quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
VIRGINIA LEE: HER "EARLY RECORDINGS"
sexta-feira, 31 de janeiro de 2025
MARIANNE's "My Songs of the Sixties"
Once upon a time there was a sweet loving girl called Marianne... No woman from the 1960s lost her youth as thoroughly as Marianne Faithfull. And by youth, I mean her innocence, not her looks. Long after that decade ended, she wrote in a song, "Where did it go to ... my youth?" She answered herself only last year with lyrics that begin, «I drink and I take drugs/I love sex and move around a lot». And no citizen of the '60s drank, took drugs and had sex with Faithfull's public abandon. This Rato Records's collection (shared once more 'cause of many requests), in three parts, reunites 75 great songs that Marianne recorded during the sixties, before her personal life went into decline, and her career went into a tailspin.LUCILLE STARR: "The French Song"

Original Released on LP A&M LAM 2007
(US, 1964)
quarta-feira, 8 de janeiro de 2025
sábado, 7 de dezembro de 2024
quinta-feira, 18 de julho de 2024
THE ROLLING STONES 1ST UK ALBUM
Agora que os
octogenários Jagger & Richards acabam de nos presentear com um álbum
imaculado ("Hackney Diamonds" será mesmo o último?), é bom voltar atrás e recordar como tudo
começou. Os Rolling Stones não eram estranhos ao estúdio quando começaram a
gravar este primeiro LP em Janeiro de 1964. Já tinham conseguido hits em
1963 com "Come On", de Chuck Berry, e "I Wanna Be Your
Man", de Lennon e McCartney. Pouco a pouco os Stones começaram a
estabelecer um modelo confiável: pegar numa música de blues, torná-la
mais difícil e mais rápida. Na esteira dos Beatles, o resultado foi um sucesso.
Nos Estados Unidos, a London Records adicionou a frase "England's Newest Hit
Makers" a uma capa que, na Grã-Bretanha, ousadamente não trazia nenhuma
informação que não fosse o logotipo da gravadora. A editora americana também
substituiu "I Need You Baby (Mona)", de Bo Diddley, por uma versão de
sucesso de "Not Fade Away", de Buddy Holly. Os Rolling Stones ainda não
eram tão bons quanto o material que lançariam nos anos seguintes. Mas a sua
arrogância teve um impacto sísmico na pop educada da época – e continua
a ecoar até hoje.
As primeiras
prensagens do lançamento do álbum de estreia no Reino Unido incluíram por engano a versão sem piano de "Tell Me (You're Coming Back)" (com 2:52 m); todos os lançamentos subsequentes
viriam no entanto a apresentar a versão com piano. A gravação completa (4:06 m)
desta versão para piano, que apareceu no LP padrão do Reino Unido depois que o
erro foi corrigido, tem um final abrupto antes da execução da música terminar.
A maioria das outras versões em LP e CD do álbum de estreia no Reino Unido -
bem como o álbum de estreia dos Stones nos EUA, oficialmente chamado de
"England's Newest Hit Makers" - contém uma versão editada desta
gravação, que desaparece por volta dos 3:48 minutos. Em Junho de 1964, "Tell
Me" foi lançado como single apenas nos EUA, com a duração de 2:47 minutos.
Alcançou a posição #24 por duas semanas, e durou na Billboard Hot 100 um
total de 10 semanas. O lado B foi um cover da canção de Willie Dixon "I
Just Wanna Make Love to You". O single "Tell Me" foi relançado
em várias coletâneas dos Rolling Stones, incluindo "Big Hits (High
Tide and Green Grass)", "More Hot Rocks (Big Hits & Fazed
Cookies)", "30 Greatest Hits" e "Singles Collection: The
London Years". Ao longo dos anos, a edição de 3:48 minutos foi sempre a utilizada.
Andrew Loog Oldham, que juntamente com Eric Easton produziu este primeiro álbum da banda, escreveu na apresentação: «Os Rolling Stones são mais do que apenas um grupo – são um modo de vida. Um modo de vida que capturou a imaginação dos adolescentes do país e os tornou um dos grupos mais procurados da música Beat. Porque os Stones têm a premissa básica do sucesso da música pop – a de que o seu público compra discos, e discos com o som que lhes é dado neste seu primeiro álbum: uma abordagem básica e emocionante de Rhythm and Blues que, misturada com os seus cinco personagens explosivos, lhes deram três sucessos e um EP que permaneceu nas tabelas de singles por quinze semanas. Nos oito meses desde que os Stones embarcaram na sua carreira pop, eles não só conquistaram grandes sucessos como quebraram recordes de público em digressões por todo o país. Os Stones emergiram como cinco talentos inteligentes, que viajarão com sucesso muito além dos domínios da música pop. E neste álbum há doze boas razões para isso.»
segunda-feira, 12 de abril de 2021
sábado, 3 de abril de 2021
TOM JONES: "The First Years" (1965-1967)
Sir Thomas Jones Woodward is a Welsh singer known by his stage name Tom Jones. He was born in 1940, June 7, at 57 Kingsland Terrace, Treforest, Pontypridd, in Glamorgan, South Wales and became one of the most popular vocalists to emerge from the mid-1960s. Since then, he has sung many forms of popular music – pop, rock, R&B, show tunes, country, dance, soul music and gospel – and sold over 100 million records. Jones has had thirty-six Top 40 hits in the United Kingdom and nineteen in the United States. He began singing at an early age, at family gatherings, weddings and in his school choir. Jones did not like school or sports, but gained confidence through his singing talent. At 12 he was diagnosed with tuberculosis. Many years later he said: «I spent two years in bed recovering. It was the worst time of my life.» During convalescence he could do little else but listen to music and draw.The group recorded several solo tracks in 1964 with producer Joe Meek, who took them to various labels, but they had little success. Later that year, Decca producer Peter Sullivan saw Tommy Scott and the Senators performing in a club and directed them to manager Phil Solomon, but the partnership was short-lived. The group continued to play gigs at dance halls and working men's clubs in South Wales. One night at the Top Hat in Cwmtillery, Wales, Jones was spotted by Gordon Mills, a London-based manager who also originally hailed from South Wales. Mills became Jones's manager and took the young singer to London, and also renamed him Tom Jones, to exploit the popularity of the Academy Award winning 1963 film.
Jones performed in Las Vegas for the first time at the Flamingo, in 1967. His performances and style of dress became part of his stage act, and increasingly featured his open, half-unbuttoned shirts and tight trousers. He soon chose to record less, instead concentrating on his lucrative club performances. His shows at Caesars Palace were a knicker-hurling frenzy of sexually charged adulation and good-time entertainment. Women started throwing hotel room keys onto the stage. Jones and his idol Elvis Presley met in 1965 at the Paramount film stage, when Elvis was filming Paradise, Hawaiian Style. They became good friends, spending more and more time together in Las Vegas and duetting until the early hours at Presley's private Las Vegas suite. The friendship endured until Presley's death in 1977.













































