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A bagaceira Capa comum – 9 janeiro 2017
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Considerado o marco inicial da segunda fase do Modernismo brasileiro, A bagaceira inaugura o ciclo do “romance nordestino” dos anos 1930.
A história se passa entre 1898 e 1915, os dois períodos de seca. O enredo central gira em torno do triângulo amoroso entre Soledade, Lúcio e Dagoberto. Soledade, menina sertaneja, retirante da seca, chega ao engenho de Dagoberto, pai de Lúcio, acompanhada de vários retirantes: Valentim, seu pai, Pirunga, seu irmão de criação, e outros que fugiam da seca. Lúcio e Soledade acabam se apaixonando. Mas a relação entre os dois ganha ares dramáticos quando Dagoberto violenta Soledade e faz dela sua amante.
A tragédia de amor serve ao autor, político paraibano, puramente como pretexto para denunciar os problemas sociais econômicos do Nordeste, os dramas dos retirantes das secas e da exploração do homem em um injusto sistema social. Explorando os mesmos temas, o baiano Jorge Amado, a cearense Rachel de Queiroz, o alagoano Graciliano Ramos e o também paraibano José Lins do Rego desenvolveram a mesma literatura ficcional crítica e revolucionária.
- ISBN-108503012995
- ISBN-13978-8503012997
- Edição45ª
- EditoraJosé Olympio
- Data da publicação9 janeiro 2017
- IdiomaPortuguês
- Dimensões22.6 x 15 x 2 cm
- Número de páginas280 páginas
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Pedra bonitaCapa comumOpção de frete GRÁTIS disponívelReceba até segunda-feira, maio 4Estimativa de envio de 1 a 2 meses
Menino de engenhoCapa comumOpção de frete GRÁTIS disponívelReceba até quarta-feira, abril 29Somente 4 em estoque.



Descrição do produto
Sobre o Autor
José Américo de Almeida foi um romancista, ensaísta, poeta, cronista, político, advogado, professor universitário, folclorista e sociólogo brasileiro.
Detalhes do produto
- Editora : José Olympio
- Data da publicação : 9 janeiro 2017
- Edição : 45ª
- Idioma : Português
- Número de páginas : 280 páginas
- ISBN-10 : 8503012995
- ISBN-13 : 978-8503012997
- Peso do produto : 227 g
- Dimensões : 22.6 x 15 x 2 cm
- Ranking dos mais vendidos: Nº 85.783 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros)
- Nº 2.329 em Ficção Contemporânea Literatura e Ficção
- Nº 5.268 em Ficção Literária Literatura e Ficção
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- Avaliado no Brasil em 24 de maio de 2024Formato: Capa ComumCompra verificadaO livro em si é um clássico de época. A edição é muito boa; a linguagem é difícil por ser grande parte regionalista da época. Mas tudo compensa após a inserção na narrativa.
- Avaliado no Brasil em 3 de fevereiro de 2026Formato: Capa duraCompra verificadaVeio em ótima condição, vendedores muito atenciosos! Obrigada
Veio em ótima condição, vendedores muito atenciosos! Obrigada
Imagens nesta avaliação
- Avaliado no Brasil em 9 de novembro de 2023Formato: Capa ComumCompra verificadaLivro pioneiro da fase regionalista do modernismo brasileiro, o escritor constrói uma história baseada em um triângulo amoroso representado pelo senhor de engenho autoritário e de ideias atrasadas, seu filho estudante com concepções mais arejadas e o pivô do romance, a retirante Soledade.
A escrita do romance contém muita poesia em prosa e uma junção entre linguagem erudita e regionalista, criando tudo isso um efeito de beleza estética. Mas esse estilo acaba dificultando bastante a compreensão em uma primeira leitura da história. Deixa-se por exemplo de saber quem matou quem e coisas assim.
Não quero estabelecer ditames de como ler o livro, mas resumo aqui a solução que encontrei. Uma primeira leitura desfrutando da poesia em prosa do romancista, seguida pela leitura da Introdução, que na verdade é um ensaio brilhante sobre “A Bagaceira” do crítico Manuel Cavalcanti Proença. Ao fim, uma segunda leitura onde quase tudo se esclarece. Há também um Glossário que pode ser consultado.
Apesar de todo o esforço necessário para um bom entendimento do romance, vale realmente a pena lê-lo.
- Avaliado no Brasil em 16 de agosto de 2023Formato: Capa ComumCompra verificadaBagaceira= área em torno dos engenhos de açúcar onde se espalha o bagaço da cana moída, para que seque e seja usado como combustível nas fornalhas.
5,0 de 5 estrelasBagaceira= área em torno dos engenhos de açúcar onde se espalha o bagaço da cana moída, para que seque e seja usado como combustível nas fornalhas.Clássico brasileiro.
Avaliado no Brasil em 16 de agosto de 2023
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- Avaliado no Brasil em 19 de maio de 2025Formato: Capa ComumCompra verificadaO livro tem um final inesperado. Gostei bastante. A linguagem é bem regionalizada, até porque esse livro foi o precursor do regionalismo moderno e abriu as portas da literatura paraibana no cenário brasileiro.
- Avaliado no Brasil em 8 de abril de 2023Formato: Capa ComumCompra verificadaTrata-se da oportunidade de releitura de um clássico da literatura regional e brasileira, da lavra do grande escritor José Américo de Almeida.
- Avaliado no Brasil em 6 de agosto de 2021Formato: Capa ComumCompra verificadaa nova edição da josé olympio está muito bonita, a capa em toque aveludado, as folhas grossas, bem diagramado. tem uma introdução de um seminário sobre o livro que aconteceu na universidade federal da paraíba, mas senti falta de outros textos complementares.
- Avaliado no Brasil em 5 de maio de 2018Formato: Capa ComumCompra verificadaO livro vale por ser um marco da literatura nacional, obra inaugural da fase regionalista em que despontaram gigantes como Graciliano Ramos, Raquel de Queirós, Jorge Amado, dentre tantos.
A leitura, contudo, torna-se difícil ao leitor médio, devido ao uso constante de termos e expressões regionais, e de vocábulos eruditos. A providencial existência de um glossário ao final do livro ameniza a necessidade de se recorrer constantemente ao dicionário, mas as constantes interrupções para se desvendar o significado das palavras (que às vezes tomam uma frase inteira), comprometem a fluidez da leitura, tornando-a monótona e cansativa.
De toda sorte, é uma obra indispensável aos amantes da literatura brasileira e principalmente aos que (como é o meu caso!) são apaixonados pela prosa regionalista.
A título de alerta, recomendo que a leitura da introdução seja feita após o término do corpo da obra. Na verdade, a introdução é mais um apanhado crítico da obra que propriamente uma introdução e, por isso, revela vários pontos da trama.









