Superintendência de Saúde Universidade de São Paulo
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Últimas Notícias de Saúde:


A maneira como se enxerga o envelhecimento pode mudar o futuro – Conex60

A maneira como se enxerga o envelhecimento pode mudar o futuro Conhecimento e Atualidades, Saúde e Bem-Estar Qual é a sua percepção sobre o envelhecer? Pode parecer uma pergunta simples — mas a resposta tem um impacto profundo na forma como vivemos cada etapa da vida. A maneira como enxergamos o envelhecimento influencia diretamente nossa saúde, nossas escolhas e até nossa longevidade. Nossa visão sobre envelhecer não surge do nada. Ela é construída ao longo da vida, moldada por fatores culturais, sociais e pelas experiências que acumulamos. Desde cedo, somos expostos a imagens negativas da velhice — muitas vezes absorvidas sem questionamento. Não é por acaso que até crianças já reproduzem atitudes idadistas. Vivemos em uma sociedade que valoriza intensamente a juventude. E, nesse cenário, o envelhecer costuma ser associado a perdas, limitações e declínio. No plano individual, esse padrão se repete: tendemos a focar nos aspectos negativos do envelhecimento como

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O Simpósio Protagonismo Feminino USP 60+

  O Simpósio Protagonismo Feminino USP através do programa USP 60+ ocorreu em 20 de março de 2026, em comemoração ao mês do Dia Internacional da Mulher. O evento recebeu os profissionais de saúde da comunidade USP para discutir assuntos relacionados a: saúde muscular, envelhecimento, menopausa, cognição, sexualidade e reposição hormonal com foco no potagonismo feminino, autonomia e a importância da saúde para o envelhecimento feminino com qualidade. confira: https://www.instagram.com/p/DWjpxrjlcJg/?img_index=1

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Do Grêmio da Escola Politécnica à Superintendência de Saúde da Universidade de São Paulo: Conheça a trajetória e o impacto do Serviço Odontológico na Comunidade USP

Com mais de 11 mil atendimentos anuais, o serviço gratuito de saúde bucal se consolida no atendimento estudantil e do bem-estar dos servidores em sete campi. Por Ana Rute Lando e Talita Girio Carnaval Nishida – SAU/USP   O que começou em 1948 como um pequeno suporte aos estudantes do Grêmio da Escola Politécnica (Poli) transformou-se, ao longo de quase oito décadas, em uma rede robusta de assistência à saúde. Hoje, o Serviço Odontológico da USP, vinculado à Superintendência de Saúde (SAU), é uma peça fundamental na engrenagem que mantém a universidade funcionando, garantindo que dor de dente não seja obstáculo para o ensino, a pesquisa e a extensão. Evolução e Estrutura Atual A história do serviço é marcada pela expansão. Se nos anos 60 o foco abriu-se para funcionários e, nos anos 90, para dependentes. A estrutura organizacional do Serviço Odontológico na Comunidade Uspiana, passou por diversas alterações e

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Mulheres vivem mais — mas vivem pior? Por Egídio Dórea Conex60

O paradoxo da saúde feminina As mulheres vivem mais que os homens. Esse é um dos dados mais conhecidos da demografia mundial. No Brasil e em muitos outros países, a diferença gira em torno de seis anos a mais de expectativa de vida. À primeira vista, isso poderia ser visto como uma vantagem feminina. Mas há um detalhe inquietante nessa história. Viver mais não significa viver melhor. Diversos estudos mostram que as mulheres passam mais anos da vida convivendo com doenças, limitações funcionais e pior qualidade de saúde. Em outras palavras, elas vivem mais — mas também passam mais tempo doentes. Esse paradoxo levanta uma pergunta incômoda: por que o sistema de saúde ainda falha tanto em cuidar das mulheres? Um sistema que ouve menos as mulheres Desde jovens, muitas mulheres desenvolvem uma relação constante com o sistema de saúde. A primeira menstruação geralmente marca o início de consultas ginecológicas regulares. Ao

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Trabalho na terceira idade pode ser chave para envelhecer com mais saúde e propósito: Jornal da USP Henrique Giacomin

De acordo com Egídio Dórea, para além da questão econômica, o trabalho na terceira idade tem impactos profundos na saúde mental, nas relações sociais e na vitalidade física Para além da saúde mental, o trabalho também pode ser um aliado contra a sarcopenia – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens Segundo o IBGE, em 2024, 24,4% das pessoas com 60 anos ou mais estavam ocupadas no mercado de trabalho brasileiro, o maior porcentual da série histórica desde 2012. Isso significa que aproximadamente um em cada quatro idosos estava trabalhando. Na faixa dos 60 aos 69 anos, quase metade dos homens e um pouco mais de um quarto das mulheres estavam ocupados. Dados recentes do INSS mostram que cerca de 70% das aposentadorias pagas são de até um salário mínimo (R$ 1.518,00). Segundo o médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, Egídio Dórea: “A

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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável Jornal da USP/Rádio USP: Henrique Giacomin

Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a 24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer exatamente quais foram os usos das internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade. Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma

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Simpósio Protagonismo Feminino

“O Simpósio do Protagonismo Feminino, organizado pelo Programa USP60+, ocorrerá no dia 20 de março, mês do dia internacional da mulher. O evento contará com a participação de palestrantes ilustres e renomados em suas respectivas áreas. Confira a seguir a programação:” 08:00-08:20: Recepção 08:20-08:40: Abertura – Profª  Drª Maria Arminda do Nascimento Arruda  (Vice-Reitora da USP 2022-2025) 08:40-09:10: Mulher e Direito – Maria do Carmo Guido 09:10-09:40: Saúde muscular e envelhecimento – Drª  Fernanda Catena 09:40-10:10:  Menopausa e Cognição – Profª  Drª  Sônia Brucki 10:10-10:30:  Intervalo 10:30-11:00:  Sexualidade feminina – Dr. André Ruiz de Oliveira 11:00-11:40:  Menopausa e reposição – Profs. Drs. Sang Cha & José Bento de Souza 11:40-12:00: Encerramento Local: Auditório István Jancsó Rua da Biblioteca, 21, Espaço Brasiliana, Cidade Universitária – São Paulo, SP, CEP: 05508-065   Confira mais informações acessando o link: https://prceu.usp.br/usp60/simposio-protagonismo-feminino/    

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Um país, uma prova médica Jornal Da USP

Por Eloisa Bonfá, diretora da Faculdade de Medicina da USP, Jorge Elias Junior, diretor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, e José Sebastião dos Santos, diretor da Faculdade de Medicina de Bauru da USP “A qualidade da formação médica não é um tema corporativo nem restrito às universidades. É, antes de tudo, uma questão de segurança da população. A sociedade tem o direito de esperar que todo médico que conclui a graduação esteja preparado para exercer a medicina com competência, responsabilidade e segurança.”… confira o texto na íntegra: https://jornal.usp.br/?p=98119                  

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