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Arquivo mensal: julho 2008

vale !

Vale a pena o corre corre, vale mesmo.
Vale a pena o mudar, o sair da zona de conforto, o penar, o “se ajustar”, o “se jogar”, o “se dedicar”, o abraçar a causa, o lutar, o chorar, o rir das coisas, o “se divertir”, as saudades.
Vale a pena passar aperto, vale a pena ajudar o outro, vale a pena dividir o quarto e aprender a “se organizar”. Vale a pena conviver com pessoas diferentes, vale a pena dividir as contas e ganhar novos horizontes, novas prespectivas.
Vale a pena se perder na cidade, ficar louco com imobiliária, comprar móveis usados, montar sua casa “do jeito” que você quer. Vale a pena colar os cartazes na parede, pra tirar tudo de novo depois. Aah vale!
Vale a pena as horas em claro, o estudo às vésperas, os trabalhos em grupo sem fim, os seminários, as observações clínicas, os estágios. Vale a pena cada sorriso que te espera na clínica, no hospital. Vale a pena o lutar pra conseguir conviver, o aprender em conjunto, as desavenças e discussões em grupo, o aprendizado com pessoas competentes.
Vale a pena comprar a idéia, vale a pena motivar, vale a pena iniciar. Pra valer mais ainda, terminar. Vale sempre mais a pena se tudo isso foi gerado no coração de Deus. E ô, se foi!
E vai deixar muita, muita saudade!

 
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Publicado por em 29 de julho de 2008 em Não categorizado

 

pródigo.

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Trecho de “A volta do filho pródigo”, de Henri Nouwen. O autor mergulha na obra do pintor Rembrandt para escreve-lo.
Eu mal cheguei à metade do livro, e vou te contar.
Esse pedaço em si, foi bem um descortinamento, se é que existe essa palavra!

A quem pertenço ? A Deus ou ao mundo? Muitas das preocupações diárias sugerem que pertenço mais ao mundo do que a Deus. Qualquer crítica me deixa zangado e a menor rejeição me deprime. O menor elogio levanta meu espírito, um pequeno sucesso me anima. Bem pouco é necessário para me levantar ou me deixar por baixo. Freqüentemente sou como uma embarcação num oceano, completamente ao sabor de suas ondas. O tempo e energia que consumo tentando manter o equilíbrio e evitando ser abatido e naufragar mostra que minha vida é uma luta pela sobrevivência. Não uma luta abençoada, mas um questionamento preocupado que resulta da idéia errada de que é o mundo que dá os meus parâmetros.

Enquanto eu ficar perguntando: “Você me ama? Você realmente me ama?”, eu confiro todo o poder às vozes do mundo e me coloco em situação de dependência porque o mundo está cheio de “ses”. O mundo diz: “Sim, eu o amo se você é bonito, inteligente e rico. Eu amo “você” se você tem boa educação, bom emprego e bons relacionamentos. Amo você se você realiza muito, vende muito, compra muito”. Há “ses” sem número escondidos no amor do mundo. Esses “ses” me escravizam uma vez que é impossível responder adequadamente a todos eles. O amor do mundo é e será sempre condicional. Enquanto eu buscar o meu verdadeiro eu no mundo condicional, ficarei “preso” ao mundo, tentando, caindo e tentando novamente. É um mundo que leva à decadência, porque o que oferece não preenche o anseio mais íntimo do meu coração.
OBRA: Oil on canvas – 262 x 205 cm – 1669 – The Hermitage, St. Petersburg.

 
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Publicado por em 27 de julho de 2008 em Não categorizado

 

24 de julho de 2008.

Abre parênteses.

– Gostaria de entender porque alguns policiais fazem o que fazem, inclusive fazer crianças engolirem moedas;

– A primeira impressão, nem sempre é a que fica;

– É incrível ser “descoberto” profissionalmente. Ainda mais quando você se auto-descobre(complexo, mas é verdade);

– Os trens de São Paulo continuam os mesmos. Nostálgicos. E sujos!

– Um telefone na mão ainda pode ser um perigo. Mas Deus é bom. Sempre;

– Viva a Claro! Não se iluda com uma operadora perfeita de celular e afins;

– Mãe. Eu sempre vou rir e aprender com ela, de tudo. Inclusive, o como ‘não secar o cabelo’, rs … ;

– Fim de um período pacífico com meu irmão. Mas não o início de uma guerra! Nunca! Apenas uma pausa de alguns milhões de compassos até o próximo encontro! Vai fazer falta.

Fecha parênteses.

Depois abro um colchete para novas observações.
Ponto final.

 
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Publicado por em 25 de julho de 2008 em Não categorizado

 

1 + 1 = 2 ? . . .

Image Não sei nem bem como vou começar isso, mas de algum jeito vai sair.

Ainda mais porque não é de hoje que tenho aprendido, pensado e tentado achar respostas quanto a toda essa coisa doida de 1+1=2.

eeeeé, bem por aí.

Tenho que dizer q a individualidade das coisas e das pessoas me ‘impressiona’, pra não dizer q me irrita – e eu me incluo nisso. Pais que não ouvem seus filhos, irmãos que não estão nem ai um pro outro, amigos (amigos??) que não tem tempo pra gastar um com o outro, e por aí vai. Podia listar tantas coisas, mas também não há tempo hábil pra isso. Mas é disso que venho falado com Deus, disso que tenho vivido com as pessoas, mais próximas (e outras nem tão próximas), e o que realmente mais pega entre o relacionamento é .. justamente a falta do bendito do relacionamento!

É incrível, simplesmente incrível! Logo teremos que agendar tempo pra conversar com nossos amigos. Aliás, será que isso já não acontece? Excluímos o pobre do “+” nas nossas contas. Somar pra quê ?

Hoje, ainda li um negócio, e eu sei, foi resposta de Deus pra umas coisas, sabe. O cerne da coisa é que

“viver em união é entregar um pouco do que é seu para ganhar um pouco de todos”.

Mas, claro. Você não tem tempo, eu também não, e vamos continuar assim! Parabéns pra nós.

 
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Publicado por em 23 de julho de 2008 em Não categorizado

 

eis outro ponto e vírgula.

‘… Então veio um vento fortíssimo que separou os montes e esmigalhou as rochas diante do senhor, mas o Senhor não estava no vento. Depois do vento houve um terremoto, mas o Senhor não estava no terremoto. Depois do terremoto houve um fogo, mas o Senhor não estava nele. E depois do fogo houve o murmúrio de uma brisa suave. Quando Elias ouviu, puxou a capa para cobrir o rosto, saiu e ficou à entrada da caverna. E uma voz lhe perguntou :
O que você está fazendo aqui, Elias?” …. ‘
.
 
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Publicado por em 22 de julho de 2008 em Não categorizado

 

African Children’s Choir

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Composto por crianças entre 7 a 12 anos de idade, vindos de 3 países do Leste da África – Quênia, Uganda e Ruanda. Através de suas vozes e músicas, as crianças do coral estão levando a África para o resto do mundo. Eles são vítimas de uma terrível pandemia, mas também são a promessa e o futuro da África.
Mais em http://www.africanchildrenschoir.com/
O dinamismo e a pureza dessas crianças cantando é fantástico. Pra quem aprecia corais, este é um inédito.No site oficial, informações de balde sobre o trabalho e envolvimento na busca de abençoar o povo africano com um dos melhores talentos que eles tem: a música.
Suspeita em falar, ‘parcialmente’ apaixonada. África.
 
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Publicado por em 21 de julho de 2008 em Não categorizado

 

ô, regresso sinistro

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no coração do estado,

é pra lá.

agora é agora.

 
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Publicado por em 20 de julho de 2008 em Não categorizado

 

‘viva la vida’, but much more than this.

Imageopen it wide, open the car’s window and fly.

open it, travel,

on the roads, on your mind, see the colors,

feel the wind, close your eye by a moment,

smell the air.

isnt’ it simple enough for your day?

turn the music on, stand up on your feet, believe.

sometimes, we only dream,

sometimes, we only close the eyes,

but, sometime, we’ll live wherever we want.

 
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Publicado por em 19 de julho de 2008 em Não categorizado

 

shine, shine.

A gente se pega aconselhando os outros e… a gente mesmo.Image

Sabe, falar pra um senhor de 78 anos que cada dia deve ser vivido como se fosse o último, é bem um soco no estômago.

Quando se entende que, independente de quantos anos se tem, o dia de hoje é o dia de hoje, e por mais que haja planos e idéias para o tal do futuro, é hoje que a luz precisa brilhar, é hoje em que é preciso cantar, é hoje.

When you live in a city on a hill, you’ve got to shine yor light.

“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” Mt. 5.14-16.

 
1 comentário

Publicado por em 18 de julho de 2008 em Não categorizado

 

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o curso das coisas, do início ao fim, pode ser muitas vezes como uma linha reta.
porém tantas vezes descarta-se a necessidade de uma vírgula, um travessão, dois pontos, aspas.. o que acrescentaria maior valor, talvez, a esse percurso, maior significado e aprendizado na leitura completa das .. tais coisas!
o infinito é tão finito quando se coloca limite ao agir daquEle que conhece de cabo a rabo.
cisma-se em colocar PONTO FINAL, aonde entraria um PONTO.. e VÍRGULA.
O final, sempre com Ele!
 
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Publicado por em 16 de julho de 2008 em Não categorizado

 
 
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