quinta-feira, dezembro 31, 2015

Fim de 2015

Não abandonei o primeiro meu lugar de reflexão.
Mas a clivagem dos dias e pessoas... assim um vértice, um gume, perdem-se rotas, calam-se esperas.

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Porque sair e registar o que vejo em imagens tem-me feito "andar à solta" a voar. No lugar das coisas outras.
Sem pensar em futuro
que os anos agora
são breves,
flutuam. Pássaros cujo sentido só eles sabem. E não dizem.


sexta-feira, dezembro 11, 2015

Dezembro molengo

A última quinzena de Dezembro é sentida em sobressalto consumista.
Sair? Não se pode.
Comprar? O mínimo.
Ou vice-versa.

Tenham todos os que passarem ao largo um bom resto de mês.

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Se se reparar nesta imagem de santa (Santa Maria do Perpétuo Socorro que bem precisamos dele, socorro, para eleições e tudo) o menino está com a sandalinha a cair do pé.
Esta é a graça da ingenuidade.
E só as crianças me empurrariam o Natal.

domingo, novembro 22, 2015

Apetecer...

muito. O vôo das aves, as suas esperas, a sua atenção.
Para onde e como vão diferentemente.
Que planos têm. Todos os dias.
Ah... e as andorinhas, incessantes.

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quinta-feira, novembro 12, 2015

Vácuo

O silêncio da casa pesa como um isco (enganador).
Nem público, nem aplauso, nem actuação, poucos e breves intervalos.
De repente, toda a tua vida é um teatro de mudos e surdos.

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terça-feira, outubro 13, 2015

O campo III

Uma aldeia lindíssima, abandonada.
Disseram-me que os velhos foram morrendo.
Ali ficou, no azul e dourado dos montes ermos.

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Assim sinto este país tão bonito e em tantos sítios degradado, de gente, de horizontes. A reconstruir, com firmeza e vontade.

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O que pensarão os nossos pastores de cabras e ovelhas, das conversações decorrentes no reino de Lisboa?

O campo II

Esta elaboração de fotos é mesmo para amantes de gatos!
Dizia eu hoje a uma amiga destartes amiga deles, como eu: perguntei a uma habitante da aldeia se deixavam andar os gatitos à vontade e se não matavam as crias (como ouvi dizer que faziam na cidade...). Disse-me ela que os "deixavam andar" porque assim não havia ratos!!!
Sabedoria ancestral.
Encantei-me com a variedade das raças e o à vontade deles, parecendo bem tratados.

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O gatinho e as azeitonas

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Esperando decisões importantes!

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sexta-feira, outubro 09, 2015

O campo

Como oposto a tanta divagação, de votos, abstenções, receios de "esquerdas", certezas de arcos governativos e de cotão, que tão bem conhecemos nos bolsos, presidentes em banho-maria...
vale a pena perder a vista e saber de outras coisas. Nem cultura, nem política, apenas recreio.
Deste pequeno país,
os lugares perdidos, as pequenas estradas entre os montes (os turistas de boas reformas, alemães, franceses, ingleses; mas disto não me apetece falar; nem pensar de como o conseguiram),
sobretudo a riqueza dos pormenores da paisagem,

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uma estrada romana,
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 melhor dizendo, de romãs, frutos de rubis e coroas de rainha,

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uma brisa na tarde, um moinho sem vento.
Notícias comezinhas de lugares adiados.