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FUNCTIONA(PP)LL(E)

Li dia desses no relatório da TrendWatching de Fevereiro de 2010 sobre a tendência FUNCTIONALL, que se resume em produtos simples, pequenos, baratos, sustentáveis e funcionais. Atraentes a todo tipo de público (FUNCTIONALL = FUNCTION + ALL = Funcional para todos). A proposta desses produtos, são de originalmente serem destinados a mercados de baixa renda, mas que acabam sendo também atraentes para os mercados mais abastados.

Dentre as características dos produtos FUNCTIONALL, destacam-se:

–       Preço acessível

–       Tamanho reduzido e com recursos limitados (para deixar o preço baixo)

–       Simples, de fácil usabilidade (para usuários inexperientes)

–       Eficiente em energia (ou independente de energia)

–       Robustos (duráveis)

–       Design de primeira (a democratização do design é um fenômeno global)

–       Com foco em ajudar as pessoas a serem produtivas / sistemas auto-sustentáveis

Maiores explicações sobre o atrativo desses produtos para todo tipo de mercado são de certa forma dispensáveis. Afinal, quem não quer um produto lindo, fácil de usar, durável e barato???

Os exemplos neste padrão são vários, indo de carros [como o Logan (da Renault) ou o Tata Nano (Indiano)], a hotéis, alimentos e produtos tecnológicos (como o classemate PC ou o XO-3).

Pois bem… Aí, coincidentemente, não é que a Apple anunciou nesta semana o lançamento do iPad, chuchuzíssimo?! E, claro, não é para menos que suas características batem com o conceito FUNCIONALL: portátil, de fácil manuseio, com ótima usabilidade, 10 horas de bateria, robusto, design de primeira, barato, etcetcetc

(**Pausa: Não vou me delongar em explicações, mas a qualquer eventual retardatário, o iPad é o novo produto da Apple, uma espécie de tablet-mega-power, um híbrido de iPhone, Notebook e Kindle)

Tudo bem que o barato é relativo (o brinquedinho vai custar a partir de 500 doletas) e não vai vender tão fácil em determinadas regiões menos favorecidas, mas é sem dúvida nenhuma um produto acessível e com uma relação custo x benefício pra lá de interessante, convenhamos.

Basta ver a apresentação, fazer um checklist e concluir que de fato, o iPad é 95% FUNCTIONALL, seguindo o padrão vislumbrado pela Trendwatching 🙂

“Our most  advanced technology in a magical & revolutionary device at an unbeliavable price”

FUNCTIONA(PP)LL(E)

Checklist:

Tendências, Tendências…

Por motivo do lançamento da nova versão do site do Pinheiro, Mourão e Raso Advogados, escrevi o texto abaixo para o Agenda PMR. O artigo foi escrito para empresários e advogados, que fazem uso das novas tecnologias, mas que não necessariamente são conscientes desse bravo novo mundo high tech em que estamos inseridos.

Minhas referências? Várias. Algumas pontuadas ao longo do texto (que em sua versão original – e impressa – não puderam obviamente serem feitas).

Em uma sociedade cada vez mais imediatista e tecnológica, em que a quantidade de informações cresce em velocidade exponencial, a relação e o comportamento humanos sofrem grandes transformações e, conseqüentemente, acontece uma reviravolta na comunicação social, nas relações de consumo e na publicidade.

Neste cenário de transformações, em que o leitor passa a escritor e o consumidor quer compartilhar experiências e histórias com o mundo, faz-se necessário parar, desacelerar e analisar o contexto e a realidade atuais.

Grande parte das pessoas faz uso das novas tecnologias no dia-a-dia, seja para fins pessoais, ou profissionais: e-mail, MSN, redes sociais, Skype, celular. Mas o fato é que, mesmo respirando as mídias digitais diariamente, os usuários não param para refletir a respeito das mudanças sociais e culturais que o novo mundo “high tech” traz à sociedade. Fala-se em “web 2.0”, a internet colaborativa em que qualquer um pode ter voz. O palco está sendo invadido por um novo consumidor, que produz, divulga e consome: o “prosumidor”. Fala-se também de web semântica, o desdobramento da internet colaborativa, que organiza as informações de forma mais coerente.

Diante dessas inovações, faz-se necessário o bom conhecimento e compreensão das mídias digitais e do comportamento do “novo” consumidor, para que o planejamento de ações envolvendo novas tecnologias seja bem sucedido.

As soluções para cada caso são diversas. Assim, o planejamento de ações digitais deve ser direcionado às necessidades de cada empresa, de acordo com a realidade de seus públicos. E, como em qualquer evolução, as mudanças não param!

Atualmente somos nômades modernos, não queremos nos prender a espaços físicos delimitados ou a fios e aparelhos que não possam ser carregados. E, ao contrário dos tuaregues que vagam o deserto em busca de pastagens para o gado, saímos em busca de lugares para trabalhar, estudar e estabelecer conexões. Foi-se o tempo em que dependíamos de um lugar fixo para nos conectarmos com o mundo. Hoje nos conectamos em qualquer horário, de qualquer lugar.

Não há virtualmente nenhum evento no planeta que não possa ser gravado por dispositivos móveis e depois transmitido ao mundo. Os celulares fazem de todos nós repórteres e, porque não, artistas. Vivemos uma era de auto-expressão e criação: gravamos, editamos, partilhamos e transmitimos conteúdo.

Outro assunto em voga é a TV Digital e suas possíveis aplicações, que vão da interatividade à possibilidade de compras através da nossa tão conhecida tele. No entanto, essa é uma realidade que muito se fala, mas pouco se vê. Ainda não existe no Brasil um modelo de negócios, nem programas específicos, que explorem devidamente as possibilidades da TV Digital.

No entanto, dizem por aí que o lugar da TV não é mais na sala. Com a mobilidade em voga, a mobile TV – a televisão para ser assistida na telinha do celular – acaba virando pauta. Estima-se que na copa do mundo de 2010, a audiência pelo celular irá estourar. A mobile TV será o radinho a pilha do século XXI?

Existe ainda a Lei de Moore, que diz que a cada 18 meses o poder de processamento de chips eletrônicos dobra. Seguindo a mesma tendência, dizem por aí que em 30 anos haverá um computador que excederá a capacidade de processamento de toda humanidade. Embora qualquer previsão tecnológica para o futuro seja difícil de fazer, algumas podem de fato ser plausíveis.

Diante de tantas mudanças uma pergunta fica no ar: qual seu grau de consciência em todo esse processo?

uma sociedade cada vez mais imediatista e tecnológica, em que a quantidade de informações cresce em velocidade exponencial, a relação e o comportamento humanos sofrem grandes transformações e, conseqüentemente, acontece uma reviravolta na comunicação social, nas relações de consumo e na publicidade.
Neste cenário de transformações, em que o leitor passa a escritor e o consumidor quer compartilhar experiências e histórias com o mundo, faz-se necessário parar, desacelerar e analisar o contexto e a realidade atuais.Grande parte das pessoas faz uso das novas tecnologias no dia-a-dia, seja para fins pessoais, ou profissionais: e-mail, MSN, redes sociais, Skype, celular. Mas o fato é que, mesmo respirando as mídias digitais diariamente, os usuários não param para refletir a respeito das mudanças sociais e culturais que o novo mundo “high tech” traz à sociedade. Fala-se em “web 2.0”, a internet colaborativa em que qualquer um pode ter voz. O palco está sendo invadido por um novo consumidor, que produz, divulga e consome: o “prosumidor”. Fala-se também de web semântica, o desdobramento da internet colaborativa, que organiza as informações de forma mais coerente.Diante dessas inovações, faz-se necessário o bom conhecimento e compreensão das mídias digitais e do comportamento do “novo” consumidor, para que o planejamento de ações envolvendo novas tecnologias seja bem sucedido.

As soluções para cada caso são diversas. Assim, o planejamento de ações digitais deve ser direcionado às necessidades de cada empresa, de acordo com a realidade de seus públicos. E, como em qualquer evolução, as mudanças não param!

Atualmente somos nômades modernos, não queremos nos prender a espaços físicos delimitados ou a fios e aparelhos que não possam ser carregados. E, ao contrário dos tuaregues que vagam o deserto em busca de pastagens para o gado, saímos em busca de lugares para trabalhar, estudar e estabelecer conexões. Foi-se o tempo em que dependíamos de um lugar fixo para nos conectarmos com o mundo. Hoje nos conectamos em qualquer horário, de qualquer lugar.

Não há virtualmente nenhum evento no planeta que não possa ser gravado por dispositivos móveis e depois transmitido ao mundo. Os celulares fazem de todos nós repórteres e, porque não, artistas. Vivemos uma era de auto-expressão e criação: gravamos, editamos, partilhamos e transmitimos conteúdo.

Outro assunto em voga é a TV Digital e suas possíveis aplicações, que vão da interatividade à possibilidade de compras através da nossa tão conhecida tele. No entanto, essa é uma realidade que muito se fala, mas pouco se vê. Ainda não existe no Brasil um modelo de negócios, nem programas específicos, que explorem devidamente as possibilidades da TV Digital.

No entanto, dizem por aí que o lugar da TV não é mais na sala. Com a mobilidade em voga, a mobile TV – a televisão para ser assistida na telinha do celular – acaba virando pauta. Estima-se que na copa do mundo de 2010, a audiência pelo celular irá estourar. A mobile TV será o radinho a pilha do século XXI?

Existe ainda a Lei de Moore, que diz que a cada 18 meses o poder de processamento de chips eletrônicos dobra. Seguindo a mesma tendência, dizem por aí que em 30 anos haverá um computador que excederá a capacidade de processamento de toda humanidade. Embora qualquer previsão tecnológica para o futuro seja difícil de fazer, algumas podem de fato ser plausíveis.

Diante de tantas mudanças uma pergunta fica no ar: qual seu grau de consciência em todo esse processo?

 

uma sociedade cada vez mais imediatista e tecnológica, em que a quantidade de informações cresce em velocidade exponencial, a relação e o comportamento humanos sofrem grandes transformações e, conseqüentemente, acontece uma reviravolta na comunicação social, nas relações de consumo e na publicidade.
Neste cenário de transformações, em que o leitor passa a escritor e o consumidor quer compartilhar experiências e histórias com o mundo, faz-se necessário parar, desacelerar e analisar o contexto e a realidade atuais.Grande parte das pessoas faz uso das novas tecnologias no dia-a-dia, seja para fins pessoais, ou profissionais: e-mail, MSN, redes sociais, Skype, celular. Mas o fato é que, mesmo respirando as mídias digitais diariamente, os usuários não param para refletir a respeito das mudanças sociais e culturais que o novo mundo “high tech” traz à sociedade. Fala-se em “web 2.0”, a internet colaborativa em que qualquer um pode ter voz. O palco está sendo invadido por um novo consumidor, que produz, divulga e consome: o “prosumidor”. Fala-se também de web semântica, o desdobramento da internet colaborativa, que organiza as informações de forma mais coerente.Diante dessas inovações, faz-se necessário o bom conhecimento e compreensão das mídias digitais e do comportamento do “novo” consumidor, para que o planejamento de ações envolvendo novas tecnologias seja bem sucedido.

As soluções para cada caso são diversas. Assim, o planejamento de ações digitais deve ser direcionado às necessidades de cada empresa, de acordo com a realidade de seus públicos. E, como em qualquer evolução, as mudanças não param!

Atualmente somos nômades modernos, não queremos nos prender a espaços físicos delimitados ou a fios e aparelhos que não possam ser carregados. E, ao contrário dos tuaregues que vagam o deserto em busca de pastagens para o gado, saímos em busca de lugares para trabalhar, estudar e estabelecer conexões. Foi-se o tempo em que dependíamos de um lugar fixo para nos conectarmos com o mundo. Hoje nos conectamos em qualquer horário, de qualquer lugar.

Não há virtualmente nenhum evento no planeta que não possa ser gravado por dispositivos móveis e depois transmitido ao mundo. Os celulares fazem de todos nós repórteres e, porque não, artistas. Vivemos uma era de auto-expressão e criação: gravamos, editamos, partilhamos e transmitimos conteúdo.

Outro assunto em voga é a TV Digital e suas possíveis aplicações, que vão da interatividade à possibilidade de compras através da nossa tão conhecida tele. No entanto, essa é uma realidade que muito se fala, mas pouco se vê. Ainda não existe no Brasil um modelo de negócios, nem programas específicos, que explorem devidamente as possibilidades da TV Digital.

No entanto, dizem por aí que o lugar da TV não é mais na sala. Com a mobilidade em voga, a mobile TV – a televisão para ser assistida na telinha do celular – acaba virando pauta. Estima-se que na copa do mundo de 2010, a audiência pelo celular irá estourar. A mobile TV será o radinho a pilha do século XXI?

Existe ainda a Lei de Moore, que diz que a cada 18 meses o poder de processamento de chips eletrônicos dobra. Seguindo a mesma tendência, dizem por aí que em 30 anos haverá um computador que excederá a capacidade de processamento de toda humanidade. Embora qualquer previsão tecnológica para o futuro seja difícil de fazer, algumas podem de fato ser plausíveis.

Diante de tantas mudanças uma pergunta fica no ar: qual seu grau de consciência em todo esse processo?

 

Intro: Após mais um longo e tenebroso período sem postar, cá estou eu de volta por aqui. Confesso: estou MUITO ocupada neste segundo semestre. Trabalhando igual gente grande na agência (que nem nome direito não tem por pura falta de tempo), muito projeto bacana (yuppie!!), e ainda coordenando a comunicação do PMR e dando aulas e mais aulas, pra lá e pra cá. Isso pq sempre digo: trabalho o dia todo e ainda dou aula a noite. Peraí, mas dar aula não é trabalhar não??? Fora a maldita da procrastinação crônica que assola a minha vida e que – definitivamente – é o maior causador da minha ausência por essas bandas de cá. O que é uma lástima (e uma enfermidade).

Aos meus leitores, desculpas pelo sumiço. Mas também tenho que ter vida social no mundo real!

Pois bem, o que motivou a minha reaparição – logo após o dia de los muertos – foi o excelente resultado do trabalho de conclusão que os meus alunos de Mídias Móveis da Pós em Projetos Editoriais Impressos e Muitimídia da UNA apresentaram recentemente. A proposta era a criação de um projeto para mídias móveis, a escolha livre de cada grupo. Todos os trabalhos me surpreenderam! “Meninos”, vocês estão todos no caminho certo e de parabéns!

Dou destaque em especial ao trabalho do grupo que desenvolveu um projeto mobile para o Museu Inhotim. Para quem não conhece, o Inhotim é um museu/parque localizado em Brumadinho, pertinho de BH City, que é simplesmente fabuloso. Galerias de arte em meio a Jardins de Burle Marx, num belíssimo estilo tropical. Já visitei muito museu pelo mundo afora e digo que o Inhotim é um dos mais legais que visitei nos últimos tempos. Chuhuzíssimo!

Projeto Mobile: Inhotim Mobile Guide
Alunos: Bruno Martins, Frederico Sucupira, Marcos Carneiro, Rafael Matos e Renato Loose.

O Inhotim Mobile Guide é uma forma inovadora para os visitantes descobrirem mais sobre as obras de arte em exposição no parque. Através de um aplicativo para iPhone/iTouch e arquivos enviados via Bluetooth, os visitantes caminham pelas galerias e têm acesso a vídeos, imagens e textos que ampliam as informações sobre as obras, com entrevistas com os artistas, comentários de especialistas e de outros visitantes, conexões com outras obras, processo de criação das obras, dentre várias outras possibilidades.

No vídeo abaixo dá para ter um gostinho do protótipo do projeto. Cada quadradinho colorido representa um tipo de interação possível (ex: making of das obras – o museu é de arte contemporânea e muitas vezes as obras são criadas in loco de forma “inusitada”; entrevista com o artista etc).


Genial 🙂

O resumo dos outros trabalhos  – também chuchuzíssimos – segue abaixo.

Projeto MobTube: projeto de criação de um portal de vídeos colaborativos
Alunos: Adamo Alighieri, Dennis Henrique, Flávio Rodrigo de Almeida.

Os usuários enviariam vídeos de no máximo 30 segundos, produzidos através do celular, para montar uma “história” que seria composta pela montagem de um total de 10 vídeos. As histórias são montadas pelos próprios usuários que enviam ao site capítulos para dar continuidade aos vídeos já publicados por lá. O ambiente será propício para a construção colaborativa, através de vídeos, votação e comentários.

mobtube 1

mobtube 2

mobtube 3

Programa de mobile TV: sinopses dos capítulos das novelas da TV
Alunos: Daneil Ribeiro, Fernanda Nazaré, Izabella Moura.

Para ser visto no celular, será um programa de entretenimento que trará o resumo diário das principais novelas da TV. Atualmente só existe esse tipo de serviço nos jornais impressos e internet, e a proposta é de se desenvolver um projeto que adaptará o conteúdo para áudiovisual adequado às caractarísticas dos dispositivos móveis.

Programa de mobileTV: Mobile News
Alunos: Frederico Lima, Isabela Lauria, Poliana Leite, Rangel Sales, Rodrigo Neiva

O projeto se configura como um canal de informaçnao voltado para o celular, com formato totalmente adaptado ao meio.

Seria a expansão do jornal televisivo para mobile. É de caráter regional, abrangendo a região metropolitana

de Belo Horizonte. Todo conteúdo é gratuito. Duração vairável de 30 segundos a 2 minutos, sendo que um conteúdo textual completo estará disponível para o usuário que tiver interesse em mais informações.

Mobile News 1

Mobile News 2
Projeto Guia Turístico: Tiradentes para Celular
Alunos: Cezar Menezes, Jânio Penna, Laila Aninger, Soraya de Souza, Samarone Reis

Celular, netbook, notebook, iPod, serão carregados com informações contendo dados históricos da cidade e dos principais monumentos, áreas de preservação natural, cachoeiras, festivais artístico-culturais, festividades religiosas, utilidade pública, mapas    da    cidade    e    distritos, ateliês    de    arte, festival    de    cinema, roteiros gastronômicos, restaurantes e pousadas à disposição de turistas, estudantes e moradores –> em quiosques em três pontos estratégicos da cidade, em três idiomas.


Projeto Mobile TV: NAGANDAIA – a noite de BH como você nunca viu
Alunos: Bruno Moreira, Débora Côrte, Roxana Roberta

A proposta é de manter o cidadão atualizado sobre os eventos da noite de BH através de um programa de mobile TV no celular. Os usuários recebem as informações por assinatura dos tópicos desejados, quantas vezes ao dia e segmento (baresm restaurantes, boitesm, cafés, festas). O usuário poderá interagir, enviando seu prórpio vídeo (produzido pelo celular) ao suporte web, com duração de 30 segundos, informando sobre como está o local etc.

OBS: estava dando um erro no carregamento das imagens. E continuo aguardando os vídeos, prints, etc, de quem ainda não me enviou!

OBS2: Em agosto tive o prazer de participar do 6o Fórum Internacional de TV Digital do IETV no Rio  em que o tema era: “O lugar da TV não é mais na sala”. Foco 100% em mobile TV. Fiquei devendo uma postagem sobre o assunto, que de certa forma dá continuidade a este post. O encontro foi fantastic!

Outros posts sobre trabalhos de alunos:

Esses meninos vão longe!
Vídeos para celula: Palminhas!

Dia desses me contataram para ajudar na redação do release do Vivo arte.mov – festival internacional de arte em mídias móveis – , que está em sua 4a edição. Como só sei escrever sobre assuntos “high tech”, fiquei feliish com o contato. É um grande prazer para moi escrever sobre um festival desses, pela simples paixão pelo tema!

Picture 8
Pra quem não conhece, o arte.mov é um festival de artes em mídias móveis super atual e simplesmente imperdível. Quem me conhece sabe bem da minha fixação com a questão de vídeos pra celulas e mobile TV. Pois bem, o arte.mov dá um super incentivo para a produção de vídeos para celulares. Ou seja, bato palminhas! Mas não é só isso:

Na programação do arte.mov estão incluídos diversos eventos interconectados, compostos por mostras, palestras e oficinas. O objetivo do festival é o de fortalecer ambientes de estímulo à produção, acesso às técnicas e discussão dos conceitos envolvidos nas vertentes de vídeo, microcinema e mídias locativas. Pretende-se que esta iniciativa resulte na formação de uma rede de colaboração, fomento, formação, difusão e reflexão crítica com relação ao uso criativo das mídias móveis.

As inscrições para as mostras competitivas já estão abertas e vão até 18 de setembro.

Na edição deste ano, acontecerão 2 mostras: uma competiviva audiovisual para mídias móveis e outra voltada para obras que lidem com o conceito de mídia locativa. São para essas mostras que as inscrições estão abertas.

Eu particularmente acho a proposta perfecta! Se vc já tem um vídeo exclusivo para ser visto em celular, corre lá no site do evento (www.artemov.net) e inscreva seu trabalho! E se vc não tem material pronto, ainda há tempo para desenvolver muita coisa m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a 😉

Gente, o futuro é mobile!

Mais infos? O release completo está aqui –  Release Vivo arte.mov 2009: abertura de inscrições

Para complementar a leitura:

no Bricolagem

Mobile TV: mais futurologia?

Tv digital móvel no Brasil e algumas divagações.

Vídeos pra celula: palminhas!

No blog do meu querido amigo Bernotto, ópio do povo:

Mobile TV: radinho a pilha do século XXI?


Quer inspiração? Assista a micro série “Prom Queen” /Rainha do Baile (clique aqui), aquela que passa no multishow. Apesar de ser originalmente feita para web, o enfoque das tomadas e a duração dos episódios é perfecta pra mobile 😉

Antes que me esqueça: o arte.mov é um festival promovido pela Vivo e faz parte de um programa maior, o Vivo Lab, que conta com vários projetos voltados para a conectividade e o ambiente mobile.

Nep: special thanks 🙂

O site do Vivo arte.mov: www.artemov.net.

Por ora mais nada a declarar.

Harry Potter e o enigma do futebol

O que acontece quando você junta fanáticos por Harry Potter e futebol num mesmo ambiente?

Na semana passada a minha irmã caçula teve a brilhante idéia de ir na estréia do novo filme do Harry Potter no mesmo bat horário do jogo do Cruzeiro x Estudiantes – final da Libertadores. Não só ela, mas a “torcida do flamengo”, toda a escuela em peso. E como essa meninada anda de fato multi-task, o que se viu no cine – de acordo com os relatos da sorella – foi uma experiência atropológica de tirar o chapéu. 

Quem é de fato fanático por futebol estava no campo ou diante de uma telona. Mas quando o assunto é adolescente, as coisas mudam. Perder o jogo ou a estréia de um filme aguardadíssimo (e de quebra e p-r-i-n-c-i-p-a-l-m-e-n-t-e a farra com os amigos)? Que perder que nada. A onda é querer tudo ao mesmo tempo!

Resultado: no meio do filme alguns também acompanhavam o jogo por SMS, outros por internet móvel e outros ainda via mobileTV. No cinema. Aquele local em que – dizia a lenda – tinha um índice de dispersão quase 0.

E a cada Gol, a cada lance, 1/3 do cinema torcia para o Cruzeiro, 1/3 – alteticano doente – gritava galo e o 1/3 restante xingava.

Harry. Harry. Gol. Zêeeeero. shhhhhhh. Harry. Gol. Gaaalo. Calaboca. Harry. Falta. shhhhh. Harry. Harry. Gol. Gaaaaaaaalo. CALABOCAA. Harry. Harry. Fim.

Dava de tudo para presenciar essa cena ao vivo! Um inferno! rs

Mas sem dúvida alguma um fenômeno a ser levado em conta!

É o multi-task-way-of-life na era da mobilidade 😉

Lições? Aguardo conculsões.

OBS: Thassilda, obrigadésima pela montagem sensacional! 😉

maincollage

Mas o quê exatamente seria isso?

O tema do TrendWatching.com de junho foi justamente sobre Foreverism, que traduzido para o bom e velho português seria algo como “para-semprismo”.

Que a sociedade atual é imediatista, ninguém tem dúvidas. Queremos e vivemos o aqui e o agora. Tudo é pra ontem. Paciência 0 para esperas.

Resultados imediatos. Mensagens instantâneas. Conexões à internet cada vez mais rápidas. Celular. Email. Wi-fi. Internet em avião. The grid. Agora. Agora. Agora.

No entanto, seguindo a onda multi-task e, porque não, procrastinadora, também vivemos hoje – consumidores e empresas –  relações, estilos de vida, conversas – e consumimos tb produtos – que nunca acabam, nunca estão em sua versao final, que não têm ponto final.

Já parou pra pensar em quantas versões eternamente beta que consumimos? Que mesmo ao deixarem de ser beta, continuam em constante evolução? Existe hoje até loja de chocolate BETA. Isso mesmo. Chama-se TCHO, de São Francisco.

A evolução tecnológica nos coloca diante de situações que incitam relacionamentos para todo o sempre, amém. Se antes perdíamos contato com os coleguinhas do jardim de infânca, hoje somos forçados a re-tomar esses contatos e corromper as doces memorias da tenra infância. Quem disse que queria saber que aquele menininho fofo de cabelinho cacheado virou um sujeitinho gordo, velho, ex-presidiário e recessivo??? Ossos da pós-modernidade.

Li uma vez que estamos hoje retomando uma vivência mais normal ao não perdermos contatos – EVER.

A geração atual nunca está desconectada. Eles nunca perdem contato com os amigos. Então estamos historicamente voltando a um lugar mais normal. Se olharmos para a história humana, a idéia de pular de galho em galho em relacionamentos é muito nova. Faz parte da sociedade do século XX.

E as pessoas, que estão sempre presentes on-line, vão aos poucos deixando rastros e mais rastros no mundo digital. É a eterna presença.

E quando vc morrer? O seu perfil estará fadado a existir para sempre? (*o que incita uma outra questão mórbida digna de debate: chegará um dia em que existirá um mega cemitério on line de perfis de pessoas que morreram).

A pergunta que não quer calar: Will you ever want to be ungoogleable?

Seguindo essa mesma onda, as pessoas tendem a ser sempre “encontráveis”. Sobretudo com essa onda crescente de redes sociais móveis como o Google Latitude ou Aka-Akis da vida. Estão inventando até um relógio familiar estilo Harry Potter

Transpondo a questão de amizades para assuntos profissionais, buscamos hoje relacionamentos duradouros com nossos clientes. Com esses sim, queremos casamentos para todo o sempre amém.

E as conversas que nunca acabam no Twitter?

E as empresas que agora aderem à onda, mantendo uma conversação eterna com clientes e clientes potenciais?

Está na hora de avaliarmos as relações. Os clientes querem relacionamentos duradouros? E vc vai continuar atendendo demandas apenas do aqui e agora? Está na hora de prestar e dar ainda mais atenção aos clientes, o então o tiro pode sair pela culatra. Lembre-se: consumidor puto = consumidor engajado (como o ótimo caso Samamba vs Sky  –> apresentado pela Lou Martins no Social Minas).

OBS: É… acho que sofro mesmo é de foreverism. E olha que isso é mais chique que procrastinação crônica

O estudo da Trend Watching está aqui.

Após o sucesso do InterAct ocorrido em BH no último fim de semana, junho começa quente no quesito eventos do mundo digital. Segunda-feira, dia 01/06, acontece a palestra “A internet do futuro” que será dada pelo vice-presidente do Google Vint Cerf.

O evento será no Teatro Granada do Minascentro, às 10:30. E as inscrições devem ser feitas pelo email internetfuturo@tecnologia.mg.gov.br

Como bem lembrado pelo colega Carlos d’Andréa:


Numa entrevista em 2006, Vint Cerf afirmava que “é difícil censurar a web” – uma coincidência enorme o leva a BH no dia em a cidade abriga um Ato Público contra o AI-5 Digital – vulgo projeto de lei de Azeredo. Dia quente!

No fim de junho, acontece ainda o Social Minas – evento sobre redes sociais – que será promovido pela AMADI. Aguardem maiores infos sobre datas e palestrantes!

E depois posto as minhas observações sobre o InterAct 2009. Já adianto que achei 100 vezes melhor que o InterMinas em todos os aspectos. A tchurma do iMasters está de parabéns. O “almoço” criativo indigesto foi 10. E a “favelinha” do Luli, vulgo boite, reinou 😉



O futuro é agora?

O programa Espaço Aberto Ciência e Tecnologia (Globonews) exibido ontem vale uns minutinhos do seu precioso tempo. O programa abordou basicamente como idéias criativas do passado são realidade hoje, em entrevista com Richard Barbrook (professor de Hipermídia da Universidade de Westmintser – UK) e com Fábio Gandour (cientista chefe da IBM).

A internet promove a difusão do conhecimento por ignorar os 3 princípios básicos da física: tempo, massa e espaço. (Fábio Gandour)

Jovens têm pouca paciência para ler qualquer coisa que vá além de uma telinha de celular. Se eles não conseguem absorver essa quantidade maior de informação, como eles irão gerar conhecimento? (Fábio Gandour)

Comunicação e tecnologia são necessárias, mas não bastam para nós humanos nos relacionarmos bem. É por isso que ainda há muitos conflitos no mundo. A tecnologia nos ajuda a reunir e difundir informações, mas ainda precisamos de qualidades como tolerância e compaixão para alcançar um maior entendimento entre povos e nações (Sir Arthur Clarke)

 

Para assitir o vídeo, clique aqui. Não estou conseguindo inserir a marmotinha no post, afff

Personnas, a data do curso “Ações Inovadoras em Comunicação Digital” mudou. O curso – promovido pela ESPM e coordenado pelo Gil Giardelli –  começará no dia 2 de junho, mesmo bat local etc e tal. Maiores infos nesse post aqui.

Data: 2 a 25/06/2009
Às terças e quintas, de 19:30 às 22:30.
28 horas/aula
Local: ESPM (SP)
Inscrições até 26/05/2009 –> aqui.

Ainda está em tempo 🙂 Tá esperando o que???

… acabo de ler um artigo interessantíssimo de James Harkin intitulado “Twitter: we all need to be in the loop” (algo como: Twitter, todos nós precisamos estar na onda), que explica que a ferramenta de micro-blogging citada vai além do social e das redes, e que ela está mudando a maneira como pensamos. Curioso, ham? (Observação pros que insistem em acreditar que o Twitter se resume à ingênua frase “vou comer um sanduíche”: leiam o artigo! rs)

Não por acaso vejo um gancho direto desse artigo com o meu post sobre a “procrastinação crônica” – recentemente postado por aqui (A vida muiti-task high tech e o grave problema da procrastinação crônica).

Today’s breathless internet gurus would have you believe that all this makes us and our organisations more agile, more efficient and more responsive. Not necessarily. The delivery of a continuous stream of messages might well be slowly stretching our brains, turning us into creatures who are better at doing many different things at once. Preliminary studies from neuroscientists and psychologists, however, suggest that in the meantime our brains are likely to become strained and confused if we make too many demands on them. Beyond a certain point, in other words, the productivity bonus that we get from responding to many different streams of information on our information loop at the same time levels off, and begins to slow us down. No matter – many of us enjoy it all the same. The reason why we’re so keen to switch through a range of information streams and constantly jump around between them, in any case, is not at all about doing things more efficiently – it is simply that we have come to appreciate being in the loop for its own sake. (James Harkins, Times Online, fev. 2009)

Em tradução livre:

Os gurus frenéticos da internet de hoje podem te fazer acreditar que tudo isso torna nossas empresas e nós e mais ágeis, mais eficientes e mais solícitos. Não necessariamente. A entrega de um fluxo constante de mensagens pode estar até aos poucos “esticando” nossos cérebros, nos tornando criaturas que são melhores em fazer diversas coisas ao mesmo tempo. Estudos preliminares de neurocientistas e psicólogos, no entanto, sugerem que enquanto isso nossos cérebros estão propensos a se tornar fatigados e confusos, caso demandemos muito dele. Indo um pouco além: em outras palavras, o bônus de produtividade que ganhamos ao reagirmos a diferentes fluxos de informação ao mesmo tempo, em nossa “cadeia”/loop de informação, desanda e começa a nos freiar. Mas não tem importância: muitos de nós curtimos isso de qualquer forma. A razão pela qual estamos inclinados a alternar entre um vasto espectro de informações, pulando de uma coisa para outra ao mesmo tempo, de toda forma, não está relacionado à eficiência, mas simplesmente porque passamos a apreciar essa coisa de fazer parte da cadeia/do loop por si só.

Ou seja: no fundo, no fundo, o multi-task-way-of-life acaba é atrapalhando vez ou outra. Mas que adoramos esse estilo de vida multi-facetado, adoramos! rs

James Harkin é autor do livro Lost in Cyburbia: how life in the net has created life on its own*. Está na minha lista de livros TO READ.

Só espero que ele não entre pra minha pilha da procrastinação! 😛

* Achei também o título Cyburbia: The Dangerous Idea That’s Changing How We Live And Who We Are , e me pergunto se são o mesmo livro, simplesmente publicados em diferentes continentes. Ambos são de 2009, do mesmo autor, com um resumo parecidíssimo.

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