IMPACTOS DA PRÉ-ECLÂMPSIA NA SAÚDE MATERNO-FETAL NA PERSPECTIVA DO ENFERMEIRO OBSTETRA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Autores

  • Julianna Oliveira Albuquerque Universidade Iguaçu
  • Larissa Bastos Viegas Universidade Iguaçu
  • Milena Leal de Magalhães Universidade Iguaçu
  • Enimar de Paula Universidade Iguaçu
  • Wanderson Alves Ribeiro Universidade Iguaçu

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v3i01.28321

Palavras-chave:

Mortalidade Materna. Pré-Eclâmpsia. Saúde Fetal.

Resumo

A pré-eclâmpsia sobressai como uma das principais patologias responsáveis por elevados índices de morbimortalidade materna e perinatal globalmente, caracterizando-se como síndrome hipertensiva exclusiva do período gestacional, de caráter multifatorial, cujas falhas na placentação e lesões no endotélio sistêmico comprometem severamente o binômio mãe-feto. Este estudo teve como objetivo analisar os impactos da pré-eclâmpsia na saúde materna e no desenvolvimento fetal sob perspectiva do enfermeiro obstetra. A metodologia adotada foi a revisão integrativa da literatura, desenvolvida em seis etapas, incluindo formulação da questão norteadora, busca nas bases LILACS, MEDLINE, SciELO e Google Acadêmico, aplicação de critérios de inclusão e exclusão, avaliação do nível de evidência e análise temática dos estudos selecionados. Foram incluídos 12 artigos publicados entre 2020 e 2025. No âmbito materno, identificaram-se complicações como insuficiência renal, disfunções hepáticas, síndrome HELLP, eclâmpsia, near miss materno e aumento da mortalidade, revelando seu caráter multissistêmico e progressivo. No desenvolvimento fetal, observaram-se restrição de crescimento intrauterino, prematuridade, sofrimento fetal, baixo peso ao nascer e maior necessidade de cuidados intensivos neonatais, decorrentes da insuficiência placentária. Conclui-se que a pré-eclâmpsia impacta de forma significativa e simultânea a saúde materna e fetal, exigindo qualificação da assistência, adoção de protocolos baseados em evidências e fortalecimento do cuidado pré-natal para redução da morbimortalidade.

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Biografia do Autor

Julianna Oliveira Albuquerque, Universidade Iguaçu

Enfermeira. Pós-graduanda em Enfermagem em Obstetrícia pela Universidade Iguaçu. 

Larissa Bastos Viegas, Universidade Iguaçu

Enfermeira. Pós-graduanda em Enfermagem em Obstetrícia pela Universidade Iguaçu. 

Milena Leal de Magalhães, Universidade Iguaçu

Enfermeira. Pós-graduanda em Enfermagem em Obstetrícia pela Universidade Iguaçu. 

Enimar de Paula, Universidade Iguaçu

Enfermeiro. Mestre em Saúde Materno-Infantil Faculdade de Medicina - Universidade Federal Fluminense – UFF. Docente do curso de Graduação em Enfermagem da UNIG.Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Enfermagem em Obstetrícia da Universidade Iguaçu.

Wanderson Alves Ribeiro, Universidade Iguaçu

Enfermeiro. Mestre, Doutor e Pós-doutorado pelo ProgramaAcadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da UFF; Docente do Curso de Graduação em Enfermagem e Pós-graduação em Enfermagem em Obstetrícia. 

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Publicado

2026-08-14

Como Citar

Albuquerque, J. O., Viegas, L. B., Magalhães, M. L. de, Paula, E. de, & Ribeiro, W. A. (2026). IMPACTOS DA PRÉ-ECLÂMPSIA NA SAÚDE MATERNO-FETAL NA PERSPECTIVA DO ENFERMEIRO OBSTETRA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 3(01), 1–23. https://doi.org/10.51891/rease.v3i01.28321