
Persona 5 Royal frequentemente te coloca em situações moralmente e mentalmente difíceis de serem resolvidas, desde um professor pedófilo e abusivo até um homem que quer mudar a realidade para que todos sejam felizes (o que nem é algo tão ruim assim...). Esse jogo te ensina sobre a rebeldia contra pessoas e sistemas terríveis e abusivos, fazendo você seguir o seu senso de justiça pra reformar todos os que têm desejos distorcidos por conta de como eles enxergam a sociedade e pessoas ao seu redor, muitas vezes enxergando-os como inferiores. A filosofia que esse jogo traz é a de que você precisa enfrentar os seus medos e desafios pra construir um futuro melhor para todos, deixando isso bem explícito a cada Awakening de Persona dos Phantom Thieves of Hearts, onde a determinação por justiça se torna o maior anseio das almas de cada membro. A sua conexão com os Confidants te inspira em vários momentos cruciais da história, fazendo sentir orgulho de tudo que fizeste pra aquelas pessoas confiarem em você. Você percebe que todo o esforço que você fez pelas pessoas é sim recompensado e realmente sente vínculos com elas. Esse jogo tem facilmente a melhor gameplay de todos os jogos da franquia Persona (sem incluir Shin Megami Tensei, porque ainda não joguei nenhum). As dungeons são bem divertidas de explorar e te deixam com vontade de mudar os pensamentos distorcidos de seus líderes, além do combate que é extremamente fluido e recompensador, apesar de bem fácil. Sua rotina diária como estudante de ensino médio é até que envolvente, por mais que a maior parte seja apenas com seus Confidants ou subindo stats, alguns eventos são realmente interessantes. Minhas conclusões: História: 10/10 Gameplay: 9/10 Dificuldade: 7/10 Confidants: 9/10 Takuto Maruki: 10/10 Acredite que os seus sonhos podem ser realizados, não desista de reformar a sua própria realidade, a que você construiu com as suas escolhas e a que é certa de se viver, mesmo sendo a mais dolorosa, ela é a que todo mundo merece experienciar, não algo forjado pra ser o melhor possível pra todos!

Um jogo que trata muito bem sobre temas sensíveis como morte, vontade suicida, problemas psicológicos, paranóias e medos irracionais. A personagem que nós ajudamos durante o jogo é uma garota com a mente instável, que constantemente se distrai, perde seus pensamentos e tem medo de coisas fora do habitual. Os vários finais ajudam a entender melhor a cabeça da personagem principal, que deixa a entender que ela precisa de ajuda e quer ser ajudada, mas se sente muito distante de tudo e todos por conta de seus problemas psicológicos. Também sabemos que ela foi tirada da escola à força, mas sem motivo aparente mostrado durante a história. Leite parece ser uma analogia aos remédios que ela precisa tomar, sendo ela extremamente alérgica e querendo evitar ao máximo eles, porque eles devem tirar ela da realidade confortável que ela se sente dentro de sua cabeça vazia. Minhas conclusões: História: 9/10 Interações: 8/10 Leite: ?/?? Finais: 8,5/10 NÃO TOME LEITE!!!

Esse jogo te ensina sobre aceitar a si mesmo como ser humano, a melhorar as suas relações humanas e a se preocupar com as outras pessoas. A minha visão de mundo foi alterada pela história de Persona 4, visto que todos os acontecimentos desse jogo poderiam ter sido evitados se o MC só não tivesse ido até Inaba (fazendo com que os assassinatos continuassem sem explicação na cidade), transformando todo esse raciocínio em um “e se?“. As interações com personagens é bem rica, principalmente com os que se é possível obter um Social Link, construindo muito bem os personagens e abordando melhor a história de cada um. Além de tudo que citei, o jogo aborda muitos temas filosóficos durante a história e diálogos com personagens, o que o torna também uma boa opção para pessoas que curtem existencialismo, justiça e questionar por quê tudo é como é. Minhas conclusões: História: 9,7/10 Gameplay: 7/10 Liberdade: 7/10 (poderia ter mais coisas para fazer) Dificuldade: 8,2/10 Nanako-chan: 1000/10

Persona 5 Royal frequentemente te coloca em situações moralmente e mentalmente difíceis de serem resolvidas, desde um professor pedófilo e abusivo até um homem que quer mudar a realidade para que todos sejam felizes (o que nem é algo tão ruim assim...). Esse jogo te ensina sobre a rebeldia contra pessoas e sistemas terríveis e abusivos, fazendo você seguir o seu senso de justiça pra reformar todos os que têm desejos distorcidos por conta de como eles enxergam a sociedade e pessoas ao seu redor, muitas vezes enxergando-os como inferiores. A filosofia que esse jogo traz é a de que você precisa enfrentar os seus medos e desafios pra construir um futuro melhor para todos, deixando isso bem explícito a cada Awakening de Persona dos Phantom Thieves of Hearts, onde a determinação por justiça se torna o maior anseio das almas de cada membro. A sua conexão com os Confidants te inspira em vários momentos cruciais da história, fazendo sentir orgulho de tudo que fizeste pra aquelas pessoas confiarem em você. Você percebe que todo o esforço que você fez pelas pessoas é sim recompensado e realmente sente vínculos com elas. Esse jogo tem facilmente a melhor gameplay de todos os jogos da franquia Persona (sem incluir Shin Megami Tensei, porque ainda não joguei nenhum). As dungeons são bem divertidas de explorar e te deixam com vontade de mudar os pensamentos distorcidos de seus líderes, além do combate que é extremamente fluido e recompensador, apesar de bem fácil. Sua rotina diária como estudante de ensino médio é até que envolvente, por mais que a maior parte seja apenas com seus Confidants ou subindo stats, alguns eventos são realmente interessantes. Minhas conclusões: História: 10/10 Gameplay: 9/10 Dificuldade: 7/10 Confidants: 9/10 Takuto Maruki: 10/10 Acredite que os seus sonhos podem ser realizados, não desista de reformar a sua própria realidade, a que você construiu com as suas escolhas e a que é certa de se viver, mesmo sendo a mais dolorosa, ela é a que todo mundo merece experienciar, não algo forjado pra ser o melhor possível pra todos!

Um jogo que trata muito bem sobre temas sensíveis como morte, vontade suicida, problemas psicológicos, paranóias e medos irracionais. A personagem que nós ajudamos durante o jogo é uma garota com a mente instável, que constantemente se distrai, perde seus pensamentos e tem medo de coisas fora do habitual. Os vários finais ajudam a entender melhor a cabeça da personagem principal, que deixa a entender que ela precisa de ajuda e quer ser ajudada, mas se sente muito distante de tudo e todos por conta de seus problemas psicológicos. Também sabemos que ela foi tirada da escola à força, mas sem motivo aparente mostrado durante a história. Leite parece ser uma analogia aos remédios que ela precisa tomar, sendo ela extremamente alérgica e querendo evitar ao máximo eles, porque eles devem tirar ela da realidade confortável que ela se sente dentro de sua cabeça vazia. Minhas conclusões: História: 9/10 Interações: 8/10 Leite: ?/?? Finais: 8,5/10 NÃO TOME LEITE!!!

Esse jogo te ensina sobre aceitar a si mesmo como ser humano, a melhorar as suas relações humanas e a se preocupar com as outras pessoas. A minha visão de mundo foi alterada pela história de Persona 4, visto que todos os acontecimentos desse jogo poderiam ter sido evitados se o MC só não tivesse ido até Inaba (fazendo com que os assassinatos continuassem sem explicação na cidade), transformando todo esse raciocínio em um “e se?“. As interações com personagens é bem rica, principalmente com os que se é possível obter um Social Link, construindo muito bem os personagens e abordando melhor a história de cada um. Além de tudo que citei, o jogo aborda muitos temas filosóficos durante a história e diálogos com personagens, o que o torna também uma boa opção para pessoas que curtem existencialismo, justiça e questionar por quê tudo é como é. Minhas conclusões: História: 9,7/10 Gameplay: 7/10 Liberdade: 7/10 (poderia ter mais coisas para fazer) Dificuldade: 8,2/10 Nanako-chan: 1000/10