Voltei resfriada para casa ontem: mal-estar, sonolência, garganta doendo... Uma das vantagens de se ter um emprego com horário móvel é que dá para faltar hoje e trabalhar o próximo dia útil em dois horários, compensando este. Depois de uma boa soneca à tarde, vim olhar alguns emails e encontrei este, enviado por minha amiga Alessandra R., lá de Marília/SP. Qualquer semelhança não é mera coincidência...rs.
Um casal viaja de férias para um hotel-fazenda. O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler. Certa manhã, o marido volta depois de uma noite de pescaria e resolve tirar uma soneca. Apesar de não conhecer bem o local, a mulher decide pegar o barco do marido e ler no lago. Ela navega um pouco, ancora e começa a ler seu livro. Chega um guardião do parque ao lado do barco da mulher e fala: - Bom dia, Madame. O que está fazendo? - Lendo um livro - ela responde e pensa: será que não é óbvio? - A senhora está em uma área em que a pesca é proibida. - Não estou pescando, tenente, estou lendo. - Sim, mas está com todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento. Se não sair daí imediatamente, terei de multá-la e processá-la. - Se o senhor fizer isso, terei de acusá-lo de assédio sexual. - Mas eu nem sequer a toquei. - É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento. - Tenha um bom dia, Madame - ele diz e vai embora.
Moral da História: Nunca discuta com uma mulher que lê. Certamente ela pensa.
Olá... Nem me recordo bem da data do post anterior. Estive sem net por dois dias e continuo tentando harmonizar-me entre as várias de mim. Mas de uma coisa tento não abrir mão em meio a tantos afazeres, compromissos, planejamentos, idas e vindas: do bom humor. Quando me falta o bom humor, com certeza as coisas saem dos trilhos. O bom humor nos faz ver a vida com mais leveza, traz-nos luz à face pelo sorriso e, com certeza, torna-nos pessoas mais agradáveis de se conviver.
Dia desses estava eu na minha área de serviço, lavando e lavando a roupa da turma aqui. Marido entrou e contou um "causo". Quis participar e tentei contar um outro "causo", mas não consegui não. Já sou péssima piadista e antes de chegar ao fim, imaginando a cena enquanto contava, eu me escangalhava de rir. Ri de chorar... e claro, ele não achou graça do que tentei contar mas como riso é algo contagiante...rs.
O causo era o seguinte:
Otimismo, sempre!
Numa dinâmica de grupo para se trabalhar numa empresa multinacional, foi feita a seguinte pergunta para três candidatos: " O QUÊ VOCÊ GOSTARIA QUE FALASSEM DE VOCÊ NO SEU VELÓRIO? "
O 1º candidato disse: - Que eu fui um grande médico e um ótimo pai de família. O 2º candidato disse: - Que eu fui um homem maravilhoso, excelente pai de família, e um professor de grande influência no futuro das crianças. Aí, o 3º arrasou: - Gostaria que eles dissessem: -"OLHA, ELE ESTÁ SE MEXENDO..." Isto é Otimismo...
Foi contratado !
Fala sério... foi uma boa resposta mesmo, né não?...rs
Eles cresceram... já não tenho que orientá-los quanto ao uso do caderno, nem procurar historinhas ou cantar músicas infantis. Eles são jovens, alguns já adultos. Eu estava ansiosa por este recomeço e é dada a partida: nada é igual ao que era antes.
Meu pen drive de 1 GB (tadinho) perdeu as músicas e deu lugar a arquivos com temas educacionais. Google nunca foi tão acessado por aqui e no Youtube reinam as buscas por vídeos que possam oportunizar reflexões sobre o contexto educacional do nosso país. - aceito sugestões. (Ó como tô falando feito catedrática!...rs)
Durmo com um livro de Filosofia na cabeceira, carrego na bolsa um que trate sobre Alfabetização e cá na minha escrivaninha estão os de legislação educacional. Na biblioteca da faculdade meu parque de diversões e minha maior provação: LEITURA. Confesso baixinho: não gosto de ler, não leio por prazer. Sou uma leitora de cunho operacional, só leio quando preciso. Enfim, tenho precisado ler bastante desde que assumi estas aulas. É muita informação pra digerir, processar e passar adiante.
O despertar do meu celular às 6:00hs da manhã de hoje já anunciava que os tempos são outros. Marido sorriu brincando: _ Oba, hoje vou tomar café da manhã em casa... rs. _ Toda segunda e quarta, benhê! - respondi na malandragem.
Saí antes dele, às 6:30hs. Foram 3 turmas com uma média de 45 alunos em cada, 2 pela manhã e uma no início da tarde. Ao fim do dia, apesar de ter usado tom de voz moderado, minha garganta já gritava por socorro... estranhei o retorno. Lá estava eu toda paramentada: aula com slyde preparado, datashow e laptop do marido que me deu uma aulinha "grátis" sobre como utilizar de tais recursos.
E claro, não poderia faltar um mico básico, que nem sei se foi percebido por alguém, mas o foi por mim...rs. Gente, em uma das aulas, estava eu com o celular sobre a mesa, o projetor, o laptop e o bendito mouse. Não é que fiz o celular de mouse! Aí quando percebi que o cursor não mexia na tela... Kkkkkkkkkkkkkk, que vergonha...rs. Fiz o celular de mouse sem fio...rs (coisas de Jacqueline)
Segue um vídeo que utilizei nas aulas do 4º ano hoje. Refletir educação é sempre pertinente: