

Foto: Isaque Junior
Atuação social da Vale
O modelo de atuação social da Vale orienta a relação da empresa com as comunidades vizinhas às suas operações e demais partes interessadas. A estratégia é focada na gestão de riscos e impactos socioambientais, bem como na promoção do desenvolvimento sustentável dos territórios onde a empresa atua.
Esse modelo tem como base o respeito aos direitos humanos ao longo de todo o ciclo de vida dos empreendimentos e busca fortalecer a autonomia local e construir relações duradouras.

Foto: Isaque Juinor
Relacionamento com as comunidades
O Relacionamento com comunidades e demais partes interessadas é um processo que suporta todas as ações da Vale desenvolvidas nos territórios. Nesse sentido, os Planos de Relacionamento com as Comunidades (PRCs) são construídos em espaços estruturados de diálogo e têm como princípio a mobilização e a participação social na construção conjunta das ações.
Com essa abordagem, a Vale apoia iniciativas voltadas à geração de renda, à educação, à cultura, ao esporte e à cidadania, contribuindo para a construção de um legado social positivo e duradouro nos territórios onde está presente.

Foto: Alexandre Rezende
Relacionamento da Vale com povos indígenas e comunidades tradicionais
Para a Vale, é imprescindível que a atividade minerária seja realizada com total respeito aos direitos das comunidades, incluindo os povos indígenas e as comunidades tradicionais que vivem ou utilizam esses territórios para a manutenção de seus modos de vida e práticas culturais.
O relacionamento com essas comunidades prioriza a construção e a manutenção da confiança, o apoio à autonomia e à resiliência e a promoção do etnodesenvolvimento, contribuindo para a geração de benefícios mútuos.
Investimentos sociais da Vale
A Vale acredita que a mineração deve contribuir para o desenvolvimento social. Por isso, destina recursos e desenvolve projetos para fortalecer a educação (incluindo programas de alfabetização), a saúde (atenção básica e acesso a serviços) e a geração de renda (capacitação profissional, apoio ao empreendedorismo local e fortalecimento de cadeias produtivas regionais) nos territórios onde atua.
Com essa atuação, a Vale busca apoiar o desenvolvimento de comunidades resilientes, com acesso a direitos fundamentais e capazes de prosperar de forma sustentável, independentemente da operação da empresa.


Foto: Breno Pompeu
Juntos Contra a Pobreza
Com a ambição social de ser uma empresa parceira no desenvolvimento de comunidades autônomas e engajada em temas relevantes para a humanidade, a Vale articula o Juntos Contra a Pobreza.
A iniciativa reúne organizações do terceiro setor, academia e governos com o propósito de atuar coletivamente no enfrentamento da pobreza extrema no Brasil, um dos desafios sociais mais urgentes e complexos da atualidade.
A partir de uma abordagem que reconhece a pobreza como um fenômeno multidimensional, o programa atua em cinco dimensões: educação, renda, saúde, nutrição e infraestrutura. Para apoiar as famílias na superação das privações identificadas, aplica a metodologia do Acompanhamento Familiar Multidimensional por meio da elaboração de planos de ação personalizados, construídos em conjunto.
Compromisso da Vale com os direitos humanos
A Vale está alinhada aos Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), aos Princípios do Pacto Global da ONU, à Declaração Universal dos Direitos Humanos, aos princípios e diretrizes do Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) e aos padrões de desempenho da Corporação Financeira Internacional (IFC), além de outros referenciais e padrões internacionais aplicáveis que orientam a promoção e o respeito aos direitos humanos em suas operações.
A Vale adota uma conduta responsável e uma abordagem estruturada de gestão de riscos sociais, aplicada ao longo de todo o ciclo de vida dos seus empreendimentos.

Foto: Isaque Junior
Gestão de pessoas na Vale
A Vale conta com cerca de 180 mil pessoas, entre empregados próprios e de empresas contratadas, atuando diretamente em seus negócios ao redor do mundo. A empresa prioriza a segurança, a valorização profissional e um ambiente aberto ao diálogo, com foco em zerar acidentes, oferecer remuneração alinhada à complexidade das funções e apoiar o desenvolvimento de carreira.

Foto: Gustavo Andrade
Relacionamento com as comunidades
Saiba mais sobre nosso relacionamento com comunidades

Fotógrafo: Ricardo Teles
Perguntas frequentes
A Vale adota um modelo de escuta ativa e presença territorial constante, por meio de profissionais dedicados ao relacionamento com as comunidades. A empresa se relaciona diretamente com mais de mil comunidades locais nos países onde atua. Para garantir um diálogo estruturado, a Vale implementa Planos de Relacionamento com Comunidade (PRC) específicos, que atendem 100% das comunidades prioritárias no Brasil. Além disso, em busca de um olhar sistêmico do território, a empresa conta com os Planos de Atuação Territorial (PATSs), para integrar gestão de riscos, impactos e desenvolvimento das comunidades em uma única estratégia de governança local.
Sim. A atuação da Vale é pautada pelo respeito à autodeterminação e aos processos de Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI). O relacionamento da empresa com Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais é orientado por diretrizes normativas, como a Política Global de Direitos Humanos da Vale, alinhada às principais referências internacionais sobre o tema. Além disso, a Vale conta com profissionais multidisciplinares dedicados ao relacionamento com esses povos, que atuam com respeito às especificidades de cada comunidade, sua organização social e política, promovendo processos participativos, sempre que possível, com respeito à equidade de gênero e geracional.
A "vida em Primeiro Lugar" é um valor inegociável que guia a gestão de pessoas da Vale. A empresa foca em eliminar riscos críticos e promover um ambiente inclusivo. Desde 2019, a Vale reduziu em 55% a taxa de frequência de acidentes (TRIFR). Além da segurança física, a empresa prioriza a diversidade: atingiu 28% de mulheres na força de trabalho e aumentou a representatividade de negros em cargos de liderança para 39,8%.
Vale possui tolerância zero e atua no combate ao trabalho infantil e análogo ao de escravo. A empresa monitora rigorosamente 100% de sua cadeia de fornecedores, desde a etapa de contratação até o encerramento contratual, e realiza due diligence de Direitos Humanos em fornecedores, que podem incluir avaliações documentais e inspeções in loco. Quando riscos são identificados na cadeia, a Vale aplica planos de ação corretivos e medidas de mitigação de impactos ou mesmo o encerramento contratual. A empresa participa ativamente do InPACTO e realiza as “Caravanas do Trabalho Decente" para engajar e conscientizar parceiros, contratadas e outras partes interessadas sobre condições dignas de trabalho e combate ao trabalho infantil e à escravidão moderna.
Com a meta de apoiar a saída de 500 mil pessoas da situação de extrema pobreza, a Vale articula o Juntos Contra a Pobreza: uma rede de organizações públicas e privadas que, junto com as comunidades locais, procura soluções efetivas para cada território. A iniciativa enfrenta a pobreza como um fenômeno multidimensional, a partir de cinco dimensões: educação, renda, saúde, nutrição e infraestrutura. O programa identifica privações de direitos e acompanha cada família no acesso às políticas públicas e iniciativas sociais locais.
