SONO E PREJUÍZO DA COGNIÇÃO DE PROFISSIONAIS DA SAÚDE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29791

Palavras-chave:

Sono. Cognição. Profissional da saúde.

Resumo

A privação de sono, comum em jornadas de trabalho extensas, prejudica a cognição, atenção e capacidade de tomar decisões rápidas, além de aumentar o risco de erros médicos e comprometer a saúde mental e física dos trabalhadores. O estudo teve como objetivo analisar os efeitos da privação do sono no desempenho cognitivo e na saúde dos profissionais. Foi realizado um estudo observacional, transversal por meio de aplicação de questionários para avaliar a qualidade do sono, a fadiga e dados específicos de cada indivíduo, com base em uma amostra de profissionais de saúde que atuam em turnos noturnos em dois hospitais de Juiz de Fora. A amostra teve mediana de idade de 38 anos, predominância feminina (79,8%) e maioria de técnicos de enfermagem (58,8%). A prevalência de má qualidade do sono foi de 90,8%, associando-se ao tratamento para distúrbios do sono (p=0,0123), menor duração do sono (p=0,0039) e maior fadiga (p<0,001). Concluiu-se que a prevalência de má qualidade do sono entre os profissionais de saúde deste estudo foi alarmante e a profissão mostrou-se fator determinante. Reforça-se a necessidade de estratégias institucionais voltadas à promoção da saúde do trabalhador, incentivo a hábitos saudáveis e ações de educação em saúde.

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Biografia do Autor

Luana Cristina dos Santos Pereira, UNIPAC

Acadêmica de Medicina. Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Juiz de Fora.

Emília Mafra Franco, UNIPAC

Acadêmica de Medicina. Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Juiz de Fora.

Bárbara de Paiva Quetz Pires, UNIPAC

Acadêmica de Medicina. Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Juiz de Fora.

Bruna Toledo Vargas, UNIPAC

Acadêmica de Medicina. Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Juiz de Fora.

Larissa Pinheiro Feres, UNIPAC

Acadêmica de Medicina. Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Juiz de Fora.

Rômulo Maranha de Carvalho, UNIPAC

Acadêmico de Medicina. Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Juiz de Fora.

Rafael Duarte da Paz, UNIPAC

Acadêmico de Medicina. Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Juiz de Fora.

Anna Marcella Neves Dias, UNIPAC

Orientadora. Fonoaudióloga. Professora do Curso de Medicina do Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Juiz de Fora. 

Nathalia Barbosa do Espírito Santo Mendes, UNIPAC

Orientadora. Bióloga. Professora do Curso de Medicina do Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Juiz de Fora. 

Guilherme Henrique Faria do Amaral, UNIPAC

Orientador. Psiquiatra. Professor do Curso de Medicina do Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Juiz de Fora. 

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Publicado

2026-09-01

Como Citar

Pereira, L. C. dos S., Franco, E. M., Pires, B. de P. Q., Vargas, B. T., Feres, L. P., Carvalho, R. M. de, … Amaral, G. H. F. do. (2026). SONO E PREJUÍZO DA COGNIÇÃO DE PROFISSIONAIS DA SAÚDE. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(9), 1–13. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29791