quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Imperdoável é...

O Rodopia ter feito dois anos em Outubro e eu me ter esquecido.

No entanto, Parabéns a mim e a vocês que me têm aturado!

:P

sábado, 14 de novembro de 2009

Um tempo diferente, o mesmo problema

O tempo passa mas as minhas crises existenciais e as minhas dúvidas parece que são sempre as mesmas. Parece não, são-no, efectivamente.
O tempo passa e só vejo amigos meus a comprar casa, colegas meus a casar e toda a gente cheia de planos para concretizar a curto prazo, enquanto eu nem por isso.
Claro que gostava de comprar casa, já me estou a imaginar a morar no meu T2, a comprar cortinados com a minha mãe e a obrigar o meu namorado a pendurá-los maravilhosamente. Claro que me imagino numa casa só minha e é um dos meus projectos futuros, também a curto prazo. O meu problema não é a casa, não é bem morar com o meu namorado porque nos damos lindamente e mesmo nas lides domésticas. Ele já se tornou um expert a pôr a mesa e a lavar a loiça, não gosto mais dele por isso, mas ajuda. Estou agora a tentar iniciá-lo no acto de passar a ferro, mas esta tarefa está mais complicada, principalmente porque o que eu quero que ele aprenda a passar são as camisas e as calças vincadas dele. Mas retomando o raciocínio, o que me assusta passa por não ter a minha casa para me refugiar quando nos zangamos, não ter uma cama só para mim quando me apetece estar sozinha, ter alguém à minha espera quando saiu com os meus amigos e chego tarde para caraças. Estes são, basicamente, os meus problemas. São estúpidos, ridículos e significam que, provavelmente, eu não estou assim tão empenhada nesta relação porque penso nestas aspectos. Eu sei disso. Provavelmente é verdade. Mas eu também tenho a certeza absoluta que gosto dele e que quero ficar com ele. Então, serão estas ideias incompatíveis? Sim, provavelmente são. Mas o que posso eu fazer?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Esqueci-me de dizer:

Eu estou exactamente aqui no Pés que tocam Lugares!!!!

Estou de volta

Quase dois meses sem postar, totalmente afastada deste mundo dos blogues e nem sabem as saudades que já tinha disto. A verdade é que se me pedissem para apontar uma ou duas razões para que isto tivesse acontecido, eu não saberia dizer porque estive tanto tempo sem abrir o blogger. Falta de inspiração, falta de tempo, não sei, mas o que é certo é que sempre que me lembrava de que deveria voltar aqui havia sempre qualquer coisa que me afastava destas lides.
Tive saudades vossas e dos vossos posts e prometo que retomarei a escrita (que embora má, sempre dá para me encher a alma) e a leitura (que certamente já está tãooooo atrasada).


Beijinhos e fiquem bem.
Rodopia

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Finalmente...

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A Rodopia voltou ao ginásio...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Moderação de comentários II

Utilizei hoje pela primeira vez e já tenho um ponto negativo... tinha 3 comentários para aprovar no post anterior, aprovei os 3 e agora só me aparecem 2!!

Ao autor do 3º comentário, (PB) se não estou em erro, que me desculpe, mas isto também não foi culpa minha!!

domingo, 13 de setembro de 2009

A moderação de comentários não é culpa minha

É que estes comentários chineses ou sei lá de onde que me aparecem sempre que publico um post dão-me cabo do juízo... a sério...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Existe um melhor adjectivo que genial?

Então, era o que eu queria usar neste post para descrever este filme...

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Embora, claro, algumas partes me obrigassem a fechar os olhos por uns segundos... é que ver escalpes a serem cortados não é muito agradável...

domingo, 6 de setembro de 2009

La Roux - Bulletproof

Diferente dos meus "normais" gostos musicais, aqui vos deixo uma música para alegrar o domingo.









Been there, done that, messed around
I'm having fun, don't put me down
I'll never let you sweep me off my feet

This time baby
I'll be Bulletproof






E quem não gostaria de ser à prova de bala?

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

E viva a boa disposição matinal

Lindo, lindo é estar a dar medicação aos doentes às 7h da manhã, depois de uma noite em claro, e, numa enfermaria com quatro doentes, um deles dar um pum (um termo bastante técnico, fiquem sabendo).
Nada de mais e nada que eu não tivesse já ouvido (e cheirado - gosto sempre de partilhar as coisas agradáveis que tem a minha profissão) milhares de vezes. O giro da coisa é dois deles trocarem olhares cúmplices e sorrirem para mim. Eu olho e digo:
- Não olhe para mim assim, Sr. X. Olhe que não fui eu.
E ele responde:
- Pois, pois. - Enquanto desata a rir a bandeiras despregadas.


Eu acho engraçado que os doentes acordem bem dispostos ás 7 da matina... só gostava é que isso não acontecesse por acharem que a enfermeira tem gazes e se descuidou em plena enfermaria.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A sério

Agora é que ninguém os cala com o "Este ano é que é!!"


Mas pronto, fazem muito bem porque eu também sou Benfiquista e ESTE ANO É QUE É!!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

ADORO!!

Hoje há amigos, praia, sol (se o tempo não nos atraiçoar como ontem), almoço na Costa e sumos naturais gigantes.

E para quem não tem a alegria de ter uma flexibilidade de horários como eu tenho, aqui fica uma das melhores músicas do Verão!!




David Guetta feat. Kelly Rowland - When Love Takes Over

domingo, 23 de agosto de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Factos vergonhosos I

1. Estou a passar uns dias em casa dos meus pais.

2. Não fumo há 4 dias.

3. Estou a começar a ficar ligeiramente mal-humorada. Não faço a mínima ideia porquê, mas é bom que não me aconteça nada de anormal/negativo até eu meter o pé na Capital.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Net, traições e afins

Hoje a conversa debateu o assunto traições. O que seria afinal uma traição e se tudo se deve contar ou não, se tudo deve acontecer ou não...
Eu acho que as conversas intermináveis que mantemos até um de nós cair a ressonar sobre o teclado são uma traição, porque temos conversas perfeitamente normais, mas ás vezes também ultrapassamos esse campo inocente. Já falámos sobre encontros e o que faríamos nesse caso... e, embora eu nunca o tenha dito nem demonstrado, percebo perfeitamente que há conversas das quais advêm segundas intenções.
Ele diz que não é traição... mas isso é lógico, ou não fosse ele um dos implicados nesta situação toda, à qual não sei dar outro nome que não seja parvoíce. Ele diz que cada pessoa deve fazer o que lhe apetece fazer no momento e pronto. Eu não concordo, se é para fazer o que apetece no momento com quem apetece no momento não se deve manter uma relação que impeça que isso aconteça. Não sou a favor de relações abertas, nem da poligamia.
Ele diz que dentro de quatro paredes não se sabe de nada e, portanto, isso não tem implicações nenhumas. Eu digo que não existe maior implicação dentro de quatro paredes ou fora delas que não seja a consciência de cada um.
Ele já traiu e contou, porque valoriza a sinceridade.
Eu já trai e não contei, meses depois fui obrigada a contar e não foi agradável.
Ele diz "Eu traí-a, mas contei-lhe tudo porque sempre fomos sinceros." Ora, a sinceridade não diminui o facto de ter ocorrido uma traição.
É claro que, se me traissem, eu gostava que me contassem. Mas quando estive do outro lado segui a velha máxima do "olhos que não vêm, coração que não sente". Acredito nisso... é claro que o corno gostava sempre de saber, mas se não teve importância, não vai sair nada dali, então acho que isso é apenas uma forma de poupar mil e uma chatices provocadas por uma coisa que não serviu para nada. Que não devia sequer ter acontecido.
No entanto, e a acontecer alguma coisa entre nós, esse episódio não seria um desses casos sem importância, nem que seja pelo facto de ter sido uma coisa premeditada. Se foi pensado, se foi planeado, então já implicaria muito mais do que uma simples vontade do momento, uma coisa que aconteceu mas da qual nos arrependemos no momento seguinte.
Não acredito que algum dia vá acontecer alguma coisa entre nós dois, nem sequer acredito que nos cheguemos a encontrar. É certo que a internet é um dos maiores meios utilizados hoje em dia para conhecer pessoas, mas não deixa de ter os seus riscos e eu não gosto muito dessas coisas. Eu gosto de falar com ele, mas não posso garantir que ele seja boa pessoa e que, por isso, um possível encontro já não tenha perigos.
Acho piada à conversa virtual mas receio bastante a conversa frente a frente e, embora tenha curiosidade em ver fisicamente uma pessoa que fala comigo durante largas horas desde há vários meses, isso não inutiliza o facto de que não deixa de ser um desconhecido. Um desconhecido fixe mas, ainda assim, um desconhecido. E nada inutiliza o facto de que eu tenho namorado e de que gosto dele e de que não compreendo como me enrolei toda nesta história.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Irritantes Ex-namoradas

Lido bem com as ex-namoradas do meu namorado. A sério que sim. Não me incomodo que elas estejam presentes e consigo ignorar a sua presença bastante bem. O que me irrita é que elas não consigam fazer o mesmo comigo. Quando estou presente lá estou eu a vê-las a bufar para as amigas, a olhar de alto a baixo, a coscuvilhar aos risinhos. Há até aquelas que se dão ao trabalho de vir falar a quem está comigo e, entre risinhos irritantes, afastar-se sem me falar como quem diz: "Sou a maior e não te falei e tu agora deves estar mesmo lixada com isso". Mas o que acontece na realidade é que isso pouco me importa, embora ás vezes não resista a lançar aquele olhar "estou-me a cagar para ti".

Enfim, não percebo porque as mulheres fazem isto. Porque se dão ao trabalho de querer arranjar formas de tentar magoar a namorada do ex-namorado ou qualquer outra mulher. Não percebo porque não o faço e porque prefiro mil vezes ignorar uma mulher e fingir que nem a vi do que arranjar estratégias para chamar a atenção dela que, no fim, apenas a levam a concluir que tenho o ego ferido.

E nisto invejo os homens. O facto da maioria deles não meter com estes joguinhos decantes é das poucas coisas pelas quais gostava de ter outro objecto a crescer aqui em baixo...

domingo, 16 de agosto de 2009

Adoro tecnologia

É sempre bom passar vergonhas indo à Worten explicar por A + B porque é que a máquina fotográfica que acabei de comprar não está a funcionar correctamente e a funcionária (após umas quantas tentativas - que não era assim tão fácil e eu não sou assim tão burra) me responder por A + B porque é que a máquina, afinal, está a funcionar maravilhosamente.

Enfim... lá terei que começar a ter mais cuidado e ir à Worten apenas quando tiver plena certeza que a tal funcionária não se encontra por perto.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

De regresso e ainda com dúvidas existenciais

Cá estou eu volta, embora a vontade de regressar à vida de todos os dias não seja propriamente muita.
Não sei se é só comigo ou isto abrange mais pessoas regressadas de férias, mas sempre que volto ao trabalho fico sempre com uma ansiedade parva que me leva a pensar se isto era mesmo o que eu queria fazer da vida.
Não me refiro ao facto de que estar de férias é melhor que trabalhar e que estar de férias o resto da vida é que era. Não é isso que quero dizer.
Refiro-me à profissão que tenho. Refiro-me a nem sempre ter certezas quanto às opções que fiz. Refiro-me ao facto de que, ás vezes, gostava de não ser enfermeira. Porque nunca gostei de ambientes não-controlados e, com este trabalho, isso é frequente. Porque não gosto de não saber o que esperar daqui.
A verdade é que nem sempre gosto de profissão que tenho porque nem sempre me entendo com ela e nem sempre a compreendo. Pior ainda quando regresso de férias.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Dúvida existencial das 12h24

Começo a achar que todos vocês me querem ver "pelas costas": quando escrevo um post a dizer que me vou embora toda a gente comenta... quando escrevo um a dizer que já estou de volta comentam muito menos pessoas!!

:P

Um beijinho para quem se lembra do Rodopia...

terça-feira, 28 de julho de 2009

De repente, fiquei uma aficcionada do futebol

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Vamos lá, então, começar a ver os jogos do Glorioso com mais atenção a partir de agora.







Ai ai, Javi...

segunda-feira, 27 de julho de 2009

De volta ao belo do Alentejo!

E depois de uns dias no Algarve já estou de regresso a estas belas planícies sem fim, sobreiros e paisagens secas. Para trás ficou a praia, o sol, o calor, os gritos sonantes de quem vendia bolas de berlim e incomodavam quem tinha adormecido na toalha, os mergulhos, os bronzeados, as minis, o frio da noite, as saídas, os risos, as conversas, a leituras postas em dia, os jogos de sueca mais ganhos do que perdidos, os jantares, o maior empaturramento de pizza de todos os tempos, os passeios, as longas viagens de carro a ver condutores suicidas e as loucuras que não são de se contar a ninguém. Enfim, boas recordações.
Dias muitos bem passados e em boa companhia, que é mesmo o que se pretende com as férias.


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terça-feira, 21 de julho de 2009

Adeus e até ao meu regresso

Tenho fé que o meu popy vai mesmo conseguir fazer mais de 300km e, portanto, um beijinho para quem fica porque eu amanhã, bem cedinho, parto rumo ao Algarve.

Convosco fica uma música dos inesquecíveis The Killers, porque é o que mais se tem ouvido aqui deste lado do ecrã.


E, utilizando uma expressão de Gabriel Garcia Márquez no livro Crónica de uma Morte Anunciada, o Brandon está "(...) de se barrar com manteiga e comer vivo".

Beijinhos!!

Das relações ou Como escrever muito e não dizer nada

Nem sempre as relações são fáceis e todos temos momentos em que nos apetece deixar para trás aquela pessoa que nos deu tanto mas que afinal não chegou, ou então que não nos deu aquilo de que realmente precisávamos. Ou então, deixar para trás essa pessoa porque sim, porque simplesmente deixou de nos apetecer estar com ela, ou porque, na realidade, nunca nos apeteceu estar realmente com ela.
Não vou falar sobre a minha relação, não pretendo terminá-la e este post não é sobre mim.
Embora a minha relação não seja perfeita, e acredito piamente que nenhuma o seja, não pretendo pôr fim a tudo o que já construi ao longo de quatro anos, embora por vezes me veja com o pensamento em outros locais que não este onde me encontro. Mas não é sobre mim este post.
Na realidade, não é sobre ninguém em especial. Ou então é sobre este Verão, sobre este calor e sobre o chilrear dos pássaros que faz com que relações duradouras terminem, de um dia para o outro. Só porque sim, ou porque os caminhos que se escolheram não foram os correctos.
E, neste caso, este post podia perfeitamente ser sobre a G., ou sobre a N., ou sobre a prima da C. que, mesmo com histórias completamente diferentes, se vêem agora no mesmo barco - o das relações terminadas.
A prima da C. namorava há mais de 5 anos, um dia acordou e acabou com o namorado como se nada fosse. Ele ficou de rastos, ela envolveu-se com outro. Ele chorou dias e noites a fio, ela resolveu casar com o novo namorado semanas depois de terem começado a namorar. Insólito é, no mínimo.
A N. namorava há algum tempo, até que ele resolveu emigrar e lá foi, rumo a terras estrangeiras. Ela ficou cá de rastos, ele ficou lá a aproveitar a vida, cá para mim, como se fosse totalmente descomprometido. Ela ansiava por dias de folga para ir ter com ele, ele acabou com ela, por SMS, um dia depois de ela ter chegado a Portugal, vinda de o ter visitado. Cobarde do car**** seria apenas um dos nomes que me apetecia chamar-lhe.
A G. namorava há anos e anos, mas um namoro há distância e, no mínimo, estranho porque eu não via grande envolvimente emocial da parte dela naquela relação. Não via, mas passei a ver no dia em que ele lhe disse que namorava com outra rapariga e já vivia com ela. Aí foi como se o mundo dela se estatelasse ao comprido no chão, sofreu bastante e ainda sofre, embora ela nos tente esconder isso... mas as olheiras e os quilos a menos não perdoam.

Na realidade, já não sei muito bem porque comecei a escrever este post... mas acho engraçado que estas relações tenham tomado um rumo totalmente diferente da minha. Eu, que já pensei em terminar a minha relação, não penso fazê-lo neste momento. Mudei de ideias, mas não sei porquê nem como o fiz. Simplesmente me apercebi de que, afinal, eu não queria mesmo fazer uma coisa que sabia que me ia arrepender. E assim, de um dia para o outro aconteceu-me exactamente o oposto do que eles fizeram. De um dia para o outro, em vez de terminar uma relação, eu decidi mantê-la e, agora, tenho plena convicção de que fiz o correcto.

domingo, 19 de julho de 2009

SuperBock - SuperRock

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Quanto aos concertos:
Brandie Carlile - Pensei que ia gostar mais ou menos e gostei muito.
Duffy - Pensei que ia gostar bastante e detestei.
The Killers - Pensei que ia adorar e claro que adorei. Superaram as minhas expectativas mas, mesmo assim, não sei se os perdoou por não terem tocado a Bones.

Quanto ao que mais me chateou:
Filas - As mesmas de sempre para tudo e mais alguma coisa. Para comer um reles hamburguer (e porque sou uma pessoa honesta e não furo-filas) esperei para cima de 45 minutos. Para ir à casa-de-banho teria de esperar outros tantos minutos, no entanto, valeram-me as casas-de-banho masculinas e o pudor das mulheres que preferiam não as utilizar para que me despachasse dessa fila em menos de 15 minutos.
Podia agora também falar no preço da imperial, já que 2 euros é um roubo descarado, mas pronto. Valeu, por tudo isto, o concerto dos The Killers, a simpatia do Brandon Flowers e a sua tentativa de dizer, em português, mais do que "Boa noite" e "Obrigada".


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Sim, a foto é do concerto dos The Killers... o melhor que se conseguiu arranjar sem ter demasiados braços no ar à frente e o menos tremida que se conseguiu arranjar com tanto pessoal aos pulos.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Só uma coisinha...

Já disse que estou de férias?
Hmmm... então digo agora!!

Estou de Fééééééérias!!!!!!!
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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Pouco subtil, bastante perceptível

Pode não ser propriamente brilhante e pode ser que seja tão inspirador como a canção "Ponho o carro, tiro o carro à hora que eu quiser" desse grande ícone da música portuguesa que é o Quim Barreiros, mas mesmo podendo ser isso tudo, não podem dizer que a campanha sobre disfunções sexuais da Sociedade Portuguesa de Andrologia que inundou a rede de Metro e os autocarros não tem a sua piada.

Quer queiram quer não, frases como "Há homens que mal entram na estação, já chegaram ao destino." ou "Vai ser tão bom, não foi?" ou "Não vás tão depressa - é o que alguns homens mais ouvem." não deixam de ser bastante originais.

Provavelmente não é nada subtil mas acredito que, por isso mesmo, seja capaz de chamar a atenção de mais homens para o problema da ejaculação precoce. Tenho dúvidas se quem tem esse problema procurará mais ajuda por causa disso, mas a mensagem está bastante perceptível.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Porque te adoro...

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...a ti que nem sabes que este blogue existe...
E ainda bem (porque, caso contrário, eu teria muitas coisas para explicar).

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Enquanto a inspiração não regressa

A inspiração ficou afogada no mar, depois de mais um destes estranhos dias de praia, com este tempo que não se sabe muito bem como estará daqui a 15 minutos.
A qualquer momento poderá nascer um post fantástico... mesmo a qualquer momento... quando a inspiração retornar...
Por agora fica aqui uma música que me deixa triste, mas que eu adoro.
Faz-me lembrar o meu melhor amigo que está numa fase de cometer loucuras... Embora espere que ele não cometa demasiadas loucuras, acho que isto já está a passar para o lado da insanidade...
Apetece-me abaná-lo e fazê-lo despertar para a realidade dos riscos que corre... mas pronto. Eu não sou de estragar a felicidade desmedida de ninguém... pelo menos até quarta-feira.


Adele - To make you feel my love

terça-feira, 30 de junho de 2009

Quase me vi envolta numa cena de um episódio de Morangos com Açucar

Quando comecei a namorar, há quase 4 anos atrás, houve uma altura em que recebia mensagens anónimas e chamadas frequentemente de uma rapariga, supostamente minha amiga, que sabia que o meu namorado me andava a trair, podendo até mesmo dizer nomes, datas e locais. Confrontei-o com tudo aquilo, mas sempre soube (embora pudesse muito bem estar completamente enganada) que algo não batia certo e que era tudo mentira. É muito fácil acusar atrás de número anónimo e eu até tinha uma leve desconfiança de quem pudesse estar a fazer esse tipo de coisas, porque tinha de ser uma pessoa suficientemente criancinha e imatura, inspirada num qualquer episódio, já gasto, de Morangos com Açucar.
A verdade é que nunca cheguei a descobrir se era mesmo ela e nunca cheguei a ter a certeza absoluta de que era tudo tudo mentira... (Somos mulheres, fica sempre aquele leve desconfiança contra os homens! É fisiológico!)
A semana passada, depois de uma noite de copos, de uma noite de alguns exageros e de uma noite em que se comprovou a veracidade do provérbio "Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades", contaram-me quem me tinha telefonado afinal, que tinha sido tudo inventado e que isso aconteceu porque a pessoa em causa de sentia traída e não conseguia suportar o meu namoro...
A verdade é que sempre desconfiei dessa pessoa e isso confirmou-se. Apesar de todos os sorrisos de uma amiga que tinhamos em comum, descobri também que ela também estava por detrás de tudo aquilo.
Não fiquei triste nem contente. Isto apenas confirmou, uma vez mais, que não costumo falhar muito quando a técnica é avaliar pessoas.

sábado, 27 de junho de 2009

Só lhe falta o bigode, a camisola de alças, o calção, a meia branca puxada para cima até máximo e palito no canto boca

Cada vez que estou com uma amiga minha e com o namorado dela só me lembro de dar graças por o meu namorado ser totalmente o oposto daquilo que vejo... Eu pensava que homens de 20 e tal anos que gritam para a namorada, que está enfiada na cozinha a fazer o jantar, "Trás aí mais uma mini!", enquanto eles estão no safá a ver televisão estavam em extinção, mas afinal concluo que ainda por cá andam uns exemplares. Medonhos, claro está.
Mas piores são as mulheres que os aturam e fazem o que dizem... essas eu compreendo ainda menos do que os compreendo a eles.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

É que eu ia jurar que ele era um bocadinho imortal

Não era uma fã incondicional, nem sequer era grande fã... no entanto, não podia deixar passar em branco o que aconteceu ao homem que proporcionou a todos uns quantos bons momentos ao som da sua música, mesmo que os seus tempos áureos já tivessem passado há muito.
Até punha aqui uma musiquinha, das várias dele que gosto, mas isso era se o Youtube deixasse. Como não deixa, fica a intenção.

Mas, a sério, têm a certeza que ele morreu mesmo? De certeza, certezinha? Absoluta?

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Depois de Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse... II

... Amanhecer foi só mais um daqueles livros que se lêem em 3 dias e passamos a vida a descobrir tempo para ficar agarrada ao livro, só para perceber que raio vai mais acontecer a seguir.
No entanto, a surpressa neste foi-se parcialmente... Uma querida amiga minha fez o favor de me dizer: "Sim, sim. Já vais nessa parte? Ah, eu já a li! A seguir vai acontecer... isto isto e aquilo!" E claro que quebrou logo ali todo o suspense de parte da história e eu, que detesto que me façam isso, vi ali crescer o meu instinto maléfico, momentaneamente.
Mas pronto, agora já está e já sei tudo o que há neste momento para saber sobre a vida de Bella e Edward.
Veremos se fica mesmo por aqui...

terça-feira, 23 de junho de 2009

A ausência nem sempre tem explicação

Não tenho escrito porque não tenho inspiração para nada. Porque nada me sai quando abro o blogger e clico em Escrever mensagem. O cursor fica ali a piscar e nada me sai, por muito que me apeteça mesmo escrever um post, sem que seja um qualquer ridículo.
Não tenho escrito porque não tenho tido tempo, porque decidi que devia dar mais tempo aos amigos, a um amigo pelo menos, com o qual me apetece passar horas a falar da vida e as discutir as nossas relações com os outros e com a vida, as nossas escolhas e tudo o que nos apetece, enquanto fumamos cigarros e rimos de nós mesmos.
Não tenho escrito porque me tenho afastado do pc, porque me tenho afastado de coisas que sei que não estão correctas e que me levariam a tomar decisões erradas. Porque sei que já chega destas coisas, há limites que têm de ser impostos e leis da consciência que têm de ser respeitadas.
Não tenho escrito porque me apetece ir para a praia quando saiu às 8h da manhã do hospital e ultimamente tenho de, para isso, encarar um trânsito descomunal. Apetece-me ir apanhar ar e sol e ouvir as ondas do mar, mesmo que isso implique mostrar a celulite a quem a quiser ver.
Não tenho escrito porque não tenho tido energia para nada e nada é só o que me apetece fazer, embora mentalmente estabeleça e faça planos para o que vou fazer durante o dia, sabendo perfeitamente que vou deixar tudo para fazer amanhã, ou depois, ou no dia a seguir.
Não tenho escrito porque não tenho rido nem chorado o suficiente para ter o que contar e divagar sobre a vida.
Não tenho escrito porque a minha vida anda assim… sem sal.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Depois de Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse...

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É agora que eu vou descobrir se a Bella e o Edward passam dos beijos para a próxima etapa ou não... que isto de uma pessoa andar há três livros para o descobrir não está com nada! Lol.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Frases soltas e parvas, portanto... II

Cada vez que faço uma viagem um pouco mais longa, de carro, fico sempre com a sensação de que há pessoal cujo grande sonho deve ser morrer na estrada, num choque frontal...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Pró ano lá estarei!! - II

Tal como no ano passado, não poderia faltar a mais uma noite inesquecível para Lisboa.
Assim sendo, esta sexta-feira houve:

muita diversão
reencontros entre amigos que não se viam há algum tempo
desencontros com amigos que era suposto se encontrarem
desencontros de amigos no meio da multidão
encontros com novos amigos que foi bom conhecer
conversas longas e sobre coisas doidas
gargalhadas atrás de gargalhas
muitas aventuras para recordar
umas quantas aventuras vergonhosas que não vale a pena recordar
pão quente com chouriço
cachorros tipo é-melhor-nem-pensar-muito-sobre-como-isto-foi-feito
imperiais fresquinhas
caipirinhas bem docinhas
bastante fumo e cheiro a sardinha assada
Marchas que este ano vimos, finalmente
cheiro a manjerico
grandes caminhadas e atropelos entre a Sé, Alfama e o Castelo
danças até à exaustão
encontrões e empurrões
sapatos perdidos e pés pisados
bons momentos para recordar e repetir porque os Santos em Lisboa são sempre umas das melhores noites do ano!!
E vivó Santo António!!
Para o ano há mais!!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Como os homens podem ter ideais incompreensíveis

Ontem, achei piada às caras de satisfação de 2 alemães enquanto olhavam para um cartaz de uma festa de terriola que anunciava a vinda da Ana Malhoa, num dos próximos dias.
"Ána Malôa, Ána Malôa" exclamavam eles, alegremente, enquanto olhavam para uma foto, mais uma daquelas em que ela não podia aparecer um bocadinho mais pirosa.

Acho piada a estas coisas... ao facto dos homens verem nesta mulher com ar de regatton, cravada de tatuagens e com o gosto mais duvidoso do mundo para escolher as roupas que veste,
um símbolo sexual, a mulher mais procurada da internet.
A sério, não têm nada melhor para apreciar?
Esquecendo o facto de que quando ela abre a boca não lhe sai nada de jeito, ignorando as declarações dela quando pousou para a Playboy (já que mais valia estar calada), não falando sobre a sua música cuja qualidade também é para cima de duvidosa, e concentrando-nos apenas no que os homens, realmente, apreciam - o aspecto físico - acham mesmo que não há nadinha melhor? A sério?

(E não me venham com a conversa da inveja porque vestir-me de cabedal e plástico não é propriamente um dos meus maiores sonhos.)

terça-feira, 9 de junho de 2009

E onde vai estar a Rodopia daqui a 6h?

Pois que a Rodopia vai estar aqui ao som desta música:

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Quem não se lembra desta?

Hoje, durante a noite no serviço, a quantidade de campainhas que tocaram só me fizerem recordar esta fantástica Canção das Campaínhas da minha querida Rua Sésamo, que tantas saudades deixa.

"Campaííííínhas, ouço campainhas!! RRinnngalinnn RRiiinnngalinnnn todos vão ouvir as campainhas."

Um clássico perfeito só para vos alegrar o dia!!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

(Des)Amizades

Há pessoas que deixam de nos fazer querer estar e falar com elas assim, sem mais nem menos. Um dia, acordamos e percebemos que aquela pessoa, com quem gostavamos de falar, afinal já não nos diz grande coisa. Percebemos que, afinal, ela saiu da nossa vida sem que nos tivessemos apercebido e sem que isso nos tivesse causado qualquer tipo de mossa.

Aconteceu-me isso com a M. Um dia, acordei e concluí que o que ainda restava dela na minha vida eram uns encontros esporádicos no Msn, umas conversas sem nexo em que eu tentava compreendê-la, mas nunca chegava a conseguir, em que eu tentava dizer-lhe umas coisas que ela tinha que ouvir, embora pudesse não o querer ouvir. Tentei ser uma amiga que a tira da fossa e não daquelas que faz umas festas na cabeça e a empurra ainda mais para baixo. O problema é que M. não estava em baixo. A M. sempre gostou de dramas e o drama a vida dela agora passa pela sua relação com os homens. Interiorizou aquilo como que não houvesse mais nada no mundo e pronto. Querer fazê-la despertar para a realidade é, por si só, irreal. E eu, aparentemente, e sem que me tenha apercebido disso, desisti. Bad friend, maybe. É o mais certo. Mas o que, basicamente, aconteceu foi isso mesmo: um dia acordei e a M. já não fazia parte das pessoas com quem eu gostava de passar os meus tempos livres. A M. está solteira e boa rapariga já há bastante tempo. O que, para ela, já é há tempo demais. Para mim não seria há tempo demais, visto que assim tem todo o tempo do mundo para fazer o que lhe dá na real gana, mas uma vez que ela passa todo o tempo do mundo que tem a lamentar-se sobre o facto de não ter namorado, eu acho que também é há tempo de mais.

Acho que ela gosta de sofrer, gosta mesmo. Só pode. E mais do que gostar de sofrer por amor, gosta de demonstrar aos outros o quanto é sofredora. E então é um desfile de frases derrotistas no Msn... todo um roll do pior que há no drama nacional.

Já lhe disse que estes cenários não a levam a lado nenhum, antes pelo contrário, mas ela prefere assim. Já lhe disse que demonstrar a todos o mar de lamentações em que se navega não é animador, apenas demonstra o lado derrostista que ela nem sequer tem assim tão exacerbado... Mas isso, aparentemente, é apenas a minha opinião...

Serei uma pessoa horrível? Certamente... mas, para falar a verdade, neste caso já me cansei de tentar deixar de o ser.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Ironias

Achei piada quando, há pouco tempo, um amigo meu me disse que gostava de falar comigo quando estava em baixo, chateado, triste com alguma coisa que se tivesse passado com ele. Eu era a pessoa que ele escolhia sempre para ser a primeira a ouvir o que tinha acontecido. Conhecemo-nos há relativamente pouco e isso pareceu-me pouco lógico. Ele continuou, disse que eu tinha sempre uma palavra de conforto para lhe dar, ou então tinha algo a dizer que o fizesse abrir os olhos porque os amigos não são só aquelas pessoas que nos fazem festas na cabeça. Disse que eu tinha sempre um ou outro conselho bom para dar e ele gostava de me ouvir.
Eu não pude deixar de rir, com todo este discurso. Eu, que nunca sei o que hei-de dizer às pessoas e que depois acabo por dizer a primeira coisa que me vem à cabeça, sei dar conselhos?
Isso chega a ser irónico... mesmo.

sábado, 30 de maio de 2009

Sabem que mais?

Eu viajava com os meus pais no Titanic mas ao naufrágio apenas sobrevivi eu e a minha mãe...
E já toquei num fragmento do casco do Titanic... :)


Não sabem do que estou a falar? Visitem a Exposição do Titanic na Estação do Rossio e perceberão...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Seven Pounds, Sete Vidas

Por causa deste filme...
Image ... tive de reabastecer o stock de lenços aqui de casa.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dúvida III

Quando uma amiga nossa nos pergunta o que achamos do blogue dela, e se aos amigos devemos dizer sempre a verdade, como é que lhe dizemos que o blogue dela é assim um bocadinho a atirar para o... sei lá... parvo?



Não se diz, não é?

Pois bem me parecia... é sorrir e dizer entre dentes "É fixe..."

domingo, 24 de maio de 2009

Essa coisa chamada saudade

Enquanto a avó pôs a mesa, eu sei que não te esqueceste de a lembrar de pôr a azeitoneira, com as azeitonas que apanhaste lá nas oliveiras da horta. Não é costume faltar pão nem azeitonas em casa de alentejanos, e a vossa casa não é excepção, obviamente.
A horta sei que se encontra bastante bem cuidada, mesmo que a avó não tenha de passar lá a vida, porque isso implicaria que ela atravessasse todos os dias a linha do comboio e ela sempre foi um pouco menos ágil que tu.
Ela continua a ocupar-se das flores do jardim e das galinhas que tem agora no lugar onde antigamente era a pocilga. Tu continuas a ir à horta todos os dias e a apanhar paus para a fogueira que fazem mesmo que não esteja assim tanto frio, e fazem-na nem que seja pelo facto de que a comida da avó é ainda mais saborosa quando cozinhada ao lume do que feita ao fogão a gás, que vocês nem sequer usam.
Tu continuas com o teu sorriso de sempre, com o cão Fadista sempre por perto, de preferência dentro de poças de água como ele tanto gosta. A avó continua também com o seu ar de rabugente e durona embora, na realidade, não seja nada disso.
Estamos todos aqui, a falar do próximo casamento de familia que vamos ter. Quem é, afinal, o noivo que ninguém conhece. A pôr a conversa em dia quanto ao primo emigrado em Inglaterra, cuja orientação sexual faz corar a avó sempre que falamos nele. A falar no bisneto mais novo que já faz bastantes traquinices. Estamos ver as fotos que a avó tem espalhadas pela casa tiradas quando todos eramos mais novos, quando vos destruiamos o jardim, cada vez que iamos a vossa casa brincar. Estamos todos aqui, juntos. Todos os teus filhos, os teus netos e bisnetos e a mesa não chega para todos nós. Viémos almoçar e eu espero que tu me atires azeitonas, como fazes deste que eu descobri que adoro azeitonas.

A actualidade não é assim mas poderia até ser, avô. A verdade é que nunca chegaste a conhecer os teus bisnetos. E nunca os conheceste porque nos deixaste tinha eu 3 anos. E o que me faz mais confusão é pensar como é que uma menina com apenas 3 anos de idade consegue ter a lembranças que eu tenho de ti, avô.
Como é possível que apenas 3 anos deixem a saudade que os 21 que já passaram não apagam...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

1 quarto para alugar

Temos um quarto vago lá em casa e no outro dia pusemo-nos a imaginar a profissão que quereriamos que a nova inquilina tivesse. Saúde não que já somos 3 lá em casa da mesma área e nós já falamos o suficiente sobre o assunto e precisamos de ar/conversas fresco/as. Passados alguns segundos (somos rápidas) a matutar sobre o assunto resolvemos que a nossa nova colega de casa deveria ser cabeleireira, manicure, esteticista ou qualquer coisa que a valha nesta área. Somos violentamente roubadas cada vez que nos dirigimos a qualquer um dos locais e, pior que tudo, nós sabemos que estamos a ser roubadas e não podemos fazer nada contra isso.
É injusto e eu não gosto.
Teremos de propôr ao senhorio que acrescente ao anúncio este pequeno detalhe.
Não queremos cá em casa uma pessoa qualquer, com uma profissão qualquer. Porque esta também não é uma casa qualquer... só mesmo porque é onde eu moro.

:P

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Menos um... Já só faltam três.

Afinal já não são quatro casamentos... afinal são apenas três...
É a prova de que aquela coisa da desistência do casamento à última hora não é apenas exclusiva das telenovelas.

Afinal, ainda há mulheres com coragem na vida real para, a dois meses do casamento, decidirem que aquela não era uma boa decisão. Não iam ser felizes na sua relação, estavam a fazê-lo por comodismo, porque já estavam há tanto tempo naquela relação que o passo seguinte seria o casamento...
Mas pronto, felizmente conseguiu pensar a tempo e tomar a decisão de não casar com uma pessoa da qual, afinal de contas, não gostava realmente.
Antes mais cedo que mais tarde.

E um beijinho para ela que, sendo pela sua própria felicidade, só fez foi bem...

quarta-feira, 20 de maio de 2009

1º conselho que vos deixo

Nunca peçam à vossa mãe: "Oh, mãe, corta-me lá a franja que isto já está muito comprido e não me apetece ir ao cabeleireiro só por causa da franja!". É que ela depois pode pensar que é cabeleireira e interiorizar impecavelmente esse papel (com a diferença de que percebe tanto de cortar cabelos como eu percebo de lagares de azeite) e, no final de contas, quem tem de sair à rua são vocês com uma mini-franja.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Mas olhem que eu até nem sou má pessoa!!

Tendo em conta uma conversa que eu presenciei hoje e, tendo confirmado que certos elementos da equipa multidisciplinar (leia-se médicos) culpam sempre os enfermeiros na altura de descartar as suas próprias responsabilidades... espero bem que, esta noite, dê uma diarreiazinha - só um bocadinho pior que ligeira - a uma certa pessoa.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Casamentos de Inverno - uma ideia a ser tida em conta por quem me convidar para mais um casamento este ano...

É Junho a entrar e começa a onda dos casamentos...
Está oficialmente aberta a época dos casórios.
Ele é prendas para o casal apaixonado, ele é vestidos, é sapatos, sandálias, é pochetes, bijuterias e tudo o resto que se lhe acompanha... Não devemos também esquecer as despesas com a estadia quando os casamentos são distantes de casa e o quanto custa encher o depósito e pôr-nos ao caminho...
E tudo isto já para não falar na conta do cabeleireiro e da manicura, que isto de ser mulher [vaidosa] tem destas coisas.
Aos homens tudo é muito mais facilitado e é uma injustiça pegada... Podem levar sempre o mesmo fato que, mudando a camisa e a gravata, ficam logo diferentes naquela foto ao lado dos noivos que toda a gente tira e que, basicamente, fica sempre feia.


Se houvesse uma manifestação para que os casamentos também tivessem lugar nos meses de Inverno, eu levaria o estandarte principal (assim como assim já estou habituada, já o fiz na manifestação dos enfermeiros que fizemos na semana passada. Eramos 5000, um grande número, embora isso possa não nos levar a absolutamente lado nenhum. Mas voltemos ao assunto dos casamentos).


Junho, Julho, Agosto e Setembro são sempre os meses de eleição para quem quer dar o nó... é uma boa altura para se ir de Lua de Mel, não é? O problema é que também é uma boa altura do ano para se ir de férias, porque o sol agrada a todos. E, nesse caso, a todas as despesas que advêm da ida a um casamento ou a quatro (!!) temos ainda que acrescentar o facto de que também queremos ir de férias, aproveitar o sol e o calor enquanto é tempo, espairecer e esquecer tudo aquilo que não nos sai da cabeça durante todos os outros meses do ano.


Enfim... Haja dinheiro!! Porque a boa disposição e os sorrisos amarelos não faltarão, principalmente na altura de rever aqueles elementos da família, que nem sequer sabemos quem são, que nos abraçarão com força, enquanto repetem incessantemente "Estás tão crescida!!"...

sábado, 16 de maio de 2009

A minha mãe é uma querida (??)

Chegar a casa e ter um bolo de chocolate recheado com natas à minha espera, estando nós a caminho do Verão, é razão para ficar irremediavelmente contente ou extremamente chateada?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Um dia... II

Um dia ainda vou para a aula de step e saiu da lá a achar que, afinal, percebia alguma coisa do assunto.

Hoje ainda não foi o dia.

sábado, 9 de maio de 2009

Internet, desconhecidos e conversas

A minha dependência da net e de coisas que a ela estão associadas que não deviam, de todo, acontecer, torna-se demasiado evidente, demasiado perigosa e demasiado vergonhosa quando me chega a casa a conta da internet e eu paguei o dobro daquilo que pagava habitualmente. Ultrapassei o limite de tráfego e dupliquei-o.
Só me lembro que isto já está a passar das marcas e que falar frequentemente com um desconhecido desde há três meses é coisa que, pelo menos para mim, não é normal.
Há dias em falamos madrugada fora, seis, sete da manhã, como se apenas tivessem passado uma ou duas horas. Mostramos fotos, rimos, trocamos confidências que, frente a frente, seriam impensáveis, opinamos sobre a vida um do outro, damos conselhos, gozamos um com o outro e, quando vemos, o sol já nasceu.
Tudo começou com uma parvoíce... Conversa para aqui, conversa para ali e já lá vão três meses nisto.
Há uns tempos, li este post aqui que me despertou a atenção:

Não é bem trair no sentido lato do termo. Se bem que essas coisas variam de pessoa para pessoa. Esta não é uma traição física. É uma coisa a modos que indefinida. À base daquelas conversas na net que não levam a lado nenhum (salvo raras excepções). Fala-se muito, trocam-se fotos, mas no fim volta-se para onde se saiu de manhã. Ao fim do dia ela volta sempre para ele. Esquece o que fez durante o dia. As conversas. As fotos. Quando volta, volta mesmo. Está ali. No dia seguinte volta ao mesmo. Às conversas durante a tarde e a ele ao fim do dia. À tarde esquece-se dele e à noite das conversas e das fotos.

Não fui eu que escrevi, mas percebo perfeitamente.

Back to work... O resultado

Sim, meus caros visitantes. É verdade. As fotos são mesmo do Porto e Gaia: foz, jardins do Palácio de Cristal, passeio de barco pelo Douro, as caves do vinho do Porto, a vista da Torre dos Clérigos e a vista sobre o Porto e a Ponte D. Luís a partir do Cais de Gaia.
Não conhecia a cidade e adorei!!
As diferenças entre Porto e Lisboa são evidentes e, morando eu em Lisboa, é bastante difícil não comparar as duas cidades.
Adoro Lisboa e adorei o Porto.
Adoro sair à rua e ver cenários verdes, plantas e árvores em qualquer sítio, isso acontece no Porto e não em Lisboa.
Mas Lisboa tem o meu querido Bairro Alto e o Porto não.

Enfim, o melhor é mesmo não me debruçar muito sobre este assunto. São cidades diferentes e não quero que o pessoal do norte em envie vírus para o mail e afins...

É que Lisboa, será sempre Lisboa!!! :P




quarta-feira, 6 de maio de 2009

Back to work...

Já passou mais de uma semana e parece que apenas passaram uns dois ou três dias. É sempre esse o grave problema das férias e é algo de que todos nos queixamos, e com razão, claro está.
Já regressei a Lisboa, ao trabalho e aos turnos intermináveis, no entanto, agora já tenho o sol por companhia e a Caparica aguardar-me-á muitas mais vezes com aquele sol escaldante e o mar frio que já estava a deixar saudades.
As minhas férias correram bem e passei alguns dias numa cidade que ainda nunca tinha visitado.
Aqui ficam algumas fotos.
Um doce (virtual!?!) para quem adivinhar onde fui.
Não é nada difícil.

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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Fééééérias!!!!

Volto 2ª feira, meus caros.
Até lá, rezem comigo para que o São Pedro não me estrague (ainda mais) as férias. Sim?

Beijinhos!!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Lucky - Jason Mraz feat Colbie Caillat

Uma amiga minha detesta a nova música do Jason Mraz com a Colbie Caillat porque acha (eu tenho a certeza) que está a ficar apaixonada pelo melhor amigo de há anos, mas está naquela fase da efusiva negação. E, por isso, detesta a música.
Eu não gosto da música porque me tráz tristes recordações, para além de me fazer recordar que eu não estou apaixonada pelo meu melhor amigo. E eu acho que se namoramos com alguém há anos (com apenas um curto intervalo há uns dias atrás) essa pessoa deve ser a nossa melhor amiga. Mas a realidade é que não é. E, por isso, detesto a música.

Assim sendo, por razões totalmente opostas mas que não deixam de ser válidas, o Jason está completamente proibido de entrar aqui em casa quando se resolve acompanhar da Colbi.
Como o blogue não toca cá em casa, porque ninguém sabe que ele existe, eu partilho com vocês a música que, não sendo má, é horrível de se ouvir.

E para começar bem a semana de férias...

... aqui fica a melhor música que ouvi nos últimos tempos.



A Gaivota - Projecto Amália Hoje

De volta à net!

Não me aconteceu nada e estou finalmente de volta, pelo menos até amanhã.
O que me aconteceu foi que fiquei sem internet durante estas semanas e, portanto, impossibilitada de escrever post's e visitar os vossos blogues.
Prometo ir tratar já desse último assunto imediatamente!!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Porque sapatos e relógios nunca serão demais...

izer que preciso de um relógio castanho é sempre uma coisa relativa. Ninguém precisa de um relógio castanho, pode-se precisar de um relógio mas isso é quando não se tem nenhum, o que não é, de todo, o caso.
Precisar de um relógio castanho não é mais do que uma futilidade. É verdade.

No entanto, não é por isso que eu deixo de estar apaixonada...

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E indecisa também...

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Certezas de uns VS Confusões de outros

As pessoas mudam e todos mudamos quer nos apercebamos disso ou não. Se há uns anos atrás nós, grupo de amigos mais chegado, partilhávamos das mesmas opiniões sobre as nossas vidas, agora vamo-nos apercebendo que isso já não é bem assim.
Há umas semanas atrás, em conversa, falámos sobre as relações e o futuro de cada um de nós nesse campo.
Uma delas disse que estaria neste momento preparada para casar e até para ter filhos, que apenas não o fazia porque apenas tem 24 anos e, para além disso, casar e comprar uma casa não é algo propriamente barato para quem trabalha há pouco mais de dois anos.
Outra disse que neste momento precisava de acalmar, ter uma relação mais séria que, embora não implicasse casamento, já lhes permitisse assentar de uma forma que outras relações não lhes possibilitam, por serem demasiado desprendidas. Ela achava que tinha encontrado a pessoa certa para isso e ia investir à séria naquilo que ela queria.
Eu e o meu colega do lado, ao ouvir isto, não pudemos conter o riso.
Eu olhei para ele e pensei na relação que ele mantém com uma pessoa apenas para passar o tempo, pois sabe que não têm futuro nenhum juntos. Ele olhou para mim e pensou na relação que mantenho, embora nem saiba muito bem se é mesmo o que quero mas que não consigo terminar, e pensou no meu amigo com quem mantenho longas conversas ás vezes pouco decentes (sem nunca ter acontecido nada, que fique bem claro).
Perante as certezas de uns, nós os dois apenas conseguimos rir e pedir mais um imperial... e uns tremoços, claro.

Visual, visuais II

A pedido de várias famílias, e sendo que realmente este estilo combina mais com a bloguer, voltámos à imagem inicial, cujos quadradinhos coloridos já definem o Rodopia.

Visual, visuais

Já estava na altura do blogue ter um novo visual.
Agora fico à espera das vossas opiniões.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Adenda ao penúltimo post - "Provavelmente..."

Ora bem, pelos comentários recebidos fiquei então a saber que, afinal, não sou a única pessoa com mais de 20 anos que não sabia o que era a chuva dourada.
Espero que o Google tenha satisfeito a curiosidade de quem não sabia o que era... ;)
Eu fiquei a saber dessa nojisse em conversa com uma amiga, sobre um post de um blogue que referia essa parvoíce. Ela fartou-se de rir porque eu não sabia o que era.
De qualquer forma, é verdadeiramente asqueroso... e pensar que há pessoas que até pagam para que lhes mijem em cima.
Os seres humanos são coisas realmente muito estranhas.

A Magia da casa dos pais

Em conversa com amigos discutiamos as maravilhas da vida em casa dos pais.
Falávamos sobre a magia que existe em casa dos pais e que em nossa casa nunca existirá. Aquela magia que tanto nos encantava e que da qual sentimos tanta falta. Era tudo tão mais simples, um abracadabra e bum, ali estava tudo.
Por exemplo:
- Quando estamos em casa dos pais pensamos que nos apetece vestir aquela roupa que tinha sido posta no cesto da roupa suja há dois dias atrás e que nunca mais vimos. Abrimos a porta do roupeiro e, como que por magia, essa roupa está lá.
- Quando estamos em casa dos pais e chegamos a casa cheios de fome, pensamos que nos apetecia mesmo aquele sumo ou aquele iorgurte, abrimos a porta do frigorífico e abracadabra, ali está ele à espera para ser bebido.
- Quando estamos em casa dos pais, sentimos que nos apetecia mesmo mesmo não cozinhar nada de nada e, mesmo assim, ter o almoço e o jantar a horas na mesa, e... magia... isso tudo acontece!


Pois é, muito rimos à custa desta divagação. Mas é verdade, em casa dos pais existe uma magia que nunca existirá na nossa. Em nossa casa, se quisermos aquela roupa temos de a lavar e passar, temos de ir ás compras se nos apetecer ter o frigorífico recheado, temos que cozinhar se queremos refeições decentes a horas certas. Em casa dos pais temos tudo isso, como que por magia. Tudo surge sem que nos apercebamos e tudo aparece sem que, para isso, tenhamos de mover uma palha.

Nem tudo são rosas e nem tudo são coisas fantásticas quando vivemos em casa dos pais, mas tenho de concordar que aquela magia que lá existe deixará sempre, sempre umas enormes saudades.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Provavelmente...

Serei a única pessoa do mundo que apenas descobriu o que é a "chuva dourada" aos 24 anos de idade?

segunda-feira, 13 de abril de 2009

2 semanas de ausência

Quase duas semanas sem vir ao blogue não significam mais do que muito pouco tempo livre e muitos acontecimentos deste lado do pc.
Pois é e a vida não perdoa. Andei vários dias com a cabeça ás voltas sem saber o que fazer. Pensei que em decisões tomadas já não haveria volta a dar. Pensei que seria tempo de esquecer o passado e o tempo cura tudo, muito melhor que os antibióticos. Pensei que seria tempo de investir em novas aventuras ou em novas parvoíces. Pensei que seria isto tudo, depois pensei que já não era nada. Fiquei sem saber, morder ou não o anzol. Pensei seriamente e achei que desta vez seria altura de tomar uma decisão: não morderia o anzol. Mas a realidade acabou por ser bem diferente. A verdade é mesmo essa e, afinal, a minha vida que andou completamente trocada nas últimas semanas, volta agora à mesma calma de sempre, com as pessoas de sempre.

Discurso confuso? Pois, isso é obvio. Mas a imaginação perdeu-se por estes lados...

Sabem que mais? Duas semana sem vir ao blogue significam também umas quantas centenas de post's atrasados para ler e umas outras tantas para comentar.
Vou mas é meter mãos ao obra e deixar os discursos filosóficos para os dias em que as ideias são mais coerentes e o discurso é mais fluido....

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Voltei!

E estou viva, ilesa e com férias marcadas para as alturas que tinha pedido!!
Em Abril, Julho e Novembro estarei livre!!
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P.S. Aceitam-se sugestões para locais de férias em Novembro.

México? Cuba?

segunda-feira, 30 de março de 2009

O segredo é respirar... apenas respirar...

Anna Nalick - Breathe (2AM)

P.S. Peço desculpa pela ausência de visitas aos vossos cantinhos,

mas isto para aqui não anda assim lá muito bem.

Fica prometido que vos visitarei o mais rápido que conseguir.

P.S. 2. Piki, do Ironicamente Falando, não consigo visitar o teu blog,

não sei, acho que perdi o endereço novo. Manda-mo para o mail, sim? Sorry!

P.S. 3. Daqui a uns minutos tenho reunião acerca das férias no meu serviço.

Estou a ponderar se devo levar uma catana ou um simples revolver.

Se eu não voltar é porque me chassinaram, me fizeram a múmia,

num perfeito homicídio. Contactem as autoridades, sim?

quinta-feira, 26 de março de 2009

Decisões IV

Descobrir que se tomam as decisões certas, pelas razões erradas, não é agradável. Leva a que as dúvidas aumentem. Levem a que pensemos se a decisão foi a correcta. Leva a que pensemos que afinal tudo estava errado e só nós é que ainda tinhamos esperança. Só nós é que ainda sonhavamos com uma coisa que, afinal, não era real, nem chegará a ser.

Descobrir que se tomam as decisões certas, pelas razões erradas é, realmente, um sentimento estranho, pouco alegre, duvidoso e ameaçador... faz com que pensemos se, afinal, a decisão era mesmo a certa.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Decisões III

Hoje tomei uma decisão... Tomei a decisão que me atormentava a todos os dias e a todas as horas dos meus dias...
Tomei-a e pronto. Decidi que não podia continuar assim, nem podia manter esta passividade constante, perante uma vida sentimental que eu não queria ter. E pronto.
Doeu-me? Não muito, e foi isso que me assustou. É isso que me assusta, o facto de não ter ficado magoada, como estava à espera. Não chorei, nem sequer me apeteceu fazê-lo. E isso assusta-me. Bastante.
Mas o inevitável aconteceu. E nada seria o mesmo, portanto, nada voltaria a ser o mesmo e não podiamos continuar assim, a ter uma relação que não eramos nós. Numa relação baseada em cinzas que já não conseguia andar para a frente.
Mas mesmo assim, mesmo sem doer muito, sinto por aqui qualquer coisa que ainda me deixa desconfortável. Três anos não se esquecem facilmente.
Mas agora é altura de olhar em frente. A Primavera já chegou e o sol aguarda-me.


Carter Burwell — Bella's Lullaby

terça-feira, 24 de março de 2009

Curiosiadades

Para satisfazer a curiosidade de quem ficou impressionado com a capacidade do meu cão em comer tijolo e papel higiénico, referido neste e neste post, resolvi colocar aqui a foto desse temível animal:

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Tem mesmo um ar ameaçador, não tem?
;)

domingo, 22 de março de 2009

Ruídos nocturnos

O som de uma cama, que não é a minha, a ranger a esta hora da manhã é sempre uma coisa agradável de se ouvir, quando chego de uma noite no Bairro e amanhã entro às 8h para mais um turno...

Só espero que não seja tântrico.

sexta-feira, 20 de março de 2009

10 factos sobre o meu Trabalho e Eu

1. Quando estava a tirar o curso de Enfermagem pensei várias vezes em desistir, mas nunca fui capaz.

2. Gosto do meu trabalho, mas preferia trabalhar num sítio mais organizado.

3. Uma utente já me ofereceu 10 euros, por eu lhe ter dado uma injecção e tê-la ouvido durante 15 minutos a falar do filho que tinha morrido há exactamente um ano atrás. Eu não aceitei, ela disse: "Pela alma do meu filho.", eu não consegui recusar e ela disse-me "Obrigada".

4. Eu já chorei quando um doente morreu.

5. Eu tenho grandes amigas no sítio onde trabalhei antes deste.

6. Já me disseram que eu era demasiado perfeccionista a trabalhar. Eu não percebo como se pode ser demasiado perfeccionista num trabalho em que se cuida de pessoas.

7. Eu já fui mais sensível e já tive mais paciência para determinado tipo de doentes, apelativos e mal-educados.

8. Eu não gosto de trabalhar de branco.

9. Um ano depois de começar a trabalhar acho que já me tornei mais fria nas relações, tenho medo do que me possa ainda vir a tornar.

10. Eu tenho bastante dificuldade em falar com pessoas em coma, ainda que saiba que elas me poderão estar a ouvir.

domingo, 15 de março de 2009

Idade nova... Música nova...

Amy MacDonald - This Is The Life
ADORO!!
Obrigada pelos vossos desejos de feliz aniversário!
O dia passou-me muito bem... ;) e, felizmente, não a trabalhar... =)
Beijinhos para todos!!


sábado, 14 de março de 2009

Parabéns a mim!

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Um brinde a vocês!

quinta-feira, 12 de março de 2009

10 factos sobre o Cinema e Eu

1. Eu já fui ao cinema sozinha, mais do que uma vez.

2. O último filme que vi foi O Estranho Caso de Benjamin Button.

3. Eu chorei durante todo o final do filme Titanic e mais uns 15 minutos depois de ter saido da sala de cinema. (É mau, eu sei...)

4. Contam-se pelos dedos de uma mão as vezes que fui ao cinema e não comi um enorme pacote de pipocas.

5. Eu não gosto de filmes com o Sylvester Stallone e o Jean-Claude Van Damme.

6. Eu não percebo o que é que o Woody Allen vê na Scarlett Johansson, nem aprecio os filmes dos irmãos Cohen.

7. Eu odiei o filme, mas acho genial o "Este país não é para velhos" não ter banda sonora e nem se dar por isso quando se vê o filme.

8. Eu guardo todos os bilhetes de cinema dos filmes a que vou assistir.

9. Adorei "Million Dollar Baby" e "Expiação".

10. Eu não gosto de western's, nem de filmes de artes marciais.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Dia da Mulher

Tu trouxeste-me uma flor, num dia em que os homens enchem as floristas como se fossem estádios de futebol. Trouxeste-me uma flor e um poema... eu sorri e a esta hora ainda não li o poema... porque não sei se o quero ler.
À noite, horas depois, eu cantei-te ao ouvido uma canção. Tu sorriste... mas foi porque não percebeste o que eu te queria dizer... Eu nunca vou ter coragem suficiente para te dizer mais do que já te disse na semana passada, não consigo dizer mais palavras do que aquelas que te disse e com as quais tu ficaste revoltado e triste, mas depois passou e disseste que era só uma fase, tal e qual como se te tivessem tido que mais um penalti foi roubado ao Benfica. Depois continuaste a agir como se eu não te tivesse dito que não gosto de ti como antes.
Disseste que era uma fase. Eu tenho dúvidas de que seja isso...
Mas só me resta continuar a cantar:

Deixa-me segurar-te
Pela última vez
É a última oportunidade de sentir novamente
Mas tu quebraste-me
Agora eu não posso sentir nada.

Quando eu te amo
É tão falsa
Eu nem posso me convencer
Quando falo
É a voz de outra pessoa

Oh isso faz-me chorar
Tentei segurar, mas dói demais
Eu tentei perdoar, mas não é suficiente
Para ficar tudo bem

Tu não podes brincar com as nossas cordas partidas
Tu não podes sentir nada
Que seu coração não quer sentir
Eu não te posso dizer uma coisa que não é real

Oh a verdade dói
E as mentiras pioram
Não posso desejar-te mais
E eu amo-te um pouco menos do que antes

Oh o que estamos a fazer
Nós estamos a transformar em pó
Atirando em casa as ruínas de nós

Correndo de volta ao fogo
Quando não há mais nada a dizer
É como perseguir o último comboio
Quando é tarde demais

(...)

E eu amo-te um pouco menos do que antes
Deixa-me segurar-te pela última vez
É a última oportunidade de sentir novamente.
Broken Strings - James Morrison & Nelly Furtado

sábado, 7 de março de 2009

Psiquiatra Precisa-se

Estando ás 4:12 da manhã em frente ao computador e a comer uma grande tigela de Nestum, evolta numa conversa que não me vai levar a lado nenhum porque, na realidade, não sei com quem estou a falar... só me resta afirmar que algo vai mal por aqui... muito mal mesmo aqui por este reino...

quinta-feira, 5 de março de 2009

10 factos sobre Livros e Eu

1. Eu leio sempre a última frase de um livro, antes de terminar o primeiro capítulo.


2. Um dos meus livros preferidos é "Cem anos de solidão" de Gabriel Garcia Marquéz.


3. O meu marcador de livros fui eu que o fiz, quando andava no 6º ano.


4. Não gosto de deixar livros a meio, mesmo que sejam bastante maçadores.


5. Eu não li "Os Maias", mesmo que a minha professora de português tenha ficado a pensar o contrário.


6. Já adorei Nicholas Sparks mas agora já não consigo ler nenhum livro dele.


7. O último livro que li foi "A profecia celestina" e estive quase quase quase para desistir porque não gostei nada (a M. que não me oiça, ou leia).


8. Quando tinha 12 anos comecei a escrever um livro que se chamava algo como "As aventuras de Susy". Não sei o que lhe fiz...


9. Tenho a colecção toda dos livros de aventuras d' "Os Sete", mas acho que não cheguei a ler metade deles.


10. Eu tenho dois cadernos com poemas de qualidade suspeita que escrevi na minha adolescência. Um dia perco a vergonha e todos os meus visitantes e posto um aqui.

domingo, 1 de março de 2009

Buscas

A verdade é que não tenho muitos visitantes e os que tenho (bastante valiosos e queridos! Obrigada a vocês!) encontraram-me através de outros blogues ou então fui eu que os encontrei.
No entanto, é engraçado ver que algumas pessoas já vieram ter a este blogue porque estavam interessadas em "comer tijolo" ou em busca de respostas a interrogações como "porque cães gostam de comer papel higiénico?".

Provavelmente, não encontraram nenhuma explicação para o que preocupavam, até porque aqui não se encontram respostas para nada, se encontrarem alguma coisa são ainda mais interrogações. Mas pronto, é sempre bom ver que não sou a única doida que consegue escrever um post que engloba essas duas belas refeições caninas: tijolo e papel higiénico.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

10 factos sobre a Cozinha e Eu

1. As minhas especialidades são bacalhau com natas e bacalhau com espinafres.

2. Pode ser um crime, mas adoro Mcdonald's.

3. Não sei fazer omeletes.

4. Gostava de poder experimentar os vários pratos de bacalhau que existem em todo o Mundo.

5. Lá em casa, quem faz sempre as batatas fritas é ele.

6. Gostava de ter a imaginação da minha mãe para saber o que cozinhar a cada refeição.

7. Eu nunca cozinhei sopa, embora coma sopa todas as semanas (Obrigada, mãe).

8. A cozinha da minha casa vai ter de ser grande. Detesto cozinhas pequenas e ainda detesto mais kitchenet's.

9. Adoro ir às compras para cozinhar.

10. Eu nunca pus sal a mais num prato, mas já pus sal a menos, várias vezes.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Podia estar a falar do jogo em si, mas não estou

Por maneiras muito pouco normais, conheci uma pessoa há pouco tempo... Falamos bastante e é uma pessoa com quem o discurso me flui normalmente, sem ter de pensar 3 vezes antes de averiguar bem aquilo que vou dizer a seguir, embora seja um estranho.

No entanto, ele diz que eu jogo muito à defesa... Não é verdade, pelo menos no momento, não conheço, não há implicações, não preciso de ter defesas porque nada dali me pode deixar magoada. Ou já jogarei à defesa, mesmo sem saber que o estou a fazer, de tão intrínseco que já tenho esse papel interiorizado? Provavelmente...

Mas ás vezes também jogo ao ataque, quando vejo que me vão atacar a mim, quando vejo que o alvo sou mesmo eu e posso sair dali com um grande galo na cabeça... Nessas situações ataco eu, vou com tudo e firo muitas vezes as susceptibilidade de quem, afinal, não me ia atacar...

A defesa e o ataque são coisas com as quais eu ainda não sei lidar muito bem... às vezes acho que sei interpretar muito bem as outras pessoas, ás vezes acho que sou uma nódoa a fazê-lo, ás vezes acho que nem tenho de o fazer...

23 anos de vida e ainda não sei muito bem o que pensar quanto aos outros, o que esperar dos outros e o que fazer perante determinadas situações e acções... Isso faz com que faça coisas que, por vezes, podem ser disparatadas, porque as minhas avaliações saem completamente ao lado quando o assunto são pessoas.

E por isso jogo à defesa, a maioria das vezes defendo, outras ataco com o intuíto de me defender e tenho muita renitência em baixar a fortaleza e deixar entrar alguém que nunca saberei se é um alidado ou um espião.

E só agora me apercebo de que um coração atormentado, sem eira, nem beira, sem decisões tomadas e com muitas decisões arrastadas, que ás vezes acho que alguém tomou por mim sem eu me dar conta, pode ser bastante burro e ingénuo. E mesmo que, depois, tente jogar à defesa, é tarde demais, o ataque já foi feito, sem que se tivesse apercebido e os soldados já estão todos mortos. Agora é esperar, ganhar recursos e ter paciência para criar uns novos soldados, mesmo sabendo que eles podem voltar a morrer na próxima investida do inimigo.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Uma viagem agitada

Ontem encontrei o Spider Man quando ia para o carro. Depois, pelo caminho, parei na passadeira para deixar passar o Capuchinho Vermelho. Mais à frente, encontrei uma Nazarena a falar com o Super Homem (bem mais gordinho que o normal). Antes de entrar no hospital, ainda passei por uma Princesa, pisquei o olho ao Robin dos Bosques e mostrei a lingua ao Bob, o Construtor.
Despedi-me da vida lá fora e entrei no hospital, mesmo a tempo de ainda rir com o andar atrapalhado de uma Sevilhana a correr atrás da mãe.


Não gosto do Carnaval, mas acho imensa piada aos miúdos.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

9 afirmações: 6 verdadeiras, 3 falsas

1. Eu já semeei feijão e carreguei estrume.

2. No Secundário, eu acho que Filosofia era interessante.

3. Das lides domésticas, a minha preferida é passar a ferro.

4. Eu não aprecio pastilhas elásticas.

5. O meu irmão já teve um pinto de estimação e nós fizemos canja com ele.

6. Durante o meu primeiro estágio num hospital, engordei imenso, porque ficava cansada e cheia de fome, devorava tudo o que me aparecia pela frente.

7. Uma das minhas melhores habilidades é fazer ponto cruz e já fiz imensos quadros, toalhas e naperons.

8. Eu tive uma única negativa nos exames nacionais.

9. A minha mãe não sabe que eu não gosto nada dos naperons de renda que ela tem guardados para mim.




E então?

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Rodopia, repete 20 vezes para aprenderes

Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

3 anos depois

Já não gosto de ti, já não te adoro e muito menos te amo.
Já não penso em ti todas as horas dos meus dias, já nem sequer penso em ti nas minhas horas mais livres.
Já não te quero.
No entanto, é estranho ver como este pobre e doentio coração ainda salta, taquicardia descontrolada, cada vez que vejo uma mensagem tua no meu telemóvel, nem que seja de Natal ou de aniversário, cada vez que te vejo no MSN, cada vez que vejo uma foto tua perdida neste computador desarrumado. É estranho ver que ainda és tu que surges em conversa quando eu pergunto inocentemente às minhas amigas: "Sabem quem é que me ligou?", é sempre a tua imagem que lhes vem à cabeça, e nem elas me sabem dizer porquê.
Mas eu talvez saiba. Tu foste a pessoa por quem eu fiz coisas que disse que nunca faria, por quem eu sofri e lutei até perder todas as minhas forças, por quem eu não dormi durante várias noites, por quem eu me rebaixei até ao mais fundo dos poços. Tu foste a pessoa que mais me magoou e, ironicamente, aquela que eu mais amei.
Ás vezes esforço-me por recordar o nosso último momento, por relembrar a última vez que os teus lábios tocaram os meus, que os teus olhos olharam nos meus. Mas não me lembro. Não sei quando foi que aconteceu o nosso último beijo. Já não sei. Não me lembro da nossa última conversa, antes de terminarmos, não me lembro da última vez que jantámos juntos, nem da última vez que dormimos juntos. Lembro-me, sim, do nosso primeiro beijo, do nosso primeiro jantar, da primeira vez que me tocaste e eu senti um arrepio nunca antes sentido. Lembro-me da nossa quase primeira vez (e isto dava outro post) e lembro-me das nossas noites de cinema em casa, rodeados de pipocas maioritariamente esturricadas.

Estranhamente, não me lembro dos momentos maus que vivemos, não me lembro com exactidão da nossa última discussão, não me lembro bem das minhas noites de choro em busca de uma chamada ou de uma mensagem no telemóvel que nunca chegou. Não me lembro disso, mas gostava de recordar esses momentos e apagar da minha mente as boas recordações que tenho de ti. Preferia mil vezes recordar as lágrimas, mas só me lembro dos sorrisos. E isso faz-me confusão, porque não percebo.
Mas agora, mesmo assim, eu sei já não te amo. Embora, ás vezes, ainda me apeteça encontrar-te novamente, olhar-te nos olhos e quem sabe esbofetear-te ou cuspir-te na cara.
E isso faz com que me pergunte se isso significa que, afinal, não estás assim tão esquecido.


Não quero saber a resposta.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Essa coisa chamada consciência, ou melhor, pais

Quando andava na escola e tinha os meus 17 anos, um dos meus sonhos, partilhado também por todos os meus amigos, era ser mais velha, sair de casa para estudar e tirar o curso que gostaria. Dar os primeiros passos rumo à independência, poder sair às horas que quisesse e ir onde me apetecesse sem dar satisfações a ninguém.
Quando estava a tirar o curso e tinha os meus 20 anos, o passo mais ansiado por dar a seguir era o da independência financeira, ter o dinheiro para comprar, usar e abusar, esturrá-lo no que me apetecesse sem dar cavaco a ninguém, nem ouvir frases de reprovação de ninguém, quanto àquilo que fazia.
Hoje, aos 23 anos, a curtos passos dos 24 anos, pus-me bem a pensar naquilo que desejava antes e é tudo um valente engano. Afinal, a idade e o dinheiro que cai na conta no final do mês não dão assim uma independência tão grande quanto pensava e a vida dos maiores de 22 anos não é assim tão engraçada quando parecia ser...
Isto porque a independência financeira não significa necessariamente a independência dos pais. Não está nada relacionado com o facto de ainda pedir dinheiro aos meus pais ou dar-lhes satisfações sobre onde vou ou o que compro, porque isso, afinal, nem seria possível quando vivemos a mais de 200km de distância. Mas os pais, pelo menos os meus, não deixam de estar na minha cabeça cada vez que faço determinadas coisas. Exemplos: quando compro um casaco de pele que, se pensasse bem, nem precisava e que me custou os olhos da cara, e sei que se a minha mãe ali estivesse diria "Com os quilos de roupa que tens em casa, não podia deixar esse aí na loja?". Os meus pais não deixam de estar na minha cabeça cada vez que ponho um cigarro na boca e sei que, se os meus pais vissem, seria uma grande grande desilusão para eles ver a filha a fumar.
Ou seja, embora já seja independente deles continuo, obviamente, a pensar neles e naquilo que eles acham de mim. E por isso, embora já tenha a minha independência financeira e espacial, eles continuam na minha cabeça como se eu ainda morasse com eles. E, assim, não sou tão independente como gostaria.

Acho que a minha consciência tem a forma dos meus pais, em vez do típico anjinho e diabinho. Desta forma, eu tenho sempre que lhe dar ouvidos, por muito que me custe...
Mesmo tendo o meu próprio ordenado e mesmo morando bastante distante deles, a realidade é que eu ainda não cortei o cordão umbilical.
E quererei cortá-lo?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

10 factos sobre a Música e Eu

1. Neste momento tocam no meu Mp3 os The Killers.

2. Na minha adolescência delirava com Backstreet Boys e ainda hoje tenho dois dossiers cheio de recortes de revistas com reportagens acerca deles, e consigo acompanhar na perfeição as músicas deles.

3. Detesto Brian Adams e The Cranberries.

4. O último cd que comprei foi Tributo a Carlos Paião.

5. Eu não sei sacar música da net.

6. O concerto mais caro a que fui foi do James Blunt.

7. Eu comprei bilhetes para o concerto dos The Scripts, que agora foi adiado para Junho.

8. Eu nunca tive aulas de música, nem no 5º e 6º ano.

9. A última vez que fui à Fnac o cd que tive na mão foi o da bando sonora do filme Twilight, mas não o comprei.

10. Uma das minhas músicas preferidas é a Iris dos Goo Goo Dolls.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Slumdog Millionaire

Image Também já vi... e adorei.
Muito muito bom...


Agora ainda me falta ir ver "O Estranho Caso de Benjamin Button"...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Frases soltas e parvas, portanto...

"Ai filho, vai para Enfermagem. Fazem só coisas boas e vestem-se de branco, parecem uns anjinhos."



Um colega meu ouviu esta frase da mãe, na altura de escolher um Curso Superior.
Eu não sei bem se a mãe gostava dele, para lhe desejar tal sorte...
Queridos pais, espalhados por esse Portugal fora, a sério, se os vosso filhos vos vierem com a ideia de que querem ir para Enfermagem dêm-lhe uns valentes açoites.
Podem até dizer que fui eu que mandei. A sério.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Na cozinha

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Quem não sabe fazer omeletes... faz assim...






Procuram-se lições tipo "Omeletes, faça você mesmo".

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Este ano não me desgraço

Voltei a ser convidada para as Tasquinhas, tal como o ano passado... Provavelmente iria ser mais um fim-de-semana para recordar, no entanto, não me parece boa ideia. Algumas semanas depois daquela visita descobri que afinal não havia assim tanta coisa boa para recordar e os maus momentos tornaram-se muitos.



Além disso, acho que ainda tenho pequenas gotas de álcool a percorrerem-me as veias e um fígado em fase de recuperação.
Mas, de qualquer forma, aconselho a todos que dêm lá um salto. O ambiente é fantástico e divertido, bastante convidativo à ingestão de... aaaah... sumos naturais.
;)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Be Careful What You Wish For...

O pessoal do serviço anda um bocado revoltado... porque aquilo é uma balbúrdia, porque ninguém faz nada de jeito, porque não há condições de trabalho, porque o edifício está a cair, literalmente, aos bocados, porque isso não ajuda em nada a recuperação dos doentes e nós, assim, não estamos a prestar os melhores cuidados de Enfermagem que sabemos porque não temos condições para isso. Estamos a prestar os melhores cuidados que conseguimos, com aquelas condições.


A gota de água foi ontem, quando mudaram mais uma vez a disposição da sala onde ficam armazenados os materiais. Já vi aquela sala estar em diversos sítios e estou naquele serviço há pouco mais de 6 meses, o que, para quem não sabe, é muito pouco tempo para tanta mudança.
Os meus colegas revoltam-se.
Eu concordo com eles. Mas já não me revolto e já não refilo e já não brigo com ninguém. Na realidade, até já acho piada a isto. Vejo o ridículo da coisa e isso já me dá para rir, em vez de refilar que não leva a lado nenhum.

Eu sempre disse que não gostaria de trabalhar num local onde a monotonia imperasse. E o meu desejo foi, pelos vistos, realizado à letra.


Be Careful What You Wish For...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Dúvida III

Aqui em casa acho que andam a ser feitas experiência científicas.

Desconfio que uma das minhas colegas de casa anda a fazer um estudo acerca da origem da vida, tentando testar a Teoria da Geração Espontânea com aquele tacho de arroz que tem há vários dias ali em cima do fogão.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

IRS (??)

Ainda estou para decidir o que senti hoje, quando fui ao site do Ministério das Finanças pedir a senha por causa do IRS.

Não sei se me senti adulta, se me senti velha... só sei que é por estas e por outras que eu, que detestei a adolescência, começo a achar que essa fase teve bons momentos de liberdade, ainda por cima totalmente livres de impostos.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

The Script

Eles vêm cá, dia 4 de Março, à Aula Magna...



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E eu vou lá estar!!