Bagó

TRANQUINAL®

LABORATÓRIOS BAGÓ DO BRASIL, presente em 50 países, tendo como principal objetivo servir à classe médica e aos pacientes com excelência, dedicando especial atenção ao padrão de qualidade de seus produtos, informa que recebeu o deferimento do cancelamento do registro da apresentação do medicamento Tranquinal (alprazolam) 0,25 mg, com número de registro:

  • MS nº 1.5626.0021.005-4

As outras apresentações do medicamento Tranquinal (alprazolam) permanecem ativas no mercado. Ressaltamos que o cancelamento deste produto não trará prejuízo aos pacientes. Orientamos que os pacientes consultem seu médico para verificar a melhor conduta para a continuidade do tratamento.

Colocamo-nos à disposição para maiores esclarecimentos em nossa central de Serviço de Atendimento:
E-mail: sac@bago.com.br Telefone: 0800 2826 569 WhatsApp: 800 2826 569

Tranquinal® - Comprimido Simples - 0,25 mg / 0,50 mg / 1,00 mg / 2,00 mg

TRANQUINAL® - Bula pacientes

TRANQUINAL®

(alprazolam)

Laboratórios Bagó do Brasil S.A.
Comprimido
0,25 mg / 0,50 mg / 1,00 mg / 2,00 mg

Bula para para pacientes
Versão 008

TRANQUINAL®
Alprazolam

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA.

APRESENTAÇÕES
TRANQUINAL® comprimidos de 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg ou 2 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL
USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS DE IDADE

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg ou 2 mg de TRANQUINAL® contém o equivalente a 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg e 2 mg de alprazolam, respectivamente.
Excipientes de TRANQUINAL® comprimido de 0,25 mg, 0,5 mg e 2 mg: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, docusato de sódio, estearato de magnésio, lactose, macrogol e povidona.
Excipientes de TRANQUINAL® comprimido de 1 mg: celulose microcristalina, Punzó 4R, croscarmelose sódica, docusato de sódio, estearato de magnésio, lactose, macrogol e povidona.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
TRANQUINAL® (alprazolam) é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade. Não deve ser administrado como substituição ao tratamento apropriado de psicose (quadro de delírio e alucinações).
Os sintomas de ansiedade podem incluir de forma variável: tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia (dificuldade para dormir) e/ou hiperatividade neurovegetativa (respiração curta e superficial, sufocação, palpitações ou aumento dos batimentos do coração, mãos frias e suadas, boca seca, tontura, enjoo, diarreia, gases, rubores (vermelhidão no rosto), calafrios, vontade de urinar frequentemente, dificuldades de engolir, mudanças no tom de voz, etc.), resultando em manifestações corporais variadas.
TRANQUINAL® também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras condições, como a abstinência ao álcool, no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia (medo de estar em espaços abertos ou no meio da multidão), cuja principal característica é a crise de ansiedade inesperada com um ataque repentino de apreensão intensa, medo ou terror.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
TRANQUINAL® contém alprazolam, um medicamento da classe dos benzodiazepínicos que atuam no sistema nervoso central. A maneira como TRANQUINAL® age não é totalmente conhecida. De forma geral, todos os benzodiazepínicos causam uma diminuição em várias funções do sistema nervoso central relacionado também à dose, que pode ir desde um comprometimento leve dos reflexos e desempenho diário até o sono provocado ou quadro de sedação.
Após administração oral, alprazolam (princípio ativo de TRANQUINAL®) é rapidamente absorvido. A concentração máxima do medicamento no organismo ocorre 1 ou 2 horas após a administração. No tratamento de transtornos de ansiedade em alguns pacientes, a ação de TRANQUINAL® no alívio dos sintomas foi rápida. Uma dose administrada pela manhã pode trazer o efeito dentro de 1 a 2 horas após a administração em adultos saudáveis.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você alguma vez já apresentou reação alérgica ao alprazolam, a outros benzodiazepínicos, ou a qualquer componente da fórmula do produto, não use TRANQUINAL®.
TRANQUINAL® também não deve ser usado caso você tenha miastenia gravis (uma doença de nervos e músculos que resulta em fraqueza muscular) ou glaucoma de ângulo estreito agudo (aumento da pressão dentro dos olhos).
Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Recomenda-se que a dose de TRANQUINAL® seja limitada à menor dose eficaz. Portanto, não aumente a dose prescrita sem consultar seu médico, mesmo que você ache que o medicamento não está mais fazendo efeito.

A redução da dose do medicamento deve ser feita sob supervisão rigorosa e deve ser gradual. Os sintomas relacionados à interrupção repentina do medicamento incluem desde leve disforia (alterações de ânimo e irritabilidade) e insônia (dificuldade para dormir) até um conjunto de sintomas mais importantes, que inclui cãibras musculares, cólicas abdominais, vômitos, sudorese (suor excessivo), tremores e convulsões (ataques epilépticos). Podem, também, ocorrer crises epilépticas (ataques epilépticos repetidos). Vide item 6 – Como devo usar este medicamento? – Interrupção do Tratamento.

Se você tem problemas nos rins ou no fígado, seu médico deve acompanhar seu tratamento adequadamente tomando os devidos cuidados.

Habituação (condição relacionada ao consumo repetido de um medicamento, observando-se o desejo de continuar seu uso, mas com pouca ou nenhuma tendência a aumentar a dose) e dependência emocional/física podem ocorrer com benzodiazepínicos, inclusive com TRANQUINAL®. Assim como ocorre com todos os benzodiazepínicos, o risco de dependência aumenta com doses maiores e utilização por tempo prolongado e é ainda maior se você tem história de alcoolismo ou abuso de drogas.

Há relatos de mortes relacionadas à superdose quando TRANQUINAL® é utilizado com outros depressores do sistema nervoso central (SNC), incluindo opioides, outros benzodiazepínicos e álcool. TRANQUINAL® deve ser adequadamente armazenado e descartado quando não utilizado (vide item 8 – Quais os males que este medicamento pode me causar? E item 9 – Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?). Seu médico deve avaliar periodicamente se o tratamento com TRANQUINAL® está sendo adequado para você.

Transtornos do pânico têm sido associados a alguns tipos de transtornos depressivos e a relatos aumentados de suicídio no caso de pacientes que não são tratados. Dessa forma, deve-se ter o mesmo cuidado quando doses mais altas de TRANQUINAL® forem utilizadas no tratamento de transtornos do pânico, assim como se tem com o uso de psicotrópicos (medicamentos com ação sobre o psiquismo) para tratar pessoas com depressão ou pessoas em que há razões para se desconfiar de planos ou pensamentos não revelados de cometer suicídio.

A administração de TRANQUINAL® a pacientes com tendência suicida ou gravemente deprimidos, deve ser realizada com as devidas precauções, utilizando as doses apropriadas prescritas pelo médico. O uso de TRANQUINAL® não foi estabelecido em certos tipos de depressão (vide item 1 – Para que este medicamento é indicado?).

Episódios de hipomania e mania (estados anormais de humor expandido onde há excesso de autoconfiança, alegria, grandiosidade, desinibição, excesso de energia, falta de necessidade de sono, impulsividade, entre outros) têm sido relatados em associação com o uso de TRANQUINAL® em pessoas com depressão.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê. Este medicamento não deve ser utilizado caso você esteja amamentando.

Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento com TRANQUINAL®, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. O uso desse medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.

Não consuma bebidas alcoólicas durante o tratamento com TRANQUINAL®.

Não use outros remédios que diminuam o funcionamento do sistema nervoso central (como por ex.: calmantes, remédios ansiolíticos, remédios para insônia, entre outros) durante o tratamento com TRANQUINAL®. Também não utilize TRANQUINAL® caso esteja em uso de remédios para controle de dor da classe chamada de opioides. O uso de TRANQUINAL® com remédios dessa classe (por exemplo, tramadol) pode levar a sedação profunda, diminuição da respiração, coma e morte.

TRANQUINAL® apresenta interações medicamentosas com uma variedade de outros medicamentos, por isso, informe seu médico se estiver tomando outros medicamentos durante o tratamento com TRANQUINAL®, tais como cetoconazol, itraconazol, nefazodona, fluvoxamina, cimetidina, fluoxetina, propoxifeno, anticoncepcionais orais, diltiazem, antibióticos macrolídeos (como eritromicina e troleandomicina), inibidores da protease do HIV (um tipo de medicamento utilizado no tratamento da AIDS) e, especialmente se você for idoso (> 65 anos), digoxina.

TRANQUINAL® possui interações quando administrado com álcool ou medicamentos que produzam depressão do sistema nervoso central por ex.: calmantes, ansiolíticos, remédios para insônia, antiepilépticos, antialérgicos, entre outros que atuem sobre o sistema nervoso central, psicotrópicos, anticonvulsivos e anti-histamínicos.

Estudos in vitro de outros benzodiazepínicos que não TRANQUINAL®, sugerem uma possível interação medicamentosa com os seguintes agentes: ergotamina, ciclosporina, amiodarona, nicardipino e nifenideno.

É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos do início ou durante o tratamento com TRANQUINAL®.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Atenção: Contém Lactose. Para apresentação de 2 mg contém 300 mg de lactose por comprimido. Este medicamento não deve ser administrado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.

Atenção: Contém corante Punzó 4R que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

TRANQUINAL® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Características do produto: TRANQUINAL® 0,25 mg: Comprimidos redondos, biconvexos, na cor branca, gravados com a sigla TRA 0,25 em uma das faces e o logotipo Bagó na outra face. TRANQUINAL® 0,5 mg: Comprimidos redondos, biconvexos, com ranhuras, na cor branca, gravados com a sigla TRA 0,5 em uma das faces e o logotipo Bagó na outra face. TRANQUINAL® 1 mg: Comprimidos redondos, biconvexos, com ranhuras, na cor rosa claro, gravados com a sigla TRA 1 em uma das faces e o logotipo Bagó na outra face. TRANQUINAL® 2 mg: Comprimidos simples retangulares trissulcados, na cor branca, gravados com a sigla TRA 2 em uma das faces.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Uso em Adultos: A dose adequada de TRANQUINAL® deve ser individualizada e será estabelecida pelo seu médico baseada na gravidade dos sintomas e na sua resposta ao tratamento. A dose habitual (vide quadro) é suficiente para as necessidades da maioria dos pacientes. Caso sejam necessárias doses mais elevadas, essas devem ser aumentadas com cuidado, a fim de evitar reações desagradáveis.

Recomenda-se usar a menor dose eficaz, especialmente em pacientes idosos ou debilitados, para evitar o desenvolvimento de sedação (sonolência) excessiva ou ataxia (dificuldade para coordenar os movimentos).

Uso em Crianças: A segurança e a eficácia de TRANQUINAL® em indivíduos com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas.

Duração do Tratamento: Conforme os dados de estudos disponíveis, a duração do tratamento pode ser de até 6 meses para transtornos de ansiedade e de até 8 meses no tratamento dos transtornos de pânico.

Interrupção do Tratamento: Para interromper o tratamento com TRANQUINAL®, a dose deve ser reduzida lentamente, conforme prática médica adequada. É sugerido que a dose diária de TRANQUINAL® seja reduzida em não mais que 0,5 mg a cada 3 dias. Alguns pacientes podem necessitar de redução de dose ainda mais lenta (vide item 4 – O que devo saber antes de usar este medicamento?).

Dosagem Recomendada

Indicação Dose inicial habitual (se ocorrerem efeitos colaterais, a dosagem deve ser diminuída) Intervalo da dose habitual
Transtornos de ansiedade 0,25 mg a 0,50 mg, administrados 3 vezes/dia 0,5 mg a 4,0 mg ao dia, administrados em doses divididas
Transtorno do pânico 0,50 mg a 1,0 mg antes de dormir ou 0,5 mg, administrados 3 vezes/dia A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta do paciente. Os ajustes de dose devem ser aumentados no máximo 1 mg a cada 3 ou 4 dias. Com TRANQUINAL®, doses adicionais podem ser acrescidas até que seja alcançada uma posologia de 3 ou 4 vezes diariamente. A dose média em um grande estudo multicêntrico foi 5,7 ± 2,27 mg, com pacientes necessitando, ocasionalmente, de um máximo de 10 mg diariamente.
Pacientes geriátricos ou na presença de condições debilitantes 0,25 mg administrados 2 ou 3 vezes/dia 0,5 mg a 0,75 mg ao dia, administrados em doses divididas; podem ser gradualmente aumentadas se necessário e tolerado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso você se esqueça de tomar TRANQUINAL® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Os eventos adversos de TRANQUINAL®, se presentes, geralmente são observados no início do tratamento e habitualmente desaparecem com a continuidade do tratamento ou diminuição da dose.

Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com TRANQUINAL®.

Os eventos adversos associados ao tratamento com TRANQUINAL® em pacientes participantes de estudos clínicos controlados e/ou em experiências pós-comercialização são os seguintes:

Reações muito comuns (ocorrem em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento): depressão, sedação, sonolência, ataxia (dificuldade na coordenação motora), comprometimento da memória, disartria (fala empastada), tontura, cefaleia (dor de cabeça), constipação, boca seca, fadiga (cansaço) e irritabilidade.

Reações comuns
(ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
diminuição do apetite, confusão, desorientação (confusão mental), diminuição da libido (desejo sexual), ansiedade, insônia (dificuldade para dormir), nervosismo, aumento da libido (desejo sexual), perturbação do equilíbrio, coordenação anormal, distúrbios de atenção, hipersonia (aumento do sono), letargia (diminuição das funções vitais), tremor, visão turva, náusea, dermatite (inflamação da pele), disfunção sexual, diminuição do peso e aumento do peso.

Reações incomuns
(ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
mania (estado de euforia – vide item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento), alucinações, raiva, agitação, dependência de substâncias, amnésia, fraqueza muscular (dos músculos), incontinência urinária (dificuldade de controlar a urina) e irregularidades menstruais e síndrome de abstinência a substâncias.

Frequência desconhecida
(não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): hiperprolactinemia (aumento da prolactina no sangue), hipomania, agressividade, hostilidade, pensamento anormal, hiperatividade psicomotora, abuso de substâncias, desequilíbrio autonômico do sistema nervoso (manifestações do sistema nervoso autônomo, como aumento da frequência cardíaca, hipotensão ao ficar em pé, dilatação da pupila, entre outros), distonia (contração involuntária da musculatura, lenta e repetitiva), alterações gastrintestinais (do sistema digestório), hepatite (inflamação do fígado), função hepática anormal (problemas no fígado), icterícia (pele e mucosas amareladas), angioedema (inchaço das mucosas que pode acometer as vias aéreas), reação de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz), retenção urinária, edema periférico (inchaço dos membros) e aumento da pressão intraocular (aumento da pressão dentro do olho).

Foram relatados casos de irritabilidade, hostilidade e pensamentos invasivos durante a interrupção da administração de TRANQUINAL® em pacientes com distúrbio de estresse pós-traumático.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

No caso de superdose, os seguintes sintomas podem ocorrer: sonolência, fala arrastada, comprometimento da coordenação motora, coma e depressão respiratória (redução da função do sistema respiratório que pode reduzir a quantidade de oxigênio no sangue e em todo o corpo). Sequelas graves são raras, exceto quando há ingestão de TRANQUINAL® junto com outros medicamentos e/ou álcool.

O tratamento de superdose é principalmente de suporte para a função respiratória e cardiovascular. O valor da diálise não foi determinado. Como em todos os casos de superdose intencional de qualquer fármaco, deve-se ter em mente que múltiplos agentes podem ter sido ingeridos.

O flumazenil pode ser usado como um adjuvante para a administração das funções respiratórias e cardiovasculares associadas à superdose.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

 

DIZERES LEGAIS

Registro: 1.5626.0021

Produzido por: Laboratórios Bagó S.A. 

Calle 4 nº 1429 – (B1904CIA) – La Plata 

Pcia. de Buenos Aires – Argentina

Registrado e Importado por:
Laboratórios Bagó do Brasil S.A. 

 Rodovia ES-357, S/N, KM 66, Baunilha – Colatina/ ES 

 CNPJ nº 04.748.181/0009-47

VENDA SOB PRESCRIÇÃO. 

O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do expediente Número do expediente Assunto Data do expediente Número do expediente Assunto Data de aprovação Itens de bula Versões (VP/VPS) Apresentações relacionadas
18/09/2012 07558448/12-2 10272 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – Adequação à RDC 47/2009 N/A N/A N/A N/A - TODOS OS ITENS (adequação à norma 47/2009) VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
07/08/2013 0645904/13-3 10457 – MEDICAMENTO SIMILAR – Inclusão Inicial de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A - DIZERES LEGAIS VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
22/12/2015 1111720/15-6 10756 – SIMILAR – Notificação de alteração de texto de bula para adequação à intercambialidade N/A N/A N/A N/A - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO (adequação à norma 58/2014) VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
26/04/2016 1625956/16-7 10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A - DIZERES LEGAIS VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
13/12/2017 2285360/17-2 10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
1. INDICAÇÕES
2. RESULTADOS DE EFICÁCIA
3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
10. SUPERDOSE
- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
08/11/2018 1070603/18-3 10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 3. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO??
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕESA
6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSASS
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
12/11/2020 3975688/20-2 10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 9. REAÇÕES ADVERSAS (apenas para VPS)
- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
- - 10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 23/08/2024 1161600/24-8 N/A N/A APRESENTAÇÕES
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
4. CONTRAINDICAÇÃO
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
TRANQUINAL® - Bula profissionais de saúde

TRANQUINAL®

(alprazolam)

Laboratórios Bagó do Brasil S.A.
Comprimido
0,25 mg / 0,50 mg / 1,00 mg / 2,00 mg

Bula para profissionais da saúde
Versão 008

TRANQUINAL®
Alprazolam

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

APRESENTAÇÕES

TRANQUINAL® comprimidos de 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg ou 2 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL
USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS DE IDADE

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg ou 2 mg de TRANQUINAL® contém o equivalente a 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg e 2 mg de alprazolam, respectivamente.

Excipientes de TRANQUINAL® comprimido de 0,25 mg, 0,5 mg e 2 mg: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, docusato de sódio, estearato de magnésio, lactose, macrogol e povidona.

Excipientes de TRANQUINAL® comprimido de 1 mg: celulose microcristalina, Punzó 4R, croscarmelose sódica, docusato de sódio, estearato de magnésio, lactose, macrogol e povidona.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

1. INDICAÇÕES
TRANQUINAL®
(alprazolam) é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade.

TRANQUINAL®
não deve ser administrado como substituição do tratamento apropriado de psicose.

Os sintomas de ansiedade podem variavelmente incluir: tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia e/ou hiperatividade neurovegetativa, resultando em manifestações somáticas variadas.

TRANQUINAL®
também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras condições, como a abstinência ao álcool.

TRANQUINAL® também está indicado no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia, cuja principal característica é a crise de ansiedade inesperada, um ataque súbito de apreensão intensa, medo ou terror.

2. RESULTADOS DE EFICÁCIA
Estudos Clínicos
Transtornos de Ansiedade

TRANQUINAL® foi comparado ao placebo em estudos duplo-cegos (doses de até 4 mg/dia) em pacientes com um diagnóstico de ansiedade ou ansiedade associada a sintomas de depressão.

TRANQUINAL® foi significativamente melhor do que o placebo para cada período de avaliação destes estudos de 4 semanas, conforme a observação de vários instrumentos psicométricos, como a Escala de Impressão Clínica Global – Gravidade, Escala de Hamilton de Ansiedade, Escala de Impressão Clínica Global – Melhora, e Escala de auto avaliação dos Sintomas.
Transtorno do Pânico Três estudos de curto prazo (de até 10 semanas), duplo-cegos, controlados por placebo, dão suporte ao
uso de TRANQUINAL® no tratamento do transtorno de pânico, conforme diagnóstico estabelecido utilizando-se o critério do DSM-III-R para este transtorno.

A dose média de TRANQUINAL® foi de 5-6 mg/dia em dois destes estudos, e as doses foram fixadas em 2 e 6 mg/dia no terceiro estudo. Em todos os estudos clínicos, TRANQUINAL® demonstrou-se superior ao placebo na variável definida como “o número de pacientes com nenhum ataque de pânico” (37 a 83% dos pacientes alcançaram este critério), bem como na variável sobre o escore de melhora global. Em dois destes três estudos, TRANQUINAL® foi superior ao placebo na mudança do número de ataques de pânico por semana em comparação à linha de base (que variou de 3,3 a 5,2) e também na escala de fobia. Um subgrupo de pacientes que melhorou com TRANQUINAL® durante o tratamento de curto prazo continuou em uma fase aberta de até 8 meses, sem perda aparente do benefício do medicamento.

Referências:
1. ELIE, R.; LAMONTAGNE, Y.: Alprazolam and Diazepam in the Treatment of Generalized Anxiety.
Journal of Clinical Psychopharmacology, v. 4, n.3, 1984.
2. ANDERSCH et al: Efficacy and safety of alprazolam, imipramine and placebo in treating panic disorder. A Scandinavian multicenter study. Acta Psychiatrica Scandinavica, v. 83, n. 365, p.18-27, 1984.
3. SHEEHAN, D.V.; RAJ, A.B.; HARNETT-SHEEHAN, K.; SOTO, S.; KNAPP, E.: The relative efficacy of high-dose buspirone and alprazolam in the treatment of panic disorder: a double-blind placebo-controlled study. Acta Psychiarica Scandinavica, v. 88. n. 1, p. 1-11, 1993.
4. LYDIARD, R.; LESSER, I.; BALLENGER, J.; RUBIN, R.; LARAIA, M.; DUPONT, R.: A FixedDose Study of Alprazolam 2 mg, Alprazolam 6 mg, and Placebo in Panic Disorder. Journal of Clinical Psychopharmacology, v. 12, n. 2, 1992.

3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Propriedades Farmacodinâmicas

Agentes do sistema nervoso central da classe de 1,4-benzodiazepínicos, presumivelmente, exercem seus efeitos através da ligação com receptores estéreo-específicos em vários locais no sistema nervoso central. O mecanismo de ação exato é desconhecido. Clinicamente, todos os benzodiazepínicos causam um efeito depressor, relacionado com a dose, que varia de um comprometimento leve do desempenho de tarefas à sedação.

Propriedades Farmacocinéticas
Absorção
Após a administração oral, o alprazolam é rapidamente absorvido. Os picos de concentração plasmática ocorrem em 1 a 2 horas após a administração. As concentrações plasmáticas são proporcionais às doses administradas; dentro do intervalo posológico de 0,5 mg a 3,0 mg, foram observados picos de 8,0 a 37 mg/mL. Com a utilização de uma metodologia de ensaio específico, foi observado que a meia-vida de eliminação plasmática média do alprazolam é de aproximadamente 11,2 horas (variando entre 6,3 – 26,9h) em adultos saudáveis.

Foram relatadas alterações na absorção, distribuição, metabolismo e excreção dos benzodiazepínicos em uma variedade de doenças, incluindo alcoolismo, insuficiência hepática e insuficiência renal.

Também foram demonstradas alterações em pacientes geriátricos. Em indivíduos idosos sadios, foi observado que a meia-vida média do alprazolam é de 16,3 horas (variando de 9,0 – 26,9 horas; n=16), comparado a 11,0 horas (variando de 6,6 – 15,8 horas; n=16) em indivíduos adultos sadios. Em pacientes com doença alcoólica do fígado, a meia-vida do alprazolam variou de 5,8 – 65,3 horas (média de 19,7 horas; n=17); quando comparado a 6,3 – 26,9 horas em indivíduos sadios (média: 11,4 horas; n=17).

Em um grupo de indivíduos obesos a meia-vida do alprazolam variou entre 9,9 e 40,4 horas (média de 
21,8 horas; n=12); quando comparado a indivíduos sadios, cuja variação foi de 6,3 – 15,8 horas (média de 10,6 horas, n=12).

Devido à semelhança com outros benzodiazepínicos, presume-se que o alprazolam atravesse a placenta e seja excretado pelo leite materno.

Dados de segurança pré-clínica

Mutagênese

O alprazolam não foi mutagênico no teste in vitro de Ames. O alprazolam não produziu aberrações cromossômicas no ensaio in vivo de micronúcleo em ratos até a dose mais elevada testada de 100 mg/kg, que é uma dose 500 vezes a dose diária máxima de 10 mg/dia recomendada para humanos. O alprazolam também não foi mutagênico no ensaio de diluição alcalina/lesão de DNA ou ensaio de Ames.

Carcinogênese
Não foram observadas evidências de potencial carcinogênico nos estudos de bioensaio de 2 anos do alprazolam em ratos que receberam doses de até 30 mg/kg/dia (150 vezes a dose diária máxima recomendada para humanos – 10 mg/dia) e em camundongos que receberam doses de até 10 mg/kg/dia (50 vezes a dose diária máxima de 10 mg/kg/dia recomendada para seres humanos).

Fertilidade
O alprazolam não produziu comprometimento da fertilidade em ratos até a dose mais elevada testada de 5 mg/kg/dia, que é 25 vezes a dose diária máxima de 10 mg/dia recomendada para humanos.

Efeitos oculares
Quando ratos foram tratados oralmente com alprazolam, 3, 10 e 30 mg/kg/dia (15 a 150 vezes a dose diária máxima de 10 mg/kg/dia recomendada para seres humanos) por dois anos, uma tendência para um aumento da dose relacionados no número de catarata (feminino) e vascularização corneana (machos) foi observada. Estas lesões não aparecem até depois de 11 meses de tratamento.

Efeito de medicamentos anestésicos e sedativos
Pesquisas não-clínicas demonstraram que a administração de medicamentos anestésicos e de sedação que bloqueiam os receptores N-metil-D-aspartato (NMDA) e/ou potencializam a atividade do ácido gama-aminobutírico (GABA) pode aumentar a morte celular neuronal no cérebro e resultar em déficits a longo prazo na cognição e no comportamento de animais juvenis quando administrados durante o período do pico de desenvolvimento cerebral. Com base em comparações entre espécies não-clínicas, acredita-se que a janela de vulnerabilidade do cérebro a esses efeitos correlaciona-se com exposições humanas no terceiro trimestre de gravidez até o primeiro ano de vida, mas pode se estender até aproximadamente 3 anos de idade. Embora exista informação limitada sobre este efeito com o alprazolam, uma vez que o mecanismo de ação inclui a potencialização da atividade do GABA, um efeito semelhante pode ocorrer. A relevância desses achados não clínicos para o uso em humanos é desconhecida.

4. CONTRAINDICAÇÕES
TRANQUINAL® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida a benzodiazepínicos, alprazolam, ou a qualquer componente da formulação desse produto, e em pacientes portadores de miastenia gravis ou glaucoma de ângulo estreito agudo.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. A paciente deve informar imediatamente seu médico em casa de suspeita de gravidez.

5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
O uso concomitante de benzodiazepínicos e opioides pode resultar em sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte. Limitar as dosagens e durações ao mínimo necessário.

Recomenda-se atenção especial no tratamento de pacientes com insuficiência renal ou hepática.
Habituação e dependência emocional/física podem ocorrer com benzodiazepínicos, inclusive com TRANQUINAL®. Assim como com todos os benzodiazepínicos, o risco de dependência aumenta com doses maiores e utilização em longo prazo, sendo ainda maior em pacientes com história de alcoolismo ou abuso de substâncias. O abuso de substâncias é um risco conhecido para o alprazolam e outros benzodiazepínicos, e os pacientes devem ser monitorados adequadamente quando receberem alprazolam. O alprazolam pode ser sensível à retirada. Há relatos de mortes relacionadas à superdosagem
quando o alprazolam é utilizado com outros depressores do sistema nervoso central (SNC), incluindo opióides, outros benzodiazepínicos e álcool. Esses riscos devem ser considerados ao prescrever ou dispensar alprazolam. Para reduzir esses riscos, a menor quantidade apropriada deve ser usada e os pacientes devem ser aconselhados sobre o armazenamento e descarte adequados do medicamento não utilizado (vide item 8. Posologia e Modo de Usar, item 9. Reações Adversas e item 10. Superdose).

Sintomas de abstinência ocorreram após diminuição rápida ou descontinuação abrupta de benzodiazepínicos, inclusive de TRANQUINAL®. Esses sintomas podem variar de leve disforia e insônia a uma síndrome mais importante, que pode incluir cãibras musculares,cólicas abdominais, vômitos, sudorese, tremores e convulsões. Adicionalmente, crises epilépticas ocorreram com a diminuição rápida ou descontinuação abrupta do tratamento com alprazolam (vide item 8 – Posologia e
Modo de Usar – Descontinuação do Tratamento e item 9 – Reações Adversas).

Transtornos do pânico têm sido associados a transtornos depressivos maiores primários e secundários e a relatos crescentes de suicídio entre pacientes não tratados. Dessa forma, deve-se ter cautela quando doses mais altas de alprazolam forem utilizadas no tratamento de pacientes com transtornos do pânico, a exemplo do que ocorre no tratamento de pacientes deprimidos com fármacos psicotrópicos ou naqueles em que há razões para se presumir planos ou pensamentos suicidas omitidos.

A administração a pacientes suicidas ou gravemente deprimidos deve ser realizada com as devidas precauções e com a prescrição de doses apropriadas.

Episódios de hipomania e mania têm sido relatados em associação com o uso de alprazolam em pacientes com depressão.

A utilização de alprazolam não foi estabelecida em certos tipos de depressão (vide item 1 – Indicações).

Uso durante a Gravidez
Os dados relacionados à teratogenicidade e aos efeitos sobre o desenvolvimento e o comportamento pósnatais após tratamento com benzodiazepínicos são inconsistentes. Existem evidências de alguns estudos iniciais com outros membros da classe dos benzodiazepínicos em que a exposição in utero pode estar associada a malformações. Estudos posteriores com fármacos da classe dos benzodiazepínicos não forneceram evidência clara de qualquer tipo de defeito. Há descrições de crianças expostas a benzodiazepínicos durante o fim do terceiro trimestre de gestação ou durante o parto que apresentaram
tanto a síndrome da criança hipotônica (floppy infant syndrome) quanto sintomas neonatais de abstinência. Se TRANQUINAL® for utilizado durante a gravidez, ou se a paciente engravidar enquanto estiver utilizando TRANQUINAL®, ela deve ser informada do dano potencial ao feto.

TRANQUINAL® é um medicamento classificado na categoria D de risco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. A paciente deve informar imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Uso durante a Lactação
As concentrações de benzodiazepínicos, inclusive de alprazolam, são baixas no leite materno. No entanto, não se deve amamentar durante a utilização de TRANQUINAL®.

Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
Os pacientes devem ser advertidos sobre o uso de alprazolam durante a condução de veículos ou iniciar outras atividades perigosas até que seja provado que eles não se tornem debilitados ao receber o medicamento.

Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento com TRANQUINAL® pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.

O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.

Atenção: Contém Lactose. Para a dosagem de 2mg contém 300mg de Lactose por comprimido.

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicosegalactose.

Atenção: Contém o corante Punzó R4 que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Os benzodiazepínicos, incluindo o alprazolam, produzem efeitos depressores aditivos do sistema nervoso central (SNC), incluindo depressão respiratória, quando coadministrados com opioides, álcool ou outros fármacos que produzem depressão do sistema nervoso central (vide item 5 – Advertências e precauções).

Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando alprazolam é administrado com fármacos que interferem no seu metabolismo. Compostos que inibem determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P450 3A4) podem aumentar a concentração de alprazolam e acentuar sua atividade. Os dados obtidos a partir de estudos clínicos com alprazolam, estudos in vitro com alprazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados similarmente ao alprazolam, mostram interações de variados graus e possibilidade de interação com alprazolam para uma quantidade de fármacos.
Baseando-se no grau de interação e no tipo de dados disponíveis, recomenda-se o seguinte:

  • A coadministração de alprazolam com cetoconazol, itraconazol e outros antifúngicos azólicos não é recomendada;
  • Recomenda-se cautela e consideração de redução da dose quando alprazolam é coadministrado com nefazodona, fluvoxamina e cimetidina;
  • Também se recomenda cautela quando alprazolam é coadministrado com fluoxetina, propoxifeno, anticoncepcionais orais, diltiazem, ou antibióticos macrolídeos como eritromicina e troleandomicina;
  • As interações envolvendo inibidores da protease do vírus da imunodeficiência humana (HIV) (por exemplo, ritonavir) e alprazolam são complexas e dependentes do tempo. Baixas doses de ritonavir resultaram em grande alteração do clearance de alprazolam, prolongaram sua meia-vida de eliminação e aumentaram seus efeitos clínicos. No entanto, sob exposição prolongada ao ritonavir, a CYP3A compensou essa inibição. Essa interação torna necessário um ajuste de dose ou descontinuação do alprazolam;
  • Aumento nas concentrações de digoxina tem sido reportado quando alprazolam é administrado, especialmente em idosos (> 65 anos de idade). Pacientes que recebem alprazolam e digoxina devem, portanto, ser monitorados em relação aos sinais e sintomas relacionados à toxicidade da digoxina.

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
TRANQUINAL®
deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz.
TRANQUINAL® 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg e 2 mg podem ser utilizados por 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Características físicas e organolépticas do produto:
TRANQUINAL® 0,25 mg:
Comprimidos redondos, biconvexos, na cor branca, gravados com a sigla TRA 0,25 em uma das faces e o logotipo Bagó na outra face.
TRANQUINAL® 0,5 mg: Comprimidos redondos, biconvexos, com ranhuras, na cor branca, gravados com a sigla TRA 0,5 em uma das faces e o logotipo Bagó na outra face.
TRANQUINAL® 1 mg: Comprimidos redondos, biconvexos, com ranhuras, na cor rosa claro, gravados com a sigla TRA 1 em uma das faces e o logotipo Bagó na outra face.
TRANQUINAL® 2 mg: Comprimidos simples retangulares trissulcados, na cor branca, gravados com a sigla TRA 2 em uma das faces.

8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
A dose ótima de TRANQUINAL® deve ser individualizada com base na gravidade dos sintomas e na resposta individual do paciente. Nos pacientes que requeiram doses mais elevadas, essas deverão ser aumentadas com cautela, a fim de evitar reações adversas. Em geral, os pacientes que não tenham sido previamente tratados com medicamentos psicotrópicos necessitarão de doses menores que aqueles previamente tratados com ansiolíticos menores, antidepressivos ou hipnóticos. Recomenda-se que o príncipio geral de usar a menor dose eficaz seja seguido, especialmente em pacientes idosos ou debilitados, para evitar o desenvolvimento de sedação escessiva ou ataxia.

Uso em Crianças
A segurança e a eficácia de TRANQUINAL® em indivíduos com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas.

Duração do Tratamento
Os dados disponíveis corroboram a utilização da medicação por até 6 meses para transtornos de ansiedade e por até 8 meses no tratamento dos transtornos de pânico. O risco de dependência pode aumentar com a dose e a duração do tratamento, portanto, devem ser utilizadas a menor dose eficaz e a menor duração possível e, a necessidade de continuação do tratamento deve ser reavaliada frequentemente (vide item 5 – Advertências e precauções)

Descontinuação do Tratamento
Para descontinuar o tratamento com TRANQUINAL®, a dose deve ser reduzida lentamente, conforme prática médica adequada. É sugerido que a dose diária de TRANQUINAL® seja reduzida em não mais que 0,5 mg a cada 3 dias. Alguns pacientes podem necessitar de redução de dose ainda mais lenta (vide item 5 – Advertências e Precauções).

Dosagem Recomendada

Indicação Dose inicial habitual (se ocorrerem efeitos colaterais, a dosagem deve ser diminuída) Intervalo da dose habitual
Transtornos de ansiedade 0,25 mg a 0,50 mg, administrados 3 vezes/dia 0,5 mg a 4,0 mg ao dia, administrados em doses divididas
Transtorno do pânico 0,50 mg a 1,0 mg antes de dormir ou 0,5 mg, administrados 3 vezes/dia A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta do paciente. Os ajustes de dose devem ser aumentados no máximo 1 mg a cada 3 ou 4 dias. Com TRANQUINAL®, doses adicionais podem ser acrescidas até que seja alcançada uma posologia de 3 ou 4 vezes diariamente. A dose média em um grande estudo multicêntrico foi 5,7 ± 2,27 mg, com pacientes necessitando, ocasionalmente, de um máximo de 10 mg diariamente.
Pacientes geriátricos ou na presença de condições debilitantes 0,25 mg administrados 2 ou 3 vezes/dia 0,5 mg a 0,75 mg ao dia, administrados em doses divididas; podem ser gradualmente aumentadas se necessário e tolerado.

Dose Omitida
Caso o paciente se esqueça de utilizar TRANQUINAL® no horário estabelecido, deve fazê-lo assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de administrar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e utilizar a próxima. Neste caso, o paciente não deve utilizar a dose duplicada para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

9. REAÇÕES ADVERSAS
Os eventos adversos de TRANQUINAL®, se presentes, geralmente são observados no início do tratamento e habitualmente desaparecem com a continuidade do tratamento ou diminuição da dose.

Os eventos adversos associados ao tratamento com alprazolam em pacientes participantes de estudos clínicos controlados e em experiências pós-comercialização são os seguintes:

Tabela de Reações Adversas

Classe de Sistema de Órgãos Muito Comum
≥1/10
Comum
≥1/100 a <1/10
Incomum
≥1/1000 a <1/100
Raro
≥1/10000 a <1/1000
Muito raro
<1/10000
Frequência desconhecida
(não pode ser estimada pelos dados disponíveis)
Distúrbios endócrinos - - - - - Hiperprolactinemia*
Distúrbios da nutrição e do metabolismo - Diminuição do Apetite - - - -
Distúrbios psiquiátricos Depressão Estado de confusão, desorientação, diminuição da libido, ansiedade, insônia, nervosismo, aumento da libido* Mania* (vide item 5. Advertências e precauções), alucinações*, raiva*, agitação*, dependência a substâncias - - Hipomania*, agressividade*, hostilidade*, pensamento anormal* e hiperatividade psicomotora*, abuso de substâncias
Distúrbios do sistema nervoso Sedação, sonolência, ataxia, comprometimento da memória, disartria, tontura e cefaleia Perturbação do equilíbrio, coordenação anormal, distúrbios de atenção, hipersonia, letargia e tremor Amnésia - - Desequilíbrio autonômico do sistema nervoso* e distonia*
Distúrbios oculares - Visão turva - - - -
Distúrbios gastrintestinais Constipação e boca seca Náusea - - - Distúrbios gastrintestinais*
Distúrbios hepatobiliares - - - - - Hepatite*, função hepática anormal* e icterícia*
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo - Dermatite* - - - Angioedema* e reação de fotossensibilidade*
Distúrbios musculoesqueléticos, do tecido conjuntivo e dos ossos - - Fraqueza muscular - - -
Distúrbios urinários e renais - - Incontinência urinária* - - Retenção urinária*
Distúrbios do sistema reprodutivo e da mama - - Disfunção sexual* Irregularidades menstruais* - -
Distúrbios gerais Fadiga e irritabilidade - Síndrome de abstinência a substâncias* - - Edema periférico*
Investigações - Diminuição do peso e aumento do peso - - - Aumento da pressão intraocular*

* Reações adversas identificadas pós-comercialização.

Em muitos dos relatos de casos espontâneos de efeitos comportamentais adversos, os pacientes estavam recebendo outros fármacos de ação no sistema nervoso central concomitantemente e/ou tinham doenças psiquiátricas subjacentes. Pacientes que apresentam um distúrbio de personalidade limítrofe, história prévia de comportamento violento ou agressivo ou abuso de bebidas alcoólicas ou outras substâncias podem ser pacientes de risco para esses eventos. Foram relatados casos de irritabilidade, hostilidade e pensamentos invasivos durante a interrupção da administração de alprazolam em pacientes com
distúrbio de estresse pós-traumático.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10. SUPERDOSE
As manifestações de superdose do alprazolam são extensões da sua ação farmacológica e incluem sonolência, fala arrastada, comprometimento da coordenação motora, coma e depressão respiratória.

Sequelas sérias são raras, exceto quando há ingestão concomitante de outros fármacos e/ou etanol.

O tratamento de superdose é principalmente de suporte para a função respiratória e cardiovascular.

Como em todos os casos de superdose, a respiração, o pulso e a pressão arterial devem ser monitorados.

O valor da diálise não foi determinado. Como em todos os casos de superdose intencional de qualquer fármaco, deve-se ter em mente que múltiplos agentes podem ter sido ingeridos.

O flumazenil pode ser usado como um adjuvante para a administração das funções respiratórias e cardiovasculares associadas a superdose.

Em caso de intoxicação, ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS
Registro:1.5626.0021

Produzido por:
Laboratórios Bagó S.A.
Calle 4 n° 1429 (B1904CIA) – La Plata – Pcia. de Buenos Aires – Argentina

Registrado e Importado por:
Laboratórios Bagó do Brasil S.A.
Rodovia ES 357, KM 66, S/N, Baunilha – Colatina/ ES
CNPJ nº 04.748.181/0009-47

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 07/08/2024

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do expediente Número do expediente Assunto Data do expediente Número do expediente Assunto Data de aprovação Itens de bula Versões (VP/VPS) Apresentações relacionadas
18/09/2012 07558448/12-2 10272 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – Adequação à RDC 47/2009 N/A N/A N/A N/A - TODOS OS ITENS (adequação à norma 47/2009) VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
07/08/2013 0645904/13-3 10457 – MEDICAMENTO SIMILAR – Inclusão Inicial de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A - DIZERES LEGAIS VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
22/12/2015 1111720/15-6 10756 – SIMILAR – Notificação de alteração de texto de bula para adequação à intercambialidade N/A N/A N/A N/A - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO (adequação à norma 58/2014) VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
26/04/2016 1625956/16-7 10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A - DIZERES LEGAIS VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
13/12/2017 2285360/17-2 10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
1. INDICAÇÕES
2. RESULTADOS DE EFICÁCIA
3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
10. SUPERDOSE
- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
08/11/2018 1070603/18-3 10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 3. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO??
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕESA
6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSASS
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
12/11/2020 3975688/20-2 10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 9. REAÇÕES ADVERSAS (apenas para VPS)
- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
- - 10450 – SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 23/08/2024 1161600/24-8 N/A N/A APRESENTAÇÕES
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
4. CONTRAINDICAÇÃO
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30

Tranquinal ® SLG - Comprimido Sublingual - 0,50 mg

TRANQUINAL® - Bula pacientes

TRANQUINAL®

(alprazolam)

Laboratórios Bagó do Brasil S.A.
Comprimido
0,50 mg / 1,00 mg / 2,00 mg

Bula para pacientes
Versão 009

TRANQUINAL®
Alprazolam

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA.

APRESENTAÇÕES
TRANQUINAL®
comprimidos de 0,5 mg, 1 mg ou 2 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL
USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS DE IDADE

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 0,5 mg, 1 mg ou 2 mg de TRANQUINAL® contém o equivalente a 0,5 mg, 1 mg e 2 mg de alprazolam, respectivamente.

Excipientes de TRANQUINAL® comprimido de 0,5 mg e 2 mg: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, docusato de sódio, estearato de magnésio, lactose, macrogol e povidona.

Excipientes de TRANQUINAL® comprimido de 1 mg: celulose microcristalina, Punzó 4R, croscarmelose sódica, docusato de sódio, estearato de magnésio, lactose, macrogol e povidona.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
TRANQUINAL®
(alprazolam) é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade. Não deve ser administrado como substituição ao tratamento apropriado de psicose (quadro de delírio e alucinações).
Os sintomas de ansiedade podem incluir de forma variável: tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia (dificuldade para dormir) e/ou hiperatividade neurovegetativa (respiração curta e superficial, sufocação, palpitações ou aumento dos batimentos do coração, mãos frias e suadas, boca seca, tontura, enjoo, diarreia, gases, rubores (vermelhidão no rosto), calafrios, vontade de urinar frequentemente, dificuldades de engolir, mudanças no tom de voz, etc.), resultando em manifestações corporais variadas.

TRANQUINAL® também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras condições, como a abstinência ao álcool, no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia (medo de estar em espaços abertos ou no meio da multidão), cuja principal característica é a crise de ansiedade inesperada com um ataque repentino de apreensão intensa, medo ou terror.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
TRANQUINAL®
contém alprazolam, um medicamento da classe dos benzodiazepínicos que atuam no sistema nervoso central. A maneira como TRANQUINAL® age não é totalmente conhecida. De forma geral, todos os benzodiazepínicos causam uma diminuição em várias funções do sistema nervoso central relacionado também à dose, que pode ir desde um comprometimento leve dos reflexos e desempenho diário até o sono provocado ou quadro de sedação.

Após administração oral, alprazolam (princípio ativo de TRANQUINAL® é rapidamente absorvido.
A concentração máxima do medicamento no organismo ocorre 1 ou 2 horas após a administração. No tratamento de transtornos de ansiedade em alguns pacientes, a ação de TRANQUINAL® no alívio dos sintomas foi rápida. Uma dose administrada pela manhã pode trazer o efeito dentro de 1 a 2 horas após a administração em adultos saudáveis.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você alguma vez já apresentou reação alérgica ao alprazolam, a outros benzodiazepínicos, ou a qualquer componente da fórmula do produto, não use TRANQUINAL®.

TRANQUINAL®
também não deve ser usado caso você tenha miastenia gravis (uma doença de nervos e músculos que resulta em fraqueza muscular) ou glaucoma de ângulo estreito agudo (aumento da pressão dentro dos olhos).

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Recomenda-se que a dose de TRANQUINAL® seja limitada à menor dose eficaz. Portanto, não aumente a dose prescrita sem consultar seu médico, mesmo que você ache que o medicamento não está mais fazendo efeito.

A redução da dose do medicamento deve ser feita sob supervisão rigorosa e deve ser gradual. Os sintomas relacionados à interrupção repentina do medicamento incluem desde leve disforia (alterações de ânimo e irritabilidade) e insônia (dificuldade para dormir) até um conjunto de sintomas mais importantes, que inclui cãibras musculares, cólicas abdominais, vômitos, sudorese (suor excessivo), tremores e convulsões (ataques epilépticos). 

Podem, também, ocorrer crises epilépticas (ataques epilépticos repetidos). Vide item 6 – Como devo usar este medicamento? – Interrupção do Tratamento.

Se você tem problemas nos rins ou no fígado seu médico deve acompanhar seu tratamento adequadamente tomando os devidos cuidados.

Habituação (condição relacionada ao consumo repetido de um medicamento, observando-se o desejo de continuar seu uso, mas com pouca ou nenhuma tendência a aumentar a dose) e dependência emocional/física podem ocorrer com benzodiazepínicos, inclusive com TRANQUINAL®. Assim como ocorre com todos benzodiazepínicos, o risco de dependência
aumenta com doses maiores e utilização por tempo prolongado e é ainda maior se você tem história de alcoolismo ou abuso de drogas. Há relatos de mortes relacionadas à superdose quando TRANQUINAL® é utilizado com outros depressores do sistema nervoso central (SNC), incluindo opióides, outros benzodiazepínicos e álcool. 

TRANQUINAL® deve ser adequadamente armazenado e descartado quando não utilizado (vide item 8. Quais os males que este medicamento pode me causar? E questão 9. Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?). Seu médico deve avaliar periodicamente se o tratamento com TRANQUINAL® está sendo adequado para você.

Transtornos do pânico têm sido associados a alguns tipos de transtornos depressivos e a relatos aumentados de suicídio no caso de pacientes que não são tratados. Dessa forma, deve-se ter o mesmo cuidado quando doses mais altas de TRANQUINAL® forem utilizadas no tratamento de transtornos do pânico, assim como se tem com o uso de psicotrópicos (medicamentos com ação sobre o psiquismo) para tratar pessoas com depressão ou pessoas em que há razões para se desconfiar de planos ou pensamentos não revelados de cometer suicídio.

A administração de TRANQUINAL® a pacientes com tendência suicida ou gravemente deprimidos, deve ser realizada com as devidas precauções, utilizando as doses apropriadas prescritas pelo médico. O uso de TRANQUINAL® não foi estabelecido em certos tipos de depressão (vide item 1- Para que este medicamento é indicado?).

Episódios de hipomania e mania (estados anormais de humor expandido onde há excesso de autoconfiança, alegria, grandiosidade, desinibição, excesso de energia, falta de necessidade de sono, impulsividade, entre outros) têm sido relatados em associação com o uso de TRANQUINAL® em pessoas com depressão.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.

Este medicamento não deve ser utilizado caso você esteja amamentando.

Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento com TRANQUINAL®, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicas.

O uso desse medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.

Não consuma bebidas alcoólicas durante o tratamento com TRANQUINAL®.

Não use outros remédios que diminuam o funcionamento do sistema nervoso central (como por ex.: calmantes, remédios ansiolíticos, remédios para insônia, entre outros) durante o tratamento com TRANQUINAL®. Também não utilize TRANQUINAL® caso esteja em uso de remédios para controle de dor da classe chamada de opioides, o uso de TRANQUINAL® com remédios dessa classe (por exemplo, tramadol) pode levar a sedação profunda, diminuição da respiração, coma e morte.
TRANQUINAL® apresenta interações medicamentosas com uma variedade de outros medicamentos, por isso, informe seu médico se estiver tomando outros medicamentos durante o tratamento com TRANQUINAL®, tais como cetoconazol, itraconazol, nefazodona, fluvoxamina, cimetidina, fluoxetina, propoxifeno, anticoncepcionais orais, diltiazem, antibióticos macrolídeos (como eritromicina e troleandomicina), inibidores da protease do HIV (um tipo de medicamento utilizado no tratamento da AIDS) e, especialmente se você for idoso (> 65 anos), digoxina. TRANQUINAL® possui interações quando administrado com álcool ou medicamentos que produzam depressão do sistema nervoso central por ex: calmantes, ansíoliticos, remédios para insônia, antiepilépticos, antialérgicos, entre outros que atuem sobre o sistema nervoso central, psicótropicos, anticonvulsivos e anti-histamínicos.

Estudos in vitro de outros benzodiazepínicos que não TRANQUINAL®, sugerem uma possível interação medicamentosa com os seguintes agentes: ergotamina, ciclosporina, amiodarona, nicardipino e nifenideno.

É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos do ínicio ou durante o tratamento com TRANQUINAL®.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Atenção: Contém Lactose. Para apresentação de 2mg contém 300mg de lactose por comprimido.
Este medicamento não deve ser administrado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém corante Punzó 4R que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
TRANQUINAL® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Características do produto:
TRANQUINAL® 0,5 mg:
Comprimidos redondos, biconvexos, com ranhuras, na cor branca, gravados com a sigla TRA 0,5 em uma das faces e o logotipo Bagó na outra face.

TRANQUINAL® 1 mg: Comprimidos redondos, biconvexos, com ranhuras, na cor rosa claro, gravados
com a sigla TRA 1 em uma das faces e o logotipo Bagó na outra face.

TRANQUINAL® 2 mg: Comprimidos simples retangulares trissulcados, na cor branca, gravados com a sigla TRA 2 em uma das faces.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso em Adultos:
A dose adequada de TRANQUINAL® deve ser individualizada e será estabelecida pelo seu médico baseada na gravidade dos sintomas e na sua resposta ao tratamento. A dose habitual (vide quadro) é suficiente para as necessidades da maioria dos pacientes. Caso sejam necessárias doses mais elevadas, essas devem ser aumentadas com cuidado, a fim de evitar reações desagradáveis.

Recomenda-se usar a menor dose eficaz, especialmente em pacientes idosos ou debilitados, para evitar o desenvolvimento de sedação (sonolência) excessiva ou ataxia (dificuldade para coordenar os movimentos).

Uso em Crianças: A segurança e a eficácia de TRANQUINAL® em indivíduos com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas.

Duração do Tratamento: Conforme os dados de estudos disponíveis, a duração do tratamento pode ser de até 6 meses para transtornos de ansiedade e de até 8 meses no tratamento dos transtornos de pânico.

Interrupção do Tratamento: Para interromper o tratamento com TRANQUINAL®, a dose deve ser reduzida lentamente, conforme prática médica adequada. É sugerido que a dose diária de TRANQUINAL® seja reduzida em não mais que 0,5 mg a cada 3 dias. Alguns pacientes podem necessitar de redução de dose ainda mais lenta (vide item 4 – O que devo saber antes de usar este medicamento?).

Dosagem Recomendada

Indicação Dose inicial habitual
(se ocorrerem efeitos colaterais,
a dosagem deve ser diminuída)
Intervalo da dose habitual
Transtornos de ansiedade 0,25 mg a 0,50 mg, administrados 3 vezes/dia 0,5 mg a 4,0 mg ao dia, administrados em doses divididas
Transtorno do pânico 0,50 mg a 1,0 mg antes de dormir ou 0,5 mg, administrados 3 vezes/dia A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta do paciente. Os ajustes de dose devem ser aumentados no máximo 1 mg a cada 3 ou 4 dias. Com TRANQUINAL®, doses adicionais podem ser acrescentadas até que seja alcançada uma posologia de 3 ou 4 vezes diariamente. A dose média em um grande estudo multiclínico foi 5,7 ± 2,27 mg, com pacientes necessitando, ocasionalmente, de um máximo de 10 mg diariamente
Pacientes geriátricos ou na presença de condições debilitantes 0,25 mg administrados 2 ou 3 vezes/dia 0,5 mg a 0,75 mg ao dia, administrados em doses divididas; podem ser gradualmente aumentadas se necessário e tolerado

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso você se esqueça de tomar TRANQUINAL® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião- dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Os eventos adversos de TRANQUINAL® , se presentes geralmente são observados no inicio do tratamento e habitualmente desaparecem com a continuidade do tratamente ou diminuição da dose.
Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com TRANQUINAL®. Os eventos adversos associados ao tratamento com TRANQUINAL® em pacientes participantes de estudos clínicos controlados e/ou em experiências pós-comercialização são os seguintes:

Reações muito comuns (ocorrem em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento): depressão, sedação, sonolência, ataxia (dificuldade na coordenação motora), comprometimento da memória, disartria (fala empastada), tontura, cefaleia (dor de cabeça), constipação, boca seca, fadiga (cansaço) e irritabilidade.

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição do apetite, confusão, desorientação (confusão mental), diminuição da libido (desejo sexual), ansiedade, insônia (dificuldade para dormir), nervosismo, aumento da libido (desejo sexual), perturbação do equilíbrio, coordenação anormal, distúrbios de atenção, hipersonia (aumento do sono), letargia (diminuição das funções vitais), tremor, visão turva, náusea, dermatite (inflamação da pele), disfunção sexual, diminuição do peso e aumento do peso.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): mania (estado de euforia – vide item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento), alucinações, raiva, agitação, dependência de substâncias, amnésia, fraqueza muscular (dos músculos), incontinência urinária (dificuldade de controlar a urina) e irregularidades menstruais e síndrome de abstinência a substâncias.

Frequência desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): hiperprolactinemia (aumento da prolactina no sangue), hipomania, agressividade, hostilidade, pensamento anormal, hiperatividade psicomotora, abuso de substâncias, desequilíbrio autonômico do sistema nervoso (manifestações do sistema nervoso autônomo, como aumento da frequência cardíaca, hipotensão ao ficar em pé, dilatação da pupila, entre outros), distonia (contração involuntária da musculatura, lenta e repetitiva), alterações gastrintestinais (do sistema digestório), hepatite (inflamação do fígado), função hepática anormal (problemas no fígado), icterícia (pele e mucosas amareladas), angioedema (inchaço das mucosas que pode acometer as vias aéreas),reação de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz), retenção urinária, edema periférico (inchaço dos membros), e aumento da pressão intraocular (aumento da pressão dentro do olho).

Foram relatados casos de irritabilidade, hostilidade e pensamentos invasivos durante a interrupção da administração de TRANQUINAL® em pacientes com distúrbio de estresse pós- traumático.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
No caso de superdose, os seguintes sintomas podem ocorrer: sonolência, fala arrastada, comprometimento da coordenação motora, coma e depressão respiratória (redução da função do sistema respiratório que pode reduzir a quantidade de oxigênio no sangue e em todo corpo). Sequelas graves são raras, exceto quando há ingestão de TRANQUINAL® junto com outros medicamentos e/ou álcool.

O tratamento de superdose é principalmente de suporte para a função respiratória e cardiovascular. O valor da diálise não foi determinado. Como em todos os casos de superdose intencional de qualquer fármaco, deve-se ter em mente que múltiplos agentes podem ter sido ingeridos.

O flumazenil pode ser usado como um adjuvante para a administração das funções respiratórias e cardiovasculares associadas à superdose.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.


DIZERES LEGAIS
Registro:1.5626.0021

Produzido por:
Laboratórios Bagó S.A.
Calle 4 nº 1429 – (B1904CIA) – La Plata – Pcia. de Buenos Aires – Argentina

Registrado e Importado por:
Laboratórios Bagó do Brasil S.A.
Rodovia ES-357, S/N, KM 66, Baunilha – Colatina/ ES
CNPJ nº 04.748.181/0009-47

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 07/08/2024

* Reações adversas identificadas pós-comercialização.

Em muitos dos relatos de casos espontâneos de efeitos comportamentais adversos, os pacientes estavam recebendo outros fármacos de ação no sistema nervoso central concomitantemente e/ou tinham doenças psiquiátricas subjacentes. Pacientes que apresentam um distúrbio de personalidade limítrofe, história prévia de comportamento violento ou agressivo ou abuso de bebidas alcoólicas ou outras substâncias podem ser pacientes de risco para esses eventos. Foram relatados casos de irritabilidade, hostilidade e pensamentos invasivos durante a interrupção da administração de alprazolam em pacientes com
distúrbio de estresse pós-traumático.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10. SUPERDOSE
As manifestações de superdose do alprazolam são extensões da sua ação farmacológica e incluem sonolência, fala arrastada, comprometimento da coordenação motora, coma e depressão respiratória.
Sequelas sérias são raras, exceto quando há ingestão concomitante de outros fármacos e/ou etanol.
O tratamento de superdose é principalmente de suporte para a função respiratória e cardiovascular.
Como em todos os casos de superdose, a respiração, o pulso e a pressão arterial devem ser monitorados.
O valor da diálise não foi determinado. Como em todos os casos de superdose intencional de qualquer fármaco, deve-se ter em mente que múltiplos agentes podem ter sido ingeridos.
O flumazenil pode ser usado como um adjuvante para a administração das funções respiratórias e cardiovasculares associadas a superdose.

Em caso de intoxicação, ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS
Registro:1.5626.0021

Produzido por:
Laboratórios Bagó S.A.
Calle 4 n° 1429 (B1904CIA) – La Plata – Pcia. de Buenos Aires – Argentina

Registrado e Importado por:
Laboratórios Bagó do Brasil S.A.
Rodovia ES 357, KM 66, S/N, Baunilha – Colatina/ ES
CNPJ nº 04.748.181/0009-47

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 07/08/2024

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do expediente Número do expediente Assunto Data do expediente Número do expediente Assunto Data de aprovação Itens de bula Versões (VP/VPS) Apresentações relacionadas
18/09/2012 0758448/12-2 10272 - SIMILAR
Notificação de Alteração de Texto de Bula – Adequação à RDC 47/2009
N/A N/A N/A N/A - TODOS OS ITENS (adequação à norma 47/2009) VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
07/08/2013 0646904/13-3 10457 - MEDICAMENTO SIMILAR – Inclusão Inicial de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A - DIZERES LEGAIS VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
22/12/2015 1111720/15-6 10756 - SIMILAR – Notificação de alteração de texto de bula para adequação à Intercambialidade N/A N/A N/A N/A - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO (adequação à norma 58/2014) VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
26/04/2016 1625963/16-7 10450 - SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A - DIZERES LEGAIS VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
13/12/2017 2285560/17-2 10450 - SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
3. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
1. INDICAÇÕES
2. RESULTADOS DE EFICÁCIA
3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
10. SUPERDOSE
- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
08/11/2018 1070063/18-3 10450 - SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 3. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
12/11/2020 3975688/20-2 10450 - SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 9. REAÇÕES ADVERSAS (apenas para VPS)
- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
23/10/2024 1459883/24-3 10450 - SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 23/08/2024 1161600/24-8 11114 - RDC 73/2016 - SIMILAR - Mudança de condição de armazenamento condicional do medicamento 23/08/2024 APRESENTAÇÕES
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
- - 10450 - SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A APRESENTAÇÃO
COMPOSIÇÃO
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
VP/VPS 0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
TRANQUINAL® - Bula profissionais de saúde

TRANQUINAL®

(alprazolam)

Laboratórios Bagó do Brasil S.A.
Comprimido
0,50 mg / 1,00 mg / 2,00 mg

Bula para profissionais de saúde
Versão 008

TRANQUINAL®
Alprazolam

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

APRESENTAÇÕES
TRANQUINAL® comprimidos de 0,5 mg, 1 mg ou 2 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL
USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS DE IDADE

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 0,5 mg, 1 mg ou 2 mg de TRANQUINAL® contém o equivalente a 0,5 mg, 1 mg e 2 mg de alprazolam, respectivamente.

Excipientes de TRANQUINAL® comprimido de 0,5 mg e 2 mg: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, docusato de sódio, estearato de magnésio, lactose, macrogol e povidona.

Excipientes de TRANQUINAL® comprimido de 1 mg: celulose microcristalina, Punzó 4R, croscarmelose sódica, docusato de sódio, estearato de magnésio, lactose, macrogol e povidona.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

1. INDICAÇÕES

TRANQUINAL® (alprazolam) é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade.
TRANQUINAL® não deve ser administrado como substituição do tratamento apropriado de psicose.

Os sintomas de ansiedade podem variavelmente incluir: tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia e/ou hiperatividade neurovegetativa, resultando em manifestações somáticas variadas.

TRANQUINAL® também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras condições, como a abstinência ao álcool.

TRANQUINAL® também está indicado no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia, cuja principal característica é a crise de ansiedade inesperada, um ataque súbito de apreensão intensa, medo ou terror.

2. RESULTADOS DE EFICÁCIA

Estudos Clínicos
Transtornos de Ansiedade

TRANQUINAL® foi comparado ao placebo em estudos duplo-cegos (doses de até 4 mg/dia) em pacientes com um diagnóstico de ansiedade ou ansiedade associada a sintomas de depressão.

TRANQUINAL® foi significativamente melhor do que o placebo para cada período de avaliação destes estudos de 4 semanas, conforme a observação de vários instrumentos psicométricos, como a Escala de Impressão Clínica Global – Gravidade, Escala de Hamilton de Ansiedade, Escala de Impressão Clínica Global – Melhora, e Escala de auto avaliação dos Sintomas. 

Transtorno do Pânico.

Três estudos de curto prazo (de até 10 semanas), duplo-cegos, controlados por placebo, dão suporte ao uso de TRANQUINAL® no tratamento do transtorno de pânico, conforme diagnóstico estabelecido utilizando-se o critério do DSM-III-R para este transtorno.

A dose média de TRANQUINAL® foi de 5-6 mg/dia em dois destes estudos, e as doses foram fixadas em 2 e 6 mg/dia no terceiro estudo. Em todos os estudos clínicos,TRANQUINAL® demonstrou-se superior ao placebo na variável definida como “o número de pacientes com nenhum ataque de pânico” (37 a 83% dos pacientes alcançaram este critério), bem como na variável sobre o escore de melhora global. Em dois destes três estudos, TRANQUINAL® foi superior ao placebo na mudança do número de ataques de pânico por semana em comparação à linha de base (que variou de 3,3 a 5,2) e também na escala de fobia. Um subgrupo de pacientes que melhorou com TRANQUINAL® durante o tratamento de curto prazo continuou em uma fase aberta de até 8 meses, sem perda aparente do benefício do medicamento.

Referências:
1. ELIE, R.; LAMONTAGNE, Y.: Alprazolam and Diazepam in the Treatment of Generalized Anxiety. Journal of Clinical Psychopharmacology, v. 4, n.3, 1984.
2. ANDERSCH et al: Efficacy and safety of alprazolam, imipramine and placebo in treating panic disorder. A Scandinavian multicenter study. Acta Psychiatrica Scandinavica, v. 83, n. 365, p.18-27, 1984.
3. SHEEHAN, D.V.; RAJ, A.B.; HARNETT-SHEEHAN, K.; SOTO, S.; KNAPP, E.: The relative efficacy of high-dose buspirone and alprazolam in the treatment of panic disorder: a double-blind placebo-controlled study. Acta Psychiarica Scandinavica, v. 88. n. 1, p. 1-11, 1993.
4. LYDIARD, R.; LESSER, I.; BALLENGER, J.; RUBIN, R.; LARAIA, M.; DUPONT, R.: A Fixed- Dose Study of Alprazolam 2 mg, Alprazolam 6 mg, and Placebo in Panic Disorder. Journal of Clinical Psychopharmacology, v. 12, n. 2, 1992.

3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Propriedades Farmacodinâmicas
Agentes do sistema nervoso central da classe de 1,4-benzodiazepínicos, presumivelmente, exercem seus efeitos através da ligação com receptores estéreo-específicos em vários locais no sistema nervoso central. O mecanismo de ação exato é desconhecido. Clinicamente, todos os benzodiazepínicos causam um efeito depressor, relacionado com a dose, que varia de um comprometimento leve do desempenho de tarefas à sedação.

Propriedades Farmacocinéticas
Absorção:
 
Após a administração oral, o alprazolam é rapidamente absorvido. Os picos de concentração plasmática ocorrem em 1 a 2 horas após a administração. As concentrações plasmáticas são proporcionais às doses administradas; dentro do intervalo posológico de 0,5 mg a 3,0 mg, foram observados picos de 8,0 a 37 ng/mL. Com a utilização de uma metodologia de ensaio específico, foi observado que a meia-vida de eliminação plasmática média do alprazolam é de aproximadamente 11,2 horas (variando entre 6,3 – 26,9h) em adultos saudáveis.

Foram relatadas alterações na absorção, distribuição, metabolismo e excreção dos benzodiazepínicos em uma variedade de doenças, incluindo alcoolismo, insuficiência hepática e insuficiência renal.
Também foram demonstradas alterações em pacientes geriátricos. Em indivíduos idosos sadios, foi observado que a meia-vida média do alprazolam é de 16,3 horas (variando de 9,0 – 26,9 horas; n=16), comparado a 11,0 horas (variando de 6,6 – 15,8 horas; n=16) em indivíduos adultos sadios. Em pacientes com doença alcoólica do fígado, a meia-vida do alprazolam variou de 5,8 – 65,3 horas (média de 19,7 horas; n=17); quando comparado a 6,3 – 26,9 horas em indivíduos sadios (média: 11,4 horas; n=17). Em um grupo de indivíduos obesos a meia-vida do alprazolam variou entre 9,9 e 40,4 horas (média de 21,8 horas; n=12); quando comparado a indivíduos sadios, cuja variação foi de 6,3 – 15,8 horas (média de 10,6 horas, n=12).

Devido à semelhança com outros benzodiazepínicos, presume-se que o alprazolam atravesse a placenta e seja excretado pelo leite materno.

Dados de segurança pré-clínica:

Mutagênese
O alprazolam não foi mutagênico no teste in vitro de Ames. O alprazolam não produziu aberrações cromossômicas no ensaio in vivo de micronúcleo em ratos até a dose mais elevada testada de 100 mg/kg, que é uma dose 500 vezes a dose diária máxima de 10 mg/dia recomendada para humanos. O alprazolam também não foi mutagênico no ensaio de diluição alcalina/lesão de DNA ou ensaio de Ames.

Carcinogênese
Não foram observadas evidências de potencial carcinogênico nos estudos de bioensaio de 2 anos do alprazolam em ratos que receberam doses de até 30 mg/kg/dia (150 vezes a dose diária máxima recomendada para humanos – 10 mg/dia) e em camundongos que receberam doses de até 10 mg/kg/dia (50 vezes a dose diária máxima de 10 mg/kg/dia recomendada para seres humanos).

Fertilidade
O alprazolam não produziu comprometimento da fertilidade em ratos até a dose mais elevada testada de 5 mg/kg/dia, que é 25 vezes a dose diária máxima de 10 mg/dia recomendada para humanos.

Efeitos oculares
Quando ratos foram tratados oralmente com alprazolam, 3, 10 e 30 mg/kg/dia (15 a 150 vezes a dose diária máxima de 10 mg/kg/dia recomendada para seres humanos) por dois anos, uma tendência para um aumento da dose relacionados no número de catarata (feminino) e vascularização corneana (machos) foi observada. Estas lesões não aparecem até depois de 11 meses de tratamento.

Efeito de medicamentos anestésicos e sedativos

Pesquisas não-clínicas demonstraram que a administração de medicamentos anestésicos e de sedação que bloqueiam os receptores N-metil-D-aspartato (NMDA) e/ou potencializam a atividade do ácido gama-aminobutírico (GABA) pode aumentar a morte celular neuronal no cérebro e resultar em déficits a longo prazo na cognição e no comportamento de animais juvenis quando administrados durante o período do pico de desenvolvimento cerebral. Com base em comparações entre espécies não-clínicas, acredita-se que a janela de vulnerabilidade do cérebro a esses efeitos correlaciona-se com exposições humanas no terceiro trimestre de gravidez até o primeiro ano de vida, mas pode se estender até aproximadamente 3 anos de idade. Embora exista informação limitada sobre este efeito com o alprazolam, uma vez que o mecanismo de ação inclui a potencialização da atividade do GABA, um efeito semelhante pode ocorrer. A relevância desses achados não clínicos para o uso em humanos é desconhecida.

4. CONTRAINDICAÇÕES
TRANQUINAL® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida a benzodiazepínicos, alprazolam, ou a qualquer componente da formulação desse produto, e em pacientes portadores de miastenia gravis ou glaucoma de ângulo estreito agudo.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. A paciente deve informar imediatamente seu médico em casa de suspeita de gravidez.

5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
O uso concomitante de benzodiazepínicos e opioides pode resultar em sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte. Limitar as dosagens e durações ao mínimo necessário.

Recomenda-se atenção especial no tratamento de pacientes com insuficiência renal ou hepática.
Habituação e dependência emocional/física podem ocorrer com benzodiazepínicos, inclusive com TRANQUINAL®. Assim como com todos os benzodiazepínicos, o risco de dependência aumenta com doses maiores e utilização em longo prazo, sendo ainda maior em pacientes com história de alcoolismo ou abuso de substâncias. O abuso de substâncias é um risco conhecido para o alprazolam e outros benzodiazepínicos, e os pacientes devem ser monitorados adequadamente quando receberem alprazolam. O alprazolam pode ser sensível à retirada. Há relatos de mortes relacionadas à superdosagem quando o alprazolam é utilizado com outros depressores do sistema nervoso central (SNC), incluindo opioides, outros benzodiazepínicos e álcool. Esses riscos devem ser considerados ao prescrever ou dispensar alprazolam. Para reduzir esses riscos, a menor quantidade apropriada deve ser usada e os pacientes devem ser aconselhados sobre o armazenamento e descarte adequados do medicamento não utilizado (vide item 8. Posologia e Modo de Usar, item 9. Reações Adversas e item 10. Superdose).

Sintomas de abstinência ocorreram após diminuição rápida ou descontinuação abrupta de benzodiazepínicos, inclusive de TRANQUINAL®. Esses sintomas podem variar de leve disforia e insônia a uma síndrome mais importante, que pode incluir cãibras musculares,cólicas abdominais, vômitos, sudorese, tremores e convulsões. Adicionalmente, crises epilépticas ocorreram com a diminuição rápida ou descontinuação abrupta do tratamento com alprazolam (vide item 8 – Posologia e Modo de Usar – Descontinuação do Tratamento e item 9 – Reações Adversas).

Transtornos do pânico têm sido associados a transtornos depressivos maiores primários e secundários e a relatos crescentes de suicídio entre pacientes não tratados. Dessa forma, deve-se ter cautela quando doses mais altas de alprazolam forem utilizadas no tratamento de pacientes com transtornos do pânico, a exemplo do que ocorre no tratamento de pacientes deprimidos com fármacos psicotrópicos ou naqueles em que há razões para se presumir planos ou pensamentos suicidas omitidos.

A administração a pacientes suicidas ou gravemente deprimidos deve ser realizada com as devidas precauções e com a prescrição de doses apropriadas.
Episódios de hipomania e mania têm sido relatados em associação com o uso de alprazolam em pacientes com depressão.

A utilização de alprazolam não foi estabelecida em certos tipos de depressão (vide item 1 – Indicações).

Uso durante a Gravidez
Os dados relacionados à teratogenicidade e aos efeitos sobre o desenvolvimento e o comportamento pós- natais após tratamento com benzodiazepínicos são inconsistentes. Existem evidências de alguns estudos iniciais com outros membros da classe dos benzodiazepínicos em que a exposição in utero pode estar associada a malformações. Estudos posteriores com fármacos da classe dos benzodiazepínicos não forneceram evidência clara de qualquer tipo de defeito. Há descrições de crianças expostas a benzodiazepínicos durante o fim do terceiro trimestre de gestação ou durante o parto que apresentaram tanto a síndrome da criança hipotônica (floppy infant syndrome) quanto sintomas neonatais de abstinência. Se TRANQUINAL® for utilizado durante a gravidez, ou se a paciente engravidar enquanto estiver utilizando TRANQUINAL®, ela deve ser informada do dano potencial ao feto.

TRANQUINAL® é um medicamento classificado na categoria D de risco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. A paciente deve informar imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Uso durante a Lactação
As concentrações de benzodiazepínicos, inclusive de alprazolam, são baixas no leite materno. No entanto, não se deve amamentar durante a utilização de TRANQUINAL®.

Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
Os pacientes devem ser advertidos sobre o uso de alprazolam durante a condução de veículos ou iniciar outras atividades perigosas até que seja provado que eles não se tornem debilitados ao receber o medicamento.

Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento com TRANQUINAL® pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.

Atenção: Contém Lactose. Para a dosagem de 2mg contém 300mg de Lactose por comprimido.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicosegalactose.
Atenção: Contém o corante Punzó R4 que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Os benzodiazepínicos, incluindo o alprazolam, produzem efeitos depressores aditivos do sistema nervoso central (SNC), incluindo depressão respiratória, quando coadministrados com opioides, álcool ou outros fármacos que produzem depressão do sistema nervoso central (vide item 5 – Advertências e precauções).

Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando alprazolam é administrado com fármacos que interferem no seu metabolismo. Compostos que inibem determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P450 3A4) podem aumentar a concentração de alprazolam e acentuar sua atividade. Os dados obtidos a partir de estudos clínicos com alprazolam, estudos in vitro com alprazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados similarmente ao alprazolam, mostram interações de variados graus e possibilidade de interação com alprazolam para uma quantidade de fármacos. Baseando-se no grau de interação e no tipo de dados disponíveis, recomenda-se o seguinte:

  • A coadministração de alprazolam com cetoconazol, itraconazol e outros antifúngicos azólicos não é recomendada;
  • Recomenda-se cautela e consideração de redução da dose quando alprazolam é coadministrado com nefazodona, fluvoxamina e cimetidina;
  • Também se recomenda cautela quando alprazolam é coadministrado com fluoxetina, propoxifeno, anticoncepcionais orais, diltiazem, ou antibióticos macrolídeos como eritromicina e troleandomicina;
  • As interações envolvendo inibidores da protease do vírus da imunodeficiência humana (HIV) (por exemplo, ritonavir) e alprazolam são complexas e dependentes do tempo. Baixas doses de ritonavir resultaram em grande alteração do clearance de alprazolam, prolongaram sua meia-vida de eliminação e aumentaram seus efeitos clínicos. No entanto, sob exposição prolongada ao ritonavir, a CYP3A compensou essa inibição. Essa interação torna necessário um ajuste de dose ou descontinuação do alprazolam;
  • Aumento nas concentrações de digoxina tem sido reportado quando alprazolam é administrado, especialmente em idosos (> 65 anos de idade). Pacientes que recebem alprazolam e digoxina devem, portanto, ser monitorados em relação aos sinais e sintomas relacionados à toxicidade da digoxina.

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
TRANQUINAL® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz. 

TRANQUINAL® 0,5 mg, 1 mg e 2 mg podem ser utilizados por 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Características físicas e organolépticas do produto:
TRANQUINAL® 0,5 mg: Comprimidos redondos, biconvexos, com ranhuras, na cor branca, gravados com a sigla TRA 0,5 em uma das faces e o logotipo Bagó na outra face.

TRANQUINAL® 1 mg: Comprimidos redondos, biconvexos, com ranhuras, na cor rosa claro, gravados com a sigla TRA 1 em uma das faces e o logotipo Bagó na outra face.

TRANQUINAL® 2 mg: Comprimidos simples retangulares trissulcados, na cor branca, gravados com a sigla TRA 2 em uma das faces.

8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
A dose ótima de TRANQUINAL® deve ser individualizada com base na gravidade dos sintomas e na resposta individual do paciente. Nos pacientes que requeiram doses mais elevadas, essas deverão ser aumentadas com cautela, a fim de evitar reações adversas. Em geral, os pacientes que não tenham sido previamente tratados com medicamentos psicotrópicos necessitarão de doses menores que aqueles previamente tratados com ansiolíticos menores, antidepressivos ou hipnóticos. Recomenda-se que o príncipio geral de usar a menor dose eficaz seja seguido, especialmente em pacientes idosos ou debilitados, para evitar o desenvolvimento de sedação excessiva ou ataxia.

Uso em Crianças
A segurança e a eficácia de TRANQUINAL® em indivíduos com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas.

Duração do Tratamento
Os dados disponíveis corroboram a utilização da medicação por até 6 meses para transtornos de ansiedade e por até 8 meses no tratamento dos transtornos de pânico. O risco de dependência pode aumentar com a dose e a duração do tratamento, portanto, devem ser utilizadas a menor dose eficaz e a menor duração possível e, a necessidade de continuação do tratamento deve ser reavaliada frequentemente (vide item 5 – Advertências e precauções)

Descontinuação do Tratamento
Para descontinuar o tratamento com TRANQUINAL®, a dose deve ser reduzida lentamente, conforme prática médica adequada. É sugerido que a dose diária de TRANQUINAL® seja reduzida em não mais que 0,5 mg a cada 3 dias. Alguns pacientes podem necessitar de redução de dose ainda mais lenta (vide item 5 – Advertências e Precauções).

Dosagem Recomendada

Indicação Dose inicial habitual
(se ocorrerem efeitos colaterais,
a dosagem deve ser diminuída)
Intervalo da dose habitual
Transtornos de ansiedade 0,25 mg a 0,50 mg, administrados 3 vezes/dia 0,5 mg a 4,0 mg ao dia, administrados em doses divididas
Transtorno do pânico 0,50 mg a 1,0 mg antes de dormir ou 0,5 mg, administrados 3 vezes/dia A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta do paciente. Os ajustes de dose devem ser aumentados no máximo 1 mg a cada 3 ou 4 dias. Com TRANQUINAL®, doses adicionais podem ser acrescentadas até que seja alcançada uma posologia de 3 ou 4 vezes diariamente. A dose média em um grande estudo multiclínico foi 5,7 ± 2,27 mg, com pacientes necessitando, ocasionalmente, de um máximo de 10 mg diariamente
Pacientes geriátricos ou na presença de condições debilitantes 0,25 mg administrados 2 ou 3 vezes/dia 0,5 mg a 0,75 mg ao dia, administrados em doses divididas; podem ser gradualmente aumentadas se necessário e tolerado

Dose Omitida
Caso o paciente se esqueça de utilizar TRANQUINAL® no horário estabelecido, deve fazê-lo assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de administrar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e utilizar a próxima. Neste caso, o paciente não deve utilizar a dose duplicada para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

9. REAÇÕES ADVERSAS
Os eventos adversos de TRANQUINAL®, se presentes, geralmente são observados no início do tratamento e habitualmente desaparecem com a continuidade do tratamento ou diminuição da dose.
Os eventos adversos associados ao tratamento com alprazolam em pacientes participantes de estudos clínicos controlados e em experiências pós-comercialização são os seguintes:

Tabela de Reações Adversas

Clase de Sistema de Órgãos Muito Comum ≥ 1/10 Comum ≥ 1/100 a < 1/10 Incomum ≥ 1/1000 a < 1/100 Raro ≥ 1/10000 a < 1/1000 Muito raro
< 1/10000
Frequência desconhecida (não pode ser estimada)
- - - - - - pelos dados disponíveis
Distúrbios endócrinos - - - - - Hiperprolactinemia*
Distúrbios da nutrição e do metabolismo - Diminuição do Apetite - - - -
Distúrbios psiquiátricos Depressão Estado de confusão, desorientação, diminuição da libido, ansiedade, insônia, nervosismo, aumento da libido* Mania* (vide item 5. Advertências e precauções) alucinações*, raiva*, agitação*, dependência a substâncias - - Hipomania*, agressividade*, hostilidade*, pensamento anormal* e hiperatividade psicomotora*, abuso de substâncias
Distúrbios do sistema nervoso Sedação, sonolência, ataxia, comprometimento da memória, disartria, tontura e cefaleia Perturbação do equilíbrio, coordenação anormal, distúrbios de atenção, hipersonia, letargia e tremor Amnésia - - Desequilíbrio autonômico do sistema nervoso* e distonia*
Distúrbios oculares - Visão turva - - - -
Distúrbios gastrintestinais Constipação e boca seca Náusea - - - Distúrbios gastrintestinais*
Distúrbios hepatobiliares - - - - - Hepatite*, função hepática anormal* e icterícia*
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo - Dermatite* - - - Angioedema* e reação de fotossensibilidade*
Distúrbios musculoesqueléticos, do tecido conjuntivo e dos ossos - - Fraqueza muscular - - -
Distúrbios urinários
e renais
- - Incontinência urinária* - - Retenção urinária*
Distúrbios do sistema reprodutivo e da mama - Disfunção sexual* Irregularidades menstruais* - - -
Distúrbios gerais Fadiga e irritabilidade - Síndrome de abstinência a substâncias* - - Edema periférico*
Investigações - Diminuição do peso e aumento do peso - - - Aumento da pressão intraocular*

* Reações adversas identificadas pós-comercialização.

Em muitos dos relatos de casos espontâneos de efeitos comportamentais adversos, os pacientes estavam recebendo outros fármacos de ação no sistema nervoso central concomitantemente e/ou tinham doenças psiquiátricas subjacentes. Pacientes que apresentam um distúrbio de personalidade limítrofe, história prévia de comportamento violento ou agressivo ou abuso de bebidas alcoólicas ou outras substâncias podem ser pacientes de risco para esses eventos. Foram relatados casos de irritabilidade, hostilidade e pensamentos invasivos durante a interrupção da administração de alprazolam em pacientes com distúrbio de estresse pós-traumático.
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10. SUPERDOSE
As manifestações de superdose do alprazolam são extensões da sua ação farmacológica e incluem sonolência, fala arrastada, comprometimento da coordenação motora, coma e depressão respiratória.
Sequelas sérias são raras, exceto quando há ingestão concomitante de outros fármacos e/ou etanol.
O tratamento de superdose é principalmente de suporte para a função respiratória e cardiovascular.
Como em todos os casos de superdose, a respiração, o pulso e a pressão arterial devem ser monitorados. O valor da diálise não foi determinado. Como em todos os casos de superdose intencional de qualquer fármaco, deve-se ter em mente que múltiplos agentes podem ter sido ingeridos.
O flumazenil pode ser usado como um adjuvante para a administração das funções respiratórias e cardiovasculares associadas a superdose.

Em caso de intoxicação, ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS
Registro:1.5626.0021

Produzido por:
Laboratórios Bagó S.A.
Calle 4 n° 1429 (B1904CIA) – La Plata – Pcia. de Buenos Aires – Argentina

Registrado e Importado por:
Laboratórios Bagó do Brasil S.A.
Rodovia ES 357, KM 66, S/N, Baunilha – Colatina/ ES
CNPJ nº 04.748.181/0009-47

VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 07/08/2024

Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do expediente Número do expediente Assunto Data do expediente Número do expediente Assunto Data de aprovação Itens de bula Versões (VP/VPS) Apresentações relacionadas
18/09/2012 0758448/12-2 10272 - SIMILAR
Notificação de Alteração de Texto de Bula – Adequação à RDC 47/2009
N/A N/A N/A N/A - TODOS OS ITENS (adequação à norma 47/2009) VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
07/08/2013 0646904/13-3 10457 - MEDICAMENTO SIMILAR – Inclusão Inicial de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A - DIZERES LEGAIS VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
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22/12/2015 1111720/15-6 10756 - SIMILAR – Notificação de alteração de texto de bula para adequação à Intercambialidade N/A N/A N/A N/A - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO (adequação à norma 58/2014) VP/VPS 0,25 MG COM X 30
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26/04/2016 1625963/16-7 10450 - SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A - DIZERES LEGAIS VP/VPS 0,25 MG COM X 30
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13/12/2017 2285560/17-2 10450 - SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
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- DIZERES LEGAIS
VP/VPS 0,25 MG COM X 30
0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
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08/11/2018 1070063/18-3 10450 - SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A 3. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
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0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
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- DIZERES LEGAIS
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0,50 MG COM X 30
1 MG COM X 30
2 MG COM X 30
- - 10450 - SIMILAR – Notificação de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 N/A N/A N/A N/A APRESENTAÇÃO
COMPOSIÇÃO
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
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1 MG COM X 30
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