Eu sei que eu já usei essa chamada na ConVnVenção de Barcelona mas, por mais que eu pense, não consigo encontrar nada mais apropriado.
Pensa bem: como é que pode existir um cara como o EduLuz, que pegou a idéia da Sylvia, de fazer o pin da bóia, e transformou em realidade?
E ainda por cima se abala até Alphaville, onde eu fui gravar uma entrevista no Amaury Jr., para me entregar a muamba antes da ConVnVenção dos 10 Anos no Rio?
Pronto! Agora somos, de fato, uma seita 😎
Gente que não existe: na foto de cima, a Liciana, que veio de São Paulo.
Aqui embaixo, a Patsy, sentada, que também veio de Sampa, e as carioquíssimas Meilin, mamãe Paula* e Cristina.

O Arthur, veterano da primeira ConVnVenção carioca, veio de Niterói; a Carla2 e a Mari Campos, de São Paulo. (Carla, esqueci o nome da tua amiga da esquerda, que vergonha!)

E olha o Nick, na luxuosa companhia de Meilin e RastaFlavia.
Ponte Rio-Niterói: os queridos JB e Carla Portilho.
Special guest stars: nosso Arnaldo Interata e a sua querida Alice.
A Majô — que, decididamente, não existe — organizou tudo nos mínimos detalhes. Tinha até atas para assinar. Nem a Mari Campos, vizinha de blog lá no ViajeAqui, escapou (na foto, com a Carla2).
Eu, muito menos — me deram tantos livros para autografar, que eu nem sequer notei que estavam aprontando uma festinha de verdade ao meu redor.
Quando dei por mim, vieram da cozinha do Arab da Lagoa DOIS bolos: um pelos 10 anos do lançamento do Viaje na Viagem de papel, e outro pelo meu próprio aniversário, que é nessa semana agora.
Vou ficar devendo fotos minhas, porque numa mancada-mor, que há muito tempo não acontecia, perdi metade das fotos durante o descarregamento no computador. Tinha fotos do bolo, do grupo, e de quem chegou mais tarde, como a CarlaZ e o Bruno Agostini. Mas ainda bem que deu pra roubar a foto de cima e a de baixo do blog da Majô.
E além dos participantes ao vivo, teve os que vieram via DDD — a Sylvia e a Emília — e DDI — a Dani G. Adorei, meninas!
A festa continuou à noite, em outro lance de organização impecável da Majô — com a participação do Arnaldo, que não pôde ir mas mandou a limusine:

Enquanto a Carla Portilho ia na frente para segurar a nossa reserva, a van foi apanhando os tripulantes da Barra, do Leblon, de Ipanema e do Bairro Peixoto.
A noitada foi no adorável Centro Cultural Carioca, que já tinha sido testado e aprovado na ConVnVenção que os cariocas armaram pra Sylvia.
A localização é espetacular: em frente ao Real Gabinete Português de Leitura, bem no Centro mas off-muvuca da Lapa.

Na foto de baixo: a Bia, irmã da Majô, a Carla e sua tia, a Célia. Nas outras, só personagens já conhecidos da parte de cima do post 😆
O grupo Sururu na Roda se apresenta todos os sábados e é o máximo. Dali a pouquinho tava todo mundo sambando.
No meio do show, mais uma participação virtual: o Diogo me manda uma mensagem dizendo que tinha acabado de me ver… no Amaury Jr.
E olha quem chegou atrasada, mas chegou: Ângela Bruno, vinda diretamente do aeroporto, recém-chegada de Buenos Aires!
E um pouco antes da gente ir embora, desfez-se o grande mistério da noite: QUEM ERAM AQUELAS PESSOAS ali ao lado que tinham UM LIVRO MEU sobre a mesa? Seria coincidência demais, claro. Mas era apenas um caso de timidez: a gracinha da Marília Marconi foi com o Leandro (e a sogra!) mas ainda não tinha se apresentado.
E eu não posso terminar esse post sem convocar uma salva de palmas virtuais para a nossa querida Majô (na foto com a Alice e o Gira), que cuidou de tudo para tornar essa inesquecível. Obrigadíssimo, Majô! Beijão!
(E passem lá no Filigrana para ver o relato dela, que está muitíssimo mais completo do que o meu! Caras perde!) 😆
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