Quando eu gosto de algo, gosto muito. Os extremos sempre funcionaram muito bem comigo. Assim foi quando conheci pela primeira vez Harry (Potter, vocês conhecem, né?). Achei um pouco infantil no início, mas logo percebi o quão mágico aquela leitura era.
Harry Potter foi para mim e milhões de jovens e crianças no mundo todo um estímulo à imaginação, leitura e amizade. Li todos os livros, vi os filmes (muitos, mais de 10, 15 vezes, adimito). E hoje, com 29 anos, me considero uma “harry-potter-maníaca”.
Por isso, é impossível não sentir esse vazio ao voltar do sétimo fime – parte 1 – do bruxinho. Quando terminou, pensei: “fudeu, só tem mais um. E agora?”. TUdo é tão mágico, traduziu tão bem tudo aquilo que minha mente criou durante um dia de leitura (sim, li o livro de 800 páginas em um dia).
E agora, é fica com a boa sensação de saber que no final acaba (quase) tudo bem e que em junho do ano que vem, vou derramar as lágrimas pelo fim de um ciclo.


















