O Copero começa pela identidade: nome na camisa, número, país, pé dominante e posição. Essas escolhas pesam. Um centroavante converte finalização e físico em gols, um ponta vive de velocidade e drible, um meia depende de passe e leitura de jogo, um zagueiro constrói valor com marcação e força.
No draft do Copero, seu jogador não copia uma única estrela. Em cada uma das oito rodadas, o jogo apresenta uma lenda real e oferece o maior atributo ainda livre: velocidade, finalização, passe, drible, defesa, físico, firulas ou pé fraco. No modo Clássico, você vê os valores e pode pular até cinco lendas; no Purista, os números ficam ocultos e não há trocas.
Depois de completar a carta no Copero, você assina com um dos três clubes de base do seu país. A carreira avança temporada após temporada, registrando idade, avaliação, jogos, gols, assistências, classificação, troféus, seleção e propostas de transferência. As mesmas escolhas seguem regras consistentes, mas diferentes atributos e clubes produzem trajetórias únicas.
Lógica das avaliações
Como o Copero calcula o seu jogador
O Copero não faz uma média simples dos seis atributos principais. Cada posição tem pesos diferentes: finalização vale mais para um camisa nove, passe e drible pesam para um meia-atacante, defesa e físico guiam os zagueiros. Firulas e pé fraco somam um bônus técnico medido.
O potencial indica o teto, não uma garantia. Idade, nível do clube, minutos e a variação determinística de cada temporada moldam o percurso. O veredito final combina melhor OVR, produção ofensiva, longevidade e troféus. São dados editoriais criados para o jogo, não avaliações oficiais.
O que o Copero premia?
- - Manter um OVR alto por várias temporadas.
- - Produzir gols ou assistências de acordo com a posição.
- - Vencer campeonatos, copas nacionais e troféus continentais.
- - Entrar na seleção e seguir competitivo.
- - Escolher transferências coerentes com o desenvolvimento.
