Um poema de quem nos deixou cedo demais…Em memória de Renée Nicole Macklin Good, que, para além de defender os seus vizinhos, também escrevia poesia.

Aprender a dissecar fetos de porco quero de voltaas cadeiras de baloiço, os poentes inteiros, e a respiração da terra junto ao mar —um rumor apenas,algo que pulsaantes de ter nome. deixei livros antigosem lojas de caridade,apertados em sacos de plástico,sob uma luz de sal —os que prometiam sentido,os arrancados das esquinas,os fáceis,os que se […]

The Ever-Present Islands

In every diaspora, there lingers a question: how do we honor the land we left behind, or the land our forefathers once called home? For Azorean-Americans, that land is the Azores—nine volcanic islands suspended in the Atlantic, where memory and myth often blur. The challenge is not merely to preserve a nostalgic postcard version of […]

O Silêncio das Sombras, o Peso da Verdade

O ruído não é a verdade. É um trovão sem chuva, uma trompete soando no vazio, uma tempestade que dispersa mas não purifica. As sombras não são força. São coroas de pó, tronos de areia, impérios de fumo que se desfazem ao toque da aurora. A máscara do poder é frágil, e o traje da […]

As Mãos que Erguem Cada Madrugada

O Dia do Trabalhador e o Grito Eterno pela Diginidade do  Trabalho na América As mãos do trabalho são mãos de amor. São mãos que erguem, embalam, consertam e forjam. São mãos gretadas pelo frio, enegrecidas pelo carvão, calejadas pela colheita, mas também mãos que escrevem cartas, dobram roupas de criança e traçam linhas de […]