Pierrot le fou (1965)
Maio 8, 2011





Because you speak to me in words and I look at you with feelings.
Kill Bill
Abril 19, 2011
Tira-se o pó ao blog com uma das melhores cenas do Volume 1.
Blue Valentine
Março 7, 2011

Tell me how I should be. Just tell me. I’ll do it.
Sem Nome
Janeiro 13, 2011
“Sem Nome” foi a minha primeira curta realizada no âmbito da disciplina Linguagem e Narrativa em Cinema e Vídeo.
Opinem!
(Por alguma razão, o formato da curta está errado, pelo que as pessoas estão baixinhas e gordinhas. Ignorem.)
Dos desejos.
Janeiro 8, 2011






A criança que há em mim está aos pulos neste momento.
Do melhor que há-de vir.
Dezembro 22, 2010
Mountain Man details new album, debuts song // News // Lambgoat.
Ainda o ano não acabou, e já se prevê um 2011 apetecível. Ora checkem lá o link.
Do melhor de 2010
Dezembro 22, 2010
Caribou, Odessa
A falta de tempo é mesmo verídica. A minha vida pessoal e social está um caos, não há tempo para nada, ou seja, o blog é uma das minhas menores preocupações de momento. Ainda assim, penso nele de vez em quando e nas saudades que me dão actualizá-lo. Como o que deveria estar a fazer agora era estudar, faço este post em jeitinho de lembrança de que o blog ainda vive.
Filmes e curtas visionados recentemente
Na escola, de Jorge Cramez
Mercúrio, de Sandro Aguilar
Voodoo, de Sandro Aguilar
Amores Perros, de Alejandro Gonzalez Iñárritu
El secreto de sus ojos, de Juan José Campanella
Scott Pilgrim vs The World, de Edgar Wright
I’ll see you in my dreams, de Miguel Ángel Vivas
Ainda há pastores?, de Jorge Pelicano
The fearless vampire killers, de Roman Pollanski
O capacete dourado, de Jorge Cramez
Como desenhar um círculo perfeito, de Marcos Martins
Red Shirley, de Lou Reed
Tournée, de Mathieu Amalric
Machete, de Robert Rodriguez
Álbum do momento
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The XX
Numa nota para mim mesma, vou tentar vir aqui com maior regularidade, prometo.
MotelX
Outubro 3, 2010
Faltou o tempo para poder ver mais algumas coisinhas, mas estes foram os visionados no MotelX deste ano.
Noite Sangrenta (2010)

Tiago Guedes e Frederico Serra realizam uma mini-série baseada em factos verídicos, sobre a noite de 19 de Outubro de 1921, quando um grupo de marinheiros e guardas-republicanos percorre as ruas de Lisboa naquela que viria a ser conhecida como a «camionete fantasma». O grupo, liderado pelo cabo Abel Olímpio, representado por Gonçalo Waddington, conhecido pela alcunha de «Dente de Ouro», assassina várias figuras políticas e militares, incluindo os heróis da revolução de 1910, Machado Santos e Carlos da Maia. Os jornais chamam-lhe a «Noite Sangrenta». Os assassinos são condenados, mas os nomes de quem encomendou as mortes permanecem desconhecidos e os verdadeiros culpados em liberdade. Berta Maia, a viúva de Carlos da Maia, luta pela verdade, ao mesmo tempo que tenta criar um filho sozinha. Esta conseguirá visitar Abel Olímpio na prisão e obter a sua confissão e nomes de quem criou a lista entregue aos assassinos com os nomes de quem deveria ser morto, mas a justiça nem sempre é fácil de se fazer cumprida.
Ao mesmo tempo que retrata um facto histórico, o filme tem uma grande componente ética e moral, no sentido em que é demonstrada uma enorme contradição espelhada essencialmente na personagem de Abel Olímpio, que após a sua condenação, luta contra a culpa que sente pelos seus actos, os quais acreditou fazerem dele um herói. Havia em todo o grupo de marinheiros e guardas-republicanos esta noção de que estavam a cumprir um dever pelo seu país e se tornariam heróis ao agir cruelmente contra algo em que não acreditavam, ou assim foram conduzidos, a república. A sensação de espelho entre o Portugal de outrora e o actual é igualmente desconcertante, uma vez que as temáticas abordadas, desde a desarmonia do país, corrupção, falha na justiça, etc, se mantêm actualizadas. (Sirvam os risos do público para mostrar que percebe do que se fala.)
É uma excelente produção, com história pés e cabeça, entenda-se bom argumento, boa realização e toda uma excelente composição que forma a mini-série numa das melhores produções portuguesas dos últimos anos.
The Loved Ones (2009)

Brent é um jovem que, ao recusar o convite da típica anti-social da escola para ir ao baile de finalistas, se vê preso num plano para o massacrar, construído por esta e pelo seu pai. Eis a demência. A premissa pode ser velha, mas o filme até está engraçado, girando em torno do horror com alguma comédia, pelo menos que o diga o senhor que não parou de rir na sessão toda. Por vezes o “Saw” vem à memória, uma vez que a crueldade é o ponto forte do filme, mas chega a ser perturbador a forma como nos conseguimos entreter com tamanha tortura. O par criado por pai e filha é demente e arrepiante, muito bem construído. Estão a faltar-me as palavras, por isso digo apenas que para quem goste do género, vale a pena. Ponto mais que positivo para a banda-sonora também.
Momentum
Setembro 9, 2010
“Old photographs much too late at night. I Dream of
times I wish I could leave behind. And I always Wake up ugly and
dissatisfied. I’ve gotta change my mind. I’ve gotta change my life:get
down to the root of the problem:cure my misdirection:cause all the
laughs die at closing time and I lie awake wondering why I’m an all or
nothing kid and why I’ve been feeling like nothing all of the time.
Where do I go? Am I on my own?”
Modern Life Is War