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        <title><![CDATA[Stories by Tenoch Yakecan on Medium]]></title>
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            <title>Stories by Tenoch Yakecan on Medium</title>
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            <title><![CDATA[Trans nunca ganha: de Maya Massafera a Sam Smith]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Tenoch Yakecan]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 24 Jun 2024 18:55:56 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-06-24T18:55:56.180Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade trans passa por turbulências; quase como um time de futebol da divisão C, não ganhamos uma. Parece que status, fama, dinheiro não conseguem abalar as concepções sobre a nossa existência, aparência, personalidade e inteligência.</p><p>Maya Massafera, uma influenciadora abastada realizou sua transição social e médica. Críticada e posta em uma lupa social, minunciosamente analizada por milhares. Sam Smith, cantore não-binárie escrutinade pela apresentação de gênero com seus modelitos de apresentação. Nada passa, tudo é comentado de forma desrespeitosa e cruel.</p><p>Aos olhos do público popular a vivência trans se torna uma monstruosidade. Nossas inspirações e aspirações ficam presas a a concenpção pré-transição, pré-aceitação. A vida aberta e desimpedida é acorrentada e pesada pelos julgamentos e indagações indelicadas com facetas de curiosidade.</p><p>Pessoas trans não devem explicações ou satisfações, mesmo para aqueles que dizem querem aprender. É redundante e cansativo pontuar que pessoas não te devem aulas grátis sobre quem elas são.</p><p>Não é por ser trans que tenho que te explicar o uso de pronomes, encontre e remunere um licenciado de letras. Não é por ser trans que tenho que te explicar o funcionamento da minha reposição hormonal, algum endócrino ficaria feliz de fazer esse trabalho. Querendo ou não, pessoas trans são cobradas a terem diversas profissões não remuneradas de forma exaustiva para “se explicarem”.</p><p>Enquanto isso, legisladores — quais tomaram poder quando alguém decidiu que votar em branco era mais fácil — acreditam que as minhas decisões e liberdades corporais e sociais como pessoa trans adultas são violáveis e barráveis.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=6d36915be4af" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Temperatura e Estratégias Térmicas Animais]]></title>
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            <category><![CDATA[estratégia-termica]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Tenoch Yakecan]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 14 Jun 2024 12:47:35 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-06-14T12:47:35.790Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>O metabolismo é o total de reações químicas que ocorrem em um organismo. Este é mensurado de acordo com o tempo, estabelecendo a taxa metabólica. A atividade metabólica é cara energeticamente, tendo seu custo suprido pela alimentação e fontes calóricas de energia. Todo animal produz calor, esse será transferido, conduzido, conveccionado, irradiado e evaporado.</p><p>A taxa metabólica basal se refere ao repouso, com estresse mínimo e estado de jejum. Qual pode desviar do padrão, que é em repouso, e com regulação térmica em ectotérmicos. Em atividades normais, determinamos o metabolismo de campo.</p><p>A temperatura de um indivíduo é massa-específica, relacionada a área de superfície e volume. Criando assim, um gradiente térmico com a condidutiviade térmica.</p><p>A aclimatização é um processo natural e relativamente rápida, já a adaptação, pode levar gerações.</p><p>Estratégias térmicas são empregadas para a boa sobrevivência de indivíduos e populações — controles comportamentais, autonômicos e de aclimatização podem ocorrer. As mesmas podem ser classificadas de acordo com: 1) Amplitude térmica; 2)Regulação; 3) Fonte de calor.</p><p>Seres euritérmicos tem uma amplitude de temperatura limitada, já estenotérmicos tem uma ampla amplitude de temperaturas.</p><p>Seres pecilotérmicos variam sua temperatura de acordo com o ambiente, assim, são afetados pelos dias, horas e estações. Seres homeotérmicos mantém e regulam sua temperatura, tendo assim, uma eficiência enzimática e alta taxa metabólica.</p><p>Seres ectotérmicos tem uma fonte de calor externa. Seres endotérmicos tem uma fonte de calor interna, a fonte principal de produção de calor é o próprio organismo.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=990fc4059d53" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Ritmos Biológicos Animais]]></title>
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            <category><![CDATA[animais]]></category>
            <category><![CDATA[ritmos-biológicos]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Tenoch Yakecan]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 14 Jun 2024 12:35:31 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-06-14T12:35:31.833Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Os ritmos biológicos em animais, ou ritmos circadianos, são ciclos biológicos que seguem um período de cerca de 24 horas. Estes ritmos são regulados por relógios biológicos internos e são influenciados por fatores externos como a luz e a temperatura. Os ritmos biológicos desempenham um papel crucial em diversas funções fisiológicas e comportamentais dos animais.</p><p><strong>Os ritmos circadianos </strong>de aproximadamente 24 horas que regulam várias funções fisiológicas e comportamentais. O cíclo sono-vigília, flutuações na temperatura corporal, produção hormonal (como melatonina e cortisol).</p><p><strong>Os ritmos ultradianos</strong> com duração inferior a 24 horas. Ciclos de alimentação, ritmos cardíacos, padrões de atividade cerebral (como ciclos de sono REM e não-REM).</p><p><strong>Ritmos Infradianos</strong> com duração superior a 24 horas. Ciclo menstrual em mamíferos, ciclos de acasalamento e reprodução em animais, migrações sazonais.</p><p><strong>Ritmos Circanuais</strong> que ocorrem ao longo de um ano. Migrações sazonais de aves, hibernação em mamíferos, ciclos de muda de pele ou pelagem.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=6e49b8779619" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Os Movimento Vegetais]]></title>
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            <category><![CDATA[movimentos-vegetais]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Tenoch Yakecan]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 14 Jun 2024 12:18:47 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-06-14T12:18:47.359Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>As plantas, mesmo vistas como seres sesseis, tem diferentes movimentos durante seu cíclo e condições de vida. Esses podem ser irreversíveis, como o crescimento, ou reversíveis, como o turgor.</p><p>O tropismo é um tipo de movimentação direcionada à um estímulo externo, podendo ser positivo (na direção do mesmo) ou negativo (em oposição do mesmo). Essa movimentação é classificada de acordo com o estímulo externo exercido: 1)Fototropismo; 2)Geotropismo; 3)Tigmotropismo; 4)Heliotropismo.</p><p>O fototropismo é o crescimento do caule em direção a luz. Isso se deve a ação e concentração do hormônio auxina em regiões específicas da planta.</p><p>O geotropismo é o crescimento ou direcionamento vegetal em resposta a gravidade. A raiz demonstra um geotropismo positivo, crescendo em direção ao estímulo da gravidade e o caule apresenta um geotropismo negativo, crescendo em oposição ao estímulo da gravidade.</p><p>O tigmotropismo é o crescimento ou direcionamento vegetal devido a um contato com um objeto como suporte, como uma cerca. As células distantes deste suporte aumentam e se alongam em tamanho para alcançar o objeto de apoio e se atrelarem.</p><p>O heliotropismo é o restreamento solar pelas plantas, como o girassol. Isso se deve ao pulvino das folhas que auxilia essa movimentação.</p><p>Nastismos são movimentos sem um vetor e que não são óbvios. Relacionados a ritmos circassianos, dependentes de luz, 24h e temperatura. Há fotonastismos, termonastismos e tigmonastismos.</p><p>A nutação é o movimento rotatório e helicoidal dos vegetais.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=93c99a5a52df" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Hormônios Vegetais]]></title>
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            <category><![CDATA[fisiologia-vegetal]]></category>
            <category><![CDATA[botanica]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Tenoch Yakecan]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 13 Jun 2024 20:00:12 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-06-14T12:09:45.886Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Hormônios vegetais, ou fito-hormônios, são substâncias orgânicas endógenas que atuam como mensageiros químicos produzidos em pequenas quantidades pelas plantas. De forma manufaturada na indústria, são chamados de reguladores hormonais.</p><p>Atuam pelo mecanismo geral de ação dos hormônios: estímulo seguidos por transdução de sinal via segundo mensageiro e geração de uma resposta com atividade dos processos celulares. Dividios em oito classes de acordo com sua ação: 1) Auxina; 2) Citocinina; 3)Giberelina; 4)Etileno; 5)Ácido Absísico (ABA); 6) Jasmonatos; 7)Brassinosteróides; 8) Salicilatos.</p><p>A auxina é um hormônio de crescimento vegetal altamente atrelado com a luz. Produzido em áreas de crescimento ativo, como nos frutos, flores, folhas jovens e meristema. Gerando crescimento e diferneciação de tecidos, processos de estiolamento via alongamento celular em coleóptilos nas gramíneas. Dominância apical e tropismos devido a maiores concentrações do hormônio na área. Seu antagonista é o Ácido Absísico (ABA), qual retarda o processo de desenvolvimento.</p><p>A citocinina retarda o processo de senescência continuando a divisão celular.</p><p>A giberelina atua no crescimento da planta pelo alongamento do caule, regulação de altura.</p><p>O etileno é relacionado fortemente ao amadurecimento em frutos climatéricos, quais continuam a amadurecer após sua retirada da planta.</p><p>O ácido absísico (ABA) faz parte da resposta ao estresse abiótico, como seca, salinidade e frio. Quando uma planta está sob estresse hídrico, o ABA é produzido em maior quantidade, promovendo o fechamento dos estômatos para reduzir a perda de água pela transpiração. Além disso, o ABA pode ativar a expressão de genes relacionados à defesa, ajudando a planta a sobreviver em condições adversas.</p><p>Os jasmonatos tem um papel na defesa contra herbívoros e patógenos, desencadeando a produção de compostos defensivos, como proteínas de defesa e metabólitos secundários.</p><p>Os brassinosteróides podem aumentar a resistência das plantas a infecções fúngicas e bacterianas, possivelmente através da modulação da expressão de genes de defesa e da produção de compostos antimicrobianos.</p><p>Os salicilatos são ligados a defesa vegetal, sinalizadores importantes na resistência sistêmica adquirida (SAR), um mecanismo de defesa que confere resistência a toda a planta após uma infecção localizada. Ele regula a expressão de diversos genes de defesa e pode estimular a produção de proteínas PR (proteínas relacionadas à patogênese), que ajudam a combater infecções.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=f1fd3a4baf0f" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[A Fisiologia do Estresse Animal]]></title>
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            <category><![CDATA[fisiología]]></category>
            <category><![CDATA[estresse]]></category>
            <category><![CDATA[animals]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Tenoch Yakecan]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 13 Jun 2024 19:19:08 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-06-13T19:38:51.730Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Podemos qualificar o estresse como um comportamento anormal, um indivíduo quer faz ajustes internos para se conformar com sua realidade externa. Isso pode ser demonstrado pelo comportamento, qual é subjetivo, ou, também, de forma fisiológica. O cortisol é uma maneira na qual podemos medir os níveis e respostas de estresse de um corpo animal.</p><p>Ao pensar em respostas corporais ao estresse, nos vemos com alguns caminhos diferentes. Começando com a resposta do reflexo, quando um estímulo estressante, é levado pelo Sistema Nervoso Simpático até os sensores presentes no encéfalo que irão acionar os músculos criando um movimento. Podemos pensar nesse estímulo estressante como colocar a mão em uma superfície quente, essa resposta será em sua totalidade neural.</p><p>O sistema nervosos se divide em: 1) Sistema Nervoso Central; 2)Sistema Nervoso Periférico; 3) Sistema Nervoso Autônomo; 4) Sistema Nervoso Somático; 5) Sistema Nervoso Simpático; 6)Sistema Nervoso Parassimpático. O SNC engloba o encéfalo (cérebro, cerebelo, tronco encefálico) e a medula espinhal, que agem como um centro de integração e processamento para todas as vias fisiológicas. Dessa maneira, podemos estabelecer que uma via pode ser apenas neural ou um conjunto de neural e endócrino, porém, nunca apenas endócrina sem esse compontente de integração. O SNP engloba os nervos, gânglios e receptores sensoriais. Esses podem ser somáticos, que atuam nas funções voluntárias do corpo ou autônomos, as funções denominadas involuntárias. Dessas, temos o Simpático que lida com estresses e emergências, gerando a nossa Luta ou Fuga. Já o parassimpático, seu antagonista, atua no descanso e na digestão.</p><p>A via neural age imediatamente, o Sistema Nervoso Simpático atua nos tecidos alvo criando uma compreensão geral de Luta ou Fuga para o corpo. A frequência e contração cardíaca são aumentadas, juntamente com a frequência respiratória que nos deixa ofegante.</p><p>O corpo do animal não se limita a uma única resposta imediata, após um atraso de alguns segundos, a nossa via neuro-endócrina começa a funcionar. Agora não somente dependendo de sinapses e neurotransmissores, mas também de hormônios. Aqui lidamos com a ação do pâncreas e da medula adrenal, quais estarão mudando as taxas de insulina e glucagon no sangue. Isso se deve pela ação contraria que essas moléculas tem — a insulina atua na retenção de glicose pelas células nos tecidos, enquanto o glucagon favorece a liberação da glicose no sangue.Isso se deve para a ideia de Luta ou Fuga, de que ao correr de um predador, por exemplo, o corpo necessita da energia fácil e disponível para se manter em movimento. Dessa maneira, é imprescindível que haja maiores taxas de glicose no sangue.</p><p>Quando o estresse se torna predominante por algum tempo, digamos cerca de 48h de estimulação contínua, a via neuro-endócrina do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA) toma conta. O hipotálamo libera o hormônio liberador de corticotrofina (CRH), que age na adenohipófise estimulando a produção do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH). O ACTH liberado no sangue, atua no córtex adrenal para a liberação de cortisol.</p><p>O eixo hipotálamo-hipófise não se restringe apenas a sua ação adrenal, mas é um sistema endócrino que modula funções fisiológicas via a produção e liberação de hormônios. O hipotálamo age como primeiro centro regulador, secretando neurohormônios hipotalâmicos que estimulam ou inibem a secreção de hormônios tróficos pela adenohipófise — uma glândula endócrina que regula diversas funções fisiológicas produzindo, secretando e armazenando hormônios. Hormônios tróficos são proteínas que induzem a produção ou secreção de outras susbstâncias em diversas glândulas do corpo. Os hormônios tróficos produzidos pela adenohipósife são: 1) ACTH; 2) TSH; 3) FSH; 4) LH.</p><p>O hormônio estimulador da tireoide (TSH) é liberado por vias parecidas com o ACTH. Começando pelo hipotálamo que expele o liberador de tirotropina (TRH) pelos seus tireótrofos, quais agem na hipófise causando a liberação de TSH no sangue, acometendo a tireóide a secretar os hormônios T3 e T4 que tem um efeito no metabolismo energético regulando o metabolismo basal, influenciando a taxa metabólica, a temperatura corporal.</p><p>Para entendermos de maneira geral como esses mecanismos trabalham, voltemos apenas a expressão: <strong>Alça de Retroalimentação Negativa</strong>. Pois, é assim que uma boa faixa de produção hormonal e de respostas ao estresse é mantida. Os próprios hormônios estimulam e modelam o hipotálamo e a adenohipófise para parar sua produção. O estímulo estressante acomete o hipotálamo, como sensor, que libera neurohormônios com ação na hipófise, para que a mesma libere hormônios tróficos que atuem na glândula endócrina efetora, acometendo resultandos nos tecidos alvo que possuem sensores e geram respostas regulando as funções celulares. Dessa maneira, o corpo está criando respostas eficazes em face de estresses mais prolongados.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=2e2a031aa32b" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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            <title><![CDATA[O Ritmo Circadiano do Batuque]]></title>
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            <dc:creator><![CDATA[Tenoch Yakecan]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 21 May 2024 16:18:58 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-05-21T16:21:38.249Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*KIY4-T1jcfWML6-QH5KbwA.jpeg" /></figure><p>Era uma vez,</p><p>Um ritmo que não dependia de relógio. Ele estava ali, batucando a todo momento, liderando com aquela música rápida para a galera dançar no começo da festa e colocando aquela de dançar juntinho lá pro final.</p><p>A festa dele durava um dia e uma noite de tão boa que era, mas sempre respeitando como festejar em cada momento. Olhava para a luz do holofote, com a manutenção de seu amigo fotoperíodo, enquanto determinava qual a próxima música para tocar. A iluminação criava toda a sensação na pista de dança para os que festejavam e, assim, ele obedecia. Gostava de chamar como duas festanças diferentes: o sono e a vigília.</p><p>Sabia o que fazer quando sua amada, Melatonina, chegava. Ela era a única das festas que o chamava pelo nome completo. Para ela, ele não era só ritmo, era Ritmo Circadiano. A Melatonina era do time da festa da noite, sempre gostou de uma pista de dança menos iluminada e uma música lenta. Ela acabava sendo muito tímida para chegar dançando junto com o ritmo logo de cara. Assim, sua amiga pineal sempre lhe dava aquela liberação necessária.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*-_fPlmctVTJle7SShgF8sg.jpeg" /></figure><p>Porém, sempre que estava pronta para ir para casa com o ritmo, chegava sua arqui-inimiga, Cortisol, para levá-lo para a iluminação forte e os ritmões rápidos da vigília que iria começar. O ritmo ficava na dele, influenciado por todas, mas nunca por mais que uma festa. Ele ficava no seu palco chamado hipotálamo.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*Q1Ttdj4y7aPjD_T1RG6CCA.jpeg" /></figure><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=756ef97ef0e6" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[A Imunobiologia é uma Discoteca]]></title>
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            <category><![CDATA[cd4]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Tenoch Yakecan]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 21 May 2024 15:39:01 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2024-05-21T15:39:01.785Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Era uma vez,</p><p>Um retrovírus dançante, seu capsídeo cheio de personalidade reluzindo à luz da discoteca. Os quadros coloridos do chão guiavam seu caminho até a próxima pessoa que ele faria dançar. Sua poção mágica de energia vinha de sua amiga, TR, e quando dançavam juntos parecia até que eram clones executando os mesmos passos ao mesmo tempo.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*EcRIeYrK0s0p5D5WfWRMlg.jpeg" /></figure><p>Até que sua fama chegou, ninguém sabia quem ele escolheria para dançar, nem por quê. Foi quando se tornou popular que todas as cabeças da discoteca se voltaram para ele. Isso demorou várias noites para acontecer. Os antigos frequentadores da pista de dança, que já andavam com ele há algum tempo, a PN, foram a sensação no início. Todo mundo recebia um movimento, um passinho, e ela circulava entre todos os desprotegidos depois de um tempo. No começo, parecia que ela tinha preferência por certos grupos na discoteca, mas logo ficou claro que ela dançava com todos que podia, sem discriminação. Mesmo assim, os dançarinos acompanhados por belas moças achavam que ela não os faria rebolar. Com toda essa atenção, descobriram quem realmente dava o ritmo da noite: o retrovírus.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*kdGghFatVY8fpt3C20886w.jpeg" /></figure><p>O retrovírus, com todo o seu poder de boogie, deixou todos em um frenesi; ninguém conseguia acompanhar seus movimentos. Tirou para bobo até o campeão de remeleixo da época, o CD4. A noite então virou uma grande batalha de dança entre o retrovírus e CD4, competindo pela dominância da pista, tentando se tornar o rei supremo da discoteca.</p><p>Durante essa batalha épica, com todos os movimentos conhecidos, a plateia percebeu que a corrente de ouro do retrovírus, na verdade, eram duas correntes soltas. Sua parceira, TR, correu para ajustá-la, deixando seu parceiro com todo o swag possível, combinando com o que CD4 já tinha.</p><p>Durante seu movimento clássico, a ondinha do braço, a abotoadura do retrovírus prendeu-se na de CD4. De forma repentina, eles começaram a dançar iguais, juntos, como um só. O retrovírus agora tinha o poder de fazer o passinho que quisesse. CD4 tentaria chamar seu parceiro de dança poderoso, B, mas já não conseguia mais. Nesse momento, PN viu suas brechas.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*YuIBUAAbjBMEbHBbnGoFuQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*r1fOYFyUHPgjcLZ00pTuNA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*ximJi5VJaD0MA-FDbHZGKg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*HzPSFu5X6c6pea_0xo_aBA.jpeg" /></figure><p>As gangues de dança Th1 e Th2 não podiam permitir que isso acontecesse em seu território e tomaram medidas.</p><p>Os Th1 eram um grupo que gostava de fazer as coisas com as próprias mãos. Três de seus membros mais novos, IFN-γ, IL-21 e TNF-α, foram avisar os brigões do grupo, apelidados de macrófagos, que queriam bater e bater no retrovírus e deixar para que o citotóxico, CD8, finalizasse com o passo de dança mais letal. Os macrófagos começaram a cercar o retrovírus, atacando-o com movimentos intensos e precisos. O CD8, com sua habilidade letal, se preparava para dar o golpe final, esperando o momento certo para entrar em ação.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*0V_DwtHcPLBgAn3Ut6J_Fw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*G4VdeET3da2kIZpM102GKw.jpeg" /></figure><p>Já os Th2 gostavam de terceirizar. Seus pequenos, IL-4, IL-5 e IL-10, foram falar com B, pedindo para ele começar a se alongar para dançar e ajudar seu amigo. Com seu grande movimento chamado IgE, ele neutralizou o boogie do retrovírus. Além disso, os Th2 convocaram os eosinófilos e mastócitos, conhecidos por suas habilidades especiais em lidar com intrusos. Os eosinófilos lançaram seus movimentos devastadores, enquanto os mastócitos liberaram uma onda de energia que enfraqueceu ainda mais o retrovírus.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*3ShiATxU44aWXO7ifWHHTQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*DuBGe03fHw26SId6Ua1fWw.jpeg" /></figure><p>A batalha se intensificou, com Th1 e Th2 usando todas as suas habilidades para combater o retrovírus. Os Th1, com sua força bruta e ataques diretos, e os Th2, com suas estratégias indiretas e coordenação, criaram uma sinergia poderosa que lentamente começou a dominar o retrovírus. Cada vez mais enfraquecido, o retrovírus viu suas chances de dominar a pista de dança diminuírem.</p><p>No final, a união das gangues Th1 e Th2, com suas estratégias distintas mas complementares, conseguiu conter o retrovírus. A discoteca voltou ao seu ritmo normal, com CD4 recuperando seu status de campeão de remeleixo e todos os dançarinos comemorando a vitória sobre o invasor. E assim, a discoteca continuou sendo um lugar de harmonia e diversão, graças à união e esforço coletivo das gangues Th1 e Th2.</p><p>Mas a história não acabou aí. O retrovírus, identificado como o causador da AIDS, continuou a ser uma ameaça em outras discotecas ao redor do mundo. No entanto, os cientistas descobriram uma nova arma contra ele: o AZT. Esse medicamento entrou na pista de dança como uma verdadeira estrela, interferindo na poção mágica de energia do retrovírus e diminuindo seu poder de boogie.</p><p>Com a chegada do AZT, as gangues Th1 e Th2 ganharam um aliado poderoso. Agora, eles não apenas enfrentavam o retrovírus com suas habilidades de dança, mas também tinham uma ferramenta extra para enfraquecer o invasor. A batalha continuava, mas a esperança de um final feliz estava mais forte do que nunca.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*JMMWSTiPeGhRsrq77dq9uw.jpeg" /></figure><p>E assim, a luta contra o retrovírus dançante seguiu firme, com a ciência e a união das forças imunes trabalhando juntas para proteger a discoteca e garantir que todos pudessem continuar dançando em paz.</p><p><strong>ADICIONAIS</strong></p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*SIQZXHSUEdQqyvZS-HLqRg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*RI9-pUXa_RL1ibDqiqu3sg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*_VusB4IM81qy7fHE8HadMg.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*68D0G7SgsKftatbIKV5eYQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*D0_Vf4eJqYWCr1LEVl72Zw.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*tMSyuv1y_ku_dNOpF1GdvA.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*MmoCCLRPQdeacN-bmKC4CQ.jpeg" /></figure><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/1024/1*zbjeXN3HXyh6wgMzsDKIdQ.jpeg" /></figure><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=6eaa6d733f21" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[The Long Lasting Pain Left By Colonialism]]></title>
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            <category><![CDATA[colonialism]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Tenoch Yakecan]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 30 Nov 2023 00:20:57 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-11-30T00:20:57.897Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<p>We are very much conditioned throughout our lives by the Western world to judge country’s history of colonialism, of course, the only exception would be the one and only great America (aka United States biggest representation of emperialism by calling itself a whole continent). I always thought about Nigeria with a presumption that it didnt, as a country, have enough funds or resources which would be the cause for high rates of poverty.</p><p>The truth is way worse, and quite au contraire than most of us uneducated white folks would think. Nigeria is quite wealthy with its oil. (compare the united state’s richness and nigeria in a way that shows that they get the money) however, its economy does rely on that and that only, its a raw product, it doesnt get the refined selling price, also doesnt control its price as an LDC, and it is focused on a few people’s hand. However, is the poor management and corruption that dont let nigeria thrive with its oil wealth and keep the economic gaps that we know as they are so portrayed by the media.</p><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=e36591058980" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[O MUNDO GLOBAL VISTO DO LADO DE CÁ — MILTON SANTOS]]></title>
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            <category><![CDATA[globalization]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Tenoch Yakecan]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 30 Nov 2023 00:19:00 GMT</pubDate>
            <atom:updated>2023-11-30T00:43:49.407Z</atom:updated>
            <content:encoded><![CDATA[<h3>O MUNDO GLOBAL VISTO DO LADO DE CÁ — MILTON SANTOS</h3><p>ANÁLISE SÓCIO-HISTÓRICA</p><p>A interpretação da globalização mundial por Milton Santos expressa as diversas facetas do processo no mundo atual, juntamente colocando em evidência as retóricas da globalização como fábula ou perversidade.</p><p>O “lado de cá” é o terceiro mundo e as pessoas dentro do mesmo em condição de exclusão, qual é potencializada pelo processo da globalização. Expressões da questão social tomam novas formas mais abrangentes e demonstram a globalização como perversidade. As manifestações vigentes da questão social atual é proveniente da história das sociedades. O declínio da abordagem humanista foi trocada pelo consumo, fundamentalismo, progresso e individualismo. Assim, causando o desmonte do estado de bem estar social com essa proposta libertária. O Terceiro mundismo atualmente se atrela a definição de dependência do neocolonialismo.</p><p>O Consenso de Washington foi uma manobra política e econômica direcionada a América Latina com enfoque em estimular o desenvolvimento capitalista e a ampliação do alcance neoliberalista. Qual pode ser julgado como desnecessário e longe de suficiente estimular o crescimento do sul. Colonialismo e imperialismo não pagaram suas dívidas com o terceiro mundo aos se “retirarem”, os capitalistas estrangeiros criminais deixaram sua bagunça e depois tentaram voltar como pacifistas e fiscais da democracia. A CIA instalava os governos latino americanos e decidia o curso politico e econômico. Uma hegemonia do norte que não se contenta com seu próprio povo e território. A ditadura e o neoliberalismo que assombrar a América Latina são devido as jogos do norte devido a importância e força de seus estado nacionais. O sul será o norte caricato e repetir os mesmos erros da sociedade de consumo que tem seus modos de vida impostos, seguindo cegamente o globalitarismo.</p><p>A globalização tira a capacidade de união e organização, empobrecendo a classe média e tirando a chance da classe pobre. O norte demonstra sua hegemonia em todos os aspectos da vida dos terceiros mundistas, principalmente nos produtos importados, que as vezes são a única opção. Esse consumo beneficia o norte que explora os produtos brutos sul, os refina e vende para o próprio sul por mais caro. Usando sua influência para barrar qualquer movimento de independência mercantilista. A nova divisão internacional do trabalho escolhida para servir as necessidades do norte. O desemprego crescente crônico, a falta da qualidade de vida, trabalhar mais com menos direitos ainda pairam sobre os ares latinos.</p><p>O território de um povo é sua matriz da vida social, econômica e política. A globalização trouxe ideias de venda ou tomada da Amazônia brasileira por outras nações, com justificativas de nossos governos serem frágeis e instáveis demais para reger tal patrimônio — sendo que essa instabilidade é proveniente das nações que fazem tais declarações. As ações sem responsabilidade das grandes empresas que privatizam e desorganizam os territórios, poluem e despem as riquezas naturais. A exploração de mão de obra no terceiro mundo quando há a transferência das fábricas de perversidade, utilizando a disponibilidade de trabalhadores para pagá-los cada vez menos para trabalharem cada vez mais. Vendo o desemprego como uma condição momentânea que serve para mais globalização, a pobreza tratada com naturalidade, que será curada assim que as classes trabalhadoras se esforçarem mais. A questão da fome não é ligada a produção mas distribuição, uma culpa proveniente de como organizamos a sociedade, com a simples decisão estabelecida que alguns não devem comer. O fato de que há espaço para governos e indústrias se sentirem no direito de direito de gerar a privatização de patrimônios da humanidade, como a água. Como são erguidos muros protegendo o capital, enquanto refugiados morrem e são explorados. Um sistema político corrompido em que abandonamos a civilização em prol do crescimento econômico abrindo espaço para a barbárie que custa vidas. O centro do mundo é o dinheiro puro pela geopolítica feita pelos economistas, seguida pelos estados e imposta pela mídia. Qual serve de intermediação e que não parte da próprio, afetada pelo poder de agentes internacionais da informação com o mundo da produção e finanças que a controla de maneira eficáz a interpretação do transparece.</p><p>A Globalização também é luta, uma demanda que vem de baixo para trazer liberdade. Usar a tecnologia e informação como ferramenta para os movimentos dos grupos excluídos utilizarem em seus próprios termos, uma libertação de comunidades historicamente controladas. Compartilhar com o mundo de seu ponto de vista, indignação de não ser representado e estilo de vida. Se apropriar da cultura de massa, fazer a globalização que oprime ser a mesma que da oportunidades, identidade e nome as pessoas. A solidariedade como expressão econômica e política, contra a produção da violência. Fenômenos de baixo criam cultura, política, coletividade e resgatam a memória do grupo. A exposição do cotidiano do excluído é uma forma de ver e lidar com o mundo proveniente onde se está.</p><figure><img alt="" src="https://cdn-images-1.medium.com/max/454/1*QvDB2F2CAxhF5LsGodGbgw.jpeg" /><figcaption>Nosso Norte é o Sul Joaquin Torres García (1874–1949)</figcaption></figure><img src="https://medium.com/_/stat?event=post.clientViewed&referrerSource=full_rss&postId=142f795561a2" width="1" height="1" alt="">]]></content:encoded>
        </item>
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