Friday, May 11, 2012

Luiz Felipe Scolari, o ex-técnico

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Bom, todo mundo sabe que Luiz Felipe Scolari não é mais um técnico de verdade, há, quase dez anos, né? Tal afirmação se resume aos títulos que o gaúcho conseguiu nesses últimos dez anos: nenhum! Verdade, 'Felipão' não ganhou mais nenhum título, desde a conquista do pentacampeonato, pela seleção brasileira, em 2002. Claro, isso, considerando que o caneco do Campeonato Uzbeque - que o técnico ganhou em 2009 - não pode ser chamado de TÍTULO. 

Luiz Felipe Scolari ficou conhecido no Brasil, pelos títulos conquistados nos anos 90, por Palmeiras e Grêmio, e também pela Copa do Mundo de 2002, a qual levou o time ao pentacampeonato. Característica marcante em seu trabalho, por onde passava, 'Felipão' conseguia formar a "família Scolari". Como o próprio nome já dizia, a "família Scolari" era realmente uma entidade familiar, onde o próprio Luiz Felipe - e o Murtosa era a mãe (brinks) - e os jogadores sem comportavam como irmãos. A maior virtude destes times era a união de todos os jogadores, que assumiam a responsabilidade tanto na vitória, quanto na derrota, e, mais ainda, a capacidade que estes times tinham de jogar pelo técnico. Isso, é claro, graças àquele grande técnico de dez anos atrás, que conseguia trabalhar quase que perfeitamente o psicológico de seus comandados. 

De lá pra cá, Felipão saiu da seleção brasileira e foi dirigir a seleção de Portugal. O resultado mais expressivo conquistado pelo técnico foi um vice-campeonato da Eurocopa e um quarto lugar na Copa do Mundo de 2006. Ou seja, nenhum título. Mas, aí, vão dizer que o técnico elevou o nome da seleção e a colocou entre as melhores seleções do mundo e blá, blá, blá. Quando passou pela seleção portuguesa, 'Felipão' tinha um super time, que jogava sozinho, se fosse preciso. Tinha, inclusive, o melhor jogador do mundo, na época - Cristiano Ronaldo. Chegou à final da Eurocopa e perdeu para uma super retranca do time da GRÉCIA. Pois, bem, saindo de Portugal, o tima foi para o Chelsea. No time londrino, também não conseguiu nada de mais. Depois, de uma boa série de vitórias, o time entrou em um hiato de vitórias, o que acabou repercutindo na demissão do treinados. Do Chelsea para o Bunyodkor, do Uzbequistão. Não posso comentar muito, pois, não sabia nem que eles jogavam futebol por aquelas terras. Enfim, é evidente a decadência do técnico. 

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Depois de passar pelo futebol uzbeque, o time foi novamente, repatriado pelo Palmeiras. Chegou no time em 2010, juntamente com Kléber, Valdívia e Vágner Love, numa estratégia do clube paulista de trazer novamente para o clube, seus ídolos mais recentes. Assim como os demais, não obteve nenhum sucesso. 

O técnico sempre teve muita credibilidade diante da torcida e do conselho do time. No começo, mesmo com um salário astronômico, e com constantes decepções, o técnico nunca era apontado pelo culpado, sempre tinha imunidade. Porém, após se envolver em constantes brigas, discussões e confusões tanto, com a torcida, quanto com jogadores, imprensa e dirigentes, o técnico já não é mais unanimidade, tanto que sua saída do clube já é cogitada. 

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O estopim de tudo isso, foram os disparos que o técnico fez contra a diretoria, após a goleada do Palmeiras sobre o Paraná por 4 a 0, que ocorreu ontem (09/05). Questionado, se o Palmeiras optaria, mais uma vez, pelo "bom e barato" para realizar as suas contratações na sequência da temporada, o técnico jogou toda a culpa nas mãos da diretoria e, reincidentemente, desmereceu suas novas contratações e elenco diante da imprensa. 

Técnico que é técnico, deve sempre exaltar e proteger a sua equipe, independentemente se o time ganha ou perde. Que o time não é nem de longe um Barcelona e precisa, sim, de reforços, todo mundo sabe. Mas é um clube que tem uma meia dúzia de bons jogadores, mais uns dez jogadores razoáveis. O caixa do time está quebrado e optar pelo bom e barato não é uma opção, é uma necessidade. Tenho certeza que qualquer diretoria gostaria anunciar para a torcida a contratação de Messi e Cristiano Ronaldo. Porém, isso não é uma realidade. Contrata o que pode e tem dinheiro. 

Agora, após o time conseguir uma boa vitória, por 4 a 0, e se classificar para as quartas-de-final da Copa do Brasil e afastar a crise, o treinador vem e me JOGA MERDA NO VENTILADOR desse jeito e tenta livrar o seu buraco. Isso, pra mim, não é técnico. Ele esqueceu de dizer que boa parte das contratações que não deram certo no Palmeiras, foram exigência dele. Esqueceu de dizer que muitos jogadores não estão contentes com sua presença na equipe e querem a sua saída. Esqueceu de dizer que não conseguiu acertar o time do Palmeiras em dois anos de comando. 

Então, senhor Luiz Felipe Scolari, não me venha querer tirar o seu c* da reta e colocar a culpa na diretoria e no seu elenco. 

Sou muito grato a tudo que o Felipão já fez pelo Palmeiras e pela seleção brasileira. Mas já deu. Diretoria, dêem um pé na bunda deste ex-treinador e tragam para o Palmeiras um técnico de qualidade, que não seja um mercenário e que tenha orgulho de defender a camisa alviverde. 

Fica aqui, o desabafo de um Palmeirense. 

Friday, August 05, 2011

República Mata-Burro - Concurso Pior República.

A República Mata-Burro nasceu em 1970, na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, fundada pelos acadêmicos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP.

A mesma está participando do Concurso Cultural "Pior República do Mundo", promovido pela Credicard, que promete fazer uma reforma total na república vencedora, no valor de até R$40.000,00.

Para ajudar, é fácil: basta assistir ao vídeo abaixo. Vocês vão poder constatar o quanto na merda os caras estão. É fuleiragem total.

Thursday, January 20, 2011

"Tragédia" no Rio

Sabe o que eu não entendo? O motivo dessa repentina preocupação das pessoas com os cariocas - aqui, no caso, lê-se fluminenses.


Desde que eu me conheço por gente, ninguém nunca gostou de carioca, nem do seu jeito malandro de ser. Isso durou até alguns dias atrás, quando as chuvas derrubaram eles de um lugar onde eles nunca deveriam estar.

É fácil eu, uma pessoa que sempre teve uma caminha aconchegante e um teto pra morar, falar que eles não deveriam estar lá, quando essas pessoas não tem outro lugar para morar. Mas eu digo e repito: eu preferia morar embaixo de um viaduto, do que morar em um morro, sem a menor infra-estrutura, que corre um sério risco de desabar na minha cabeça a qualquer momento.

Enfim, o foco não é esse. Como eu ia dizendo, todo mundo sempre teve um incrível preconceito quanto ao pessoal que mora por aquelas bandas e hoje todo mundo está chorando ao ver as fortes cenas nesses tantos programas sensacionalistas da TV brasileira. Desculpem-me, mas não consigo ser tão "humano", a ponto de entender uma coisa dessas.

Parece que as coisas só funcionam à base da porrada.

Tuesday, January 11, 2011

Ano Novo, programa velho.

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Saturday, December 25, 2010

Ribanceira

Eu sei que já tá bastante redundante e até paradoxal, eu ficar vindo aqui reclamar da falta de posts e, ao mesmo tempo, fazer um post para fazer tal declaração, mas como o blog é meu, foda-se.

Cheguei a vergonhosa marca de incríveis SEIS postagens no ano de 2010 (sete com esse! huhuhu). Isso é vergonhoso para um pseudo-nerd e um descaso para com os leitores ("LEITORES"! HAHA!). Mas, pensando bem, poderia ser bem pior. Eu poderia não ter mãos, o que implicaria em eu ter que digitar estes posts com os pés - ou com o nariz. Poderia, além disso, ter sofrido um AVC, o que implicaria em eu digitar com apenas um dos meus pés. Poderia ser o Joseph Climber ou, no pior dos casos, o Stephen Hawking - sim, é pior não ter nenhum dos quatro membros do que ter aquela cara, fala que não.

Enfim, amanhã, escrevo alguma coisa, que não seja pra reclamar da falta de posts. Promessa. Se eu não cumprir: foda-se. O blog é meu.

:D

Thursday, October 07, 2010

Tudo culpa do Twitter...

Esse blog tá parado. Eu sei disso. Mas não é minha culpa. De verdade. Ou melhor, é - em partes. Mas o maior culpado por tudo isso, é o tal do Twitter. Antigamente, isso aqui só era utilizado como meu psicólogo virtual. Tudo que eu tinha pra falar ou reclamar, eu postava aqui. Eu defecava pelo teclado. No caso, os olhos de vocês, leitores - que hoje em dia são lenda -, eram pinico.

Hoje em dia, eu não preciso passar meia hora escrevendo um post imenso. Basta eu abrir meu formidável aplicativo Echofon e, através de 140 caracteres e não mais do que 20 segundos, estragar o dia de todos os meus seguidores.

Então, azar o de vocês que gostavam de ler isso aqui e mais azar ainda de quem me segue no Twitter.

Beijosmeliga.

Saturday, August 28, 2010

Solução de todos os nossos problemas.

A cada quatro anos, nós passamos por um período decisivo para o futuro do nosso país - além da Copa do Mundo, eu quero dizer -, é quando temos que eleger o nosso novo presidente.

Você passa quatro anos, pensando que a história do nosso país vai mudar, que dias melhores virão, com o próximo presidente da república e isso acontece recursivamente, durante toda nossa longa e sofrida vida. Chegam às eleições seguintes, dentro de meia dúzia de candidatos com praticamente as mesmas propostas, você sabe que só deve votar em dois deles, caso contrário, se você votar em algum outro, seu voto estará sendo jogado no lixo.

Maaas, hipotéticamente, você tem a opção de escolher entre um elitista e uma populista, (o que não acontece de fato). Nós temos uma infinidade de partidos - com todo tipo de sigla que você possa imaginar, podendo permutar até uns seis dígitos de A a Z - e, com algumas exceções, seus objetivos e propostas são sempre os mesmas. E essa é a nossa suposta democracia. Então, não importa muito quem ganhe, a situação não vai mudar muita coisa.

Mas, por pior que seja um governo, seja ele PT, PSDB ou PDAÇODPICANHA, há um período em que ele se destaca. Um período em que o país cresce mais do que o esperado, que mais instituições de ensino são criadas, que os índices de criminalidade despencam: é o ano de eleição.

Não sei porque, mas, coincidentemente, todo ano eleitoral, o país melhora. A gente começa a sentir orgulho do nosso escolhido e ver que ele realmente FAZ. Mas faz tanta coisa que a gente não fica nem sabendo. Aí, é claro, vem a grande importância dos horários eleitorais: é nesse horário que nós ficamos sabendo através do candidato apoiado pelo presidente tudo que o governo fez nos "supostamente" quatro anos de mandato.

Percebendo tudo isso, eu noto que o nosso país tem, sim, solução. E, o melhor ainda, é algo extremamente simples! Se o governo sempre tem melhor rendimento no ano de eleição, poderíamos diminuir o tempo de mandato pela METADE! Pense bem: ao invés de um"'quarto' ano de mandato foda", teríamos dois "'quartos' anos de mandato foda". No intervalo disso, ainda teríamos uma eleição a nível municipal.

Pronto! Resolvi todos os problemas do nosso país. De forma fácil e sem muito custo.

É claro que eu não pensei em TODAS as consequências disso ainda. Por exemplo, teríamos o dobro de horários eleitorais e tal, mas isso é o de menos, , não?

Nota mental: agora, preciso pensar em alguma forma de acabar com a fome na África! Mas, peraí, já sei! Só que isso é assunto para um outro post. ;D