Uma linguagem com as facilidades sintáticas de Python, porém estática e que gere executáveis com opcodes com pouca dependência e desempenho similar aos de C e que desfrute dos recursos computacionais de concorrência que os atuais processadores e computadores oferecem com facilidade é algo que muitos, a muito tempo desejavam. Conheço engenheiros que só tem C e Assembly como opção e que sempre costuma afirmar que “odeiam C”, pelos clássicos problemas da linguagem e compiladores.
Para minha surpresa li este artigo ontem no Slashdot: