Jetstortopia


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No video abaixo vamos dar uma olhada no material da Marvel publicado pela Editora Bloch nos anos 70. Foram 15 títulos de super-heróis, além de Conan, entre 1975 e 1978, sendo o Homem-Aranha o mais longevo com 33 números. Segundo o Guia dos Quadrinhos:

” Criada por um dos mais importantes conglomerados da imprensa brasileira, o grupo Bloch, que começou a ser erguido pelo imigrante russo Adolpho Bloch em 1952, a Editora Bloch adquiriu a partir de 1975 os direitos de publicação da Marvel Comics com uma proposta inovadora: todos os personagens Marvel teriam revistas própria. Com o tempo, a maioria dos títulos de super-heróis foi cancelada, substituidos por títulos de horror e monstros, e em parte por causa destas decisões, em 1978 a Marvel rescindiria o contrato com a Bloch.”

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Segundo o excelente Almanaque das Curiosidades Marvel Brasil de Alexandre Morgado, no primeiro semestre de 1975 foram iniciadas as publicações de Capitão América, Homem-Aranha e Mestre do Kung Fu em fevereiro: O Poderoso Thor e O Incrível Hulk em marco e abril; e Homem de Ferro, Tocha Humana, Namor e Demolidor em maio e junho. Já no segundo semestre foram lançados Ka-Zar em outubro e Vingadores em novembro, além de Punhos de Aço em 1977 e Motoqueiro Fantasma em 1978.

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As edições da Bloch são folclóricas pelas liberdades editoriais que resultaram em opções bizarras de colorização e uso de expressões idiomáticas e gírias muito peculiares da época, além de escolhas de nomes de personagens diferentes do convencional.

Hoje em dia são verdadeiras pérolas setentistas que encapsulam perfeitamente o clima cultural daquela década. E olhando no detalhe, nem mesmo as editoras posteriores que passaram a publicar a Marvel no final dos anos 70, escapam das críticas às suas adaptações editoriais, ainda que nada tão chamativo como as escolhas da Bloch.


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Utilizando um PC com processador i5 4590T, 16Gb RAM, HD de 500Gb e uma GeForce 1030GT com 2Gb de memória de vídeo, vamos no video abaixo testar a migração de um Windows 10 para a versão IoT LTSC 21H2 2021 64 bit – que oferece suporte prolongado de atualizações de segurança até 2032.

Tendo baixado uma ISO da versão LTSC do Windows 10 PT-BR do Internet Archive, vamos usar o aplicativo Winboot sugerido pelo canal Sayro Digital – que funciona como um pré -instalador que permite que se possa escolher a versão desejada e a maneira como será instalada – para poder preservar todo o conteúdo e configurações anteriores do Windows 10 Home previamente instalado.


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Desde o fim do suporte do Windows 10 em outubro passado, e a crescente rejeição ao Windows 11 devido as restrições de instalação e ao bloatware de IA embarcado que ninguém pediu, tem aumentado significativamente a adoção do Linux como sistema operacional principal.

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Por critérios como estabilidade, atualizações periódicas e modernizações de interface, vamos focar neste video na distribuição mais utilizada atualmente por aqueles que migram do Windows ou mesmo do Mac para o Linux, o Zorin OS versão 18 – reputado como a de mais fácil instalação e utilização dentre as versões disponíveis.

O sistema é configurado para avisar sobre novas atualizações e possui uma loja de aplicativos plenamente funcional e que procede a instalação dos mesmos sem necessidade de operações secundárias – outro destaque é a capacidade de instalação de vários aplicativos Windows devido a integração do software de compatibilidade Wine ao sistema,

No final a esperiência geral é bem positiva, sendo que o sistema possui uma interface quase sem fricção e totalmente voltada a um usuário que migre suavemente do Windows ou do MacOS, a ponto de se tornar um Linux totalmente capaz de se transformar em seu sistema operacional principal.

(Hardware utilizado: i5 4590T, 16Gb RAM DDR3, SSD SATA 500Gb, GeForce 1030GT 2Gb)


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Já saiu o segundo volume da Edição Absoluta de Batman vol 2 por Neal Adams pela Editora Panini, que abrange material lançado entre 1969 e 1971, originalmente.

No short abaixo vamos dar uma olhada em como ficou mais esta edição dedicada à arte e capas do artista que revolucionou o Homem Morcego na Era de Bronze, junto a gigantes como Denny O’Neil e Frank Robbins nos roteiros e Dick Giordano na arte-final.


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Com a recente notícia de que a tradução do mítico jogo Segagaga para o Dreamcast foi finalmente completada para o inglês, vamos neste video dar uma olhada na edição de colecionador desse incrível game e, em seguida, em como jogá-lo na versão com o patch de tradução em um emulador.

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Segagaga foi um dos últimos jogos lançados pela Sega para o Dreamcast em 2001, pelo estudio interno AM3 – rebatizado como Hitmaker, criador de sucessos como Virtua Tennis e Crazy Taxi 2 sendo uma das produções mais bizarras e lendárias da companhia. Trata-se de um tipo de RPG recheado de humor e referências à empresa, bem ao estilo do que já havia sido feito com o personagem Segata Sanshiro, para o Saturn.

No jogo encarnamos um jovem personagem que, ao lado de sua colega, foi escolhido pelo supercomputador da empresa, o TeraDrive, para liderar o projeto Segagaga, que visa evitar a derrocada final da companhia e mesmo do mercado de games como um todo, ao vencer inimigos em batalhas de turnos e administrar os desenvolvedores na produção de jogos de sucesso dentro de um orçamento e prazo limitados, tendo portanto também um componente de simulação com altas doses de paródia e humor típicamente japonês auto-referente – como a referência à rival Sony, que no jogo chama-se Dogma.

A edição especial aqui mostrada vem com o jogo, pins, uma agenda e uma camiseta. Porém o jogo em si é praticamente impossível de ser jogado por alguém não fluente em japonês, e por anos soubemos de uma tradução por fãs em andamento que finalmente foi finalizada, tornando-se agora o game jogável para nós ocidentais fãs da Sega e do Dreamcast.

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Para isso devemos baixar a ISO do jogo em versão GDI para ser utilizada em um emulador, além da BIOS do Dreamcast, também necessária para a emulação, ambos recursos que devem ser baixados após uma simples busca por eles na internet. Em seguida será necessário baixar o patch no GitHub dos tradutores, e também o aplicativo necessário para aplicar o patch ao jogo, o Universal Dreamcast Patcher. Após deszipar todos os arquivos baixados, basta escolher a ISO do jogo e o patch de tradução através do programa e proceder à aplicação do mesmo.

Utilizando no caso o emulador Demul, a ISO patcheada deve ser movida para a pasta roms que deve ser criada dentro da pasta do emulador, e dentro dela deve ser copiada também a BIOS do Dreamcast, zipada com o nome DC.zip. Uma vez configurados os caminhos para os jogos, para os drivers e feita a configuração do controle – de acordo com este tutorial basta escolher o jogo que ele irá abrir, agora totalmente traduzido graças aos esforços dos devs ExxistanceDC, megavolt85, MadSheep, VincentNL e Derek Pascarella.


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No video abaixo vamos mostrar um breve passo a passo de como instalar a versão modificada de um Windows 10 LTSC que se parece totalmente com um Windows 7, agora sendo utilizada a nova versão Classic 7 desse mod – porque alguns devs remanescentes do grupo inicial que desenvolveu a versão Classic 7 original, depois atualizada para Reunion 7 conforme demonstrado em um vídeo anteriorvoltou a chamar a versão mais atual de Classic 7 novamente após a dissolução do grupo, sendo esta última então versão mais recente do mod.

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O primeiro passo é fazer o download da imagem ISO do Classic 7 atualizado no site dos desenvolvedores. Em seguida é necessário preparar um pendrive de no mínimo 8Gb para a gravação da imagem através do Rufus – atenção para escolher corretamente a letra do drive correspondente ao pendrive que será utilizado, pois o processo irá formata-lo e apagar todo o conteúdo que houver nele – além de escolher o sistema de partição GPT/BIOS UEFI pois trata-se de um Windows 10.

Neste caso vamos utilizar em um PC com processador i5 4590T, 16Gb RAM, SSD de 500Gb e uma GeForce 1030GT com 2Gb de memória de vídeo. Uma vez pronto o pendrive, antes de utilizá-lo é necessário configurar a BIOS do PC para que ele seja inicializado pela USB, e não pelo HD ou SSD.

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Uma vez rebootada a máquina com o pendrive inserido em uma porta USB, a tela de instalação do Classic 7 irá surgir automaticamente, bastando seguir o precedimento padrão de instalação de um Windows – escolhendo o disco onde o sistema será instalado e aguardando o procedimento de instalação. Por fim será necessário configurar a língua, data e hora padrões para finalizar a instalação, e após a inicialização do sistema será necessário inserir uma chave de ativação válida para Windows 10.

No caso da instalação em uma máquina virtual não será necessária a criação de um pendrive de boot, bastante escolher uma configuração compatível com os requisitos de um Windows 10 e em seguida escolher a ISO do Classic 7 para dar início à instalação. O resultado será um sistema operacional com toda a estética e funcionalidades de um Windows 7, porém rodando em um kernel de Windows 10 – mais rápido, funcional e pote mais seguro que um Windows 7 original.


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Neste video vamos testar um recurso que muitos fãs do Xbox 360 desejam, que é o de poder voltar a usufruir da dashboard original do console, a saudosa Blades – lançada junto com as primeiras unidades do aparelho em 2005 e tendo durado até ser substituída em 2008 pela New Xbox Experience, ou NXEnovamente em um console original sem ser modificado por RGH ou JTAG.

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Junto à revolução na cena do 360 que foi o destravamento via software há quase um ano atrás – coberto extensivamente aqui no blog através de vários vídeosa possibilidade de utilizar a Blades junto ao exploit Abadavatar, conforme demonstrado no canal do Rubens Yama, vem consolidar o desejo da comunidade de usufruir do melhor da antiga interface com a maior liberdade possível de utilização do console sem necessidade de modificações permanentes.

Para este procedimento é recomendável utilizar um pendrive exclusivo formatado em FAT 32, e o console necessita ser original sem destravamento via hardware – além de estar atualizado no kernel 17559 e que o mesmo esteja offline durante o processo, neste último caso para evitar banimento:


50th Anniversary Treasury Edition: Superman vs. The Amazing Spider-Man – Facsimile Edition 2026 – reedição da versão original do primeiro crossover entre Marvel e DC de 1976, com roteiro por Gerry Conway e arte por Ross Andru, Neal Adams, Carmine Infantino, Dick Giordano, John Romita Sr, Joe Rubenstein & Terry Austin.

Segue abaixo um short comparando a primeira edição brasileira da publicação, lançada pela Editora Ebal em 1977, com o fac-simile norte-americano lançado em 2026 – a Editora Panini promete a versão brasileira deste último para abril deste ano:

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Uma ótima notícia pra quem curtiu um post recente aqui no blog – que relatava que os jogos em Mega LD do Pioneer LaserActive se encontram plenamente jogáveis via emulação – é que segundo matéria no Time Extension agora os jogos em laserdisc da NEC para o LaserActive, chamados de LD ROM², também podem ser jogados no emulador Ares, por ora ainda em versão beta.

Roger Sanders (Nemesis), o mesmo Dev responsável pela emulação do Mega LD, trabalhou no projeto do LD-ROMos jogos lançados para o NEC LD ROM² do Pioneer LaserActive possuem tamanhos em torno de 30Gb cada e estão disponíveis na página do projeto. No video abaixo vamos dar uma olhada como ficou o shooter Vajra, exclusivo do sistema, rodando no nightly build do emulador Ares.


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O talentoso e profícuo desenhista Sal Buscema – um dos maiores nomes da Era de Bronze dos quadrinhos – veio a falecer este mês poucos dias antes de completar 90 anos de idade, conforme anunciado em primeira mão pelo HQRock a partir de postagem do escritor J. M. DeMatteis.

Filho de imigrantes italianos e nascido em Nova York. Sal era o irmão mais novo de outra lenda dos quadrinhos de super-heróis, John Buscema (1927-2002). Ao longo de sua carreira, Sal trabalhou principalmente na Marvel tendo iniciado no final da década de 60 e assumido títulos emblemáticos da Editora tais como Vingadores, Defensores, Capitão América e Hulk com grande sucesso e por longos períodos.

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Sal era muito requisitado devido a sua velocidade no lápis gerando uma grande capacidade de produção, e por isso a qualidade de sua obra dependeu muito de seus arte-finalistas – com destaque para John Veerporten (1940-1977), Joe Staton e Klaus Janson – que davam um realce próprio ao seu belo traço.

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Foi co-criador de personagens tais como os vilões do Zodíaco, do Esquadrão Supremo e a Capitã Jean deWolff em Marvel Team-Up. No final dos anos 70 e início dos anos 80 teve uma longa e bem sucedida estadia ao lado de Bill Mantlo no título de ROM o Cavaleiro Espacial e uma passagem pela DC. Já no final dos anos 80 e anos 90 permaneceu por quase dez anos como titular de Spectacular Spider-Man, onde atualizou de forma bem sucedida seu traço para acompanhar o estilo mais exagerado e violento da década, por influência do sucesso da Image.

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