<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>pegn</title> <link>https://revistapegn.globo.com/</link> <description>Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://pox.globo.com/rss/pegn/" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>pegn</title> <link>https://revistapegn.globo.com/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Final da Copa: quem é o fotógrafo que fez a foto de Messi dando banho em Yamal — esquecida por 17 anos</title>  <atom:subtitle>Joan Monfort construiu um negócio de fotografia freelancer especializada em futebol, coleciona prêmios e hoje atende clientes diversos. Em entrevistas, ele contou bastidores da foto icônica</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/final-da-copa-quem-e-o-fotografo-que-fez-a-foto-de-messi-dando-banho-em-yamal-esquecida-por-17-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/final-da-copa-quem-e-o-fotografo-que-fez-a-foto-de-messi-dando-banho-em-yamal-esquecida-por-17-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/fSZ18p-KUt3yHhCTPKms0kAF0Zk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/m/B/Pr8t4oRvadj4WYhhAqoA/untitled-design-1-.png" /><br /> ]]>    Quando Joan Monfort fotografou Lionel Messi dando banho em um bebê durante um ensaio beneficente do Barcelona, em 2007, a cena era apenas mais um trabalho na agenda. Como fotógrafo especializado na cobertura do clube catalão e colaborador frequente da Associated Press e do jornal Sport, ele já estava acostumado a registrar jogadores, treinos e ações institucionais. Nada indicava que aquele clique se transformaria, quase duas décadas depois, em uma das imagens mais reproduzidas do futebol mundial. Na final deste domingo (19), os protagonistas daquela foto estarão frente a frente: Messi, pela Argentina, e Lamine Yamal, pela Espanha.
Na época, o ensaio fazia parte de um calendário beneficente organizado pelo jornal esportivo Sport, pela Fundação Barça e pela UNICEF. Famílias de bairros populares de Barcelona participaram de um sorteio, e a de Yamal foi uma das escolhidas. Messi, então com 19 anos, posou ao lado do bebê, que tinha poucos meses de vida. A foto foi publicada apenas no calendário e acabou esquecida no acervo de Monfort. Só voltou a circular em julho de 2024, quando o pai de Yamal compartilhou a imagem nas redes sociais e ela viralizou.
Um dos bastidores mais curiosos é que o maior desafio daquele dia não era fotografar o bebê, mas o próprio Messi. Em entrevista à Associated Press, Monfort contou que o argentino era extremamente tímido e nunca havia segurado uma criança. "Ele nem sabia como pegar o bebê", relembrou o fotógrafo, que precisou orientá-lo durante toda a sessão.
A improvisação também fez parte da produção. Para deixar Yamal confortável, Monfort levou objetos da própria filha: uma banheirinha, uma toalha e um patinho de borracha. Sem imaginar, esses itens acabaram compondo uma fotografia que hoje faz parte da memória recente do futebol.
Embora tenha ganhado projeção mundial por causa da imagem de Messi e Yamal, Monfort construiu sua carreira muito antes dela. Como fotógrafo freelancer, atua há décadas cobrindo esportes e grandes eventos, licenciando imagens para veículos internacionais e desenvolvendo trabalhos para clubes e organizações. 
Monfort construiu um negócio como fotógrafo freelancer com atuação em diferentes áreas da fotografia. Formado pela escola Gris Art, em Barcelona, especializou-se em fotojornalismo e, desde 1990, passou por veículos como Mundo Deportivo, Sport e Eco, cobrindo grandes eventos. Ao longo da trajetória, também trabalhou com fotografia artística, publicitária e de arquitetura. 
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Em 2006, recebeu o Prêmio de Jornalismo Esportivo da Catalunha por um trabalho sobre solidariedade e integração com jogadores do Barcelona. Atualmente, divide a rotina entre colaborações para a Associated Press, a montadora Seat e o Banco Santander, além de desenvolver projetos de ensaios fotográficos profissionais e fotografia de moda.
Ele admite que nunca imaginou que aquele clique de 2007 teria importância. Em entrevistas após a viralização da imagem – que hoje é a mais valiosa de seu acervo - , disse que praticamente havia esquecido a fotografia e que jamais pensou que o bebê voltaria aos holofotes como um dos principais jogadores do mundo.
A história também mudou sua forma de enxergar o acaso. "Nunca fui uma pessoa religiosa, mas começo a achar que existe algo além da nossa compreensão. Não saberia dizer o que é nem de onde vem, mas alguma coisa precisa existir, porque tudo isso se encaixou de uma forma mágica e perfeita. E agora ver os dois em uma final de Copa do Mundo, um aos 39 anos e o outro aos 19, é como colocar um laço nessa história e fechar o ciclo", afirmou à Fifa.
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O sucesso, porém, trouxe um desafio comum a muitos pequenos negócios: como deixar de ser apenas um bom produtor para se tornar, de fato, um empresário.
Palma decidiu apostar em um espaço em uma galeria fechada no centro de São Paulo por enxergar uma oportunidade. “Eu vi um lugar barato e algo que não tinha aqui. Confiei no produto e achei que uma loja de cookies faria sentido”, conta. 
A estratégia de marketing começou antes da inauguração, em abril deste ano. O empreendedor publicou diariamente o andamento da obra nas redes sociais, criando uma espécie de "novela" acompanhada por milhares de pessoas. Quando a loja abriu, a demanda superou as expectativas. Ainda hoje Palma compartilha sua rotina nas contas da Cuki em mini-vlogs chamados “Diário da Cuki”.
O sucesso foi tamanho que resultou em filas quilométricas para garantir um cookie da marca, porém a estrutura do negócio ainda não estava preparada para atender o volume de clientes e as centenas de mensagens acumuladas nos aplicativos. 
Para dar conta da operação, Palma assumiu praticamente todas as funções da empresa. Trabalha cerca de 16 horas por dia, prepara as massas, assa os cookies, lava louça, faz limpeza e ainda tenta atender clientes. A rotina operacional, no entanto, impede que ele dedique tempo ao planejamento do negócio. "Eu não consigo parar para pensar como empresário se sei que no dia seguinte não vou ter cookie para vender", afirma.
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Além da sobrecarga, o espaço físico pequeno também dificulta a produção. A cozinha funciona em dois andares, obrigando funcionários a subir e descer constantemente com ingredientes, bandejas e embalagens, o que reduz a produtividade.
Outro ponto identificado é a falta de padronização dos processos. Equipamentos, como a batedeira, precisam ser lavados diversas vezes ao dia porque a produção não segue uma sequência organizada, gerando desperdício de tempo.
Os desafios também aparecem na gestão financeira. Como a empresa ainda é recente, Palma utiliza até o cartão de crédito do pai para comprar insumos, misturando recursos pessoais com os da empresa.
Apesar de ter faturado cerca de R$ 110 mil no primeiro mês, o empreendedor admite que ainda não sabe exatamente qual foi o lucro do negócio, por precisar lidar com diversos âmbitos da empresa e ela ainda ser muito recente.
Próximo passo é transformar conhecimento em processo
Para sustentar o crescimento, Palma começou a investir na profissionalização da operação. Comprou uma batedeira mais potente e iniciou o treinamento de novos funcionários. Agora, o objetivo é estruturar processos para que a empresa não dependa exclusivamente do seu trabalho.
Com uma marca já conhecida pelo público e demanda crescente, o empreendedor acredita que o próximo desafio será transformar o sucesso inicial em um crescimento sustentável.
Confira a reportagem completa que foi ao ar no programa Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios, da Globo:
Quando vender demais vira problema: os desafios de uma loja de cookies que viralizou
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As informações foram reveladas pela empreendedora em entrevista ao site Entrepreneur. Schlesinger contou que conciliava as aulas em tempo integral no Instituto de Educação Culinária com os testes de receitas, além de estudar gestão de negócios para entender as regras do setor de alimentos nos Estados Unidos. O investimento inicial foi feito totalmente com recursos próprios.
"Meu objetivo não era apenas criar mais uma marca de carne seca — era atrair novos consumidores, reinventando completamente a experiência", disse Schlesinger.
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Erro na embalagem e lições de mercado
Para colocar o produto na rua, a fundadora precisou lidar com os desafios comuns das startups de alimentos. Pouco antes da Summer Fancy Food Show, a principal feira de negócios da empresa até então, Schlesinger descobriu um erro de digitação em um lote de 10 mil embalagens.
Para manter o padrão de qualidade, ela decidiu descartar todo o material e refazer o pedido com envio expresso, garantindo a presença no evento. "Eu queria que compradores e varejistas vissem um produto do qual eu me orgulhasse", afirmou.
Hoje, Schlesinger trabalha de 10 a 14 horas diárias na operação. A dedicação trouxe resultados rápidos: logo nas primeiras seis semanas de pré-venda de um novo sabor de tâmara com mel picante, a marca vendeu mais de 1,8 mil pacotes.
Para quem quer começar, Schlesinger aconselha a não esperar o momento perfeito para lançar uma ideia. "Comece a conversar com os clientes o mais cedo possível. Venda antes de expandir, ouça atentamente os retornos e melhore rapidamente. O mercado vai te ensinar muito mais do que meses de planejamento", conclui.
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A expansão da marca, que já soma 33 unidades ativas e prevê mais 18 inaugurações em 2026, é liderada pela expertise de gestão de Leyde, ex-sócia da rede Magrass, e pela bagagem de quase uma década de Jhosy na operação técnica e comercial de equipamentos de laser.
Da infância humilde ao primeiro curso de estética
Antes dos números milionários, a realidade das irmãs foi moldada por restrições financeiras. Na infância, Leyde acabou assumindo precocemente o papel de cuidadora da irmã caçula, Jhosy, devido à longa jornada de trabalho dos pais. 
Após a mudança da família para Blumenau (SC), Leyde, aos 13 anos, ao pedir R$ 2 à mãe para comprar uma pulseira, ouviu que o gasto significaria abrir mão do pão e do leite da semana. A situação a motivou a buscar independência financeira e, aos 14 anos, ela começou a limpar os banheiros de uma vizinha uma vez por semana por R$ 5 ao mês. 
Para complementar a renda, também pintava peças de cerâmica por R$ 0,10 a unidade, tarefa em que mantinha a irmã Jhosy, então com 6 anos, ocupada ajudando na produção para que não quebrasse as peças e gerasse prejuízo. "Eu falava para a Jhosy que se ela me ajudasse, ela poderia ir na lojinha de R$ 1,99 comprar o que quisesse", conta Leyde a PEGN.
Com o dinheiro acumulado das faxinas e da cerâmica, Leyde pagou seu primeiro curso de extensão de cílios, onde passou a cobrar R$ 80 por procedimento. A proatividade em um estágio aos 15 anos abriu caminho para que, aos 18, ela se tornasse sócia de uma clínica de estética que, em 2007, daria origem à Magrass, rede de emagrecimento. 
Após se separar do sócio em 2018 e permanecer na empresa durante a pandemia, Leyde vendeu sua parte na rede em 2021 ao perceber que havia perdido o brilho e o propósito com de atuar no negócio. "Quando a gente perde o brilho, parece que nada mais dá certo".
A criação da LypeDepyl
A nova fase profissional começou a ser desenhada quando Jhosy trouxe a ideia de criar o negócio. Jhosy, que na adolescência vendeu camisetas de banda e trabalhou em salão de beleza, chegou a cursar Direito e trabalhar na Câmara de Vereadores antes de retornar definitivamente à estética. Após decidir focar na beleza, assumiu uma operação de locação de aparelhos de laser e consolidou sua atuação na área. Ao todo, ela passou oito anos alugando equipamentos, fazendo depilação e prestando assessoria comercial para clínicas parceiras. Essa trajetória foi diretamente inspirada pelos passos da irmã mais velha. "O meu lado empreendedor eu modelei totalmente na Leyde", relata Jhosy.
Em 2022, as duas uniram forças e investiram R$ 3 milhões de capital próprio para fundar a LypeDepyl. O grande diferencial técnico da marca foi agregar a despigmentação de tatuagens e sobrancelhas à depilação tradicional como uma segunda vertente de faturamento para o franqueado. Elas desenvolveram um protocolo próprio de laser ao longo de 14 meses para garantir remoções eficientes e seguras, sem agredir a pele de clientes insatisfeitos com procedimentos anteriores. De acordo com as irmãs e sócias, a empresa já nasceu com o propósito de ser franquia.
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Gestão em família e planos futuros
Atualmente, Leyde é responsável pela parte estratégica, financeira e administrativa da rede, enquanto Jhosy responde pelas áreas técnica, comercial e de marketing. "Nossos pais sempre nos ensinaram que com o nosso dinheiro a gente não brinca, quem dirá com o dos outros. Desde a primeira conversa, deixamos muito claro que existem dois CPFs fora da porta e um CNPJ que assume quando entramos aqui dentro", detalha Jhosy sobre a sociedade familiar.
O crescimento de R$ 20,6 milhões em 2024 para R$ 25 milhões em 2025 foi motivado, segundo as sócias, pela estruturação de treinamentos focados no atendimento acolhedor e na garantia de resultados reais em cada sessão, fazendo com que as equipes vendessem com mais segurança técnica e comercial, sem depender de guerra de preços.
"Eu e a Jhosy, a gente olha para uma só direção que é: o sucesso do franqueado é o nosso sucesso", resume Leyde.
Estrutura de uma das 33 unidades da LypeDepyl e os cosméticos veganos da rede
Divulgação
Com franquias estruturadas a partir de R$ 273 mil (modelo Smart), R$ 299 mil (Slim) e R$ 328 mil (Premium), e prazo de retorno estimado entre 8 e 12 meses, a rede foca sua expansão no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Para o início de 2027, as sócias preparam a estreia no varejo digital com o e-commerce de sua linha própria de dermocosméticos veganos, hoje comercializados exclusivamente nas clínicas.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da PEGN? É só clicar aqui e assinar  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/ZgeNDJd94pPBXWisqCxFskSHvwE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/M/P/DTPGYjTfOBxqIAy3usow/fundadoras-jhosy-e-leyde-lypedepyl-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>À esquerda Jhosy Ludwig e ao seu lado Leyde Ludwig, fundadoras da LypeDepyl</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Sun, 19 Jul 2026 09:00:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Harry Styles montou um sorvete personalizado; horas depois, ele virou produto em São Paulo</title>  <atom:subtitle>Astro britânico está em turnê na capital paulista e segue visitando pontos turísticos e negócios gastronômicos</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/marketing-vendas/noticia/2026/07/harry-styles-montou-um-sorvete-personalizado-horas-depois-ele-virou-produto-em-sao-paulo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/marketing-vendas/noticia/2026/07/harry-styles-montou-um-sorvete-personalizado-horas-depois-ele-virou-produto-em-sao-paulo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/zc0klXaB4MmNZSf0wWUr60DNItc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/S/Z/Fb7UgrTS2t243lZxhz4A/untitled-design.png" /><br /> ]]>    O cantor britânico Harry Styles está no Brasil para uma série de quatro shows da turnê “Together, Together”. As apresentações acontecem no MorumBIS, na Zona Sul de São Paulo, entre os dias 17 e 24 de julho. Durante esse período, o astro tem aproveitado o tempo livre para conhecer a maior metrópole da América Latina – de pontos turísticos tradicionais a lugares badalados.
Alguns pequenos negócios também têm recebido a visita de Styles. Um deles foi a sorveteria Oh! Whey, em Pinheiros. O local, que tem como foco o sorvete proteico, permite que o cliente monte sua própria combinação. O vídeo da passagem do cantor pelo estabelecimento começou a circular nas redes sociais e foi repercutido por páginas de entretenimento, mostrando também a abordagem de fãs.
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Para aproveitar a repercussão, a Oh! Whey reproduziu exatamente a mesma combinação escolhida por Styles e criou um produto batizado de "Harry Styles pediu". De acordo com a sorveteria, o item ficará disponível apenas até o próximo domingo (19).
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A repercussão também se refletiu nas redes sociais. Fãs do cantor têm publicado vídeos mostrando a ida à sorveteria para experimentar o "Harry Styles pediu", reproduzindo a combinação escolhida pelo artista. 
A PEGN, a loja confirmou que o sabor escolhido pelo astro foi o Scuup com lascas de coco zero e wheymaltine sem adição de açúcares. Ainda não há números consolidados de venda, mas o item é "um dos mais vendidos" da unidade Pinheiros, segundo a empresa.
A Oh! Whey não foi o único negócio gastronômico a entrar no roteiro de Harry Styles na capital paulista. Desde que chegou à cidade, o cantor também foi visto em pontos como a Pão de Queijo Haddock Lobo, nos Jardins e na Casa Santa Luzia, no Jardim Paulista. As visitas aos estabelecimentos repercutiram nas redes sociais e atraíram fãs em busca de encontrar o artista.
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Nas imagens, ela mostra que saiu de casa pouco antes da uma da manhã e começou a acampar em frente à loja, localizada no estado da Flórida. Aos poucos, a fila ia aumentando e, segundo Kanade, a loja só abriria às 5h. De acordo com ela, j pegar o copo, pois seriam poucos por loja. O produto foi lançado em 13 de julho.
Quando a loja abre, uma funcionária é vista organizando a fila, dizendo que serão vendidos apenas dois copos por pessoa — e que eles não se desvirariam dessa regra. Um cliente pergunta se terá o suficiente para todos e ela responde que só tem uma caixa, e que não contou quantos copos tinha disponível. “Quando acabar, acabou”, diz. 
A brasileira consegue comprar dois copos, que têm formato de urso e um boné do Starbucks. Nos comentários do vídeo há dúvidas sobre o produto, elogios pela aparência e críticas: “Delírios do consumismo”, diz um comentário com 98 mil curtidas e “caraca, mas é mt falta do q fazer na vida mano”, diz outro mais de 55 mil likes.
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O vídeo original foi replicado em páginas do X, e alguns comentários também criticaram a atitude da influenciadora. “Eu hein .... me poupe... até parece que vou perder meu sono por causa de um copo”, disse um. No entanto, alguns empatizaram com a situação: “Não julgo. Eu por exemplo ficaria horas numa fila de madrugada pra pegar um CD raro da Madonna. Cada um gasta o seu esforço onde melhor convém”. 
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Após a repercussão, a influenciadora postou um vídeo com um áudio de trend e o texto: “Quando você finalmente consegue comprar o copo de urso que esgota em minutos, transforma isso em conteúdo porque esse é o seu trabalho... Mas, de repente está levanto o maior hate da vida por causa de um copo”. Na legenda, ela complementou: “Pelo menos tô monetizando com todo esse hate”.
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Os comentários do pronunciamento também se dividem entre quem apoia a atitude da influenciadora e quem critica a dedicação para conseguir um copo.
Kanade postou outros vídeos na sequência fazendo bebidas dentro do copo temático, em casa. Em um vídeo, ela chega a ir a uma cafeteria do Starbucks e pede para que eles façam uma bebida dentro do copo dela. 
O produto disputado por Kanade é o Pink Bearista Glass Cold Cup, um copo de vidro em formato de urso lançado pela Starbucks em julho nos Estados Unidos e outras lojas pelo mundo como edição limitada. Vendido por US$ 32,95 (cerca de R$ 170 na cotação atual), o item se tornou uma febre entre colecionadores e fãs da marca. 
Segundo a própria Starbucks, a maior parte das unidades se esgotou antes das 7h da manhã no dia do lançamento na América do Norte, impulsionando filas durante a madrugada, vídeos nas redes sociais e anúncios de revenda na internet. A empresa também limitou a compra a dois copos por cliente para conter a alta demanda.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/6lsvJMusJhBOoRvJpt94FgzxsWM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/Y/2/EcfYwQSpCsuqdoJkvsFQ/1.png" medium="image"/>   <media:description>Influenciadora acampa para conseguir copo do Starbucks e é criticada nas redes</media:description>   <media:credit>Reprodução/TikTok</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Sat, 18 Jul 2026 14:32:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Irmãos Gen Z faturam R$ 15 milhões com empresa de remoção de entulho </title>  <atom:subtitle>O negócio que começou na garagem da casa dos pais, hoje soma 25 funcionários, cinco caminhões e projeta faturar R$ 25,4 milhões em 2026</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/ideias-de-negocios/noticia/2026/07/jovens-irmaos-faturam-r-15-milhoes-com-empresa-de-remocao-de-entulho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/ideias-de-negocios/noticia/2026/07/jovens-irmaos-faturam-r-15-milhoes-com-empresa-de-remocao-de-entulho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/buiJvytLYc5xuzkSOMQiw7JHhRE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/R/u/Kc8NHUSsSitKSZSoKHgQ/captura-de-tela-2026-07-14-191833.png" /><br /> ]]>    Em Norwood (EUA), os irmãos Kirk McKinney, de 22 anos, e Jacob McKinney, de 21, transformaram uma descoberta casual em um lixão em uma empresa de remoção de entulho que hoje fatura milhões de dólares por ano: a Junk Teens.
Foi em meados de 2020 que Kirk, andando de bicicleta perto de casa, encontrou um lixão repleto de equipamentos eletrônicos em bom estado, entre eles, um par de caixas de som. "Perguntei ao responsável se eu podia ficar com elas e ele disse que sim. Eu simplesmente não conseguia acreditar", relembra ele ao Business Insider.
Ainda no ensino médio na época, ele passou a visitar o local com frequência para ampliar sua coleção de alto-falantes, até montar um sistema de som tão potente que "fazia a casa inteira tremer" e irritava sua mãe. Pressionado a se desfazer das peças, vendeu seu primeiro rádio por US$ 50 no Facebook Marketplace. "Foi aí que descobri o que era empreendedorismo", diz.
A frequência no lixão também o aproximou dos trabalhadores responsáveis pela remoção de entulho da região. Depois de acompanhar o serviço e aprender o ofício, percebeu que poderia empreender no ramo por conta própria: "Já estava transportando entulho de um lado para o outro. Por que não oferecer esse serviço por conta própria?".
Faltava, porém, um sócio e um veículo. Em 2021, Kirk recrutou o irmão caçula, Jacob, que tocava um pequeno negócio rachando lenha, e os dois investiram as economias em uma Ford F-150 de US$ 4 mil (R$ 20,3 mil). O primeiro trabalho veio por indicação de contatos de Kirk: a retirada de um sofá, concluída em 15 minutos por cerca de US$ 100 (R$ 500). Dali em diante, o boca a boca e publicações em sites como Nextdoor e grupos locais do Facebook trouxeram os primeiros clientes.
Nem tudo, porém, foi tão rápido quanto o primeiro serviço. Uma das primeiras limpezas de casa levou 9 dias. Hoje, segundo os irmãos, o mesmo trabalho levaria meio dia. "Éramos apenas jovens numa caminhonete com sofás pendurados, quase um metro para fora do teto, amarrados com cordas", conta Kirk. Com a experiência, a dupla foi aprimorando precificação, carregamento e triagem dos materiais, um processo que Kirk compara a um "Tetris": "você precisa encaixar tudo perfeitamente no lugar certo".
O ponto de virada veio em 2022, quando reinvestiram a maior parte do faturamento em um caminhão basculante de US$ 80 mil (R$ 407 mil), capaz de carregar oito vezes mais material que a caminhonete. A compra permitiu aceitar mais trabalhos, reduzir viagens ao aterro e contratar ajudantes, e a empresa fechou o ano com US$ 200 mil (R$ 1 milhão) em faturamento.
A expansão seguiu nos anos seguintes: compraram mais um caminhão basculante, alugaram um galpão — já que o espaço na garagem dos pais ficou pequeno para eles — e investiram em marketing pago. Em 2025, o faturamento chegou a US$ 3 milhões (R$ 15,2 milhões); para 2026, a meta é alcançar US$ 5 milhões (R$ 25,4 milhões).
De acordo com os irmãos, o segredo do setor está na rapidez da comunicação: a maioria dos clientes quer o entulho removido no mesmo dia ou no seguinte, e responder rápido costuma definir quem fecha o serviço.
Jacob McKinney e Kirk criaram a Junk Teens após encontrarem eletrônicos descartados nos EUA em 2020
Reprodução / Instagram
Kirk se formou neste ano, enquanto Jacob cursa o terceiro ano do ensino médio. Hoje, a Junk Teens opera além de Norwood, atendendo Cape Cod, a costa norte de Massachusetts e Rhode Island, com 25 colaboradores e cinco caminhões basculantes; e os irmãos planejam expandir por todo o país. A empresa também soma mais de 500 mil seguidores nas redes sociais, o que, segundo eles, ajuda tanto na visibilidade quanto no recrutamento de jovens trabalhadores.
Para Jacob, o essencial para jovens empreendedores é aprender a se comunicar, pedir ajuda e construir relacionamentos: "No fim das contas, negócios são negócios, mas o mundo inteiro é feito de pessoas. Se você quer entrar no mundo dos negócios, acho que primeiro precisa entender esse jogo das pessoas".
Já Kirk defende que é possível começar pequeno, sem esperar pela ideia ou pelo investimento perfeitos, como fez a Junk Teens, que partiu de uma venda até chegar a um negócio milionário: "É preciso atingir um objetivo realista de cada vez, repetidamente, de forma lenta e constante, e isso vai se acumulando. É assim que as maiores coisas são criadas."
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Em Jundiaí, o engenheiro químico Marcelo Alonso, encontrou na união entre a gastronomia e o rock o modelo para criar o Pizza Rock Bar, uma pizzaria temática que atualmente registra um faturamento médio de R$ 50 mil por mês.
A trajetória de Alonso no empreendedorismo começou a partir de um hobby. Há sete anos, ele passou a se interessar pela panificação e pela fermentação natural dentro de casa. Com o retorno positivo de amigos e familiares que provavam as receitas, o engenheiro decidiu estruturar o negócio próprio. Para viabilizar a abertura da pizzaria, o empresário utilizou recursos pessoais obtidos com a venda de um automóvel e o recebimento do décimo terceiro salário para comprar o primeiro forno profissional.
Atualmente, Alonso concilia a operação do restaurante com o cargo de gerente geral em uma fábrica familiar de biscoitos, onde trabalha há 28 anos. A experiência de quase três décadas na indústria alimentícia foi absorvida na gestão do novo negócio, otimizando processos que vão além do balcão.
"Lá eu faço compras também. Me ajudou muito aqui a buscar fornecedores e a diminuir custos", afirma Alonso.
O início da operação, contudo, exigiu adaptações rápidas para alinhar a proposta da casa às demandas reais dos clientes. Alonso relata que o aprendizado prático corrigiu rumos importantes no atendimento e no cardápio.
"Você bate muito a cabeça no começo. Você quer fazer um negócio e o público te leva para outro, e você tem que mudar. Por exemplo, eu vendia cerveja long neck, mas o pessoal chegava aqui e pedia a garrafa de 600 ml", relembra o empreendedor.
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Cardápio autoral e experiência do cliente
A identidade visual e a atmosfera do espaço são pilares da Pizza Rock Bar. A decoração é composta por referências a bandas como The Beatles e Pink Floyd, além de instrumentos musicais espalhados pelas paredes, como violões. O cardápio acompanhou o crescimento do negócio: começou com 11 opções de sabores e hoje conta com 27 pizzas autorais, batizadas com nomes de grupos consagrados do rock mundial.
Entre as opções mais demandadas do menu estão a Dire Straits, versão composta por quatro queijos, e a Yes, que combina muçarela, parmesão, cream cheese e pesto de manjericão.
A operação do salão funciona de quarta-feira a domingo, a partir das 18h30. Para manter a estrutura enxuta e controlar as despesas fixas, Alonso conta com apenas um funcionário fixo, o pizzaiolo, enquanto o restante da equipe atua sob demanda nos dias de abertura.
A estratégia de atração de público inclui apresentações semanais de música ao vivo, com repertório focado em clássicos do rock nacional, como Titãs, Os Paralamas do Sucesso e Legião Urbana. A inserção do entretenimento impacta diretamente o faturamento da pizzaria. Segundo Alonso, a presença de músicos no salão gera um incremento de 20% a 30% no movimento de clientes da noite.
Embora mantenha a rotina dupla entre a indústria química e a gestão do bar, Alonso planeja a transição de carreira para se dedicar exclusivamente à pizzaria no longo prazo. O crescimento consistente do faturamento e a consolidação do ponto comercial mudaram a perspectiva do empresário sobre a atividade.
"É um sonho. Você fala: 'pô, sempre quis ter'. E assim, parece que você acorda e fala: 'nossa, como que eu tenho isso hoje?'. Antes era brincadeira, hoje não. Hoje o negócio é sério", conclui Alonso.
Veja a seguir a reportagem completa, que foi ao ar no programa Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios, da TV Globo:
Como uma pizzaria temática de rock virou negócio de R$ 50 mil por mês
Saiba Mais  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/4HM-QcEUOMTKjndClQs1Z8FOutQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/Q/f/up8GKBRAO9SY5EjXK6lA/imagem-3-.png" medium="image"/>   <media:description>Marcelo Alonso, fundador da Pizza Rock Bar</media:description>   <media:credit>Reprodução/ TV Globo</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Sat, 18 Jul 2026 09:00:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Grupo IN lança Fun2 para transformar alimentação em teatros em negócio de até R$ 3 milhões</title>  <atom:subtitle>Empresa gestora do Teatro Liberdade, em São Paulo, e de outros equipamentos culturais inaugura novo negócio em soft opening neste fim de semana</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/grupo-in-lanca-fun2-para-transformar-alimentacao-em-teatros-em-negocio-de-ate-r-3-milhoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/grupo-in-lanca-fun2-para-transformar-alimentacao-em-teatros-em-negocio-de-ate-r-3-milhoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/9jfdfPu9RC6woXhWtulPqqcvhuk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/v/A/3qIXM5TZG3fAWLBvMIIw/prancheta-2-copiar-2.png" /><br /> ]]>    Depois de transformar a operação de alimentos e bebidas do Teatro Liberdade, em São Paulo, em um negócio que responde por 30% do faturamento da casa, o Grupo IN, empresa brasileira especializada em gestão de empreendimentos culturais e produção de espetáculos, decidiu criar um negócio dedicado exclusivamente a esse mercado. Batizada de Fun2, a nova operação nasce com a meta de elevar a conversão de vendas de alimentos e bebidas de até 32% para pelo menos 45% do público que frequenta o teatro, além de expandir o modelo para outros espaços culturais. A unidade entra em soft opening neste sábado (18/7) e abre para o público geral em 1º de setembro.
Foram investidos cerca de R$ 200 mil no projeto – que podem chegar a R$ 300 mil –, considerando montagem da estrutura, contratação, negociação com fornecedores e desenvolvimento de soluções para padronizar e agilizar o atendimento. Atualmente, o teatro fatura R$ 1,8 milhão com a área de alimentos e bebidas, e a ideia é que a profissionalização com a Fun2 aumente para até R$ 3 milhões em um ano. 
O projeto foi desenhado para ser escalável e chegar a outros espaços culturais, como teatros, cinemas, museus e áreas abertas. Concorrentes também podem contratar a operação. Já estão previstas novas unidades em janeiro de 2027 em dois espaços de espetáculos que estão sendo negociados pelo Grupo IN – um em São Paulo e outro na Região Nordeste. 
De acordo com Manuel Fernandes, CEO do Grupo IN, eles viram a oportunidade de criar a Fun2 para dar conta de atender à demanda de centenas de clientes que passam pelo espaço durante as apresentações, mas com um tempo curto para atendimento – geralmente, 30 minutos antes do início da apresentação e cerca de 15 minutos de intervalo, quando é o caso. Se o cliente enfrenta filas ou demora, a oportunidade de venda se perde, na avaliação do executivo.
Manuel Fernandes, CEO do Grupo IN
Divulgação / Joaquim Araujo
Só o Teatro Liberdade recebe de 50 a 60 títulos por ano, entre shows, peças, musicais e eventos corporativos, sendo que os musicais ocupam até 85% da pauta. As próximas estreias incluem Percy Jackson, ainda neste ano, e, em 2027, Descalços no Parque (com Larissa Manoela), O Violinista no Telhado e The Cher Show. Para Fernandes, esse calendário cria oportunidades para desenvolver produtos exclusivos e ampliar o consumo de alimentos e bebidas.
"No Percy Jackson, por exemplo, estamos pensando em criar alimentos temáticos, como raspadinhas e produtos na cor azul, que remetam ao universo da história. É quase um 'cosplay alimentar'. Hoje, as pessoas não vão ao teatro apenas para assistir ao espetáculo, elas vão pela experiência. Compram uma memória, uma recordação, tiram fotos. Tudo precisa ser instagramável. Criar essa atmosfera para valorizar a experiência também é um dos nossos focos."
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Fernandes afirma que a ideia nasceu da combinação entre sua experiência na hotelaria e os anos administrando espaços culturais. Para ele, enquanto hotéis evoluíram para transformar cada interação com o cliente em uma experiência, teatros ainda tratam alimentação e bebidas como um serviço de apoio, e não como parte do espetáculo.
“A gente quer muito que a experiência de uma pessoa que vai ao teatro seja diferente de simplesmente comprar um ingresso e assistir a uma peça. Não dá para ser um ingresso seco. Tem que ser uma experiência, com atendimento, carinho e excelência desde o momento em que o cliente chega", diz.
Para agilizar o atendimento e atrair mais consumidores, Fernandes fechou parceria com fornecedores acostumados com food service, como Carole Crema, Três Corações, Tia Eliana (salgados) e York Cookies (doces). A ideia é disponibilizar snacks que precisem de pouco preparo no momento da venda, mas que tenham qualidade e criem uma “memória afetiva” no público.
Além disso, serão quatro frentes de estratégias operacionais: 
Venda antecipada digital: a exemplo do que acontece em cinemas, o cliente pode comprar os alimentos e bebidas antes de ir ao teatro, pelo aplicativo do Sympla. O formato já está no ar há cerca de um ano e representa 15% das vendas. A ideia é estimular o uso com a Fun2 para aumentar a participação. 
Autosserviço: a operação vai utilizar sistemas digitais e planeja a instalação de tótens de autoatendimento, em que o cliente faz o pagamento e apenas retira o pedido no balcão.
Serviço na plateia: para reduzir o fluxo e as filas no bar, a Fun2 vai introduzir o atendimento diretamente na plateia com um cardápio reduzido (água, refrigerante e pipoca, por exemplo), atendendo também pessoas com dificuldade de locomoção. Só esse fator deve aumentar as vendas em até 10%, na visão de Fernandes.
Estrutura de pessoal: a equipe é dimensionada para agilidade, contando geralmente com um gerente, um caixa e cerca de seis atendentes, podendo chegar a 11 pessoas no total para cobrir o balcão e o serviço de plateia
Fernandes conta que buscou inspiração em negócios de outros segmentos de hospitalidade, mas também em experiências de teatro internacionais. "Muitas vezes, quando vou aos Estados Unidos, a Nova York, e vou ver um espetáculo, eu quero ver a operação da casa. Acabo estudando muito essa mecânica de venda, porque é ela que traz o resultado. Na Broadway a gente aprende, porque eles vendem tudo ali."
O Grupo IN foi criado em 2014 e reúne três empresas: a Infinitus Brasil Entertainment, especializada na administração e consultoria de equipamentos culturais; a Inalive, dedicada à produção de eventos e projetos — que já presta serviço para concorrentes; e a recém-lançada Fun2. O principal ativo administrado pelo grupo é o Teatro Liberdade, inaugurado em 2019, e que funciona em um prédio de 1954, com capacidade para 900 espectadores.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da PEGN? É só clicar aqui e assinar!  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/9jfdfPu9RC6woXhWtulPqqcvhuk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/v/A/3qIXM5TZG3fAWLBvMIIw/prancheta-2-copiar-2.png" medium="image"/>   <media:description>Teatro Liberdade, em São Paulo</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Sat, 18 Jul 2026 09:00:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Eve e Hitachi anunciam acordo para eletrificar a rota dos 'carros voadores' em São Paulo</title>  <atom:subtitle>Acordo prevê rede de recarga para os eVTOLs que deixa maquinário pesado no solo e sobe apenas dispensador de energia para evitar sobrecarga nos prédios</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/eve-e-hitachi-anunciam-acordo-para-eletrificar-a-rota-dos-carros-voadores-em-sao-paulo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/eve-e-hitachi-anunciam-acordo-para-eletrificar-a-rota-dos-carros-voadores-em-sao-paulo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/rRaTko05TqAufBYiO1BSuBfCSuU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/T/f/W7U8rDROCazCPlTIoHEA/taxi-aereo-eve-embraer.jpg" /><br /> ]]>    Antes de qualquer “carro voador” decolar comercialmente em São Paulo, um problema bem menos futurista do que o desenho das aeronaves elétricas precisa ser resolvido: como levar energia em alta potência, de forma confiável, até o topo de um prédio. Para solucionar esse desafio, a Eve Air Mobility, fabricante controlada pela Embraer, e a multinacional Hitachi Energy anunciam uma aliança estratégica focada no desenvolvimento da infraestrutura de recarga para as aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical (eVTOLs).
O memorando de entendimento anunciado nesta sexta-feira une a expertise de cada uma das empresas mirando a expansão comercial do modal. O foco inicial das operações recai sobre os mercados de São Paulo e Nova York, metrópoles que já concentram as maiores demandas e volumes de operação de mobilidade aérea urbana no mundo.
Pelo acordo, a Hitachi vai adaptar ao eVTOL sua tecnologia de carregamento Grid-eMotion, já usada em outros mercados de eletromobilidade. A promessa é cobrir toda a cadeia — da rede elétrica até o plugue da aeronave — e também avaliar o reaproveitamento de baterias usadas em aviação como sistemas de armazenamento de energia depois do fim de sua vida útil no ar.
— A infraestrutura elétrica é um elemento fundamental para viabilizar operações seguras, eficientes e escaláveis de eVTOL. Não se trata apenas de instalar carregadores, mas de planejar a disponibilidade de potência, os ciclos de recarga, a integração com a rede e a operação em solo — diz Luiz Mauad, vice-presidente de Serviços ao Cliente da Eve.
Diferentemente de um carro elétrico, que pode ficar horas parado carregando, o eVTOL é pensado para emendar diversos voos curtos ao longo do dia, com a meta de reduzir ao mínimo o tempo parado entre um pouso e a decolagem seguinte. Esse giro rápido não é um detalhe técnico: é o que sustenta a conta de operadores como a Revo, empresa de táxi aéreo que já fechou o primeiro pedido firme do mundo por aeronaves da Eve.
Apagões e a resiliência da rede
O otimismo do mercado e a promessa de mais sustentabilidade enfrentam, no entanto, uma realidade bastante conhecida pelos paulistanos: a fragilidade da rede de distribuição de energia, historicamente suscetível a apagões e oscilações durante tempestades de verão. A implantação de vertiportos demandará a conexão de cargas eletrointensivas, e a rede precisa estar imune a essas instabilidades.
Glauco de Freitas, presidente da Hitachi Energy no Brasil, reconhece que, embora o Sistema Interligado Nacional (SIN) seja robusto, a rede no seu estado atual precisará de reforços e inteligência para atender a essa nova demanda sem sobressaltos.
— O sistema elétrico brasileiro hoje é referência mundial: quase 99% do país está conectado, só falta Fernando Noronha. É uma rede extremamente interconectada. Mas, para a demanda que está por vir, ela não está preparada. É uma jornada. A próxima fase da mobilidade aérea urbana será definida pela eficácia com que construímos o ecossistema elétrico correto — projeta o executivo.
Para contornar as limitações de espaço e de engenharia nos topos dos edifícios, todo o maquinário pesado, responsável pela conversão de alta potência e inteligência do sistema, ficará ancorado no nível do solo. Para as coberturas, onde os vertiportos estarão instalados, subirão apenas os dispensadores de energia.
Essa separação física tem como objetivo poupar a estrutura dos prédios de sobrecargas inviáveis e liberar um espaço valioso nos pátios de operação. O modelo centralizado no solo deve otimizar o uso de energia e assegurar o desempenho estável e seguro para as sessões de recarga rápida, exigência técnica inegociável para o negócio.
A Hitachi Energy e a Eve não divulgaram o investimento previsto para a parceria, nem um cronograma detalhado. A Eve soma hoje cerca de 2.700 cartas de intenção de compra pelo mundo, a maioria ainda sem valor de pedido firme, e mira 2028 para certificar sua aeronave de quatro passageiros e iniciar operações comerciais.
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O especialista em dinâmica do mercado de trabalho afirma que a IA tem atuado muito mais como uma ferramenta de assistência ao trabalhador do que como um vetor de substituição de mão de obra.
A análise foi feita durante a 25ª Conferência da Society for the Advancement of Economic Theory (SAET), no Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), no Rio de Janeiro.
"Há alguns poucos exemplos de aumento de desemprego que ganham toda a publicidade, especialmente nas empresas de tecnologia, que envolvem realmente milhares de trabalhadores. Mas se você olhar para o quadro geral da macroeconomia, essas coisas são muito, muito pequenas", diz Pissarides.
"Em áreas tradicionais do mercado de trabalho, como a construção civil, por exemplo, há um aumento na demanda. Há também novos empregos surgindo para aumentar a segurança, manutenção, robótica, equipamentos, segurança, análise de dados de programas, e assim por diante", complementa.
IA vira 'sócia' de empreendedores e está mudando a forma de criar empresas
O economista também refletiu sobre a velocidade com que as habilidades profissionais se tornam obsoletas em um mundo mais tecnológico. Uma pesquisa liderada por ele analisou a probabilidade de um trabalhador precisar de novos treinamentos após oito anos no mesmo cargo. A conclusão é de que quem trabalha diretamente com tecnologia é mais impactado pela urgência de aprendizado contínuo.
Profissões ligadas à educação e ao cuidado humano (como professores e enfermeiros) não registraram nenhuma mudança drástica nas habilidades exigidas após quase uma década.
Desigualdades regional e salarial
Apesar do otimismo macroeconômico em relação ao volume de empregos, Pissarides demonstrou preocupação com a distribuição geográfica e financeira destes ganhos. A IA, segundo ele, tem funcionado como uma força centralizadora de riqueza.
Dados de sua pesquisa apontam que cerca de 60% dos investimentos em IA concentram-se em grandes metrópoles e polos de elite (como o eixo Londres-Oxford-Cambridge, no Reino Unido). Essa hiperconcentração cria uma divisão econômica regional severa, deixando o interior e áreas periféricas à margem do desenvolvimento.
Sobre os os empregos que são mais imunes à automação, como a hotelaria e a enfermagem, o principal problema apontado é a precarização salarial. Segundo Prissarides, como são setores que dependem do contato humano e não registram saltos de produtividade via algoritmos, eles correm o risco de ver seus salários estagnados se não houver intervenção do poder público.
"O maior desafio com esses setores é como garantir que eles sejam bem pagos, dado que eles não conseguem mostrar [ganho de produtividade]. Como um enfermeiro trabalhando em um hospital movimentado pode melhorar sua produtividade? Portanto, eles têm que depender de dinheiro do governo. E se o governo não tiver dinheiro, eles não serão pagos, o que é a coisa mais triste", avalia o Nobel de Economia.
O professor defendeu uma reforma nos sistemas de ensino, criticando a especialização precoce das escolas. Para sobreviver à era da IA, a melhor estratégia não é dominar um código técnico específico, mas sim "aprender a aprender", combinando ciências exatas com uma sólida base em ciências sociais e humanidades.
Teoria econômica
A 25ª Conferência da Society for the Advancement of Economic Theory (SAET) é um encontro internacional dedicado à teoria econômica.
Até sábado (18), outros nomes importantes da área participarão de palestras no IMPA. Além de Pissarides, estarão presentes James Heckman, da Universidade de Chicago, vencedor do Nobel de Economia em 2000 por trabalhos em econometria e avaliação de políticas públicas; e Lars Peter Hansen, professor na mesma instituição, vencedor do Nobel em 2013 pelas contribuições empíricas e teóricas na precificação de ativos financeiros.
Outros nomes de destaque citados na programação são José Scheinkman (Columbia University), Michael Woodford (Columbia University), Andreu Mas-Colell (Universidade Pompeu Fabra), Timothy J. Kehoe (Universidade de Minnesota), Felix Kübler (Universidade de Zurique), Piotr Dworczak (Northwestern University) e M. Ali Khan (Johns Hopkins University).
Na edição deste ano, há uma homenagem especial aos 80 anos do economista brasileiro Aloisio Araujo, pesquisador emérito do IMPA e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). Ele desenvolveu pesquisas nas áreas de equilíbrio geral, macroeconomia, mercados financeiros e economia da informação.
"Eu fico muito feliz de chegar aos 80 anos ao lado de amigos, estudantes e ex-estudantes. O formato presencial do evento permite que pesquisadores se encontrem em diferentes momentos e compartilhem ideias sobre a produção científica. Isso possibilita a discussão direta de artigos que ainda não foram publicados, aproxima o Brasil da fronteira do conhecimento científico atual e diminui a distância geográfica e de acesso às discussões mais recentes", disse Aloisio Araujo.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/_OAaEQAiDXn8TyjxqKb4yEp2Luc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/p/7/zamvWHSY65KVOKMHBD0Q/captura-de-tela-2026-07-17-172702.png" medium="image"/>   <media:description>O vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 2010, Christopher Pissarides</media:description>   <media:credit>IMPA/Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 20:31:34 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>São Paulo e Santa Catarina sofrem 52% do impacto do tarifaço dos EUA</title>  <atom:subtitle>Empresas sediadas nestes estados são as mais afetadas, diz ApexBrasil</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/sao-paulo-e-santa-catarina-sofrem-52percent-do-impacto-do-tarifaco-dos-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/sao-paulo-e-santa-catarina-sofrem-52percent-do-impacto-do-tarifaco-dos-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/q7Bwifv2dAkktRnj06Ugv0TjGTM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/m/Z/yiT81zS023XCIYFnrzTw/apex.webp" /><br /> ]]>    Os estados de São Paulo e Santa Catarina concentram 52% do impacto do mais recente tarifaço anunciado pelos Estados Unidos (EUA) contra o Brasil. Dos US$ 7,4 bilhões em vendas afetadas pelas tarifas de 25%, US$ 3 bilhões têm origem em São Paulo.
O estado economicamente mais forte do país concentra, sozinho, 41,6% do total do valor das exportações afetadas. Isso representa 20% de exportações paulistas aos EUA. Considerando o total das exportações afetadas, Santa Catarina tem uma situação mais crítica, com 68% das exportações aos EUA afetadas.
Os dados são da ApexBrasil, a Agência Brasileira para Promoção de Exportações e Investimentos, ligada ao Ministério de Desenvolvimento, Comércio e Indústria (MDCI). A agência anunciou um plano de R$ 130 milhões para auxiliar essas empresas a diversificarem seus mercados.
O setor madeireiro do Paraná também deve ser muito afetado. Isso porque 30% das importações de madeira dos EUA vem do Brasil. Desse total, 66,7% tem origem no Paraná.
“Isso é ruim para as empresas do Paraná que trabalham com esse setor. Isso é ruim para quem importa madeira nos (EUA). Isso é ruim para a construção civil de lá, para quem vai comprar casa. Ou seja, isso tem impacto na inflação americana”, comentou o presidente o presidente da ApexBrasil Laudemir Müller.
Ontem, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou uma tarifa adicional de 25% em parte dos produtos brasileiros alegando supostas práticas "desleais" no comércio por parte do Brasil.
O governo brasileiro rejeita as justificativas usadas para a taxação. As novas tarifas passam a valer a partir do dia 22 de julho e deve afetar 19,2% do total exportado ao país norte-americano.  
Granito
Além da madeira, os EUA também é um grande importador de granito do Brasil, produto que entrou no tarifaço. Dados da ApexBrasil apontam que 36% do granito importado pelos EUA veem do Brasil. O material é usado na construção civil.
“Não há como, de uma hora para outra, o americano, que tem 30% do seu suprimento de madeira do Brasil para construção, buscar em outro local. Não tem como buscar granito em outro local com essa dependência de 36%”, comentou o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/q7Bwifv2dAkktRnj06Ugv0TjGTM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/m/Z/yiT81zS023XCIYFnrzTw/apex.webp" medium="image"/>   <media:description>Os estados de São Paulo e Santa Catarina concentram 52% do impacto do mais recente tarifaço</media:description>   <media:credit>Fabio Rodrigues/Agência Brasil</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:56:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Apex prevê plano de R$ 130 milhões para diversificar exportações</title>  <atom:subtitle>Medida foi anunciada após tarifaço adicional dos Estados Unidos</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/apex-preve-plano-de-r-130-milhoes-para-diversificar-exportacoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/apex-preve-plano-de-r-130-milhoes-para-diversificar-exportacoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/HloJHAk0B-m0Q66USb5xg0ll_SY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/U/M/R4VAP5Rby8zd1PH1yHaQ/captura-de-tela-2026-07-17-154752.png" /><br /> ]]>    Após o tarifaço adicional dos Estados Unidos (EUA) contra parte das exportações do Brasil, a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (ApexBrasil) anunciou um plano de R$ 130 milhões, a ser lançado em agosto, para diversificar as vendas do Brasil no exterior e reduzir os impactos das tarifas estadunidenses.
Vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), a ApexBrasil informou que o plano será lançado em parceria com 57 setores econômicos do país, nas mais diversas áreas, que reúnem 2,4 mil empresas exportadoras.
“A expansão para outros mercados a gente já faz. O que a gente vai trabalhar agora é a diversificação. É um novo olhar sobre novas oportunidades a partir de um novo cenário do comércio internacional”, explicou, nesta sexta-feira (17), o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, em entrevista coletiva.
O chefe da agência estatal disse que as prioridades são o mercado da União Europeia, até pelo recente acordo com o Mercosul, além dos países que integram a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), como Indonésia, Malásia, Tailândia, Vietnã, entre outros, e que apresentam altas taxas de crescimento.
Países da Ásia Central, como Cazaquistão e Uzbequistão, também estão entre os possíveis novos mercados a serem explorados pelas empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço dos EUA.
“São países de alto crescimento e desenvolvimento, eles têm procurado muito o Brasil para parcerias em investimento e também porque têm uma população que está crescendo a 7% ou 8%, com população jovem, e que demandam, inclusive, produtos que o Brasil tem”, disse.
Tarifaço de Trump
Na quarta-feira (15), o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros alegando supostas práticas "desleais" no comércio por parte do Brasil.
O governo brasileiro rejeita as justificativas usadas para a taxação, alegando que a medida tem motivação política e que Washington exigia abertura total de mercados sem contrapartida. As novas tarifas valem a partir do dia 22 de julho.
Durante as negociações, a lista dos produtos isentos passou de 615 para 699, aumentando o valor isento das tarifas de US$ 20,6 bilhões para US$ 22,8 bilhões do total exportado, considerando os dados de 2025.
O presidente da instituição para exportações brasileiras afirmou que houve, no primeiro semestre do ano, uma redução de cerca de US$ 2,6 bilhões em exportações para os EUA, resultado das tarifas aplicadas anteriormente.
“Mas tivemos um aumento de US$ 3,1 bilhões para a Europa, US$ 2,5 bilhões para a Índia, e US$ 10,5 bilhões para a China, só para citar alguns dos destinos mais importantes”, disse Laudemir Müller.
As negociações do Mercosul com Índia, Japão e Canadá também foram apontadas como oportunidades para diversificar o comércio exterior do Brasil, reduzindo a dependência dos estadunidenses.
Diversificação já começou
O presidente da ApexBrasil ressaltou que esse trabalho de diversificação está em andamento desde as primeiras tarifas impostas pelos EUA, ainda em 2025.
“Isso implica dizer que 72% das 2,4 mil empresas que exportam para os EUA, e que são apoiados pela ApexBrasil, já diversificaram o mercado entre junho de 2025 e maio de 2026. Elas acrescentaram, nesse período, pelo menos um novo destino de suas exportações”, disse.
Ainda segundo Müller, há mercados mais fáceis de serem abertos, e outros em que será preciso realizar um trabalho de médio ou longo prazo.
“Tem outros setores que vão demorar um pouco mais e que talvez seja mais complexo. Muitas vezes a gente precisa, inclusive, criar o mercado em outro país. Nós vamos ter que chegar ao mercado chinês, por exemplo, para dizer ‘olha, existe uma rocha brasileira que tem tal característica e ela pode também servir ao seu mercado’”, explicou.
Brasil é procurado pelo mundo
Apesar das dificuldades, o presidente da Apex Brasil avalia que o país tem se destacado no mundo como um país “amigo, um fornecedor estável”.
“Tanto é que nós tivemos US$ 77 bilhões de entrada de investimentos no ano passado. Fomos o quinto maior recebedor de investimentos do mundo. Os países em desenvolvimento tiveram um crescimento de 2% na atração de investimentos, o Brasil teve um crescimento de 22% na atração de investimentos e é o principal destino já dos investimentos chineses”, concluiu.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/HloJHAk0B-m0Q66USb5xg0ll_SY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/U/M/R4VAP5Rby8zd1PH1yHaQ/captura-de-tela-2026-07-17-154752.png" medium="image"/>   <media:description>Plano será lançado em agosto</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:49:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>'Prévia do PIB': economia brasileira cresce 0,1% em maio, divulga BC</title>  <atom:subtitle>Indústria puxou crescimento, enquanto agropecuária teve resultado negativo</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/previa-do-pib-economia-brasileira-cresce-01percent-em-maio-divulga-bc.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/previa-do-pib-economia-brasileira-cresce-01percent-em-maio-divulga-bc.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/TyLN7wwBHhlZSmKuThVI1bTlzRw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2025/s/z/4zFZCrQfiaPy8gDoB7VA/fabrica.jpg" /><br /> ]]>    O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado como prévia do desempenho do Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 0,1% em maio, em relação ao mês anterior, divulgou o Banco Central (BC) nesta sexta-feira.
O IBC-Br funciona como um termômetro da atividade econômica, e reúne dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária. O índice é ajustado para compensar variações sazonais, como feriados e férias, permitindo uma comparação mais precisa entre os períodos.
O resultado representa um aumento de 0,8 ponto percentual na comparação com maio de 2025, quando índice teve uma queda de 0,7%.
O setor da indústria puxou a oscilação para cima, com uma alta de 0,4%, seguido por serviços (+0,1%). A agropecuária, por outro lado, recuou 1%.
No trimestre encerrado em maio de 2026 ante o trimestre terminado em fevereiro de 2026, o IBC-Br apresentou alta de 0,7%. Nos últimos 12 meses, o indicador avançou 1,4%.
Em 2025, o índice encerrou o ano com uma alta acumulada de 2,45% na série sem ajuste sazonal. Em 2026, fatores como os efeitos da guerra no Irã devem ajudar a desacelerar este crescimento.
O Banco Central estima que o PIB do Brasil deve crescer 2% neste ano. A projeção, que antes era de 1,6%, foi revisada para cima em março. Em relatório, a autoridade monetária cita medidas de estímulo do governo que devem gerar maior demanda na economia.
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Rodrigo Gonçalves Pimentel, advogado com atuação em estruturação societária e sucessão de empresas familiares, começa esse trabalho desfazendo o mal-entendido que trava tudo. "O fundador não falhou se seus filhos escolheram outras profissões. A falha está apenas em não construir o sistema que permita a esses herdeiros serem beneficiários sem a obrigatoriedade de serem funcionários", afirma. A frase carrega a distinção que organiza todo o desenho societário proposto pelo advogado, e que a maioria das famílias nunca formalizou: a diferença entre quem trabalha para o patrimônio e quem recebe o que o patrimônio produz.
Dois papéis que a família costuma confundir
Na estrutura desenhada por Rodrigo Gonçalves Pimentel, o gestor e o beneficiário têm funções, pré-requisitos e lugares diferentes. O gestor toma as decisões diárias, administra pessoas e responde por metas, e, para isso, precisa de competência técnica comprovada, seja ele um familiar ou um executivo contratado. O beneficiário fiscaliza resultados e recebe os lucros, e para isso precisa entender de governança, não de operação. Um ocupa a cadeira de CEO. O outro, o assento de sócio ou conselheiro.
A confusão entre os dois papéis é o que o advogado aponta como origem dos maiores desastres sucessórios. O perigo raramente está no herdeiro que admite não ter vocação; está no que assume o comando por orgulho ou pressão da família, sem preparo para o cargo. Para esse perfil, Rodrigo Gonçalves Pimentel reserva o alerta mais duro do seu repertório: entregar a chave para quem não tem condição de gerir não é um presente, é uma sentença. Um negócio construído em trinta anos, avalia, pode ser desfeito em cinco.
A estrutura que separa afeto de competência
O desenho que evita esse destino combina três peças: holding familiar, conselho de administração e gestão profissional. A holding concentra o controle societário e organiza a sucessão das cotas. O conselho é o lugar do herdeiro, com assento e voto; ele participa das decisões estratégicas, define o rumo do negócio e fiscaliza a diretoria, sem precisar operar a máquina. A execução fica com um CEO cobrado por metas, familiar ou não. A régua de acesso ao comando é única; quem quiser a cadeira executiva passa pela mesma avaliação aplicada a qualquer profissional de mercado.
Esse tipo de estrutura ainda é exceção no Brasil, onde o levantamento de uma consultoria de governança indica que, a cada 100 empresas familiares atendidas, apenas duas têm governança corporativa implantada. Para Rodrigo Gonçalves Pimentel, o dado explica por que tantas sucessões terminam em litígio. Sem regras criadas em vida, a definição de quem manda, quem recebe e quem trabalha é empurrada para o pior fórum possível, o inventário judicial, onde as decisões saem caras, lentas e fora do controle da família.
Quando ninguém quer a operação
Há casos em que nem a profissionalização resolve, porque a família não deseja manter a operação, deseja apenas o patrimônio que ela representa. Para essas situações, o advogado estrutura a conversão dos ativos operacionais em fontes de renda passiva. A indústria vira galpão alugado. A rede de lojas vira franquia. A fazenda vira arrendamento de longo prazo com trava de preço. A propriedade continua da família, o trabalho passa a ser de terceiros, e os herdeiros recebem a renda sem o risco da gestão direta.
A lógica que Rodrigo Gonçalves Pimentel aplica a essas conversões cabe em uma linha: é melhor ser beneficiário de algo que rende do que dono de algo que dá prejuízo. O raciocínio vale especialmente para o dono de pequena e média empresa, que costuma ter quase todo o patrimônio da família concentrado no negócio e que, ao adiar a decisão, aposta o resultado de uma vida na esperança de que a vocação apareça na próxima geração.
O sistema acima do indivíduo
O que une todos esses caminhos é uma mudança na forma de entender o que significa deixar um legado. Na definição do advogado, sucessão não é entregar a chave da empresa, é entregar um sistema que funciona sem o fundador. Testamento divide bens. Estrutura divide poder, lucro e trabalho, e é essa divisão, feita em vida e com regras claras, que determina se o negócio atravessa a troca de geração ou se torna mais uma estatística.
Para o dono de empresa que reconhece a própria história nesse dilema, Rodrigo Gonçalves Pimentel resume a decisão em aberto. Todo fundador escolhe entre ser o último a comandar a sua empresa ou o primeiro gestor da sua dinastia. A primeira opção não exige nada, basta deixar o tempo correr. A segunda exige montar a estrutura enquanto a caneta ainda está na mão de quem construiu.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/sR3vTn3CQ_x3Sxpm3hX614oKPD0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/v/Q/VZyIykQpSqZKdvrjhoHw/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260717145334.png-20260717145339" medium="image"/>   <media:description>Rodrigo Gonçalves Pimentel</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 17:53:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Entregador de delivery viraliza com truque inusitado para fazer cliente buscar o pedido mais rápido</title>  <atom:subtitle>Com mais de 9 milhões de visualizações, o vídeo causou risos, comentários curiosos e apontamentos sobre o comportamento humano em situações simples e cotidianas</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/entregador-de-delivery-viraliza-com-truque-inusitado-para-fazer-cliente-buscar-o-pedido-mais-rapido.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/entregador-de-delivery-viraliza-com-truque-inusitado-para-fazer-cliente-buscar-o-pedido-mais-rapido.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/9xymsrxA2kPbWy3pCP0cptLQTkU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/1/t/2xVL2kQXGYfCMRBE5AbA/influenciador-com-voz-de-mulher.png" /><br /> ]]>    O motoboy e criador de conteúdo Marcelo Siebre, mais conhecido nas redes como Markzitu, voltou a viralizar na internet ao mostrar um truque para que clientes busquem o pedido de delivery mais rapidamente e não o deixe esperando.
Já conhecido por imitar muito bem uma voz feminina, Markzitu utilizou de sua técnica para despertar o interesse de um cliente homem e fazê-lo descer mais rapidamente para receber o pedido feito em uma plataforma de delivery. “Fazendo o cliente descer rápido para pegar a entrega”, diz o texto do vídeo. Na ocasião, o motoboy se aproxima do interfone e utiliza sua voz feminina para anunciar a chegada do pedido: “Olá, eu sou a Amanda, da Fatal Model” diz em meio a risadas.
Fatal Model é um dos maiores sites de anúncio de acompanhantes e de conteúdo adulto. Funciona como um catálogo, onde profissionais assinam uma mensalidade para anunciar seus serviços e contatos. 
Quando o cliente chega no local da entrega e vê que não se passa de um homem entregando o pedido, cai na risada e entra na brincadeira. 
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O vídeo já ultrapassa a marca de 9 milhões de visualizações. Os mais de 11 mil comentários também entram na piada de Markzitu e se sentem até mesmo aliviados com a pegadinha. “O cara desceu em três segundos”, diz um perfil caçoando do cliente. “Se a moda pega…”, comentou outro internauta. 
Diante de muitos risos, comentários e perguntas sobre como o influenciador consegue fazer aquela voz, alguns internautas também apontaram uma potencial falta de respeito com os entregadores, com a demora para retirar o pedido solicitado. 
Além disso, alguns poucos apontaram um problema iminente por trás da piada: como o cliente só foi rápido porque ouviu uma voz de mulher e uma possível garota de programa em sua porta. O comentário apontou, inclusive, uma cultura ainda muito presente de assédio e de machismo. 
Markzitu soma mais de 600 mil seguidores no TikTok e Instagram e já participou de vídeos, programas e parcerias com outros influenciadores por suas piadas e sua técnica em imitar voz feminina.
Leia também:  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/9xymsrxA2kPbWy3pCP0cptLQTkU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/1/t/2xVL2kQXGYfCMRBE5AbA/influenciador-com-voz-de-mulher.png" medium="image"/>   <media:description>Markzitu já viralizou outras vezes por truque com a voz</media:description>   <media:credit>Reprodução/Redes sociais</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 17:43:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que a maioria dos times comerciais no Brasil vende menos do que poderia</title>  <atom:subtitle>João Vitor Souza tem um diagnóstico, e mais de mil empresários já aplicaram.</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/07/por-que-a-maioria-dos-times-comerciais-no-brasil-vende-menos-do-que-poderia-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/07/por-que-a-maioria-dos-times-comerciais-no-brasil-vende-menos-do-que-poderia-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/PJWCm5yNRI6p6bJkqDYtrxSTbX0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/P/W/YVlhlBT6ykK1isF1bl9g/publicador-api-pegn-pulse-brand-100-3c3a1a4d-6ee6-4a3a-8823-a464fc7dd869.jpeg-20260717144024" /><br /> ]]>    A maioria dos donos de negócio acredita que vende pouco porque falta lead, verba de marketing ou visibilidade. João Vitor Souza discorda. Para ele, a maior parte das vendas perdidas no país não escapa por fora da operação, escapa por dentro.
Scripts frágeis, leads sem acompanhamento, ausência de indicadores, equipes sem treinamento contínuo. Esses são, na leitura dele, os verdadeiros ladrões silenciosos de faturamento dentro de pequenas e médias empresas. O diagnóstico não vem da teoria. Vem de mais de 15 anos atuando em vendas, liderança comercial e formação de equipes.
Hoje, Souza é Diretor Comercial e de Marketing da UNIFATECIE, uma das maiores instituições de ensino superior do Brasil, fundador da Agência John e criador da marca O Incrível Vendedor, projeto pelo qual leva conteúdos sobre vendas, liderança e crescimento empresarial a milhares de profissionais em todo o país.
Os números da trajetória ajudam a explicar por que o nome dele circula cada vez mais entre pequenos e médios empresários: mais de mil gestores e vendedores já passaram por suas formações, seus conteúdos digitais somam mais de um milhão de visualizações e as operações comerciais em que atuou movimentaram mais de R$100 milhões em vendas.
Da linha de frente à liderança
A história começou onde inicia a de todo bom vendedor: atendendo cliente, negociando e batendo (ou não) meta. Com o tempo, veio a liderança. E com ela, o interesse por aquilo que o vendedor médio raramente enxerga: gente, processo e indicador.
Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Souza buscou formação executiva com algumas das principais referências do mercado brasileiro. Participou de imersões no VENDE-C, projeto de Flávio Augusto e Caio Carneiro voltado à liderança comercial, e da G4 Educação, uma das maiores escolas de gestão empresarial do país.
Vivência prática, formação acadêmica e capacitação executiva. A soma desenhou a visão que ele defende hoje: operação comercial é engenharia, não sorte.
O nascimento da Agência John
Foi dessa leitura que surgiu a Agência John, um ecossistema de vendas que reúne consultoria, treinamento, mentoria e acompanhamento estratégico. A proposta é simples de enunciar e difícil de executar: ajudar pequenos e médios empresários a enxergarem os gargalos que moram dentro da própria operação e que, quase sempre, passam despercebidos por quem está no comando.
Souza observa um padrão que se repete em empresas de portes muito diferentes. "Muitas acreditam que precisam gerar mais oportunidades, quando na verdade ainda não conseguem aproveitar as que já têm. Antes de buscar mais leads, é preciso entender o que está acontecendo dentro da operação comercial", afirma.
Vendas consistentes vêm de processos consistentes
A filosofia de trabalho dele cabe numa frase, e ele repete com frequência: vendas consistentes são consequência de processos consistentes. Empresas que dependem do talento individual de dois ou três vendedores encontram teto. As que investem em processo, treinamento e gestão constroem operações previsíveis. E previsibilidade é o que permite escalar.
É essa tese que tem levado empresários de segmentos variados a procurar suas palestras, mentorias e programas.
O Incrível Vendedor e a influência digital
Em paralelo à atuação executiva, Souza consolidou presença nas redes sociais como O Incrível Vendedor. Ali traduz conceitos de gestão e performance comercial em ações práticas, do script de abordagem ao ritual de gestão de equipe. A audiência crescente transformou o perfil numa das vozes em ascensão no segmento comercial brasileiro, sobretudo entre pequenos e médios empresários que querem profissionalizar a área de vendas sem depender de fórmulas prontas.
O que separa quem cresce de quem estaciona
Para ele, a resposta é menos glamourosa do que o mercado costuma vender. "As empresas que mais crescem não são necessariamente as que têm o melhor produto ou o maior orçamento. São as que conseguem transformar vendas em processo, acompanhar indicadores e desenvolver pessoas continuamente", afirma.
Unir tecnologia, processo e gestão de pessoas numa operação comercial de verdade não é fácil. É por isso que poucas empresas fazem isso bem. Para Souza, é esse tripé, difícil de montar e mais difícil ainda de manter, que separa quem escala de quem só sobrevive. É nele que apoia sua atuação como executivo, mentor, palestrante e empresário.
Perguntas frequentes
Quem é João Vitor Souza?
João Vitor Souza é Diretor Comercial e de Marketing da UNIFATECIE, fundador da Agência John e criador da marca O Incrível Vendedor. Tem mais de 15 anos de experiência em vendas, liderança comercial e formação de equipes, e já participou da formação de mais de mil empresários, gestores e vendedores no Brasil.
O que é a Agência John?
A Agência John é um ecossistema de vendas fundado por João Vitor Souza que reúne consultoria, treinamento, mentoria e acompanhamento estratégico para empresas que querem estruturar processos comerciais mais eficientes.
Por que times comerciais no Brasil vendem menos do que poderiam, segundo João Vitor Souza?
Scripts frágeis, leads sem acompanhamento, ausência de indicadores e equipes sem treinamento contínuo são, na leitura de Souza, as principais causas de vendas perdidas dentro da própria operação comercial, antes mesmo da falta de leads ou de investimento em marketing.
Sobre João Vitor Souza
Diretor Comercial e de Marketing da UNIFATECIE, fundador da Agência John, palestrante e mentor empresarial. Mais de 15 anos de experiência em vendas, gestão comercial e liderança de equipes, com foco em estruturar operações comerciais eficientes, previsíveis e orientadas a resultado.
Redes
Instagram: @oincrivelvendedoroficial
Instagram: @agenciajohnoficial
LinkedIn: João Vitor Souza  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/PJWCm5yNRI6p6bJkqDYtrxSTbX0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/P/W/YVlhlBT6ykK1isF1bl9g/publicador-api-pegn-pulse-brand-100-3c3a1a4d-6ee6-4a3a-8823-a464fc7dd869.jpeg-20260717144024" medium="image"/>   <media:description>João Vitor Souza tem mais de 15 anos de experiência em vendas, liderança comercial e formação de equipes.</media:description>   <media:credit>Arquivo Pessoal</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 17:40:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quem é o cirurgião responsável pela harmonização facial de MC Daniel</title>  <atom:subtitle>Igor Costa Alves, profissional especializado em harmoniação facial é frequentemente mencionado por celebridades e tem clínicas em São Paulo e Belo Horizonte</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/quem-e-o-cirurgiao-responsavel-pela-harmonizacao-facial-de-mc-daniel.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/quem-e-o-cirurgiao-responsavel-pela-harmonizacao-facial-de-mc-daniel.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/pm4KCP8sVD5j7T44D4v44oxid3c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/e/8/MT56CvTX27JtBK21UaUA/ele-teve-confianca-e-paciencia-pra-chegar-nesse-resultado-onde-ele-seguiu-cada-passo-que-eu-ped.jpg" /><br /> ]]>    O funkeiro MC Daniel utilizou suas redes sociais nesta quinta-feira (16/7) para mostrar o resultado de sua última harmonização facial e surpreendeu a internet com o antes e depois. O procedimento foi assinado pelo cirurgião-dentista Igor Costa Alves, de 36 anos, referência em harmonização facial e presença constante no mundo das celebridades.
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Formado pela Unilavras, em Minas Gerais, Alves se graduou em odontologia em 2014 e se especializou em harmonização facial. Dono da clínica Transformando Faces, em Belo Horizonte e São Paulo, na Cidade Jardim, região nobre da Zona Sul, ele ficou nacionalmente conhecido após a cantora Gretchen publicar o resultado de seu rosto, com tratamentos estéticos feitos pelo profissional, em 2025.
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Alves já atendeu dezenas de celebridades das mais diversas áreas, como a modelo e apresentadora Nicole Bahls, o cantor Naldo Benny, o apresentador Rodrigo Faro e sua esposa Vera Viel, a cantora Joelma, entre outros. Com mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais, o dentista é frequentemente visto em festas de luxo e acompanhado de famosos. Recentemente, compareceu à festa beneficente de Neymar Jr.
Igor Costa Alves é responsável por procedimentos estéticos de diversas celebridades
Reprodução/Redes sociais
Em fevereiro deste ano, o cirurgião e empresário se envolveu em um acidente que resultou na morte de um motociclista, em São Paulo. Na direção de seu carro de luxo, um Tesla Cybertruck, avaliado em R$ 2 milhões, o dentista colidiu com o motociclista na saída do túnel Max Feffer, na Avenida Cidade Jardim, Zona Sul da capital.
De acordo com a polícia e boletim de ocorrência, Alves não estava sob o uso de bebidas alcoólicas ou em alta velocidade. Por meio das câmeras de segurança, o condutor da moto é visto ultrapassando o sinal vermelho, quando o carro do dentista colide e resulta no acidente. 
De acordo com as redes sociais de Alves, o profissional já atendeu mais de 10 mil pacientes e formou mais de 30 mil profissionais.
Leia também:  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/pm4KCP8sVD5j7T44D4v44oxid3c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/e/8/MT56CvTX27JtBK21UaUA/ele-teve-confianca-e-paciencia-pra-chegar-nesse-resultado-onde-ele-seguiu-cada-passo-que-eu-ped.jpg" medium="image"/>   <media:description>Antes e depois de Mc Daniel viralizou nas redes sociais</media:description>   <media:credit>Reprodução / Instagram</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:43:27 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Itaú promove leilão com 98 imóveis em 20 estados e lances a partir de R$ 34,6 mil</title>  <atom:subtitle>Em parceria com a Frazão Leilões, certame reúne casas, apartamentos, terrenos e imóveis comerciais com opções de pagamento à vista e parcelado em diversos lotes</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/itau-promove-leilao-com-98-imoveis-em-20-estados-e-lances-a-partir-de-r-346-mil-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/itau-promove-leilao-com-98-imoveis-em-20-estados-e-lances-a-partir-de-r-346-mil-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/Ogq6lQ6vzajuNMjOMBW64CPyPLI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/u/l/XCJ3fhTYuendMKB4BFAw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717102641.png-20260717102647" /><br /> ]]>    O Banco Itaú, em parceria com a Frazão Leilões, está promovendo um leilão com 98 imóveis distribuídos em 20 estados brasileiros. Os lances já estão abertos e os interessados podem se habilitar até o dia 20 de julho de 2026, às 11h, para participar da disputa online. O portfólio contempla casas, apartamentos, terrenos e imóveis comerciais, oferecendo oportunidades tanto para quem busca a casa própria quanto para investidores em busca de ativos abaixo do valor de mercado.
Os imóveis estão localizados nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. As condições de pagamento variam conforme o lote, incluindo opções à vista com 10% de desconto e, em diversos imóveis, parcelamento com entrada a partir de 20% e saldo em até 78 parcelas, conforme previsto em edital.
Entre as oportunidades está o imóvel de menor valor do leilão: um terreno localizado no loteamento Araruna II, em Timbaúba (PE). O lote possui 542,37 m² de área e recebe lance inicial de R$ 34.600,00. O imóvel pode ser adquirido à vista com 10% de desconto, conforme as condições previstas para o lote.
Já o imóvel de maior valor está localizado no bairro Saguaçu, em Joinville (SC). Trata-se de uma casa construída em um terreno de 925 m², com 237,95 m² de área construída registrados em matrícula e área estimada de 396,70 m² em vistoria realizada no local. O imóvel recebe lance inicial de R$ 1.416.200,00 e pode ser adquirido à vista com 10% de desconto ou por meio das modalidades de parcelamento previstas no edital.
Os interessados podem consultar os editais completos, verificar as características de cada lote e realizar o cadastro diretamente na plataforma da Frazão Leilões para participar do leilão pelo link.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/Ogq6lQ6vzajuNMjOMBW64CPyPLI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/u/l/XCJ3fhTYuendMKB4BFAw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717102641.png-20260717102647" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:27:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tivita entra no mercado de crédito; Nubank se torna banco no México: os destaques da semana</title>  <atom:subtitle>Startup de gestão financeira e administrativa vai antecipar honorários para profissionais de saúde</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/startups/noticia/2026/07/tivita-entra-no-mercado-de-credito-nubank-se-torna-banco-no-mexico-os-destaques-da-semana.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/startups/noticia/2026/07/tivita-entra-no-mercado-de-credito-nubank-se-torna-banco-no-mexico-os-destaques-da-semana.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/cFR-i0ZdQrZI5LfwKwJps9RtNYU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/H/K/hkKEbtTCq3CO7oI3txLQ/claudiofrancoeamiltonpaglia2.jpg" /><br /> ]]>    As fintechs dominaram o noticiário desta semana. Entre os destaques estão a entrada da Tivita no mercado de crédito, com o lançamento da antecipação de honorários para profissionais de saúde, e a autorização recebida pelo Nubank para operar como banco no México. 
Há ainda o novo estudo da PwC Brasil e da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), cujos dados mostram que as fintechs concederam 51% mais crédito em 2025 do que em 2024. 
Também marcou os últimos dias a morte precoce de Mariano Cenamo, fundador do Idesam e CEO da Amaz Aceleradora de Impacto. O empreendedor fazia um trabalho dedicado à região amazônica. 
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Nova frente
A Tivita, startup de gestão financeira e administrativa para clínicas médicas e grupos de saúde, lançou um serviço de antecipação de honorários para profissionais de saúde, integrado ao Tivita Pay. A novidade, anunciada em primeira mão por PEGN, foi viabilizada a partir dos dados gerados pela agente de IA lançada há um ano para automatizar o faturamento de clínicas e hospitais junto às operadoras de saúde, permitindo à empresa desenvolver um modelo próprio de análise de risco. Nos testes iniciais, o tempo de processamento das folhas de pagamento caiu de 10 dias para menos de dois, e a adesão ao serviço de antecipação ficou entre 10% e 15%.
Fundada em 2023 por Claudio Franco, ex-CMO do Wellhub, e Amilton Paglia, ex-CPO do Olist, a Tivita desenvolve soluções para automatizar processos financeiros em instituições de saúde. No último ano, o volume de pagamentos transacionados pela plataforma cresceu de R$ 100 milhões para R$ 1 bilhão, impulsionado pela entrada de clientes maiores e pela agente de IA responsável pelo faturamento com operadoras de saúde. Inicialmente, a operação de antecipação será financiada com recursos próprios, enquanto a startup prepara a captação de um veículo de investimentos no segundo semestre. 
Expansão
O Nubank anunciou que Livia Chanes ampliará sua atuação e assumirá o cargo de CEO para a América Latina, mantendo também a posição de CEO do Nubank Brasil. Os country managers do México e da Colômbia passarão a se reportar diretamente a ela, preservando a autonomia operacional de seus mercados. A mudança ocorre no momento em que a companhia ultrapassa 135 milhões de clientes globalmente e recebe autorização para operar como banco no México. 
De acordo com a fintech, no primeiro trimestre de 2026, a operação mexicana atingiu o break-even e alcançou 15 milhões de clientes, enquanto a colombiana completou cinco anos com mais de 11 trilhões de pesos em depósitos e US$ 130 milhões em investimentos previstos para 2026. 
No Brasil, onde atende mais de 60% da população adulta, o Nubank busca uma forma de obter a licença bancária ainda neste ano. No fim de 2025, o Banco Central proibiu instituições financeiras que não têm autorização para operar como banco de utilizar os termos “banco” ou “bank” em seus nomes empresariais. 
Despedida
Mariano Cenamo, fundador do Idesam e CEO da AMAZ Aceleradora de Impacto, morreu aos 46 anos
Foto: Rodrigo Duarte, Amaz/Divulgação
Mariano Colini Cenamo, fundador do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) e CEO da Amaz Aceleradora de Impacto, morreu na última sexta-feira (10/7), aos 46 anos. A informação foi confirmada pelo instituto, que não divulgou a causa da morte do empreendedor. 
Engenheiro florestal, Cenamo fundou o Idesam em 2004 com o objetivo de promover novas soluções para a conservação da Amazônia, incentivando o uso sustentável dos recursos naturais, o desenvolvimento social e a mitigação das mudanças climáticas. Ao longo de sua trajetória, o instituto impactou mais de 5 mil pessoas e plantou 100 mil árvores na região.
Em 2021, a iniciativa deu origem à AMAZ, com um fundo híbrido de R$ 25 milhões voltado a negócios da região. Segundo a aceleradora, 500 startups foram avaliadas, 52 passaram por aceleração e 29 receberam investimentos, com um portfólio de 16 empresas, entre elas Navegam, ForestFi, Manioca e Vivalá. 
Nos últimos dois anos, Cenamo atuou como embaixador do 100 Startups to Watch, iniciativa de PEGN, contribuindo para ampliar a diversidade na seleção das startups mais inovadoras do Brasil.
Movimentações
Crédito. A sexta edição da Pesquisa Fintechs de Crédito Digital, realizada pela PwC Brasil e pela Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), indicou que as fintechs brasileiras concederam R$ 53,8 bilhões em crédito em 2025, alta de 51% em relação ao ano anterior, marcando o sexto ano consecutivo de crescimento. A base de pessoas físicas ultrapassou 94,9 milhões, enquanto o atendimento a pessoas jurídicas superou 72 mil clientes. O estudo aponta ainda o crédito consignado como principal motor de expansão. O saldo das carteiras dessa modalidade passou de R$ 1,7 bilhão em 2023 para R$ 15,8 bilhões em 2025. 
Expansão. O BR Angels anunciou Eduardo Peixoto como embaixador em Pernambuco, reforçando a estratégia de expansão regional do grupo e a consolidação do Chapter Nordeste, criado em 2025. Com mais de 30 anos de atuação em estratégia, inovação e transformação digital, o ex-CEO do CESAR atuará na aproximação entre investidores e startups do ecossistema pernambucano, fortalecendo conexões e o acesso a capital inteligente. O BR Angels reúne mais de 400 executivos, tem cerca de 30 startups investidas, que somam um valuation aproximado de R$ 2 bilhões, e espera atrair 100 novos membros no Nordeste, parte significativa deles em Pernambuco. 
Lá fora. A Uber anunciou nesta quinta-feira (16/7) um acordo para adquirir a Delivery Hero em uma operação de US$ 14,8 bilhões, ampliando sua plataforma de mobilidade e entregas para 99 mercados. A operação será financiada com caixa e dívida, depende de aprovações regulatórias e da adesão mínima dos acionistas da Delivery Hero, e tem conclusão prevista para o segundo semestre de 2027. Como parte da transação, a gestora SSW Partners ficará com os negócios da Delivery Hero em 14 mercados onde há sobreposição com o Uber Eats, até encontrar novos compradores. A Uber afirma que a combinação ampliará sua oferta de serviços, beneficiando consumidores, comerciantes, entregadores e motoristas, além de quase dobrar o número de mercados onde opera simultaneamente mobilidade e delivery, de 34 para 58. A empresa também se comprometeu a manter a sede da Delivery Hero em Berlim (Alemanha), preservar os empregos na cidade até pelo menos 2029 e investir € 2 bilhões no país nos próximos cinco anos.
M&amp;A
Canopy. A consolidadora de software anunciou a compra da paranaense Maxicon, plataforma de gestão e logística para a cadeia de grãos, marcando sua terceira aquisição e a primeira no setor agro. Fundada em 1999, em Toledo (PR), a Maxicon atende grandes e médias empresas de originação de grãos, soma mais de 7 mil usuários e movimenta R$ 120 bilhões por ano em transações. De acordo com o Pipeline, a Canopy já negocia a sua quarta aquisição – anteriormente, foram compradas as empresas Solus e Topcon – após captar US$ 100 milhões para realizar essas movimentações. 
Núclea. A empresa de infraestrutura tecnológica para o sistema financeiro anunciou a aquisição da Data Rudder, especializada em inteligência e prevenção a crimes financeiros. A operação, que ainda aguarda a aprovação do Banco Central, não teve o valor divulgado. Com a transação, a Núclea pretende ampliar sua atuação em soluções antifraude e de prevenção a lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo (PLDFT), integrando dados e infraestrutura operacional para fortalecer a resposta a incidentes no sistema financeiro. Após a aprovação regulatória, colaboradores e sistemas da Data Rudder serão incorporados gradualmente à Núclea, com foco na continuidade dos negócios e na integração das operações.
Oportunidades​​
Black founders. O Sebrae-SP está com inscrições abertas para o Ginga Ideias, programa gratuito voltado a pessoas negras com ideias de negócios inovadores que ainda estão no início da jornada empreendedora. Com 100 vagas, a iniciativa terá duração de quatro meses e oferecerá trilhas formativas, mentorias, atividades de conexão, suporte individualizado e 12 oficinas temáticas sobre assuntos como ideação, validação de problemas, planejamento pessoal e carreira empreendedora, em formato online e híbrido. Os participantes também passarão a integrar a Rede do Ginga Afrotech Hub, voltada ao fortalecimento de pessoas negras no ecossistema de inovação e tecnologia. As inscrições vão até 27 de julho pelo site.
Residência. O inovabra, ecossistema de inovação do Bradesco, lançou, em parceria com o AKCIT e o Centro de Excelência em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (CEIA/UFG), o Programa de Residência em Inteligência Artificial (PRIA), voltado a startups early stage que desejam ampliar a maturidade tecnológica e aplicar IA de forma estratégica. Com duração de quatro meses, a iniciativa selecionará até 30 startups para participar de seis imersões presenciais com conteúdos técnicos e práticos sobre temas como IA generativa, agentes inteligentes, machine learning, automação, estratégia de produto e escalabilidade, além de oferecer acesso a créditos em plataformas de nuvem, parceiros tecnológicos e benefícios do inovabra. As inscrições estão abertas por meio do formulário online até 24 de julho.
Web Summit Lisboa. A ApexBrasil, em parceria com o Sebrae e com apoio do Serpro e do Ministério das Relações Exteriores, vai selecionar até 100 startups para a missão brasileira ao Web Summit Lisboa 2026, que será realizado de 9 a 13 de novembro, em Portugal. A iniciativa é voltada a startups de base tecnológica com MVP ou produto pronto para comercialização e potencial de expansão para a Europa. Além da participação no evento, as empresas selecionadas terão acesso a capacitações, mentorias, treinamento de pitch e matchmaking com investidores e parceiros estratégicos. Haverá reserva de vagas para empresas do Norte, Nordeste e Distrito Federal, além de negócios liderados por mulheres e pessoas negras. Interessados podem se inscrever até 26 de julho pelo link.
Deeptechs. O Sebrae Startups lançou um diagnóstico nacional para mapear o estágio de desenvolvimento das deeptechs brasileiras e identificar os principais desafios enfrentados por startups de base científica e tecnológica na transformação de pesquisa em inovação de mercado. O levantamento reunirá informações sobre maturidade tecnológica, acesso a capital, infraestrutura científica, regulação, propriedade intelectual, perfil dos fundadores e relacionamento com universidades, com o objetivo de subsidiar programas de apoio, políticas públicas e ações de fortalecimento do ecossistema. Para participar, é preciso responder ao questionário até 27 de julho.
Curtas
Startup recria tecidos e órgãos em laboratório para aposentar os testes em animais
Startup espanhola aposta no envelhecimento da população para crescer no Brasil
Usuários pediam caronas em app de serviços; ele transformou demanda em startup de mobilidade  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/cFR-i0ZdQrZI5LfwKwJps9RtNYU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/H/K/hkKEbtTCq3CO7oI3txLQ/claudiofrancoeamiltonpaglia2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Claudio Franco (CEO) e Amilton Paglia (CPO), os cofundadores da Tivita</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:00:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Com o novo tarifaço nos EUA, empresas brasileiras fazem as contas: qual será o impacto na economia brasileira agora?</title>  <atom:subtitle>Câmara Americana de Comércio para o Brasil vê US$ 11 bi em exportações afetadas, mas especialistas apontam que 62% dos itens embarcados entram na lista de exceções</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/com-o-novo-tarifaco-nos-eua-empresas-brasileiras-fazem-as-contas-qual-sera-o-impacto-na-economia-brasileira-agora.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/com-o-novo-tarifaco-nos-eua-empresas-brasileiras-fazem-as-contas-qual-sera-o-impacto-na-economia-brasileira-agora.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/Mf1GDPnQeFJ61my42q72l3KNI2o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/c/U/rwfK2JQXua5FzpBtHQ8A/gettyimages-2262691792.jpg" /><br /> ]]>    Os Estados Unidos confirmaram as recomendações de seu escritório de comércio exterior à Casa Branca e anunciaram anteontem a decisão de aplicar um novo tarifaço de 25% sobre determinados produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
A medida entrará em vigor no dia 22 deste mês, mas as empresas afetadas e especialistas já estão fazendo as contas de qual será o impacto para a economia brasileira desta vez.
A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) estima que a nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada na noite de quarta-feira pelos Estados Unidos, deve afetar mais de US$ 11 bilhões em exportações da indústria e do agronegócio.
Por outro lado, cálculos do economista João Carmo, da 4Intelligence, e de José Pio Borges, presidente do Conselho Curador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), 62% das exportações brasileiras para os EUA ficaram isentas da taxa.
A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) estima que a nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada na noite de quarta-feira pelos Estados Unidos, deve afetar mais de US$ 11 bilhões em exportações da indústria e do agronegócio.
Por outro lado, cálculos do economista João Carmo, da 4Intelligence, e de José Pio Borges, presidente do Conselho Curador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), 62% das exportações brasileiras para os EUA ficaram isentas da taxa.
Na avaliação da Amcham, além de prejudicar exportadores e produtores brasileiros, a sobretaxa poderá elevar custos para empresas e consumidores americanos, reduzir a competitividade da indústria dos Estados Unidos que utiliza insumos brasileiros e ampliar a dependência de fornecedores asiáticos.
A entidade classificou o tarifaço, que entra em vigor no próximo dia 22, de “um resultado muito negativo” para a relação entre os dois países.
A Amcham afirma ainda que a medida tende a aprofundar a retração do comércio bilateral, que já acumula queda de 13% neste ano, além de comprometer investimentos e limitar a cooperação em áreas estratégicas, como minerais críticos, energia, economia digital e propriedade intelectual.
O presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto, defendeu que os dois governos “mantenham abertos os canais de diálogo” e lembrou que outra investigação em curso do governo americano, sobre suposto uso de trabalho forçado, poderá elevar a tarifa sobre produtos brasileiros a 37,5%.
Ampliação das exceções reduz impacto
Com relação à lista de exceções, Carmo observa que, a princípio, ela abarcava 56,3% da pauta exportadora brasileira para os EUA, considerando o comércio bilateral em 2025. Em valores, ficaram isentos US$ 23,3 bilhões dos US$ 37,7 bilhões vendidos pelo Brasil aos Estados Unidos no ano passado, estima o economista.
— A expectativa ainda é de impacto baixo sobre a balança comercial, mas de impacto importante para alguns setores como máquinas e equipamentos, e agroindústria — ressalta Carmo.
Borges, do Cebri, observa que a ampliação da lista de produtos isentos ajuda a reduzir o impacto do tarifaço:
— Cerca de 62% das exportações ficaram isentas. Se você fizer a conta, os Estados Unidos representam cerca de 12% das exportações brasileiras e 62% ficaram fora do tarifaço. Então, o percentual de exportações brasileiras afetadas é de 4,5%, não chega a 5%. É importante? Sim. Alguns bilhões concentrados em setores. Mas o Brasil tem um comércio exterior de meio trilhão, não é mortal.
Essas isenções, diz Borges, foram resultado, principalmente, da atuação direta das companhias brasileiras que mantêm presença nos EUA:
— Foi menos uma consequência da negociação do Itamaraty e muito mais em função da representação das empresas brasileiras. O governo Trump conversa muito mais com empresas do que com governos.
Alcance de 18% a 31%
A consultoria Buysidebrazil destaca que a tarifa anunciada na noite de quarta-feira não substitui a taxa universal adotada em fevereiro. Além disso, itens como aço, alumínio, cobre, veículos e autopeças continuam sujeitos a alíquotas setoriais.
Considerando isso, a consultoria calcula que somente 31% da pauta de exportações brasileira fique sujeita aos 25%, com uma tarifa ponderada de 24,1%. Em entrevista coletiva ontem, representantes do governo estimaram essa fatia das vendas externas em 18%.
— O impacto não é relevante do ponto de vista macro, do ponto de vista de exportações, atividade e inflação. Mas tem impactos setoriais importantes, principalmente em manufaturados — diz a sócia-fundadora da Buyside, Andrea Damico.
Tarifa efetiva abaixo de 17%
Já o banco americano Goldman Sachs estima que a tarifa efetiva fique em 16,8%. O Brasil terá a maior alíquota sobre as exportações entre os países da América Latina, de acordo com Alberto Ramos, economista-chefe para a região do banco. A tarifa efetiva leva em conta o total de exportações aos EUA, incluindo os produtos isentos.
O cálculo “pressupõe que a tarifa de 12,5% da Seção 301 relacionada ao trabalho forçado, que foi proposta, substituirá a tarifa global de 10% da Seção 122 quando esta expirar”, no fim deste mês.
O Peru é o segundo país mais taxado pelos EUA na América Latina, com tarifa efetiva de 8,5%. Depois vêm México, com 7,2%, e Argentina, com 7,1%.
De acordo com o Goldman Sachs, a sobretaxa de 25% vai impactar 26% dos produtos brasileiros importados pelos EUA, o equivalente a US$ 10,2 bilhões.
CNI vê 26% da pauta prejudicada
Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a taxação Casa Branca agrava um cenário que já vinha pressionando as exportações nacionais e amplia a insegurança para empresas do Brasil e dos Estados Unidos. A entidade ressaltou que, no primeiro semestre, 20 dos 27 estados reduziram suas exportações ao mercado americano, em comparação ao mesmo período de 2025. Segundo a CNI, 26,2% das exportações brasileiras para os EUA serão afetadas.
Em nota, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que, com a sobretaxa, “o cenário tende a piorar, corroendo ainda mais a competitividade da indústria brasileira. Não podemos poupar esforços para reverter essa lógica e retomar a relação que Brasil e Estados Unidos construíram.”
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) não fez estimativas, preferiu adotar um tom político. Em nota, atribuiu ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a responsabilidade pela decisão dos Estados Unidos de impor uma sobretaxa de 25% sobre parte das exportações brasileiras.
No comunicado divulgado ontem, a entidade afirmou que "ruídos diplomáticos desnecessários, críticas personalistas, discursos eleitorais e desalinhamento político com Washington" comprometeram a relação bilateral e contribuíram para a adoção da medida.
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), por sua vez, afirmou que a medida dos EUA cria uma diferença relevante em relação a fornecedores de outros países que disputam os mesmos compradores.
“Entre as possíveis consequências estão a substituição de fornecedores brasileiros, a pressão pela redução de preços e margens e a renegociação de contratos, prazos e condições comerciais”, afirmou a entidade em nota.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/Mf1GDPnQeFJ61my42q72l3KNI2o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/c/U/rwfK2JQXua5FzpBtHQ8A/gettyimages-2262691792.jpg" medium="image"/>   <media:description>Donald Trump, presidente dos Estados Unidos</media:description>   <media:credit>Kevin Dietsch/Getty Images</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:51:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O alívio de quem ficou fora do novo tarifaço dos EUA: veja os setores beneficiados pelas exceções</title>  <atom:subtitle>Com 2.100 itens fora da sobretaxa, empresas contempladas comemoraram enquanto manufaturados já calculam perdas</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/o-alivio-de-quem-ficou-fora-do-novo-tarifaco-dos-eua-veja-os-setores-beneficiados-pelas-excecoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/o-alivio-de-quem-ficou-fora-do-novo-tarifaco-dos-eua-veja-os-setores-beneficiados-pelas-excecoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/Tv-K58zsgaePUTT7aEN944SSWO4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/X/6/sJEWhVQNi6OWTJ6Vrogg/coffee-cup-coffee-beans-table-top-view-love-coffee-brown-coffee-beans-isolated-white-background-hot-coffee-cup-with-coffee-beans.jpg" /><br /> ]]>    O novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros que entra em vigor no próximo dia 22 conta com uma lista de 2.100 exceções. Além de produtos que já tinham ficado de fora da sobretaxa no ano passado, como carne e suco de laranja, itens comuns no cardápio do americano, outros produtos foram excluídos, como café solúvel e mel orgânico.
A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) estima que a nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada na noite de quarta-feira pelos Estados Unidos, deve afetar mais de US$ 11 bilhões em exportações da indústria e do agronegócio.
Por outro lado, cálculos do economista João Carmo, da 4Intelligence, e de José Pio Borges, presidente do Conselho Curador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), 62% das exportações brasileiras para os EUA ficaram isentas da taxa.
O setor produtivo considerou que a ampliação da lista de itens isentos foi resultado da participação em audiências, realizadas no início deste mês em Washington, para apresentação de argumentos se contrapondo à medida proposta pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês).
Segundo o USTR, itens enquadrados na lista de exceções estão em uma das quatro situações: matérias-primas que poderiam levar à escassez de oferta no mercado americano, produtos cuja taxação poderia causar ruptura econômica, que não podem ser cultivados ou produzidos nos EUA em volume suficiente ou preço razoável e aqueles sobre os quais a taxação não colaboraria para eliminar práticas ou políticas brasileiras consideradas passíveis de sanção pela investigação conduzida no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio.
Estratégia de defesa
Um dos setores listados nas exceções é o café. Os grãos verdes —que representam 90% das exportações brasileiras aos EUA — já estavam livres da taxa, mas a versão solúvel da bebida, que soma quase 10% do total exportado ao mercado americano, conseguiu ficar fora da sobretaxa. Os envios anuais do produto aos EUA somam cerca de US$ 220 milhões.
— É um alívio imenso. A tarifa era uma faca apontada para as nossas cabeças. Uma taxa de 25% comprometeria totalmente a exportação para o nosso principal mercado consumidor — afirma Aguinaldo Lima, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).
Junto do México, o Brasil atende quase 60% da demanda americana por café solúvel, exportado para os EUA principalmente na versão a granel. Lá, o produto é embalado por empresas do país, que cuidam da logística aos clientes finais. Um dos argumentos usados para sensibilizar o governo americano foi justamente o possível impacto a essas empresas. Além disso, o café solúvel produzido nos EUA atende apenas 6% da demanda interna.
Neste caso, a defesa do produto junto a autoridades americanas contou com auxílio da National Coffee Association (NCA), entidade que representa o setor de café nos EUA.
O mel orgânico também escapou da tarifa após argumentar nas audiências que os importadores não encontrariam alternativa para o consumo.
— Existe uma demanda enorme lá e não tem de onde comprar, já que o Brasil é o principal fornecedor de mel orgânico do mundo. Mostramos a eles que, com a taxação, haveria um aumento de preço para o consumidor americano, que é um tema sensível ao (Donald) Trump — afirma Renato Azevedo, da Abemel, associação que representa a cadeia exportadora do produto.
As exportações de mel aos EUA somam US$ 75 milhões anuais. Cerca de 90% são compostas de mel orgânico.
Perda de competitividade
Mas, apesar do esforço do setor produtivo, indústrias como calçados, vestuário, máquinas, etanol e parte da indústria de base florestal foram taxadas e já vislumbram perda de competitividade, redução das exportações e riscos para investimentos e empregos.
Em nota, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) disse que medidas dessa natureza “aumentam a insegurança no comércio internacional, reduzem a competitividade das empresas e geram impactos sobre investimentos, produção, emprego e integração das cadeias produtivas”.
Já a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) já calcula queda de 7,1% nas vendas aos EUA no fim do ano. “Trata-se de uma medida que penaliza não apenas os exportadores brasileiros, mas também importadores, marcas, varejistas e consumidores norte-americanos, dada a interdependência produtiva e comercial entre os dois países”, disse o presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira.
A Abimaq, que representa fabricantes de máquinas e equipamentos, diz que a decisão tende a comprometer investimentos, afetar a eficiência das cadeias produtivas instaladas nos dois países, produzindo efeitos que vão além da relação comercial bilateral. Os EUA são o principal destino das exportações do setor, que somaram US$ 3,2 bilhões no ano passado.
No setor de árvores cultivadas, a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) manifestou preocupação com a taxação sobre produtos como celulose solúvel, papéis, painéis de madeira, MDF, MDP e pisos laminados, classificados como segmentos competitivos e integrados às cadeias produtivas dos dois países.
A entidade destacou que as exportações brasileiras aos EUA já vinham perdendo força antes do tarifaço e defendeu o diálogo.
A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) lamentou a decisão e disse que a redução das exportações americanas ao mercado brasileiro decorre da expansão da produção nacional, especialmente de etanol de milho, e não de mudanças na política tarifária do país. A entidade defendeu o avanço das negociações por meio do diálogo e do respeito às regras de comércio internacional.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/Tv-K58zsgaePUTT7aEN944SSWO4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/X/6/sJEWhVQNi6OWTJ6Vrogg/coffee-cup-coffee-beans-table-top-view-love-coffee-brown-coffee-beans-isolated-white-background-hot-coffee-cup-with-coffee-beans.jpg" medium="image"/>   <media:description>Um dos setores listados nas exceções é o café</media:description>   <media:credit>Freepik</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:45:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Férias de julho impulsionam experiências gastronômicas em aeroportos e hotéis</title>  <atom:subtitle>Com alta no fluxo de viajantes, setor de hospitalidade aposta em gastronomia para tornar a jornada mais memorável</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/ferias-de-julho-impulsionam-experiencias-gastronomicas-em-aeroportos-e-hoteis-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/ferias-de-julho-impulsionam-experiencias-gastronomicas-em-aeroportos-e-hoteis-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/LstQimAePUMk11v9T7v89p4dux8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/G/7/vdJWhPQ4Go9LJtfpmGtA/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717093643.png-20260717093649" /><br /> ]]>    As férias de julho prometem movimentar aeroportos, hotéis e destinos turísticos em todo o Brasil. Além do aumento no número de viajantes, a temporada reforça uma tendência que vem ganhando força no setor de hospitalidade: transformar a gastronomia em parte da experiência de viagem.
Segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as companhias aéreas brasileiras disponibilizaram mais de 11 milhões de assentos em cerca de 68,3 mil voos domésticos durante o período de férias, um crescimento de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No mercado internacional, a oferta aumentou 27%, evidenciando o aquecimento do turismo na alta temporada.
Com um público cada vez mais exigente, hotéis, salas VIP e espaços de hospitalidade têm ampliado os investimentos em ativações gastronômicas capazes de transformar momentos de espera ou hospedagem em experiências memoráveis. A alimentação deixa de cumprir apenas uma função operacional e passa a integrar a proposta de valor oferecida aos clientes.
Para a Savor Brasil, empresa especializada em experiências gastronômicas premium em resorts e hotéis, inspiradas na biodiversidade brasileira, esse movimento acompanha uma mudança no comportamento dos consumidores, que valorizam cada vez mais autenticidade, regionalidade e conexão com a cultura local.
"A hospitalidade evoluiu para oferecer experiências completas. Hoje, o viajante busca vivências que representem o destino, e a gastronomia é uma das formas mais genuínas de criar essa conexão. Valorizar ingredientes brasileiros em ambientes como hotéis e aeroportos também é uma maneira de apresentar a cultura do país para visitantes nacionais e internacionais", destaca Camila Minami. CEO da Savor Brasil.
Nos últimos meses, a Savor Brasil tem ampliado sua presença em hotéis, eventos corporativos e salas VIP de aeroportos, levando experiências gastronômicas baseadas em ingredientes típicos da Amazônia, como açaí, cupuaçu e outras frutas brasileiras. A proposta é transformar produtos tradicionalmente conhecidos em apresentações sofisticadas e personalizadas, alinhadas ao perfil de cada espaço e ocasião.
Mais do que acompanhar uma tendência de consumo, iniciativas desse tipo refletem uma mudança na forma como o setor de turismo e hospitalidade entende a jornada do cliente. Da chegada ao aeroporto à hospedagem, cada ponto de contato passou a ser uma oportunidade para gerar conexão, fortalecer a identidade do destino e criar lembranças positivas.
Em um mercado cada vez mais competitivo, investir em experiências sensoriais deixou de ser um diferencial para se tornar uma estratégia de fidelização, posicionamento e valorização da cultura local. Nesse cenário, a gastronomia brasileira desponta como um dos principais ativos para enriquecer a experiência dos viajantes durante a alta temporada.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/LstQimAePUMk11v9T7v89p4dux8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/G/7/vdJWhPQ4Go9LJtfpmGtA/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717093643.png-20260717093649" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:37:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ministro da Fazenda diz que pacote de socorro a empresas deve ser menor neste tarifaço</title>  <atom:subtitle>Estados Unidos anunciaram taxa de 25% sobre produtos brasileiros</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/ministro-da-fazenda-diz-que-pacote-de-socorro-a-empresas-deve-ser-menor-neste-tarifaco.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/ministro-da-fazenda-diz-que-pacote-de-socorro-a-empresas-deve-ser-menor-neste-tarifaco.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/2BdcAoXhHIrggkX_ebeQEs0xB84=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/a/4/HzieIgSPiVYvQLoY8pjA/toms2536.jpg" /><br /> ]]>    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a expectativa é de que o pacote de socorro a empresas afetadas pelo novo tarifaço dos Estados Unidos tende a ser menor do que as iniciativas anteriores.
De acordo com Durigan, o programa, chamado de Brasil Soberano, deve se limitar às linhas de crédito com juros subsidiados, ao contrário do plano lançado em agosto do ano passado, em que houve também diferimento de impostos e facilitação de compras públicas, entre outras medidas. Além disso, o ministro disse o volume deve também ser mais modesto.
No ano passado, o pacote provocava um impacto primário de R$ 9,5 bilhões, sendo que R$ 4,5 bilhões relativos a aporte em fundos garantidores para propiciar o acesso de empresas menores à linha de crédito, que tinha volume de R$ 30 bilhões do Fundo de Garantia a Exportações (FGE). Neste ano, o governo reforçou em mais R$ 15 bilhões.
— A perspectiva é de que tenhamos linhas de financiamento, não mais do que isso, e em um volume menor do que já foi feito no passado, até porque teve mais exceção dessa vez — disse Durigan, em referência aos produtos que ficaram de fora da taxação de 25% anunciada nesta quarta-feira pela Casa Branca.
Durigan enfatizou que as linhas de apoio já foram "testadas" e sinalizou que tudo será calibrado respeitando os compromissos fiscais do país.
— Vamos estender o Plano Brasil Soberano com responsabilidade fiscal, que é o que temos feito desde sempre. O mercado pode ficar tranquilo com isso. As metas, os compromissos fiscais estabelecidos antes de guerra e antes de tarifaço serão cumpridos, apesar da interferência externa.
Segundo Durigan, como o plano ainda está rodando, inclusive, é possível que o reforço já esteja disponível no início de agosto. O tarifaço começa a valer no dia 22 deste mês.
O ministro da Fazenda ponderou, contudo, que é preciso ouvir antes os setores atingidos para calibrar a medida. As reuniões lideradas pelo MDIC devem começar na próxima segunda-feira. Segundo o ministro Elias Rosa, a prioridade do governo agora é atender os setores afetados pela medida considerada "injusta, indevida e ilegal".
— Os setores mais atingidos são basicamente madeira, máquinas, equipamentos elétricos, móveis, mobiliários, produtos cerâmicos, calçados açúcar. Esses setores poderão contar com a ajuda do governo federal de diferentes modos.
Além da nova fase do Brasil Soberano, Elias Rosa disse que o governo vai apoiar os setores a buscar novos mercados.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/2BdcAoXhHIrggkX_ebeQEs0xB84=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/a/4/HzieIgSPiVYvQLoY8pjA/toms2536.jpg" medium="image"/>   <media:description>Dario Durigan, ministro da Fazenda</media:description>   <media:credit>Tomaz Silva/Agência Brasil</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:36:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Indústrias e distribuidoras faturam mais mas lucram menos: agentes de IA prometem reverter a equação</title>  <atom:subtitle>Consultoria paulistana desenvolve "colaboradores digitais" que assumem o back-office de empresas do middle market e projeta aumento médio de 15% na margem de lucro em três meses</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/industrias-e-distribuidoras-faturam-mais-mas-lucram-menos-agentes-de-ia-prometem-reverter-a-equacao-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/industrias-e-distribuidoras-faturam-mais-mas-lucram-menos-agentes-de-ia-prometem-reverter-a-equacao-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/yoaeyaoMQQLZbZlBrZKsULcxJvY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/0/aBTDhwRmu5WVaJuIQvZw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717093529.jpeg-20260717093534" /><br /> ]]>    Uma indústria com R$ 50 milhões de faturamento anual pode ter um ERP moderno, um CRM implementado e mesmo assim manter vinte pessoas dedicadas a controlar pedidos, conferir notas fiscais, acompanhar entregas e alimentar planilhas. O sistema existe, mas o processo ainda depende de gente. E gente custa, erra, tira férias e não trabalha às três da manhã.
Esse paradoxo é o terreno em que a Beyond the Bytes, consultoria de tecnologia sediada em Pinheiros, São Paulo, passou a atuar de forma prioritária. A empresa desenvolve agentes autônomos de inteligência artificial para assumir funções inteiras de back-office em indústrias, distribuidoras e empresas de serviços tradicionais, e projeta um aumento médio de 15% na margem de lucro de seus clientes dentro de três meses de trabalho.
"Essas empresas já investiram em tecnologia. O problema é que a tecnologia que compraram organiza dados, mas não executa processos", afirma Luca Dillenburg, CEO e cofundador da Beyond the Bytes. "Alguém ainda precisa pegar a informação do ERP, cruzar com o pedido, ligar pro fornecedor e atualizar a planilha. Esse alguém é caro, e é exatamente onde os agentes entram."
Os agentes desenvolvidos pela consultoria não funcionam como assistentes que ajudam um colaborador a trabalhar mais rápido. Eles assumem fluxos operacionais completos de ponta a ponta, integrando os sistemas já existentes na empresa e operando de forma contínua, sem interrupção. Na prática, a Beyond the Bytes os descreve como colaboradores digitais: executam tarefas de análise de crédito, faturamento de pedidos, emissão de notas fiscais, compras, controle logístico e rotinas administrativas sem gerar encargos trabalhistas, sem precisar de treinamento recorrente e sem depender de supervisão constante. Também não demandam processo seletivo, equipamentos dedicados, licenças de software individuais nem plano de progressão de carreira, custos indiretos que pesam especialmente em operações com alto turnover.
O impacto direto é sobre a margem. Empresas do middle market com estruturas de back-office pesadas costumam ver boa parte do faturamento consumida por folha e custos operacionais fixos. Ao automatizar essas camadas, a Beyond the Bytes aposta que é possível crescer receita sem crescer estrutura, o que na prática significa mais lucro por real faturado.
Além da automação de processos, a consultoria unifica os dados de CRM, ERP e outros sistemas em um painel centralizado, eliminando decisões tomadas com base em informação fragmentada ou desatualizada. O efeito colateral, segundo a empresa, é igualmente relevante: sócios e diretores que hoje gastam horas no operacional passam a ter visibilidade real do negócio e capacidade de atuar estrategicamente.
"O empreendedor de indústria ou distribuidora não abriu a empresa para aprovar pedido de compra ou resolver problema de entrega", diz Dillenburg. "Mas é isso que ele faz todos os dias, porque sem ele a operação trava. Quando a operação roda sozinha, ele volta a ser o dono do negócio."
O cenário tem contexto. Segundo a Pesquisa de Inovação Semestral do IBGE, realizada em parceria com a ABDI e a UFRJ, o número de empresas industriais brasileiras que utilizam IA saltou 163% entre 2022 e 2024, chegando a 41,9% do setor. Mas o avanço esconde uma contradição: apenas 5% das companhias pesquisadas utilizam tecnologias digitais de forma integrada, e menos de 23% afirmam ter infraestrutura de dados adequada. Ou seja, a maioria adotou ferramentas, mas não reorganizou os processos ao redor delas. Pesquisa da Abiacom aponta que 72% das empresas brasileiras ainda estão nos estágios iniciais ou experimentais de adoção de IA, com baixa maturidade estratégica.
"A empresa comprou o ERP, implantou o CRM, treinou a equipe em ferramentas de IA, e no final do mês ainda tem dez pessoas recebendo pedidos, emitindo nota fiscal, fazendo análise de crédito e alimentando sistema manualmente", diz Luca Dillenburg, CEO da Beyond the Bytes. "O problema nunca foi falta de tecnologia. Foi não redesenhar o processo que a tecnologia deveria substituir."  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/yoaeyaoMQQLZbZlBrZKsULcxJvY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/0/aBTDhwRmu5WVaJuIQvZw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717093529.jpeg-20260717093534" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:35:49 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que financiar um ativo de longo prazo com dívida de curto prazo pode quebrar o caixa da sua empresa? Pedro Daniel Magalhães explica o princípio básico de estrutura de capital</title>  <atom:subtitle>Executivo com atuação em crédito estruturado e gestão corporativa, ele detalha um erro de gestão financeira que se tornou ainda mais perigoso com os juros no patamar mais alto em quase duas décadas.</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/por-que-financiar-um-ativo-de-longo-prazo-com-divida-de-curto-prazo-pode-quebrar-o-caixa-da-sua-empresa-pedro-daniel-magalhaes-explica-o-principio-basico-de-estrutura-de-capital-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/por-que-financiar-um-ativo-de-longo-prazo-com-divida-de-curto-prazo-pode-quebrar-o-caixa-da-sua-empresa-pedro-daniel-magalhaes-explica-o-principio-basico-de-estrutura-de-capital-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/1NfomFamzr13mII_g6pZjlNxJT0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/x/x/9xGzZMSlAiZhtq9mAH1Q/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260717093450.jpeg-20260717093455" /><br /> ]]>    Muitas empresas brasileiras estão sentindo, neste momento, o peso de uma decisão tomada anos atrás: contrair dívida de curto prazo para financiar algo que só ia gerar retorno no longo prazo. É um erro comum, cometido por negócios de todos os tamanhos, e que ficou muito mais caro de carregar desde que os juros voltaram a subir no país.
O princípio esquecido: prazo da dívida precisa casar com prazo do ativo
Um erro recorrente na gestão financeira é buscar crédito rápido para financiar um investimento que só vai se pagar ao longo de vários anos, seja uma máquina, uma expansão de loja ou um novo sistema. Quando o prazo da dívida é mais curto do que o prazo de maturação do ativo financiado, a empresa precisa gerar caixa suficiente para pagar essa dívida antes mesmo de o investimento começar a dar retorno proporcional.
É um dos erros mais recorrentes, e mais subestimados, na gestão financeira de empresas de todos os portes, na avaliação de Pedro Daniel Magalhães, sobretudo entre negócios que crescem rápido e recorrem a crédito de curto prazo simplesmente porque é o que está disponível no momento.
Por que isso importa ainda mais com os juros no patamar atual?
O custo do crédito no Brasil está no maior patamar em quase duas décadas, o que torna qualquer dívida de curto prazo mal estruturada significativamente mais cara de carregar. Muitas empresas contraíram esse tipo de dívida durante o período de juros mais baixos com a intenção de crescer, uma decisão racional na época.
O problema, explica Pedro Magalhães, é que boa parte dessa dívida agora precisa ser rolada a um custo bem mais alto, pressionando o caixa de negócios que não anteciparam essa mudança de cenário. Empresas que só olham para a taxa de juros no momento da contratação, sem considerar como o cenário pode mudar ao longo do prazo do investimento, tendem a ser as mais surpreendidas.
Empresas organizadas ainda encontram crédito melhor
Mesmo em um ambiente de juros elevados e crédito mais restrito, negócios com organização financeira consolidada continuam conseguindo acesso a condições mais competitivas, incluindo alongamento de prazos e troca de dívidas mais caras por linhas mais alinhadas ao fluxo de caixa da operação.
O executivo resume a lição de forma direta: o problema raramente é a quantidade de crédito disponível para uma empresa, mas sim a qualidade da estrutura dessa dívida, ou seja, se prazo, custo e indexador estão de fato alinhados à capacidade de geração de caixa do negócio.
O que aplicar no seu negócio, independentemente do porte
Antes de contratar uma nova linha de crédito, vale perguntar: o prazo dessa dívida é compatível com o tempo que o investimento financiado vai levar para se pagar? Ativos de maturação longa exigem dívida de prazo compatível, e não apenas a linha de crédito mais rápida ou mais fácil de aprovar no momento.
Monitorar indicadores de endividamento com regularidade, e não apenas no momento de renovar uma dívida, é o que permite a qualquer gestor identificar a necessidade de reequilibrar a estrutura de capital antes que ela se torne, de fato, um problema de caixa. É essa disciplina, segundo Pedro Daniel Magalhães, que separa empresas capazes de atravessar ciclos de juros altos sem sobressaltos daquelas que só percebem o descasamento entre dívida e ativo quando já é tarde para corrigir.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/1NfomFamzr13mII_g6pZjlNxJT0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/x/x/9xGzZMSlAiZhtq9mAH1Q/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260717093450.jpeg-20260717093455" medium="image"/>   <media:description>Pedro Daniel Magalhães</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:35:09 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Crescimento das assessorias de investimento aumenta desafio da gestão de comissões e impulsiona profissionalização do setor</title>  <atom:subtitle>Expansão das operações, diversificação de produtos e modelos de remuneração tornam controles financeiros mais complexos e reforçam necessidade de governança nas assessorias</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/crescimento-das-assessorias-de-investimento-aumenta-desafio-da-gestao-de-comissoes-e-impulsiona-profissionalizacao-do-setor-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/crescimento-das-assessorias-de-investimento-aumenta-desafio-da-gestao-de-comissoes-e-impulsiona-profissionalizacao-do-setor-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/o6uSQuVZhEVo56LX7t8DVK4W5iA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/H/o/IcotXmTj60CM8XEPUgvw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717093327.png-20260717093333" /><br /> ]]>    O mercado brasileiro de assessoria de investimentos passa por uma fase de amadurecimento que vai além da expansão da base de investidores. À medida que os escritórios ampliam suas operações, diversificam produtos e adotam modelos mais sofisticados de remuneração, cresce também a necessidade de profissionalizar a gestão financeira e estabelecer processos capazes de garantir transparência, rastreabilidade e segurança operacional.
Um dos reflexos dessa transformação está na administração das comissões pagas aos assessores. Se há poucos anos muitos escritórios conseguiam controlar os repasses por meio de planilhas, hoje a realidade envolve milhares de clientes, diferentes produtos financeiros, múltiplos CNPJs, acordos personalizados com profissionais e regras específicas de remuneração, tornando o processo significativamente mais complexo.
O tema foi debatido durante webinar promovido pela WP Manager, empresa especializada em tecnologia para gestão de assessorias de investimentos, que reuniu executivos do setor para discutir os principais desafios da gestão de comissões e da governança financeira.
Segundo Jaylson Ribeiro, fundador da WP Manager, o crescimento do mercado exige que os escritórios passem a tratar a gestão financeira com o mesmo nível de profissionalismo dedicado ao relacionamento com os clientes.
"A evolução das assessorias tornou inviável administrar uma operação complexa apenas com controles manuais. Hoje um escritório pode trabalhar simultaneamente com milhares de clientes, diferentes produtos financeiros e modelos específicos de remuneração. Quanto maior a operação, maior a necessidade de processos estruturados, rastreabilidade e indicadores confiáveis para apoiar as decisões."
A complexidade vai além do volume de dados. Cada produto financeiro possui regras próprias de remuneração, diferentes parceiros comerciais podem adotar modelos distintos de repasse e muitos escritórios negociam condições específicas para atrair ou reter assessores experientes. Como consequência, o cálculo das comissões passou a exigir um controle muito mais detalhado e auditável.
Essa realidade foi compartilhada durante o webinar por Matheus, gestor da Nelvalor Investimentos. Segundo ele, conforme os escritórios crescem, manter esse controle por meio de planilhas deixa de ser apenas trabalhoso e passa a representar um risco para a operação.
"Quando administramos milhares de clientes e diferentes linhas de receita, qualquer conferência manual se torna extremamente complexa. Não é apenas uma questão de produtividade, mas de garantir que todos os cálculos sejam feitos corretamente e que exista transparência para quem recebe as comissões."
Além da eficiência operacional, a transparência também ganhou importância estratégica na gestão de pessoas. Em um mercado competitivo, no qual escritórios disputam profissionais qualificados, oferecer clareza sobre critérios de remuneração e histórico dos pagamentos tornou-se um diferencial para fortalecer a relação entre gestores e assessores.
"Comissão é um tema sensível porque impacta diretamente quem gera resultado para o escritório. Quando existe visibilidade sobre cada etapa do cálculo, histórico das operações e facilidade para auditoria, as dúvidas diminuem e a confiança aumenta. A governança deixa de ser apenas um requisito administrativo e passa a contribuir para a retenção de talentos", afirma Jaylson Ribeiro.
Outro ponto destacado durante o encontro foi a necessidade crescente de adaptação às mudanças promovidas por corretoras e parceiros do mercado financeiro. Alterações em relatórios, inclusão de novos produtos e mudanças nas regras de remuneração exigem que os escritórios tenham capacidade de atualizar rapidamente seus processos sem comprometer a precisão das informações.
Na avaliação de Jaylson Ribeiro, esse movimento acompanha a própria evolução da indústria de investimentos.
"Os escritórios estão deixando de atuar apenas como distribuidores de produtos para se consolidarem como empresas cada vez mais estruturadas. Isso exige controles financeiros mais robustos, indicadores gerenciais, auditoria e processos capazes de acompanhar o crescimento do negócio. A tecnologia passa a desempenhar um papel estratégico para garantir escalabilidade e sustentabilidade."
A expectativa é que esse processo de profissionalização continue acelerando nos próximos anos. Com operações cada vez mais complexas e investidores mais exigentes, a tendência é que governança financeira, automação de processos e rastreabilidade das informações deixem de ser diferenciais competitivos para se tornarem requisitos básicos para o desenvolvimento sustentável das assessorias de investimento.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/o6uSQuVZhEVo56LX7t8DVK4W5iA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/H/o/IcotXmTj60CM8XEPUgvw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717093327.png-20260717093333" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:33:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tarifaço de Trump ameaça exportações brasileiras e abre nova frente na disputa eleitoral de 2026</title>  <atom:subtitle>Especialista em Direito Tributário e Constitucional analisa os reflexos econômicos e políticos das tarifas norte-americanas sobre o Brasil e avalia os impactos sobre o cenário presidencial</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/tarifaco-de-trump-ameaca-exportacoes-brasileiras-e-abre-nova-frente-na-disputa-eleitoral-de-2026-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/tarifaco-de-trump-ameaca-exportacoes-brasileiras-e-abre-nova-frente-na-disputa-eleitoral-de-2026-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/5UXlczs1IhnSWwgRsWlMAugDJc8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/q/j/DqJPmvQFe7Wu2s8NqFAg/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717093144.png-20260717093150" /><br /> ]]>    A imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros pelo governo de Donald Trump tende a produzir impactos relevantes nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Além de potencialmente ampliar o desequilíbrio da balança comercial bilateral, a medida deverá desencadear reflexos tributários e econômicos significativos no mercado interno, com efeitos que vão do aumento dos custos operacionais das empresas ao risco de elevação da carga suportada pelo consumidor final.
O aumento das barreiras tarifárias reduz a competitividade das exportações nacionais, podendo provocar retração das vendas externas, queda na produção e diminuição da arrecadação de tributos incidentes sobre a atividade econômica. Empresas exportadoras poderão ser levadas a redirecionar sua produção ao mercado doméstico, pressionando margens e exigindo reestruturações fiscais. Caso o governo brasileiro responda com medidas de retaliação ou mecanismos de compensação setorial, o ambiente tributário poderá tornar-se ainda mais complexo, elevando o custo de conformidade e exigindo maior planejamento por parte das empresas.
"A elevação das tarifas norte-americanas transcende a esfera do comércio exterior. Trata-se de um fator de risco para a economia brasileira como um todo, com potenciais reflexos sobre a arrecadação tributária, a competitividade das empresas nacionais, a inflação de custos e o equilíbrio das contas públicas. O desafio do Estado brasileiro será conciliar a proteção da indústria nacional com a preservação da segurança jurídica e da competitividade do sistema tributário", avalia o Dr. Arcênio Rodrigues da Silva, mestre em Direito e especialista em Direito Constitucional, Tributário e Público, sócio sênior do Rodrigues Silva Sociedade de Advogados.
Para além dos impactos diretos no comércio bilateral, a análise do contexto geopolítico revela motivações que vão além da política tarifária convencional. A retórica adotada pelo governo Lula nos fóruns internacionais recentes, ao enfatizar a necessidade de reforma das instituições multilaterais, questionar a hegemonia do dólar e defender novos arranjos comerciais fora do eixo liderado pelos Estados Unidos, tem gerado tensões crescentes com Washington, acentuadas pelo protagonismo brasileiro no BRICS.
"A resposta de Trump deve ser lida mais como sinalização política do que como ação econômica racional. A percepção de que as tarifas têm motivação geopolítica não é apenas intuitiva, mas amparada por elementos factuais. O eleitorado brasileiro mais atento identifica nesse embate uma disputa maior pela reconfiguração da ordem global, na qual o Brasil está tentando se reposicionar com protagonismo. O problema é que esse protagonismo tem um custo, e ele é suportado pelo setor produtivo e pelo contribuinte", observa o advogado.
No plano político interno, o episódio já começa a repercutir sobre o debate eleitoral de 2026. Pesquisa da Atlas Intel registrou elevação da avaliação positiva da política externa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de 49,6% para 60,2%, movimento que especialistas associam à percepção de um embate simbólico entre o governo brasileiro e Donald Trump. O dado indica que a crise tarifária tem sido incorporada à disputa narrativa entre situação e oposição.
A citação de Trump ao ex-presidente Jair Bolsonaro no momento do anúncio das tarifas, bem como a atuação pública de Eduardo Bolsonaro nesse contexto, contribuíram para amplificar a polarização. Setores do governo federal passaram a articular um discurso em que atribuem à família Bolsonaro uma corresponsabilidade simbólica pelas sanções comerciais, estratégia que serve a dois propósitos simultâneos: deslegitimar o adversário político e reforçar a imagem de Lula como defensor da produção nacional e da soberania econômica.
"Em eleições altamente polarizadas, acontecimentos internacionais costumam ser incorporados ao debate doméstico e transformados em instrumentos de mobilização política. O chamado tarifaço de Trump tem todos os ingredientes para se tornar um dos principais temas da disputa de 2026. Mas é importante ressaltar que a eficácia dessa estratégia tem limites estruturais. A popularidade presidencial continua condicionada por fatores internos, como a deterioração das contas públicas, a elevada carga tributária e o baixo crescimento. Sem avanços concretos na agenda interna, qualquer ganho obtido no plano simbólico tende a ser efêmero", pondera Dr. Arcênio.
A questão sobre o impacto junto ao eleitor de centro, segmento decisivo na eleição de 2022, também foi objeto de análise. Ao associar a família Bolsonaro à desordem econômica e à exposição internacional negativa do país, o governo tenta reocupar o espaço do chamado centro nacionalista. A hipótese de influência direta da família Bolsonaro sobre as decisões de política externa americana, contudo, carece de base empírica robusta. O estilo de Trump é marcadamente unilateralista e centrado em seus próprios interesses eleitorais e simbólicos, e suas decisões costumam ser guiadas mais pela repercussão interna do que por lealdades externas.
"O impacto sobre o eleitorado de centro será limitado e dependerá muito mais de como o governo brasileiro conduzirá a agenda econômica e institucional daqui para frente. A narrativa externa pode abrir uma janela, mas não substitui entregas concretas. Em última análise, o Brasil precisa de uma política externa pragmática e não ideologicamente alinhada a blocos específicos, que preserve sua autonomia estratégica e sua capacidade de negociação nos fóruns multilaterais", conclui o advogado.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/5UXlczs1IhnSWwgRsWlMAugDJc8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/q/j/DqJPmvQFe7Wu2s8NqFAg/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717093144.png-20260717093150" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:32:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>A confiança se tornou o maior diferencial do mercado de casamentos</title>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/a-confianca-se-tornou-o-maior-diferencial-do-mercado-de-casamentos-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/a-confianca-se-tornou-o-maior-diferencial-do-mercado-de-casamentos-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/1QmbBohMy7ojOOo_QAACtabdUZs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/q/X/AzlKZgRAmA3yyGWbvHDA/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717093045.jpeg-20260717093049" /><br /> ]]>    Em um cenário onde as promessas se multiplicam, a reputação continua sendo o ativo mais valioso de um mercado que trabalha com momentos únicos.
A internet democratizou o mercado de casamentos. Hoje, qualquer profissional consegue construir uma vitrine bonita nas redes sociais. Mas existe uma diferença que nenhuma estratégia de marketing consegue esconder: a reputação construída quando as câmeras se desligam. Infelizmente, tornou-se cada vez mais comum ouvir relatos de fornecedores que não entregam o serviço contratado, videomakers que desaparecem e profissionais que atrasam ou sequer comparecem ao grande dia.
É justamente na direção oposta dessa realidade que Barbara Ruiva construiu sua trajetória. Há treze anos, ela defende que organizar um casamento não significa apenas cumprir um cronograma, mas proteger uma história que jamais poderá ser vivida novamente.
Movida por projetos desafiadores, dedica-se a celebrações personalizadas e sonhos que exigem criatividade, planejamento e comprometimento absoluto. É no improvável que ela encontra propósito.
À frente do Espaço Della Torre, ao lado do marido há quase duas décadas, preserva os princípios aprendidos na própria família: palavra dada tem valor, assim como presença, responsabilidade e respeito pelo sonho das pessoas. Porque cada casamento é resultado de uma história única. Cada noiva carrega expectativas e emoções que não admitem improvisos.
Toda noiva deseja que esse seja um dos dias mais importantes da sua vida. Como Barbara Ruiva costuma dizer: "Um casamento não pode depender da sorte. Precisa ser conduzido por profissionais que compreendem que, antes de organizar um evento, assumem a responsabilidade por uma história que jamais poderá ser vivida novamente."
Afinal, tendências passam, seguidores mudam, o engajamento oscila, mas ética e reputação permanecem.
Instagram link: https://www.instagram.com/barbararuivaoficial  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/1QmbBohMy7ojOOo_QAACtabdUZs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/q/X/AzlKZgRAmA3yyGWbvHDA/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717093045.jpeg-20260717093049" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:31:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que anfitriões estão automatizando o próprio Airbnb, e recuperando o feriado que vendiam barato</title>  <atom:subtitle>A operação que pedia plantão 24 horas, atender, limpar, precificar, hoje roda sozinha por uma assinatura mensal. O que muda não é só o tempo livre: é o dinheiro que a diária parada deixava na mesa</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/por-que-anfitrioes-estao-automatizando-o-proprio-airbnb-e-recuperando-o-feriado-que-vendiam-barato-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/por-que-anfitrioes-estao-automatizando-o-proprio-airbnb-e-recuperando-o-feriado-que-vendiam-barato-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/IiAPYihJv_9QEkFS1RAYKtFrXdE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/q/D/tIJeOpTrG4bOx9OFXn1A/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717092937.png-20260717092942" /><br /> ]]>    Lucas Rodrigues comprou um apartamento para alugar por temporada e descobriu, na primeira alta temporada, que tinha comprado junto um plantão. O celular apitava às duas da manhã com hóspede perguntando a senha do portão. A faxineira avisava às nove da manhã de um sábado que não ia dar, e o check-in era às três da tarde. No feriado em que o prédio inteiro estava cheio, ele descobriu, depois, que tinha alugado por R$ 390 a diária que o vizinho vendeu por R$ 680.
Foi esse último detalhe que incomodou. O plantão ele sentia todo dia; a diária vendida barata não doeu em lugar nenhum, porque a reserva entrou rápido e a sensação foi boa. O prejuízo estava invisível dentro de um resultado que parecia bom.
Em vez de aceitar que era assim mesmo, começou a automatizar, um pedaço de cada vez, aquilo que fazia à mão. Virou a Pilota Temporada, uma plataforma que tenta resolver um dilema comum a milhares de anfitriões brasileiros: como manter o imóvel rodando com padrão profissional sem virar refém do próprio telefone, e sem deixar dinheiro na mesa toda vez que o calendário aperta.
Um mercado grande, tocado nas horas vagas
O aluguel por temporada deixou de ser um mercado marginal no Brasil. Segundo a segunda edição do estudo Airbnb: Impactos e Benefícios Econômicos no Brasil, feito pela Fundação Getulio Vargas a pedido da própria plataforma, a atividade movimentou mais de R$ 113 bilhões na economia brasileira em 2025, alta de 13% sobre o ano anterior. O estudo estima uma contribuição de quase R$ 63 bilhões ao PIB, mais de 700 mil empregos sustentados e cerca de R$ 9 bilhões em tributos gerados. Só o estado de São Paulo responde por cerca de R$ 34 bilhões desse total.
E continua crescendo: as noites reservadas por viajantes brasileiros subiram mais de 20% no primeiro trimestre de 2026, o terceiro trimestre consecutivo de alta nesse ritmo.
Do outro lado desses bilhões, porém, está gente que não faz disso profissão. Em pesquisa de perfil conduzida pelo próprio Airbnb na Grande São Paulo, quase 70% dos anfitriões que alugam quartos privados dizem que receber hóspedes não é sua ocupação principal, e quase 60% afirmam que disponibilizam o espaço para obter renda extra. É um mercado bilionário tocado, em boa parte, nas horas vagas.
A rotina típica reflete isso. O anfitrião responde mensagem a qualquer hora, porque demorar derruba a posição do anúncio na busca. Combina faxina no grupo de WhatsApp e torce para ninguém cancelar entre um check-out às 11h e um check-in às 15h. Define uma diária em janeiro e a mantém até dezembro, sem perceber o feriado em que o vizinho cobrou o dobro. Controla tudo numa planilha que só ele entende.
A conta que ninguém faz
Todo anfitrião sabe quanto fatura. Quase nenhum sabe quanto deixou de faturar, e é aí que está o número grande.
Volte ao feriado do Lucas. A diferença entre os R$ 390 que ele cobrou e os R$ 680 que o vizinho cobrou é de R$ 290 por noite. Não foi uma noite: era um feriadão emendado, quatro diárias. São R$ 1.160 que existiam, estavam disponíveis, e não entraram, num único fim de semana do ano.
O calendário brasileiro tem uma dúzia de datas com esse comportamento, entre feriados nacionais, estaduais e emendas. Basta acertar duas ou três por ano para que a conta mude de patamar. E do outro lado da mesma moeda está a noite que não vendeu: faltando três dias, aquela diária é um produto perecível. Ou sai hoje por menos, ou vira zero na quinta-feira, enquanto o condomínio, o IPTU e a energia rodam igual.
São dois erros de sinais opostos, e a assimetria entre eles é o que sustenta o problema. O calendário vazio você enxerga: dói toda vez que abre o aplicativo. A noite vendida barata demais ninguém te avisa. Por isso o anfitrião médio passa anos corrigindo o erro que vê e repetindo o que não vê.
Nada disso é falta de capricho. É que revisar o preço de trezentas e sessenta e cinco noites, cruzar com o calendário de feriados, separar feriado forte de feriado fraco e ainda decidir a cada manhã se a noite de amanhã merece desconto não cabe numa cabeça ocupada com outro emprego. Com um imóvel, dá para tocar na base da disciplina. Com três, a planilha ganha.
O que a plataforma faz na prática
A Pilota Temporada centraliza a operação num painel só, com a aposta de que as três tarefas que mais consomem o anfitrião, atender, limpar e precificar, podem rodar sem intervenção.
O calendário sincroniza com Airbnb, Booking e Vrbo, de modo que uma reserva em qualquer canal bloqueia a data nos demais. As mensagens de todos os canais caem num inbox único, onde um agente de inteligência artificial responde o hóspede usando uma base de conhecimento montada a partir do cadastro do próprio imóvel, e chama o anfitrião quando não sabe responder, em vez de inventar. A faxina nasce automaticamente do check-out e entra num rodízio que oferece o serviço para a fila de faxineiras cadastradas, escala para a próxima quando alguém não responde e confirma sozinha. Os preços se ajustam por demanda e por feriado, com o calendário de feriados nacionais e estaduais puxado automaticamente.
Em volta disso ficam as ferramentas de rotina: contratos digitais com assinatura eletrônica, vistoria de entrada e saída com registro fotográfico, guia digital do hóspede, checklists de operação e controle financeiro com relatórios.
Principais funcionalidades
Calendário sincronizado com Airbnb, Booking e Vrbo.
Inbox unificado com agente de IA que responde o hóspede 24h.
Rodízio automático de faxineiras, com escalação e confirmação.
Preços dinâmicos por demanda, fim de semana e feriado.
Guia digital do hóspede com Wi-Fi, acesso e arredores.
Checklists de limpeza e manutenção com link para a equipe.
Controle financeiro com relatórios por imóvel.
Quanto custa
O modelo é de assinatura mensal. O plano único custa R$ 89,70 por mês e inclui três imóveis; cada imóvel adicional sai por R$ 29,90 mensais. Há 15% de desconto no pagamento anual, o que equivale a R$ 914,94 no ano.
A implementação é cobrada à parte, a R$ 250, e é dispensada para quem entra com cinco imóveis ou mais. O teste inicial é de sete dias e não pede cartão de crédito.
Compare com a conta da seção anterior. O feriadão que o Lucas vendeu barato custou R$ 1.160 em uma única data. A assinatura do ano inteiro, com três imóveis inclusos, custa R$ 914,94. Um feriado configurado direito paga o software e ainda sobra, e sobram mais onze no calendário.
A aposta na automação, e no que ela não faz
O argumento central da empresa é que boa parte do que pesava na operação não era hospitalidade, e sim repetição: responder a mesma pergunta sobre o Wi-Fi pela quadragésima vez, ligar para quatro faxineiras até uma confirmar, revisar o preço de trezentas e sessenta e cinco noites. Não se trata de trabalhar mais. Trata-se de tirar da mesa as três tarefas que não deixavam o anfitrião desligar o telefone.
Há um limite explícito nessa aposta, e a empresa faz questão de marcá-lo: a inteligência artificial responde o hóspede, não o cliente. Quando a dúvida é do anfitrião, o atendimento é humano.
Para quem é
O público-alvo vai do proprietário com um único apartamento na praia até quem toca uma carteira de dezenas de unidades. O foco, segundo o fundador, é em quem quer manter o controle direto sobre o próprio patrimônio, e quer que esse controle caiba na agenda.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/IiAPYihJv_9QEkFS1RAYKtFrXdE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/q/D/tIJeOpTrG4bOx9OFXn1A/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260717092937.png-20260717092942" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:29:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Monitoramento contínuo como modelo de eficiência: a EBS – Empresa Brasileira de Saneamento LTDA descreve a lógica por trás do controle de perdas em redes de água</title>  <atom:subtitle>Especializada em controle de perdas para sistemas de abastecimento, a empresa detalha como transformar um problema invisível, como um rompimento de tubulação, em um indicador acompanhado diariamente.</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/monitoramento-continuo-como-modelo-de-eficiencia-a-ebs-empresa-brasileira-de-saneamento-ltda-descreve-a-logica-por-tras-do-controle-de-perdas-em-redes-de-agua-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/monitoramento-continuo-como-modelo-de-eficiencia-a-ebs-empresa-brasileira-de-saneamento-ltda-descreve-a-logica-por-tras-do-controle-de-perdas-em-redes-de-agua-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/QDGhvCofpyGlDgqGpNV_G2sigzc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/o/R/BA7JKLRKaPipSgDAf6jA/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260717092126.jpeg-20260717092131" /><br /> ]]>    Em qualquer operação que dependa de uma rede física extensa, seja de água, energia ou logística, existe sempre uma etapa entre a produção e a entrega final em que parte do resultado se perde no caminho. No setor de saneamento, essa perda tem nome técnico e é acompanhada com rigor: é o volume de água tratada que nunca chega a ser faturado, seja por vazamento na tubulação, erro de medição ou consumo irregular.
Um problema que só existe na planilha depois de ser procurado
Uma tubulação rompida embaixo do asfalto não aparece em nenhum relatório até que alguém vá até o local verificar. Enquanto isso, a água correspondente já foi captada, tratada e bombeada, consumindo recursos reais, sem nunca se converter em receita de faturamento.
A EBS - Empresa Brasileira de Saneamento LTDA trata a antecipação desse tipo de perda como prioridade operacional, e não como um ajuste de rotina: quanto mais tempo um vazamento passa sem ser identificado, maior o volume de água e de energia consumidos sem retorno financeiro correspondente.
Transformar o invisível em dado monitorado diariamente
A diferença entre operações com poucas perdas e operações com muitas raramente está no acesso à tecnologia, já que ferramentas de monitoramento estão disponíveis para qualquer operador do setor. A diferença está na disciplina de transformar um problema fisicamente invisível, como um rompimento subterrâneo, em um indicador acompanhado e tratado todos os dias.
Segundo a EBS - Empresa Brasileira de Saneamento LTDA, sensores de pressão, equipamentos que captam ruído de vazamento na tubulação e inspeções regulares da rede permitem identificar, quase em tempo real, pontos de perda em uma rede de abastecimento, em vez de descobri-los meses depois, em um balanço consolidado.
Um princípio de gestão que vai além do saneamento
A lógica por trás desse tipo de monitoramento tem aplicação que ultrapassa o setor de água: qualquer operação que dependa de um processo contínuo e disperso geograficamente enfrenta o mesmo desafio de identificar perdas que não aparecem de forma óbvia nos relatórios financeiros tradicionais.
O que sustenta a eficiência, nesses casos, não costuma ser um único investimento pontual em tecnologia, mas a constância de acompanhar indicadores com regularidade e agir sobre cada desvio assim que ele é identificado, em vez de tratá-lo como um ajuste a ser revisado em um próximo ciclo de planejamento.
O padrão que sustenta resultado ao longo do tempo
A EBS - Empresa Brasileira de Saneamento LTDA reforça que, na gestão de redes de abastecimento, esse tipo de disciplina não exige necessariamente grandes investimentos iniciais: exige, antes de tudo, rotina de acompanhamento e prioridade dada à correção rápida de cada perda identificada. É esse tipo de constância, mais do que qualquer tecnologia isolada, que costuma explicar por que alguns sistemas de abastecimento sustentam eficiência ao longo dos anos, enquanto outros veem suas perdas crescerem de forma gradual e silenciosa.
Esse tipo de acompanhamento também exige alinhamento entre diferentes equipes dentro da mesma operação: quem monitora os indicadores precisa estar em contato direto com quem executa o reparo em campo, para que a identificação de um ponto de perda se traduza rapidamente em ação corretiva. Quando esse ciclo entre monitoramento e execução se torna lento ou fragmentado, o intervalo entre a origem do problema e sua correção tende a se alongar, ampliando o volume total de perda acumulada ao longo do tempo.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/QDGhvCofpyGlDgqGpNV_G2sigzc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/o/R/BA7JKLRKaPipSgDAf6jA/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260717092126.jpeg-20260717092131" medium="image"/>   <media:description>EBS – Empresa Brasileira de Saneamento LTDA</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:21:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Economia circular ganha impulso com Centrais de Valorização de Resíduos: o modelo da Versa Engenharia Ambiental</title>  <atom:subtitle>Em vez de tratar resíduos apenas como custo a ser eliminado, empresas do setor de saneamento passam a extrair receita de diferentes etapas de um mesmo fluxo de material.</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/economia-circular-ganha-impulso-com-centrais-de-valorizacao-de-residuos-o-modelo-da-versa-engenharia-ambiental-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/economia-circular-ganha-impulso-com-centrais-de-valorizacao-de-residuos-o-modelo-da-versa-engenharia-ambiental-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/pSVfEDEfU3yeHVTYytW-3wdvYBQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/e/i/dhltq0TUeJ9ADpBTa5tQ/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260717090833.jpeg-20260717090838" /><br /> ]]>    Para a maioria dos negócios, resíduo é sinônimo de custo: algo que precisa ser descartado da forma mais barata e segura possível, sem gerar retorno. No setor de saneamento, no entanto, esse raciocínio vem mudando com a adoção de um modelo que trata o resíduo como matéria-prima de diferentes cadeias produtivas, e não apenas como rejeito a ser enterrado.
O que é uma Central de Valorização de Resíduos e por que ela importa?
Uma Central de Valorização de Resíduos, conhecida no setor pela sigla CVR, reúne em um único espaço diferentes processos de triagem, reciclagem, compostagem e, em alguns casos, geração de energia a partir do mesmo fluxo de resíduos que antes seguiria direto para um aterro sanitário. Em vez de tratar cada etapa separadamente, a CVR concentra operações que normalmente estariam fragmentadas entre fornecedores diferentes.
A Versa Engenharia Ambiental atua na implantação e operação desse tipo de estrutura, o que a coloca em um modelo de negócio que vai além da coleta e destinação tradicional de resíduos sólidos. Para qualquer empresa que dependa de gestão de resíduos como parte de sua operação, esse tipo de arquitetura oferece uma lição direta: um mesmo insumo pode alimentar múltiplas fontes de receita, desde que exista estrutura para capturar esse valor.
Diversificação de receita a partir de um mesmo fluxo de material
Um erro comum entre negócios que lidam com resíduos, sejam eles industriais, comerciais ou domiciliares, é enxergar a destinação final como uma etapa única e homogênea. Na prática, um mesmo volume de resíduo pode gerar receita por reciclagem de materiais recuperáveis, energia a partir de fração orgânica e ainda economia com redução do volume enviado a aterros.
A operação de centrais de valorização pela Versa Engenharia Ambiental ilustra como a segmentação cuidadosa de um fluxo de resíduos, em vez de seu tratamento genérico, pode transformar uma linha de custo em múltiplas linhas de receita paralelas, cada uma com sua própria lógica comercial.
Logística integrada como vantagem competitiva
Outro aprendizado relevante do setor de resíduos para outros negócios está na logística. Empresas que conseguem integrar coleta, transporte, transbordo e destinação final em uma cadeia única tendem a operar com custos mais baixos por unidade de material processado do que aquelas que dependem de múltiplos fornecedores terceirizados para cada etapa.
Com atuação também em estações de transbordo, a empresa reúne diferentes elos dessa cadeia logística sob uma mesma operação, o que reduz pontos de atrito entre etapas e melhora o controle sobre prazos e custos ao longo de todo o processo, desde a coleta até a destinação final do material.
O que empreendedores podem aprender com o modelo de CVR?
O modelo de valorização de resíduos oferece um paralelo direto para qualquer negócio que hoje trate subprodutos de sua operação como simples descarte. Antes de eliminar um material ou processo considerado residual, vale perguntar se ele poderia ser segmentado e direcionado para outra cadeia de valor, em vez de tratado como custo fixo inevitável.
Para negócios de diferentes setores, a lógica por trás de uma Central de Valorização de Resíduos, a de extrair o máximo de valor possível de cada etapa de um processo antes de descartá-lo, tende a se tornar cada vez mais relevante à medida que a pressão por eficiência e sustentabilidade aumenta em praticamente todas as cadeias produtivas.
A Versa Engenharia Ambiental, que já estruturou esse tipo de operação integrada, serve de referência prática nesse sentido: gestores que ainda tratam resíduos e subprodutos como uma simples linha de custo a ser minimizada deixam de enxergar uma oportunidade real de diversificação de receita.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/pSVfEDEfU3yeHVTYytW-3wdvYBQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/e/i/dhltq0TUeJ9ADpBTa5tQ/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260717090833.jpeg-20260717090838" medium="image"/>   <media:description>Versa Engenharia Ambiental</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:08:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ela se tornou sócia dos pais e faturou R$ 1,6 milhão ao liderar a digitalização de ateliê de restauro no litoral de SP</title>  <atom:subtitle>Com a virada para o e-commerc, o Arco da Velha Ateliê quase dobrou o faturamento registrado no período em que operava apenas no formato presencial</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/ideias-de-negocios/noticia/2026/07/ela-se-tornou-socia-dos-pais-e-faturou-r-16-milhao-ao-liderar-a-digitalizacao-de-atelie-de-restauro-no-litoral-de-sp.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/ideias-de-negocios/noticia/2026/07/ela-se-tornou-socia-dos-pais-e-faturou-r-16-milhao-ao-liderar-a-digitalizacao-de-atelie-de-restauro-no-litoral-de-sp.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/lKgblp1dykNXHrq5A4goCoVKcDI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/h/V/3E3E7XTCSYE9kAWodDtA/montagem-pegn-9-.png" /><br /> ]]>    Adele Fazioli, publicitária de 50 anos, entrou como sócia na empresa criada por seus pais, Aldo Fazioli, arquiteto e urbanista, e Aidê Fazioli, professora e paisagista. O negócio, que carrega mais de 40 anos de história e está fisicamente localizado no Jardim São Lourenço, em Bertioga, no litoral norte de São Paulo, alcançou em 2025 um faturamento de R$ 1,6 milhão. Para este ano, a estimativa de crescimento é de 17% a 20% com relação ao ano anterior, uma projeção impulsionada, principalmente, pela crescente conscientização do consumidor por produtos sustentáveis e personalizados.
"Eu cresci nesse universo de obras, paisagismo e garimpo de antiguidades", resume Adele a PEGN. Mas, para a publicitária especialista em roteiros e conteúdo digital, trazer o negócio familiar para a internet trouxe também um choque de gerações. Convencer os pais sobre a relevância de criar uma estratégia digital foi um desafio inicial, já que, até então, o universo online não era cogitado para o negócio. O nome Arco da Velha surgiu de um detalhe no logotipo, um desenho em formato de arco, que remete à especialidade da marca em garimpar portas, janelas e portões arqueados.
A virada digital
A transformação do negócio ocorreu com a entrada de Adele como sócia durante a pandemia. Ela iniciou a presença digital pelo Instagram no início de 2020, postando inspirações de decoração com peças de sua própria casa e da casa de seus pais. O sucesso rápido na rede social, onde hoje a marca acumula mais de 76 mil seguidores, levou ao lançamento de um marketplace próprio para atender todo o Brasil.
Hoje, além do marketplace e das redes sociais dinâmicas, a estrutura física em Bertioga chama atenção. O local, que se assemelha a uma pequena vila italiana e pode ser alugado para eventos, feiras e exposições, conta com um depósito de materiais de demolição, três galpões de móveis antigos e restaurados, duas lojas de esquadrias (portas, janelas e grades) e uma marcenaria, totalizando um espaço de 5 mil m². 
O espaço de 5 mil m² foi projetado como uma charmosa vila com casinhas coloridas e detalhes em vitrais
Divulgação
Sobre trabalhar com a família, Adele comenta: "Misturar dá certo". Seu pai, Aldo, atua de forma mais técnica, supervisionando os marceneiros para garantir a qualidade das peças, especialmente pela visão de como serão instaladas em obras. Já sua mãe, Aidê, com seu olhar de garimpeira e paisagista, é responsável por encontrar peças que harmonizam com jardins e projetos de decoração.
À esquerda, a paisagista Aidê Fazioli e o arquiteto Aldo Fazioli, fundadores do Arco da Velha Ateliê. À direita, o interior de um dos galpões em Bertioga (SP)
Divulgação
Antes da digitalização, até 2019, o Arco da Velha Ateliê registrava um faturamento médio de R$ 900 mil anuais. Com a virada para o online e o investimento em processos logísticos, o negócio passou a registrar crescimento médio de 12% a 15% ao ano, alcançando o marco de R$ 1,6 milhão em 2025. Atualmente, o canal digital é o principal motor do negócio, concentrando 90% das vendas totais. No catálogo, as peças restauradas são as grandes favoritas do público, sendo a escolha de 60% dos clientes. A frente de locação responde por cerca de 5% do faturamento, um nicho que atende ensaios fotográficos e gravações de comerciais, novelas e produções de TV.
A equipe é multidisciplinar, envolvendo times de digital, marcenaria, logística e influenciadores. A marca está presente em cinco redes sociais e também vende em marketplaces. Os vídeos que mostram detalhes, contam a história da peça e carrosséis com fotos de inspiração são os formatos com maior conversão de vendas.
Apesar do sucesso, o desafio logístico com peças pesadas permanece, e o tíquete médio é variável, atendendo desde o jovem que busca construir a primeira casa com consciência sustentável até clientes experientes que compram para diversas propriedades.
Planos 
Para o futuro, a marca pretende expandir o canal no YouTube, otimizar a logística e equipar a marcenaria com ferramentas mais ágeis, como tecnologias a laser, para otimizar o tempo de produção. Pelo segundo ano consecutivo na CASACOR São Paulo, mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo, a empresa projeta participar de mais feiras e exposições de antiguidades. 
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Embora Adele receba pedidos para abrir unidades físicas em outras cidades, como Rio de Janeiro (RJ) e Florianópolis (SC), o foco atual é estruturar melhor o espaço e a equipe existentes, tratando a expansão como um sonho a ser construído com cautela. O grande legado que Adele busca consolidar é o propósito da sustentabilidade: transformar a mentalidade de descarte em uma cultura de valorização e transformação de peças, mantendo vivo o caminho iniciado por seus pais.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da PEGN? É só clicar aqui e assinar  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/lKgblp1dykNXHrq5A4goCoVKcDI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/h/V/3E3E7XTCSYE9kAWodDtA/montagem-pegn-9-.png" medium="image"/>   <media:description>Adele Fazioli transformou o ateliê físico da família em um e-commerce que atende todo o país</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:00:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Casal cria barra de proteína sem conservantes e aditivos e fatura mais de R$ 20 milhões</title>  <atom:subtitle>Com nova fábrica, Pinc planeja alcançar receita de R$ 250 milhões nos próximos cinco anos</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/media-e-mais/noticia/2026/07/casal-cria-barra-de-proteina-sem-conservantes-e-aditivos-e-fatura-mais-de-r-20-milhoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/media-e-mais/noticia/2026/07/casal-cria-barra-de-proteina-sem-conservantes-e-aditivos-e-fatura-mais-de-r-20-milhoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/g0SIn1ThqIDuOG-bTej-LvCgmZw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/6/k/qYpvGCRSmuvVHeTZi9bw/eduardo-rech-e-juliana-klein-cofundadores-da-pinc-1-.jpg" /><br /> ]]>    Fundada em 2022, a Pinc, fabricante gaúcha de barras de proteína que utiliza somente ingredientes sem conservantes e aditivos artificiais, alcançou faturamento de R$ 21 milhões no ano passado. Para 2026, Eduardo Rech, cofundador e CEO da Pinc, projeta aumentar a receita para R$ 40 milhões. A meta do negócio é atingir R$ 250 milhões em cinco anos.
Para sustentar o crescimento da produção, a empresa, com sede no município de São Sebastião do Caí, está construindo uma nova planta industrial. Com o triplo do tamanho da atual área de produção (750 metros quadrados), a nova fábrica deve começar a operar no primeiro trimestre de 2027.
Sob o conceito de rótulo limpo, conhecido como clean label, os produtos apresentam poucos ingredientes e miram um consumidor cada vez mais preocupado com a origem do que consome. O nome da companhia é o acrônimo de seus fundamentos. “Poucos Ingredientes, Nada Complicado”, diz o CEO da Pinc.
Engenheiro de produção por formação, Rech conta que a história da Pinc começou a ser traçada em 2020, quando ele e sua mulher, Juliana Klein, identificaram uma lacuna no mercado brasileiro durante uma viagem dela aos Estados Unidos, onde conheceu a rede Whole Foods. Klein, que na época trabalhava na área comercial no mercado de moda, ficou encantada com a disponibilidade de produtos saudáveis e sem aditivos. O casal começou a fazer alguns testes para criar a empresa ainda em 2020, mas a pandemia atrasou o início das operações. O lançamento oficial foi em março de 2022.
A experiência profissional de Rech e Klein foi a simbiose para moldar a empresa. O engenheiro aplicou seu conhecimento técnico para montar a atual fábrica e estruturar os processos produtivos. Com formação em design e especialização em gestão de vendas, Klein assumiu a frente das áreas de marketing e comercial, definindo a identidade visual da marca e utilizando sua experiência anterior com grandes clientes varejistas para abrir canais de distribuição.
Atualmente, Rech é o responsável pela operação e pelas estratégias financeiras, no papel de CEO. Enquanto a cofundadora garante que a Pinc mantenha sua essência estética e sua "máquina de vendas" ativa. "Se você olhar a marca, percebe que tem uma cara mais voltada para o mundo da moda", diz ele, atribuindo essa identidade visual ao talento da parceira, na vida e nos negócios.
O começo do desenvolvimento do produto foi marcado por uma abordagem entusiasta, já que nenhum dos fundadores possuía formação original na área de alimentos. Houve um trabalho prévio de pesquisas de referências internacionais — especialmente de redes como a norte-americana Whole Foods — e testes para moldar o produto. Nessa fase, eles descobriram por conta própria soluções como o uso de tâmaras e de uvas brancas importadas para adoçar (evitando açúcar ou adoçantes artificiais) e a clara de ovo como fonte de proteína (em vez de whey protein), além de pastas de amendoim para dar liga e maciez às barras. Um dos ativos da fórmula das barras é não utilizar aditivos, conservantes e emulsificantes.
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No início, os empreendedores buscaram o auxílio de uma consultoria de alimentos, que ajudou em aspectos técnicos específicos, como a definição das quantidades de proteínas, carboidratos e gorduras para garantir que o produto tivesse equilíbrio na composição. “Eles acabaram nos ajudando a entregar um produto final, mas não entregaram o processo de como fazer. Era muito manual, artesanal. Esse desenvolvimento [industrial] nós fizemos sozinhos”, explica Rech.
Hoje, a Pinc conta com uma equipe interna de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D), com um engenheiro de alimentos responsável, e uma equipe técnica para cuidar de lançamentos de acordo com as regulações da Anvisa. O ingresso no varejo não foi fácil, principalmente devido à necessidade de quebrar a barreira das barras tradicionais, que dominavam o mercado na época.
O executivo diz que o grande sucesso de mercado na mesma época em que a Pinc foi lançada, em 2022, era uma barra que ele classifica como sobremesa, cheia de açúcar e aditivos, e não como uma barra de proteína real. O desafio era vender um produto totalmente natural em um cenário em que barrinhas extremamente doces faziam sucesso.
Para superar essa resistência inicial, a Pinc focou em educar o público sobre a importância dos ingredientes e não apenas sobre a quantidade de proteína. Além disso, a empresa contou com o apoio de nutricionistas, que se transformaram no principal braço de confiança. Rech conta que esses profissionais não indicavam as barras tradicionais, mas passaram a comentar sobre a Pinc por confiarem na composição natural do produto. O cofundador da empresa ressalta que essa rede foi fundamental para o crescimento da marca.
“Hoje são mais de 14 mil nutricionistas cadastrados em todo o Brasil, além de parcerias com influenciadores e presença em eventos do ramo alimentício”, diz Rech.
A fábrica atual, que opera com 70 funcionários e produz cerca de 350 mil barras por mês, ficou pequena para a expansão comercial. Com o recente investimento da Shift Capital em junho, cujo valor está sob sigilo contratual, a Pinc comprou o terreno para focar a operação na nova planta industrial, que terá 2,5 mil metros quadrados. As novas instalações permitirão triplicar as linhas de produção e automatizar os processos.
Além da ampliação das instalações, a Pinc está diversificando seu portfólio. Em junho deste ano, lançou a linha Pinc Crispy, focada em um público emergente: usuários de canetas emagrecedoras (GLP-1), que necessitam de alto aporte proteico e fibras em porções menores. Diferentemente da linha tradicional, a Crispy é composta por três tipos de proteínas: proteína de arroz, proteína de ervilha e clara de ovo. Cada porção de 32 g contém 10 g de proteína, 6 g de fibras e apenas 110 calorias. Com a nova linha, a atual fábrica deve chegar ao máximo da sua capacidade produtiva, algo em torno de 700 mil barras proteicas por mês.
“O alto teor de fibras foi planejado para auxiliar no funcionamento do intestino, que costuma ficar mais lento em pacientes que utilizam canetas emagrecedoras, além de promover maior saciedade", ressalta Rech.
O CEO da Pinc diz que a marca detém entre 2% e 3% de participação de mercado de barras protéicas. O objetivo é alcançar 20% da fatia desse mercado em cinco anos. "O fato de inovar no conceito de clean label em um mundo de barras que sempre foi muito contaminado por ingredientes artificiais faz com que a marca tenha um diferencial. A gente consegue ter uma comunidade muito forte por trás, que faz a gente crescer ano após ano", afirma Rech.
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Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da PEGN? É só clicar aqui e assinar!  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/g0SIn1ThqIDuOG-bTej-LvCgmZw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/6/k/qYpvGCRSmuvVHeTZi9bw/eduardo-rech-e-juliana-klein-cofundadores-da-pinc-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Eduardo Rech e Juliana Klein, cofundadores da Pinc</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:00:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Menos escolas, mais alunos: a estratégia da Wizard by Pearson para crescer 40% em três anos</title>  <atom:subtitle>A rede de ensino de idiomas planeja abrir 108 escolas em 2026, mas apostas incluem ensino digital, em escolas regulares e expansão internacional</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/franquias/noticia/2026/07/menos-escolas-mais-alunos-a-estrategia-da-wizard-by-pearson-para-crescer-40percent-em-tres-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/franquias/noticia/2026/07/menos-escolas-mais-alunos-a-estrategia-da-wizard-by-pearson-para-crescer-40percent-em-tres-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/xO3N62YQcRIL3yFih4BHysT1mBI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/G/B/LAsBvlRwGCOMvbI2Ws7A/anderson-estevao-wizard-by-pearson-1-1-.jpg" /><br /> ]]>    A Wizard by Pearson iniciou 2026 com o maior pipeline de expansão dos últimos cinco anos. A rede, que reúne mais de 400 mil alunos entre o modelo presencial e online, planeja abrir 108 novas unidades ao longo do ano. O objetivo é aumentar a base de alunos em mais de 40% nos próximos três anos com uma estratégia que inclui não apenas a capilaridade das escolas físicas, mas também outros modelos de negócio que vêm crescendo na rede nos últimos anos. 
A expansão ocorre após um período dedicado à reestruturação da rede. Até 2020, a marca contava com 1.258 unidades em operação, contra 1.003 em 2025, segundo dados do ranking das 50 maiores franquias do Brasil, da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Segundo Anderson Estevão, diretor de franquias Latam da Pearson, a queda foi resultado de mudanças estruturais estratégicas, sem impactos negativos na base de alunos. 
"Tínhamos muitas operações dedicadas exclusivamente para Kids. Tomamos a decisão de integrar essas escolas com as unidades principais e não mais contá-las como franquias isoladas. Só isso já representa 150 unidades dessa diferença", diz. De acordo com Estevão, a integração teve como principal objetivo aumentar a rentabilidade das unidades a partir do aproveitamento do espaço físico no período noturno, que tende a não atrair turmas infantis. 
Além disso, para o executivo, a métrica de número de escolas tornou-se menos relevante nos últimos anos diante da diversificação de formatos de negócio. "Não imaginamos mais ter 2 mil escolas, como talvez fosse a imaginação há dez anos, porque não faz sentido. Hoje, você tem outros formatos que conseguem atender alunos em escala muito maior, tornando o negócio mais rentável”, afirma o diretor. 
Atualmente, a rede mantém 28 escolas integralmente dedicadas ao público infantil, enquanto a maioria adota um modelo híbrido que inclui turmas de crianças, jovens e adultos. De acordo com o executivo, crianças e jovens representam 65% do total de alunos da rede, enquanto adultos correspondem a 35%. 
Segundo Estevão, a retomada da expansão em 2026 tem como objetivo garantir a proximidade da marca com o consumidor em regiões estratégicas. Para as novas escolas previstas para este ano, por exemplo, o foco são as regiões Sul e Nordeste. A expectativa da empresa é atrair cerca de 60 novos investidores e, para as demais unidades, crescer com franqueados que já fazem parte da rede. Atualmente, todas as unidades Wizard são franqueadas.
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Novos formatos impulsionam crescimento 
Para acompanhar as mudanças no comportamento dos consumidores desde a pandemia, uma das apostas da Wizard nos últimos anos é o modelo de ensino online, chamado de WizardON. Lançado oficialmente na pandemia, o serviço já representa cerca de 20% do total de alunos da rede. A plataforma oferece aulas síncronas com professor fixo, preservando elementos que a empresa considera essenciais para o aprendizado de idiomas.
Na avaliação de Estevão, o modelo atende principalmente adultos em grandes centros urbanos. "Hoje, o adulto em grandes cidades dificilmente quer ir para a escola física. Procuram uma alternativa que traga os benefícios de uma escola tradicional sem o estresse do deslocamento", aponta o diretor. 
Anderson Estevão, Diretor de Franquias Latam da Pearson
Divulgação
De acordo com o executivo, todos os franqueados podem comercializar aulas no modelo online, mas apenas algumas escolas efetivamente ministram as aulas à distância. O objetivo é garantir que os professores disponham de uma infraestrutura física com controle de ruído na unidade, background adequado, internet de alta velocidade e contingência de conectividade. 
Outra aposta da companhia é o modelo Wizard for Schools. Lançado incialmente em 2020, paralisado pela pandemia e relançado em 2024, o programa oferece terceirização do ensino de idiomas em escolas parceiras. O formato pode incluir apenas conteúdo com acompanhamento pedagógico ou até formação de professores da escola. 
No modelo, os franqueados atuam como gestores locais do programa, mantendo relacionamento direto com diretores de escolas. A franqueadora não impõem limite de escolas ligadas a uma mesma franquia, com a capacidade operacional condicionada à disponibilidade de coordenadores pedagógicos e professores. “Temos regiões em que temos franqueados que atendem 20 escolas, por exemplo”, aponta Estevão. 
Atualmente, o programa atende cerca de 20 mil alunos e deve encerrar 2026 com aproximadamente 80 mil estudantes. A projeção para os próximos três anos é alcançar 150 mil alunos nesse segmento.  
Internacionalização
Além do mercado brasileiro, os planos de expansão da rede incluem o crescimento no mercado internacional, tanto com unidades físicas, quanto com o modelo digital. Por enquanto, a principal operação da Wizard fora do Brasil é o Paraguai. No país, a rede conta com um master-franqueado e soma cinco escolas. Entre cursos presenciais e online, a rede atende aproximadamente 3 mil alunos. 
“Uma surpresa que tivemos no Paraguai foi a velocidade de aceitação do online. Hoje, já temos mais alunos lá estudando no online do que nas escolas físicas. Isso nos dá convicção para o restante do planejamento de expansão para a América Latina”, diz Estevão. 
No momento, a companhia vem testando operações virtuais, com WizardON, no Chile e na Costa Rica. Em pouco mais de seis meses, o piloto acumula cerca de 600 alunos entre os dois países. Segundo o diretor de franquias, o objetivo com os testes é aprender a operar a marca em mercados em que a Wizard ainda não é consolidada.  
“Tem muito países com potencial para ter escolas Wizard aqui na América Latina, mas sabemos que não são todos em que vai valer a pena ter escola física. Então, queríamos ver como se sai um negócio 100% virtual em um país em que não temos operação física, já que, no Brasil e no Paraguai, falar em ‘WizardON’ não é estranho, uma vez que as pessoas conhecem a marca Wizard”, comenta Estevão, que afirma que, até agora, o resultado vem sendo positivo no Chile e na Costa Rica. 
Para os próximos 12 meses, a rede planeja expandir com operações físicas no Chile e explorar oportunidades na Colômbia e México. Nos novos países, a expectativa é dar início a negociações ainda neste ano. 
Por enquanto, o modelo Wizard for Schools ainda não será exportado para o mercado internacional, já que o formato requer adaptações de conteúdo e carga horária conforme regulamentações locais. "Uma vez que conseguirmos estabelecer as operações físicas, esse será um próximo passo", prevê. 
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Quer ter acesso a conteúdos exclusivos de PEGN? É só clicar aqui e assinar!  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/xO3N62YQcRIL3yFih4BHysT1mBI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/G/B/LAsBvlRwGCOMvbI2Ws7A/anderson-estevao-wizard-by-pearson-1-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Unidade da Wizard by Pearson, em São Caetano do Sul (SP)</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:00:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chuvas fortes geram tumulto e briga generalizada em fast-food nos EUA; veja o vídeo</title>  <atom:subtitle>Publicação com mais de 750 mil visualizações mostra confusão, funcionários tentando acionar a polícia e reação inusitada de cliente salvando batatas fritas</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/chuvas-fortes-geram-tumulto-e-briga-generalizada-em-fast-food-nos-eua-veja-o-video.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/chuvas-fortes-geram-tumulto-e-briga-generalizada-em-fast-food-nos-eua-veja-o-video.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/R2N5llK5pBIibsmjaG7hsGxB9Qk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/z/0AfBAGSvCcWV2RKBK6tw/design-sem-nome-10-.png" /><br /> ]]>    Uma forte tempestade de verão no Arizona (EUA) acabou provocando uma confusão generalizada dentro de uma lanchonete In-N-Out Burger na última terça-feira (14/7). Com o restaurante lotado de pessoas que buscavam abrigo por causa da chuva, uma briga começou no meio do salão. Um vídeo publicado no X registrou o momento em que um homem é nocauteado com um único soco, enquanto outros clientes correm para se afastar do tumulto.
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Enquanto parte do público tentava fugir da confusão, curiosos aproveitavam para filmar ou simplesmente observar a cena. Funcionários da lanchonete tentaram intervir para afastar os envolvidos, e alguns deles pareciam ligar para os serviços de emergência. 
Em meio ao caos, houve quem priorizasse a própria refeição: uma jovem pegou seu lanche e se afastou calmamente da briga, cena que rendeu piadas na internet. "Ela não ia deixar as batatas fritas irem para o lixo! Provavelmente esperou 20 minutos por elas", comentou um internauta. No final da gravação, a maioria dos envolvidos deixa o estabelecimento, e alguns clientes começam a retornar para o espaço.
Comentário sobre cliente que "salvou" batatas fritas alcançou 13,9 mil views
Reprodução/X
A violência em um ambiente considerado familiar também deu o que falar: "Vocês estão a três segundos de perder esse In-N-Out", alertou um usuário. Outro questionou a falta de reação dos presentes: "As crianças ficaram presas ali. É inacreditável que as pessoas não tenham pressa para sair e se proteger". Houve também quem lamentasse a frequência de episódios como este: "Não consigo mais levar minha família a lugares públicos por causa desse tipo de coisa", desabafou um internauta.
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A publicação já ultrapassou a marca de 750 mil visualizações, acumulando 8,6 mil curtidas e mais de 1,4 mil comentários. Apesar da repercussão e da curiosidade dos usuários sobre a localização exata do ocorrido, ainda não há informações sobre o que motivou a briga, nem confirmação sobre o endereço da lanchonete, feridos ou prisões.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/R2N5llK5pBIibsmjaG7hsGxB9Qk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/z/0AfBAGSvCcWV2RKBK6tw/design-sem-nome-10-.png" medium="image"/>   <media:description>briga generalizada</media:description>   <media:credit>Reprodução/X</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 21:07:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Exportadores isentos de tarifas de Trump falam em alívio: 'Era uma faca apontada para as nossas cabeças'</title>  <atom:subtitle>Governo dos EUA aplicou taxa de 25% sobre exportações brasileiras, com mais de 2,1 mil exceções</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/exportadores-isentos-de-tarifas-de-trump-falam-em-alivio-era-uma-faca-apontada-para-as-nossas-cabecas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/exportadores-isentos-de-tarifas-de-trump-falam-em-alivio-era-uma-faca-apontada-para-as-nossas-cabecas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/i3lhiL8yxwHkkh1UHj29g_FLrdk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2025/y/y/EGu673S9i7iXt2HmVyxw/gettyimages-2226494986.jpg" /><br /> ]]>    Exportadores brasileiros que seriam afetados pela nova tarifa de 25% do governo de Donald Trump, mas que acabaram isentos da taxação americana, se dizem aliviados após a divulgação da lista final de mais de 2.100 exceções do tarifaço. 
Um dos principais setores é o do café. Os grãos verdes — que representam 90% das exportações brasileiras aos EUA — já estavam livres da taxa, mas a versão solúvel da bebida, ue soma quase 10% do total exportado ao mercado americano, poderia ser tarifada, mas acabou sendo incluída na lista de exceções. Anualmente, os envios anuais do produto aos Estados Unidos somam cerca de US$ 220 milhões.
— É um alívio imenso. A tarifa era uma faca apontada para as nossas cabeças. Uma taxa de 25% comprometeria totalmente a exportação para o nosso principal mercado consumidor — comemora Aguinaldo Lima, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).
Junto do México, o Brasil atende quase 60% da demanda americana por café solúvel, que é exportado para os EUA principalmente na versão a granel. Lá, o produto é embalado por empresas do país, que cuidam também da logística aos clientes finais. Possíveis impactos a essas empresas foi um dos argumentos dos exportadores brasileiros para sensibilizar o governo dos EUA. 
Indústria brasileira manifesta preocupação com novo tarifaço e prevê risco a competitividade
Lima ainda observa que o café solúvel produzido em solo americano só supre 6% da demanda interna. O processamento dos grãos na versão solúvel por fábricas americanas também não seria viável, na visão do executivo. Isso porque a instalação de uma fábrica com escala viável leva cerca de cinco anos, e depende de grandes investimentos. Para que 1 kg de café solúvel seja produzido, são necessários 2,6 kg de matéria-prima.  
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— Há uma dependência enorme do produto brasileiro. Demonstramos tudo isso nas audiências públicas e nos documentos para mostrar que isso geraria custo para as empresas americanas, que fazem toda a distribuição e logística. Seriam negócios americanos e empregos americanos que seriam impactados, e isso geraria inflação — diz o diretor da Abics. 
O trabalho de convencimento das autoridades americanas não foi apenas da associação, mas também da National Coffee Association (NCA), entidade que representa o setor do café nos EUA, e também de clientes importantes do café brasileiro, como marcas como a Nestlé, que defenderam o produto.   
O mel orgânico também escapou da tarifa após argumentar nas audiências públicas feitas pelo o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) que os importadores americanos não encontrariam outras opções além do mel brasileiro para o consumo do país. 
— Existe uma demanda enorme lá e não tem de onde comprar, já que o Brasil é o principal fornecedor de mel orgânico do mundo. Mostramos a eles que, com a taxação, haveria um aumento de preço para o consumidor americano, que é um tema sensível ao Trump — afirma Renato Azevedo, da Abemel, associação que representa a cadeira exportadora do produto. 
A pauta de exportação de mel aos EUA soma US$ 75 milhões anuais. Cerca de 90% é de mel orgânico. 
Segundo Azevedo, caso o mel brasileiro fosse tarifado, produtores da Índia poderiam abocanhar parte da demanda dos EUA, mas há um entrave de sabor, já que o paladar americano está habituado ao mel brasileiro. 
Ao todo, são mais de 2.100 produtos na lista de exceções do governo americano. A relação inclui variações dos mesmos produtops - como café em grãos e solúvel - e abrange itens importantes da pauta de exportações do Brasil, como carne, suco de laranja e componentes para aeronaves. Outros itens são açaí e água de coco.
Produtos que foram retirados da lista da nova tarifa:
hidróxido de alumínio;
antiguidades, itens de coleção e obras de arte;
cinzas que contenham metais preciosos ou compostos de metais preciosos;
determinados couros, peles e artigos de couro de origem animal;
determinados produtos do setor de pescados;
determinados medicamentos e ingredientes farmacêuticos adicionais;
determinados produtos de madeira;
resíduos e sucata de ferro e aço;
mel orgânico;
ferro-gusa;
café solúvel sem saborizantes; e
roupas usadas.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/i3lhiL8yxwHkkh1UHj29g_FLrdk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2025/y/y/EGu673S9i7iXt2HmVyxw/gettyimages-2226494986.jpg" medium="image"/>   <media:description>Donald Trump, presidente dos Estados Unidos</media:description>   <media:credit>Chip Somodevilla/Getty Images</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 20:58:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Influenciadora japonesa relata pedido de foto de 'excêntrico' em Nova York e  brasileiros se chocam ao descobrir quem é</title>  <atom:subtitle>Onodera Popko contou que foi abordada por uma "estrela de rock" nas ruas. Nos comentários, brasileiros identificaram a pessoa — e o post já passa de 4,9 milhões de visualizações</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/influenciadora-relata-pedido-de-foto-em-nova-york-de-pessoa-excentrica-e-brasileiros-se-chocam-ao-ver-quem-e.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/influenciadora-relata-pedido-de-foto-em-nova-york-de-pessoa-excentrica-e-brasileiros-se-chocam-ao-ver-quem-e.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/9WlGwSzlhu5FZ2vkWMr4i17InBI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/d/U/oqiFX6Tz6Nv5cA2hJK3g/hnwm-webiaewxqp.jpeg" /><br /> ]]>    A ex-idol, DJ e influenciadora japonesa Onodera Popko publicou no X um relato sobre um encontro em Nova York que rapidamente ganhou repercussão entre brasileiros. Segundo ela, passeava pela cidade de quimono quando foi abordada por alguém "que parecia um verdadeiro excêntrico" e pediu para tirar uma foto com ela. Onodera ficou conhecida mundialmente em 2019, após um vídeo em que anunciava sua saída do grupo musical Asterisk East viralizar na internet.
No relato, Onodera escreveu que pensou: "este tipo parece uma estrela de rock" — e só depois descobriu que ele era, de fato, uma estrela de rock com mais de um milhão de seguidores. A publicação já ultrapassa 4,9 milhões de visualizações.
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Nos comentários, usuários brasileiros se chocaram com a coincidência ao reconheceram quem era o "excêntrico" descrito por Onodera: o cantor Supla. Um deles afirmou que Supla "não é tão roqueiro assim" e não vende discos, mas lembrou que ele é filho do ex-senador Eduardo Suplicy e da ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy. 
Supla, que tem 60 anos de idade, tem mais de 40 anos de carreira e continua na ativa, com uma extensa agenda de shows divulgada em seu Instagram.
Também houve piadas sobre a idade do cantor, com um internauta afirmando que "a família Suplicy inteira simplesmente esqueceu de envelhecer".  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/9WlGwSzlhu5FZ2vkWMr4i17InBI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/d/U/oqiFX6Tz6Nv5cA2hJK3g/hnwm-webiaewxqp.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Onodera Popko relatou o encontro com Supla em Nova York em publicação no X</media:description>   <media:credit>Reprodução / X</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 20:40:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Com sucesso de figurinhas da Copa, vendas do setor disparam 15,2%</title>  <atom:subtitle>Alta foi a maior entre os oito segmentos do varejo investigados na pesquisa mensal do IBGE. No geral, comércio brasileiro teve alta de só 0,1%</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/com-sucesso-de-figurinhas-da-copa-vendas-do-setor-disparam-152percent.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/com-sucesso-de-figurinhas-da-copa-vendas-do-setor-disparam-152percent.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/VJoeLHbyMQFZeh-opGlvK6-xCsI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/d/q/zCUzkATJS2CcM8IfPCCw/gettyimages-2278227935.jpg" /><br /> ]]>    A Copa do Mundo pode até não ter sido das mais brilhantes para a seleção brasileira este ano — afinal, o Brasil fez sua pior campanha no Mundial desde 1990. Mas, para o comércio que vendeu figurinhas da seleção, 2026 foi só alegria. A Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE de maio, divulgada ontem, apontou uma alta de 15,2% nas vendas do segmento de livros, jornais, revistas e papelaria, na comparação com abril.
E, segundo Cristiano Santos, gerente da pesquisa, essa alta expressiva pode ser atribuída à procura pelos álbuns e figurinhas da Copa.
No geral, o comércio brasileiro ficou estável em maio, com expansão de apenas 0,1% em relação ao mês anterior. Mas, em alguns segmentos, a Copa fez diferença:
— Livros, jornais, revistas e papelaria com a venda de álbum e figurinha. Televisores está na atividade de móveis e eletrodomésticos, que também subiu. Além disso, houve também a parte de vestuário, com a venda de roupas temáticas — diz Santos.
O grupo móveis e eletrodomésticos teve expansão de 8,8%. As vendas na categoria tecidos, vestuário e calçados cresceram 3,1%.
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Mas, no conjunto, o desempenho do varejo apontou uma estabilidade. Ainda assim na visão do economista Alberto Ramos, do Goldman Sachs, a tendência é de recuperação nas vendas nos próximos meses, graças às “robustas transferências fiscais do governo federal para as famílias de baixa renda, que têm alta propensão ao consumo”.
Goldman lembra que o governo lançou programas de crédito direcionado, aumentou as faixas de isenção do Imposto de Renda e lançou programas de renegociação de dívidas, o que ajuda na expansão da renda real disponível das famílias brasileiras. Além disso, o mercado de trabalho brasileiro permanece robusto. Por outro lado, as altas taxas de juros do Brasil, a inflação elevada e o nível ainda alto de endividamento das famílias são fatores de restrição ao consumo.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/VJoeLHbyMQFZeh-opGlvK6-xCsI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/d/q/zCUzkATJS2CcM8IfPCCw/gettyimages-2278227935.jpg" medium="image"/>   <media:description>A Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE de maio apontou uma alta de 15,2% nas vendas do segmento de livros, jornais, revistas e papelaria</media:description>   <media:credit>Erica Denhoff/Icon Sportswire via Getty Images</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 20:38:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ultra Academia aposta em mascote para ampliar comunicação</title>  <atom:subtitle>Preguicildo se consolida como ativo estratégico da rede, refletindo a tendência de marcas que utilizam personagens para gerar identificação e engajamento</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/dino/noticia/2026/07/ultra-academia-aposta-em-mascote-para-ampliar-comunicacao-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/dino/noticia/2026/07/ultra-academia-aposta-em-mascote-para-ampliar-comunicacao-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/Epf0c9tNsQVerGlPM2-uqq2PLZ0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/M/y/yHGThGTWSkDJwumEbZug/publicador-api-pegn-dino-100-180a4336-bd5c-4c6b-bb2a-efd421721fac.jpg-20260716161659" /><br /> ]]>    O uso de mascotes como plataforma de comunicação tem ganhado força em diferentes segmentos do mercado. Um levantamento realizado pela Ipsos, divulgado pela revista Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios, mostra que campanhas que utilizam personagens apresentam maior impacto nos resultados financeiros.
De acordo com o estudo, essas iniciativas têm 34,1% de chance de ampliar o lucro, contra 26,2% em campanhas sem personagens. Além disso, o uso de mascotes aumenta em 27% a probabilidade de melhorar os ganhos por cliente, reforçando a eficácia dessa estratégia no relacionamento com consumidores.
Nesse cenário, a rede de academias Ultra consolidou o Preguicildo como seu mascote oficial e ativo de comunicação mais versátil. Criado para representar a relação das pessoas com a preguiça, o personagem transformou a forma como a marca dialoga com seu público. Em vez de reforçar discursos heroicos ou de cobrança, a Ultra passou a adotar uma linguagem de acolhimento e identificação. "Tá com preguiça? Vai com preguiça e tudo", resume a mensagem central.
Ivete Gama, CMO e cofundadora da marca, menciona que essa virada mudou completamente o tom da conversa: "Em vez de cobrança, há acolhimento. Em vez de discurso heroico, há identificação imediata. A mensagem deixa de ser 'vença a preguiça' e passa a ser 'todo mundo tem preguiça — e tudo bem'".
O Preguicildo está presente em diferentes frentes da comunicação da marca. Nas redes sociais, aparece em vídeos vivendo situações comuns, como a dificuldade de acordar cedo ou a tentação do sofá, não para motivar artificialmente, mas para normalizar o processo. Em ativações presenciais, ganhou corpo por meio de um ator fantasiado que interage com o público em eventos e espaços públicos, como a Avenida Paulista.
"Quando as pessoas viam o Preguicildo, se viam ali. Essa identificação quebrava a principal barreira do fitness: o julgamento. Muitas pessoas pedem para tirar fotos", relata a executiva.
A versatilidade do personagem também se estende a campanhas internas e ações de endomarketing. Ele aparece em cartazes de conscientização dentro das academias, em aulões temáticos e até em brindes disputados pelos clientes. "O Preguicildo abriu a possibilidade de ser porta-voz de assuntos sérios e também de situações do dia a dia. Por exemplo, quando alguém deixa o peso fora do lugar, usamos o personagem para comunicar de forma leve: 'Acordou com preguiça hoje? Tô de olho em você que usa o peso e não guarda no lugar, hein?'", explica Gama.
Os resultados já são perceptíveis. Segundo a CMO, a consolidação do Preguicildo como ativo de comunicação trouxe maior identificação de marca, senso de pertencimento e engajamento acima da média em comparação a outros conteúdos.
"Pesquisas internas indicam aprovação de mais de 99% dos clientes, inclusive entre o público masculino", reforça. Além disso, a Ultra registra 25% a mais de clientes acima de 45 anos do que a média do mercado, reforçando que o personagem pode contribuir para ampliar a base e reduzir barreiras de entrada.
"Com bom humor, jamais vamos fingir que a preguiça não existe. Pelo contrário, encontramos o melhor jeito de conviver com ela. Dar vida e trazer diversão para os clientes por meio desse personagem vem ajudando a Ultra a reforçar nosso posicionamento de ser uma academia que entende as dificuldades e objeções de quem ainda não começou a treinar ou tem dificuldades", afirma Ivete.
A estratégia da Ultra dialoga com uma tendência mais ampla do mercado. Marcas de diferentes setores têm retomado o uso de mascotes como forma de criar identidade, proximidade e engajamento. Ao transformar a preguiça em personagem, a Ultra pretende ressignificar um dos principais obstáculos do universo fitness e transformá-lo em ponto de conexão com o público.
Para saber mais, basta acessar: www.ultraacademia.com.br.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/Epf0c9tNsQVerGlPM2-uqq2PLZ0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/M/y/yHGThGTWSkDJwumEbZug/publicador-api-pegn-dino-100-180a4336-bd5c-4c6b-bb2a-efd421721fac.jpg-20260716161659" medium="image"/>   <media:description>Divulgação Grupo Ultra/Ultra Academia</media:description>   <media:credit>Divulgação Grupo Ultra/Ultra Academia</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:17:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo tarifaço atinge 26,2% das exportações brasileiras para os Estados Unidos, diz indústria</title>  <atom:subtitle>Governo americano anunciou sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/novo-tarifaco-atinge-262percent-das-exportacoes-brasileiras-para-os-estados-unidos-diz-industria.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/novo-tarifaco-atinge-262percent-das-exportacoes-brasileiras-para-os-estados-unidos-diz-industria.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/uooc3MBu3PEZad9riLFZQ-RkytM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/w/g/zDmAopRBaigg4zvPxvAA/industrial-port-container-yard.jpg" /><br /> ]]>    O tarifaço de 25% anunciado pelo governo de Trump sobre o Brasil vai atingir 26,2% das exportações brasileiras aos Estados Unidos, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Em nota publicada nesta quinta-feira, a confederação detalha que a nova tarifa atinge US$ 11 bilhões em exportações brasileiras, o equivalente a 26,2% do total. A medida começa a valer no dia 22 de julho, e compromete a competitividade da indústria nacional em um dos seus principais mercados, segundo a CNI.
Produtos importantes para o mercado americano, como ferro-gusa, café, carnes e laranja foram incluídos na lista de 429 exceções para a sobretaxa de 25%. Isso garantiu um alívio de US$ 2,3 milhões de possíveis prejuízos para a indústria brasileira, segundo a CNI.
Entre as exportações atingidas, 60,3% correspondem a bens intermediários utilizados pela indústria dos Estados Unidos. Além disso, o Brasil é o principal fornecedor ao mercado norte-americano em 10 dos 13 principais produtos atingidos pela medida.
O presidente da CNI, Ricardo Alban, reforça que é necessário avançar nas negociações para que a lista de exceções seja ampliada.
“Não podemos esquecer que ainda existe outra investigação americana que pode incluir uma nova tarifa nos produtos brasileiros. O momento exige que o diálogo entre Brasil e Estados Unidos seja intensificado para que possamos construir soluções que preservem uma relação comercial estratégica”, diz o presidente da CNI em nota.
Em nota divulgada na noite desta quinta, o governo brasileiro diz que o dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA "como um marco lastimável".
Segundo o Palácio do Planalto, o governo seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros. A nota citou a necessidade continuar a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para os produtos brasileiros e afirmou que o Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/uooc3MBu3PEZad9riLFZQ-RkytM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/w/g/zDmAopRBaigg4zvPxvAA/industrial-port-container-yard.jpg" medium="image"/>   <media:description>Governo Trump anunciou nova taxa de 25% sobre produtos brasileiros</media:description>   <media:credit>Magnific</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:56:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Indústria brasileira manifesta preocupação com novo tarifaço e prevê risco a competitividade</title>  <atom:subtitle>Entidades setoriais apontam insegurança jurídica e prejuízos às cadeias produtivas integradas após anúncio de sobretaxa de 25%; exportações de calçados, máquinas e têxteis estão entre as categorias impactadas</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/industria-brasileira-manifesta-preocupacao-com-novo-tarifaco-e-preve-risco-a-competitividade.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/industria-brasileira-manifesta-preocupacao-com-novo-tarifaco-e-preve-risco-a-competitividade.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/i3lhiL8yxwHkkh1UHj29g_FLrdk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2025/y/y/EGu673S9i7iXt2HmVyxw/gettyimages-2226494986.jpg" /><br /> ]]>    O governo dos Estados Unidos confirmou, na noite de quarta-feira (15/7), a aplicação de uma sobretaxa de 25% sobre uma ampla gama de produtos brasileiros. A medida é resultado de uma investigação conduzida sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, iniciada em 2025, que concluiu que políticas do Brasil em áreas como sistema de pagamentos Pix, comércio digital, propriedade intelectual, mercado de etanol e desmatamento ilegal prejudicam empresas e trabalhadores norte-americanos. 
Jamieson Greer, embaixador e representante comercial dos EUA, diz que a decisão reflete as políticas "América Primeiro" do governo do presidente Donald Trump para combater "práticas comerciais desleais".
Em resposta, o governo brasileiro classificou a medida como um "marco lastimável" nas relações entre os dois países e afirmou que não reconhece a legitimidade de investigações sem respaldo multilateral. O Itamaraty destacou que, nos últimos 15 anos, os EUA acumularam um superávit de US$ 424,5 bilhões com o Brasil e informou que recorrerá à Organização Mundial do Comércio (OMC) e aos instrumentos da Lei de Reciprocidade Econômica. A nova tarifa entra em vigor em 22 de julho de 2026.
A lista de produtos sujeitos à taxa de 25% inclui etanol, máquinas agrícolas, vestuário, calçados, maquinário elétrico, equipamentos de mineração, papel, açúcar orgânico e bens de capital. Por outro lado, foram excetuados da sobretaxa itens como carne bovina, café, laranjas, suco de laranja, petróleo bruto, aeronaves civis, produtos farmacêuticos e semicondutores.
Veja a seguir o posicionamento de seis entidades industriais brasileiras sobre a decisão:
CNI
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a tarifa anunciada pelo governo Trump poderá atingir US$ 11 bilhões em exportações brasileiras, o equivalente a 26,2% do total embarcado para os Estados Unidos. A medida ocorre em um contexto de retração das vendas ao mercado norte-americano, que recuaram 13% no primeiro semestre de 2026. No período, 20 das 27 unidades da Federação registraram queda nas exportações para os EUA. 
Entre os produtos atingidos pela tarifa, 60,3% são bens intermediários utilizados pela indústria norte-americana, o que amplia os efeitos sobre as cadeias produtivas dos dois países. O presidente da CNI, Ricardo Alban, defende a intensificação das negociações para ampliar a lista de exceções e alerta que outra investigação em andamento nos Estados Unidos poderá resultar na aplicação de novas tarifas sobre produtos brasileiros.
Fiesp
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lamentou a decisão, classificando-a como prejudicial por se limitar unilateralmente ao Brasil, o que reduz a competitividade frente aos concorrentes globais. A entidade ainda criticou a condução brasileira, afirmando que a retaliação poderia ter sido evitada com uma gestão mais técnica e pragmática, em vez de "ruídos diplomáticos desnecessários".
Paulo Skaf, presidente da Fiesp, destacou que o mercado norte-americano é o destino primordial de produtos de alto valor agregado. “Esse novo ‘pedágio’ imposto às exportações se soma à crônica realidade enfrentada pelas nossas empresas, que convivem com alta carga tributária e com as taxas de juros reais mais elevadas do mundo”, diz por meio de comunicado.
Abimaq
A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) manifestou profunda preocupação, lembrando que os EUA são o principal mercado para o setor, com exportações de aproximadamente US$ 3,2 bilhões em 2025. A entidade destaca que grande parte desse comércio é intercompany (intercompanhia), envolvendo investimentos de empresas norte-americanas no Brasil e vice-versa, o que significa que a "tarifa aumentará custos e compromete a eficiência das cadeias produtivas globais".
A associação defende que divergências sejam tratadas via diálogo institucional, pontuando que a medida gera insegurança jurídica. "Medidas unilaterais de natureza tarifária tendem a elevar a insegurança jurídica, aumentar custos para empresas e consumidores e enfraquecer cadeias globais de valor que vêm sendo construídas ao longo de décadas", avalia a entidade em nota.
Abicalçados 
O setor calçadista revisou sua projeção de exportações para 2026, esperando agora uma queda de 7,1%, ante os 3,6% previstos anteriormente. A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) participou de audiências em Washington tentando a exclusão do setor, mas os calçados não foram contemplados na lista de isenções.
Haroldo Ferreira, presidente-executivo da Abicalçados, afirma que a tarifa "inviabiliza muitas operações que vinham sendo retomadas". Ele explica que a decisão penaliza também o varejo e os consumidores americanos, alertando que o diferencial tarifário "reforçará a concentração das compras norte-americanas em origens já dominantes, especialmente asiáticas", indo contra a busca dos EUA por diversificação e resiliência nas cadeias de suprimentos.
Abit 
A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) manifestou que a aplicação das novas tarifas aumenta a insegurança no comércio internacional e gera impactos diretos sobre investimentos, produção e emprego no Brasil. A associação ressalta que a relação bilateral foi construída ao longo de décadas com base na complementaridade setorial.
Diante do novo cenário, a Abit defende que o Brasil deve avançar em sua agenda de competitividade e diversificação de mercados. A entidade afirmou que "acompanhará atentamente os desdobramentos dessa decisão e permanece à disposição para colaborar com o governo brasileiro" na busca por soluções que minimizem os impactos para a indústria têxtil nacional.
Amcham Brasil
A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) avalia que a decisão representa um revés para a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, ao colocar o país entre aqueles sujeitos às condições mais restritivas de acesso ao mercado norte-americano. A entidade estima que a medida afeta mais de US$ 11 bilhões em exportações brasileiras e ressalta que ela contrasta com o superávit comercial de US$ 41,8 bilhões registrado pelos Estados Unidos nas trocas com o Brasil em 2025. Segundo a Amcham, a sobretaxa também tende a elevar os custos para empresas e consumidores norte-americanos.
O presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto, defende a continuidade das negociações para retirar as sobretaxas e afirma que a urgência das tratativas aumenta diante das investigações conduzidas pelos Estados Unidos com base na Seção 301, que poderão elevar as tarifas sobre produtos brasileiros em até 37,5%. A entidade também propõe a criação de um mecanismo para avaliar novas exclusões de produtos que possam gerar impactos econômicos desproporcionais.
Histórico da escalada comercial entre EUA e Brasil
A tensão comercial entre os dois países se intensificou desde o início de 2025.
Fevereiro de 2025: Restabelecimento de tarifas de 25% sobre aço e alumínio (Seção 232).
Abril de 2025: Imposição de tarifa-base global de 10% sobre diversos produtos no âmbito de políticas "recíprocas".
Julho de 2025:Anúncio de tarifa adicional de 50% sobre produtos brasileiros e abertura da investigação formal sob a Seção 301 pelo USTR.
Fevereiro de 2026: A Suprema Corte dos EUA derrubou o tarifaço, mas a Casa Branca impôs uma tarifa global temporária de 10% (depois 15%) com base na Seção 122.
Junho de 2026:  Divulgação da determinação preliminar do USTR, resultando na confirmação da sobretaxa de 25% após consulta pública em julho.
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A decisão foi tomada após investigação conduzida ao longo de um ano pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), que tratava de acusações sobre supostas práticas desleais de comércio e apurava se ações do Brasil prejudicariam as empresas americanas.
O relatório final do USTR distribui críticas ao Brasil em seis áreas principais: comércio digital, serviços de pagamento, acordos tarifários, desmatamento, etanol, propriedade intelectual e combate à corrupção.
Confira abaixo os argumentos apresentados pelo governo americano para aplicar a nova tarifa de 25% aos produtos brasileiros, sob a alegação de que impõem ônus ou restringem o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores americanos.
Serviços de pagamento eletrônico (Pix)
Entre os principais pontos apontados pelos americanos está o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, o Pix. Segundo relatório do USTR , o Banco Central do Brasil favorece o Pix em detrimento de empresas de serviços de pagamento americanas, como operadoras de cartão de crédito, por meio da limitação das tarifas.
Além disso, classificou as políticas relacionadas ao Pix como "injustas e discriminatórias" e apontou que há um conflito de interesse na atuação simultânea do BC como regulador do setor e operador do sistema.
Reportagem do Financial Times publicada às vésperas da decisão dos EUA aponta que o governo brasileiro rejeitou as acusações do USTR, argumentando que o Pix é uma infraestrutura pública, aberta e não discriminatória, criada para aumentar a eficiência dos pagamentos e reduzir os custos das transações.
Além disso, ressalta o governo, o sistema permite que empresas desenvolvam serviços sobre sua infraestrutura e já beneficiou empresas estrangeiras. O governo destacou ainda que o Google Pay é o maior iniciador de pagamentos dentro do Pix e que uma subsidiária da Visa recebeu autorização para operar no sistema, lembra o jornal britânico.
Segundo o Banco Central, mais de 170 milhões de pessoas — cerca de 80% da população brasileira — utilizam o sistema. Somente em maio deste ano, foram movimentados R$ 3,48 trilhões em 7,9 bilhões de transações.
Tarifas injustas e preferenciais
O governo americano afirma que o Brasil reduziu tarifas de forma preferencial para determinados parceiros comerciais de grande porte, como Índia e México, enquanto mantém tarifas mais elevadas sobre importações dos EUA, o que desfavoreceria as empresas americanas em determinados setores industriais.
Esse tratamento preferencial abrange milhares de linhas tarifárias para o México e centenas para a Índia, com alíquotas entre 10% e 100% inferiores à tarifa de Nação Mais Favorecida (NMF) do Brasil, complementa o documento do USTR. Entre os produtos estão itens agrícolas, veículos e autopeças, minerais, produtos químicos e máquinas.
Em 2023, o Brasil importou aproximadamente US$ 5,5 bilhões em bens com essas tarifas preferenciais — US$ 4,6 bilhões do México e US$ 1 bilhão da Índia. Entre os produtos beneficiados por essas tarifas preferenciais, destacam-se cerca de US$ 1,7 bilhão em veículos e autopeças oriundos do México, alega o escritório americano.
Quase todas as importações brasileiras desses produtos vindos do México foram isentas de tarifas, enquanto as importações provenientes dos Estados Unidos foram submetidas a tarifas que variam de 14% e 35%, afirma o relatório.
Interferência em medidas de combate à corrupção
O relatório também dedica um capítulo ao combate à corrupção. Os Estados Unidos afirmam que o Brasil não adota medidas suficientes para enfrentar práticas de suborno e corrupção empresarial.
Como exemplo, o documento cita decisões do STF que anularam processos da Operação Lava Jato e menciona renegociações de acordos de leniência classificadas pelos americanos como pouco transparentes. Também são apontados conflitos de interesse em decisões judiciais.
"Evidências indicam que a falta de aplicação das medidas anticorrupção e a falta de transparência no Brasil podem prejudicar empresas americanas envolvidas em comércio e investimento no país, além de levantar preocupações quanto ao cumprimento de normas internacionais de combate ao suborno e à corrupção", diz o relatório.
A queda do Brasil no Índice de Percepção da Corrupção da Transparência Internacional também é utilizada como argumento para sustentar as críticas.
Proteção da propriedade intelectual
O governo americano ainda aponta falhas na proteção à propriedade intelectual. Segundo o relatório, o Brasil não combate adequadamente a importação, distribuição, venda e uso generalizados de produtos falsificados, e mantém processos excessivamente lentos para concessão de patentes.
O escritório acusa o Brasil de "não conseguir enfrentar de forma eficaz a ampla importação, distribuição, venda e uso de produtos falsificados, consoles de videogame modificados, dispositivos de streaming ilícitos e outros dispositivos de violação".
O documento cita a rua 25 de Março, tradicional polo de comércio popular no centro de São Paulo, para criticar as supostas falhas na proteção e aplicação adequada e efetiva dos direitos de propriedade intelectual.
Afirma, no entanto, que o Brasil intensificou fiscalização na 25 para combater crimes de pirataria e falsificação, mas destacaram que ainda há espaço para penalidades mais rigorosas para a falsificação.
Para o USTR, "a região da Rua 25 de Março permanece há décadas como um dos maiores mercados de produtos falsificados, apesar das operações de fiscalização realizadas no local".
Além de considerar frágil o combate à pirataria, os EUA criticam o tempo médio de tramitação de pedidos de patentes, especialmente para pedidos de patentes biofarmacêuticas, que, segundo o documento, podem levar até 109 meses para serem analisados pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial. O resultado dessa demora, diz, é a redução efetiva do período de vigência das patentes.
Acesso ao mercado de etanol
Outro ponto de atrito é o mercado de etanol. O USTR ressalta que os Estados Unidos enfrentam tarifas mais altas sobre o etanol impostas pelo Brasil num comércio que classifica como "desequilibrado", resultante da decisão do Brasil de abandonar, em 2017, uma política de reciprocidade tarifária que "promovia o desenvolvimento de ambas as indústrias e um comércio próspero e mutuamente benéfico".
Na avaliação do USTR, as exportações americanas de etanol enfrentam hoje condições menos favoráveis do que as concedidas anteriormente pelo governo brasileiro. O tema é considerado estratégico para estados produtores de milho dos EUA, base da produção de etanol americana.
Brasil e Estados Unidos são os dois maiores produtores de etanol do mundo. Em 2024, os americanos produziram cerca de 60,9 bilhões de litros (cerca de 16,1 bilhões de galões) de etanol, enquanto o Brasil produziu quase 33,3 bilhões de litros (8,8 bilhões de galões) — números que, juntos, representam 80% da produção mundial total do produto.
Desmatamento ilegal
Na área ambiental, o relatório afirma que o Brasil possui marco legal para combater o desmatamento ilegal, mas teria falhado historicamente em aplicá-lo de forma eficaz, permitindo a continuidade do problema.
O escritório americano também cita relatórios que sugerem que o desmatamento ilegal ocorre "em níveis significativos no Brasil". O documento cita que, em 2021, durante o governo Bolsorado, o nível de desmatamento foi o maior em 15 anos. E cita relatórios que apontam que 91% do desmatamento da Amazônia entre 2023 e 2024 foram ilegais, seja por ter sido extraída ilegalmente de terras protegidas, seja por ter sido explorada sem as devidas licenças e autorizações".
Nos últimos anos, porém, o desmatamento como um todo no país vem caindo. No ano passado, recuou para o menor nível desde 2019 e ficou, pela primeira vez, abaixo da barreira de um milhão de hectares de vegetação perdida, segundo a rede de monitoramento MapBiomas.
Comércio digital
Na área de comércio digital e plataformas, o órgão afirma que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas que obrigaram empresas americanas de mídia social a remover conteúdos políticos, suspender perfis de residentes nos Estados Unidos e, em alguns casos, aplicar determinações com alcance global.
Segundo o documento, teria havido proibição de divulgação dessas ordens e aplicação de multas severas, restrições a ativos e contas bancárias, além do fechamento completo de ao menos um site.
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Segundo a investigação do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na silga em inglês) aponta que o Brasil compra produtos de nações que não adotam boas práticas trabalhistas.
Dessa forma, os produtos chegariam ao Brasil barateados, causando uma competição desleal com o mercado americano. No total, 60 países foram alvos desta investigação sobre trabalho forçado.
A investigação coloca o Brasil no grupo de países que importaram produtos que teriam sido feitos com trabalho forçado entre 2021 e 2025. São cinco produtos listados no caso brasileiro: alumínio, algodão, eletrônicos, baterias de lítio e tabaco.
O USTR sustenta que o Brasil “falhou em impor e aplicar de forma efetiva” uma proibição de importação de bens feitos com trabalho forçado e afirma que, embora o país cite compromissos em acordos de investimento e comércio, essas regras não proibiriam expressamente a entrada, no mercado doméstico, de mercadorias produzidas total ou parcialmente com trabalho forçado em outro país.
O argumento principal é em torno da compra de bens de outros países que não aplicam leis trabalhistas, mas a investigação também aponta uso de trabalho forçado no Brasil em certas atividades.
O Brasil e outros 53 países são alvo da proposta de 12,5%. Canadá, Equador, União Europeia, Indonésia, México e Paquistão, tiveram propostas tarifas de 10%. Segundo os Estados Unidos, essas economias impõem uma proibição à importação de produtos feitos com trabalho forçado e se comprometeram a fazer cumprir essa proibição por meio de um Acordo de Comércio Recíproco ou adotaram um regime parcial para impedir importação de determinados bens produzidos com trabalho forçado.
Tarifa de 25%
Ontem, o governo americano publicou na madrugada a decisão de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, com uma lista de exceções que abrange produtos importantes da pauta de exportações do Brasil, como carne e suco de laranja. A medida entra em vigor na semana que vem, em 22 de julho.
A taxação deixará de fora laranja, suco de laranja, carne, café, petróleo e gás, além de peças e componentes aeroespaciais. Todos esses são produtos importantes da pauta de exportações brasileiras para os EUA.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/AgmekC8T6QSlkTZSoQkK4OooE98=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2025/P/b/NnbGtjTnykmJqXJSFEoA/gettyimages-2227739499.jpg" medium="image"/>   <media:description>Donald Trump, presidente dos Estados Unidos</media:description>   <media:credit>Anna Moneymaker/Getty Images</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:00:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Move Brasil: governo libera compra de carros seminovos por motoristas de aplicativo e taxistas</title>  <atom:subtitle>Veículos deverão ter sido produzidos a partir de 2024, serem elétricos, híbridos ou flex e custar até R$ 150 mil</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/move-brasil-governo-libera-compra-de-carros-seminovos-por-motoristas-de-aplicativo-e-taxistas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/move-brasil-governo-libera-compra-de-carros-seminovos-por-motoristas-de-aplicativo-e-taxistas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/ltV_FlZLS5_h5PzU78a9r5cpWOk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2022/L/D/H9FXSbSDev5IXEL9IsBA/gettyimages-1388783485.jpg" /><br /> ]]>    O governo Lula decidiu ampliar a linha de financiamento de até R$ 30 bilhões para aquisição de automóveis por motoristas de aplicativos e taxistas. Agora, será possível financiar também veículos seminovos, respeitando a mesma regra de limite de valor, ou seja, o carro precisa custar até R$ 150 mil. Antes, apenas carros novos podiam ser comprados.
Pelo programa chamado Move Brasil, motoristas de aplicativo, taxistas e cooperativas de táxi poderão ter acesso a uma nova linha de financiamento para aquisição de veículos novos. Poderão acessar as linhas de crédito profissionais de transporte remunerado privado individual de passageiros, taxistas e cooperativas de taxistas. 
Entre os itens que poderão ser financiados estão seguros do veículo, seguro prestamista (que garante pagamento da dívida em caso de morte, por exemplo) e equipamentos de segurança, em atendimento a demandas de mulheres motoristas. 
O início das operações da linha de crédito, em bancos públicos, voltada aos mototaxistas e aos entregadores de aplicativos, que era previsto para 13 deste mês, ficará para o dia 27. O ajuste foi necessário para a realização de mais testes dos sistemas envolvidos.
Entenda as regras
Juros
Taxas de juros de 0,91% ao mês para mulheres e 0,99% ao mês para homens (motoristas de aplicativos e taxistas).
Prazo
Prazos de até 72 meses
Período de carência de 6 meses.
Simulação de financiamento do Move Brasil
José dos Santos Santana Jr. advogado especialista em Direito Empresarial e sócio do escritório Mariano Santana Sociedade de Advogados, fez uma uma simulação considerando os valores das parcelas e o total pago em um financiamento de veículos pelo programa Move Brasil nos valores de R$ 100 mil e R$ 150 mil.
Move Brasil: simulação
Reprodução
O especialista levou em conta operações sem entrada e os juros divulgados do programa da nova linha de crédito (12,6% ao ano para homens e 11,5% ao ano para mulheres). Com os resultados obtidos, o advogado fez uma comparação com o financiamento tradicional, tendo como referência a taxa média de mercado próxima de 24,2% ao ano (1,82% ao mês) — baseada em médias recentes de financiamento automotivo para pessoa física.
Também foi simulado o valor de aluguel, considerando uma faixa média próxima de R$ 3 mil por mês para veículo usado por motoristas de aplicativo — categoria sedã compacto automático.
Para veículos de R$ 100 mil
No programa Move Brasil, para veículos de R$ 100 mil, mulheres pagariam ao longo de 72 meses — prazo máximo de parcelamento da nova linha de crédito — um total de R$ 136.806. No mesmo período, homens desembolsariam R$ 140.485. A diferença, neste caso, seria de R$ 3.679.
Move Brasil
Reprodução
Já no financiamento de veículo tradicional de mesmo valor, o motorista — de ambos os sexos — pagaria um total de R$ 180.349 ao longo de 72 meses. Nesse caso, a linha de crédito do Move Brasil garantiria às mulheres uma economia de quase R$ 44 mil e para os homens de R$ 40 mil.
— O dado que chama a atenção é que, no carro de R$ 100 mil, o programa coloca a prestação entre R$ 1.900 e R$ 2 mil, abaixo do aluguel médio usado por motoristas de aplicativo (que seria de R$ 3 mil por mês). Já no financiamento tradicional, a parcela sobe para cerca de R$ 2.500, aproximando-se do aluguel — afirma o advogado José dos Santos.
Para veículos de R$ 150 mil
O especialista também fez simulações com o valor de R$ 150 mil. Considerando as mesmas condições dos exemplos anteriores, os homens pagariam R$ 210.727 ao longo de seis anos no Move Brasil, e as mulheres, R$ 205.208.
Move Brasil
Reprodução
No financiamento tradicional, os motoristas pagariam R$ 270.524 no mesmo período (72 meses). Isso significaria uma economia de R$ 65.300 para as mulheres e de R$ 59.800 para os homens.
— No veículo de R$ 150 mil, a vantagem do programa continua relevante: a economia acumulada pode ultrapassar R$ 65 mil ao longo do contrato.
Outros custos
Ele, no entanto, faz um alerta importante:
— Vale inserir uma ressalva: a comparação (entre financiamentos tradicionais e pelo Move Brasil) mostra apenas o custo do financiamento. O carro próprio ainda adiciona seguro, IPVA, manutenção e depreciação, enquanto parte desses custos costuma estar incluída no aluguel — observa o especialista.
Leia também:  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/ltV_FlZLS5_h5PzU78a9r5cpWOk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2022/L/D/H9FXSbSDev5IXEL9IsBA/gettyimages-1388783485.jpg" medium="image"/>   <media:description>Uber; transporte</media:description>   <media:credit>GettyImages</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:47:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Após anúncio de recuperação, Oncoclínicas recebe oferta da IG4 para aporte de R$ 500 milhões</title>  <atom:subtitle>Gestora de investimentos é especializada em empresas em reestruturação. Rede de clínicas oncológicas anunciou recuperação extrajudicial nesta semana</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/apos-anuncio-de-recuperacao-oncoclinicas-recebe-oferta-da-ig4-para-aporte-de-r-500-milhoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/apos-anuncio-de-recuperacao-oncoclinicas-recebe-oferta-da-ig4-para-aporte-de-r-500-milhoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/1uuRCynpLfxDlOnDGNQfA_oGbzc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/B/P/7C6msNSVKtCbWLSMGnCw/image-72-.png" /><br /> ]]>    A Oncoclínicas confirmou nesta quinta-feira ter recebido uma proposta de aporte de R$ 500 milhões da gestora IG4. A oferta prevê a emissão de debêntures conversíveis em ações, um tipo de título de dívida que pode ser transformado em participação na empresa. O movimento acontece dois dias após a rede de clínicas oncológicas revelar que fechou acordo para um processo de reestruturação extrajudicial. As dívidas da companhia somam R$ 5,1 bilhões.
A proposta é não vinculante, ou seja, é uma oferta preliminar usada durante as negociações e não implica qualquer compromisso entre as empresas.
"A companhia esclarece que o recebimento da oferta não vinculante Indicativa não implica em qualquer aceitação, compromisso ou obrigação por parte da companhia. Nesse sentido, não há qualquer definição acerca de eventual operação com a IG4 Capital ou com qualquer outro interessado e seus assessores", diz fator elevante publicado pela Oncoclínicas.
A gestora IG4 investe principalmente em empresas em crise, tanto aquelas com dívidas em aberto quanto outras já em recuperação judicial ou extrajudicial, como a Oncoclínicas. Além da rede de tratamento de câncer, a gestora participa de duas das maiores recuperações em curso no país: a da petroquímica Braskem e da produtora de açúcar e etanol Raízen.
Quase 800 credores
O plano de recuperação extrajudicial da Oncoclínicas, que tenta reestruturar um passivo de R$ 5,1 bilhões, inclui 795 credores. A lista de dívidas da rede de clínicas oncológicas inclui principalmente operações de financiamento via bancos e mercado de capitais, faturas em aberto com fornecedores de medicamentos e também valores relativos a fusões e aquisições, um dos caminhos que a empresa seguiu nos últimos anos para crescer.
Imersa numa crise financeira e de governança, a companhia formalizou o processo na segunda-feira. Em fato relevante enviado ao mercado ontem, a empresa destacou que credores donos de 37% da dívida abrangida aderiram ao plano.
A proporção é suficiente para a abertura do processo. Nos próximos 90 dias a empresa terá que alcançar a aprovação de 50% dos credores para que o plano de reestruturação seja homologado pela Justiça.
A recuperação não abrange custos operacionais atuais da rede de clínicas, ou seja, apenas débitos já vencidos com fornecedores de medicamentos e insumos foram incluídos no plano. Valores relativos a médicos, enfermeiros e outros funcionários também ficaram de fora. Desse modo, segundo a empresa, os atendimentos aos pacientes continuam normalmente durante o processo.
— A empresa ganha fôlego com a recuperação, que cobre só a dívida financeira, sem a operação do dia a dia. A empresa sinaliza ao mercado que continua funcionando, e que não quer repetir o que aconteceu em março — ressalta Caroline Sanchez, analista da Levante Inside Corp, lembrando quando, no auge da crise, os atendimentos aos pacientes foram suspensos por falta de medicamentos.
Juntos, a securitizadora Opea, a corretora Pentágono DTVM e a administradora de fundos Oliveira Trust concentram mais de R$ 3 bilhões em créditos. Já entre os fornecedores, a distribuidora de medicamentos OncoProd tem o maior montante a receber, R$ 1,02 bilhão, enquanto Santander, Itaú e Banco Votorantim se destacam entre as instituições financeiras.
Leia também:  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/1uuRCynpLfxDlOnDGNQfA_oGbzc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/B/P/7C6msNSVKtCbWLSMGnCw/image-72-.png" medium="image"/>   <media:description>Oncoclínicas</media:description>   <media:credit>Reprodução</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:37:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Uber compra Delivery Hero por US$ 14,8 bilhões e avança em entregas de comida</title>  <atom:subtitle>Gigante de mobilidade será agora a segunda maior em delivery fora da China ao comprar participação majoritária em empresa europeia, incluindo fatia que era da Prosus, dona do iFood</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/uber-compra-delivery-hero-por-us-148-bilhoes-e-avanca-em-entregas-de-comida.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/uber-compra-delivery-hero-por-us-148-bilhoes-e-avanca-em-entregas-de-comida.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/BgFosJZS7W1UGMV-qYFnXyLL8YI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/P/g/QYbXIvSvGGlfqB7rryHg/design-sem-nome-16-.png" /><br /> ]]>    O Uber comprou nesta quinta-feira a empresa alemã Delivery Hero por US$ 14,8 bilhões, criando assim o maior grupo de entrega de comida fora da China e buscando conter o avanço de rivais nos Estados Unidos e na Europa.
O mercado global de delivery fora da China era, até então, liderado pela Just Eat, controlada pela holandesa Prosus — dona no Brasil do iFood— pela americana DoorDash (DASH.O). A aquisição da Delivery Hero, empresa na qual a Prosus também detinha participação de 17%, vai dar ao Uber acesso ao serviço de entrega de comidas a 50 países.
Em uma transação separada, a empresa de investimentos SSW Partners vai comprar as operações da Delivery Hero em outros 14 mercados por cerca de US$ 1,6 bilhão e administrará esses negócios até encontrar outros compradores. Entre esses mercados, estão Áustria, Noruega, Espanha e Suécia. Essa foi uma estratégia para tentar aliviar a pressão de órgãos de defesa da concorrência e viabilizar a aprovação da venda para o Uber.
Ainda assim, o acordo deve enfrentar um processo regulatório complexo, já que a combinação dos negócios entre Uber e Delivery Hero resultará em uma plataforma presente em 99 países, com um volume financeiro de transações (pagamentos por corridas ou entregas) combinado de US$ 236 bilhões em 2025.
"Juntos, praticamente dobraremos o número de mercados onde oferecemos tanto serviços de mobilidade quanto de entrega", afirmou o CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, em comunicado conjunto.
O Uber já era o maior acionista da Delivery Hero e condicionou a conclusão do negócio à aceitação dos demais acionistas na proporção de pelo menos 50% mais uma ação da empresa. A transação, apoiada pela diretoria executiva e pelo conselho de supervisão da Delivery Hero, deve ser concluída no segundo semestre do próximo ano.
O valor de US$ 14,8 bilhões representa um prêmio de 34% sobre o o preço médio das ações da Delivery Hero negociadas em Bolsa nos últimos três meses. O valor também ficou 9% acima do fechamento de quarta-feira e aproximadamente 40% acima da cotação anterior ao início das especulações sobre o negócio.
O acordo ampliará a presença do Uber Eats na Europa, Oriente Médio, Ásia e América Latina.
Compromissos da Prosus abriram caminho para o negócio
A oferta da Uber só foi possível, em parte, por causa dos compromissos assumidos pela Prosus junto à Comissão Europeia para obter aprovação da compra da Just Eat Takeaway. Como condição, a empresa holandesa precisou reduzir sua participação de 26,5% na Delivery Hero, segundo pessoas familiarizadas com a operação.
Uma dessas fontes descreveu a Prosus como uma "vendedora por obrigação", afirmando que a venda ocorreu para atender às exigências regulatórias, e não por decisão estratégica.
Na prática, essa medida abre caminho para que uma empresa americana assuma o controle de um dos maiores grupos europeus de entrega de comida, apesar da ambição declarada da União Europeia de fortalecer campeãs tecnológicas do continente.
Anos de consolidação no setor
O mercado de entrega de comida fora da China deixou de ser um cenário fragmentado, impulsionado pela pandemia, para se tornar um setor altamente concentrado nas mãos de poucos operadores globais.
Essa consolidação foi impulsionada pela desaceleração dos pedidos após os picos registrados durante a pandemia e pela pressão para aumentar as margens de lucro diante do maior escrutínio regulatório sobre as condições de trabalho dos entregadores.
Nos últimos anos, esse movimento levou:
o Uber a comprar a Postmates;
a DoorDash a adquirir Wolt e Deliveroo;
a Just Eat a se fundir com a Takeaway.com e comprar a Grubhub;
e a Delivery Hero a expandir seus negócios com aquisições como Glovo e foodpanda.
Com a nova operação, Uber e DoorDash passam a ser os principais líderes globais do setor.
— Unir forças com um parceiro forte neste momento é a decisão certa para que a Delivery Hero garanta sua competitividade no futuro — afirmou a presidente do conselho de supervisão da empresa, Kristin Skogen Lund.
Sede em Berlim e compromisso de não demitir
Fundada em Berlim em 2011, a Delivery Hero cresceu rapidamente por meio de aquisições e se tornou uma das maiores empresas de entrega de comida do mundo, embora tenha deixado alguns mercados para concentrar esforços na rentabilidade.
Como parte do acordo, o Uber comprometeu-se a investir € 2 bilhões na Alemanha até 2031 e concordou em manter a sede da Delivery Hero em Berlim e preservar sua força de trabalho pelo menos até 2029.
Leia também:  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/BgFosJZS7W1UGMV-qYFnXyLL8YI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/P/g/QYbXIvSvGGlfqB7rryHg/design-sem-nome-16-.png" medium="image"/>   <media:description>Uber compra Delivery Hero por R$ 14,8 bilhões</media:description>   <media:credit>Unsplash</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:26:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Designer viraliza ao lembrar proposta de pagamento que recebeu na pandemia: 'Pastel grátis?'</title>  <atom:subtitle>Publicação no X acumulou comentários bem humorados, além de debates sobre remuneração de designers e uso de inteligência artificial. Autor do post revelou se aceitou ou não a oferta</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/designer-viraliza-ao-lembrar-proposta-de-pagamento-que-recebeu-na-pandemia-pastel-gratis.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/designer-viraliza-ao-lembrar-proposta-de-pagamento-que-recebeu-na-pandemia-pastel-gratis.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/RRwST4sIxY0fb63Ciw49_F6amOI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/A/4/OK4Pn1Qqiv0WumGQL2Bg/design-sem-nome-15-.png" /><br /> ]]>    Uma publicação viral no X levantou um debate sobre remunerações justas e contratação de serviços, principalmente de profissionais autônomos e artísticos. O designer Guilherme Alves, de Brasíla (DF), relembrou em seu perfil @GuiAlvesPS uma situação que vivenciou há 6 anos, quando recebeu um pedido de design de um logotipo de um empreendedor, mas que o pagamento só poderia ser feito com um ano de pastel grátis.
“A gente está querendo abrir uma pastelaria da família e eu queria saber se você poderia fazer um logo para a gente”, diz o print da mensagem que o autor do post compartilhou. “O pagamento, infelizmente, não vai ser em dinheiro, pois essa pandemia quebrou a gente. Você aceita um ano de pastel grátis?”.
Publicada na quarta-feira (15/7), a publicação já ultrapassa a marca de 700 mil visualizações e centenas de comentários. Compartilhada em meio a risadas, outros perfis se identificaram com a situação e relataram episódios parecidos.
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Uma publicação viral no X levantou um debate sobre remunerações justas e contratação de serviços, principalmente de profissionais autônomos e artísticos. O designer Guilherme Alves, de Brasíla @GuiAlvesPS relembrou uma situação que vivenciou há 6 anos, quando recebeu um pedido de design de um logotipo de um empreendedor, mas que o pagamento só poderia ser feito com um ano de pastel grátis.
“Já fiz flyer de promoção em troca de combo de sanduíche, essa proposta está excelente”, escreveu um perfil.
A maioria dos comentários mostrou um deslumbre pela oferta e muitos internautas disseram que aceitariam a proposta. “Eu aceitaria na hora”, diz um perfil. “Um ano de pastel grátis é de se pensar”, diz outro comentário. “Um pastel ruim hoje em dia não custa menos de R$ 15, talvez fosse um bom negócio”, comenta outro perfil. 
O post ainda levantou um outro debate em paralelo: o uso de inteligência artificial para artes, logos e divulgações de pequenos negócios. Alguns perfis apontaram que, se a situação não tivesse ocorrido em 2020, a IA poderia “resolver este problema” para o empreendedor. O autor do post se defendeu nos comentários, dizendo que a tecnologia não pode substituir os designers, principalmente pela criatividade, e publicou um meme feito por ele como exemplo. 
Por fim, muitas pessoas que comentaram no post ficaram interessadas e curiosas em saber se, afinal, o designer aceitou a proposta do pastel grátis por um ano. “Não aceitei, eu precisava de dinheiro na época e o pastel tinha um gosto duvidoso demais”, respondeu Alves a um comentário. O internauta ainda relatou qual foi o destino do negócio na época: “Por causa da pandemia, fecharam antes de lançarem o logo”.
Leia também:  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/RRwST4sIxY0fb63Ciw49_F6amOI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/A/4/OK4Pn1Qqiv0WumGQL2Bg/design-sem-nome-15-.png" medium="image"/>   <media:description>Publicação nas redes sociais viraliza com oferta inusitada a designer</media:description>   <media:credit>Reprodução/Redes sociais</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:19:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quem é IShowSpeed, influenciador que vai se apresentar na final da Copa do Mundo — e o que ele vai fazer lá</title>  <atom:subtitle>Streamer de 21 anos, conhecido por transmissões de games e vídeos virais, vai se apresentar na cerimônia de encerramento do torneio ao lado de grandes nomes da música e do cinema</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/quem-e-ishowspeed-influenciador-que-vai-se-apresentar-na-final-da-copa-do-mundo-e-o-que-ele-vai-fazer-la.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/quem-e-ishowspeed-influenciador-que-vai-se-apresentar-na-final-da-copa-do-mundo-e-o-que-ele-vai-fazer-la.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/MwpnRoefTg7ltGY4GCTw86bWpPo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/E/U/rpvOMHSAGhFGFkaM9ZZw/speed.jpg" /><br /> ]]>    Entre nomes consagrados como Post Malone, Nicole Scherzinger, Robbie Williams, Laura Pausini e Jennifer Hudson, uma pessoa chamou a atenção na programação da cerimônia de encerramento da Copa do Mundo de 2026: IShowSpeed. O influenciador digital de 21 anos subirá ao palco no próximo domingo (19/7) antes da decisão do torneio para apresentar a música "World Cup (Champions)", sua música autoral ligada ao Mundial.
O streamer, cujo nome verdadeiro é Darren Watkins Jr., dividirá a programação com artistas de renome internacional. A cerimônia ainda contará com Jennifer Hudson cantando o hino dos Estados Unidos e uma participação especial do ator Tom Cruise.
Embora seja menos conhecido pelo grande público do que os demais convidados, IShowSpeed reúne uma audiência gigantesca nas redes sociais e se tornou um dos principais fenômenos da internet nos últimos anos.
De transmissões de games ao estrelato
Natural de Cincinnati, no estado de Ohio, nos Estados Unidos, Darren Watkins Jr. começou sua trajetória na internet ainda adolescente. O apelido "Speed" surgiu na infância por causa de sua velocidade e hiperativismo e acabou se tornando seu nome de usuário nos videogames.
Ele criou o canal IShowSpeed no YouTube em 2016, mas só passou a publicar conteúdo com frequência aos 15 anos, realizando transmissões ao vivo de jogos como NBA 2K e Fortnite.
A virada aconteceu em 2021, quando vídeos com suas reações exageradas, explosões de humor e momentos caóticos durante as lives viralizaram no TikTok, o transformando em um dos criadores de conteúdo mais populares do mundo.
Hoje, o influenciador soma mais de 58 milhões de inscritos no YouTube, além de 53 milhões de seguidores no TikTok, 52 milhões no Instagram e 5 milhões na Twitch. Ele também venceu o Streamy Awards, principal premiação dedicada a criadores de conteúdo digital, nas categorias de Revelação (2022) e Streamer de Variedades (2023).
Além do universo dos games, Speed expandiu sua atuação para a música, participou de eventos da WWE, realizou turnês de lives por cinco continentes e chegou a conhecer pessoalmente seu maior ídolo no futebol, Cristiano Ronaldo.
Música criada para a Copa
A relação do influenciador com o futebol também se refletiu na carreira musical. Depois de lançar a faixa "World Cup", durante o Mundial de 2022, ele apresentou neste ano "World Cup (Champions)", música que será interpretada na cerimônia de encerramento da Copa de 2026. Segundo o próprio streamer, o convite partiu da Fifa. Ele compartilhou o momento em suas redes sociais e relatou que achou que fosse um trote.
"Eles disseram que ouviram a música e queriam que eu me apresentasse na final da Copa do Mundo. Achei que era uma brincadeira", afirmou.
Após o lançamento da canção, em junho, o influenciador chegou a marcar a Fifa nas redes sociais pedindo que ela fosse considerada o hino oficial do torneio. A entidade respondeu publicamente que entraria em contato, e, poucos dias depois, a música foi incluída no álbum oficial da Copa do Mundo de 2026.
O videoclipe da faixa ultrapassou 90 milhões de visualizações em apenas um mês.
Presença constante no Mundial
A participação de IShowSpeed na Copa começou antes mesmo da cerimônia de encerramento. Apaixonado por futebol, ele acompanhou o torneio presencialmente e realizou transmissões ao vivo diretamente das cidades-sede ao longo da competição.
Além disso, firmou parcerias com a Fifa, a Fox Sports e o YouTube para exibir algumas partidas ao público dos Estados Unidos.
No início de julho, durante uma live da partida entre Argentina e Cabo Verde, um torcedor argentino foi flagrado fazendo um comentário racista contra o influenciador. O episódio levou a Fifa a abrir uma investigação.
Em nota, a entidade afirmou que "condena veementemente o racismo, o ódio e qualquer forma de discriminação" e reforçou que atitudes desse tipo "não têm lugar no futebol nem na sociedade". Até o momento, IShowSpeed não comentou o caso.
O que esperar da apresentação?
Os detalhes da performance seguem em sigilo, mas a expectativa é que o influenciador apresente "World Cup (Champions)", música que cita as 48 seleções participantes do torneio.
Conhecido pelo estilo irreverente e pelas apresentações cheias de energia, os fãs apostam que Speed também repetirá um de seus movimentos mais famosos: um mortal para trás no palco, segundo o The Independent.
A cerimônia de encerramento acontece neste domingo, antes da final da Copa do Mundo, entre Argentina e Espanha, e antecede também o primeiro show do intervalo da história do torneio, que terá apresentações de Madonna, Shakira, Justin Bieber e BTS.
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Na média móvel trimestral, houve uma queda de 0,2%. Nos demais tipos de comparação, no entanto, o varejo apresentou avanços: de 0,4% na comparação com maio do ano passado, de 1,7% no acumulado do ano e de 1,4% no acumulado de 12 meses.
“No ano de 2026, o varejo vem crescendo a maioria do tempo”, afirma o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. “Apenas abril apresentou resultado no campo negativo”.
A alta de 0,1% de abril para maio foi puxada por cinco dos oito setores pesquisados: livros, jornais, revistas e papelaria (15,2%), tecidos, vestuário e calçados (3,1%), móveis e eletrodomésticos (2,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1,4%) e combustíveis e lubrificantes (1,1%).
Por outro lado, três setores apresentaram queda: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,7%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,5%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,3%).
Varejo ampliado
O varejo ampliado, que também inclui materiais de construção e o setor de veículos e peças, por outro lado, caiu 0,2%. Os materiais de construção cresceram 2,1%, enquanto os veículos e peças avançaram 1,8%.
O comércio varejista ampliado também teve quedas de 0,3% na média móvel trimestral e de 0,6% na comparação com maio de 2025. No acumulado do ano, o setor apresentou alta de 1,3%. Já no acumulado de 12 meses, o crescimento foi 0,1%.
Receita nominal
A receita nominal do varejo cresceu 0,1% na comparação com abril deste ano, 4,4% em relação a maio de 2025, 4,2% no acumulado do ano e 4,8% no acumulado de 12 meses.
Considerando-se o varejo ampliado, a receita nominal teve altas de 0,4% na passagem de abril para maio, de 2,3% na comparação com maio do ano passado, de 3% no acumulado do ano e de 2,8% no acumulado de 12 meses.
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Um alto funcionário do governo americano explicou que, no caso da carne, o objetivo é garantir o abastecimento do mercado americano:
— Sobre a questão da carne bovina, eu diria que, por enquanto, estamos deixando essa cadeia de suprimentos como está. O rebanho bovino dos Estados Unidos é o menor dos últimos 75 anos. Sabemos que os pecuaristas estão tentando recompor seus rebanhos e aumentar a produção. Ao mesmo tempo, o presidente deixou claro que quer garantir que os americanos tenham acesso à carne bovina a preços razoáveis — ele disse.
Mercadorias que já estão em trânsito para os EUA também ficarão livres da sobretaxa. Ao anunciar as medidas, o funcionário disse ainda que, caso o Brasil retalie, os EUA poderiam adotar medidas ainda mais duras:
— Se houver retaliação, seriamos forçados, francamente, a potencialmente modificar nossa ação para garantir a eliminação dessas práticas. Não acho que uma retaliação seja do interesse de ninguém. Não prevejo isso. Se eles optarem, provavelmente haverá mais ações do nosso lado — afirmou o alto funcionário.
As regras da Casa Branca não permitem a identificação dos funcionários que prestam os esclarecimentos.
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A origem da empresa está na união de dois profissionais que enxergaram uma oportunidade em um mercado que começava a ganhar força no Brasil. O cirurgião-dentista Dr. Alan Macário, reconhecido nacionalmente pela formação de especialistas em harmonização facial por meio do IAMAC, conheceu o também cirurgião-dentista Dr. Manoel Ferreira durante cursos de pós-graduação na área. O que começou como uma relação entre professor e aluno evoluiu para uma parceria estratégica voltada à construção de um negócio capaz de unir excelência técnica, experiência do paciente e potencial de escala.
"A harmonização facial vivia um momento de crescimento acelerado, mas percebemos que ainda existia espaço para criar uma marca que entregasse excelência técnica, segurança e uma experiência padronizada para o paciente. A Botopremium  nasceu justamente dessa vontade de transformar conhecimento e prática clínica em um modelo que pudesse alcançar mais pessoas", afirma Alan Macário.
A primeira unidade foi inaugurada em Pernambuco e rapidamente apresentou resultados que chamaram a atenção dos fundadores. Mesmo diante de um cenário econômico desafiador, a procura pelos procedimentos e a aceitação do público mostraram que havia potencial para expandir a operação.
"Quando abriram a primeira clínica, não imaginavam apenas um consultório de sucesso. E isso fez com que alguns aspectos administrativos precisassem ser aprimorados. Foi onde eu entrei, com background de família de comerciantes e um projeto educacional que faturava 50 mil mensais lecionando para 200 pessoas em situação de vulnerabilidade social. O que nos motivava era construir algo maior, uma empresa capaz de gerar oportunidades para outros profissionais e levar um padrão de atendimento que pudesse ser replicado em diferentes cidades. À medida que os resultados apareceram, ficou claro que o modelo tinha potencial para crescer", complementa Manoel Ferreira.
Nos primeiros anos de operação, a rede consolidou sua presença no Nordeste e percebeu que havia demanda para replicar o modelo em outras regiões do país. O crescimento acelerado trouxe novos desafios e levou os fundadores a buscar uma estrutura mais robusta de gestão. Foi nesse contexto que Rodrigo D'Paula passou a integrar a sociedade. Com mais de 25 anos de experiência em governança corporativa e expansão de franquias, o executivo assumiu papel fundamental na profissionalização da companhia e na construção da estratégia de crescimento nacional.
"O que me chamou a atenção foi perceber que a empresa já possuía algo que muitas redes levam anos para construir: processos bem definidos e uma proposta de valor clara para franqueados e pacientes. Enxerguei uma oportunidade de aplicar governança, estrutura e planejamento para transformar esse potencial em uma expansão sustentável e de longo prazo", afirma Rodrigo D'Paula.
A força de franqueadora
O movimento ganhou força especialmente nos últimos dois anos - quando Rodrigo entrou no quadro societário. A rede saiu de aproximadamente 40 unidades para as atuais 84 operações entre clínicas em funcionamento e implantação, ampliando sua presença para além do Nordeste. Hoje, a marca já atua em diversos estados brasileiros e está presente nas regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com destaque para o Rio de Janeiro, que se tornou uma das principais praças da empresa fora de sua região de origem.
Parte desse avanço está relacionada ao formato da operação. Com investimento inicial a partir de R$ 240 mil, a Botopremium  estruturou um modelo que busca equilibrar baixo custo operacional e potencial de faturamento. A proposta permite a abertura de clínicas compactas, muitas vezes com apenas um consultório, sem comprometer a capacidade de geração de receita. Segundo a empresa, algumas unidades ultrapassam R$ 200 mil de faturamento mensal mesmo operando com estruturas enxutas.
Outro fator que contribui para a expansão é a diversidade do perfil dos franqueados. Embora a rede tenha crescido inicialmente entre profissionais formados pelo instituto liderado por Alan Macário, o negócio passou a atrair investidores de diferentes setores, incluindo empreendedores sem experiência prévia no mercado de estética. A padronização dos processos, o suporte operacional e o treinamento oferecido pela franqueadora ajudaram a ampliar o alcance da marca.
Os resultados também se refletem no desempenho de multifranqueados e empresários que decidiram converter clínicas independentes em unidades da rede. Em diversos casos, a adesão ao modelo permitiu ganhos de eficiência, aumento do faturamento e expansão da operação para novas cidades.
Após encerrar 2025 com faturamento de R$ 30 milhões, a companhia projeta manter o ritmo de crescimento em 2026. Somente no primeiro semestre deste ano, a expectativa é registrar faturamento próximo de R$ 25 milhões e realizar mais de 14 mil procedimentos estéticos. O desempenho reforça a estratégia adotada pela empresa de crescer de forma estruturada, mantendo padrões operacionais e fortalecendo a presença da marca em novos mercados.
Atualmente, a franqueadora conta com uma equipe de 20 colaboradores dedicados ao suporte da rede, enquanto as unidades somam cerca de 270 profissionais entre equipes clínicas e administrativas. A estrutura tem sido um dos pilares para sustentar a expansão sem comprometer a padronização dos serviços e a experiência dos pacientes.
Para os próximos anos, a ambição é ampliar a capilaridade da rede sem abrir mão da governança construída nos últimos ciclos de crescimento. A expectativa é encerrar 2026 com entre 100 e 110 unidades em operação e implantação e alcançar cerca de 300 clínicas até 2030, consolidando a Botopremium  como uma das principais redes de estética facial do país.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/2zx9D-FjWftQj1td9Ru5LkkStUE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/d/c/DLXO5CSr68AYpzLQ2AHw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260702145808.png-20260716103014" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:30:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Marketplace digital projeta US$ 2,29 trilhões até 2035</title>  <atom:subtitle>Projeções da Next Move Strategy Consulting apontam que o mercado global de marketplaces digitais deve alcançar US$ 2,29 trilhões até 2035, com CAGR de 11,49% a partir de 2026. O crescimento é atribuído ao avanço de APIs de pagamento, algoritmos de IA e à preferência de consumidores por conveniência, segurança e autonomia.</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/dino/noticia/2026/07/marketplace-digital-projeta-us-229-trilhoes-ate-2035-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/dino/noticia/2026/07/marketplace-digital-projeta-us-229-trilhoes-ate-2035-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/ivYMZ_x6SseL5z-a4kfmmbRl8G4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/d/t/Enz5fSSSmUinvmTVpeJQ/publicador-api-pegn-dino-100-766606fd-6aa7-4c8f-81fd-28f39aa20d08.png-20260716093349" /><br /> ]]>    A consolidação do modelo de marketplace no cenário global entrou em uma nova fase de maturidade. Se a última década foi marcada pela digitalização do varejo de produtos físicos e de bens de consumo diários, o cenário atual aponta para a transformação de setores de alta complexidade. Serviços que antes exigiam longas jornadas de atendimento presencial, intermediações de múltiplos agentes e processos burocráticos analógicos estão migrando rapidamente para plataformas digitais integradas.
Segundo dados oficiais publicados pela Next Move Strategy Consulting, o mercado global de marketplaces digitais está projetado para atingir a marca de US$ 2,29 trilhões até 2035, expandindo-se sob uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 11,49% a partir de 2026. Esse crescimento contínuo é impulsionado pelo avanço das tecnologias de APIs de pagamento globais, algoritmos de recomendação baseados em inteligência artificial (IA) e, principalmente, por uma mudança no comportamento de um novo perfil de consumidor, que prioriza a conveniência, a segurança e a autonomia de escolha.
A transição do varejo simples para serviços de nicho
O conceito tradicional de marketplace — conectar múltiplos vendedores a compradores em uma única vitrine — provou sua eficiência ao reduzir custos de transação. Contudo, ao aplicar essa lógica a mercados complexos, como educação internacional, turismo de experiência, serviços financeiros e imobiliários, a tecnologia precisou evoluir.
De acordo com relatórios de comércio eletrônico divulgados pela International Trade Administration (ITA), a expansão do e-commerce global tem como principais catalisadores o avanço nos sistemas de pagamento digital e a busca dos consumidores por ambientes integrados que centralizem soluções. Nos marketplaces de serviços, o valor central migra da logística física para a curadoria de parceiros, segurança de dados e desintermediação.
Para Camila Fidélis, executiva de Recursos Humanos e fundadora da Beawst, esses indicadores refletem uma mudança estrutural irreversível nas expectativas de consumo.
"Quando acompanhamos as projeções globais de crescimento dos marketplaces e o foco que a ITA aponta na segurança de dados, fica claro que o cliente moderno não aceita mais as fricções dos modelos de negócios offline", pontua Fidélis. "O valor das plataformas hoje não está apenas em listar opções, mas em traduzir burocracias complexas e moedas diferentes em uma interface fluida, transparente e segura. Quem não digitalizar a jornada de ponta a ponta perderá relevância rapidamente."
As três vantagens estruturais do modelo
O amadurecimento desse ecossistema digital oferece três vantagens claras que justificam a migração dos consumidores para o ambiente online:
Redução da assimetria de informação: Plataformas digitais organizam dados dispersos, permitindo que o consumidor compare preços, políticas de cancelamento e avaliações de forma clara, eliminando as chamadas "taxas ocultas" comuns em mercados offline.
Desintermediação de processos: Ao conectar o cliente diretamente ao prestador final (escola, profissional ou prestador de serviço), as plataformas encurtam a cadeia de valor, o que reduz custos operacionais em ambas as pontas.
Escalabilidade operacional e segurança: Prestadores de serviços encontram nesses canais uma infraestrutura digital pronta — incluindo processamento de pagamentos internacionais e triagem de clientes via IA — sem a necessidade de investir no desenvolvimento de tecnologia própria.
Essa reestruturação digital atende diretamente a um mercado consumidor mais exigente, que, conforme apontam as tendências de consumo global mapeadas pela ITA, considera a transparência financeira e o controle de dados como fatores decisivos para a contratação de serviços de alto valor agregado.
O reflexo prático na mobilidade internacional e intercâmbios
Um dos setores que melhor ilustra essa transição para o modelo de plataforma é o de intercâmbios e educação internacional. O segmento, historicamente operado por agências físicas e intermediários centralizadores, começa a adotar a dinâmica das EdTechs (tecnologias educacionais) e TravelTechs (tecnologias voltadas ao turismo).
Plataformas brasileiras que atuam neste ecossistema, como a Beawst, exemplificam essa transição ao atuar como marketplaces de nicho. Ao unificar em um único ambiente digital a matrícula direta em escolas globais, o seguro-viagem, assessorias para visto e o processamento de pagamentos através de integradores globais de pagamento, o modelo demonstra como a tecnologia pode simplificar uma jornada de consumo complexa e de alto investimento financeiro.
Esta reestruturação não apenas reduz o custo final para o usuário ao remover as margens de intermediários tradicionais, mas também viabiliza que as instituições de ensino internacionais acessem mercados emergentes de forma direta, otimizando os seus processos de admissão.
A tendência indica que o avanço tecnológico continuará descentralizando setores tradicionalmente analógicos. Empresas que conseguirem traduzir processos burocráticos e complexos em interfaces digitais intuitivas e seguras liderarão a próxima onda da economia de plataforma.
Sobre a Beawst
A Beawst é uma plataforma de marketplace que atua como EdTech e TravelTech de mobilidade internacional. A startup conecta diretamente estudantes brasileiros a instituições de ensino e prestadores de serviços de suporte ao intercâmbio ao redor do mundo, eliminando intermediários e garantindo transparência financeira por meio de tecnologia avançada de transações globais.
Para mais informações sobre a tecnologia de contratação de serviços internacionais, basta acessar o portal da plataforma em https://www.beawst.com.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/ivYMZ_x6SseL5z-a4kfmmbRl8G4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/d/t/Enz5fSSSmUinvmTVpeJQ/publicador-api-pegn-dino-100-766606fd-6aa7-4c8f-81fd-28f39aa20d08.png-20260716093349" medium="image"/>   <media:description>Divulgação / Inteligência Artificial</media:description>   <media:credit>Divulgação / Inteligência Artificial</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:34:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Governo dos EUA confirma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros; veja os impactos para PMEs</title>  <atom:subtitle>Medida anunciada na noite de quarta-feira (15/7) entra em vigor em 22 de julho. Especialistas alertam para risco de queda nas exportações, pressão sobre o capital de giro e necessidade de diversificar mercados</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/governo-dos-eua-confirma-tarifa-de-25percent-sobre-produtos-brasileiros-veja-os-impactos-para-pmes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/governo-dos-eua-confirma-tarifa-de-25percent-sobre-produtos-brasileiros-veja-os-impactos-para-pmes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/whoMwqQwgYCkc6o7WcHT_-lt8SU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/F/F/GAMGkGSs6zAXGU9oJ73w/trump.avif" /><br /> ]]>    O governo dos Estados Unidos confirmou, na noite de quarta-feira (15/7), a aplicação de uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros. A medida, que vai entrar em vigor em 22 de julho, é resultado de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, aberta em 2025 para apurar supostas práticas do Brasil relacionadas ao sistema de pagamentos Pix, à propriedade intelectual e ao comércio digital.
Com a decisão, diversos produtos brasileiros passam a enfrentar novas barreiras comerciais. Em alguns casos, a carga tributária pode chegar a 37,5%, quando a nova tarifa é somada a outras taxas temporárias e investigações em andamento. Apesar do alcance da medida, parte dos principais itens da pauta de exportação brasileira para os Estados Unidos não foi afetada pela nova tarifa de 25%. A seguir, veja os principais itens isentos e aqueles que serão taxados:
Principais produtos isentos da tarifa de 25%:
Carne bovina
Café
Laranjas e suco de laranja
Petróleo bruto e gás natural
Aeronaves civis, motores e componentes aeroespaciais
Produtos farmacêuticos e ingredientes químicos para uso farmacêutico
Semicondutores e máquinas para sua fabricação
Peixes e crustáceos
Certos produtos de madeira tropical
Mel orgânico
Ferro-gusa
Castanhas
Celulose de madeira
Pastas químicas de madeira
Helicópteros
Motores aeronáuticos e componentes do setor aeronáutico
Alguns minérios
Produtos metálicos considerados estratégicos para as cadeias produtivas dos EUA
Principais produtos sujeitos à tarifa de 25%:
Etanol
Máquinas agrícolas
Vestuário
Maquinário elétrico
Calçados
Ferramentas de jardinagem
Equipamentos de mineração
Papel
Açúcar orgânico
Bens de capital
Manufaturados em geral
Produtos químicos diversos
Itens industriais processados
O embaixador Jamieson Greer, por determinação do presidente Donald Trump, confirmou a aplicação da tarifa de 25% sobre determinados produtos brasileiros. Segundo o comunicado oficial, a decisão marca o fim de uma investigação conduzida ao longo de um ano pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que concluiu que políticas adotadas pelo Brasil em áreas como comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e combate ao desmatamento ilegal prejudicam, na avaliação do governo americano, trabalhadores, empresas e exportadores dos EUA. Para o USTR, o processo incluiu audiências públicas e a análise de mais de 360 manifestações de empresas, entidades e outros interessados antes da definição da medida.
A adoção da tarifa ocorre após meses de negociações entre os dois países que, de acordo com o governo dos Estados Unidos, não foram suficientes para solucionar as questões apontadas na investigação. Ao anunciar a decisão, Greer afirmou que "a proteção dos interesses econômicos americanos contra práticas comerciais desleais é a base das políticas 'América Primeiro' do presidente Trump" e disse que a medida busca garantir condições mais equilibradas de concorrência para empresas e trabalhadores americanos. Apesar da nova tarifa, Washington afirmou que continua aberto ao diálogo com o Brasil para discutir mudanças nas políticas que motivaram a investigação.
O governo brasileiro reagiu à decisão dos Estados Unidos de impor a nova tarifa e afirmou, em nota, que a medida representa um "marco lastimável" nas relações bilaterais. O Itamaraty disse que "não há justificativa para medidas unilaterais" e ressaltou que, nos últimos 15 anos, os EUA registraram um superávit de US$ 424,5 bilhões no comércio de bens e serviços com o Brasil. O texto também afirmou que o país não reconhece a legitimidade de investigações sem respaldo nas regras multilaterais de comércio e declarou ter apresentado ao governo norte-americano informações que contestam as alegações de práticas comerciais desleais.
Na resposta oficial, o governo também defendeu políticas internas citadas nas investigações conduzidas pelos EUA, afirmando que o PIX "é um patrimônio do nosso povo" e que continuará protegendo os interesses nacionais. Como reação ao que classificou como "tarifas ilegais e arbitrariamente impostas", anunciou que recorrerá aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica e ao mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC), além de adotar medidas de apoio no âmbito do Plano Brasil Soberano.
Da sobretaxa geral à investigação: como a disputa comercial entre Brasil e EUA se intensificou
A decisão anunciada nesta quarta-feira representa mais um capítulo da disputa comercial entre os dois países, mas difere das medidas adotadas anteriormente por decorrência da conclusão de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
A primeira mudança relevante ocorreu em fevereiro de 2025, quando o governo do presidente Donald Trump restabeleceu tarifas de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio, revogando exceções concedidas a diversos parceiros comerciais, entre eles o Brasil. As medidas, que entraram em vigor no mês de março, foram adotadas com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, sob a justificativa de proteger a segurança nacional dos Estados Unidos. Posteriormente, o governo norte-americano ampliou o alcance dessas tarifas para incluir uma série de produtos derivados de aço e alumínio.
Em abril do mesmo ano, o governo norte-americano anunciou uma tarifa-base de 10% sobre importações de diversos países, incluindo o Brasil, no âmbito da política de chamadas tarifas "recíprocas". Diferentemente das tarifas aplicadas ao aço e ao alumínio, essa medida tinha caráter amplo e incidia sobre uma ampla gama de produtos brasileiros, com algumas exceções previstas pelo governo norte-americano. Embora tenha afetado exportadores brasileiros, a medida era global e não tinha direcionamento específico ao País, alcançando também outros parceiros comerciais dos Estados Unidos.
Em julho de 2025, o governo norte-americano anunciou uma tarifa adicional de 50% sobre produtos brasileiros. A medida foi apresentada pela Casa Branca como uma resposta a práticas consideradas injustas e também esteve associada a questões políticas envolvendo o Brasil. Na implementação, entretanto, o governo dos Estados Unidos estabeleceu uma lista de exceções, preservando determinados produtos e setores do alcance integral da sobretaxa.
A relação bilateral ganhou um novo contorno em 15 de julho de 2025, quando o USTR abriu uma investigação formal contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O órgão passou a analisar se políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, ao sistema de pagamentos Pix, à propriedade intelectual, ao acesso ao mercado de etanol e ao combate ao desmatamento ilegal criariam barreiras consideradas "injustificáveis" ou "discriminatórias" para empresas norte-americanas. 
O procedimento abriu prazo para manifestações do governo brasileiro, empresas e entidades dos dois países. Ao longo da investigação, o governo brasileiro contestou as alegações e sustentou que eventuais divergências deveriam ser discutidas no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC). Ainda assim, o processo avançou conforme o rito previsto na legislação norte-americana. 
Em fevereiro de 2026, a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou o tarifaço. Na sequência, a Casa Branca anunciou uma tarifa global de 10%, posteriormente elevada para 15%, com fundamento na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974. O dispositivo autoriza o presidente a impor, de forma temporária, tarifas de até 15% por um período máximo de 150 dias, antes que a medida dependa de apreciação pelo Congresso norte-americano.
Em junho de 2026, o USTR divulgou sua determinação preliminar, concluindo que parte das práticas investigadas poderia justificar medidas comerciais, e abriu a fase final de consulta pública. Como parte desse processo, a audiência ocorreu nos dias 6 e 7 de julho, em Washington, reunindo representantes do governo, empresas e entidades setoriais para apresentar argumentos antes da decisão final sobre a adoção da sobretaxa de 25%.
Impactos para PMEs
Especialistas ouvidos por PEGN avaliam que as pequenas e médias empresas (PMEs) tendem a ser as mais afetadas, já que contam com menor capacidade financeira para absorver custos extras e lidar com mudanças abruptas nas condições de mercado.
"As PMEs normalmente possuem menor capacidade de absorver perdas temporárias, menos acesso a financiamento e menor poder de negociação com distribuidores americanos", afirma Rafael Palazzi, professor da FIA Business School. 
Na avaliação do especialista, empresas que concentram suas vendas em poucos compradores nos Estados Unidos deverão sentir os impactos de forma imediata.
Helder Santos, professor Núcleo de Estudos e Pesquisas Avançados em Tributação da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), afirma que o primeiro efeito prático será a desaceleração ou até a suspensão de pedidos, enquanto importadores norte-americanos tentam renegociar contratos para compensar o aumento de custos.
"Uma empresa que já produziu para exportação poderá ficar com mercadorias prontas, matérias-primas contratadas e custos incorridos, mas sem garantia de que o cliente norte-americano manterá o pedido nas condições originais", alerta Santos. De acordo com Santos, esse cenário pode comprometer o capital de giro das empresas exportadoras.
Revisão de contratos e medidas para reduzir perdas
Diante do novo cenário, os especialistas recomendam que as PMEs façam uma avaliação de sua carteira de exportações e dos contratos firmados com clientes norte-americanos.
Hugo Palo, sócio de direito tributário e contencioso estratégico do escritório Palo Advogados, destaca que o primeiro passo é verificar se os produtos comercializados estão entre aqueles efetivamente sujeitos à nova tarifa ou se fazem parte da lista de exceções, como café e carne.
"O segundo cuidado é revisar os contratos, com atenção especial aos Incoterms [abreviação de International Commercial Terms ou Termos Internacionais de Comércio] . Via de regra, quem vende na condição DDP [Delivered Duty Paid, ou Entregue com Direitos Pagos] assume diretamente o custo da tarifa e a responsabilidade legal perante a aduana estadunidense", explica.
Ele ainda orienta ainda que as empresas organizem a documentação necessária para acessar programas de apoio governamental.
No médio e longo prazo, os especialistas apontam que a diversificação de mercados deve ganhar ainda mais importância como estratégia para reduzir a dependência das exportações destinadas aos Estados Unidos.
Santos corrobora que "o redirecionamento de exportações para outros mercados ajudou a limitar os efeitos agregados das tarifas anteriores", embora ressalte que esse movimento exige investimentos, adaptações regulatórias e obtenção de novas certificações.
Palo afirma que a decisão dos Estados Unidos evidencia a importância de incorporar o risco geopolítico ao planejamento das empresas. "Concentrar faturamento num único mercado sujeito a decisões unilaterais desta natureza virou um risco que precisa ser precificado e mitigado com diversificação e preparo jurídico", conclui o advogado.
Segundo estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a medida pode atingir US$ 14,9 bilhões em exportações brasileiras, afetando cadeias produtivas integradas e empresas que fornecem insumos também para a indústria norte-americana.
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Nem toda cobrança começa com um processo comum
Dependendo do valor e da natureza da dívida, existem caminhos processuais diferentes. Dívidas comprovadas por documento específico, como um cheque, uma nota promissória ou um contrato assinado com valor líquido e certo, podem seguir por um rito chamado execução, mais direto, em que o devedor já é chamado a pagar ou apresentar bens à penhora, sem necessidade de longa fase de discussão sobre a existência da dívida.
Valdemir Ferreira Santos destaca que essa distinção é importante para o empresário desde a formalização do negócio: um contrato bem redigido, com valor líquido, certo e exigível, e assinado por testemunhas ou reconhecido em cartório, viabiliza um caminho de cobrança bem mais rápido do que uma dívida baseada apenas em conversas informais ou comprovantes soltos.
Quando não há título executivo, o caminho é mais longo
Quando a dívida não está documentada de forma tão direta, a cobrança normalmente segue pelo procedimento comum, que exige uma fase de conhecimento: o credor apresenta sua versão, o devedor se defende, ambos podem produzir provas, e só depois disso vem uma sentença sobre a existência e o valor da dívida.
O magistrado pondera que esse caminho mais longo é exatamente o que a documentação prévia ajuda a evitar. Notas fiscais, contratos assinados, e-mails de confirmação de pedido e comprovantes de entrega funcionam como prova antecipada e reduzem a chance de a cobrança se transformar em uma disputa sobre fatos básicos que poderiam ter sido resolvidos com um documento simples no momento da negociação.
Ganhar a causa não significa receber o dinheiro
Mesmo com uma sentença favorável, o empresário ainda precisa localizar bens do devedor para penhora e, de fato, converter a decisão em dinheiro recebido. Devedores sem bens localizáveis, ou que transferem patrimônio antecipadamente, podem transformar uma vitória judicial em um resultado prático frustrante.
Para Valdemir Ferreira Santos, esse é o ponto menos compreendido por quem nunca passou por uma cobrança judicial: a sentença declara o direito, mas a efetiva recuperação do valor depende de uma etapa posterior, de localização de patrimônio, que nem sempre acompanha o mesmo ritmo da decisão judicial.
O que o empresário pode fazer com essa informação?
Conhecer essas etapas ajuda a tomar uma decisão mais realista sobre cobrar ou não judicialmente: avaliar o valor da dívida frente ao custo e ao tempo do processo, manter documentação que viabilize o caminho mais rápido possível e entender que ganhar a causa é uma etapa importante, mas não garante, sozinha, o recebimento efetivo do valor devido.
Valdemir Ferreira Santos resume a orientação prática de forma direta: quanto mais organizada estiver a documentação de uma venda ou de um serviço prestado desde o início, menor tende a ser o caminho até uma eventual cobrança judicial, e maior a chance de recuperar o valor devido dentro de um prazo razoável. Empresas que tratam contrato e comprovante como formalidade dispensável, principalmente em negociações informais com clientes recorrentes, costumam ser exatamente as que mais sofrem quando uma cobrança precisa, de fato, chegar à Justiça.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/mwHUd4jPVpEoyIKQes2MFlT0ias=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/A/9/FzHCmlRUmXPI7AXrj7Zg/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260716091713.jpeg-20260716091718" medium="image"/>   <media:description>Valdemir Ferreira Santos</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:17:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mário Augusto de Castro analisa o mercado de carros clássicos no Brasil</title>  <atom:subtitle>O empresário descreve a estrutura de um setor que já movimenta R$ 32,6 bilhões por ano no país, mas que segue operando de forma fragmentada, sem grandes redes nacionais.</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/mario-augusto-de-castro-analisa-o-mercado-de-carros-classicos-no-brasil-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/mario-augusto-de-castro-analisa-o-mercado-de-carros-classicos-no-brasil-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/1w15B0SbcinUXUTnJe4fj7teWaQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/Z/m/tUU2ATQRWjmjQDyFAs6A/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260716090254.jpeg-20260716090258" /><br /> ]]>    O mercado brasileiro de carros clássicos movimenta R$ 32,6 bilhões por ano, somando compra e venda, seguro, restauração e manutenção. Apesar do volume, o setor não tem rede nacional dominante. Restauração e avaliação técnica seguem concentradas em negócios pequenos e independentes, espalhados pelo país sem coordenação entre si, cada um construindo reputação isoladamente dentro da própria região.
Um mercado grande, mas sem player dominante
A fragmentação chama atenção pelo contraste com o tamanho do mercado. Setores de porte parecido no Brasil, de academias a redes de estética, quase sempre acabam atraindo algum grupo empresarial disposto a padronizar serviço e consolidar operações menores sob uma marca só. No mercado de clássicos brasileiros, isso ainda não aconteceu.
Mário Augusto de Castro atribui essa ausência de padronização a uma causa bem concreta: o valor de cada carro depende de avaliação técnica individual, o que impede replicar o modelo de uma rede de oficinas mecânicas convencionais linha por linha. Isso não torna o setor imune à consolidação. Exige apenas um modelo de negócio desenhado com mais cuidado do que uma simples expansão de franquia tradicional.
Onde a fragmentação pesa mais para o consumidor
A qualidade varia enormemente de uma oficina para outra nesse mercado. Sem selo de qualidade reconhecido ou padrão de atendimento uniforme, o comprador de primeira viagem em carros clássicos depende quase só de indicação pessoal para não cair em armadilha.
Mário Augusto de Castro enxerga aí um espaço real de negócio: qualquer empresa que ofereça certificação ou padrão de qualidade verificável reduz a barreira de entrada para compradores hoje afastados pelo receio de negociar num mercado sem regra clara. Esse tipo de solução ainda é raro no setor.
O papel crescente das plataformas digitais
Plataformas digitais especializadas em veículos clássicos avançaram nos últimos anos, oferecendo curadoria de anúncios e verificação de documentação, funções que antes dependiam só da experiência pessoal de cada comprador ou vendedor. Para Mário Augusto de Castro, esse é o caminho mais realista de profissionalização do setor no curto prazo: resolve parte do problema de confiança sem exigir a padronização completa de uma franquia tradicional. Bancos de dados de chassi, histórico de proprietários e laudos técnicos digitalizados já substituem boa parte do trabalho que antes só um especialista experiente conseguia fazer de cabeça.
O que fica da leitura desse mercado
O setor de carros clássicos ilustra um tipo de oportunidade que passa despercebido com frequência: mercados grandes e fragmentados, onde a ausência de padronização reflete a dificuldade real de padronizar um produto que depende de avaliação individual, não falta de demanda. Reconhecer essa diferença é o primeiro passo para qualquer empreendedor avaliar investir em setores parecidos, em vez de tentar aplicar um modelo de negócio pronto onde a natureza do produto pede uma solução mais específica.
Mário Augusto de Castro generaliza essa leitura para qualquer mercado que pareça pequeno demais para atrair grande investidor à primeira vista. O tamanho real de um setor raramente é óbvio de fora. Costuma ficar escondido atrás da mesma fragmentação que faz o mercado parecer menos atraente do que de fato é.
O mesmo raciocínio vale para quem já atua dentro do setor de carros clássicos e nunca considerou expandir. Uma oficina pequena, bem avaliada dentro de sua região, tem espaço real para crescer justamente porque a maioria dos concorrentes segue pequena por acomodação, não porque o mercado não comporte negócios maiores.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/1w15B0SbcinUXUTnJe4fj7teWaQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/Z/m/tUU2ATQRWjmjQDyFAs6A/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260716090254.jpeg-20260716090258" medium="image"/>   <media:description>Mário Augusto de Castro</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:03:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Estilista brasileiro alega ter sido plagiado por marca estrangeira na Shein; como proteger suas criações</title>  <atom:subtitle>Caso envolvendo a marca artesanal Croe levanta debate sobre proteção de produtos autorais. Especialistas explicam quando há violação de direitos e quais caminhos legais o empreendedor pode seguir</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/gestao/noticia/2026/07/estilista-brasileiro-alega-ter-sido-plagiado-por-marca-estrangeira-na-shein-como-proteger-suas-criacoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/gestao/noticia/2026/07/estilista-brasileiro-alega-ter-sido-plagiado-por-marca-estrangeira-na-shein-como-proteger-suas-criacoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/UL2lFQFmCy-ayf6pDKAFcq64PaM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/T/NuGMXPRYyAugOgXj7sRw/design-sem-nome-14-.png" /><br /> ]]>    O designer e estilista mineiro Luiz Fernando de Oliveira, fundador da marca de moda artesanal Croe, usou as redes sociais no último domingo (12/7) para denunciar um suposto caso de plágio envolvendo a Shein. Em uma publicação no Instagram, o empreendedor afirmou que um top de crochê criado pela marca e lançado em outubro do ano passado teria sido reproduzido e colocado à venda por uma loja internacional que comercializa seus produtos no marketplace.
Segundo o que compartilhou, não seria a primeira vez que Oliveira teria visto uma réplica de seus produtos no aplicativo. A PEGN, o empreendedor de Belo Horizonte (MG) relata que só tomou conhecimento do caso após receber diversas mensagens de seguidores.
“A primeira vez foi uma saia criada por mim, que eu ensino a fazer no meu curso, então não tive nenhum problema com isso”, relata. “Porém, desta vez, eu recebi um link da Shein de um anúncio que mostra um top desenvolvido exclusivamente por mim e lançado em 25 de outubro de 2025”. Segundo a página do Google, o anúncio da Shein foi publicado em 6 de julho de 2026. 
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Na publicação, o designer ainda faz um carrossel comparando os dois produtos e evidenciando as similaridades entre eles.
O produto desenvolvido por Oliveira se chama "Top Flor Brasil" e é vendido a R$ 350. De acordo com ele, o design faz parte da identidade visual da marca. O top utiliza a técnica artesanal em crochê, com curvaturas que imitam pétalas de flor e detalhes com miçancas douradas. A peça vendida na Shein tem a mesma proposta e utiliza detalhes muito parecidos, como a cor, o crochê, o formato floral e os detalhes em dourado. Na plataforma, o item está à venda por R$ 61,95.
O empreendedor afirma que está se informando sobre como proceder judicialmente neste caso, uma vez que não tem um registro formal do produto. 
Um caso muito parecido ocorreu no mês passado, quando a empreendedora Jheni Ferreira utilizou seu perfil para expor um suposto plágio da equipe da cantora Shakira envolvendo uma saia de sua marca. 
Na ocasião, o stylist da cantora colombiana havia pedido um modelo da SSJHENI, marca autoral de Ferreira, para um uso futuro de Shakira, sem especificar qual e quando seria. No show de abertura da Copa do Mundo de 2026, no México, a cantora apareceu utilizando uma saia muito parecida com a da marca brasileira, mas que não era a que Ferreira havia enviado ao stylist. Mais tarde, a equipe da cantora creditou a marca italiana Off White como a responsável pela confecção de seu look. 
O que diz a Shein
Em nota, a Shein informa que, até o momento, não foi formalmente notificada sobre o caso da Croe, mas que se coloca à disposição para analisar e investigar a alegação assim que receber a comunicação formal. 
“A empresa leva muito a sério as questões de propriedade intelectual e sempre busca operar dentro das leis e regulamentações aplicáveis em todos os mercados onde atua, mantendo canais apropriados para denúncia. Reiteramos nosso compromisso com a transparência, a ética empresarial e o respeito pelos direitos de todas as partes envolvidas, sendo isso parte da missão da empresa que é tornar a beleza da moda acessível a todos”, diz o texto da empresa. 
PEGN tentou contato com a loja estrangeira que anunciou o produto na Shein, mas não teve retorno até o fechamento do texto.
Como se proteger de possíveis plágios
Construir uma marca forte e original, com nome como grande identificador e com uma estratégia a longo prazo são algumas técnicas apontadas como fundamentais para se construir um negócio sólido para Raquel Barbosa, advogada empresarial. Outro ponto importante, segundo a especialista, é ter uma visão para definir como a marca será registrada no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual), para garantir proteção. 
“O registro da marca no INPI garante segurança jurídica ao empreendedor. É semelhante ao documento de um veículo ou à matrícula de um imóvel: eles demonstram quem é o proprietário”, diz Barbosa. O certificado expedido pelo INPI identifica quem possui o direito exclusivo de utilizá-la naquela atividade econômica em território nacional. 
De acordo com Barbosa, o registro deve ser feito antes mesmo de sua abertura ou lançamento. 
Esse registro protege o investimento realizado na construção da identidade da empresa, evita que terceiros utilizem um nome semelhante e reduz significativamente o risco de concorrência desleal e de confusão entre consumidores.
Quando uma empresa passa por uma situação de plágio, cópia ou imitação, Barbosa evidencia a importância de se fazer uma distinção jurídica: “Nem toda cópia caracteriza plágio”, diz ela. “Quando falamos de marcas, normalmente estamos diante de uma possível violação de marca, concorrência desleal ou uso indevido de sinais distintivos”. 
Em relação a produtos ou serviços, a atuaçãocostuma ser mais objetiva, caso haja alguma das opções citadas, permitindo notificações extrajudiciais, pedidos de cessação do uso indevido e, quando necessário, ações judiciais para proteger os direitos do titular da marca, segundo a advogada. Caso a marca ou produto ainda não tenham os devidos registros, a situação exige uma análise individualizada de vários pontos, em especial, uso da marca, início das atividades, comprovação das atividades e uma análise criteriosa sobre a outra marca. 
Para Assis Camargo Neto, advogado especializado em Direito Empresarial e associado do GMP G&amp;C Advogados Associados, em resposta a um possível plágio, o primeiro passo é preservar provas datadas, aquisição do exemplar da cópia e reunir tudo o que demonstre a anterioridade da criação do produto ou serviço (arquivo, fotos, notas fiscais, publicações). Sem o registro necessário, a prova é o coração do caso, diz Neto. 
Quando há um conflito por uma marca ou empresa de outro país, o ponto de partida é a territorialidade, pois cada país protege os direitos de propriedade intelectual em seu próprio território, de acordo com o advogado. Tratados como a Convenção da União de Paris e o Acordo TRIPS asseguram tratamento nacional e prazos de prioridade, mas não substituem o registro local. 
“A boa notícia para o empreendedor brasileiro é que, se o produto imitado é ofertado e vendido a consumidores no Brasil (inclusive por plataforma de e-commerce), a infração se consuma em território nacional e a Justiça brasileira é competente, nos termos do artigo 21 do CPC (Código de Processo Civil), pouco importando onde a empresa infratora está sediada”, explica Neto. 
O roteiro prático costuma envolver: 
Notificação extrajudicial à empresa estrangeira; 
Comunicação à plataforma solicitando a remoção dos anúncios, com a documentação da titularidade ou da anterioridade;
Oposição ou ação de nulidade no INPI, caso a estrangeira deposite pedido de marca ou desenho no Brasil; 
Medidas aduaneiras para barrar a importação de produtos contrafeitos;
Ação judicial no Brasil, combinando ordem de cessação e indenização (art. 209 da Lei de Propriedade Industrial).
Quanto à responsabilidade da própria plataforma por anúncios de terceiros, o tema gravita em torno do artigo 19 do Marco Civil da Internet e vem sendo revisitado pelos tribunais superiores. “É uma área em evolução ainda, pois o entendimento vem se consolidando no sentido de ampliar os deveres das plataformas, sem que se possa afirmar ainda um regime fechado”, conclui o advogado. 
Leia também:  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/UL2lFQFmCy-ayf6pDKAFcq64PaM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/T/NuGMXPRYyAugOgXj7sRw/design-sem-nome-14-.png" medium="image"/>   <media:description>Designer brasileiro acusa de plágio uma loja da Shein por sua peça de crochê</media:description>   <media:credit>Reprodução/Redes sociais/Shein</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 11:00:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>ID CTVM aposta em ecossistema digital integrado para acompanhar a evolução da indústria de fundos</title>  <atom:subtitle>Companhia desenvolveu plataformas especializadas para gestores, investidores, consultores e empresas, reforçando eficiência operacional, integração e conformidade regulatória</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/id-ctvm-aposta-em-ecossistema-digital-integrado-para-acompanhar-a-evolucao-da-industria-de-fundos-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/id-ctvm-aposta-em-ecossistema-digital-integrado-para-acompanhar-a-evolucao-da-industria-de-fundos-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/cTKh0oWgZJkuIc1Psd0hoX9sO3o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/4/Y/yQz7smSSGfXgQHiN5SoQ/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260716074619.png-20260716074624" /><br /> ]]>    A transformação digital deixou de ser uma tendência para se tornar um dos principais pilares da infraestrutura do mercado de capitais. À medida que a indústria de fundos cresce em volume, complexidade e exigências regulatórias, instituições financeiras passaram a investir em soluções capazes de integrar diferentes participantes do ecossistema, automatizar processos e ampliar a eficiência operacional.
No segmento de administração fiduciária, esse movimento ganhou ainda mais relevância com o avanço dos fundos estruturados e a necessidade de conectar gestores, investidores, consultores, originadores e administradores em uma única jornada digital.
Foi com esse objetivo que a ID CTVM desenvolveu um ecossistema tecnológico formado por plataformas especializadas para diferentes perfis de usuários. Em vez de concentrar todas as funcionalidades em um único ambiente, a companhia estruturou soluções específicas para cada participante da operação, preservando a integração das informações e a segurança dos processos.
Segundo Lidiane dos Santos, diretora da ID CTVM, a estratégia nasceu da necessidade de adaptar a experiência digital às demandas de um mercado cada vez mais especializado.
Os participantes da indústria possuem necessidades muito diferentes entre si. Nosso desafio foi desenvolver uma infraestrutura tecnológica que oferecesse experiências específicas para cada público, mantendo todas as operações conectadas por uma única arquitetura, com eficiência, rastreabilidade e segurança
O ecossistema reúne soluções voltadas para diferentes etapas da jornada dos fundos de investimento. Entre elas estão o Portal do Consultor, destinado ao acompanhamento das operações por consultorias e gestoras; o Cadastro do Investidor, que digitaliza o processo de onboarding; o Portal do Gestor, voltado ao monitoramento das estruturas administradas; além do Portal IDSF, criado para automatizar o cadastro de cedentes em fundos estruturados.
A infraestrutura também contempla o Portal do Desenvolvedor, que permite integração via APIs com sistemas próprios, o Portal Nota Comercial, dedicado à emissão e gestão desses títulos, e o Portal de Cobranças, responsável pela digitalização das rotinas de cobrança.
Embora direcionadas a públicos distintos, todas as plataformas operam sobre uma mesma arquitetura tecnológica, permitindo o compartilhamento seguro das informações, reduzindo retrabalho e aumentando a produtividade dos participantes envolvidos nas operações.
Para a diretora, a tecnologia passou a desempenhar um papel tão relevante quanto os próprios serviços fiduciários.
Os participantes da indústria possuem necessidades muito diferentes entre si. Nosso desafio foi desenvolver uma infraestrutura tecnológica que oferecesse experiências específicas para cada público, mantendo todas as operações conectadas por uma única arquitetura, com eficiência, rastreabilidade e segurança
Na avaliação da ID CTVM, a evolução da indústria continuará impulsionando investimentos em automação, integração entre sistemas e digitalização de processos. O objetivo é oferecer uma infraestrutura cada vez mais preparada para acompanhar o crescimento dos fundos de investimento, reduzindo a complexidade operacional e fortalecendo a conexão entre todos os participantes do ecossistema.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/cTKh0oWgZJkuIc1Psd0hoX9sO3o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/4/Y/yQz7smSSGfXgQHiN5SoQ/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260716074619.png-20260716074624" medium="image"/>   <media:description>ID CTVM</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:46:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Últimas semanas para se inscrever no prêmio Médias de Valor; veja como</title>  <atom:subtitle>Prazo para participar da 2ª edição da premiação termina em 31 de julho; iniciativa reconhece empresas de médio porte com excelência em gestão</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/medias-de-valor/noticia/2026/07/ultimas-semanas-para-se-inscrever-no-premio-medias-de-valor-veja-como.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/medias-de-valor/noticia/2026/07/ultimas-semanas-para-se-inscrever-no-premio-medias-de-valor-veja-como.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/HmDQqsKMrEL-EDhDEbFhld9lpmU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/H/E/jrBhMfQnyRJBd9XyxA8A/premio-medias-de-valor-.jpg" /><br /> ]]>    As empresas de médio porte interessadas em participar da segunda edição do prêmio Médias de Valor têm até 31 de julho para enviar suas candidaturas. A iniciativa é promovida por Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios e pelo Valor Econômico, e conta com pesquisa da Fundação Dom Cabral (FDC) e apresentação do Itaú Unibanco.
Podem se inscrever empresas com fins lucrativos que atuem de forma independente de grupos econômicos e tenham registrado receita líquida entre R$ 15 milhões e R$ 500 milhões no exercício social de 2025.
Para garantir uma comparação equilibrada, as participantes são divididas em faixas de faturamento, permitindo que a avaliação considere o estágio de desenvolvimento de cada negócio.
Participação vai além da premiação
Além do reconhecimento às empresas vencedoras, o processo de avaliação oferece ferramentas que podem apoiar a gestão das participantes.
As companhias selecionadas terão suas trajetórias publicadas em reportagens especiais em Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios e no Valor Econômico. Todas as empresas que concluírem o ciclo recebem um relatório final com uma visão estruturada da organização, além de um diagnóstico de maturidade construído a partir das respostas ao questionário de avaliação.
O preenchimento do formulário também incentiva os gestores a revisitar indicadores, práticas e decisões estratégicas, contribuindo para uma análise mais ampla do momento vivido pela empresa. A inscrição é gratuita.
Como funciona a seleção
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial do prêmio (neste link). O processo começa com a leitura do regulamento e o preenchimento de um questionário técnico que avalia aspectos como liderança, estratégia, processos e resultados. Na primeira edição, o formulário reuniu quase 200 perguntas distribuídas em 11 dimensões.
Depois da triagem técnica, as empresas mais bem classificadas passam por uma etapa de avaliação aprofundada, que inclui verificação documental e análise do histórico da organização, de sua trajetória e de práticas relacionadas à inclusão, sustentabilidade e impacto na comunidade. As finalistas são submetidas à avaliação de especialistas convidados pela Editora Globo.
Resultado
Os 20 negócios vencedores da segunda edição do Médias de Valor serão anunciados em novembro de 2026.
Na edição anterior, as empresas premiadas alcançaram 97% da nota máxima no critério de gestão estratégica. O levantamento também apontou que 35% das CEOs das organizações vencedoras eram mulheres.
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Martins começou a carreira como clínica geral e, em setembro de 2019, passou a se dedicar à fisioterapia e às medicinas integrativas. Nos primeiros anos, atendia como autônoma, sem sede fixa, fazendo consultas a domicílio e em clínicas parceiras. O ritmo mudou em setembro de 2024, quando a demanda cresceu o suficiente para justificar um CNPJ próprio e um endereço fixo: nascia a FitPet, em um espaço de 300 m² em um bairro nobre de Piracicaba.
"Quis revolucionar a medicina veterinária trazendo o que já existe na medicina humana, onde a gente se antecipa com exercícios, pilates e hidroginástica. Na veterinária, o comum é esperar a doença aparecer para buscar ajuda", afirma Martins. A fachada do novo endereço reforça essa proposta: a frase "Academia do seu pet" foi pintada para atrair a atenção de quem passa por uma das principais avenidas da cidade — e virou, segundo a veterinária, uma estratégia de marketing eficiente.
Fachada da FitPet, em Piracicaba (SP), onde funciona a primeira unidade da empresa
Divulgação
O modelo de assinatura
Diferentemente da maioria das clínicas do setor, que trabalha com sessões avulsas ou pacotes fechados, a FitPet apostou em um modelo de recorrência inspirado nas academias de ginástica. O plano mais vendido, batizado de Plano Academia Pet, custa R$ 297 por mês e garante meia hora de atendimento individual, como um personal trainer veterinário. Em segundo lugar vem o Plano Nutricional, de R$ 129,90 mensais, voltado à transição da ração para uma dieta natural. O terceiro, o Plano Reabilita, atende cães em pós-operatório ortopédico ou neurológico.
Antes da assinatura, a empresa via um problema recorrente: o tutor levava o cão até a dor aguda passar e não voltava mais, mesmo em casos crônicos, como artrose, displasia ou hérnia de disco, que exigem acompanhamento contínuo. "O plano de recorrência resolveu esse problema, porque garante a continuidade do tratamento e o foco na prevenção", diz Martins.
Hoje a clínica realiza cerca de 700 atendimentos por mês e emprega 11 pessoas. O tíquete médio dos planos é de R$ 212. Desde a abertura, em setembro de 2024, a empresa não investe em marketing pago — o crescimento, segundo Martins, veio inteiramente do tráfego orgânico, turbinado pelo caso da cadela Mel.
A história da Mel
Mel chegou à FitPet pesando 61 kg e hoje está na casa dos 38,6 kg, uma perda de cerca de 23 kg. A cadela começou no plano nutricional e, depois, migrou para o de reabilitação, frequentando a clínica para sessões de hidroesteira. A dieta atual é de 1 kg de comida por dia — arroz, batata-doce, peito de frango, abobrinha, moela e fígado, com suplementação. O percentual de gordura caiu de 38% para cerca de 26%.
O acompanhamento é feito por um aplicativo desenvolvido pela própria empresa, em parceria com o marido de Martins, que é programador. Pelo sistema, o tutor agenda sessões, acompanha cardápios, peso, medidas e indicadores como IMC e massa muscular.
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Expansão
Em agosto de 2025, a FitPet abriu sua segunda unidade, em Americana (SP), em um formato diferente da matriz: uma sala de 25 m² dentro de um hospital veterinário parceiro que funciona 24 horas, o Myourpet. O modelo, batizado de store-in-store, concentra apenas os serviços de medicina integrativa — sem estrutura clínica ou cirúrgica, que fica a cargo do hospital parceiro.
É esse formato que a empresa pretende replicar em cidades com mais de 1 milhão de habitantes. O investimento estimado para cada unidade fica entre R$ 70 mil e R$ 100 mil, a depender da reforma necessária no espaço cedido. Até 2027, o plano é concentrar a expansão na Região Metropolitana de São Paulo e no ABC Paulista, onde a empresa já tem uma base de clientes atendidos por telemedicina. As etapas seguintes devem incluir Goiânia, Curitiba, Rio de Janeiro e Brasília.
Franquias estão fora do radar, mesmo com interessados batendo à porta. "Nosso foco é abertura de unidades próprias", diz Martins. A meta para 2026 é fechar o ano com 300 assinantes e faturamento recorrente acima de R$ 60 mil por mês somando as duas unidades — sem contar sessões avulsas e atendimentos clínicos da matriz, que continuam funcionando à parte.
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Com o lançamento de uma agente de IA para automatizar o faturamento de clínicas e hospitais junto às operadoras de saúde, a startup atraiu clientes maiores e acumular dados suficientes para criar um modelo próprio de análise de risco — base do novo serviço de antecipação de honorários.
“Se ele pede uma linha de crédito para capital de giro em um banco tradicional, vão solicitar o balanço, o ciclo médio de recebimento. À medida que nós ajudamos o cliente a automatizar os processos, os dados ficam aqui. Nosso modelo de avaliação de risco foi construído pelas variáveis da nossa base, construída pelo relacionamento com esse cliente”, pontua Claudio Franco, cofundador e CEO, em entrevista exclusiva a PEGN.
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O recurso integra o Tivita Pay, frente financeira da startup que organiza toda a camada de pagamentos da operação de saúde em uma plataforma. Agora é possível fazer o rateio de valores entre a instituição e os profissionais de forma automática, com a oferta de antecipação de honorários. O uso do software é gratuito, e a startup vai monetizar com a cobranças de taxas pelo adiantamento, que girará entre 4% e 5%. 
“O piloto serviu para validar que existe o problema e nos mostrou que precisamos de um diferencial no mercado de serviços financeiros porque já existem os grandes bancos e as fintechs de crédito e de antecipação de recebíveis. Só lançamos quando tivemos a convicção de que tínhamos algo diferente a oferecer”, comenta. 
A fintech oferece a possibilidade de receber os honorários em 24 horas após a solicitação pela plataforma. O pagamento é feito pela Tivita e a instituição de saúde ganha mais 10 dias de prazo para fazer a quitação com a startup. O recurso também está disponível para quem não é cliente das outras soluções da Tivita – com restrição de ter faturamento anual mínimo de R$ 150 milhões, faixa ocupada por quem tem demanda alta de pagamentos e sofre das dores da retenção de profissionais, segundo Franco. 
“Uma grande instituição tem diversos parceiros de tecnologia e a fricção para adotar integrações e fazer migrações é muito grande. Estamos longe de substituir as soluções líderes do mercado ou os sistemas internos. Somos agnósticos e nos adequamos aos processos internos de hospitais, clínicas e laboratórios”, afirma. 
Resultados iniciais mostram que o tempo de processamento das folhas de pagamento caiu de 10 dias para menos de dois, com a automação dos demonstrativos e da coleta das notas fiscais dos prestadores de serviço. A taxa de adesão à antecipação girou em torno de 10% a 15%. 
No primeiro momento, a startup vai utilizar capital do próprio caixa para a operação. “Ninguém me conhece se eu for captar no mercado de dívida. A nossa estratégia é montar um histórico com volume maior de antecipação e, ao longo do segundo semestre, captar um veículo com investidores. Já iniciamos algumas conversas”, revela. O tamanho do novo funding será definido a partir da demanda pelos recursos nos próximos meses. 
A Tivita foi fundada em 2023 por Franco, ex-CMO do Wellhub, e Amilton Paglia, ex-CPO do Olist, com a tese de automatizar as tarefas financeiras de instituições de saúde. A startup surge para que profissionais possam monitorar o faturamento em tempo real, simplificar a emissão de documentos de pagamento, e automatizar processos repetitivos. Os primeiros produtos financeiros foram a conta digital e o processamento de Pix. Para ampliar essa frente, a Tivita montou um time formado, em boa parte, por ex-funcionários do Nubank. 
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No último ano, a startup registrou um crescimento expressivo no volume de pagamentos transacionados pela plataforma: de R$ 100 milhões para R$ 1 bilhão. De acordo com o CEO, o resultado não veio de um aumento exponencial de clientes – de 1 mil para 1,2 mil –, mas a carteira passou a contar com nomes maiores, com mais unidades. O grande motor para o crescimento foi a agente financeira que cuida dos faturamentos com as operadoras de saúde. 
“Encontramos uma área muito analógica, com alta taxa de erros que impactam no faturamento das empresas. Quando substituímos inteiramente o fluxo de trabalho manual pela agente, deixamos de ser vistos como apenas um software para nos tornar um prestador de serviço. É um produto escalável, os clientes começam usando com uma operadora e vai expandindo”, comenta. Neste ano, a startup projeta crescer cinco vezes, com foco nos clientes do middle market e enterprise.
Além do novo recurso financeiro, a Tivita está lançando uma outra agente de inteligência artificial que lê e interpreta pedidos médicos, fazendo a conversão para os códigos de cada sistema usado pelas instituições de saúde. O modelo foi treinado com receitas digitadas, manuscritas e em formato de lista de itens. 
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos de PEGN? É só clicar aqui e assinar!  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/cFR-i0ZdQrZI5LfwKwJps9RtNYU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/H/K/hkKEbtTCq3CO7oI3txLQ/claudiofrancoeamiltonpaglia2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Claudio Franco (CEO) e Amilton Paglia (CPO), os cofundadores da Tivita</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:00:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Eles transformaram uma empresa familiar de óculos em rede que fatura R$ 90 milhões </title>  <atom:subtitle>Miguel Zabotinsky, Flávio Costa Barros e Daniel Radwan comandam a Fuel Eyewear, rede com 65 lojas e uma fábrica própria</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/franquias/noticia/2026/07/eles-transformaram-uma-empresa-familiar-de-oculos-em-rede-que-fatura-r-90-milhoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/franquias/noticia/2026/07/eles-transformaram-uma-empresa-familiar-de-oculos-em-rede-que-fatura-r-90-milhoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/U-DnevllEKUmb61C8yIF9O37uuo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/5/nE5se9TMW9OVVQJxBPPQ/socios-fuel-eyewear-credito-renata-coutinho.jpg" /><br /> ]]>    Quando Miguel Zabotinsky assumiu a Fuel Eyewear, marca de óculos e óticas, em 2014, a empresa era pouco mais do que um projeto familiar. Na época, sua irmã e cunhado, que haviam fundado a empresa um ano antes no Rio de Janeiro, estavam se mudando para o exterior e Zabotinsky viu na situação uma oportunidade de profissionalizar e escalar o negócio. Com mudanças societárias e de gestão,a marca se transformou em uma rede com 65 lojas, fábrica própria e um faturamento anual que chegou a R$ 90 milhões em 2025. 
Segundo Zabotinsky, a vontade de expandir a marca veio da experiência de 13 anos em agências de publicidade, o que sempre alimentou a vontade de fazer marketing para um negócio próprio. Quando os fundadores saíram, a rede já tinha 15 unidades em operação, mas, na avaliação de Zabotinsky faltava estrutura para garantir um crescimento sustentável.  
Em busca de profissionalizar a operação, o empreendedor organizou uma nova divisão societária ao lado de Daniel Radwan, empresário que queria expandir seus negócios, e Flávio Costa Barros, advogado que começou como franqueado da rede e, em seis meses, adquiriu uma fatia da empresa. Os três dividem um percentual de participação igualitário no negócio. Atualmente, Zabotinsky atua na área de produto — ele é lunetier e lidera a criação das coleções —, Radwan na operação e expansão da rede, e Barros na estrutura financeira e estratégica, atuando como CEO da rede desde 2021.  
Para sustentar a expansão, os empreendedores decidiram dar continuidade à aposta feita pelos fundadores no franchising. Em busca de um crescimento mais estruturado, a rede se associou à Associação Brasileira de Franchising (ABF) em 2017. “Foi nessa fase que começamos uma reestruturação de fato, seguindo todos os trâmites legais para as franquias, estruturando nossa área de importação e desenvolvimento para verticalizar os produtos”, diz Barros. 
Com um portfólio que inclui cerca de 1,5 mil SKUs por ano, cerca de 90% da produção vem da China, mercado no qual os sócios afirmam encontrar parques fabris mais modernos e com melhores custos. Todos os designs são feitos pela própria marca, no Brasil. O tíquete médio é de R$ 360.
Com o objetivo de consolidar uma maior diferenciação em relação à concorrência, a empresa deu início, em 2025, a uma pequena produção local, com a criação da linha Born in Rio. Em uma fábrica artesanal, são produzidas cerca de 1 mil peças por mês. A expectativa é triplicar o volume até o final deste ano a partir de um investimento de cerca de R$ 800 mil em novos maquinários. 
De acordo com Barros, a decisão de montar uma fábrica no Brasil partiu de uma estratégia baseada em três objetivos: criar uma linha exclusiva com storytelling próprio (produto feito no Rio, de forma artesanal); aproveitar o apelo comercial de produtos "made in Brazil", especialmente nos aeroportos, canal que já abriga 16 lojas da marca; e não depender apenas de terceiros para escoar a produção. Segundo o CEO, a linha artesanal ainda representa um percentual pequeno diante do total de vendas, mas a demanda já supera a capacidade produtiva da fábrica. 
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Expansão física e novas verticais de atuação 
Para ampliar as frentes de faturamento, a empresa também vem investindo há três anos em trabalhos de privite label, em que desenvolve produtos para outras marcas. Atualmente, a vertical representa cerca de 10% do faturamento da companhia. 
Além disso, há dois anos, a empresa passou a atuar com linhas de licenciamento na área esportiva, com coleções de clubes de futebol. Até agora, já produziu produtos em parceria com o Flamengo e se prepara para lançar coleções com Botafogo e Fluminense, em agosto, e com Corinthians e Palmeiras, previstas para o final deste ano. 
No varejo físico, os sócios afirmam que a empresa vinha crescendo até agora de forma orgânica, sem um setor focado na comercialização de franquias. Neste ano, com o objetivo de acelerar a expansão, a empresa estruturou um setor para captação ativa de novos investidores. O projeto incluiu a contratação de Marcos Benutto, ex-diretor de expansão da Óticas Carol.  
A meta para este ano é abrir 20 novas unidades, com foco em São Paulo (capital e interior) e região Sul, entre quiosques (modelo focado em óculos de sol) e lojas de ótica. Hoje, das 65 lojas em operação, 18 são próprias — a maioria em aeroportos. As demais lojas da rede se concentram em shoppings. Nos quiosques, a empresa trabalha exclusivamente com produtos próprios; nas óticas, o mix inclui uma oferta multimarcas. Do total de operações, nove são no modelo de óticas. 
Para 2026, a empresa projeta um faturamento de R$ 120 milhões, crescimento de cerca de 33% na comparação com 2025. 
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Quer ter acesso a conteúdos exclusivos de PEGN? É só clicar aqui e assinar!  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/U-DnevllEKUmb61C8yIF9O37uuo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/5/nE5se9TMW9OVVQJxBPPQ/socios-fuel-eyewear-credito-renata-coutinho.jpg" medium="image"/>   <media:description>Daniel Radwan, Flávio Barros e Miguel Zabotinsky</media:description>   <media:credit>Divulgação/Renata Coutinho</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:00:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Aposentadoria, salário-maternidade e mais: quais são os benefícios do INSS para quem é MEI</title>  <atom:subtitle>Contribuição mensal por meio do DAS garante acesso a direitos previdenciários para o empreendedor e seus dependentes</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/mei/noticia/2026/07/aposentadoria-salario-maternidade-e-mais-quais-sao-os-beneficios-do-inss-para-quem-e-mei.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/mei/noticia/2026/07/aposentadoria-salario-maternidade-e-mais-quais-sao-os-beneficios-do-inss-para-quem-e-mei.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/MVsA0MG_WtKv9RssCvsK6L4_Cl8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/u/u/V4Ds4ASWG7pHJwXFX5Ew/portrait-woman-with-laptop-working.jpg" /><br /> ]]>    A formalização como Microempreendedor Individual (MEI) não se limita apenas à regularização do negócio. Ao pagar mensalmente o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), o empreendedor também garante acesso à cobertura da Previdência Social, com benefícios para si e seus dependentes. 
A contribuição, equivalente a 5% do salário mínimo, assegura direitos como aposentadoria por idade, benefícios por incapacidade e salário-maternidade, desde que sejam cumpridos os requisitos definidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Para Rosangela Gonçalves, especialista em pequenos negócios do Sebrae-BA, o pagamento do DAS deve ser visto como parte do planejamento do empreendedor. "É importante tratar o DAS como uma obrigação estratégica, não apenas como um boleto mensal", afirma. Ela destaca que a contribuição "protege o empreendedor e sua família" e precisa ser mantida para garantir a cobertura previdenciária.
A seguir, confira os benefícios previdenciários para quem é MEI:
Aposentadoria por idade
O MEI tem direito à aposentadoria por idade conforme as regras da Previdência Social. Para quem começou a contribuir após a Reforma da Previdência de 2019, são exigidos: 
62 anos de idade e 15 anos de contribuição para mulheres;
65 anos de idade e 20 anos de contribuição para homens.
Para segurados que já contribuíam antes da reforma, aplicam-se regras de transição, incluindo a exigência de 15 anos de contribuição para homens em determinadas situações.
Como a contribuição do MEI é calculada sobre 5% do salário mínimo, o valor da aposentadoria tende a ficar limitado ao piso previdenciário. Quem deseja ampliar as possibilidades de benefício pode complementar a contribuição com mais 15%, totalizando a alíquota de 20%.
Gonçalves orienta que a decisão seja tomada após uma avaliação individual. "Tem que consultar o INSS e fazer simulação porque cada caso é um caso", reitera.
Benefícios por incapacidade
O MEI também pode ter acesso ao benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença, e à aposentadoria por incapacidade permanente, anteriormente chamada de aposentadoria por invalidez.
Esses benefícios são destinados aos segurados que ficam impossibilitados de exercer suas atividades profissionais por motivo de doença ou acidente. Em geral, o INSS exige 12 contribuições mensais de carência. Em casos de acidente de qualquer natureza ou doenças previstas em lei, essa exigência pode ser dispensada.
Salário-maternidade
As empreendedoras que mantêm suas contribuições em dia podem solicitar o salário-maternidade pelo período de 120 dias. O benefício contempla situações de parto, adoção, guarda judicial para fins de adoção e aborto previsto em lei, desde que sejam atendidos os critérios estabelecidos pelo INSS.
Pensão por morte e auxílio-reclusão
A contribuição do MEI também garante proteção aos dependentes em situações específicas. A pensão por morte pode ser concedida aos dependentes do segurado falecido que mantinha a qualidade de segurado. O benefício não exige um número mínimo de contribuições, mas é necessário que exista uma contribuição válida e que as condições previstas pela Previdência sejam atendidas. A duração varia conforme fatores como idade do cônjuge e tempo de relacionamento.
Já o auxílio-reclusão é destinado aos dependentes de segurados de baixa renda que estejam presos em regime fechado. Entre os requisitos está o cumprimento de 24 contribuições mensais anteriores à prisão.
Regularidade e acompanhamento das contribuições
O pagamento do DAS é essencial para manter a cobertura previdenciária. Em caso de atraso, há incidência de juros e multa, mas a perda dos direitos ocorre quando o segurado deixa de contribuir por período suficiente para perder a qualidade de segurado.
A especialista do Sebrae-BA reforça que a contribuição, por si só, não garante a concessão automática dos benefícios: "isso porque quem analisa se todos os requisitos foram cumpridos é o INSS". A recomendação é que o empreendedor acompanhe regularmente seu histórico de contribuições pelo portal ou aplicativo Meu INSS.
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A relação entre frio e chocolate quente não é exclusividade do Brasil. Em países de inverno mais rigoroso, a bebida é tratada como um ritual de aquecimento, com receitas que variam entre mais encorpadas e mais cremosas, finalizadas com chantilly, marshmallow ou raspas de chocolate.
Esse comportamento aparece também no consumo brasileiro. Levantamento do setor supermercadista, de maio deste ano, aponta chocolate quente e fondue entre as categorias que mais crescem no inverno, ao lado de sopas, caldos, vinhos e queijos — reflexo de um consumidor que passa mais tempo em casa em busca de conforto. O setor de chocolates acompanha essa expansão e movimentou R$ 42,5 bilhões em 2025, impulsionado também pela demanda fora do período de Páscoa.
Nem todo chocolate quente é igual, no entanto. "Chocolate quente de verdade precisa ser feito com chocolate, não apenas com cacau em pó dissolvido em água ou leite", explica a engenheira de alimentos Claudia Regina Gris, da GAaFeR Chocolateria. Segundo ela, o resultado depende do equilíbrio entre intensidade do cacau, textura e teor de gordura: a cremosidade vem da emulsão entre a manteiga de cacau e o leite, derretidos na temperatura correta — e não do excesso de espessantes como farinha de trigo ou amido de milho, que não substituem a manteiga de cacau nem o sabor característico do chocolate.
Essa lógica orienta a produção da GAaFeR, que utiliza chocolate moído combinado a especiarias para dar corpo às bebidas e aos fondues da linha. A empresa oferece, no chocolate quente, a receita tradicional ao leite e versões com 70% de cacau sem lactose; no fondue, sabores ao leite, branco, pistache e meio amargo zero lactose, para diferentes paladares e restrições alimentares. O preparo é rápido — o fondue, por exemplo, fica pronto em poucos minutos no micro-ondas.
A inovação também aparece em novos formatos de preparo. Um exemplo é o cappuccino que vem dentro de uma esfera de chocolate: ao ser mergulhada no leite quente, a casca se dissolve aos poucos e libera o café, formando a bebida no momento do consumo. A GAaFeR aposta nesse tipo de produto para unir praticidade e experiência, transformando o próprio preparo em parte da degustação.
Além do sabor, o fondue também carrega um aspecto social que ganha ainda mais força durante o inverno, reforçando a proposta de um momento pensado para ser compartilhado entre amigos e família.
No fim das contas, talvez seja esse o maior motivo de o chocolate ganhar tanto espaço nesta época do ano: mais do que aquecer as mãos, ele ajuda a criar momentos. Entre uma caneca de chocolate quente e uma panela de fondue compartilhada — como as versões com chocolate moído e especiarias que a GAaFeR leva à mesa nesta época do ano —, o inverno convida a desacelerar e valorizar o tempo em boa companhia.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/rqZGRXKOSEQpWQnkXMHfImikld0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/R/m/4pTef9StGvjb4ctmYbrA/publicador-api-pegn-dino-100-dbab3c7b-38c3-4e37-b09c-444d395e97d8.png-20260715195257" medium="image"/>   <media:description>Vitor Correia</media:description>   <media:credit>Vitor Correia</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 22:53:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cabeleireira viraliza ao mostrar o que faz após cancelamento de cliente e é elogiada na web</title>  <atom:subtitle>Vídeo de Yasmara Silva, que mostra rotina depois do final do expediente, acumula cinco milhões de visualizações</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/cabeleireira-viraliza-ao-mostrar-o-que-faz-apos-cancelamento-de-cliente-e-e-elogiada-na-web.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/cabeleireira-viraliza-ao-mostrar-o-que-faz-apos-cancelamento-de-cliente-e-e-elogiada-na-web.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/nsPwgJfVtSYm5mZxhoWnBqh3Q94=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/7/ONtAigQVyigXdB3GqyyA/montagem-pegn-14-.png" /><br /> ]]>    Na última terça-feira (14/07), a cabeleireira e influenciadora digital Yasmara Silva publicou um vídeo que rapidamente viralizou nas redes sociais. Com a legenda "Pov: você é cabeleireira e a última cliente desmarcou", ela compartilhou sua rotina de autocuidado e organização do espaço de trabalho no final do expediente. O registro já ultrapassa a marca de 2 milhões de visualizações no TikTok e 3 milhões no Instagram.
No vídeo, Silva aproveita a brecha na agenda para cuidar de si e do seu ambiente de trabalho: ela lava o cabelo no lavatório, aplica uma máscara de hidratação e, enquanto o produto age, aproveita para limpar e organizar o salão e os materiais de trabalho. Ao final, ela enxágua e escova o cabelo, exibindo um resultado considerado impecável pelos internautas.
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A publicação está tendo um grande engajamento, com mais de 750 comentários no TikTok e 900 no Instagram. Entre as interações, destacam-se os elogios à beleza e à saúde do cabelo de Silva, apontado por muitas seguidoras como o seu melhor cartão de visitas: "A melhor propaganda do salão dela é ela mesma" e "A gente sabe quando a cabeleireira é boa pelo cabelo dela" foram algumas das reações.
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Outros internautas destacaram o capricho com a higiene do local, relatando experiências ruins em outros estabelecimentos e valorizando a postura da profissional. O tom de "satisfação" e calmaria do vídeo também foi muito citado, inclusive pela marca de cosméticos Seda, que comentou: "Vídeos que dão paz". Houve ainda espaço para identificação de outras profissionais da beleza e brincadeiras de seguidoras que confessaram o desejo de ter um lavatório profissional em casa.
Dúvidas sobre quais produtos ela usou no cabelo também surgiram e, para esclarecê-las, a cabeleireira deixou uma lista nos comentários.
Comentários já ultrapassam a marca de 1,6 mil nas redes
Reprodução/Instagram/TikTok
Silva, que já atua como influenciadora digital, soma mais de 230 mil seguidores no Instagram e 65 mil no TikTok. Em ambos os perfis, ela compartilha conteúdos voltados à beleza e rotina profissional.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/nsPwgJfVtSYm5mZxhoWnBqh3Q94=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/7/ONtAigQVyigXdB3GqyyA/montagem-pegn-14-.png" medium="image"/>   <media:description>Cabeleireira aproveitou cancelamento de cliente para cuidar das próprias madeixas</media:description>   <media:credit>Reprodução/TikTok</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 21:14:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Conheça a história da camisa azul 'da sorte' usada pela Argentina em jogo contra a Inglaterra</title>  <atom:subtitle>Comprada às pressas em uma loja de esportes no México, roupa ganhou escudos costurados à mão, números de futebol americano e acabou se tornando a mais valiosa da história do esporte, vendida por US$ 9,28 milhões</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/marketing-vendas/noticia/2026/07/conheca-a-historia-da-camisa-de-us-20-que-se-tornou-icone-e-uniforme-da-sorte-da-argentina.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/marketing-vendas/noticia/2026/07/conheca-a-historia-da-camisa-de-us-20-que-se-tornou-icone-e-uniforme-da-sorte-da-argentina.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/z-vHFJuXK8eDUOED13JgqKtBhVI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/s/G/Y1ZPydS4K4AUhzpIDd5A/uniforme-argentina.jpg" /><br /> ]]>    A camisa azul usada pela Argentina nesta quarta-feira (15/7) na semifinal da Copa — que garantiu a vaga dos hermanos na final contra a Espanha — é o mesmo modelo daquela vestida por eles na vitória sobre a mesma Inglaterra nas quartas do Mundial de 1986. O que pouca gente sabe é que o uniforme icônico nasceu de um improviso. Segundo a agência Noticias Argentinas, na ocasião, nos anos 1980, a camisa foi comprada por cerca de US$ 20 (R$ 101 na cotação atual) em uma loja de artigos esportivos na Cidade do México. É essa camisa que o argentino Diego Maradona trajava em dois dos gols mais famosos da história do futebol.
O uniforme, que mais tarde seria leiloado por US$ 9,28 milhões (cerca de R$ 47 milhões na cotação atual), surgiu menos de 48 horas antes da partida e foi resultado de uma série de decisões tomadas às pressas pela comissão técnica da Argentina.
Tudo começou por uma preocupação do técnico à época, Carlos Bilardo. Conhecido pelo perfeccionismo, ele queria camisas mais leves para minimizar os efeitos do calor e da altitude mexicanos. A fornecedora havia desenvolvido um tecido com microperfurações, mas apenas para o uniforme titular, listrado em azul e branco. O problema apareceu nas oitavas de final, contra o Uruguai. Naquele jogo, disputado sob forte chuva, a seleção precisou usar o uniforme reserva, que era de algodão. Encharcadas, as camisas ficaram muito pesadas.
Como a Fifa determinou que a Argentina voltaria a vestir azul contra a Inglaterra, Bilardo se recusou usar novamente aquele modelo. A solução foi enviar um dirigente da Associação do Futebol Argentino (AFA), Rubén Moschella, para procurar novas camisas pela Cidade do México.
Depois de passar por diversas lojas sem sucesso, ele encontrou as últimas 38 unidades disponíveis em uma pequena loja de esportes chamada Deportes Casín. Eram modelos antigos da Le Coq Sportif, confeccionados com um tecido mais leve e respirável, exatamente como Bilardo queria.
Mesmo após encontrar as camisas, Bilardo ainda tinha dúvidas. Segundo relato do próprio Maradona no livro "México 86: Mi Mundial, Mi Verdad", i treinador analisava as opções quando o camisa 10 entrou no quarto, apontou para um dos modelos e decretou: "Que linda essa camisa. Com essa vamos ganhar dos ingleses." A frase encerrou qualquer discussão.
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Escudos costurados e números improvisados
As camisas, porém, estavam longe de estarem prontas para uma partida de Copa do Mundo, pois elas não tinham escudo da AFA nem numeração oficial. Na madrugada anterior ao jogo, duas funcionárias do Club América, passaram horas costurando manualmente os escudos nas camisas sob supervisão dos roupeiros da seleção.
Os números também precisaram ser improvisados. Como não havia algarismos de tecido suficientes, Moschella comprou números prateados originalmente fabricados para uniformes de futebol americano, que foram aplicados com calor.
Sem moldes ou qualquer marcação, a colocação foi feita "no olho". Por isso, até hoje, o número 10 da camisa de Maradona aparece ligeiramente desalinhado, uma característica que décadas depois ajudaria especialistas a comprovar sua autenticidade.
Foi com aquela camisa improvisada que Maradona marcou os dois gols que entraram para a história contra a Inglaterra. 
Após a morte de Maradona, em 2020, o ex-jogador decidiu colocá-la em leilão. Além do alto valor de mercado, ele afirmou que a responsabilidade de conservar um objeto tão valioso havia se tornado grande demais.
Após a partida, o inglês Steve Hodge trocou de camisa com o argentino no túnel do Estádio Azteca. Segundo ele, o gesto aconteceu de forma espontânea, sem qualquer conversa entre os dois. Durante mais de três décadas, Hodge guardou a peça, recusando diversas ofertas de colecionadores. A camisa chegou a ficar emprestada ao Museu Nacional do Futebol, em Manchester.
O resultado foi um recorde: em maio de 2022, a camisa foi arrematada por US$ 9,28 milhões, tornando-se a peça esportiva mais cara já vendida em um leilão. Uma trajetória improvável para um uniforme comprado às pressas por apenas US$ 20.
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A primeira experiência com vendas aconteceu ainda na infância, ao lado da mãe, na feira livre de Palmeira dos Índios. Kelly vendia redinhas de limão e, sempre que acabava a mercadoria, voltava correndo para buscar mais. "Mãe, me dá mais. Vendi tudo", repetia. Na época, não imaginava que seguiria carreira no empreendedorismo, mas já demonstrava duas características que marcariam sua trajetória: curiosidade e disposição para aprender.
Ao se mudar para São Paulo, iniciou sua carreira na indústria da moda pelo chão de fábrica. Trabalhou como ajudante geral, arrematadeira, pregou botões, dobrou roupas, atuou no varejo, liderou equipes e conheceu de perto diferentes etapas da produção e da comercialização antes de criar suas próprias marcas.
Mais do que executar funções, buscava compreender como cada processo influenciava o resultado do negócio. Essa postura transformou a curiosidade em método de gestão. Hoje, Kelly lidera marcas de moda feminina e realiza viagens frequentes aos principais centros internacionais de moda para ampliar seu repertório. As pesquisas, no entanto, vão além das tendências das passarelas. Museus, arquitetura, gastronomia, comportamento do consumidor, visual merchandising, hotéis, cafés e grandes maisons integram o roteiro de observação.
"Eu não viajo para descobrir o que está na moda. Viajo para ampliar meu repertório. Acredito que as melhores coleções surgem quando aprendemos a observar o mundo antes de observar as roupas", afirma.
Segundo a empresária, inovação não nasce apenas do produto, mas da capacidade de interpretar movimentos culturais e transformá-los em soluções para o mercado. Cada experiência é convertida em decisões criativas, desenvolvimento de coleções e estratégias voltadas ao varejo brasileiro.
A trajetória foi reconhecida pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, que homenageou Kelly dos Anjos por sua contribuição ao empreendedorismo e ao desenvolvimento do setor da moda.
Apesar do reconhecimento, ela afirma que sua essência permanece a mesma. "A menina que vendia limões continua caminhando pelos corredores. Antes eram os corredores da feira; hoje são os das grandes maisons de moda. O que nunca mudou foi a vontade de observar, aprender e transformar conhecimento em valor."
Acompanhe a empresária no Instagram:  https://www.instagram.com/kelli.dos.anjos?igsh=bHkzNTFxdXhyN2gw  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/tJRRecnqzxWEIOaRDI5pG6hrJn4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/D/n/AmE4YUSNKpZA9j5obk6A/publicador-api-pegn-pulse-brand-100-0aea1999-ec8a-4467-9915-c157072dfdd9.jpg-20260715165226" medium="image"/>   <media:description>Kelly dos Anjos</media:description>   <media:credit>Acervo Pessoal</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 19:52:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Confeitaria de Tocantins viraliza com trend do WhatsApp e chama atenção até de famosos; veja o vídeo</title>  <atom:subtitle>A publicação da ThayMel Confeitaria já ultrapassou 10 milhões de visualizações e 617 mil curtidas</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/confeitaria-de-tocantins-viraliza-com-trend-do-whatsapp-e-chama-atencao-ate-de-famosos-veja-o-video.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/confeitaria-de-tocantins-viraliza-com-trend-do-whatsapp-e-chama-atencao-ate-de-famosos-veja-o-video.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/bpmKqrhNFKZ2-mE0kqjaB3jHKXo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/O/7/YrcWM1SGG8SmPCkc6PbA/design-sem-nome-7-.png" /><br /> ]]>    Uma nova trend tem tomado conta das redes sociais de pequenos negócios de diversos segmentos. Trata-se de uma simulação de conversa com clientes pelo WhatsApp, em que os atendentes chamam os consumidores pelo nome ou recado registrado em seu perfil. Em geral, os vídeos trazem o texto "Chamando os clientes pelo nome do WhatsApp".
No início de julho, a ThayMel, uma confeitaria criada em 2017 em Araguaína (TO), resolveu reproduzir o conteúdo. Na gravação, assim como os outros vídeos, as atendentes da loja falam dos pedidos chamando, de forma bem-humorada, os clientes pelo nome ou pelo recado que usam no perfil do aplicativo de mensagens.
Até o momento, a publicação acumula mais de 10 milhões de visualizações, 617 mil curtidas e 18,6 mil comentários. O sucesso foi tão grande que atraiu a atenção de gigantes do entretenimento e do mercado nacional. O apresentador Luciano Huck comentou na publicação demonstrando apoio ao carisma da equipe, enquanto o perfil oficial do Mercado Livre e a influenciadora Rayssa Buq também deixaram suas reações divertidas no post.
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Além das risadas, diversos internautas elogiaram o conteúdo de humor e a seriedade da equipe que gravou e alguns até compartilharam outros "nomes" que faltaram no vídeo.
O vídeo já conta com mais de 18,5 mil comentários
Reprodução / Instagram
O segredo do engajamento
De acordo com a fundadora Thays Melo, de 37 anos, o perfil da confeitaria já vinha de uma trajetória consistente de vídeos de humor — como o  viral da "promoção do grito", que viralizou meses atrás. A estratégia de sempre adaptar as tendências da internet para a rotina doce do negócio provou-se, mais uma vez, imbatível.
Quando o novo vídeo do WhatsApp foi ao ar, o perfil contava com cerca de 69 mil seguidores, crescendo ao ritmo acelerado de mil novos usuários por dia. Hoje, a página já soma mais de 73 mil seguidores.
No vídeo recente, a espontaneidade das funcionárias da equipe que aparecem em cena foi o grande diferencial. Para Melo, envolver as colaboradoras de forma leve e natural nos bastidores e nas esquetes gera uma identificação imediata, criando uma conexão real com o público que vai muito além da vitrine de doces.
"O cliente não quer comprar só um bolo, ele quer comprar uma história", afirma ela.
Crescimento de vendas e expansão física
Toda essa visibilidade digital se reflete diretamente no caixa da empresa, que hoje conta com uma equipe de 18 funcionárias, time de marketing e apoio técnico de nutricionista. Operando no modelo de pronta entrega diária de bolos e doces frescos (sem congelamento), a ThayMel viu seu faturamento diário consolidar-se em um novo patamar, variando hoje entre R$ 7 mil e R$ 10 mil.
Equipe ThayMel
Divulgação
Com a operação de retirada de balcão funcionando no limite de sua capacidade física, a empreendedora revelou o próximo passo estratégico do negócio: a abertura de uma segunda unidade.
Desta vez, o espaço será no formato de cafeteria, permitindo que os clientes consumam as sobremesas no local. O ponto escolhido fica em uma avenida de grande movimento, uma localização estratégica para capturar um novo público. Para esta unidade, a empresária pretende trazer novos formatos de conteúdo focados na experiência do salão.
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Como avaliar se vale a pena entrar em trends?
Embora o resultado da ThayMel mostre o poder das trends para transformar um negócio, entrar na onda do momento exige cautela. Como explica Fernanda Picosse, diretora jurídica e fundadora da IpLatam Marcas e Patentes, os empreendedores precisam avaliar cada proposta antes de gravar para evitar dor de cabeça. "Devem ser cuidadosos para evitar violações de direitos autorais ou uso não autorizado de imagem de terceiros", aponta. No caso de trends inspiradas em marcas ou obras específicas, o cuidado deve ser redobrado para garantir que o conteúdo não infrinja propriedade intelectual alheia.
Além dos cuidados jurídicos, o alinhamento com a identidade da empresa com o conteúdo é fundamental para que essa repercussão nas redes traga resultados reais. 
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo Bittencourt, consultoria especializada em redes de negócio, reforça que a participação em vídeos virais deve sempre respeitar os valores e o contexto do negócio. E caso o conteúdo tome um rumo inesperado e gere críticas, ela ressalta a importância de agir rápido. "É importante ouvir o que o público está dizendo, avaliar se a crítica tem fundamento e responder com empatia, clareza e transparência, explicando a intenção por trás do conteúdo", finaliza.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da PEGN? É só clicar aqui e assinar  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/bpmKqrhNFKZ2-mE0kqjaB3jHKXo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/O/7/YrcWM1SGG8SmPCkc6PbA/design-sem-nome-7-.png" medium="image"/>   <media:description>Vídeo fez confeitaria ganhar 3 mil novos seguidores</media:description>   <media:credit>Reprodução / Instagram</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 19:06:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como uma fábrica de luvas no Paquistão consegue atender demanda de goleiros da Copa do Mundo</title>  <atom:subtitle>Com materiais importados, produção artesanal e tecnologia de impressão, empresa fornece modelos para marcas globais e amplia demanda na época do Mundial</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/como-uma-fabrica-de-luvas-no-paquistao-consegue-atender-demanda-de-goleiros-da-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/como-uma-fabrica-de-luvas-no-paquistao-consegue-atender-demanda-de-goleiros-da-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/SWbbhgNk-NGXiJkRcRUhsu2Wnwk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/H/z/LY3EkdQ62uicgRfLCdmw/gettyimages-2266079037.jpg" /><br /> ]]>    Enquanto as atenções na Copa do Mundo costumam estar voltadas aos jogadores em campo, a fábrica Matrix Sports, localizada no Paquistão, desenvolve um dos equipamentos mais importantes para os goleiros: as luvas. A fábrica produz cerca de meio milhão de luvas por ano, segundo o Business Insider, e combina processos artesanais, máquinas de alta pressão e personalização em seus produtos de alto desempenho.
Cada par começa a ser desenvolvido a partir de especificações detalhadas, que definem medidas, materiais e acabamento. A empresa utiliza principalmente o látex, neoprene e tecidos importados da China e da Alemanha. O destaque vai para o látex alemão presente nos modelos profissionais, que é responsável pela aderência necessária para que os goleiros tenham maior controle ao agarrar a bola. Segundo o fabricante, esse material está entre os mais caros da produção e pode custar cerca de US$ 80 (R$ 405) por metro, além de levar meses para ser adquirido.
Depois do corte dos materiais, as peças passam por uma série de etapas que incluem reforço do látex, impressão dos desenhos, secagem, prensagem para criar efeitos tridimensionais e moldagem das texturas. Em seguida, os componentes são costurados manualmente até formar a luva completa.
Produção sob medida para atletas profissionais
Um dos diferenciais da Matrix Sports é a fabricação de modelos personalizados para jogadores profissionais. As luvas podem ser adaptadas às características físicas e às preferências de cada goleiro. 
Entre os atletas atendidos está o goleiro dinamarquês Mads Hermansen, que recebeu um modelo desenvolvido exclusivamente para ele. A luva conta com um tipo específico de látex azul, desenho exclusivo no dorso e pequenas modificações estruturais para oferecer uma sensação mais natural nas mãos durante as defesas.
Segundo a empresa, essas adaptações podem representar uma vantagem importante para atletas de alto nível, já que aumentam o controle da bola e ajudam na execução dos movimentos.
A personalização das luvas também passa pela impressão por sublimação, processo que transfere os desenhos para o tecido com calor, criando estampas resistentes ao desgaste e às lavagens.
Após a impressão, os painéis são prensados em moldes específicos para formar diferentes texturas e, posteriormente, cortados com precisão antes da costura manual. Um funcionário consegue finalizar aproximadamente 60 pares de luvas profissionais por dia.
Ao longo da produção, cada etapa passa por inspeções de qualidade. Apesar disso, as luvas não precisam de certificação específica da FIFA. As regras da entidade determinam apenas que o equipamento seja confeccionado com material macio e permita a identificação do atleta e da equipe.
Além da performance, as luvas exercem papel importante na segurança dos goleiros, posição considerada uma das mais exigentes fisicamente no futebol. O revestimento de látex ajuda a amortecer o impacto de chutes que podem ultrapassar 80 km/h, reduzindo o risco de lesões nas mãos e nos dedos.
Os goleiros também costumam utilizar outros equipamentos de proteção, como bermudas acolchoadas, cotoveleiras, joelheiras e, em alguns casos, capacetes, para minimizar os impactos das quedas e dos choques durante as partidas.
Parceria internacional impulsionou crescimento
A Matrix Sports iniciou a fabricação de luvas profissionais no começo da década de 1990, produzindo pequenos volumes para a Puma. O crescimento veio após uma parceria com a marca dinamarquesa Select Sport, uma das principais fabricantes de equipamentos para futebol no mundo. Atualmente, cerca de 70% dos pedidos da fábrica vem da empresa dinamarquesa.
Em época de Copa do Mundo, a demanda aumenta significativamente. Apenas em 2026, a Matrix Sports afirma já ter produzido cerca de 350 mil pares de luvas.
Luvas podem custar até US$ 160
Mesmo os modelos de alto desempenho têm vida útil limitada. Goleiros profissionais podem utilizar cerca de 60 pares de luvas ao longo de uma única temporada, chegando a trocar de luva a cada partida para manter o máximo nível de aderência.
Essa exigência também explica o valor elevado dos modelos premium, que podem custar cerca de US$ 160 (R$ 811) o par. Para atletas patrocinados, como Mads Hermansen, os contratos com fabricantes ajudam a cobrir esses custos e, ao mesmo tempo, permitem que as marcas testem novas tecnologias em competições de alto nível.
Leia também:  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/SWbbhgNk-NGXiJkRcRUhsu2Wnwk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/H/z/LY3EkdQ62uicgRfLCdmw/gettyimages-2266079037.jpg" medium="image"/>   <media:description>Mads Hermansen, goleiro dinamarquês, recebeu um modelo exclusivo de luva</media:description>   <media:credit>Charlotte Wilson/Offside/Offside via Getty Images</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:52:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fintegra lança Anni, IA de negociação e recuperação de valores via WhatsApp</title>  <atom:subtitle>Após cinco meses de operação-piloto com cliente real, plataforma da Fintegra formaliza R$5,65 milhões em acordos e se posiciona diante da nova tarifação do WhatsApp Business API, que passa a valer em outubro.</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/07/fintegra-lanca-anni-ia-de-negociacao-e-recuperacao-de-valores-via-whatsapp-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/07/fintegra-lanca-anni-ia-de-negociacao-e-recuperacao-de-valores-via-whatsapp-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/hBgIF0ijmrVyN4OdU--DtOLLSPs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/m/u/AxWLnKSty86WSBZoev2A/publicador-api-pegn-pulse-brand-100-6607ea32-4a14-4dbb-a8df-fe1d0194df31.png-20260715141343" /><br /> ]]>    A Fintegra anuncia a disponibilidade comercial da Anni, plataforma de inteligência artificial voltada para cobrança, negociação e recuperação de valores via WhatsApp. A solução chega ao mercado após cinco meses de operação-piloto com um cliente real, período em que reuniu resultados expressivos em formalização de acordos e conversão.
Resultados do piloto
Iniciada em fevereiro de 2026, a fase de testes da Anni processou 3.959 conversas autenticadas e formalizou R$5,65 milhões em risco de crédito. Do total de interações, 900 acordos foram fechados de forma autônoma, sem intervenção humana, resultando em taxa de conversão superior a 25%. Em um dos casos documentados, a integração técnica via API foi concluída em três horas após o recebimento da documentação do cliente contratante.
Como funciona a plataforma
A Anni funciona 24 horas por dia. Conectada a sistemas, CRMs ou APIs das empresas contratantes, ela consulta em tempo real os dados do cliente devedor, apresenta a dívida, oferece opções de pagamento e formaliza acordos, com boleto ou link de quitação já na própria conversa. Casos que fogem do script vão para um atendente humano. Um sistema de backoffice mostra tudo em tempo real, das conversas aos resultados.
Mudança na tarifação do WhatsApp Business API
O lançamento da Anni não é por acaso. Ele acontece junto com uma mudança de peso no modelo de custos do WhatsApp Business API: a partir de 1º de outubro de 2026, a Meta passa a cobrar R$0,035 por mensagem de resposta empresarial dentro da janela de 24 horas, mesmo em conversas que o próprio consumidor começou.
"A eficiência por mensagem e a taxa de conversão por conversa se tornam fatores críticos de custo operacional para empresas que utilizam o canal em escala", afirma o CEO da Fintegra.
Desafios do setor
Custo alto de equipe, atendimento lento, dificuldade de escalar sem inchar a estrutura: são esses os problemas que a Fintegra diz enfrentar de frente com a Anni. E o WhatsApp é o terreno certo para essa disputa. No Brasil, o aplicativo chega a mais de 95% dos usuários de smartphone e segue como o principal canal de mensageria do país.
Perguntas frequentes sobre a Anni
O que é a Anni da Fintegra?
A Anni é uma plataforma de inteligência artificial da Fintegra para cobrança, negociação e recuperação de valores via WhatsApp. Ela funciona 24 horas por dia, consulta dados do cliente devedor em sistemas, CRMs ou APIs da empresa contratante e conduz a negociação até a formalização do acordo, com handoff para atendentes humanos nos casos que exigem análise específica.
Quais foram os resultados do piloto da Anni?
Em cinco meses de operação com um cliente real, iniciados em fevereiro de 2026, a Anni processou 3.959 conversas autenticadas, formalizou R$5,65 milhões em risco de crédito e fechou 900 acordos de forma autônoma, sem intervenção humana, com taxa de conversão superior a 25%.
Quanto tempo leva para integrar a Anni a um sistema já existente?
Em um dos casos documentados, a integração técnica via API foi concluída em três horas após o recebimento da documentação do cliente contratante.
Como muda o custo do WhatsApp Business API a partir de outubro de 2026?
A partir de 1º de outubro de 2026, a Meta passa a cobrar R$0,035 por mensagem de resposta empresarial dentro da janela de 24 horas, mesmo em conversas iniciadas pelo consumidor. Isso torna a eficiência por mensagem e a taxa de conversão por conversa fatores críticos de custo operacional para empresas que usam o canal em escala.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/hBgIF0ijmrVyN4OdU--DtOLLSPs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/m/u/AxWLnKSty86WSBZoev2A/publicador-api-pegn-pulse-brand-100-6607ea32-4a14-4dbb-a8df-fe1d0194df31.png-20260715141343" medium="image"/>   <media:description>Anni, plataforma de IA da Fintegra, integra-se a sistema/CRM/API e tem atendimento 24/7, handoff humano nos casos complexos, backoffice em tempo real e integração técnica ágil.</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:14:09 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasil recebe plataforma que ajuda famílias neurodivergentes a planejarem seus deslocamentos com mais previsibilidade</title>  <atom:subtitle>Orbi360 reúne avaliações colaborativas, planejamento sensorial e tecnologia desenvolvida pela Vilesoft para apoiar pessoas autistas, com TDAH e outras neurodivergências antes mesmo de saírem de casa</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/brasil-recebe-plataforma-que-ajuda-familias-neurodivergentes-a-planejarem-seus-deslocamentos-com-mais-previsibilidade-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/brasil-recebe-plataforma-que-ajuda-familias-neurodivergentes-a-planejarem-seus-deslocamentos-com-mais-previsibilidade-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/mINsm6-IYpkF99vKhAcvk4SRuLc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/m/a/3JvHuFRPe5mPSdjWxMgQ/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715134029.png-20260715134035" /><br /> ]]>    O Brasil é o primeiro país a receber oficialmente o Orbi360, plataforma gratuita desenvolvida para ajudar famílias de pessoas neurodivergentes a encontrarem informações sobre ambientes antes de realizarem atividades do dia a dia, como ir a restaurantes, parques, shoppings, escolas ou viajar.
Disponível para iOS e Android, o Orbi360 reúne avaliações colaborativas feitas pela própria comunidade, planejamento sensorial, notícias relevantes, oportunidades de trabalho e uma metodologia própria, chamada Neurindex, criada para oferecer uma visão mais completa sobre a experiência que cada ambiente pode proporcionar às pessoas autistas, com TDAH e outras neurodivergências.
"O objetivo não é classificar lugares como bons ou ruins, mas oferecer informações que ajudem as famílias a tomarem decisões com mais segurança e previsibilidade, além de incentivar os próprios estabelecimentos a evoluírem em acessibilidade e acolhimento", afirma Roger Maia, fundador da Vilesoft e um dos idealizadores da plataforma.
O projeto nasceu da experiência de Kássia Albuquerque, pernambucana que vive em Portugal e mãe atípica. Ao perceber a dificuldade em encontrar informações confiáveis sobre os locais que frequentava com a família, ela idealizou uma plataforma construída a partir da colaboração entre pessoas que vivem desafios semelhantes.
A proposta ganhou escala com a participação da Vilesoft, empresa brasileira de tecnologia com quase 40 anos de atuação e presença também nos Estados Unidos, que adaptou uma infraestrutura originalmente desenvolvida para operações logísticas e gestão de pontos de interesse para criar uma solução voltada à comunidade neurodivergente.
Ao longo de três anos, o desenvolvimento reuniu profissionais da saúde, educadores, especialistas em inteligência artificial, engenheiros de software, designers e famílias neurodivergentes.
No centro da plataforma está o Neurindex, metodologia que considera aspectos como estímulos sensoriais, acessibilidade, conforto, tempo de espera e características do ambiente a partir das avaliações compartilhadas pelos próprios usuários. As informações passam por processos de moderação que combinam inteligência artificial e validação humana antes de serem disponibilizadas na plataforma.
A estrutura tecnológica do Orbi360 utiliza bases públicas internacionais, como OpenStreetMap e FSQ Open Source Places, processadas por um pipeline proprietário desenvolvido pela Vilesoft. O sistema estreia com uma base de mais de 104 milhões de locais distribuídos em diversos países, preparados para receber avaliações da comunidade e expandir continuamente a cobertura internacional.
Segundo o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo IBGE, o Brasil possui aproximadamente 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), reforçando a necessidade de iniciativas que ampliem a inclusão e facilitem o acesso a informações sobre ambientes públicos e privados.
Para Kássia Albuquerque, o maior objetivo da plataforma é reduzir a insegurança vivida diariamente por milhares de famílias.
"Quando conseguimos saber um pouco mais sobre o ambiente antes de sair de casa, conseguimos planejar melhor a rotina e viver experiências com mais tranquilidade. É isso que queremos proporcionar para outras famílias."  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/mINsm6-IYpkF99vKhAcvk4SRuLc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/m/a/3JvHuFRPe5mPSdjWxMgQ/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715134029.png-20260715134035" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:40:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>DIU: 6 mitos e verdades sobre esse método contraceptivo</title>  <atom:subtitle>Médica explica fatores que influenciam a experiência da inserção, esclarece dúvidas sobre anestesia e reforça que informação e acolhimento são fundamentais para uma escolha consciente do método contraceptivo</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/diu-6-mitos-e-verdades-sobre-esse-metodo-contraceptivo-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/diu-6-mitos-e-verdades-sobre-esse-metodo-contraceptivo-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/3aHf0QUEy2wjG81zZy71TccnEuE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/a/U/YB9NBrSvaaeQ2TLTkGAg/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715133855.png-20260715133900" /><br /> ]]>    O Dispositivo Intrauterino (DIU) é considerado um dos métodos contraceptivos mais eficazes disponíveis atualmente e tem sido cada vez mais procurado por mulheres que buscam uma opção de longa duração para o planejamento reprodutivo. Ao mesmo tempo, discussões sobre a experiência da inserção do dispositivo têm ganhado espaço nas redes sociais, nos consultórios e na imprensa, levantando dúvidas sobre dor, acolhimento e alternativas para tornar o procedimento mais confortável.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 150 milhões de mulheres utilizam DIUs em todo o mundo. O método é reconhecido internacionalmente pela alta eficácia contraceptiva, que ultrapassa 99%, além de ser reversível e de longa duração.
Para a Dra. Larissa Cassiano, ginecologista e obstetra parceira da DKT South America, empresa de planejamento familiar e detentora da marca Andalan, é importante que as mulheres tenham acesso a informações claras sobre todas as etapas do procedimento, incluindo a experiência da inserção.
"A escolha de um método contraceptivo deve ser feita com base em informação de qualidade. Isso inclui entender os benefícios do DIU, mas também saber como funciona a inserção, quais sensações podem ocorrer durante o procedimento e quais recursos podem ser utilizados para proporcionar mais conforto à paciente", afirma.
Uma das dúvidas mais frequentes diz respeito à dor durante a colocação do dispositivo.
Verdade: a inserção do DIU pode causar dor
A experiência varia de mulher para mulher. Algumas pacientes relatam apenas cólicas leves ou desconforto passageiro, enquanto outras podem sentir dor moderada ou intensa durante o procedimento. Fatores como anatomia do colo do útero, sensibilidade individual, ansiedade, histórico ginecológico e até experiências prévias podem influenciar essa percepção.
"É importante reconhecer que a dor existe e que ela não deve ser minimizada. Cada mulher vivencia o procedimento de forma diferente. O mais importante é que essa experiência seja acolhida, discutida previamente e acompanhada por um profissional capacitado", explica Dra. Larissa.
2. Verdade: existem opções para tornar a inserção mais confortável
Embora muitas mulheres desconheçam essa possibilidade, existem diferentes estratégias que podem ser consideradas para reduzir o desconforto durante a inserção do DIU. A indicação depende da avaliação médica, das características da paciente e da estrutura disponível para a realização do procedimento.
Entre as opções estão medicamentos analgésicos, anestesia local, bloqueios anestésicos, sedação e, em situações específicas, acompanhamento anestésico.
"Muitas pacientes chegam ao consultório sem saber que existem alternativas para o manejo da dor. Por isso, a conversa prévia é fundamental. O plano de cuidado deve ser individualizado e construído em conjunto entre a paciente e o profissional de saúde", destaca a especialista.
Além das dúvidas sobre a inserção, alguns mitos sobre o método ainda persistem.
3. Mito: o DIU causa infertilidade
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o DIU é um método reversível e não existem evidências de que seu uso adequado provoque infertilidade. Após a retirada do dispositivo, a fertilidade costuma retornar rapidamente.
4. Mito: mulheres que nunca tiveram filhos não podem usar DIU
A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) esclarece que o método pode ser utilizado por mulheres com ou sem filhos, desde que não haja contraindicações clínicas.
"Hoje sabemos que o DIU é uma opção segura para diferentes perfis de pacientes. A indicação deve ser individualizada e baseada em avaliação médica, não em mitos que foram perpetuados ao longo dos anos", afirma Dra. Larissa.
5. Verdade: o DIU é um dos métodos contraceptivos mais eficazes disponíveis
Segundo o Ministério da Saúde, os DIUs apresentam eficácia superior a 99% na prevenção da gravidez, figurando entre os métodos contraceptivos mais seguros atualmente disponíveis.
Além da alta eficácia, o método se destaca pela praticidade, já que não depende de uso diário ou de lembranças frequentes para manter sua proteção contraceptiva.
6. Mito: o DIU pode sair do lugar durante exercícios físicos ou relações sexuais
Exercícios físicos, atividades esportivas e relações sexuais não costumam alterar o posicionamento do dispositivo. Embora existam casos raros de expulsão parcial, especialmente nos primeiros meses após a inserção, eles representam uma pequena parcela dos casos e devem ser acompanhados por um profissional de saúde.
Para Dra. Larissa, o aumento das discussões sobre a experiência da inserção representa uma oportunidade para ampliar o acesso à informação e fortalecer o cuidado centrado na paciente.
"Falar sobre dor não deve afastar as mulheres do método. Pelo contrário. Quanto mais transparente for a conversa sobre o procedimento, maiores são as chances de que cada paciente faça uma escolha consciente, conheça as possibilidades de manejo disponíveis e se sinta acolhida durante todo o processo. Informação, autonomia e cuidado devem caminhar juntos", conclui.
Com orientação adequada, acompanhamento profissional e acesso a informações baseadas em evidências científicas, o DIU continua sendo uma das principais ferramentas para o planejamento reprodutivo, oferecendo segurança, praticidade e autonomia para milhões de mulheres em todo o mundo.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/3aHf0QUEy2wjG81zZy71TccnEuE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/a/U/YB9NBrSvaaeQ2TLTkGAg/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715133855.png-20260715133900" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:39:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Férias em casa: pequenas mudanças que deixam a rotina mais prática</title>  <atom:subtitle>Organização, funcionalidade e alguns ajustes no ambiente ajudam a aproveitar o período de descanso com mais conforto para toda a família</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/ferias-em-casa-pequenas-mudancas-que-deixam-a-rotina-mais-pratica-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/ferias-em-casa-pequenas-mudancas-que-deixam-a-rotina-mais-pratica-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/fC37CpOCMZ2mS0KKBMdEGiR9dBA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/j/T/t72Sv4Qgijo7JSsQWZzw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715133742.png-20260715133747" /><br /> ]]>    Nem todo mundo aproveita as férias para viajar. Para muitas famílias, julho é um período de descanso em casa, com crianças fora da escola, visitas, momentos de lazer e uma rotina diferente da habitual. Com mais pessoas circulando pelos ambientes ao longo do dia, pequenas mudanças podem tornar a casa mais organizada, confortável e funcional.
Pensando nisso, a Multicoisas reuniu algumas dicas simples que ajudam a adaptar a casa para as férias sem grandes reformas ou investimentos.
1. Organize um espaço para brincadeiras e lazer
Separar um cantinho da sala, do quarto ou da varanda para brinquedos, jogos e atividades ajuda a manter a casa organizada e facilita a rotina das crianças. Caixas organizadoras, cestos e nichos são ótimos aliados para guardar tudo de forma prática após o uso.
2. Deixe os itens do dia a dia sempre à mão
Garrafas de água, lanches, jogos de tabuleiro, mantas e controles remotos podem ser organizados em bandejas, organizadores ou cestos. Além de facilitar o acesso, isso evita que objetos fiquem espalhados pela casa.
3. Aproveite para fazer pequenos reparos
As férias também podem ser uma boa oportunidade para resolver aquelas pendências que costumam ficar para depois. Apertar parafusos de móveis, instalar prateleiras, trocar puxadores, organizar fios aparentes ou consertar pequenos defeitos ajuda a deixar os ambientes mais seguros e funcionais.
4. Crie ambientes mais confortáveis para reunir a família
Almofadas, mantas, luminárias e mesas de apoio ajudam a deixar salas e varandas mais aconchegantes para momentos de descanso, sessões de filmes ou jogos em família.
5. Organize a cozinha para facilitar os lanches
Com as crianças em casa, a cozinha costuma ser mais utilizada. Potes herméticos, organizadores de armários, bandejas e divisórias ajudam a manter alimentos e utensílios organizados, tornando o preparo de refeições e lanches muito mais prático.
6. Prepare a casa para receber visitas
Julho também costuma ser um período de encontros entre familiares e amigos. Antes de receber visitas, vale revisar cadeiras, mesas e utensílios, além de organizar os ambientes para garantir mais conforto e praticidade durante a confraternização.
Pequenas adaptações fazem toda a diferença para aproveitar as férias com mais tranquilidade. Além de facilitar a rotina, uma casa organizada e funcional proporciona mais conforto para os momentos de descanso e convivência.
A Multicoisas oferece soluções para organização, cozinha, pequenos reparos e utilidades domésticas, reunindo produtos que ajudam a tornar a rotina mais prática e os ambientes preparados para receber a família durante as férias.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/fC37CpOCMZ2mS0KKBMdEGiR9dBA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/j/T/t72Sv4Qgijo7JSsQWZzw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715133742.png-20260715133747" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:38:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Setor de serviços cai 0,4% em maio por recuo na área de transportes</title>  <atom:subtitle>Em 12 meses, alta acumulada é de 2,6%, segundo levantamento do IBGE</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/setor-de-servicos-cai-04percent-em-maio-por-recuo-na-area-de-transportes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/setor-de-servicos-cai-04percent-em-maio-por-recuo-na-area-de-transportes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/TYG_AmCl5MNYr8P8_jKBxEtba9k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2024/j/h/MJFfnaSdWu4bQOnHYctg/mulher-fazendo-tratamento-em-cabeleireiro-23-2149229781.jpg" /><br /> ]]>    O setor de serviços, que reúne atividades como turismo, restaurantes, salão de beleza, internet e tecnologia da informação (TI), recuou 0,4% em maio, puxado pelo desempenho negativo dos transportes.
Segundo a Secretaria da Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, o resultado veio abaixo das expectativas de mercado (intervalo de -0,3% a 0,6%; mediana de 0,0%).
Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o setor cresceu 0,4%. De janeiro a maio, avançou 1,9% em relação ao mesmo período de 2025.
No acumulado de 12 meses, a alta acumulada é de 2,6%. Esse número representa redução no ritmo de expansão, uma vez que em abril estava em 2,9%.
Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada nesta quarta-feira (15/7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com os resultados de maio, o setor fica 19,6% acima do nível pré-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 0,5% abaixo do maior nível já registrado, que pertence a outubro de 2025. A pesquisa traz dados desde janeiro de 2011.
Veja o comportamento do setor nos últimos meses, comparado ao mês imediatamente anterior:
Maio: -0,4%
Abril: 1,1%
Março: -0,9%
Fevereiro: 0,1%
Janeiro: 0%
Freio nos transportes
O IBGE aponta que dos cinco grupos de atividades pesquisadas, dois apresentaram queda na passagem de abril para maio.
Serviços prestados às famílias: 0,2%
Serviços de informação e comunicação: 0%
Serviços profissionais, administrativos e complementares: 2%
Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: -1%
Outros serviços: -1,9%
A queda dos transportes foi o que mais puxou o setor de serviços para baixo em maio porque o item tem peso de um terço (33,67%) na pesquisa.
De acordo com o analista da pesquisa, Rodrigo Lobo, houve “menor receita das empresas de transporte aéreo de passageiros, transporte rodoviário de carga e de logística”.
Em maio de 2026, o volume de transporte de passageiros recuou 1,3% na comparação com o mês imediatamente anterior. Já o volume do transporte de cargas teve variação negativa de 0,2%.
Lobo destaca também que os serviços às famílias alcançaram o maior patamar desde dezembro de 2014. Para ele, é uma resposta a variáveis econômicas “como desemprego baixo, massa de rendimentos elevadas e nível de preços controlado”.
Índice de atividades turísticas
A Pesquisa Mensal de Serviços traz ainda o índice de atividades turísticas (Iatur), que recuou 0,4% em maio, na comparação com o mês anterior. Já em comparação com o acumulado de 12 meses, há expansão de 1,7%.
Esses resultados deixam as atividades de turismo 10,8% acima do patamar pré-pandemia de covid-19 e 2,5% abaixo do maior nível já alcançado, em dezembro de 2024.
O Iatur reúne 22 das 166 atividades de serviços investigadas na pesquisa e que são ligadas à atividade turística, como hotéis, agências de viagens, bufê e transporte aéreo de passageiros.
São divulgadas informações de 17 unidades da federação: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Alagoas e Rio Grande do Norte.
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Atualmente presente em 17 estados e 85 cidades brasileiras, a rede considera que o primeiro semestre foi marcado não apenas pela evolução dos indicadores comerciais, mas também pelo fortalecimento da estrutura interna. Entre as iniciativas adotadas estão investimentos na profissionalização da gestão, aprimoramento dos processos operacionais e ampliação do suporte oferecido aos franqueados.
"Mais do que crescer em número de unidades, nosso foco é construir uma operação cada vez mais sólida. Acreditamos que uma expansão sustentável depende de uma rede estruturada, capaz de oferecer suporte consistente aos franqueados e uma experiência de excelência aos consumidores", afirma Marcelo Ferreira, CEO da QÓculos.
Outro marco importante do período foi o reconhecimento da empresa entre as Melhores Franquias do Brasil, reforçando a maturidade do modelo de negócio e a consolidação da marca no mercado óptico.
O comportamento do consumidor também contribui para esse cenário. Segundo a rede, a busca por atendimento especializado, confiança e qualidade na experiência de compra tem ganhado cada vez mais espaço, favorecendo empresas com operações estruturadas e posicionamento consolidado. Entre os investidores, a tendência é semelhante: a decisão de investimento passou a considerar, além da rentabilidade, fatores como governança, suporte da franqueadora e potencial de crescimento de longo prazo.
"O investidor está mais criterioso. Hoje ele procura redes que demonstrem capacidade de execução, gestão profissionalizada e segurança para crescer de forma consistente. Esse movimento favorece empresas que construíram uma base sólida ao longo dos últimos anos", destaca.
Expansão planejada
Após atingir aproximadamente 150 lojas no início deste ano, a QÓculos iniciou uma nova etapa de seu planejamento estratégico. A meta é chegar a 300 unidades até 2028, mantendo o crescimento disciplinado e priorizando a qualidade da operação.
Para isso, a empresa pretende ampliar os investimentos em tecnologia, inteligência de mercado, desenvolvimento de pessoas e fortalecimento da governança, criando as condições necessárias para sustentar a expansão nos próximos anos.
A estratégia de crescimento deverá concentrar esforços principalmente em lojas de rua e outlets, formatos considerados altamente atrativos tanto para consumidores quanto para novos investidores. Paralelamente, a rede continuará avaliando oportunidades em shopping centers, sempre priorizando pontos comerciais estratégicos.
Regionalmente, os estados do Sudeste lideram o plano de expansão, seguidos pelas regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste.
Segundo a empresa, cerca de 20 contratos de franquia estão atualmente em negociação, reforçando uma perspectiva positiva para o segundo semestre.
"Nossa prioridade não é simplesmente abrir novas lojas, mas garantir que cada unidade seja inaugurada dentro dos padrões de qualidade da rede. Crescimento sustentável significa fortalecer continuamente a operação, gerar valor para os franqueados e ampliar nossa presença nacional com responsabilidade", conclui o CEO.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/bawfGuOTa8vWza1LEOoEtlU1JWU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/9/o/z7h5fRRDijVC3qkL4NAw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715133632.png-20260715133638" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:37:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pizzaria em Buenos Aires muda nome de sobremesa 'inglesa' para Malvinas Argentinas</title>  <atom:subtitle>Estabelecimento tradicional afirma que a mudança foi motivada por patriotismo, em meio à Copa do Mundo, e faz referência à disputa histórica entre os dois países pelas Ilhas Malvinas</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/marketing-vendas/noticia/2026/07/restaurante-argentino-retira-sopa-inglesa-do-cardapio-e-renomeia-sobremesa-como-malvinas-argentinas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/marketing-vendas/noticia/2026/07/restaurante-argentino-retira-sopa-inglesa-do-cardapio-e-renomeia-sobremesa-como-malvinas-argentinas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/cNCxvDdW6M1WKMoGeo-CCDAXKnA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/W/X/IwHFAGRFuB7vcZxNEu0A/bryam-blanco-afzksxkds4i-unsplash.jpg" /><br /> ]]>    Às véspera da semifinal na Copa do Mundo entre Argentina e Inglaterra, que ocorre nesta quarta-feira (15/7), uma pizzaria de Buenos Aires decidiu renomear um item do cardápio em uma manifestação de patriotismo, segundo o The Sun. A Pizzeria Banchero, em Buenos Aires, retirou temporariamente a sobremesa chamada Sopa Inglesa e passou a vendê-la como Malvinas Argentinas, em alusão às Ilhas Malvinas, território disputado com o Reino Unido há mais de 40 anos.
Segundo o dono do restaurante, a mudança permanecerá até o fim da participação argentina no Mundial. “Mudamos o nome, pelo menos até a Copa do Mundo acabar. Neste momento, não queremos vendê-la como Sopa Inglesa”, afirmou ele à uma rádio local. Além da troca no cardápio, a pizzaria colocou um aviso da mudança na entrada do estabelecimento.
Apesar do nome, a sobremesa não tem origem britânica. A Sopa Inglesa é uma receita tradicionalmente italiana, muito parecida com o Triffle, que tem origem inglesa. A sobremesa consiste em camadas de pão de ló umedecidas com licor, intercaladas com creme. Normalmente, é servida bem gelada e em compotas e se assemelha muito ao pavê.
A mudança do nome do prato pelo restaurante de Buenos Aires remonta a episódios históricos de tensão entre Argentina e Reino Unido. Durante a Guerra das Malvinas, em 1982, uma disputa pelo arquipélago localizado no sul do Oceano Atlântico, a cerca de 480 km da costa argentina, produtos associados aos britânicos também foram retirados dos estabelecimentos argentinos, como forma de protesto. 
Em outro episódio recente relacionado à Copa, a rede de sorvetes Grido suspendeu temporariamente a venda do sabor “Chocolate Suíço” antes da vitória da Argentina sobre a Suíça nas quartas de final. 
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Agora, a seleção argentina enfrenta a Inglaterra por uma vaga na final da Copa do Mundo, que será disputada contra a Espanha. A semifinal ocorre no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, nos Estados Unidos.
A rivalidade entre os dois países, porém, está longe de ser apenas na geopolítica. Nos gramados, as autoridades acompanharão com reforço a partida devido à possibilidade de manifestações relacionadas ao histórico confronto de 1986, marcado pelo famoso gol da “Mão de Deus”, de Diego Maradona.
Após a classificação da Argentina sobre o Egito nas quartas de final, jogadores foram vistos cantando músicas que faziam referência às Malvinas, a Diego Maradona e essa que pode ser a última Copa do Mundo de Lionel Messi.
As Ilhas Malvinas, chamadas de Falklands Islands pelos britânicos, são um território ultramarino administrado pelo Reino Unido. A disputa pela soberania levou à Guerra das Malvinas, em 1982, conflito que durou dez semanas e resultou na morte de 649 argentinos e 255 britânicos. Mais de quatro décadas depois, o tema continua sendo um ponto sensível nas relações entre os dois países.
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Em março deste ano, o relatório final da CPMI do INSS pediu o indiciamento do advogado pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, além do indiciamento de sua esposa, Anne Wilians.
A Polícia Federal investiga a relação de Wilians com o empresário Maurício Camisotti, apontado como um dos principais operadores do esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. Relatórios de inteligência financeira citados pela CPMI apontam movimentações de R$ 4,3 bilhões envolvendo o escritório de advocacia, incluindo cerca de R$ 28 milhões em transações diretas com empresas e pessoas ligadas a Camisotti.
Nelson Wilians nega irregularidades e afirma que sua atuação ocorreu dentro dos limites da advocacia.
Agora, o nome do advogado aparece em uma nova frente. Nesta quarta-feira, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Nelson Wilians Advogados Associados (NWADV), no âmbito da Operação Distrato, conduzida pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA-SP), formado pela Secretaria da Fazenda, Ministério Público e Procuradoria-Geral do Estado.
Segundo as autoridades paulistas, escritórios de advocacia e consultorias são suspeitos de oferecer a empresas créditos de ICMS sem autorização do Fisco, apresentados como instrumentos legítimos de planejamento tributário. A investigação aponta que os créditos estavam vinculados a empresas inaptas, massas falidas e operações sem lastro econômico, enquanto os intermediários recebiam honorários que chegavam a 70% dos valores negociados.
Até o momento, a Secretaria da Fazenda identificou 752 empresas que teriam utilizado os créditos irregulares, em um prejuízo estimado em mais de R$ 3,8 bilhões. Ao todo, foram expedidos 38 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Campinas, Jundiaí, Ribeirão Preto, Londrina e Cambé.
Nem Nelson Wilians nem seu escritório foram condenados em qualquer uma das investigações. A reportagem entrou em contato com o escritório e aguarda posicionamento. O espaço segue aberto.
O advogado
Nelson nasceu em Cianorte, no Paraná e é filho de agricultores. Fez faculdade na Instituição Toledo de Ensino — ITE em Bauru, interior de São Paulo. Em 1999, abriu seu primeiro escritório de advocacia: o Nelson Wilians e Oliveira — em referência a seu primeiro sócio, amigo e colega da faculdade.
Com o sucesso do escritório, o empreendimento cresceu para outras cidades do estado de São Paulo e se tornou a atual Nelson Wilians Advogados Associados.
Em 2014, o escritório de passou a ter representação em outros países do mundo, como Portugal (Lisboa), Índia (Nova Delhi) e China. O escritório já representou grandes empresas e multinacionais como Havan, Prevent Sênior e Banco do Brasil.
Nelson Wilians é casado com Anne Carolline Wilians Vieira Rodrigues e pai de quatro filhos: Benjamin, Adam, Athina e Helena. A esposa do advogado é diretora executiva do Instituto Nelson Wilians, que promove programas de educação inclusiva para adolescentes, jovens e mulheres em situação de vulnerabilidade.
Nos últimos anos, o advogado se tornou ainda mais conhecido no meio e do público geral ao defender Rose Miriam — mãe dos três filhos de Augusto Liberato, o Gugu — e as gêmeas Sofia e Marina Liberato na disputa judicial pela herança bilionária do apresentador morto em 2019. O clã chegou a um acordo em 2024.
Willians tentou atuar como advogado de Gusttavo Lima quando o sertanejo se defendia numa investigação de jogos de azar. Ele apresentou ao Tribunal de Justiça de Pernambuco um pedido para que o habeas corpus que soltou os demais investigados fosse estendido ao artista, mas foi desautorizado. Os advogados do cantor fizeram um requerimento à juíza para que a demanda fosse desconsiderada.
Na web, o advogado compartilha momentos no luxuoso escritório e com a família.
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A ação é coordenada pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA-SP), formado pela Sefaz-SP, pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-SP), com apoio das polícias Civil e Militar. Ao todo, são cumpridos 38 mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital.
Os mandados são executados nas cidades de São Paulo, Campinas, Jundiaí e Ribeirão Preto, além de Londrina e Cambé, no Paraná.
De acordo com os investigadores, escritórios de advocacia e consultorias ofereciam às empresas supostos planejamentos tributários, por meio da venda de créditos de ICMS com desconto. Os créditos, porém, não possuíam autorização administrativa e estariam vinculados a empresas inaptas, massas falidas ou operações sem lastro econômico.
Ainda segundo a apuração, os intermediários recebiam honorários de êxito que chegavam a 70% do valor dos créditos utilizados. Para conferir aparência de legalidade às operações, os suspeitos teriam utilizado contratos, procurações, apólices e documentos falsamente atribuídos à administração tributária.
A Secretaria da Fazenda afirma que a utilização dos créditos irregulares provocou perda de arrecadação e desequilíbrio concorrencial, ao permitir que empresas reduzissem artificialmente seus custos tributários. A operação busca reunir novas provas, identificar os beneficiários do esquema e responsabilizar os envolvidos nas esferas administrativa, cível e penal.
As investigações continuam e novas medidas poderão ser adotadas após a análise do material apreendido.
Leia também  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/b7Xi0SeNbjGJaJ0c9YoSYp-HdPE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/C/B/U8LhQ7RqC6G2BdaCABNg/predio-da-sefaz-sp-operacao-distrato.png" medium="image"/>   <media:description>Prédio da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP)</media:description>   <media:credit>Divulgação/Sefaz-SP</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:48:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Marca global de pintura cresce no Brasil com marketing industrial</title>  <atom:subtitle>A DeVilbiss, marca de equipamentos de pintura do grupo Binks, líder mundial no segmento, estruturou sua presença digital no Brasil, transformando-a em um canal de geração de demanda. O trabalho foi conduzido pela Tríade Digital, empresa do norte do Paraná especializada na indústria, a pedido da Codinter, que detém a representação master da marca no país, e ampliou a demanda comercial pelos canais digitais.</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/dino/noticia/2026/07/marca-global-de-pintura-cresce-no-brasil-com-marketing-industrial-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/dino/noticia/2026/07/marca-global-de-pintura-cresce-no-brasil-com-marketing-industrial-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/wH6ZUf5rLfykxSBB8_bEsoFEVLQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/X/D/BCHaOfSM2xtHKPh7Sxyw/publicador-api-pegn-dino-100-3f3314cd-c364-4e2e-931b-055f3d9f565a.jpeg-20260715114240" /><br /> ]]>    A forma como a indústria compra mudou. Hoje, boa parte da decisão de compra de equipamentos técnicos acontece antes do primeiro contato com um vendedor, na pesquisa que o comprador faz por conta própria, no digital. Foi apostando nesse movimento que a DeVilbiss, marca global de equipamentos de pintura, reforçou sua presença digital no Brasil e passou a gerar mais demanda para o time comercial. O trabalho foi conduzido pela Tríade Digital, empresa do norte do Paraná especializada em marketing e vendas para indústrias, a pedido da Codinter, multinacional que detém a representação master da marca no país.
A DeVilbiss integra o grupo Binks, referência mundial em equipamentos de pintura e atomização, com origem que remonta a 1888. No mercado internacional, a Binks é a marca mais reconhecida do grupo; no Brasil, a DeVilbiss se consolidou como a mais conhecida, com mais de seis décadas de presença no país.
Ao longo desse período, o modelo de operação mudou. A produção local foi transferida para outra unidade, em uma decisão estratégica voltada a manter o padrão de qualidade, e o atendimento no Brasil passou a ser conduzido pela Codinter, que já atuava junto à marca antes mesmo do encerramento da fabricação no país, em dezembro de 2017. Não houve interrupção: a operação seguiu em continuidade, com o mesmo padrão de atendimento, agora sob a representação master da Codinter. Nessa fase, o digital se tornou peça central para aproximar a marca de seu público.
O trabalho parte de uma tese que a Tríade aplica a empresas industriais: criar canais de venda no ambiente digital, fortalecer o posicionamento e gerar demanda consistente para o time comercial, por meio de um marketing técnico e orientado a dados. Na indústria, quem decide a compra, seja engenheiro, comprador técnico ou especificador, costuma percorrer sozinho boa parte da jornada antes de acionar um fornecedor: busca ficha técnica, compara compatibilidade e avalia a aplicação muito antes do primeiro contato comercial. Uma marca ausente ou mal posicionada nessa etapa sequer entra na lista de opções consideradas.
Os dados confirmam que a jornada de compra B2B se tornou mais digital, sem deixar de depender do relacionamento comercial. Segundo a Pesquisa B2B Pulse 2024, da McKinsey, compradores empresariais utilizam, em média, dez canais ao longo do processo de compra, alternando entre interações presenciais, contatos remotos e ferramentas digitais de autosserviço. O levantamento também mostra que 54% dos compradores propensos a trocar de fornecedor apontam uma experiência digital de baixa qualidade como um dos motivos para buscar outra empresa.
Nesse cenário, o digital potencializa o trabalho do time de vendas: ajuda a marca a ser encontrada durante a pesquisa, amadurece a demanda e permite que os vendedores recebam compradores mais informados e oportunidades mais qualificadas. Como destaca a RD Station, no mercado B2B, em que as decisões envolvem ciclos mais longos, análises e múltiplos participantes, conteúdos relevantes ajudam a educar o potencial cliente, construir confiança e conduzi-lo ao longo da jornada de compra.
Na DeVilbiss, a Tríade partiu de um diagnóstico do público e da forma como ele pesquisa. A operação envolveu a reformulação das redes sociais, a produção de conteúdo técnico capaz de responder às dúvidas de aplicação e especificação do produto, e campanhas de geração de demanda orientadas por dados, direcionadas a quem de fato influencia ou decide a compra: distribuidores, revendedores e especificadores. Em vez de perseguir alcance amplo, o trabalho priorizou relevância: aparecer para o público certo, no momento em que ele pesquisa, com a informação técnica que ele procura. Cada campanha alimentou um ciclo contínuo de ajuste, com base no que gerava mais consultas e demanda qualificada.
Os efeitos apareceram na demanda. A marca registrou maior procura pelos canais digitais, atendimento por telefone, site e WhatsApp, com aumento nas consultas de produtos e nas solicitações de informação. Também cresceram os pedidos de testes técnicos por parte de clientes industriais, com destaque para a região Sul, etapa que costuma anteceder a decisão de compra no mercado B2B.
Segundo Diana Gamboa, diretora da Codinter Brasil, a mudança foi percebida internamente antes de ser comunicada à equipe. "O time comercial percebeu um grande aumento na procura, com muito mais oportunidades chegando e mais vendas sendo fechadas, antes mesmo de comunicarmos que havíamos mudado a estratégia de comunicação", afirma. Esse crescimento na demanda, segundo a executiva, abriu caminho para a marca ampliar sua presença territorial no país.
Para Vitor Alexandre, CMO do Grupo Tríade Digital, o caso reflete uma mudança de comportamento no setor. "Produto técnico não é exceção no digital: é onde o comprador industrial pesquisa, compara e decide antes de falar com um vendedor. Nosso trabalho é transformar essa pesquisa em demanda qualificada para o time comercial", sustenta.
A confiança nos resultados levou a Codinter a colocar uma segunda marca sob a gestão da Tríade em 2026, a Ronch, marca própria do grupo, presente em mais de 20 países.
Sobre a Tríade Digital Um dos principais grupos de marketing e vendas para indústrias do Brasil, a Tríade Digital ajuda indústrias tradicionais a se digitalizarem e a transformar o digital em um motor de crescimento do negócio. Atua em captação digital, produção de conteúdos técnicos, mídia paga e desenvolvimento de jornadas de compra orientadas à geração qualificada de demanda e ao aumento de receita.
Sobre a Codinter Fundada em 1979, a Codinter é uma multinacional do setor industrial com mais de 45 anos de mercado. Nascida na Colômbia, expandiu-se pelas Américas e hoje soma mais de 25 mil clientes em mais de 125 países, com operações próprias nos Estados Unidos, Colômbia, México, Venezuela e Brasil, onde mantém sede em Jundiaí (SP). Atua nas áreas de soldagem, corte, automação e acabamento industrial, com um portfólio de mais de 180 mil itens e atendimento às principais montadoras e indústrias do país. Também detém a representação master de marcas do grupo Binks no mercado brasileiro, entre elas a DeVilbiss, e mantém marcas próprias, como a Ronch, na linha de soldagem. Para mais informações, basta acessar: https://www.codinter.com/br/  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/wH6ZUf5rLfykxSBB8_bEsoFEVLQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/X/D/BCHaOfSM2xtHKPh7Sxyw/publicador-api-pegn-dino-100-3f3314cd-c364-4e2e-931b-055f3d9f565a.jpeg-20260715114240" medium="image"/>   <media:description>Grupo Tríade Digital</media:description>   <media:credit>Grupo Tríade Digital</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:42:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como aparecer no ChatGPT e na IA do Google: o método inovador da GAM SEO</title>  <atom:subtitle>O consumidor brasileiro já pergunta para a inteligência artificial antes de comprar. Gabriel Pontes, Alex dos Reis e Marcella Pontes, sócios da GAM SEO, revelam como pequenas e médias empresas entram nessas respostas e vendem mais.</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/07/como-aparecer-no-chatgpt-e-na-ia-do-google-o-metodo-inovador-da-gam-seo-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/07/como-aparecer-no-chatgpt-e-na-ia-do-google-o-metodo-inovador-da-gam-seo-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/tjp8Sg_gEIUY-ljuQLcsu4YKIEU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/M/3/pzxnoqSIO0xkFjLrzolw/publicador-api-pegn-pulse-brand-100-455412e4-c57e-4faa-8dac-e9f3affff33c.png-20260715113256" /><br /> ]]>    O novo balcão de vendas fica dentro da IA
O comportamento de compra mudou de endereço. Antes de fechar negócio, o consumidor abre o ChatGPT ou pergunta direto à IA do Google: "qual a melhor imobiliária da minha região?", "qual o melhor software de gestão?". A resposta que aparece ali decide quem entra na disputa pelo cliente.
Gabriel Pontes, sócio-fundador da GAM SEO, acompanha essa virada de perto. "A pergunta que o empresário nos fazia era como chegar à primeira página do Google. Hoje ele também quer saber por que a IA recomenda o concorrente e não a empresa dele. Quem responde bem a essa pergunta sai na frente", afirma.
Portanto, a visibilidade nas respostas de inteligência artificial deixou de ser tendência distante. Ela já define faturamento agora.
Por que a IA recomenda umas empresas e ignora outras
As inteligências artificiais não escolhem empresas por sorteio. Elas buscam fontes confiáveis, sites bem estruturados e conteúdos que respondem com clareza às perguntas reais das pessoas. Em outras palavras, a IA recomenda quem constrói autoridade.
É nesse ponto que entra o GEO, sigla para Generative Engine Optimization. Alex dos Reis, sócio da GAM SEO, traduz o conceito sem tecnicismo: "O GEO prepara as empresas para serem citadas pelas inteligências artificiais. Organizamos o site, o conteúdo e os sinais de autoridade para que o ChatGPT, Claude, Gemini e a IA do Google encontrem a marca, entendam o que ela faz e a recomendem com segurança".
A GAM SEO estruturou um serviço dedicado de GEO justamente porque poucas empresas brasileiras ocupam esse espaço. Consequentemente, quem se posiciona agora encontra um território com pouca concorrência.
SEO forte, IA generosa: a fórmula da GAM SEO
Aqui mora o diferencial do método. Para a GAM SEO, o GEO não substitui o SEO tradicional; ele amplifica os resultados de quem já trabalha bem o Google. Autoridade construída nos mecanismos de busca vira autoridade nas respostas das IAs.
"Empresas que aparecem bem no Google têm meio caminho andado para aparecer na IA. Nosso método integra as duas frentes desde o primeiro dia, então cada conteúdo publicado e cada otimização técnica trabalham dobrado", explica Alex dos Reis.
Além disso, esse trabalho se acumula. Cada página otimizada e cada menção conquistada somam ao patrimônio digital da empresa, um ativo que segue gerando oportunidades ao longo do tempo.
Do clique ao caixa: como transformar visibilidade em faturamento
Aparecer é o começo. O que interessa ao empreendedor é o que acontece depois: o cliente que chega pela busca orgânica ou pela recomendação da IA já pesquisou, já comparou e chega pronto para comprar.
Marcella Pontes, sócia da GAM SEO, resume o efeito no caixa: "O tráfego que vem do Google e das IAs é o mais qualificado que existe, porque a pessoa procurou exatamente aquilo que a empresa oferece. Nossos clientes percebem isso na prática, com mais contatos certos chegando e menos dependência de anúncio pago para vender".
Dessa forma, a empresa constrói um canal de vendas permanente. Enquanto a mídia paga disputa a atenção a cada campanha, a presença orgânica trabalha todos os dias, inclusive quando ninguém está olhando.
O método para colocar sua empresa nas respostas
Fundada por Gabriel Pontes, Alex dos Reis e Marcella Pontes, que somam sete anos de experiência em SEO, a GAM SEO atende segmentos como saúde, mercado imobiliário, SaaS, e-commerce e jurídico.
O processo começa sempre pelo diagnóstico. "Antes de propor qualquer coisa, analisamos o site da empresa e mostramos exatamente onde estão as oportunidades. O empresário sai da conversa entendendo o próprio negócio no digital, mesmo antes de fechar com a gente", conta Matheus Eduardo, diretor comercial da empresa.
Empresas interessadas em descobrir como aparecem hoje no Google e nas IAs podem solicitar a análise gratuita de site no endereço gamseo.com.br.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/tjp8Sg_gEIUY-ljuQLcsu4YKIEU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/M/3/pzxnoqSIO0xkFjLrzolw/publicador-api-pegn-pulse-brand-100-455412e4-c57e-4faa-8dac-e9f3affff33c.png-20260715113256" medium="image"/>   <media:description>Método da GAM SEO ajuda pequenas e médias empresas a aparecerem em buscas de IA.</media:description>   <media:credit>Arquivo Pessoal</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:33:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pequenas empresas ganham prazo de 90 dias para se adequar às novas regras de saúde mental no trabalho</title>  <atom:subtitle>O STF suspendeu a aplicação de multas relacionadas aos riscos psicossociais da NR-1, mas as obrigações de mapeamento e prevenção continuam valendo para os negócios</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/gestao/noticia/2026/07/pequenas-empresas-ganham-prazo-de-90-dias-para-se-adequar-as-novas-regras-de-saude-mental-no-trabalho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/gestao/noticia/2026/07/pequenas-empresas-ganham-prazo-de-90-dias-para-se-adequar-as-novas-regras-de-saude-mental-no-trabalho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/HBPx7h95qxK2fDkcJ2wPi_CWqK0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/s/I/pm5AAdTOmEmqBkAyroEw/profissional-sobrecarregado-em-escritorio.jpg" /><br /> ]]>    Os pequenos negócios ganharam um prazo extra para se preparar para as novas exigências da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do gerenciamento de riscos ocupacionais, incluindo os riscos psicossociais no ambiente de trabalho. O Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão do ministro André Mendonça, suspendeu por 90 dias (até o dia 23 de setembro próximo) a aplicação de multas, autuações e outras penalidades relacionadas a esse tema, oferecendo às empresas mais tempo para concluir a adequação.
A medida, no entanto, não altera as obrigações previstas na norma. As empresas continuam responsáveis por identificar, avaliar e gerenciar fatores que possam afetar a saúde mental dos trabalhadores, como estresse ocupacional, sobrecarga de trabalho, assédio e outros riscos presentes no ambiente laboral.
Para o analista de Competitividade e Especialista em Direito Tributário do Sebrae, Edgard Fernandes, a medida deve ser encarada como uma oportunidade para que os empreendedores se organizem e não como um adiamento da adequação. “A suspensão por 90 dias abre uma nova janela para os pequenos negócios se prepararem. Lembrando que a obrigação persiste, o que foi suspensa é apenas a penalidade pelo descumprimento”, alerta.
Ainda segundo o especialista, o período deve ser utilizado para colocar em prática todas as etapas exigidas pela norma.
"Nós do Sebrae orientamos que o foco principal é a empresa se antecipar e fazer todos os estudos, procedimentos e providenciar os documentos necessários. Assim o empreendedor evita questionamento e penalidade posteriores. Quanto antes se prepararem será melhor", diz Edgard Fernandes.
Entre as providências recomendadas estão a atualização do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), a identificação dos riscos psicossociais, a adoção de medidas preventivas e o registro das ações implementadas. Também é importante orientar lideranças e colaboradores sobre boas práticas de saúde e segurança no trabalho.
O que é a NR-1?
A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) estabelece as diretrizes gerais de saúde e segurança no trabalho que devem ser seguidas por empresas de todos os portes. Com a atualização da norma, os riscos psicossociais passaram a fazer parte do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Isso significa que as empresas devem identificar, avaliar e adotar medidas para prevenir situações que possam afetar a saúde mental dos trabalhadores.
Revise abaixo as principais ações recomendadas pelo Sebrae para os pequenos negócios:
Verificar obrigatoriedade do PGR: confirmar se a atividade está dispensada do PGR conforme a lista oficial da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT);
Fazer levantamento de perigos e riscos (ainda que simplificado): mesmo desobrigadas do PGR formal, as empresas devem fazer um levantamento mínimo de riscos para garantir segurança e evitar autuações;
Incluir fatores psicossociais e ergonômicos: considerar aspectos como estresse, metas abusivas, postura inadequada e repetitividade das tarefas;
Registrar e documentar medidas de prevenção: em planilhas simples ou relatórios, com identificação de riscos e ações adotadas;
Promover treinamento básico de SST: ainda que simplificado, o treinamento inicial deve ocorrer, com emissão de certificado conforme previsto na NR-01;
Atualizar documentação a cada 2 anos: ou sempre que houver mudanças nos processos, acidentes ou adoção de novas tecnologias;
Firmar contratos com cláusulas de segurança do trabalho claras: especialmente quando prestam serviços para terceiros, com responsabilidade sobre riscos mapeada.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/HBPx7h95qxK2fDkcJ2wPi_CWqK0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/s/I/pm5AAdTOmEmqBkAyroEw/profissional-sobrecarregado-em-escritorio.jpg" medium="image"/>   <media:description>A NR-1 trata do gerenciamento de riscos ocupacionais, incluindo os riscos psicossociais no trabalho</media:description>   <media:credit>Freepik</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 13:26:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tarifaço: saiba que produtos brasileiros podem ser afetados com nova rodada de taxação dos Estados Unidos</title>  <atom:subtitle>Decisão do governo Donald Trump deve ser tomada nesta quarta-feira</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/tarifaco-saiba-que-produtos-brasileiros-podem-ser-afetados-com-nova-rodada-de-taxacao-dos-estados-unidos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/tarifaco-saiba-que-produtos-brasileiros-podem-ser-afetados-com-nova-rodada-de-taxacao-dos-estados-unidos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/tbixRQFRBwDjl4bag2kJgnBLmhw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/p/P/fP1BvtRBqMHqxpBeeKrw/presidente-donald-trump.jpg" /><br /> ]]>    O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve decidir nesta quarta-feira sobre a ampliação de tarifa sobre produtos brasileiros. A medida pode levar a uma taxa de 25% e afetar 4,1 mil produtos exportados pelo Brasil aos EUA, como açúcar, álcool etílico, madeira e outros.
A estimativa foi divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A lista de mercadorias inclui itens como ferro-gusa não ligado, açúcar bruto, álcool etílico, molduras de madeira e hidróxido de alumínio.
Segundo a CNI, esses produtos correspondem a US$ 14,9 bilhões em exportações. A lista oficial, porém, ainda não foi divulgada.
A partir da decisão do governo americano nesta quarta-feira, o Palácio do Planalto deve calibrar uma resposta e passar a discutir a reação. A avaliação do Planalto é que a sanção pode afetar indiretamente setores inteiros da economia brasileira, mas o Brasil não fará nenhuma concessão, como as que envolvem o Pix.
Há ainda a expectativa de que, se o tarifaço for combinado, os Estados Unidos antecipem os itens que serão alvo das sobretaxas antes do comunicado oficial.
A investigação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável pela política comercial do país, foi aberta em julho de 2025 por determinação de Trump, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento já utilizado em disputas comerciais contra a China.
Entre os principais pontos apontados pelos americanos está o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, o Pix.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/tbixRQFRBwDjl4bag2kJgnBLmhw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/p/P/fP1BvtRBqMHqxpBeeKrw/presidente-donald-trump.jpg" medium="image"/>   <media:description>A medida pode levar a uma taxa de 25% e afetar 4,1 mil produtos exportados pelo Brasil aos EUA</media:description>   <media:credit>GettyImages</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 13:04:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mercado de Ativos Judiciais Atrai Investidores Institucionais, mas Exige Rigor Jurídico para Evitar Fraudes</title>  <atom:subtitle>Profissionalização do setor impõe due diligence criteriosa na análise de créditos e cadeia de cessões; confiabilidade dos operadores torna-se fator decisivo para a segurança das operações</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/mercado-de-ativos-judiciais-atrai-investidores-institucionais-mas-exige-rigor-juridico-para-evitar-fraudes-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/mercado-de-ativos-judiciais-atrai-investidores-institucionais-mas-exige-rigor-juridico-para-evitar-fraudes-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/i_fVgeU7CnLh0NZ5vqwClKFccMc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/q/v/ZMUyUdTduL5UAbOhmMBg/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715093139.png-20260715093145" /><br /> ]]>    A entrada de fundos de investimento, family offices e investidores institucionais no mercado de ativos judiciais e precatórios elevou o patamar de exigência jurídica do setor. Com volumes crescentes sendo negociados, a análise rigorosa dos créditos deixou de ser diferencial e passou a ser condição de entrada. Mas junto com a profissionalização veio um alerta: o ambiente ainda atrai operadores despreparados e, em alguns casos, fraudulentos.
O mercado de cessão de precatórios e créditos judiciais movimenta cifras expressivas no Brasil, especialmente em estados como Mato Grosso, onde o agronegócio e o setor público geram um volume relevante de litígios e condenações. Para os investidores que acessam esse mercado, a segurança da operação começa muito antes da análise financeira do crédito. Ela está na qualidade jurídica de quem estrutura e executa a transação.
Uma due diligence bem conduzida envolve a verificação sistemática de certidões em todos os níveis, federal, estadual e municipal, para mapear eventuais penhoras, compensações ou restrições incidentes sobre o precatório. A análise da cadeia de cessões é igualmente crítica: é preciso rastrear cada transferência de titularidade do crédito desde a origem, para garantir que não haja vícios, sobreposições ou cessões irregulares ao longo do histórico do ativo.
"A due diligence não é burocracia. É o instrumento que distingue uma operação segura de uma exposição a risco desnecessário. Qualquer atalho nessa etapa pode comprometer todo o investimento", afirma Marco Antonio Galera Mari, Sócio-Diretor da Galera Mari Advogados, escritório com 40 anos de história.
Um dos pontos de maior vulnerabilidade no mercado está na própria execução das cessões. A prática correta exige que a transferência do crédito seja formalizada por escritura pública lavrada em cartório antes de qualquer desembolso ao cedente. É essa sequência, primeiro a escritura e depois o pagamento, que garante ao investidor a titularidade legal do crédito antes de assumir o risco financeiro da operação. Quando essa ordem é invertida ou negligenciada, abre-se espaço para fraudes e disputas judiciais que podem inviabilizar o retorno do investimento.
"Temos visto um aumento de ocorrências envolvendo operadores que não observam os requisitos formais básicos. O cedente recebe antes da cessão estar formalizada e o investidor fica exposto. Esse é um risco evitável, desde que o operador jurídico tenha protocolos claros e os cumpra sem exceção", explica Gerson da Silva Oliveira, Sócio-Diretor da Galera Mari Advogados.
A confiabilidade do ecossistema que envolve a operação, incluindo escritórios de advocacia, securitizadoras, cartórios e plataformas de originação, tornou-se um critério de avaliação tão relevante quanto os fundamentos do crédito em si. Investidores institucionais mais sofisticados já incorporaram a reputação e o histórico dos operadores jurídicos como parte do processo de seleção de ativos.
Para o mercado continuar crescendo com solidez, o setor precisa de mais transparência nos processos e de operadores que consigam demonstrar, de forma objetiva, como conduzem cada etapa da transação. A profissionalização da análise jurídica não é apenas uma exigência dos investidores. É o que sustenta a credibilidade do mercado como um todo.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/i_fVgeU7CnLh0NZ5vqwClKFccMc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/q/v/ZMUyUdTduL5UAbOhmMBg/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715093139.png-20260715093145" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:32:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cortes de geração custaram R$ 6,5 bi ao setor, mas o prejuízo não é igual para todos</title>  <atom:subtitle>Para especialista em gestão de ativos de geração, curtailment deixou de ser apenas risco operacional e passou a ser variável financeira: qualidade da gestão define quem perde menos</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/cortes-de-geracao-custaram-r-65-bi-ao-setor-mas-o-prejuizo-nao-e-igual-para-todos-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/cortes-de-geracao-custaram-r-65-bi-ao-setor-mas-o-prejuizo-nao-e-igual-para-todos-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/TxaAc6QzUz9Jc4apPrt3apGyvPA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/y/A/RWA0xgTtaAtxDBcB22JA/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715093007.png-20260715093013" /><br /> ]]>    Os cortes compulsórios de geração, o curtailment, já custaram cerca de R$ 6,5 bilhões aos geradores eólicos e solares em 2025 e seguem sem solução à vista. O que o setor ainda discute pouco é que o prejuízo não é igual para todos: a exposição depende da localização do ativo na rede e, diante do mesmo corte, o resultado varia conforme a gestão . A classificação de cada restrição precisa ser acompanhada e verificada em seus efeitos na contabilização , perdas precisam ser medidas e documentadas, e a compensação criada em lei depende de dossiê bem construído. É nessa camada, silenciosa, técnica e diária, que uma gestão próxima e sob medida se converte em diferença financeira.
Gustavo Sozzi, CEO da Lux Energia, consultoria voltada a empresas donas de usinas de geração, defende que o setor ainda trata o problema de forma padronizada quando a solução exige o oposto.
"Cada ativo tem contratos, exposições e riscos diferentes. Um modelo genérico pode até cobrir as obrigações mínimas, mas dificilmente protege a receita de quem está no meio de um ciclo de cortes", afirma. Na avaliação do executivo, o acompanhamento individualizado de cada cliente, com a equipe atuando como extensão do time do gerador para proteger receita, antecipar riscos e capturar valor, é o que diferencia resultados diante de cortes idênticos.
Para Sozzi, a diferença entre geradores que conseguem preservar resultado e os que acumulam perdas está concentrada em três frentes. A primeira é o domínio integral da cadeia regulatória. "A primeira competência é dominar a cadeia regulatória inteira, da classificação de cada corte pelo operador ao cálculo final na câmara de comercialização. São pouquíssimos os profissionais que conhecem esse circuito de ponta a ponta, e é nele que a perda se define", diz.
A segunda frente é a previsão de preços e a gestão do risco de exposição ao mercado de curto prazo. O gerador com energia cortada e contratos de venda a honrar pode ser forçado a comprar energia no mercado spot para cobrir a diferença. "Quem não antecipa cenários de preço paga o corte duas vezes", resume o executivo. A terceira envolve a estruturação de modelos de negócio desenhados para conviver com a intermitência dos cortes. "A terceira é desenhar modelos de negócio pensados para conviver com o curtailment, soluções que não estão nos manuais, porque o problema também não estava".
No plano regulatório, a Lei 15.269/2025 criou mecanismo de compensação para parte dos cortes de eólicas e solares, condicionado à assinatura de termo de compromisso com renúncia a ações judiciais.
A regulamentação está em curso na ANEEL . Na avaliação de Sozzi, o ponto central é que o acesso à compensação depende de medição, documentação e do acompanhamento correto da classificação de cada corte , ou seja, de gestão. O risco, acrescenta, não está circunscrito às renováveis conectadas à rede básica: os desligamentos emergenciais já alcançam usinas ligadas às redes das distribuidoras, o que amplia o universo de geradores expostos.
Sozzi compara o curtailment ao risco hidrológico que as hidrelétricas aprenderam a incorporar à estratégia ao longo de décadas: um risco que não se resolve por decreto, mas que o mercado gradualmente passa a gerir. "Gerar bem já não basta. É preciso gerir bem", conclui o CEO da Lux Energia.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/TxaAc6QzUz9Jc4apPrt3apGyvPA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/y/A/RWA0xgTtaAtxDBcB22JA/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715093007.png-20260715093013" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:30:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Após quadruplicar faturamento de cliente em seis meses, startup de IA para saúde estrutura nova fase de crescimento com planejamento estratégico</title>  <atom:subtitle>Vertik.AI adota metodologia OKR para acelerar expansão comercial e consolidar atuação junto a laboratórios e clínicas em todo o Brasil</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/apos-quadruplicar-faturamento-de-cliente-em-seis-meses-startup-de-ia-para-saude-estrutura-nova-fase-de-crescimento-com-planejamento-estrategico-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/apos-quadruplicar-faturamento-de-cliente-em-seis-meses-startup-de-ia-para-saude-estrutura-nova-fase-de-crescimento-com-planejamento-estrategico-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/UktoBC2Vb21C1DR9S5TYuKoWtRU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/A/z/qA7Z9aSWG6gt2UhBXhpw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715092755.png-20260715092801" /><br /> ]]>    A Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor da saúde, mas poucas startups conseguem converter inovação tecnológica em crescimento sustentável. A Vertik.AI, startup brasileira especializada em soluções de IA para laboratórios, vem construindo esse caminho ao combinar automação comercial com planejamento estratégico para sustentar sua expansão.
Entre os resultados recentes da empresa está o case do Laboratório Adolfo Lutz, em Pernambuco, que quadruplicou o faturamento em apenas seis meses após a implementação da plataforma desenvolvida pela Vertik. O desempenho impulsionou uma nova etapa da companhia, que agora investe na estruturação de sua gestão para escalar a operação nacionalmente.
Para apoiar esse processo, a startup contou com a consultoria da Fábrica de Criatividade, especializada em inovação e estratégia, que conduziu a construção do planejamento estratégico da empresa utilizando a metodologia OKR (Objectives and Key Results).
"O maior ganho foi transformar ideias que estavam dispersas em objetivos claros e mensuráveis. Hoje temos muito mais alinhamento entre os sócios e uma visão compartilhada sobre as prioridades e o futuro da empresa", afirma um dos fundadores da Vertik.
O trabalho definiu três objetivos estratégicos para o trimestre: estruturar a gestão da empresa para maximizar produtividade por meio de Inteligência Artificial, consolidar a Vertik como parceira estratégica de crescimento para laboratórios e clínicas e tornar o processo comercial mais previsível e orientado por indicadores.
Segundo Luan Townsend, consultor em inovação e estratégia da Fábrica de Criatividade, essa última frente representa uma das maiores dores enfrentadas pelas startups brasileiras.
"Nos últimos anos, captar investimento passou a depender muito mais da capacidade de demonstrar eficiência operacional e previsibilidade de receita. Empresas que conseguem medir seu funil comercial, acompanhar indicadores e priorizar ações estratégicas têm muito mais condições de crescer de forma consistente e atrair novos investimentos", explica.
Além da definição dos OKRs, a consultoria apoiou a empresa na criação de rituais de acompanhamento, priorização de projetos e construção de planos de ação para cada objetivo estabelecido. O processo recebeu avaliação máxima dos sócios da Vertik, que destacaram o ganho de clareza na tomada de decisões.
"Quando os objetivos ficam claros, muitas atividades deixam de parecer prioritárias. Isso reduz desperdícios de tempo e direciona os esforços para aquilo que realmente gera crescimento", comenta um dos fundadores.
Com uma estratégia estruturada e foco na expansão comercial, a Vertik pretende replicar em novos clientes os resultados obtidos em projetos já implementados, ampliando sua atuação no mercado brasileiro de saúde.
Para a Fábrica de Criatividade, o case reforça uma mudança observada no ecossistema de inovação: startups de IA não precisam apenas desenvolver boas tecnologias, mas criar modelos de gestão capazes de acompanhar a velocidade do mercado.
"A Inteligência Artificial acelera processos, mas crescimento sustentável depende de estratégia, execução e disciplina na gestão. Empresas que conseguem combinar esses fatores aumentam significativamente suas chances de escalar", conclui Townsend.
Sobre a Vertik.AI
A Vertik.AI é uma startup brasileira especializada em Inteligência Artificial aplicada ao setor de saúde. A empresa desenvolve soluções que automatizam processos comerciais e de relacionamento para laboratórios de diagnóstico e clínicas, utilizando IA para aumentar produtividade, eficiência operacional e crescimento de receita.
Sobre a Fábrica de Criatividade
A Fábrica de Criatividade é uma consultoria especializada em inovação e estratégia que apoia empresas na construção de modelos de crescimento por meio de metodologias como Design Thinking e OKRs, transformando ideias em planos de execução orientados por resultados.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/UktoBC2Vb21C1DR9S5TYuKoWtRU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/A/z/qA7Z9aSWG6gt2UhBXhpw/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715092755.png-20260715092801" medium="image"/>   <media:description>Guilherme Brandão e Eduardo Heimer - Founders da Vertik AI</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:28:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Agências ampliam seus modelos de negócio com software e receita recorrente</title>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/agencias-ampliam-seus-modelos-de-negocio-com-software-e-receita-recorrente-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pressworks/noticia/2026/07/agencias-ampliam-seus-modelos-de-negocio-com-software-e-receita-recorrente-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/Z1O8EfD_1k1mxUo4RSGFNjItJwY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/Q/I/cMmjRbRDK10QoCOIEtUQ/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715092551.png-20260715092556" /><br /> ]]>    Durante muitos anos, o crescimento das agências de marketing esteve diretamente ligado à ampliação da carteira de clientes e da equipe responsável pelas entregas.
Para atender mais empresas, era necessário contratar profissionais, aumentar a capacidade operacional e administrar um volume cada vez maior de projetos. Embora esse modelo continue relevante, ele impõe um desafio conhecido pelo setor: o faturamento cresce, mas os custos e a complexidade da operação também aumentam.
Agora, um novo movimento começa a ganhar espaço. Agências de marketing, automação e performance estão incorporando plataformas de software ao próprio portfólio, combinando a prestação de serviços com soluções tecnológicas comercializadas sob suas marcas.
A mudança não significa abandonar os serviços. Significa transformar conhecimento, relacionamento e capacidade de execução em um modelo de negócio mais recorrente, escalável e difícil de ser substituído.
O modelo tradicional limita o crescimento das agências
Mesmo quando os serviços são vendidos por mensalidade, sua expansão costuma continuar vinculada à capacidade operacional da equipe.
Esse formato cria um desafio para a escalabilidade. O faturamento cresce, mas as despesas acompanham esse crescimento, reduzindo a margem de lucro.
Além disso, muitos contratos são pontuais. Quando um projeto termina, a agência precisa conquistar novos clientes para manter o faturamento. É justamente esse contexto que tem levado muitas empresas a buscar modelos baseados em tecnologia.
O mercado de software impulsiona essa transformação
Segundo a Fortune Business Insights, o mercado global de Software as a Service (SaaS) movimentou cerca de US$ 315 bilhões em 2025 e deve ultrapassar US$ 1,48 trilhão até 2034, mantendo uma taxa média de crescimento anual de aproximadamente 18,7%.
Esse crescimento é impulsionado principalmente pela digitalização das empresas, pelo avanço da computação em nuvem e pela adoção de inteligência artificial em processos comerciais e operacionais.
Ao observar esse cenário, muitas agências perceberam que poderiam deixar de vender apenas serviços e passar a comercializar também tecnologia.
White Label permite lançar um software sem desenvolver do zero
O modelo White Label tornou essa transformação muito mais acessível.
Em vez de investir anos no desenvolvimento de uma plataforma própria, a agência utiliza um software pronto, personaliza a identidade visual com sua marca e oferece a solução como se fosse desenvolvida internamente.
Na prática, isso significa que empresas de marketing, automação, atendimento e consultoria conseguem vender um CRM, uma plataforma de atendimento ou um sistema de automação sem precisar manter uma equipe de desenvolvedores, especialistas em infraestrutura ou suporte técnico.
Receita recorrente traz previsibilidade financeira
Um dos principais efeitos desse modelo é a criação de uma nova fonte de receita.
Além dos serviços de marketing, a agência pode cobrar uma mensalidade pelo uso da plataforma. Também pode oferecer implantação, treinamento, integrações, personalizações, consultorias e suporte especializado.
A composição do contrato pode incluir:
mensalidade do software;
gestão de campanhas;
implantação da operação;
configuração de automações;
treinamento das equipes;
integrações com outras ferramentas;
acompanhamento estratégico.
Com isso, a agência aumenta o valor entregue e reduz a dependência de projetos isolados.
A recorrência também melhora a previsibilidade financeira. Em vez de começar cada mês dependendo exclusivamente da conquista de novos contratos, a empresa constrói uma base de assinantes que gera receita contínua.
Quanto mais utilizada a plataforma estiver na rotina do cliente, maior tende a ser também o custo de substituição da agência, porque a relação passa a envolver tecnologia, processos, dados e conhecimento acumulado sobre a operação.
O ticket médio aumenta com a venda de tecnologia
Outro impacto direto está no ticket médio.
Uma agência que anteriormente vendia apenas gestão de tráfego ou automação pode agregar uma plataforma própria ao contrato, oferecendo muito mais valor ao cliente.
Em vez de comercializar apenas horas de trabalho, ela passa a entregar uma solução completa que reúne tecnologia, consultoria, implantação, suporte e acompanhamento estratégico.
Essa combinação permite aumentar o faturamento por cliente sem depender exclusivamente da ampliação da equipe.
Além disso, o software abre espaço para novos serviços, como treinamentos, integrações, personalizações e consultorias especializadas.
Inteligência artificial amplia o diferencial competitivo
A evolução da inteligência artificial tornou esse modelo ainda mais atrativo.
Segundo o Gartner, empresas estão acelerando investimentos em plataformas capazes de utilizar IA para automatizar atendimentos, qualificar leads, gerar insights e aumentar a produtividade das equipes comerciais.
Hoje, clientes já esperam que um CRM seja capaz de responder mensagens automaticamente, distribuir atendimentos, identificar oportunidades e automatizar processos repetitivos.
Ao oferecer uma plataforma que reúne esses recursos, a agência entrega muito mais do que um serviço: oferece uma solução tecnológica capaz de gerar ganhos concretos de eficiência.
HelenaCRM ajuda agências a criarem seu próprio software
A HelenaCRM foi desenvolvida justamente para atender esse novo perfil de empresa. Por meio do modelo White Label, a plataforma permite que agências, consultorias e empresas de tecnologia ofereçam um CRM completo utilizando sua própria marca, sem precisar desenvolver um sistema do zero.
A solução reúne atendimento omnichannel para WhatsApp, Instagram e Messenger, CRM de vendas, automações, campanhas segmentadas, integrações via API, conectores com Make e N8N e agentes de inteligência artificial capazes de qualificar leads, automatizar conversas e acelerar processos comerciais.
Com infraestrutura escalável, alta estabilidade e foco em receita recorrente, a HelenaCRM permite que agências ampliem seu ticket médio, aumentem a retenção de clientes e transformem a prestação de serviços em um modelo de negócio baseado em tecnologia, previsibilidade e crescimento sustentável.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/Z1O8EfD_1k1mxUo4RSGFNjItJwY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/Q/I/cMmjRbRDK10QoCOIEtUQ/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20260715092551.png-20260715092556" medium="image"/>   <media:description>Divulgação</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:26:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Startup recria tecidos e órgãos em laboratório para aposentar os testes em animais</title>  <atom:subtitle>Biotech gaúcha Núcleo Vitro já avaliou 2,6 mil produtos e desenvolve plataforma capaz de simular a interação entre diferentes órgãos humanos</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/startups/noticia/2026/07/startup-recria-tecidos-e-orgaos-em-laboratorio-para-aposentar-os-testes-em-animais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/startups/noticia/2026/07/startup-recria-tecidos-e-orgaos-em-laboratorio-para-aposentar-os-testes-em-animais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/JxfEmlJRfmu8bca_vj3zlW1j8Jk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/3/b/TnAKG9SECopPP1mMeuSQ/bibianamatte.jpg" /><br /> ]]>    Enquanto a indústria discutia alternativas para o uso de animais em testes de cosméticos e fármacos, a biotech Núcleo Vitro, fundada pela empreendedora Bibiana Matte, desenvolveu uma tecnologia que reconstrói órgãos humanos em laboratório para testar a segurança e a eficácia dos produtos em solo nacional. A tecnologia da startup já foi usada para testar 2,6 mil itens e deve impulsionar o faturamento da empresa para R$ 5 milhões até 2028.
“Para além da questão ética, os organismos de animais não são iguais aos dos humanos. Já os testes com pessoas têm alto custo. Nós usamos células isoladas de cada tecido como matéria-prima: pele, coração, pulmão, que passam por um processo de reconstrução no laboratório para receber os produtos”, comenta Matte. O insumo é comprado de bancos de células, que costumam vir de cirurgias. 
A startup opera em um laboratório próprio, em Porto Alegre (RS), onde recebe as amostras das empresas clientes para conduzir os estudos necessários. De acordo com a fundadora, o maior volume de testes é para pele, para avaliar cosméticos, mas também há alta procura por folículos capilares e epitélio intestinal para atestar a eficácia de suplementos. Há cerca de um ano, a Núcleo Vitro passou a disponibilizar modelos de pets para o mercado veterinário. 
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“Hoje temos dois grandes tipos de clientes: os que fazem os produtos finais, vendidos em farmácias e supermercados, e os responsáveis pelas matérias-primas usadas nesses produtos finais”, afirma. 350 empresas foram atendidas desde a fundação da biotech, em 2019, e 60% do faturamento vem da base. Por confidencialidade, a startup não divulga os clientes. 
Ao todo, 2,6 mil produtos já foram avaliados pela Núcleo Vitro. “O grande marco foi quando alcançamos mil amostras, foi impactante. Desde o início, já testamos antivirais, suplementos, produtos em aerosol e bastão. Vamos adaptando nossos modelos e formas de avaliar os produtos”, declara. Segundo a fundadora, a maior parte dos estudos é realizada em 30 dias. 
Para o futuro, a startup trabalha na construção do modelo conhecido como órgão on a chip, uma plataforma que conecta vários órgãos mimetizados em laboratório para ir além da absorção de fármacos e suplementos, permitindo uma avaliação sistêmica dos produtos.
“Estamos levando a complexidade do corpo humano para dentro do laboratório. O sonho dourado é reproduzir o corpo completo, hoje estamos com dois órgãos, mas queremos trazer maior complexidade”, afirma. Fora do Brasil, laboratórios já trabalham com dois a quatro órgãos simultaneamente – o desejo da empreendedora é ter nove, mas a meta até 2028 é chegar a quatro.
A relação de Bibiana Matte com o cultivo de células começou durante um intercâmbio nos Estados Unidos pelo programa Ciência sem Fronteiras, quando cursava Odontologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ao acompanhar pesquisas em universidades de Michigan e da Califórnia, percebeu que muitos avanços científicos não chegavam ao mercado. 
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"Me inquietava que a pesquisa não virava solução de mercado. Naquela época, começava-se a falar sobre metodologias alternativas ao uso de animais para testes de cosméticos", relembra. 
A aposta deu resultado. Durante a pandemia, a biotech passou a desenvolver testes para produtos antivirais e, entre 2021 e 2022, começou a ser procurada por empresas interessadas em cocriar novos produtos. Em 2024 e 2025, a Núcleo Vitro cresceu 60% ao ano e pretende repetir o ritmo em 2026. 
“Tivemos uma combinação de estratégias, como presença maior em eventos, redes sociais mais ativas e uma pessoa do comercial dedicada ao relacionamento com as empresas”, aponta. A equipe é formada por sete pessoas, sendo quatro pesquisadoras da área técnicas – seis são mulheres. 
Os tecidos e órgãos são reproduzidos em laboratório, a partir de células doadas
Divulgação
Ao longo dos sete anos de empresa, a biotech cresceu com capital próprio e investimento de editais de subvenção, para os quais submete projetos mais disruptivos, como da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS), e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). 
A Núcleo Vitro também venceu a categoria de startup mais disruptiva na competição de pitches do South Summit Brazil 2026, realizado em março em Porto Alegre (RS). A empreendedora conta que o prêmio trouxe visibilidade e abriu portas com grandes empresas – agora o trabalho é convertê-las em clientes.
O planejamento do próximo ciclo também prevê um faturamento de R$ 5 milhões – a startup não abre a receita atual – e a aceleração da internacionalização, com foco nos Estados Unidos e países da Europa e da América Latina. Atualmente, a Núcleo Vitro trabalha com empresas de 11 países, com análises no laboratório gaúcho. “Já temos sinergia de interesse, o grande desafio agora é conquistar a confiança sendo brasileira”, finaliza. 
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Um dos maiores desafios trazidos pelo uso da IA está relacionado a problemas no cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), Lei n° 13.709. Antonielle Freitas, DPO (Data Protection Officer) do escritório Viseu Advogados e membro da Comissão Especial de Privacidade e Proteção de Dados da OAB/SP, diz que a situação mais crítica ocorre quando as empresas acabam adotando a IA antes de terem clareza sobre a finalidade dos dados utilizados e o grau de autonomia conferido à ferramenta. Outro problema comum em negócios desse segmento, na avaliação de Freitas, é a falta de transparência na atribuição das responsabilidades por decisões decorrentes do uso da IA e os limites de uso da tecnologia.  
Freitas observa que, em empresas de médio porte, essas questões aparecem em situações do dia a dia, como triagem de candidatos, avaliação de desempenho de funcionários e contratos com fornecedores.  “Nesses casos, privacidade, proteção de dados, segurança da informação, confidencialidade, propriedade intelectual, direitos do consumidor e riscos de discriminação deixam de ser temas separados e passam a compor uma mesma matriz de responsabilidade”, ressalta. “Quando esses pontos são ignorados, a IA deixa de ser apenas uma ferramenta de ganho de eficiência e passa a criar exposição jurídica, reputacional e operacional”, afirma Freitas. 
Compreender a adoção da IA além de uma ferramenta de produtividade é fundamental para as empresas na avaliação de Daniel Biagini Brazão, advogado tributarista do escritório Bergamini Advogados. O advogado observa que a IA é capaz de interferir em atividades rotineiras como atendimento a clientes, revisão de contratos, processos seletivos, análise de crédito, classificação de riscos e tratamento de dados pessoais. Do ponto de vista jurídico, a recomendação é verificar de que forma os dados estão sendo utilizados e os níveis de revisão humana.  
“Se uma empresa usa IA para negar crédito a um cliente, filtrar candidatos em um processo seletivo ou responder automaticamente a reclamações de consumidores, por exemplo, ela precisa conseguir explicar a lógica daquela decisão. Caso contrário, pode enfrentar questionamentos com base na LGPD, no Código de Defesa do Consumidor, na legislação trabalhista ou mesmo em responsabilidade civil por decisões discriminatórias, equivocadas ou sem fundamento adequado”, alerta Brazão. 
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Sanções podem paralisar a operação 
No dia a dia da operação, os desafios aumentam quando o uso de ferramentas de IA não passa por processos de validação formalizados e não há revisão humana nem avaliações jurídicas. A ausência de controle dos dados inseridos nessas plataformas pode gerar incidentes de segurança, vazamentos de informações confidenciais, questionamentos de clientes, colaboradores e reguladores. O resultado é o abalo na reputação da empresa e a perda de confiança em processos que deveriam fomentar inovação e aprimorar o operacional do negócio. 
Para Luis Fernando Prado, sócio do Prado Vidigal Advogados, especialista em governança de IA e líder do Comitê de IA Responsável da Associação Brasileira de IA (Abria), o custo aparece exatamente quando a empresa não tem estrutura para absorvê-lo. “Pode ser uma notificação da Agência Nacional de Proteção de Dados, que está cada vez mais vigilante e ativa, uma ação de um titular de dados pessoais, um cliente corporativo que faz auditoria de fornecedor e descobre o problema. Para uma empresa de médio porte, qualquer um desses eventos consome uma fatia de gestão e de caixa muito maior do que consumiria numa companhia grande”, diz Prado. 
O especialista em governança e IA observa que o risco jurídico não é proporcional ao tamanho da empresa, mas à capacidade que o negócio terá em absorver esse impacto. O médio porte adota a tecnologia na mesma velocidade da grande, só que, na maioria das vezes, sem um investimento sólido em controles e governança, ressalta Prado.  
Na prática, isso significa que a empresa de médio porte adota a tecnologia como uma companhia grande, mas não conta com os mesmos recursos quando precisa se defender diante de uma questão jurídica. Na avaliação de Jonathan S. Mazon, sócio da área de Mercado de Capitais e Instituições Financeiras do Ayres Westin Advogados, o impacto dos riscos do uso de IA pode ir muito além de perdas financeiras.  
Mazon diz que ignorar esses riscos pode resultar em perda de reputação e quebra de confiança com clientes, além de contingências contratuais graves. “Em casos extremos de violação de dados, a empresa pode sofrer sanções administrativas que paralisam suas operações baseadas em dados, gerando apagão operacional e perda de vantagem competitiva”, avalia o advogado. 
Políticas internas e curadoria humana 
A ausência de equipes dedicadas à governança digital é um dos pontos mais críticos para os negócios de médio porte que incorporam a IA no dia a dia da operação. Outra característica que aumenta o risco das médias empresas é o menor poder de negociação com os fornecedores de ferramentas de IA. 
“Essas empresas adotam softwares de prateleira aceitando contratos padrão (Termos de Uso) que transferem toda a responsabilidade jurídica do desenvolvedor da IA para a empresa usuária. O monitoramento de funcionários usando ferramentas de IA sem autorização da empresa [o chamado Shadow AI] também é mais difícil sem ferramentas caras de auditoria”, alerta Mazon. 
O especialista em direito e processo civil e em proteção de dados, Willian de Souza Campos da Silva, advogado no Peluso, Guaritá, Borges e Rezende Advogados (PGBR), observa que empresas de médio porte geralmente têm estruturas mais enxutas de compliance, tecnologia e segurança da informação, mas já lidam com grandes volumes de dados e informações sigilosas.  
“Dado esse fato, é comum que o uso da IA aconteça sem uma política interna adequada, uma curadoria minuciosa dos resultados obtidos, e mecanismos suficientes de acompanhamento da utilização”, ressalta Silva. 
Na visão dos especialistas em proteção de dados, a principal preocupação das empresas com relação ao uso da IA é estruturar e manter uma curadoria dos resultados gerados pelas ferramentas. O advogado diz que, embora a tecnologia traga ganhos na produtividade e em eficiência com o tratamento de grandes volumes de dados, ela não substitui jamais a análise crítica e o conhecimento técnico dos profissionais de cada área. “Por isso, é recomendável que todo conteúdo e informação produzidos com apoio de IA passem por revisão e validação humana, principalmente quando envolver decisões relevantes ou informações sensíveis para a empresa”, diz Silva.  
Como mitigar impactos 
Para prevenir riscos na adoção da IA, a média empresa não precisa ter estrutura de big techs, muito menos proibir ou frear a inovação que traz impactos positivos ao negócio, diz Luis Fernando Prado. A chave para mitigar danos é reforçar as estruturas de governança. Para médias empresas, o advogado orienta a implementação de uma política de adoção de fácil entendimento e rotinas de treinamento.  
“É recomendável ter um processo de gestão e verificação dos fornecedores de forma que se mapeie a porta de entrada de IA na organização, garantindo que riscos sejam conhecidos e endereçados na fase da contratação das soluções. Mitigar risco em IA é, antes de tudo, garantir previsibilidade e estabilidade para o negócio continuar inovando com segurança”, avalia Prado. 
Para Willian de Souza Campos da Silva, é preciso ir além de políticas internas de segurança de uso de IA, com regras claras sobre quais ferramentas podem ser utilizadas e quais informações podem ser inseridas. “É indispensável investir em capacitação dos colaboradores para realizar a devida curadoria dos dados compartilhados e das informações geradas através de recursos de IA”, ressalta. 
Antonielle Freitas diz que a mitigação dos riscos começa quando a IA é vista como tema de segurança corporativa, deixando de ser apenas uma decisão de tecnologia. Para o membro da Comissão Especial de Privacidade e Proteção de Dados da OAB/SP, o primeiro passo é identificar como e em que atividades a IA está sendo utilizada e quais as finalidades. 
“A partir disso, a empresa deve adotar uma lógica proporcional. Usos simples podem seguir regras objetivas e orientações internas que envolvam, por exemplo, dados pessoais de clientes e colaboradores, validação de fornecedores, revisão contratual, medidas de segurança. O objetivo não é criar um processo burocrático, mas estabelecer pontos mínimos de controle para que a inovação avance com segurança, sem depender de improviso, confiança cega no fornecedor ou uso informal pelas equipes”, diz Freitas. 
Para Daniel Brazão, as empresas médias não devem tratar a IA nem como ameaça a ser proibida, nem como solução mágica a ser adotada sem controle. É preciso buscar um equilíbrio para aproveitar os ganhos de eficiência que a tecnologia proporciona sem desprezar a curadoria humana.  
“O caminho adequado está no meio: aproveitar os ganhos de eficiência, mas preservar supervisão humana, transparência, rastreabilidade, proteção de dados, sigilo e responsabilidade. A tecnologia pode apoiar a decisão empresarial, mas não deve substituir o juízo humano nem apagar o dever jurídico de justificar escolhas”, afirma Brazão. 
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Os primeiros passos para o que se tornaria a holding foram dados em 2017. Na época, Caumo, que morava em São Paulo (SP), observou o crescimento da Oakberry no estado e viu uma oportunidade de levar a marca para o Rio de Janeiro. “Acabei conhecendo os fundadores e me tornei máster-franqueado da marca no Rio”, diz Caumo. 
Ex-colegas de faculdade, Caumo e Bicudo transformaram a amizade em parceria de negócio em 2019, quando Bicudo entrou como sócio da máster-franquia. Formados em administração, eles lideraram a expansão pelo estado com unidades franqueadas e lojas próprias. Segundo os sócios, no auge, em 2020, chegaram 82 unidades ativas da Oakberry no estado.  
De acordo com Caumo, foi justamente no ápice da expansão que surgiu a ideia de criar uma holding para crescer com outros negócios. "A gente estava sentindo falta de institucionalizar todo o nosso conhecimento, nosso relacionamento com os stakeholders, com fornecedores, com shopping centers e com os franqueados", afirma Caumo.  
Eles criaram o Grupo Nandina em 2020, com o objetivo de gerir uma empresa “guarda-chuva” de outros projetos. A holding atua como uma plataforma voltada à aceleração de marcas no setor de alimentação, em um modelo que visa ir além do investimento financeiro. “Participamos da construção, estruturamos processos e acompanhamos de perto o crescimento das marcas”, afirma Caumo. 
Atualmente, o grupo tem participação societária nas marcas que comanda e também lojas próprias. São 11 da Oakberry no México e 7 Rio de Janeiro – mercado sobre o qual vendeu o controle de máster-franquia para a franqueadora, em 2025 –, duas da La Panata (de empanadas) e uma do fast food Kebab Shop. A expectativa é aumentar o volume de operações próprias nos próximos anos. 
Para decidir em quais empresas investir, os sócios afirmam buscar apenas negócios que já tenham sido validados no mercado. "Quando o negócio já está girando, com tração comprovada, a gente parte para a alavancagem e acelera", diz Caumo. Até agora, o grupo já investiu cerca de R$ 7 milhões, entre aportes próprios, linhas de crédito bancário e empréstimos familiares. 
"Quando tem mais risco envolvido, a gente prefere 'errar pouco', com capital próprio. Mas, quando a gente realmente está com algum negócio que tenha mais tração, arriscamos um pouco mais para ir ao mercado para pedir empréstimo", comenta Caumo sobre as decisões financeiras.
O primeiro projeto internacional do grupo começou em 2021, com o início da expansão da Oakberry por franquias no México. “Fizemos um case de crescimento exponencial do Rio e, quando a marca começou o processo de internacionalização, olhamos para o mercado, para as conexões que tínhamos e entendemos que o México tinha potencial”, aponta Caumo. Em 2025, a rede alcançou 39 lojas em operação no país. Neste ano, projeta chegar a 55. 
Na gestão em dois países, os sócios dividem responsabilidades. Enquanto Bicudo concentra esforços no México, liderando a estruturação e a expansão da Oakberry por lá, Caumo comanda a operação brasileira, com foco em abrir novas unidades, ganhar eficiência operacional e fortalecer as marcas próprias do portfólio.
Para ir além do açaí, o grupo adquiriu, em 2021, parte da rede La Panata, de empanadas artesanais, que hoje cresce com lojas próprias, com cinco unidades em operação no Rio de Janeiro. Em 2023, o mix cresceu com a chegada do Atelier dos Sabores, boutique familiar de doces e tortas com quase 30 anos de mercado. Junto à sócia-fundadora, o grupo estruturou a entrada da marca no franchising. Com duas lojas em operação em 2025, a projeção é encerrar o ano com oito unidades da marca. 
Há cerca de dois anos, um quarto negócio entrou na holding, o Kebab Shop, rede de fast food árabe. A operação já chegou ao grupo formatada para franquias, com cinco lojas em operação. Em 2026, a rede projeta chegar a 12 lojas.  
O ritmo de crescimento previsto é reflexo de aprendizados que vieram dos primeiros anos de operação da holding. "Tivemos erros, inclusive de projetos em que entramos e saímos. Chegamos a abrir loja, expandir, e entendemos no meio do caminho que não fazia sentido", diz Bicudo. Hoje, os empreendedores afirmam que a seletividade se tornou uma diretriz de gestão que os leva a dizer "muito mais 'não' do que 'sim'" para novas oportunidades. A meta, segundo Caumo, é construir uma reputação oposta ao crescimento a qualquer custo. "A gente quer ser conhecido por um crescimento sólido e sustentável", afirma
Segundo os sócios, o objetivo do grupo é dar continuidade à expansão das redes que já integram a holding e acompanhar eventuais oportunidades de aquisição, tanto no mercado brasileiro quanto no mexicano. Após faturar R$ 25 milhões em 2025, a holding quer alcançar R$ 32 milhões neste ano.  
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Quer ter acesso a conteúdos exclusivos de PEGN? É só clicar aqui e assinar!  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/D_P_LznML2-b4MNlp6Ff_Xx65Oo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/r/t/cAgEEBRQuohlE5FNSZOQ/design-sem-nome-69-.png" medium="image"/>   <media:description>Luis Filipi Bouyer Bicudo e Diego Coutinho Caumo, fundadores do Grupo Nandina</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 09:00:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Restaurante e bar argentino em SP dobra faturamento durante a Copa e espera 600 torcedores na semifinal</title>  <atom:subtitle>Fundado em 2007 na Mooca, o Moocaires aposta no aumento do fluxo de clientes e deve encerrar o Mundial com cerca de 4 mil visitantes</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/restaurante-e-bar-argentino-em-sp-dobra-faturamento-durante-a-copa-e-espera-600-torcedores-na-semifinal.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2026/07/restaurante-e-bar-argentino-em-sp-dobra-faturamento-durante-a-copa-e-espera-600-torcedores-na-semifinal.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/xFxRnuuUnobrBak-6WER4yJmfz0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/v/n/i9w5FGTKaePbpRB611yA/torcida-no-moocaires-sp.jpg" /><br /> ]]>    A torcida pela Argentina em São Paulo tem gosto de empanada, choripán e cerveja gelada. No bairro da Mooca, na Zona Leste da capital paulista, o restaurante e bar Moocaires se consolidou como um dos principais pontos de encontro dos argentinos durante a Copa do Mundo e prevê receber mais de 600 pessoas para a semifinal desta quarta-feira (15/7), contra a Inglaterra. Além do movimento recorde, o torneio também impulsionou os negócios. O faturamento do estabelecimento dobrou durante os jogos da seleção argentina.
Desde o início da competição, mais de 2,4 mil torcedores passaram pelo espaço, que tem capacidade para 100 pessoas sentadas, mas recebe, em média, 400 clientes por partida devido à alta rotatividade. Até o encerramento da Copa, a expectativa do fundador e proprietário é alcançar um público de 4 mil pessoas.
Aberto em 2007 por Cristián Galarza, natural de Resistência, na Argentina, o restaurante nasceu com o nome El Café. A marca Moocaires surgiu depois que uma blogueira descreveu o espaço como uma "mistura de Buenos Aires com a Mooca" — definição que acabou se tornando a identidade do negócio.
O crescimento da operação vai além do salão. O grupo também controla a fábrica San Telmo, responsável pela produção de mais de 60 mil empanadas argentinas por mês e pelo abastecimento de cerca de 200 clientes recorrentes na capital paulista.
Os investimentos realizados durante a pandemia em equipamentos de supercongelamento e embaladoras ampliaram a capacidade produtiva e hoje garantem o abastecimento nos dias de maior demanda, como a semifinal da Copa.
De acordo com Galarza, a logística está preparada para atender ao aumento do público. "Como as empanadas nós trazemos da San Telmo, então isso é fácil de resolver. O choripán também trazemos de lá e a parte de bebida está toda no local e preparada para receber as pessoas", afirma.
Cristián Galarza fundou Moocaires em 2007
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Experiência fortalece marca
Além da operação, a Copa do Mundo também ampliou a visibilidade do negócio. Vídeos mostrando o restaurante lotado durante os jogos viralizaram nas redes sociais e alcançaram usuários em países como Portugal e Estados Unidos.
Apesar da repercussão, Galarza afirma que a prioridade continua sendo oferecer uma experiência segura e acolhedora para diferentes públicos. "Queremos ser lembrados porque conseguimos criar um ambiente favorável para se reunir entre amigos, família, crianças, idosos. Um ambiente onde haja alegria, festa, independentemente do resultado".
Decoração do Moocaires no clima da Copa do Mundo
Divulgação
O cardápio reúne mais de 20 sabores de empanadas, com preços a partir de R$ 15 por unidade. Os destaques, segundo Galarza, são carne suave, carne apimentada, queijo com cebola e frango. Para a semifinal, a casa também manterá no menu o tradicional choripán (R$ 40), cerveja e o clássico argentino fernet com cola (coquetel que mistura licor amargo de ervas de origem italiana com refrigerante de cola), que custa R$ 40.
O Moocaires abrirá por volta das 12h nesta quarta-feira, com concentração dos torcedores a partir das 13h para a partida que começa às 16h. Confiante na classificação, Galarza aposta em uma vitória argentina por 2 a 1.
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A apuração analisou políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, à propriedade intelectual e ao sistema de pagamentos Pix. A expectativa em torno da decisão mobiliza governo e setor produtivo, que acompanham as negociações na tentativa de evitar a adoção das medidas.
A avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de que a implementação do tarifaço continua sendo o cenário mais provável. Ainda assim, a orientação é manter as negociações até o último momento, sob o argumento de que as tarifas são "injustas e injustificáveis".
O Itamaraty apresentou formalmente sua posição às autoridades norte-americanas, afirmando que não há base legal para relacionar as práticas brasileiras a restrições ao comércio dos Estados Unidos e pedindo que o país evite a adoção de medidas unilaterais. Caso as tarifas sejam confirmadas, o Palácio do Planalto estuda uma resposta, embora detalhes sobre eventual reciprocidade ainda não tenham sido definidos.
Segundo projeções da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a medida pode atingir US$ 14,9 bilhões em exportações e afetar 4.187 produtos brasileiros. A entidade estima ainda que, somadas a outras tarifas já em vigor, a carga tributária incidente sobre alguns produtos pode chegar a 37,5%.
"O aumento das tarifas compromete uma relação comercial construída ao longo de décadas e prejudica empresas dos dois países. Estamos falando de cadeias produtivas altamente integradas", afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban. Entre os itens mais vulneráveis estão açúcar bruto, álcool etílico, molduras de madeira e hidróxido de alumínio.
Saiba mais
PMEs devem sentir os maiores impactos
Especialistas ouvidos por PEGN avaliam que pequenas e médias empresas tendem a ser as mais afetadas caso as tarifas sejam implementadas, principalmente pela menor capacidade financeira para absorver perdas e reorganizar operações.
"As PMEs normalmente possuem menor capacidade de absorver perdas temporárias, menos acesso a financiamento [crédito] e menor poder de negociação com distribuidores americanos", pontua Rafael Palazzi, professor da FIA Business School.
Na avaliação de Helder Santos, professor Núcleo de Estudos e Pesquisas Avançados em Tributação da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), os primeiros reflexos devem aparecer ainda nas negociações comerciais. "Importadores norte-americanos provavelmente tentarão renegociar preços, adiar embarques ou buscar fornecedores em outros países antes de assumir integralmente um custo adicional de 25%", frisa. 
Segundo ele, outro risco é o comprometimento do capital de giro das empresas, com mercadorias prontas permanecendo retidas em estoques ou portos.
Revisão de contratos e diversificação de mercados
Para Hugo Palo, sócio de direito tributário e contencioso estratégico do escritório Palo Advogados, a prioridade das empresas deve ser identificar quais produtos podem ser atingidos, uma vez que a lista de exceções ainda pode sofrer alterações. 
O advogado também recomenda atenção aos contratos de exportação. "Quem vende na condição DDP [Delivered Duty Paid, ou Entregue com Direitos Pagos, português], em que o exportador responde pelo desembaraço no destino, assume diretamente o custo da tarifa. Já quem vende FOB [Free on Board ou Livre a Bordo] ou CIF [Cost, Insurance and Freight ou Custo, Seguro e Frete] transfere esse ônus ao importador", explica.
Sobre a possibilidade de renegociar contratos já firmados, Palo ressalta: "A tarifa, em regra, não é aceita como excludente que autorize o simples descumprimento do contrato, porque ela encarece a operação, mas não a torna impossível".
Ele ainda orienta ainda que as empresas organizem a documentação necessária para acessar programas de apoio governamental. 
No médio e longo prazo, os especialistas apontam que a diversificação de mercados deve ganhar ainda mais importância como estratégia para reduzir a dependência das exportações destinadas aos Estados Unidos.
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Segundo ele, é “provável” que o Executivo retome o mecanismo, caso as medidas sejam efetivamente implementadas.
Durigan lembrou que o governo chegou a iniciar o processo para aplicar a Lei de Reciprocidade quando os americanos aplicaram as tarifas de 50%, no ano passado. Depois, com o recuo dos EUA, isso foi suspenso.
— A gente chegou a suspender a tramitação do processo de reciprocidade, seguindo a lei do Congresso Nacional, quando houve uma suspensão, quando houve uma espécie de volta atrás no tarifaço. Com isso, agora, acho que é provável que a gente, uma vez consultado com o presidente Lula, que a gente retome o processo de reciprocidade.
O ministro também mencionou ser preciso verificar se o tarifaço será confirmado.
— A gente vai chamar os setores para dialogar e avaliar quais as condições, quais as medidas que eventualmente podem ser propostas. Mas tudo com muita tranquilidade.
O tarifaço foi sugerido pelo Escritório do USTR, órgão responsável pela política comercial do país, e classifica uma série de atos, políticas e práticas brasileiras como "irracionais" ou capazes de restringir o comércio norte-americano. A investigação foi aberta em julho de 2025 por determinação do presidente dos EUA, Donald Trump, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento já utilizado em disputas comerciais contra a China.
Entre os principais pontos apontados pelos americanos está o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, o Pix. Segundo o relatório, o Banco Central do Brasil atuaria simultaneamente como regulador e operador do sistema, criando vantagens competitivas em relação a empresas privadas estrangeiras que oferecem serviços de pagamento digital.
Os EUA também questionam decisões de tribunais brasileiros envolvendo plataformas digitais. O documento afirma que autoridades judiciais emitiram ordens sigilosas para remoção de conteúdos políticos e suspensão de perfis em redes sociais, inclusive de residentes nos Estados Unidos.
Durigan disse ainda não descartar medidas de socorro para os setores atingidos.
— Eu não descarto porque a gente precisa proteger as nossas empresas, os nossos empresários. Mas isso vai ser feito com muita cautela, para que a gente avalie qual é, de fato, o impacto que se vier trará às empresas brasileiras. A ideia é mitigar, dentro de um ataque despropositado, o efeito da economia brasileira. Essa é a linha de base.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/oTgrZcjxqzENeOL0JScSF5hnWYU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/Q/d/36NIL0TTGHOdNZU3XAxA/dario-durigan.webp" medium="image"/>   <media:description>Dario Durigan, ministro da Fazenda</media:description>   <media:credit>Paulo Pinto/Agência Brasil</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 22:52:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Senado aprova MP do Frete após risco de medida perder validade e pressão de caminhoneiros</title>  <atom:subtitle>Alcolumbre chegou a falar de tentativa para fazer projeto caducar, mas houve acordo entre governo e oposição por texto</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/senado-aprova-mp-do-frete-apos-risco-de-medida-perder-validade-e-pressao-de-caminhoneiros.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2026/07/senado-aprova-mp-do-frete-apos-risco-de-medida-perder-validade-e-pressao-de-caminhoneiros.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/YxsvSVmuwZmI8W0k07DVPbEKyQA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2022/X/T/y5YlSSTvC818lBxQr9KQ/2022-08-03-captura-de-tela-2022-08-03-as-11.20.18.jpeg" /><br /> ]]>    O Senado aprovou nesta terça-feira a medida provisória (MP) que amplia os poderes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para fiscalizar e punir o não cumprimento da tabela do frete.
Havia o temor entre os caminhoneiros, principais beneficiados com a medida, de a MP perder validade. O prazo de votação se encerra na quinta-feira.
Apesar disso, o governo conseguiu avançar em um acordo com o relator do texto, o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), com os caminhoneiros e com parlamentares da oposição.
Antes de abrir a sessão do plenário, Alcolumbre confirmou que existia uma pressão para que a medida não fosse votada e perdesse a validade.
— Nos últimos 14 dias vários senadores se envolveram em relação a esse assunto. Muitos colegas senadores desejavam que nós não deliberassemos sobre essa matéria, esse era um desejo de uma parte significativa dos senadores, que não compreendiam que o texto tinha sido melhorado e deliberado para apreciação do plenário.
Divergências
O principal ponto de divergência diz respeito ao piso mínimo da categoria. O relator na Câmara, deputado Zé Trovão (PL-SC), estabeleceu o piso salarial nacional de R$ 5 mil mensais para caminhoneiros.
Uma reunião entre parlamentares da base do governo e da oposição feita na segunda-feira selou um entendimento para que essa regra fosse retirada.
Empresários do setor do agronegócio, que costumam contratar os serviços de transportadores, se mobilizaram contra essa parte.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) apresentou no plenário um requerimento para retirar esse trecho ao considerá-lo inconstitucional. Como foi feita uma supressão do texto, o entendimento é que não houve mudança de mérito e que a MP não precisaria voltar para uma nova votação na Câmara.
O item do texto que prevê o perdão a multas de caminhoneiros que participaram de “manifestações, bloqueios ou atos correlatos ocorridos no território nacional no ano de 2022”, um dos mais criticados por governistas, deve ser vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Outros itens
O texto ainda determina a ampliação das ações do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), como renovação de frota, implantação de pontos de parada, qualificação profissional e segurança viária, além da priorização de transportadores de carga no acesso a financiamentos do mesmo programa.
Uma outra reunião, feita mais cedo nesta terça, com integrantes da articulação política do governo, alinhou a estratégia para a votação da MP e de outras iniciativas de interesse do governo no Congresso.
Esta é a última semana antes do recesso parlamentar e a tendência é que Senado e Câmara fiquem esvaziados por conta das eleições.
Entre os presentes na reunião de hoje estavam o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, o líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), e a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PE).
O texto editado no início do ano ajudou a distensionar a relação da gestão Lula com os caminhoneiros. A tabela traz valores mínimos que os contratantes do frete devem seguir e é uma das principais reivindicações de caminhoneiros.
O governo editou a MP depois da disparada do preço do diesel e de queixas da categoria.
A MP traz a metodologia que deve ser usada pela agência para calcular o frete mínimo, que deverá observar: a distância percorrida; tipo de veículo e quantidade de eixos; a unidade da carga transportada; natureza da carga transportada; custos fixos e variáveis relacionados à operação de transporte; preço dos combustíveis e outros insumos; dentre outros.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/YxsvSVmuwZmI8W0k07DVPbEKyQA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2022/X/T/y5YlSSTvC818lBxQr9KQ/2022-08-03-captura-de-tela-2022-08-03-as-11.20.18.jpeg" medium="image"/>   <media:description>O prazo de votação se encerra na quinta-feira</media:description>   <media:credit>PEGN</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 21:52:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>eKyte investe em integrações com Inteligência Artificial e segue na expansão do seu portfólio</title>  <atom:subtitle>A empresa de Joinville, maior operação brasileira de gestão de produtividade com mais de 90 mil marcas atendidas, expande a capacidade da plataforma de trabalhar junto com IA e de se conectar a ferramentas de terceiros.</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/07/ekyte-investe-em-integracoes-com-inteligencia-artificial-e-segue-na-expansao-do-seu-portfolio-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/07/ekyte-investe-em-integracoes-com-inteligencia-artificial-e-segue-na-expansao-do-seu-portfolio-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/-rYOZYJ2KSp1l1qEFc48iWpDVLE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/o/p/tA8gLuQIOUwv4MinQAXg/publicador-api-pegn-pulse-brand-100-c1d0b880-fd61-45d5-a1af-a4bcb5f92829.png-20260714180949" /><br /> ]]>    A eKyte anunciou uma nova frente de investimento em integrações com Inteligência Artificial e na expansão da capacidade da sua plataforma de se conectar com serviços externos. A empresa, maior operação brasileira de gestão de produtividade, com mais de 90 mil marcas atendidas e sede em Joinville (SC), passa a tratar as conexões com IA como o próximo eixo de desenvolvimento do produto.
A plataforma SaaS (Software as a Service) da eKyte concentra em um só lugar a gestão de trabalho em equipe: projetos, tarefas, atendimento interno, aprovação de conteúdo, publicação e analytics. A camada de IA existe de forma nativa desde 2024, com geração de conteúdo, pesquisa assistida, gestão de redes sociais com IA e analytics preditivo de resultados. O novo investimento aprofunda essa camada e amplia o número de serviços externos que operam dentro do fluxo de trabalho da plataforma.
A conexão com os modelos de IA passa a ser feita via MCP (Model Context Protocol), padrão aberto que define como a plataforma expõe seus dados e suas ações aos modelos. Na prática, o MCP permite que a operação real do cliente dentro da eKyte, projetos, tarefas e dados de operação, sejam lidos e acionados pela IA de forma padronizada, sem integração manual caso a caso a cada novo modelo ou ferramenta.
As integrações já disponíveis são o ponto de partida. Hoje o eKyte conecta Meta Ads, Google Ads, Google Analytics, LinkedIn, HubSpot, RD Station e Power BI ao ambiente de gestão. A expansão anunciada aumenta essa base de conexões e a integra à camada de IA pelo MCP, de modo que os dados de ferramentas externas possam gerar tarefas, atualizar projetos, gerar indicadores além de realizar pesquisas assistidas e análises preditivas sem nem acessar a plataforma.
O movimento acontece em uma fase de aceleração consistente da empresa. A eKyte cresceu 350% em 2020, 430% em 2021, ano em que venceu o Hotmart Challenge entre 605 startups, 73% em 2023 e 52% em 2024, com mais de 30 novas funcionalidades lançadas apenas em 2024. Entre as marcas que usam a plataforma estão V4 Company, Stone, Senior Sistemas, Unimed, Schutz e SENAC.
"A escolha aqui é uma sequência que está ligada à natureza do nosso software, que é aumentar a produtividade. Adotar o MCP resolve o problema certo: conectar a IA de preferência do cliente e integrar a ferramenta completamente à rotina que o usuário já possui, reduzindo ao máximo o tempo de execução e aumentando o acesso a dados de forma estruturada e visual. Uma camada de IA alimentada pela operação real do cliente é um ativo muito poderoso", afirma Alan Koerbel, CEO da eKyte.
Sobre a eKyte
A eKyte (EKYTE SOFTWARE LTDA) é uma plataforma SaaS brasileira de gestão de trabalho em equipe, com projetos, tarefas, atendimento interno, aprovação de conteúdo, publicação e analytics de marketing. Fundada em 28 de janeiro de 2019 em Joinville (SC), dentro da agência eSauce, é liderada pelo CEO e cofundador Alan Koerbel. A empresa recebeu investimento de Hotmart e Bossa Nova Investimentos em rodada Seed realizada em fevereiro de 2022. Hoje atende mais de 90 mil marcas e se posiciona como a maior empresa brasileira de gestão de produtividade.
Contato de imprensa: marketing@ekyte.com  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/-rYOZYJ2KSp1l1qEFc48iWpDVLE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/o/p/tA8gLuQIOUwv4MinQAXg/publicador-api-pegn-pulse-brand-100-c1d0b880-fd61-45d5-a1af-a4bcb5f92829.png-20260714180949" medium="image"/>   <media:description>eKyte trata as conexões com IA como o próximo eixo de desenvolvimento do produto e inicia uma nova frente de investimento.</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 21:10:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Restaurante dá preferência a casal em vez de mulher sozinha e reclamação viraliza; descubra se a prática é permitida</title>  <atom:subtitle>Post com mais de 428 mil visualizações gerou debate sobre critérios de atendimento; advogada esclarece o que diz a lei</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/restaurante-da-preferencia-a-casal-em-vez-de-mulher-sozinha-e-reclamacao-viraliza-descubra-se-a-pratica-e-permitida.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/restaurante-da-preferencia-a-casal-em-vez-de-mulher-sozinha-e-reclamacao-viraliza-descubra-se-a-pratica-e-permitida.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/XyIzqx2Y6mGFx0QWsvJhd3wm95I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/A/A/I71gDRQmS3nHLAdaSXjg/montagem-pegn-13-.png" /><br /> ]]>    Um post feito no X no último domingo (12/7) pela psicóloga Laura Friedl, de 31 anos, causou comoção nas redes sociais. Ela contou ter ido a um restaurante em Porto Alegre (RS) e que, ao reclamar que um casal havia ocupado uma mesa vazia mesmo tendo chegado depois dela, teria ouvido da atendente que "eles são dois, aí damos preferência". O relato chegou a mais de 428 mil visualizações. Ela não revelou o nome do estabelecimento.
No post, Friedl conta que chegou ao restaurante e que foi informada de que não tinham mesas disponíveis no momento. No entanto, havia uma mesa vazia no local. Pouco depois, um casal que chegou depois dela foi para essa mesma mesa, sem nem conversar com nenhum funcionário do estabelecimento. Ao questionar a atendente sobre a ordem de chegada, ela recebeu a justificativa de que grupos maiores têm preferência.
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Ao receber a explicação, ela conta: "minha reação foi pontuar para a funcionária que todas as mesas eram 'para casal', pois todas comportariam duas pessoas. Não fazia sentido eles terem preferência, então fui embora", relembra a PEGN.
Nos comentários, muitos internautas relataram ter passado por situações parecidas, enquanto outros cobravam que Friedl revelasse o nome do restaurante, e alguns ainda sugeriram que ela fizesse uma reclamação no Google. Em meio à indignação, também não faltou quem levasse na brincadeira, como no comentário "vidas solteiras importam!".
Nos comentários o post repercutiu de formas variadas
Reprodução/X
A PEGN, Friedl explica que já frequentou o local anteriormente e que a situação aconteceu por volta das 18h, ela também comenta que não esperava a repercussão: "De forma alguma imaginei que fosse viralizar porque estou sempre postando coisas do meu cotidiano e acho que posts como esses têm menor chance de sair da bolha".
A moradora de Porto Alegre disse também que fez uma reclamação no Google Maps, onde descobriu que há outras reclamações semelhantes e enviou uma mensagem no instagram do restaurante.
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Para ela, o ideal seria a funcionária ter explicado ao casal que havia uma lista de espera e pedido que aguardassem na recepção, mas ela reconhece que isso poderia gerar atrito com o casal e que, no imaginário comercial, duas pessoas costumam consumir mais que uma sozinha. Segundo Friedl, a funcionária ficou "numa saia justa", por isso preferiu não chamar o gerente na hora, já que a falha era de organização dos gestores, e não da atendente.
O que diz a lei?
De acordo com Lívia Paiva, advogada especialista em Direito Civil e sócia no André Menescal Advogados, do ponto de vista comercial o restaurante tem liberdade para priorizar um casal em vez de uma pessoa sozinha, já que não há, no âmbito federal, lei específica que obrigue a ordem cronológica de chegada como critério — a organização das mesas pode seguir parâmetros como giro, tamanho do grupo ou reserva prévia. Segundo ela, esse tipo de preferência também não configura discriminação no sentido jurídico do termo, e sim um critério de gestão operacional, ainda que possa ser percebido como injusto do ponto de vista social.
O problema jurídico, segundo a advogada, está na forma como essa priorização é comunicada: se o estabelecimento informa que não há mesa disponível quando na verdade há, presta informação falsa ao consumidor, o que fere o dever de informação clara previsto no artigo 6º, inciso 3 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e pode configurar recusa indireta de atendimento.
Mesmo sem lei específica, Paiva pontua que a situação pode ferir princípios gerais do CDC, como a boa-fé objetiva, o direito à informação adequada e a vedação a práticas abusivas de atendimento, o que pode caracterizar vício na prestação do serviço e, em casos de constrangimento explícito perante terceiros, até dano moral. 
Ela lembra ainda que plataformas como Reclame Aqui e Google Maps — como a que Friedl utilizou — não têm efeito jurídico vinculante, mas têm peso reputacional relevante e, na prática, costumam antecipar a resposta do estabelecimento antes mesmo de qualquer notificação formal. 
Para quem passar por situação parecida, ela destaca que é possível registrar reclamação no Procon, que pode notificar o estabelecimento e aplicar multa, ou acionar o Juizado Especial Cível sem necessidade de advogado para causas de até 20 salários mínimos.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da PEGN? É só clicar aqui e assinar  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/XyIzqx2Y6mGFx0QWsvJhd3wm95I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/A/A/I71gDRQmS3nHLAdaSXjg/montagem-pegn-13-.png" medium="image"/>   <media:description>Caso viralizou no X e gerou discussão sobre preferência de atendimento</media:description>   <media:credit>Reprodução/X/Magnific</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 20:45:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Reação de restaurante a reclamação de pedido errado de cliente em chat de app viraliza: 'MEU DEUS'</title>  <atom:subtitle>Pizzaria acumula comentários e apontamentos sobre tratamento com profissionais que atendem ao público</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/reacao-de-restaurante-a-reclamacao-de-pedido-errado-de-cliente-em-chat-de-app-viraliza-meu-deus.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/reacao-de-restaurante-a-reclamacao-de-pedido-errado-de-cliente-em-chat-de-app-viraliza-meu-deus.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/P-GgJGAsDVsBc-pfkUUXROAY0jo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/M/0/jNlBPJS6agak6jx3AgaA/design-sem-nome-12-.png" /><br /> ]]>    Em era de inteligência artificial, bot e atendimentos padronizados, uma conversa entre cliente e empresa viralizou no X pela naturalidade. Um post do usuário @ojuttel com um print de uma interação inesperada no chat de um aplicativo de entregas já acumula mais de 2,8 milhões de visualizações.
A imagem mostra a mensagem que o cliente enviou a uma pizzaria. “O pedido veio todo errado”, diz o consumidor. A loja pergunta o que seria e ao ver as imagens anexadas responde: "MEU DEUS". A repercussão foi tamanha que rendeu diversos comentários sobre o atendimento do estabelecimento. 
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“Dá para sentir o desespero em apenas duas palavras”, comentou em tom bem-humorado um perfil. “Esse 'meu Deus' foi tão sincero que estou achando que foi o café da manhã do atendente que foi levado embora”, disse um usuário. “Gente, se eu trabalhasse com atendimento, eu seria exatamente assim”, escreveu outro perfil.
De acordo com a captura de tela, mensagens trocadas e comentários do autor do post, o cliente havia pedido um sanduíche e recebeu um pão brioche no lugar. Sem transtornos e discussões, a conversa terminou com o consumidor entendendo o erro e perdoando. Quando o atendente oferece um motoboy para trocar o pedido, o cliente afirma: “Está tranquilo. Não tinha tomado café e estou ‘amassando’ o pão. Muito bom por sinal. Vou dar cinco estrelas, acontece”.
O comportamento de ambos os lados também chamou a atenção nas redes. Muitos comentários parecem já conhecer o estabelecimento e pontuam que ele realmente possui um atendimento muito bom. 
Alguns comentários também apontaram uma boa resposta do cliente e autor do post, dizendo que foi uma atitude louvável e gentil, fazendo a diferença para quem trabalha com atendimento ao cliente.
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Uma reportagem do The New York Times, publicada em novembro de 2022, já falava sobre o fenômeno e mostrava três influenciadoras especializadas em vasculhar o lixo de redes varejistas em busca de itens que ainda poderiam ser aproveitados para uso próprio, doação ou venda. Na ocasião, empresas como CVS, TJ Maxx e Walgreens afirmaram destinar parte relevante de suas mercadorias não vendidas para doação ou reciclagem, mas reconheciam que uma parcela do estoque considerado impróprio para revenda ou doação acabava no lixo. 
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No Brasil, o movimento ganhou tração neste ano. No vídeo de Coxta, a legenda inicial já resume a proposta do conteúdo: mostrar que o lixo descartado diariamente pelo comércio da região "pode ser recolhido de graça por qualquer pessoa". As imagens seguem por sacos e volumes deixados na calçada, enquanto a narração afirma que parte das mercadorias é descartada por excesso de estoque ou pequenos danos na embalagem.
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Outros vídeos feitos na região com o mesmo propósito também viralizaram. Um deles, publicado em fevereiro pela usuária Jade Florêncio, já passa de 1,4 milhão de visualizações e mostra uma mulher separando dezenas de caixas de capinhas de celular descartadas, ainda fechadas, em frente a um centro comercial. Nas imagens, pedestres e carros circulam normalmente pelo local, evidenciando que o descarte acontece em uma área de grande movimento.
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Um terceiro vídeo, publicado em maio pela página @assessorabras25 e com quase 100 mil visualizações, mostra um grupo de pessoas abrindo um saco de lixo com produtos variados, entre eles bijuterias, encontrado na região. Na tela, um texto resume o tom bem-humorado com que a cena costuma ser registrada nas redes: "O lixo da 25 de março são bons em meninas [SIC]".
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Em outro vídeo, publicado há seis dias e já com mais de 1,8 milhão de visualizações, Fernanda Coxta mostra um homem vendendo uma fritadeira elétrica sem óleo por R$ 20 na 25 de Março. Segundo a influenciadora, o vendedor recolhe os produtos descartados por lojistas chineses da região e revende os achados a preços baixos — no mesmo vídeo, ela cita uma chaleira elétrica oferecida por R$ 5.
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O que dizem os lojistas da 25 de Março?
Procurada pela reportagem, a União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências (Univinco) informou ter conhecimento da divulgação dos vídeos. Segundo a associação, a maior parte das mercadorias mostradas nas gravações é descartada pelos próprios lojistas por não ter mais utilidade comercial — casos de produtos com defeito, fora de linha ou sem condições de venda. 
A entidade afirma orientar os comerciantes a não descartar esse tipo de resíduo em vias públicas, prática proibida pela legislação municipal, que determina que grandes geradores de resíduos façam a destinação por meio de coleta particular.
A Univinco avalia ainda que a repercussão desse tipo de conteúdo nas redes sociais pode gerar "uma percepção equivocada sobre a região" e defende que mercadorias descartadas não deveriam ser reaproveitadas para revenda, cabendo aos órgãos competentes fiscalizar tanto o cumprimento das normas de descarte quanto eventual comercialização irregular dos produtos.
Pelas regras da Prefeitura de São Paulo, previstas no Decreto Municipal nº 58.701/2019, que regulamenta a Lei nº 13.478/2002, comerciantes enquadrados como grandes geradores devem contratar coleta privada para a destinação dos resíduos e não podem deixá-los acondicionados em vias públicas.
O que diz a lei
A repercussão dos vídeos levanta uma pergunta recorrente nos comentários: a mercadoria encontrada no lixo pode ser revendida? Segundo Denner Pires Vieira, advogado especialista em Direito do Consumidor da RGL Advogados, a resposta depende, sobretudo, de onde e como o produto foi retirado.
"O Código Civil estabelece que a propriedade pode ser perdida pelo abandono", explica Pires Vieira. Quando um comerciante se desfaz voluntariamente de um item e o coloca em local público destinado à coleta, ele deixa de ser dono da mercadoria, que passa a poder ser apropriada por quem a encontra. O cenário muda por completo, porém, quando o produto está em áreas de acesso restrito, como depósitos, docas ou caçambas internas de um estabelecimento. Nesses casos, a retirada sem autorização pode configurar furto.
Pires Vieira chama atenção ainda para sinais que exigem cautela redobrada de quem recolhe ou compra esse tipo de produto. Etiquetas de estoque, lacres intactos, dispositivos antifurto ou grandes volumes de itens novos podem indicar que a mercadoria não foi descartada de forma regular. Ignorar esses sinais, segundo ele, pode comprometer a alegação de boa-fé e até embasar uma investigação por receptação.
Para reduzir riscos, o advogado recomenda documentar o processo: registrar em foto ou vídeo o local e o momento do achado, anotar data e endereço, buscar testemunhas e, sempre que possível, pedir autorização por escrito ao comerciante. A mesma cautela vale para quem compra o produto depois de revendido — preço muito abaixo do mercado, ausência de nota e sinais de irregularidade podem afastar a alegação de boa-fé do comprador.
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Pedro Amorim de Souza, coordenador da área consultiva do Martins Cardozo Advogados Associados, afirma que o Código Civil trata a coisa abandonada como um bem sem dono, que passa a pertencer a quem dela se apropria. A partir daí, segundo o especialista, o item se torna uma mercadoria como outra qualquer, e nada impede sua formalização — inclusive como Microempreendedor individual (MEI), categoria que permite o comércio varejista de artigos usados dentro do teto de faturamento de R$ 81 mil por ano. 
Como não existe nota fiscal do lixo, a comprovação da origem precisa ser construída pelo próprio vendedor. Amorim de Souza recomenda três providências: registrar em vídeo ou foto o momento do achado, lavrar uma declaração descrevendo o item e o seu estado, e dar entrada formal da mercadoria no estoque. Na venda, a emissão de nota funciona normalmente — NFC-e para o consumidor final e NF-e entre empresas —, e alguns estados preveem redução da base de cálculo do ICMS para produtos usados.
Os riscos, no entanto, não desaparecem com a formalização. Quem revende com frequência se torna fornecedor perante o Código de Defesa do Consumidor e pode responder por defeitos ou acidentes causados pelo produto, já que a garantia legal é irrenunciável. Vender mercadoria com sinais de irregularidade — como grande volume de itens novos e lacrados — também pode configurar receptação, com pena de três a oito anos. 
PEGN consultou as normas de plataformas como Mercado Livre, OLX e Enjoei. Todas aceitam produtos usados, mas exigem descrição fiel do estado do item, fotos reais e proíbem falsificados ou vencidos.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/LOVyd93JIYL207XWCEcGJP1A5jo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/F/H/TBfPgNTpAFqRxbEqvmAg/copia-de-design-sem-nome-35-.png" medium="image"/>   <media:description>Vídeos de "achadinhos" no lixo somam milhões de visualizações e abrem debate sobre os limites legais e as oportunidades de negócios com a economia circular</media:description>   <media:credit>Reprodução/TikTok</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 20:17:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo álbum de Madonna impulsiona vendas em lojas de CDs físicos no Brasil: 'Fenômeno'</title>  <atom:subtitle>Confessions II, novo disco da rainha do pop, conquistou feitos históricos e levou fãs a buscarem por itens físicos e colecionáveis</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/marketing-vendas/noticia/2026/07/novo-album-de-madonna-impulsiona-vendas-em-lojas-de-cds-fisicos-no-brasil-fenomeno.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/marketing-vendas/noticia/2026/07/novo-album-de-madonna-impulsiona-vendas-em-lojas-de-cds-fisicos-no-brasil-fenomeno.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/KBpX8jjwFJZN4kI-BuLeASNxhj8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/H/I/yzZI3LTqeVzzL5XPzy5g/madonna-confessions-ii.jpg" /><br /> ]]>    Pouco mais de dez dias após o lançamento, o álbum Confessions II, de Madonna, já é um sucesso imediato. Como tudo o que a cantora pop se propõe a fazer em sua carreira histórica, a continuação do clássico Confessions On a Dance Floor, de 2005, vem embalando as paradas de sucesso, festas, streamings e vendas. 
Lançado no dia 3 de julho, o álbum marcou um retorno triunfante de Madonna ao mundo da música, após sete anos sem lançamentos. Em sua primeira semana, o Confessions II se tornou o 10° álbum da cantora a atingir o primeiro lugar da Billboard 200, com 134 mil cópias vendidas nos Estados Unidos. Com o feito, ela se torna a primeira artista feminina a alcançar o topo das paradas em quatro décadas diferentes. No Reino Unido, o novo disco se tornou o 13° da cantora a atingir o primeiro lugar. Por lá, ela foi a única americana a ter álbuns líderes de vendas em cinco décadas distintas.
Madonna usou as redes sociais para celebrar os feitos históricos de seu lançamento e demonstrou gratidão aos fãs: “Palavras não conseguem expressar o quão grata e surpresa eu estou pela recepção incrível que o Confessions II tem recebido”, escreveu na legenda do post no Instagram. “Obrigada a todos que têm feito parte disso e a quem me ajudou a realizar esse sonho, especialmente meus fãs. Eu ainda estou me beliscando”.
A artista ainda reiterou que seu maior objetivo com o álbum era trazer alegria e fazer as pessoas dançarem, com estilo dance e eletro pop que o disco celebra.
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No Brasil, a recepção não foi diferente. No entanto, apesar da era digital, o disco reacendeu o interesse por cópias físicas, como vinis, CDs e itens colecionáveis. Embora a gravadora Warner Music não tenha divulgado oficialmente as vendas físicas do Confessions II no Brasil, a tendência tem sido observada em diversas lojas pelo país. 
É o que aconteceu com Marcio Custódio, dono da loja Locomotiva Discos, em São Paulo. Ele registrou um recorde de vendas que não era superado desde 2024, com o disco Brat, da cantora britânica Charli XCX. “Em apenas 4 dias, vendemos mais Confessions II da Madonna do que em dois anos vendemos o Brat”, diz Custódio no Instagram. De acordo com ele, o álbum era "o mais vendido da história da loja", até ser desbancado pelo Confessions II. 
Em entrevista a PEGN, Custódio, que já tem a loja há 15 anos na República, região central de São Paulo, conta que os clientes já vinham pedindo pelo álbum cinco dias antes do lançamento; ele descreve o volume de mensagens como “incomum”. No lançamento, em 3 de julho, as 100 cópias que ele havia disponibilizado esgotaram antes do horário de almoço. Na primeira semana, foram vendidas 600 unidades.
“O que explica esse fenômeno é a paixão que a Madonna consegue exercer nos fãs. Eles são muito apaixonados, dedicados e entusiasmados”, diz o empresário, que também coleciona discos de vinil.
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Além da união dos fãs da diva pop, Custódio associa o sucesso do Confessions II à bem-sucedida estratégia de marketing que Madonna e sua equipe vinham fazendo às vésperas do lançamento.
Ele ainda aponta o crescimento do interesse por mídia física como um momento em que a humanidade vem tentando se desconectar e diminuir o vício em telas. “Eu acho que a música tem a ver com isso. A música não precisa estar no celular, ela pode estar no CD, em um disco de vinil… O celular é um alterador de humor, a gente fica com ele na mão e tem muitos problemas. Então, por que a música tem que estar no aparelho também?”.
Leandro Brenner, dono da LB Discos e Livros, também de São Paulo, revelou que vendeu todas as unidades do álbum Confessions II no dia do lançamento. Brenner diz que fez um pedido pequeno dos discos, de apenas 22 unidades, com as quatro versões disponibilizadas pela Warner, que foram vendidas em apenas oito horas. 
Com vendas apenas no e-commerce, a LB Discos e Livros vendeu até agora quase 80 unidades, entre vinis e CDs do álbum da Madonna. Um feito histórico, já que poucos títulos da loja passaram de 50 cópias vendidas de uma vez.
“Madonna é a rainha do pop, tem milhões de fãs e muitos deles são colecionadores e fazem questão da versão física”, explica Brenner, sobre a popularidade e o boom de vendas do Confessions II. “Além de tudo, o disco é bom e esse é um fato realmente relevante”.
O empresário ainda comparou a movimentação com o último álbum do cantor Bruno Mars, o The Romantic, lançado em fevereiro. Ele diz que também pôs à venda versões físicas em sua loja no dia do lançamento, e vendeu apenas uma unidade em 24 horas. Até agora, foram apenas 25 cópias vendidas. 
“Ele também é um artista com milhões de fãs. Se você ouvir o disco, não é ruim, porém é algo que toca e você só percebe que termina quando não está ouvindo mais nada. Agora, discos bons [como o de Madonna], falam por si só, proliferam, o povo comenta e quer ter”, diz Brenner.
O dono da loja acredita que o disco físico, principalmente o vinil, tem seu “charme peculiar” e tem uma procura enorme, principalmente por fãs e colecionadores. Os CDs, segundo ele, são comprados pelo público que é fã, mas também por aqueles que somente acham o álbum bom.
Outras lojas também postaram sobre a alta demanda de exemplares, como a Regards, em São Paulo, e a Pequeno Mundo dos CDs, no Rio de Janeiro.
Leia também:  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/KBpX8jjwFJZN4kI-BuLeASNxhj8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/H/I/yzZI3LTqeVzzL5XPzy5g/madonna-confessions-ii.jpg" medium="image"/>   <media:description>Madonna lançou o Confessions II, uma continuação do clássico de 2005, Confessions On a Dance Floor</media:description>   <media:credit>Getty Images/Santiago Felipe/GC Images</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 19:47:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>A construção de um novo olhar sobre a Grécia: como a Benarrivati, fundada por Antonella Giancoli, une conhecimento territorial e relações de confiança</title>  <atom:subtitle>A operação grega, liderada pelo especialista Andreas Kallinis, combina profundo conhecimento local e parcerias duradouras para desenhar itinerários baseados na colaboração, na transparência e no respeito à essência do destino</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/a-construcao-de-um-novo-olhar-sobre-a-grecia-como-a-benarrivati-fundada-por-antonella-giancoli-une-conhecimento-territorial-e-relacoes-de-confianca-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/conteudo-de-marca/saftec/noticia/2026/07/a-construcao-de-um-novo-olhar-sobre-a-grecia-como-a-benarrivati-fundada-por-antonella-giancoli-une-conhecimento-territorial-e-relacoes-de-confianca-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/RcYhUbNyb4dLoK3RycWjNpBYKKY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/X/O/ixdrcYR0aGz7CTyhwhLw/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260714155624.jpeg-20260714155629" /><br /> ]]>    Em um momento em que os destinos globais mais célebres enfrentam o desafio da massificação, viajantes experientes buscam um novo vetor de conexão com o mundo: a desconexão dos roteiros óbvios em favor de imersões culturais autênticas, discretas e genuínas. Atenta a essa evolução, a Benarrivati consolida sua atuação na Grécia ao aplicar seu modelo de operação direta para revelar um Mediterrâneo preservado. Essa trajetória, construída ao longo dos anos, reflete-se na entrega de itinerários personalizados que mostram quem a empresa é e os valores que sustentam sua atuação.
O diferencial da marca na região reside no seu compromisso com o relacionamento de longo prazo, superando o modelo tradicional de agenciamento que replica pacotes padronizados e depende de múltiplos intermediários. Como uma rede internacional de Destination Management Companies (DMCs), a Benarrivati mantém uma estrutura própria em solo grego, com travel designers locais e equipes de concierge nativas que atuam em total sinergia. Essa presença física e aberta assegura uma governança operacional transparente, permitindo que a empresa cuide de cada etapa da jornada com responsabilidade e ofereça um suporte próximo e humano aos seus clientes e parceiros.
Essa proximidade legítima com o território permite o mapeamento de experiências que vão além dos circuitos comerciais tradicionais. Seja na abertura de portas em vilarejos históricos ou na conexão com produtores e especialistas locais, a companhia transforma o planejamento em um processo colaborativo. Ao longo de sua história, a reputação e a idoneidade da empresa permitiram construir pontes sólidas com comunidades e instituições locais, garantindo que cada viagem seja conduzida com respeito, autenticidade e segurança.
"Viajar pelo território grego com real profundidade exige mais do que logística; requer um compromisso ético e relacionamentos locais sólidos construídos com base na confiança mútua ao longo de anos. Nosso papel é atuar como verdadeiros parceiros de nossos clientes, desenhando jornadas que traduzam a essência e a história do país de forma aberta e responsável", explica Andreas Kallinis, co-fundador e CEO da Benarrivati Grécia.
Para dar suporte a essa operação na Europa e em outros destinos, a Benarrivati conta com uma sólida retaguarda institucional e governança internacional. Com sede principal na Itália e filiais integradas nos EUA, Brasil e Europa, a empresa oferece total conformidade jurídica e segurança comercial. Esse modelo transparente estabelece uma relação de extrema credibilidade no mercado, tanto no atendimento ao cliente final quanto no segmento B2B, onde a marca se posiciona como uma parceira estratégica para agentes de viagens.
"Na Benarrivati, acreditamos que uma viagem memorável nasce da confiança. Por isso, investimos na construção de relações duradouras com as comunidades locais, parceiros e especialistas que vivem cada destino diariamente. Nossa missão é conectar pessoas a experiências autênticas, sempre com responsabilidade, transparência e profundo respeito pela cultura de cada lugar. É esse compromisso que sustenta a nossa atuação internacional e faz com que cada roteiro seja único.", afirma Antonella Giancoli, fundadora e CEO da Benarrivati.
Com quase duas décadas de história e uma trajetória validada pelos feedbacks altamente positivos de quem viaja com a marca, a Benarrivati prova que a sua solidez não vem apenas do que ela faz, mas de como conduz suas relações. Ao unir o rigor de uma gestão responsável à paixão pelo conhecimento local, a empresa reafirma que o verdadeiro valor de uma viagem está na capacidade de construir laços de confiança e oferecer uma experiência transparente e segura em todas as etapas da jornada.
Sobre a Benarrivati
A Benarrivati é uma empresa internacional especializada no planejamento de viagens sob medida, reconhecida por sua solidez, idoneidade e credibilidade no mercado. Sob a liderança de sua fundadora, Antonella Giancoli, a marca atua como uma rede de Destination Management Companies (DMCs), com sede principal na Itália e com filiais nos Estados Unidos, Europa e Brasil. Pautada pelos valores de transparência, colaboração e responsabilidade, a Benarrivati elimina intermediários ao operar com equipes e concierges locais próprios nos principais destinos do mundo. Com uma trajetória marcada por feedbacks altamente positivos e relações de confiança de longo prazo, a empresa desenvolve mais de mil roteiros tailor-made por ano, consolidando-se como uma verdadeira parceira de seus clientes na criação de experiências autênticas, seguras e memoráveis.  </description>  <media:content url="https://s2-pegn.glbimg.com/RcYhUbNyb4dLoK3RycWjNpBYKKY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/X/O/ixdrcYR0aGz7CTyhwhLw/publicador-api-pegn-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260714155624.jpeg-20260714155629" medium="image"/>   <media:description>Antonella Giancoli</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>pegn</category> <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:56:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dona de loja do Saara, no Rio, diverte web 'traduzindo' frases de bonés: 'Haja c* pra tomar'</title>  <atom:subtitle>Vídeo em que Karen Tranjan comenta e interpreta frases estampadas nas peças chamou a atenção nas redes sociais e rendeu comentários sobre sua forma de apresentação</atom:subtitle>  <link>https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/dona-de-loja-do-saara-no-rio-diverte-web-traduzindo-frases-de-bones-haja-c-pra-tomar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistapegn.globo.com/redes-sociais/noticia/2026/07/dona-de-loja-do-saara-no-rio-diverte-web-traduzindo-frases-de-bones-haja-c-pra-tomar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-pegn.glbimg.com/0labJVEIQEgx6t_zCSrYn2ge8N8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/Z/M/5tc5fURBStbzAMSiHQdA/empreendedora-trduz-bones-saara-rj.png" /><br /> ]]>    Karen Tranjan, dona da loja Maxibeleza, localizada no polo comercial do Saara, no Rio de Janeiro (RJ), repercutiu nas redes sociais após publicar um vídeo em que comenta as estampas dos bonés vendidos no estabelecimento. Na gravação, a comerciante lê e interpreta as frases presentes nos acessórios.
Entre as expressões comentadas está "vegetariano da sorte". Sobre a estampa, ela afirma: "Porque vegetariano é aquele cara que não come carne vermelha. Vegano é outra coisa. Então, em homenagem, ele sabe, tá?".
Na sequência, Tranjan lê outras frases, como "haja c* pra tomar nessa vida". Em determinado momento, ao comentar possíveis situações relacionadas ao acessório, faz uma recomendação em tom bem-humorado: "Um Nebacetin [pomada antibiótica] , né? Você pode passar antes um... né, pra entrar melhor".
A publicação chamou a atenção de usuários, que comentaram o vídeo com perguntas sobre os preços dos bonés e observações sobre a forma de apresentação da comerciante. Entre as reações, os internautas destacaram a "didática" adotada na explicação das peças. "Muito didático esse vídeo", disse uma pessoa. "Cara, trabalhar com você deve ser muito divertido", declarou outra.
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