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Megadeth - Megadeth (2026) USA

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O álbum "Megadeth" (2026) não é apenas mais um lançamento na carreira de Dave Mustaine; este é o último álbum da história da banda. O título homónimo serve como o capítulo final e definitivo de uma das fundadoras do Thrash Metal, encerrando uma jornada de 43 anos.

O Canto do Cisne do Thrash Metal

Lançado a 23 de janeiro de 2026 pela gravadora BLKIIBLK, o 16.º (e final) álbum de estúdio dos Megadeth é uma obra multifacetada que consegue ser, ao mesmo tempo, agressiva, técnica e profundamente emocional. Mustaine reuniu a formação composta por Teemu Mäntysaari (guitarra), James LoMenzo (baixo) e Dirk Verbeuren (bateria) para entregar um adeus digno de lendas.

Sonoridade e Estilo: A Essência de Mustaine

O álbum é um resumo lírico e musical da visão inabalável de Dave Mustaine. Ele explora desde as raízes punk do grupo até à sofisticação do Thrash melódico que os tornou gigantes.

  • O Factor "Ride the Lightning": Uma das maiores surpresas é a inclusão de uma nova versão de "Ride the Lightning". Mustaine, que co-escreveu o clássico dos Metallica, finalmente coloca a sua voz e estilo nesta peça, mostrando quanto do seu DNA está impregnado naquele marco do metal.

  • Virtuosismo Técnico: Faixas como "Let There Be Shred" são celebrações puras da guitarra. Como o título sugere, é um massacre de solos e riffs rápidos onde o domínio de Mustaine e Teemu toma o centro do palco.

Destaques das Faixas

  • "Tipping Point": O single de abertura é Megadeth clássico: ritmo galopante, leads brilhantes e os vocais icónicos de Mustaine. A introdução perfeita para o álbum.

  • "I Don't Care": Com uma forte influência punk, esta canção funciona como um sumário da carreira de Dave: ele fez o que achou correto, seguindo a sua própria bússola musical contra todas as probabilidades.

  • "Puppet Parade" & "Obey the Call": São as faixas mais complexas do disco. Exigem várias audições para revelar a sua genialidade, mostrando que a banda não perdeu o apetite por estruturas progressivas.

  • "Made to Kill" & "I Am War": Thrash Metal direto, com riffs furiosos e uma secção rítmica (LoMenzo/Verbeuren) que bate com força implacável.

  • "The Last Note": O fecho agridoce. Uma faixa melancólica que liberta a "besta do Thrash" uma última vez, servindo como uma despedida tocante a mais de quatro décadas de música.

O Veredito Final

Megadeth é um álbum soberbo. É pesado, multifacetado e carregado de emoção. Consegue homenagear o legado de clássicos como Peace Sells e Countdown to Extinction, enquanto oferece algo novo e vibrante. É raro uma banda deste calibre conseguir encerrar a sua história com um álbum tão forte e relevante.

O Metal perde um dos seus faróis, mas o Megadeth sai de cena no topo, deixando um disco que será lembrado como um dos melhores da sua discografia.

Nota: 9/10


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Temas:

01. Tipping Point
02. I Don't Care
03. Hey, God?!
04. Let There Be Shred
05. Puppet Parade
06. Another Bad Day
07. Made To Kill
08. Obey The Call
09. I Am War
10. The Last Note
11. Ride The Lightning (Metallica cover / Bonus Track)

Banda:

Dave Mustaine: Guitars, Vocals
Teemu Mantysaari: Guitars
James LoMenzo: Bass
Dirk Verbeuren: Drums
Magic Word

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Kreator - Krushers Of The World (2026) Alemanha

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Quatro anos após o aclamado Hate über alles, Mille Petrozza e a sua armada regressam com "Krushers of the World". Este não é apenas mais um disco na vasta discografia da banda; é um trabalho que eleva a fasquia do Thrash Metal moderno, fundindo a agressividade implacável com uma composição técnica e melódica superior.

O Som: Entre o Caos e a Melodia

O álbum é descrito como uma "explosão massiva de Thrash". O Kreator mantém a sua energia bruta (presente há mais de quatro décadas), mas injeta nuances cinematográficas e colaborações surpreendentes que refrescam o género.

  • Agressão Pura: Faixas como a abertura "Seven Serpents" e "Deathscream" (que começa com um grito de Mille de "gelar o sangue") mostram que o lado mais selvagem da banda continua intacto.

  • Inovação Vocal: Um dos grandes destaques é a faixa "Tränenpalast", que conta com a participação de Britta Görtz (Hiraes). A combinação da voz agressiva de Mille com o registo rouco de Britta cria uma dinâmica harmoniosa mas visceral, imbuída de uma vibração de terror (remetendo ao clássico "Phobia").

  • Hinos de Arena: A faixa-título, "Krushers Of the World", e "Satanic Anarchy" destacam-se pelos refrões melódicos e poderosos, desenhados especificamente para serem cantados em uníssono nos grandes festivais.

Destaques das Faixas

  • "Psychotic Imperator": Uma composição "cinematográfica" com secções assustadoras e amostras de corais, mostrando o lado mais ambicioso do grupo.

  • "Combatants": Exibe a destreza rítmica e o groove único que o Kreator aperfeiçoou nos últimos anos.

  • "Loyal to the Grave": O final do álbum é anunciado por um sino sinistro. É uma faixa de ritmo moderado, com excelentes guitarras e um fluxo melódico soberbo, encerrando o disco de forma épica.

Estética e Produção

A arte da capa, criada por Zbigniew Bielak (conhecido pelo seu trabalho com os Ghost), é um presente para os fãs veteranos, contendo referências visuais a álbuns clássicos como Coma of Souls, Out of the Dark … Into the Light e Pleasure to Kill. A produção da Nuclear Blast garante que cada riff soe como uma martelada cirúrgica.

O Veredito Final

Krushers of the World é, sem dúvida, um forte candidato a Álbum do Ano. O Kreator prova que é possível envelhecer com dignidade e manter a relevância no topo do Metal extremo, entregando um disco dinâmico que não compromete o peso em prol da melodia, mas que sabe usar ambas com maestria.

Nota: 9/10

Recomendado para: Fãs de Thrash Metal clássico e moderno, e qualquer pessoa que queira ouvir o estado da arte do metal europeu em 2026.


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Temas:

1.Seven Serpents 04:39
2.Satanic Anarchy 03:33
3.Krushers Of The World 04:20
4.Tränenpalast 04:43
5.Barbarian 04:40
6.Blood Of Our Blood 04:30
7.Combatants 04:01
8.Psychotic Imperator 05:04
9.Deathscream 03:51
10.Loyal To The Grave 04:58

Banda:

Miland "Mille" Petrozza – vocals, rhythm guitar (1982–present)
Jurgen "Ventor" Reil – drums (1982–present), lead vocals (1982–1989)
Sami Yli-Sirnio – lead guitar, backing vocals (2001–present)
Frederic Leclercq – bass, backing vocals (2019–present)

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Petra - Hope (2026) USA

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O álbum "Hope" (2026) marca um dos regressos mais aguardados e improváveis da história do Rock Cristão. Após mais de 20 anos desde o último disco de material inédito (Jekyll & Hyde, 2003), a lendária banda Petra prova que o seu "som de rocha" não só sobreviveu ao tempo, como se adaptou com uma vitalidade surpreendente.

O lançamento oficial ocorreu a 5 de janeiro de 2026 (digital) e 16 de janeiro de 2026 (físico), via Girder Music.


O Contexto do Regresso

O que começou como uma digressão de 50.º aniversário transformou-se numa centelha criativa para Bob Hartman e John Schlitt. O álbum é uma celebração da longevidade, apresentando a formação clássica recente: Hartman (guitarras), Schlitt (voz), John Lawry (teclados), Greg Bailey (baixo) e Cristian Borneo (bateria).

Sonoridade: Entre o Clássico e o Experimental

A crítica (incluindo a CCM Magazine e Jesusfreakhideout) destaca que o álbum não tenta apenas copiar o passado, mas arrisca em novos territórios:

  • O Lado Rock: A abertura com "Filthy Lucre" é descrita como um soco no estômago, com um riff pesado que remete à era Jekyll & Hyde. "Skin in the Game" e "Kiss the Coals" mantêm a tradição do Hard Rock de arena que definiu a banda nos anos 90.

  • A Grande Surpresa: A faixa "Oxygen" é o momento mais comentado do disco, onde o Petra experimenta com ritmos de reggae. Embora pareça arriscado, a crítica elogiou a execução natural e a mensagem lírica.

  • Toques Modernos e Nostálgicos: "We Rejoice in Hope" traz uma energia que mistura o som clássico de teclados de John Lawry com uma estrutura quase pop-punk, criando um hino de celebração contagiante.

Destaques das Faixas

  1. "Deliver Us": O single de avanço. É o Petra clássico — uma oração corporativa em forma de rock melódico, com John Schlitt a provar que, aos 75 anos, ainda alcança notas que muitos vocalistas jovens invejariam.

  2. "Looking Back": Uma balada introspectiva onde Bob Hartman abre o coração sobre o legado da banda e a fidelidade de Deus. Tem sido comparada ao estilo melódico dos Beatles ou até de música country/folk.

  3. "Thorns": Uma canção de ritmo médio que foca na superação através das provações, elevando-se como um dos pontos altos da composição de Hartman.

Veredito Final

Hope é um triunfo da perseverança. O álbum consegue equilibrar a produção polida moderna com o espírito orgânico dos anos de ouro da banda. Não soa a um grupo "reformado" a tentar ganhar dinheiro com a nostalgia, mas sim a uma banda que ainda tem algo relevante a dizer.

Liricamente, o Petra mantém-se fiel à sua missão: teologia sólida aplicada às lutas da vida moderna. Se este for o "canto do cisne" da banda, é uma despedida majestosa. Se for o início de uma nova fase, o Rock Cristão acabou de recuperar os seus reis.

Nota: 8.5/10 

Destaques: "Filthy Lucre", "Deliver Us", "Oxygen" (pela audácia) e "Looking Back". Recomendado para: Fãs de Petra de todas as eras e qualquer apreciador de Classic/Hard Rock que valorize técnica e mensagem.


Temas:

01. "Filthy Lucre" 03:17
02. "Kiss the Coals" 02:59
03. "Oxygen" 03:03
04. "Skin in the Game" 03:38
05. "We Rejoice in Hope" 03:27
06. "Miracle Maker" 03:37
07. "There Will Still Be a Dawn" 03:23
08. "Thorns" 03:49
09. "Looking Back" 04:05
10. "Deliver Us" 03:42

Banda:

Bob Hartman – guitars, writer (1972-present)
John Lawry – keyboards (1984-present)
John Schlitt – lead vocals (1986-present)
Greg Bailey – bass, cello, background vocals (2001-present)
Christian Borneo – drums (2013-present)


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Peter Criss - Peter Criss (2025) USA

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Este é, sem dúvida, o momento que os fãs dos KISS e do "Catman" esperaram durante quase duas décadas. Depois de anos focado em sonoridades mais suaves e no estilo crooner (como vimos em One For All de 2007), Peter Criss regressa em 2025 com o álbum que a sua legião de seguidores sempre desejou: um disco de Rock puro, duro e vibrante.


Avaliação: Peter Criss - Peter Criss (2025)

O Renascimento do Catman no Hard Rock

Lançado a 19 de dezembro de 2025, este álbum homónimo (não confundir com o clássico de 1978) é uma lufada de ar fresco na carreira do lendário baterista. A produção de Barry Poynter, aliada à visão do próprio Criss, conseguiu capturar algo raro: a fúria do Rock de arena com a elegância das influências de Big Band que sempre estiveram no DNA de Peter.

O "Time dos Sonhos": Uma Muralha de Som

A maior força deste álbum reside na escolha cirúrgica dos músicos. Peter não se limitou a gravar um disco a solo; ele montou uma superbanda que eleva cada composição:

  • Billy Sheehan: O seu baixo estratosférico traz uma energia e um drive que Peter não tinha desde os tempos áureos de Destroyer.

  • John 5: Os solos são precisos, modernos, mas com o respeito absoluto pelo groove clássico.

  • Paul Shaffer: Adiciona uma textura de teclados que une o Rock ao lado mais showman de Criss.

  • John Corabi e Piggy: Garantem que o disco tenha aquela "sujidade" e atitude necessária para um verdadeiro álbum de Hard Rock.

Análise das Faixas: Entre o Clássico e o Novo

O álbum abre com uma declaração de intenções: "Rock, Rockin’, Rock & Roll". É um hino imediato, onde a bateria de Peter soa mais pesada do que nunca, provando que, aos 80 anos, a sua batida ainda é o coração do Rock.

  • "Murder" e "Justice": Estas faixas mostram um lado mais sombrio e direto, com riffs poderosos que justificam a descrição de ser o seu álbum mais "rock" de sempre.

  • "Cheaper To Keep Her": Uma escolha curiosa que remete ao lado bluesy e divertido de Peter, mas com uma roupagem muito mais musculada graças à produção de Poynter.

  • "Walking On Water": Aqui ouvimos a vulnerabilidade e a voz rouca icónica de Peter, mas sem perder a força instrumental.

  • "Hard Rock Knockers" (Bonus Track): Um presente para os fãs veteranos, fechando o disco com uma energia que nos faz esquecer que se passaram 18 anos desde o seu último registo a solo.

O Veredito Final

"Peter Criss" (2025) não é apenas um álbum de nostalgia; é um álbum de reafirmação. Peter Criss prova que nunca foi "apenas" o baterista dos KISS, mas um artista com uma identidade própria que, quando rodeado pelos músicos certos, consegue entregar um Rock visceral e autêntico.

Este disco apaga as memórias das baladas excessivas do passado e coloca o Catman de volta ao trono do Hard Rock. É vibrante, é pesado e, acima de tudo, soa a Peter Criss com toda a sua alma.

Destaques: "Rock, Rockin’, Rock & Roll", "In the Dark" e "Nature's Cry". Nota: 9/10 – O regresso que o Rock precisava em 2025.


Temas:

  1. Rock, Rockin’, Rock & Roll (feat. Billy Sheehan & Paul Shaffer)
  2. In the Dark (feat. Billy Sheehan & Paul Shaffer)
  3. For the Money (feat. Billy Sheehan & Paul Shaffer)
  4. Murder (feat. Billy Sheehan & Paul Shaffer)
  5. Walking On Water
  6. Creepy Crawlers
  7. Justice
  8. Cheaper To Keep Her
  9. Sugar
  10. Rubberneckin’
  11. Hard Rock Knockers (Bonus Track)


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