Já estamos todos mortos quando vivos nestas poses que emprestam aos retratos certo ar de documento do quanto fomos, gente, para algum arremedo de posteridade. Ah, já estamos mesmo todos mortos quando abrimos os olhos  e arreganhamos os dentes diante de algum fotógrafo.

Recebi hoje um e-mail da poeta Ana Peluso com essa ação de apoio. Não conheço o dramaturgo, mas resolvi replicar aqui e dar uma força. Os comentários da imprensa sobre o que aconteceu com ele são simplesmente lamentáveis. Onde chegaremos com tanta ignorância? Sinceramente, não sei.

“Fazendo poesia, vamos, os delicados”

Por  Gerana Damulakis Kátia Borges não precisa mais de avaliações. Sua poesia já está inserida na literatura baiana contemporânea como uma das vozes mais singulares. Voz enriquecedora, pois que aumenta a quilatagem que a nossa poesia alcança. No implacável conteúdo emocional, nas constatações que procuram a cumplicidade do leitor, a poeta alicia. O segundo livro …

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