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Poesia: Oração (Medeiros e Albuquerque)

 

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Medeiros e Albuquerque (José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque), jornalista, professor, político, contista, poeta, orador, romancista, teatrólogo, ensaísta e memorialista, nasceu no Recife, PE, em 4 de setembro de 1867, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 9 de junho de 1934. Em 1896 e 1897, compareceu às sessões preliminares de instalação da Academia Brasileira de Letras. É o fundador da cadeira n. 22, que tem como patrono José Bonifácio, o Moço.

Enquanto escritor, iniciou a sua carreira literária, em 1889, com a publicação das obras Pecados e Canções da Decadência, nas quais manifestou uma estética simbolista e decadentista. Os temas prediletos do poeta foram o sonho, a fantasia, a loucura e o pessimismo, através dos quais exprimiu o seu olhar mórbido sobre o mundo, a sua indisfarçável desesperança diante da vida e o seu espírito anti-cartesiano, anti-científico e ateu.

Apesar disso, nos deixou essa belíssima poesia, onde reconhece-se pecador e canta o pedido de perdão ao Senhor.

Guia para a leitura das “Confissões” de santo Agostinho de Hipona: O problema do mal

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LIVRO 7:
EM BUSCA DA VERDADE (Segunda parte)

Segue um texto para auxiliar a compreensão desse capítulo.

 

O problema do mal em santo Agostinho

Umas das grandes dúvidas que Agostinho enfrenta em seu processo de conversão é sobre o mal. Enquanto maniqueísta, acreditava em duas divindades, uma boa (Deus), criadora do espírito, e outra má, algumas vezes chamada de Satanás, que criou a matéria. A matéria seria má, enquanto o espírito, bom. Mas a primeira dificuldade de compreensão que ele enfrentava era sobre a realidade espiritual, cuja existência ele não conseguia conceber.