredientes quer dizer que é a mesma coisa?? A não, aquilo era uma afronta.

A palha italiana é o doce da minha vida, faço desde criança, e não posso permitir que manchem o nome do doce desse jeito. O que fazer então?? Concorrência.

É isso aí. Agora eu vendo palha italiana. A verdadeira.

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Quem quiser comprar é 2,00 comigo. Já para os lugares em que forneço e fornecerei eu não sei quanto sairá.

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Rouxinol

setembro 23, 2011

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Motivos de alegria, para muitos ele não tem. Só ele conhece seus motivos.

Só ele é capaz de valorizar o vento, mesmo que esse o atrapalhe.

Só ele é capaz de reconhecer a importância do seu trabalho.

Durante toda a manhã assobia seu repertório enquanto, com suas ferramentas: vassouras improvisadas e rastelos, recolhe as folhas de árvores que o tempo secou e o vento levou ao chão.

Os passantes mal o observam, mas ele não se importa. O assunto dele é com os pássaros. Esses, respondem com grande animação.

Conhecido como Rouxinol, dá bom dia as árvores anciãs e respeita seus espaços. Convive com elas em perfeita harmonia, Tirando de cada detalhe da natureza que o cerca a alegria que motiva seus assobios.

Texto inspirado no senhorzinho
que limpa a praça central da usp-são carlos.
Ele recebeu o texto original.

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Não tenha Medo…

setembro 21, 2011

Que você possa escrever uma bela história de amor.

E, se escrever, não tenha medo de falhar.

E, se falhar, não tenha medo de chorar.

E, se Chorar, não tenha medo de suas lágrimas.

Repense sua vida, mas não desista.

Não cobre demais de si nem do outro.

Dê sempre uma chance para si mesma.

Augusto Cury
Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis

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Eu venci a bicicleta

setembro 15, 2011

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Não sei quantos se lembram, mas a mais ou menos um mês atrás eu prometi voltar a fazer exercícios. Cumprindo a minha promessa, fui procurar a academia certa e a atividade certa. A academia, depois de muito andar (visitei 5)  resolvi continuar na mesma. A Natação eu mantive, mas confesso que estou um pouco relapsa com ela ultimamente. Logo, logo, eu volto.

Nesse mês eu fiz um pouquinho de cada coisa…

Natação, Malhação, Caminhada, Jump, Muay Thay, Pilates e finalmente Spinning.

Resultado?

Bom.. querem saber se eu emagreci?? NEM UM GRAMINHA SEQUER!!

Deve ser porque não controlei a minha alimentação e o que mais tenho feito é puxar peso.

Minha alegria do dia foi por conta do tão temido spinning. Tinha medo de passar vergonha, descendo da bicicleta antes de terminar a aula, como fiz na caminha elástica do jump. Mas, eu consegui.. por todos os 45 minutos de aula pedalei fortemente, senti dores, tive vontade de urrar de dor, mas eu aguentei, isso depois de malhar…

Minhas pernas amanhã estarão super doloridas, .  Segundo avisos, sentirei dores acima das coxas, por enquanto digo que valeu a pena pela superação, depois de sentir todas as dores, eu comento se mantive a opinião.

Um grande abraço.

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Parabéns para Vitória

setembro 9, 2011

Ontem foi aniversário da minha querida cidade natal. Minha amada vitória completou 460 anos. É a segunda capital mais antiga do país.

Homenageando a velhinha, colocarei algumas fotos tiradas em um passeio que fiz com irmã, mãe e amigos pelas águas que banham a minha cidade maravilha…

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Sonhos e Imagens

setembro 1, 2011

Sonhar é sempre bom. Mas não basta só isso né?  Tudo depende do que faremos a respeito!!

Sem muito falar, vou deixar fotos. Elas representam um pouco de cada um dos sonhos que passam na minha cabecinha a curto, médio e longo prazo.

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Ser uma Velhinha Satisfeita

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Ter um Pug engraçadinho

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Pesquisa...

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Aprender a Costurar

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Um casamento pequeno e simples no campo

Uma viagem bem diferente

Uma viagem bem diferente

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Dispensa comentários...

Todas as fotos fazem parte do Shutterstok, um banco de dados gigantesco onde podemos encontrar todo tipo de imagens quer quisermos. Passo boas horas me divertindo olhando as mais variadas figuras.

Que tal você fazer também uma galeria com os seus sonhos? Clica aqui!

Obs: Uma dica é escrever em inglês na busca do site.

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Mulher Guerreira

agosto 23, 2011

O Cortador de unhas e o alicate já te acompanham para o Box. Retirar a cutícula? Nada disso, só os fiapinhos que brotam nos cantos.  A Lixa vai dentro da bolsa para ser usada em trânsito, preferencialmente quando se está caminhando, ou correndo,  em alguns casos.

A Base é passada em horário de almoço, com um site de notícias aberto no tablet que você acessa já da cozinha. Ele foi eleito seu companheiro de refeições. Com a base passada, tudo que pode fazer agora é apertar, com muito cuidado, os botões do microondas que preparará a última das 10 lasanhas que você comprou no dia 5, e rolar a página de notícias. Lembrando que as lasanhas foram compradas para quando fossem extremamente necessárias, ou seja,  quando seu horário de almoço fosse extremamente reduzido.  Dez minutos e pronto, base seca e comida na mesa. Várias garfadas, escova no dente e rua.

O esmalte? Vai ter que ficar para a noite. A cor é escolhida pela memória, ou já cansou de pensar em escolher e usa sempre o mesmo vermelho de secagem rápida e camada única, se possível. Chega em casa cansada, toma o banho mais que merecido já sonhando com a cama.

Não fosse o alicate ali no Box, teria se esquecido das unhas. Já tarde da noite, pega o vidrinho de esmalte, o palito e o removedor, se ajeita na cama com travesseiros nas costas, mesinha do notebook no colo e começa a esmaltação. Quando termina de pintar, seus olhos já se fecham, mas você se sente uma vitoriosa, afinal fez mil e uma coisas no seu dia e ainda conseguiu fazer as unhas. Isso sim que é mulher guerreira. Com todo o cuidado, troca a mesinha por um dos travesseiros e dorme imóvel com as mãos sobre ele. Quando o despertador toca, confere se as unhas sobreviveram. “Ufa, essa noite elas aguentaram”. Você sai de casa correndo, mas feliz, afinal, não vai ter que comer lasanha mais uma vez.

Pior que lasanha, querida, vai ser engolir a chefe quando ela disser:
“Já vi que ontem você ficou só na folga né? Deu tempo até de fazer as unhas…”

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Ocupada sem perder a elegância!!

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Adolescência Tardia

agosto 21, 2011

Chegar em casa, se trancar no quarto, colocar o fone de ouvido no alto e se jogar na cama é algo meio tardio para mim, que tenho 22 anos.  Sentar numa cadeira de um cursinho durante toda uma tarde também o é.  Um breve momento de adolescência tardia não deve fazer mal algum.

Vou aproveitar o momento.  Amanhã as aulas serão outras, as cadeiras também. Vou voltar a sentir saudades do meu tempo de ensino médio, do tempo que tinha apenas uma prova difícil para me preocupar, o vestibular. Agora tenho uma dúzia de provas por semestre, todas difíceis.

De volta à cadeira do “cursinho” pude comparar o quanto eu cresci desde que estava de fato alí para estudar. Pude observar o quanto a universidade e a idade me transformaram e o quão falha está a educação.  Apesar disso, tenho que parabenizar o ministério da educação pelo ENEM. A nova proposta de prova está infinitamente melhor e busca privilegiar o potencial do aluno, deixando um pouco de lado a decoreba de alguns vestibulares e dando importância a habilidades mais úteis para todo o restante da vida do aluno. Busca enxergar a capacidade de assimilação de conteúdos diversos e interligação dos temas e realmente tem conseguido. Muito bacana, não é?

Quando passei da cadeira para frente da turma senti aquele frio na barriga, todo o nervosismo da primeira vez dando uma aula de verdade, mas os alunos estavam mesmo interessados e isso me motivou. Foi uma delícia dar aula para eles. Senti como se aquele lugar me pertencesse e que estávamos destinados um para o outro. Um pensamento da adolescente tardia? Pode ser, mas é assim que sinto e ninguém pode mudar a minha cabeça de 17 anos que acabou de ter a certeza do que quer.

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Aceito maças, mas prefiro uva.

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De porcelana

agosto 18, 2011

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A poeira sobre a minha pele incomoda. Muito tempo guardada no armário não fez bem para a minha alva pele. Já comecei a descascar. Preciso de mais que um banho. Talvez uma nova pintura.  Quem sabe assim fico mais satisfeita, com a coragem renovada. Preciso encontrar a minha nova dona. Voltar a ser amada.

Preciso voltar a sentir os braços quentinhos a me abraçar. Enquanto isso eu espero. Com a mesma esperança de uma criança que aguarda a chegada da sua boneca. Eu e a criança estamos guardadas uma para a outra, eu aqui nesse armário, empoeirada e a criança que aguardo, ainda no ventre daquela que já me amou como filha.

 


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