quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Imperdoável é...
No entanto, Parabéns a mim e a vocês que me têm aturado!
:P
sábado, 14 de novembro de 2009
Um tempo diferente, o mesmo problema
O tempo passa e só vejo amigos meus a comprar casa, colegas meus a casar e toda a gente cheia de planos para concretizar a curto prazo, enquanto eu nem por isso.
Claro que gostava de comprar casa, já me estou a imaginar a morar no meu T2, a comprar cortinados com a minha mãe e a obrigar o meu namorado a pendurá-los maravilhosamente. Claro que me imagino numa casa só minha e é um dos meus projectos futuros, também a curto prazo. O meu problema não é a casa, não é bem morar com o meu namorado porque nos damos lindamente e mesmo nas lides domésticas. Ele já se tornou um expert a pôr a mesa e a lavar a loiça, não gosto mais dele por isso, mas ajuda. Estou agora a tentar iniciá-lo no acto de passar a ferro, mas esta tarefa está mais complicada, principalmente porque o que eu quero que ele aprenda a passar são as camisas e as calças vincadas dele. Mas retomando o raciocínio, o que me assusta passa por não ter a minha casa para me refugiar quando nos zangamos, não ter uma cama só para mim quando me apetece estar sozinha, ter alguém à minha espera quando saiu com os meus amigos e chego tarde para caraças. Estes são, basicamente, os meus problemas. São estúpidos, ridículos e significam que, provavelmente, eu não estou assim tão empenhada nesta relação porque penso nestas aspectos. Eu sei disso. Provavelmente é verdade. Mas eu também tenho a certeza absoluta que gosto dele e que quero ficar com ele. Então, serão estas ideias incompatíveis? Sim, provavelmente são. Mas o que posso eu fazer?
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Estou de volta
Tive saudades vossas e dos vossos posts e prometo que retomarei a escrita (que embora má, sempre dá para me encher a alma) e a leitura (que certamente já está tãooooo atrasada).
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Moderação de comentários II
Ao autor do 3º comentário, (PB) se não estou em erro, que me desculpe, mas isto também não foi culpa minha!!
domingo, 13 de setembro de 2009
A moderação de comentários não é culpa minha
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Existe um melhor adjectivo que genial?

Embora, claro, algumas partes me obrigassem a fechar os olhos por uns segundos... é que ver escalpes a serem cortados não é muito agradável...
domingo, 6 de setembro de 2009
La Roux - Bulletproof
Been there, done that, messed around
I'm having fun, don't put me down
I'll never let you sweep me off my feet
This time baby
I'll be Bulletproof
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
E viva a boa disposição matinal
Nada de mais e nada que eu não tivesse já ouvido (e cheirado - gosto sempre de partilhar as coisas agradáveis que tem a minha profissão) milhares de vezes. O giro da coisa é dois deles trocarem olhares cúmplices e sorrirem para mim. Eu olho e digo:
- Não olhe para mim assim, Sr. X. Olhe que não fui eu.
E ele responde:
- Pois, pois. - Enquanto desata a rir a bandeiras despregadas.
Eu acho engraçado que os doentes acordem bem dispostos ás 7 da matina... só gostava é que isso não acontecesse por acharem que a enfermeira tem gazes e se descuidou em plena enfermaria.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
A sério
terça-feira, 25 de agosto de 2009
ADORO!!
Hoje há amigos, praia, sol (se o tempo não nos atraiçoar como ontem), almoço na Costa e sumos naturais gigantes.
E para quem não tem a alegria de ter uma flexibilidade de horários como eu tenho, aqui fica uma das melhores músicas do Verão!!
David Guetta feat. Kelly Rowland - When Love Takes Over
domingo, 23 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Factos vergonhosos I
2. Não fumo há 4 dias.
3. Estou a começar a ficar ligeiramente mal-humorada. Não faço a mínima ideia porquê, mas é bom que não me aconteça nada de anormal/negativo até eu meter o pé na Capital.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Net, traições e afins
Eu acho que as conversas intermináveis que mantemos até um de nós cair a ressonar sobre o teclado são uma traição, porque temos conversas perfeitamente normais, mas ás vezes também ultrapassamos esse campo inocente. Já falámos sobre encontros e o que faríamos nesse caso... e, embora eu nunca o tenha dito nem demonstrado, percebo perfeitamente que há conversas das quais advêm segundas intenções.
Ele diz que não é traição... mas isso é lógico, ou não fosse ele um dos implicados nesta situação toda, à qual não sei dar outro nome que não seja parvoíce. Ele diz que cada pessoa deve fazer o que lhe apetece fazer no momento e pronto. Eu não concordo, se é para fazer o que apetece no momento com quem apetece no momento não se deve manter uma relação que impeça que isso aconteça. Não sou a favor de relações abertas, nem da poligamia.
Ele diz que dentro de quatro paredes não se sabe de nada e, portanto, isso não tem implicações nenhumas. Eu digo que não existe maior implicação dentro de quatro paredes ou fora delas que não seja a consciência de cada um.
Ele já traiu e contou, porque valoriza a sinceridade.
Eu já trai e não contei, meses depois fui obrigada a contar e não foi agradável.
Ele diz "Eu traí-a, mas contei-lhe tudo porque sempre fomos sinceros." Ora, a sinceridade não diminui o facto de ter ocorrido uma traição.
É claro que, se me traissem, eu gostava que me contassem. Mas quando estive do outro lado segui a velha máxima do "olhos que não vêm, coração que não sente". Acredito nisso... é claro que o corno gostava sempre de saber, mas se não teve importância, não vai sair nada dali, então acho que isso é apenas uma forma de poupar mil e uma chatices provocadas por uma coisa que não serviu para nada. Que não devia sequer ter acontecido.
No entanto, e a acontecer alguma coisa entre nós, esse episódio não seria um desses casos sem importância, nem que seja pelo facto de ter sido uma coisa premeditada. Se foi pensado, se foi planeado, então já implicaria muito mais do que uma simples vontade do momento, uma coisa que aconteceu mas da qual nos arrependemos no momento seguinte.
Não acredito que algum dia vá acontecer alguma coisa entre nós dois, nem sequer acredito que nos cheguemos a encontrar. É certo que a internet é um dos maiores meios utilizados hoje em dia para conhecer pessoas, mas não deixa de ter os seus riscos e eu não gosto muito dessas coisas. Eu gosto de falar com ele, mas não posso garantir que ele seja boa pessoa e que, por isso, um possível encontro já não tenha perigos.
Acho piada à conversa virtual mas receio bastante a conversa frente a frente e, embora tenha curiosidade em ver fisicamente uma pessoa que fala comigo durante largas horas desde há vários meses, isso não inutiliza o facto de que não deixa de ser um desconhecido. Um desconhecido fixe mas, ainda assim, um desconhecido. E nada inutiliza o facto de que eu tenho namorado e de que gosto dele e de que não compreendo como me enrolei toda nesta história.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Irritantes Ex-namoradas
Enfim, não percebo porque as mulheres fazem isto. Porque se dão ao trabalho de querer arranjar formas de tentar magoar a namorada do ex-namorado ou qualquer outra mulher. Não percebo porque não o faço e porque prefiro mil vezes ignorar uma mulher e fingir que nem a vi do que arranjar estratégias para chamar a atenção dela que, no fim, apenas a levam a concluir que tenho o ego ferido.
E nisto invejo os homens. O facto da maioria deles não meter com estes joguinhos decantes é das poucas coisas pelas quais gostava de ter outro objecto a crescer aqui em baixo...
domingo, 16 de agosto de 2009
Adoro tecnologia
Enfim... lá terei que começar a ter mais cuidado e ir à Worten apenas quando tiver plena certeza que a tal funcionária não se encontra por perto.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
De regresso e ainda com dúvidas existenciais
Não sei se é só comigo ou isto abrange mais pessoas regressadas de férias, mas sempre que volto ao trabalho fico sempre com uma ansiedade parva que me leva a pensar se isto era mesmo o que eu queria fazer da vida.
Não me refiro ao facto de que estar de férias é melhor que trabalhar e que estar de férias o resto da vida é que era. Não é isso que quero dizer.
Refiro-me à profissão que tenho. Refiro-me a nem sempre ter certezas quanto às opções que fiz. Refiro-me ao facto de que, ás vezes, gostava de não ser enfermeira. Porque nunca gostei de ambientes não-controlados e, com este trabalho, isso é frequente. Porque não gosto de não saber o que esperar daqui.
A verdade é que nem sempre gosto de profissão que tenho porque nem sempre me entendo com ela e nem sempre a compreendo. Pior ainda quando regresso de férias.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Dúvida existencial das 12h24
:P
Um beijinho para quem se lembra do Rodopia...
terça-feira, 28 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
De volta ao belo do Alentejo!
Dias muitos bem passados e em boa companhia, que é mesmo o que se pretende com as férias.

terça-feira, 21 de julho de 2009
Adeus e até ao meu regresso
Convosco fica uma música dos inesquecíveis The Killers, porque é o que mais se tem ouvido aqui deste lado do ecrã.
E, utilizando uma expressão de Gabriel Garcia Márquez no livro Crónica de uma Morte Anunciada, o Brandon está "(...) de se barrar com manteiga e comer vivo".
Beijinhos!!
Das relações ou Como escrever muito e não dizer nada
Não vou falar sobre a minha relação, não pretendo terminá-la e este post não é sobre mim.
Embora a minha relação não seja perfeita, e acredito piamente que nenhuma o seja, não pretendo pôr fim a tudo o que já construi ao longo de quatro anos, embora por vezes me veja com o pensamento em outros locais que não este onde me encontro. Mas não é sobre mim este post.
Na realidade, não é sobre ninguém em especial. Ou então é sobre este Verão, sobre este calor e sobre o chilrear dos pássaros que faz com que relações duradouras terminem, de um dia para o outro. Só porque sim, ou porque os caminhos que se escolheram não foram os correctos.
E, neste caso, este post podia perfeitamente ser sobre a G., ou sobre a N., ou sobre a prima da C. que, mesmo com histórias completamente diferentes, se vêem agora no mesmo barco - o das relações terminadas.
A prima da C. namorava há mais de 5 anos, um dia acordou e acabou com o namorado como se nada fosse. Ele ficou de rastos, ela envolveu-se com outro. Ele chorou dias e noites a fio, ela resolveu casar com o novo namorado semanas depois de terem começado a namorar. Insólito é, no mínimo.
A N. namorava há algum tempo, até que ele resolveu emigrar e lá foi, rumo a terras estrangeiras. Ela ficou cá de rastos, ele ficou lá a aproveitar a vida, cá para mim, como se fosse totalmente descomprometido. Ela ansiava por dias de folga para ir ter com ele, ele acabou com ela, por SMS, um dia depois de ela ter chegado a Portugal, vinda de o ter visitado. Cobarde do car**** seria apenas um dos nomes que me apetecia chamar-lhe.
A G. namorava há anos e anos, mas um namoro há distância e, no mínimo, estranho porque eu não via grande envolvimente emocial da parte dela naquela relação. Não via, mas passei a ver no dia em que ele lhe disse que namorava com outra rapariga e já vivia com ela. Aí foi como se o mundo dela se estatelasse ao comprido no chão, sofreu bastante e ainda sofre, embora ela nos tente esconder isso... mas as olheiras e os quilos a menos não perdoam.
Na realidade, já não sei muito bem porque comecei a escrever este post... mas acho engraçado que estas relações tenham tomado um rumo totalmente diferente da minha. Eu, que já pensei em terminar a minha relação, não penso fazê-lo neste momento. Mudei de ideias, mas não sei porquê nem como o fiz. Simplesmente me apercebi de que, afinal, eu não queria mesmo fazer uma coisa que sabia que me ia arrepender. E assim, de um dia para o outro aconteceu-me exactamente o oposto do que eles fizeram. De um dia para o outro, em vez de terminar uma relação, eu decidi mantê-la e, agora, tenho plena convicção de que fiz o correcto.
domingo, 19 de julho de 2009
SuperBock - SuperRock
Sim, a foto é do concerto dos The Killers... o melhor que se conseguiu arranjar sem ter demasiados braços no ar à frente e o menos tremida que se conseguiu arranjar com tanto pessoal aos pulos.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Só uma coisinha...
Hmmm... então digo agora!!

segunda-feira, 13 de julho de 2009
Pouco subtil, bastante perceptível
Quer queiram quer não, frases como "Há homens que mal entram na estação, já chegaram ao destino." ou "Vai ser tão bom, não foi?" ou "Não vás tão depressa - é o que alguns homens mais ouvem." não deixam de ser bastante originais.
Provavelmente não é nada subtil mas acredito que, por isso mesmo, seja capaz de chamar a atenção de mais homens para o problema da ejaculação precoce. Tenho dúvidas se quem tem esse problema procurará mais ajuda por causa disso, mas a mensagem está bastante perceptível.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Porque te adoro...
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Enquanto a inspiração não regressa
A qualquer momento poderá nascer um post fantástico... mesmo a qualquer momento... quando a inspiração retornar...
Por agora fica aqui uma música que me deixa triste, mas que eu adoro.
Faz-me lembrar o meu melhor amigo que está numa fase de cometer loucuras... Embora espere que ele não cometa demasiadas loucuras, acho que isto já está a passar para o lado da insanidade...
Apetece-me abaná-lo e fazê-lo despertar para a realidade dos riscos que corre... mas pronto. Eu não sou de estragar a felicidade desmedida de ninguém... pelo menos até quarta-feira.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Quase me vi envolta numa cena de um episódio de Morangos com Açucar
A verdade é que nunca cheguei a descobrir se era mesmo ela e nunca cheguei a ter a certeza absoluta de que era tudo tudo mentira... (Somos mulheres, fica sempre aquele leve desconfiança contra os homens! É fisiológico!)
A semana passada, depois de uma noite de copos, de uma noite de alguns exageros e de uma noite em que se comprovou a veracidade do provérbio "Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades", contaram-me quem me tinha telefonado afinal, que tinha sido tudo inventado e que isso aconteceu porque a pessoa em causa de sentia traída e não conseguia suportar o meu namoro...
A verdade é que sempre desconfiei dessa pessoa e isso confirmou-se. Apesar de todos os sorrisos de uma amiga que tinhamos em comum, descobri também que ela também estava por detrás de tudo aquilo.
Não fiquei triste nem contente. Isto apenas confirmou, uma vez mais, que não costumo falhar muito quando a técnica é avaliar pessoas.
sábado, 27 de junho de 2009
Só lhe falta o bigode, a camisola de alças, o calção, a meia branca puxada para cima até máximo e palito no canto boca
Mas piores são as mulheres que os aturam e fazem o que dizem... essas eu compreendo ainda menos do que os compreendo a eles.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
É que eu ia jurar que ele era um bocadinho imortal
Até punha aqui uma musiquinha, das várias dele que gosto, mas isso era se o Youtube deixasse. Como não deixa, fica a intenção.
Mas, a sério, têm a certeza que ele morreu mesmo? De certeza, certezinha? Absoluta?
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Depois de Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse... II
No entanto, a surpressa neste foi-se parcialmente... Uma querida amiga minha fez o favor de me dizer: "Sim, sim. Já vais nessa parte? Ah, eu já a li! A seguir vai acontecer... isto isto e aquilo!" E claro que quebrou logo ali todo o suspense de parte da história e eu, que detesto que me façam isso, vi ali crescer o meu instinto maléfico, momentaneamente.
Mas pronto, agora já está e já sei tudo o que há neste momento para saber sobre a vida de Bella e Edward.
Veremos se fica mesmo por aqui...
terça-feira, 23 de junho de 2009
A ausência nem sempre tem explicação
Não tenho escrito porque não tenho tido tempo, porque decidi que devia dar mais tempo aos amigos, a um amigo pelo menos, com o qual me apetece passar horas a falar da vida e as discutir as nossas relações com os outros e com a vida, as nossas escolhas e tudo o que nos apetece, enquanto fumamos cigarros e rimos de nós mesmos.
Não tenho escrito porque me tenho afastado do pc, porque me tenho afastado de coisas que sei que não estão correctas e que me levariam a tomar decisões erradas. Porque sei que já chega destas coisas, há limites que têm de ser impostos e leis da consciência que têm de ser respeitadas.
Não tenho escrito porque me apetece ir para a praia quando saiu às 8h da manhã do hospital e ultimamente tenho de, para isso, encarar um trânsito descomunal. Apetece-me ir apanhar ar e sol e ouvir as ondas do mar, mesmo que isso implique mostrar a celulite a quem a quiser ver.
Não tenho escrito porque não tenho tido energia para nada e nada é só o que me apetece fazer, embora mentalmente estabeleça e faça planos para o que vou fazer durante o dia, sabendo perfeitamente que vou deixar tudo para fazer amanhã, ou depois, ou no dia a seguir.
Não tenho escrito porque não tenho rido nem chorado o suficiente para ter o que contar e divagar sobre a vida.
Não tenho escrito porque a minha vida anda assim… sem sal.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Depois de Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse...
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Frases soltas e parvas, portanto... II
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Pró ano lá estarei!! - II
muita diversão
reencontros entre amigos que não se viam há algum tempo
muitas aventuras para recordar
pão quente com chouriço
cachorros tipo é-melhor-nem-pensar-muito-sobre-como-isto-foi-feito
caipirinhas bem docinhas
bastante fumo e cheiro a sardinha assada
cheiro a manjerico
danças até à exaustão
encontrões e empurrões
bons momentos para recordar e repetir porque os Santos em Lisboa são sempre umas das melhores noites do ano!!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Como os homens podem ter ideais incompreensíveis
"Ána Malôa, Ána Malôa" exclamavam eles, alegremente, enquanto olhavam para uma foto, mais uma daquelas em que ela não podia aparecer um bocadinho mais pirosa.
Acho piada a estas coisas... ao facto dos homens verem nesta mulher com ar de regatton, cravada de tatuagens e com o gosto mais duvidoso do mundo para escolher as roupas que veste,
um símbolo sexual, a mulher mais procurada da internet.
A sério, não têm nada melhor para apreciar?
Esquecendo o facto de que quando ela abre a boca não lhe sai nada de jeito, ignorando as declarações dela quando pousou para a Playboy (já que mais valia estar calada), não falando sobre a sua música cuja qualidade também é para cima de duvidosa, e concentrando-nos apenas no que os homens, realmente, apreciam - o aspecto físico - acham mesmo que não há nadinha melhor? A sério?
(E não me venham com a conversa da inveja porque vestir-me de cabedal e plástico não é propriamente um dos meus maiores sonhos.)
terça-feira, 9 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Quem não se lembra desta?
Hoje, durante a noite no serviço, a quantidade de campainhas que tocaram só me fizerem recordar esta fantástica Canção das Campaínhas da minha querida Rua Sésamo, que tantas saudades deixa.
"Campaííííínhas, ouço campainhas!! RRinnngalinnn RRiiinnngalinnnn todos vão ouvir as campainhas."
Um clássico perfeito só para vos alegrar o dia!!
quarta-feira, 3 de junho de 2009
(Des)Amizades
Aconteceu-me isso com a M. Um dia, acordei e concluí que o que ainda restava dela na minha vida eram uns encontros esporádicos no Msn, umas conversas sem nexo em que eu tentava compreendê-la, mas nunca chegava a conseguir, em que eu tentava dizer-lhe umas coisas que ela tinha que ouvir, embora pudesse não o querer ouvir. Tentei ser uma amiga que a tira da fossa e não daquelas que faz umas festas na cabeça e a empurra ainda mais para baixo. O problema é que M. não estava em baixo. A M. sempre gostou de dramas e o drama a vida dela agora passa pela sua relação com os homens. Interiorizou aquilo como que não houvesse mais nada no mundo e pronto. Querer fazê-la despertar para a realidade é, por si só, irreal. E eu, aparentemente, e sem que me tenha apercebido disso, desisti. Bad friend, maybe. É o mais certo. Mas o que, basicamente, aconteceu foi isso mesmo: um dia acordei e a M. já não fazia parte das pessoas com quem eu gostava de passar os meus tempos livres. A M. está solteira e boa rapariga já há bastante tempo. O que, para ela, já é há tempo demais. Para mim não seria há tempo demais, visto que assim tem todo o tempo do mundo para fazer o que lhe dá na real gana, mas uma vez que ela passa todo o tempo do mundo que tem a lamentar-se sobre o facto de não ter namorado, eu acho que também é há tempo de mais.
Acho que ela gosta de sofrer, gosta mesmo. Só pode. E mais do que gostar de sofrer por amor, gosta de demonstrar aos outros o quanto é sofredora. E então é um desfile de frases derrotistas no Msn... todo um roll do pior que há no drama nacional.
Já lhe disse que estes cenários não a levam a lado nenhum, antes pelo contrário, mas ela prefere assim. Já lhe disse que demonstrar a todos o mar de lamentações em que se navega não é animador, apenas demonstra o lado derrostista que ela nem sequer tem assim tão exacerbado... Mas isso, aparentemente, é apenas a minha opinião...
Serei uma pessoa horrível? Certamente... mas, para falar a verdade, neste caso já me cansei de tentar deixar de o ser.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Ironias
Eu não pude deixar de rir, com todo este discurso. Eu, que nunca sei o que hei-de dizer às pessoas e que depois acabo por dizer a primeira coisa que me vem à cabeça, sei dar conselhos?
Isso chega a ser irónico... mesmo.
sábado, 30 de maio de 2009
Sabem que mais?
E já toquei num fragmento do casco do Titanic... :)
Não sabem do que estou a falar? Visitem a Exposição do Titanic na Estação do Rossio e perceberão...
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Seven Pounds, Sete Vidas
... tive de reabastecer o stock de lenços aqui de casa.quarta-feira, 27 de maio de 2009
Dúvida III
domingo, 24 de maio de 2009
Essa coisa chamada saudade
A horta sei que se encontra bastante bem cuidada, mesmo que a avó não tenha de passar lá a vida, porque isso implicaria que ela atravessasse todos os dias a linha do comboio e ela sempre foi um pouco menos ágil que tu.
Ela continua a ocupar-se das flores do jardim e das galinhas que tem agora no lugar onde antigamente era a pocilga. Tu continuas a ir à horta todos os dias e a apanhar paus para a fogueira que fazem mesmo que não esteja assim tanto frio, e fazem-na nem que seja pelo facto de que a comida da avó é ainda mais saborosa quando cozinhada ao lume do que feita ao fogão a gás, que vocês nem sequer usam.
Tu continuas com o teu sorriso de sempre, com o cão Fadista sempre por perto, de preferência dentro de poças de água como ele tanto gosta. A avó continua também com o seu ar de rabugente e durona embora, na realidade, não seja nada disso.
Estamos todos aqui, a falar do próximo casamento de familia que vamos ter. Quem é, afinal, o noivo que ninguém conhece. A pôr a conversa em dia quanto ao primo emigrado em Inglaterra, cuja orientação sexual faz corar a avó sempre que falamos nele. A falar no bisneto mais novo que já faz bastantes traquinices. Estamos ver as fotos que a avó tem espalhadas pela casa tiradas quando todos eramos mais novos, quando vos destruiamos o jardim, cada vez que iamos a vossa casa brincar. Estamos todos aqui, juntos. Todos os teus filhos, os teus netos e bisnetos e a mesa não chega para todos nós. Viémos almoçar e eu espero que tu me atires azeitonas, como fazes deste que eu descobri que adoro azeitonas.
A actualidade não é assim mas poderia até ser, avô. A verdade é que nunca chegaste a conhecer os teus bisnetos. E nunca os conheceste porque nos deixaste tinha eu 3 anos. E o que me faz mais confusão é pensar como é que uma menina com apenas 3 anos de idade consegue ter a lembranças que eu tenho de ti, avô.
Como é possível que apenas 3 anos deixem a saudade que os 21 que já passaram não apagam...
sexta-feira, 22 de maio de 2009
1 quarto para alugar
É injusto e eu não gosto.
Teremos de propôr ao senhorio que acrescente ao anúncio este pequeno detalhe.
Não queremos cá em casa uma pessoa qualquer, com uma profissão qualquer. Porque esta também não é uma casa qualquer... só mesmo porque é onde eu moro.
:P
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Menos um... Já só faltam três.
É a prova de que aquela coisa da desistência do casamento à última hora não é apenas exclusiva das telenovelas.
Afinal, ainda há mulheres com coragem na vida real para, a dois meses do casamento, decidirem que aquela não era uma boa decisão. Não iam ser felizes na sua relação, estavam a fazê-lo por comodismo, porque já estavam há tanto tempo naquela relação que o passo seguinte seria o casamento...
Mas pronto, felizmente conseguiu pensar a tempo e tomar a decisão de não casar com uma pessoa da qual, afinal de contas, não gostava realmente.
Antes mais cedo que mais tarde.
E um beijinho para ela que, sendo pela sua própria felicidade, só fez foi bem...
quarta-feira, 20 de maio de 2009
1º conselho que vos deixo
terça-feira, 19 de maio de 2009
Mas olhem que eu até nem sou má pessoa!!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Casamentos de Inverno - uma ideia a ser tida em conta por quem me convidar para mais um casamento este ano...
Está oficialmente aberta a época dos casórios.
Ele é prendas para o casal apaixonado, ele é vestidos, é sapatos, sandálias, é pochetes, bijuterias e tudo o resto que se lhe acompanha... Não devemos também esquecer as despesas com a estadia quando os casamentos são distantes de casa e o quanto custa encher o depósito e pôr-nos ao caminho...
E tudo isto já para não falar na conta do cabeleireiro e da manicura, que isto de ser mulher [vaidosa] tem destas coisas.
Aos homens tudo é muito mais facilitado e é uma injustiça pegada... Podem levar sempre o mesmo fato que, mudando a camisa e a gravata, ficam logo diferentes naquela foto ao lado dos noivos que toda a gente tira e que, basicamente, fica sempre feia.
Se houvesse uma manifestação para que os casamentos também tivessem lugar nos meses de Inverno, eu levaria o estandarte principal (assim como assim já estou habituada, já o fiz na manifestação dos enfermeiros que fizemos na semana passada. Eramos 5000, um grande número, embora isso possa não nos levar a absolutamente lado nenhum. Mas voltemos ao assunto dos casamentos).
Junho, Julho, Agosto e Setembro são sempre os meses de eleição para quem quer dar o nó... é uma boa altura para se ir de Lua de Mel, não é? O problema é que também é uma boa altura do ano para se ir de férias, porque o sol agrada a todos. E, nesse caso, a todas as despesas que advêm da ida a um casamento ou a quatro (!!) temos ainda que acrescentar o facto de que também queremos ir de férias, aproveitar o sol e o calor enquanto é tempo, espairecer e esquecer tudo aquilo que não nos sai da cabeça durante todos os outros meses do ano.
Enfim... Haja dinheiro!! Porque a boa disposição e os sorrisos amarelos não faltarão, principalmente na altura de rever aqueles elementos da família, que nem sequer sabemos quem são, que nos abraçarão com força, enquanto repetem incessantemente "Estás tão crescida!!"...
sábado, 16 de maio de 2009
A minha mãe é uma querida (??)
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Um dia... II
sábado, 9 de maio de 2009
Internet, desconhecidos e conversas
Só me lembro que isto já está a passar das marcas e que falar frequentemente com um desconhecido desde há três meses é coisa que, pelo menos para mim, não é normal.
Há dias em falamos madrugada fora, seis, sete da manhã, como se apenas tivessem passado uma ou duas horas. Mostramos fotos, rimos, trocamos confidências que, frente a frente, seriam impensáveis, opinamos sobre a vida um do outro, damos conselhos, gozamos um com o outro e, quando vemos, o sol já nasceu.
Tudo começou com uma parvoíce... Conversa para aqui, conversa para ali e já lá vão três meses nisto.
Há uns tempos, li este post aqui que me despertou a atenção:
Não é bem trair no sentido lato do termo. Se bem que essas coisas variam de pessoa para pessoa. Esta não é uma traição física. É uma coisa a modos que indefinida. À base daquelas conversas na net que não levam a lado nenhum (salvo raras excepções). Fala-se muito, trocam-se fotos, mas no fim volta-se para onde se saiu de manhã. Ao fim do dia ela volta sempre para ele. Esquece o que fez durante o dia. As conversas. As fotos. Quando volta, volta mesmo. Está ali. No dia seguinte volta ao mesmo. Às conversas durante a tarde e a ele ao fim do dia. À tarde esquece-se dele e à noite das conversas e das fotos.
Não fui eu que escrevi, mas percebo perfeitamente.
Back to work... O resultado
Não conhecia a cidade e adorei!!
As diferenças entre Porto e Lisboa são evidentes e, morando eu em Lisboa, é bastante difícil não comparar as duas cidades.
Adoro Lisboa e adorei o Porto.
Adoro sair à rua e ver cenários verdes, plantas e árvores em qualquer sítio, isso acontece no Porto e não em Lisboa.
Mas Lisboa tem o meu querido Bairro Alto e o Porto não.
Enfim, o melhor é mesmo não me debruçar muito sobre este assunto. São cidades diferentes e não quero que o pessoal do norte em envie vírus para o mail e afins...
É que Lisboa, será sempre Lisboa!!! :P
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Back to work...
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Fééééérias!!!!
Até lá, rezem comigo para que o São Pedro não me estrague (ainda mais) as férias. Sim?
terça-feira, 28 de abril de 2009
Lucky - Jason Mraz feat Colbie Caillat
Eu não gosto da música porque me tráz tristes recordações, para além de me fazer recordar que eu não estou apaixonada pelo meu melhor amigo. E eu acho que se namoramos com alguém há anos (com apenas um curto intervalo há uns dias atrás) essa pessoa deve ser a nossa melhor amiga. Mas a realidade é que não é. E, por isso, detesto a música.
Assim sendo, por razões totalmente opostas mas que não deixam de ser válidas, o Jason está completamente proibido de entrar aqui em casa quando se resolve acompanhar da Colbi.
Como o blogue não toca cá em casa, porque ninguém sabe que ele existe, eu partilho com vocês a música que, não sendo má, é horrível de se ouvir.
E para começar bem a semana de férias...
A Gaivota - Projecto Amália Hoje
De volta à net!
O que me aconteceu foi que fiquei sem internet durante estas semanas e, portanto, impossibilitada de escrever post's e visitar os vossos blogues.
Prometo ir tratar já desse último assunto imediatamente!!
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Porque sapatos e relógios nunca serão demais...


E indecisa também...
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Certezas de uns VS Confusões de outros
Há umas semanas atrás, em conversa, falámos sobre as relações e o futuro de cada um de nós nesse campo.
Uma delas disse que estaria neste momento preparada para casar e até para ter filhos, que apenas não o fazia porque apenas tem 24 anos e, para além disso, casar e comprar uma casa não é algo propriamente barato para quem trabalha há pouco mais de dois anos.
Outra disse que neste momento precisava de acalmar, ter uma relação mais séria que, embora não implicasse casamento, já lhes permitisse assentar de uma forma que outras relações não lhes possibilitam, por serem demasiado desprendidas. Ela achava que tinha encontrado a pessoa certa para isso e ia investir à séria naquilo que ela queria.
Eu e o meu colega do lado, ao ouvir isto, não pudemos conter o riso.
Eu olhei para ele e pensei na relação que ele mantém com uma pessoa apenas para passar o tempo, pois sabe que não têm futuro nenhum juntos. Ele olhou para mim e pensou na relação que mantenho, embora nem saiba muito bem se é mesmo o que quero mas que não consigo terminar, e pensou no meu amigo com quem mantenho longas conversas ás vezes pouco decentes (sem nunca ter acontecido nada, que fique bem claro).
Perante as certezas de uns, nós os dois apenas conseguimos rir e pedir mais um imperial... e uns tremoços, claro.
Visual, visuais II
Visual, visuais
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Adenda ao penúltimo post - "Provavelmente..."
Espero que o Google tenha satisfeito a curiosidade de quem não sabia o que era... ;)
Eu fiquei a saber dessa nojisse em conversa com uma amiga, sobre um post de um blogue que referia essa parvoíce. Ela fartou-se de rir porque eu não sabia o que era.
De qualquer forma, é verdadeiramente asqueroso... e pensar que há pessoas que até pagam para que lhes mijem em cima.
Os seres humanos são coisas realmente muito estranhas.
A Magia da casa dos pais
Falávamos sobre a magia que existe em casa dos pais e que em nossa casa nunca existirá. Aquela magia que tanto nos encantava e que da qual sentimos tanta falta. Era tudo tão mais simples, um abracadabra e bum, ali estava tudo.
Por exemplo:
- Quando estamos em casa dos pais pensamos que nos apetece vestir aquela roupa que tinha sido posta no cesto da roupa suja há dois dias atrás e que nunca mais vimos. Abrimos a porta do roupeiro e, como que por magia, essa roupa está lá.
- Quando estamos em casa dos pais e chegamos a casa cheios de fome, pensamos que nos apetecia mesmo aquele sumo ou aquele iorgurte, abrimos a porta do frigorífico e abracadabra, ali está ele à espera para ser bebido.
- Quando estamos em casa dos pais, sentimos que nos apetecia mesmo mesmo não cozinhar nada de nada e, mesmo assim, ter o almoço e o jantar a horas na mesa, e... magia... isso tudo acontece!
Pois é, muito rimos à custa desta divagação. Mas é verdade, em casa dos pais existe uma magia que nunca existirá na nossa. Em nossa casa, se quisermos aquela roupa temos de a lavar e passar, temos de ir ás compras se nos apetecer ter o frigorífico recheado, temos que cozinhar se queremos refeições decentes a horas certas. Em casa dos pais temos tudo isso, como que por magia. Tudo surge sem que nos apercebamos e tudo aparece sem que, para isso, tenhamos de mover uma palha.
Nem tudo são rosas e nem tudo são coisas fantásticas quando vivemos em casa dos pais, mas tenho de concordar que aquela magia que lá existe deixará sempre, sempre umas enormes saudades.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Provavelmente...
segunda-feira, 13 de abril de 2009
2 semanas de ausência
Pois é e a vida não perdoa. Andei vários dias com a cabeça ás voltas sem saber o que fazer. Pensei que em decisões tomadas já não haveria volta a dar. Pensei que seria tempo de esquecer o passado e o tempo cura tudo, muito melhor que os antibióticos. Pensei que seria tempo de investir em novas aventuras ou em novas parvoíces. Pensei que seria isto tudo, depois pensei que já não era nada. Fiquei sem saber, morder ou não o anzol. Pensei seriamente e achei que desta vez seria altura de tomar uma decisão: não morderia o anzol. Mas a realidade acabou por ser bem diferente. A verdade é mesmo essa e, afinal, a minha vida que andou completamente trocada nas últimas semanas, volta agora à mesma calma de sempre, com as pessoas de sempre.
Discurso confuso? Pois, isso é obvio. Mas a imaginação perdeu-se por estes lados...
Sabem que mais? Duas semana sem vir ao blogue significam também umas quantas centenas de post's atrasados para ler e umas outras tantas para comentar.
Vou mas é meter mãos ao obra e deixar os discursos filosóficos para os dias em que as ideias são mais coerentes e o discurso é mais fluido....
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Voltei!
P.S. Aceitam-se sugestões para locais de férias em Novembro.
México? Cuba?
segunda-feira, 30 de março de 2009
O segredo é respirar... apenas respirar...
Anna Nalick - Breathe (2AM)
P.S. Peço desculpa pela ausência de visitas aos vossos cantinhos,
mas isto para aqui não anda assim lá muito bem.
Fica prometido que vos visitarei o mais rápido que conseguir.
P.S. 2. Piki, do Ironicamente Falando, não consigo visitar o teu blog,
não sei, acho que perdi o endereço novo. Manda-mo para o mail, sim? Sorry!
P.S. 3. Daqui a uns minutos tenho reunião acerca das férias no meu serviço.
Estou a ponderar se devo levar uma catana ou um simples revolver.
Se eu não voltar é porque me chassinaram, me fizeram a múmia,
num perfeito homicídio. Contactem as autoridades, sim?
quinta-feira, 26 de março de 2009
Decisões IV
Descobrir que se tomam as decisões certas, pelas razões erradas é, realmente, um sentimento estranho, pouco alegre, duvidoso e ameaçador... faz com que pensemos se, afinal, a decisão era mesmo a certa.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Decisões III
Tomei-a e pronto. Decidi que não podia continuar assim, nem podia manter esta passividade constante, perante uma vida sentimental que eu não queria ter. E pronto.
Doeu-me? Não muito, e foi isso que me assustou. É isso que me assusta, o facto de não ter ficado magoada, como estava à espera. Não chorei, nem sequer me apeteceu fazê-lo. E isso assusta-me. Bastante.
Mas o inevitável aconteceu. E nada seria o mesmo, portanto, nada voltaria a ser o mesmo e não podiamos continuar assim, a ter uma relação que não eramos nós. Numa relação baseada em cinzas que já não conseguia andar para a frente.
Mas mesmo assim, mesmo sem doer muito, sinto por aqui qualquer coisa que ainda me deixa desconfortável. Três anos não se esquecem facilmente.
Mas agora é altura de olhar em frente. A Primavera já chegou e o sol aguarda-me.
Carter Burwell — Bella's Lullaby
terça-feira, 24 de março de 2009
Curiosiadades
domingo, 22 de março de 2009
Ruídos nocturnos
sexta-feira, 20 de março de 2009
10 factos sobre o meu Trabalho e Eu
2. Gosto do meu trabalho, mas preferia trabalhar num sítio mais organizado.
3. Uma utente já me ofereceu 10 euros, por eu lhe ter dado uma injecção e tê-la ouvido durante 15 minutos a falar do filho que tinha morrido há exactamente um ano atrás. Eu não aceitei, ela disse: "Pela alma do meu filho.", eu não consegui recusar e ela disse-me "Obrigada".
4. Eu já chorei quando um doente morreu.
5. Eu tenho grandes amigas no sítio onde trabalhei antes deste.
6. Já me disseram que eu era demasiado perfeccionista a trabalhar. Eu não percebo como se pode ser demasiado perfeccionista num trabalho em que se cuida de pessoas.
7. Eu já fui mais sensível e já tive mais paciência para determinado tipo de doentes, apelativos e mal-educados.
8. Eu não gosto de trabalhar de branco.
9. Um ano depois de começar a trabalhar acho que já me tornei mais fria nas relações, tenho medo do que me possa ainda vir a tornar.
10. Eu tenho bastante dificuldade em falar com pessoas em coma, ainda que saiba que elas me poderão estar a ouvir.
domingo, 15 de março de 2009
Idade nova... Música nova...
ADORO!!
sábado, 14 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
10 factos sobre o Cinema e Eu
2. O último filme que vi foi O Estranho Caso de Benjamin Button.
3. Eu chorei durante todo o final do filme Titanic e mais uns 15 minutos depois de ter saido da sala de cinema. (É mau, eu sei...)
4. Contam-se pelos dedos de uma mão as vezes que fui ao cinema e não comi um enorme pacote de pipocas.
5. Eu não gosto de filmes com o Sylvester Stallone e o Jean-Claude Van Damme.
6. Eu não percebo o que é que o Woody Allen vê na Scarlett Johansson, nem aprecio os filmes dos irmãos Cohen.
7. Eu odiei o filme, mas acho genial o "Este país não é para velhos" não ter banda sonora e nem se dar por isso quando se vê o filme.
8. Eu guardo todos os bilhetes de cinema dos filmes a que vou assistir.
9. Adorei "Million Dollar Baby" e "Expiação".
10. Eu não gosto de western's, nem de filmes de artes marciais.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Dia da Mulher
À noite, horas depois, eu cantei-te ao ouvido uma canção. Tu sorriste... mas foi porque não percebeste o que eu te queria dizer... Eu nunca vou ter coragem suficiente para te dizer mais do que já te disse na semana passada, não consigo dizer mais palavras do que aquelas que te disse e com as quais tu ficaste revoltado e triste, mas depois passou e disseste que era só uma fase, tal e qual como se te tivessem tido que mais um penalti foi roubado ao Benfica. Depois continuaste a agir como se eu não te tivesse dito que não gosto de ti como antes.
Disseste que era uma fase. Eu tenho dúvidas de que seja isso...
Mas só me resta continuar a cantar:
Pela última vez
É a última oportunidade de sentir novamente
Mas tu quebraste-me
Agora eu não posso sentir nada.
Quando eu te amo
É tão falsa
Eu nem posso me convencer
Quando falo
É a voz de outra pessoa
Oh isso faz-me chorar
Tentei segurar, mas dói demais
Eu tentei perdoar, mas não é suficiente
Para ficar tudo bem
Tu não podes brincar com as nossas cordas partidas
Tu não podes sentir nada
Que seu coração não quer sentir
Eu não te posso dizer uma coisa que não é real
Oh a verdade dói
E as mentiras pioram
Não posso desejar-te mais
E eu amo-te um pouco menos do que antes
Oh o que estamos a fazer
Nós estamos a transformar em pó
Atirando em casa as ruínas de nós
Correndo de volta ao fogo
Quando não há mais nada a dizer
É como perseguir o último comboio
Quando é tarde demais
(...)
E eu amo-te um pouco menos do que antes
Deixa-me segurar-te pela última vez
É a última oportunidade de sentir novamente.
sábado, 7 de março de 2009
Psiquiatra Precisa-se
quinta-feira, 5 de março de 2009
10 factos sobre Livros e Eu
2. Um dos meus livros preferidos é "Cem anos de solidão" de Gabriel Garcia Marquéz.
3. O meu marcador de livros fui eu que o fiz, quando andava no 6º ano.
4. Não gosto de deixar livros a meio, mesmo que sejam bastante maçadores.
5. Eu não li "Os Maias", mesmo que a minha professora de português tenha ficado a pensar o contrário.
6. Já adorei Nicholas Sparks mas agora já não consigo ler nenhum livro dele.
7. O último livro que li foi "A profecia celestina" e estive quase quase quase para desistir porque não gostei nada (a M. que não me oiça, ou leia).
8. Quando tinha 12 anos comecei a escrever um livro que se chamava algo como "As aventuras de Susy". Não sei o que lhe fiz...
9. Tenho a colecção toda dos livros de aventuras d' "Os Sete", mas acho que não cheguei a ler metade deles.
10. Eu tenho dois cadernos com poemas de qualidade suspeita que escrevi na minha adolescência. Um dia perco a vergonha e todos os meus visitantes e posto um aqui.
domingo, 1 de março de 2009
Buscas
No entanto, é engraçado ver que algumas pessoas já vieram ter a este blogue porque estavam interessadas em "comer tijolo" ou em busca de respostas a interrogações como "porque cães gostam de comer papel higiénico?".
Provavelmente, não encontraram nenhuma explicação para o que preocupavam, até porque aqui não se encontram respostas para nada, se encontrarem alguma coisa são ainda mais interrogações. Mas pronto, é sempre bom ver que não sou a única doida que consegue escrever um post que engloba essas duas belas refeições caninas: tijolo e papel higiénico.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
10 factos sobre a Cozinha e Eu
2. Pode ser um crime, mas adoro Mcdonald's.
3. Não sei fazer omeletes.
4. Gostava de poder experimentar os vários pratos de bacalhau que existem em todo o Mundo.
5. Lá em casa, quem faz sempre as batatas fritas é ele.
6. Gostava de ter a imaginação da minha mãe para saber o que cozinhar a cada refeição.
7. Eu nunca cozinhei sopa, embora coma sopa todas as semanas (Obrigada, mãe).
8. A cozinha da minha casa vai ter de ser grande. Detesto cozinhas pequenas e ainda detesto mais kitchenet's.
9. Adoro ir às compras para cozinhar.
10. Eu nunca pus sal a mais num prato, mas já pus sal a menos, várias vezes.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Podia estar a falar do jogo em si, mas não estou
No entanto, ele diz que eu jogo muito à defesa... Não é verdade, pelo menos no momento, não conheço, não há implicações, não preciso de ter defesas porque nada dali me pode deixar magoada. Ou já jogarei à defesa, mesmo sem saber que o estou a fazer, de tão intrínseco que já tenho esse papel interiorizado? Provavelmente...
Mas ás vezes também jogo ao ataque, quando vejo que me vão atacar a mim, quando vejo que o alvo sou mesmo eu e posso sair dali com um grande galo na cabeça... Nessas situações ataco eu, vou com tudo e firo muitas vezes as susceptibilidade de quem, afinal, não me ia atacar...
A defesa e o ataque são coisas com as quais eu ainda não sei lidar muito bem... às vezes acho que sei interpretar muito bem as outras pessoas, ás vezes acho que sou uma nódoa a fazê-lo, ás vezes acho que nem tenho de o fazer...
23 anos de vida e ainda não sei muito bem o que pensar quanto aos outros, o que esperar dos outros e o que fazer perante determinadas situações e acções... Isso faz com que faça coisas que, por vezes, podem ser disparatadas, porque as minhas avaliações saem completamente ao lado quando o assunto são pessoas.
E por isso jogo à defesa, a maioria das vezes defendo, outras ataco com o intuíto de me defender e tenho muita renitência em baixar a fortaleza e deixar entrar alguém que nunca saberei se é um alidado ou um espião.
E só agora me apercebo de que um coração atormentado, sem eira, nem beira, sem decisões tomadas e com muitas decisões arrastadas, que ás vezes acho que alguém tomou por mim sem eu me dar conta, pode ser bastante burro e ingénuo. E mesmo que, depois, tente jogar à defesa, é tarde demais, o ataque já foi feito, sem que se tivesse apercebido e os soldados já estão todos mortos. Agora é esperar, ganhar recursos e ter paciência para criar uns novos soldados, mesmo sabendo que eles podem voltar a morrer na próxima investida do inimigo.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Uma viagem agitada
Despedi-me da vida lá fora e entrei no hospital, mesmo a tempo de ainda rir com o andar atrapalhado de uma Sevilhana a correr atrás da mãe.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
9 afirmações: 6 verdadeiras, 3 falsas
2. No Secundário, eu acho que Filosofia era interessante.
3. Das lides domésticas, a minha preferida é passar a ferro.
4. Eu não aprecio pastilhas elásticas.
5. O meu irmão já teve um pinto de estimação e nós fizemos canja com ele.
6. Durante o meu primeiro estágio num hospital, engordei imenso, porque ficava cansada e cheia de fome, devorava tudo o que me aparecia pela frente.
7. Uma das minhas melhores habilidades é fazer ponto cruz e já fiz imensos quadros, toalhas e naperons.
8. Eu tive uma única negativa nos exames nacionais.
9. A minha mãe não sabe que eu não gosto nada dos naperons de renda que ela tem guardados para mim.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Rodopia, repete 20 vezes para aprenderes
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
Já não tens idade para jogar Travian, nem para falar com desconhecidos no Msn, ainda que seja só um.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
3 anos depois
Já não penso em ti todas as horas dos meus dias, já nem sequer penso em ti nas minhas horas mais livres.
Já não te quero.
No entanto, é estranho ver como este pobre e doentio coração ainda salta, taquicardia descontrolada, cada vez que vejo uma mensagem tua no meu telemóvel, nem que seja de Natal ou de aniversário, cada vez que te vejo no MSN, cada vez que vejo uma foto tua perdida neste computador desarrumado. É estranho ver que ainda és tu que surges em conversa quando eu pergunto inocentemente às minhas amigas: "Sabem quem é que me ligou?", é sempre a tua imagem que lhes vem à cabeça, e nem elas me sabem dizer porquê.
Mas eu talvez saiba. Tu foste a pessoa por quem eu fiz coisas que disse que nunca faria, por quem eu sofri e lutei até perder todas as minhas forças, por quem eu não dormi durante várias noites, por quem eu me rebaixei até ao mais fundo dos poços. Tu foste a pessoa que mais me magoou e, ironicamente, aquela que eu mais amei.
Ás vezes esforço-me por recordar o nosso último momento, por relembrar a última vez que os teus lábios tocaram os meus, que os teus olhos olharam nos meus. Mas não me lembro. Não sei quando foi que aconteceu o nosso último beijo. Já não sei. Não me lembro da nossa última conversa, antes de terminarmos, não me lembro da última vez que jantámos juntos, nem da última vez que dormimos juntos. Lembro-me, sim, do nosso primeiro beijo, do nosso primeiro jantar, da primeira vez que me tocaste e eu senti um arrepio nunca antes sentido. Lembro-me da nossa quase primeira vez (e isto dava outro post) e lembro-me das nossas noites de cinema em casa, rodeados de pipocas maioritariamente esturricadas.
Mas agora, mesmo assim, eu sei já não te amo. Embora, ás vezes, ainda me apeteça encontrar-te novamente, olhar-te nos olhos e quem sabe esbofetear-te ou cuspir-te na cara.
E isso faz com que me pergunte se isso significa que, afinal, não estás assim tão esquecido.
Não quero saber a resposta.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Essa coisa chamada consciência, ou melhor, pais
Quando estava a tirar o curso e tinha os meus 20 anos, o passo mais ansiado por dar a seguir era o da independência financeira, ter o dinheiro para comprar, usar e abusar, esturrá-lo no que me apetecesse sem dar cavaco a ninguém, nem ouvir frases de reprovação de ninguém, quanto àquilo que fazia.
Hoje, aos 23 anos, a curtos passos dos 24 anos, pus-me bem a pensar naquilo que desejava antes e é tudo um valente engano. Afinal, a idade e o dinheiro que cai na conta no final do mês não dão assim uma independência tão grande quanto pensava e a vida dos maiores de 22 anos não é assim tão engraçada quando parecia ser...
Isto porque a independência financeira não significa necessariamente a independência dos pais. Não está nada relacionado com o facto de ainda pedir dinheiro aos meus pais ou dar-lhes satisfações sobre onde vou ou o que compro, porque isso, afinal, nem seria possível quando vivemos a mais de 200km de distância. Mas os pais, pelo menos os meus, não deixam de estar na minha cabeça cada vez que faço determinadas coisas. Exemplos: quando compro um casaco de pele que, se pensasse bem, nem precisava e que me custou os olhos da cara, e sei que se a minha mãe ali estivesse diria "Com os quilos de roupa que tens em casa, não podia deixar esse aí na loja?". Os meus pais não deixam de estar na minha cabeça cada vez que ponho um cigarro na boca e sei que, se os meus pais vissem, seria uma grande grande desilusão para eles ver a filha a fumar.
Ou seja, embora já seja independente deles continuo, obviamente, a pensar neles e naquilo que eles acham de mim. E por isso, embora já tenha a minha independência financeira e espacial, eles continuam na minha cabeça como se eu ainda morasse com eles. E, assim, não sou tão independente como gostaria. Acho que a minha consciência tem a forma dos meus pais, em vez do típico anjinho e diabinho. Desta forma, eu tenho sempre que lhe dar ouvidos, por muito que me custe...
Mesmo tendo o meu próprio ordenado e mesmo morando bastante distante deles, a realidade é que eu ainda não cortei o cordão umbilical.
E quererei cortá-lo?
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
10 factos sobre a Música e Eu
2. Na minha adolescência delirava com Backstreet Boys e ainda hoje tenho dois dossiers cheio de recortes de revistas com reportagens acerca deles, e consigo acompanhar na perfeição as músicas deles.
3. Detesto Brian Adams e The Cranberries.
4. O último cd que comprei foi Tributo a Carlos Paião.
5. Eu não sei sacar música da net.
6. O concerto mais caro a que fui foi do James Blunt.
7. Eu comprei bilhetes para o concerto dos The Scripts, que agora foi adiado para Junho.
8. Eu nunca tive aulas de música, nem no 5º e 6º ano.
9. A última vez que fui à Fnac o cd que tive na mão foi o da bando sonora do filme Twilight, mas não o comprei.
10. Uma das minhas músicas preferidas é a Iris dos Goo Goo Dolls.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Slumdog Millionaire
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Frases soltas e parvas, portanto...
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Este ano não me desgraço
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Be Careful What You Wish For...
A gota de água foi ontem, quando mudaram mais uma vez a disposição da sala onde ficam armazenados os materiais. Já vi aquela sala estar em diversos sítios e estou naquele serviço há pouco mais de 6 meses, o que, para quem não sabe, é muito pouco tempo para tanta mudança.
Os meus colegas revoltam-se.
Eu concordo com eles. Mas já não me revolto e já não refilo e já não brigo com ninguém. Na realidade, até já acho piada a isto. Vejo o ridículo da coisa e isso já me dá para rir, em vez de refilar que não leva a lado nenhum.
Eu sempre disse que não gostaria de trabalhar num local onde a monotonia imperasse. E o meu desejo foi, pelos vistos, realizado à letra.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Dúvida III
Desconfio que uma das minhas colegas de casa anda a fazer um estudo acerca da origem da vida, tentando testar a Teoria da Geração Espontânea com aquele tacho de arroz que tem há vários dias ali em cima do fogão.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
IRS (??)
Não sei se me senti adulta, se me senti velha... só sei que é por estas e por outras que eu, que detestei a adolescência, começo a achar que essa fase teve bons momentos de liberdade, ainda por cima totalmente livres de impostos.











