Eu sou o Gato Maltês, um toque de Espanha e algo de francês. Nascido em Portugal e adoptado inglês.
terça-feira, janeiro 08, 2013
Godinho Lopes e Jesualdo Ferreira
quinta-feira, dezembro 20, 2012
Eduardo Barroso é o "tonto da aldeia"
quarta-feira, dezembro 19, 2012
SCP: a confusão institucionalizada
terça-feira, dezembro 18, 2012
Da veneração mediática por Jesualdo Ferreira
segunda-feira, dezembro 17, 2012
Franky Vercauteren, o "adjunto" de Jesualdo Ferreira
terça-feira, novembro 02, 2010
Jesualdo Ferreira
segunda-feira, maio 25, 2009
O "Polvo". Ou será o "Sistema"?
Por sua vez, Daúto Faquirá, que redigia relatórios sobre os jogadores que treinava posteriormente entregues ao FCP, exerceu a sua profissão no V. de Setúbal e Estrela da Amadora, clubes onde nos últimos anos militaram jogadores cedidos pelo FCP e/ou onde este clube efectuou várias contratações, algumas delas a preços de “saldo”.
Domingos Paciência, antigo jogador de referência e treinador das camadas jovens do FCP, treinou a Académica, clube onde têm actuado também alguns jogadores cedidos pelo FCP e onde este efectuou pelo menos uma contratação (Lino) que ninguém terá muito bem entendido. No próximo ano, Domingos Paciência será substituído no cargo de treinador da AAC (OAF) por Carlos Azenha, antigo adjunto de Jesualdo Ferreira no FCP (não sei se também no Sporting de Braga).
Alguém acharia estranho que o próximo destino de Domingos Paciência fosse o Sporting de Braga?
sábado, maio 09, 2009
Jesualdo Ferreira
Mas, sejamos claros: com 62 anos de idade, não tinha, antes de assumir o cargo que actualmente ocupa de treinador do FCP, sucessos que justificassem um curriculum brilhante, achievements dignos de qualquer relevância e registo. Parece-me pois excessivo, por se ir sagrar tri-campeão e ter levado aos ¼ de final da Champions League um clube onde até uns tais António Oliveira e Carlos Alberto Silva tiveram sucesso, que se faça dele o “it” de momento. Apenas um treinador indiscutivelmente competente, que finalmente conseguiu estar no lugar correcto à hora certa.
quarta-feira, abril 29, 2009
A humilhação pública de Jesualdo Ferreira
O presidente do FCP tem por política não admitir que alguém no clube possa, de algum modo, pelo seu curriculum e estatuto assumido consequência dos êxitos conquistados, ensombrar, por muito pouco que seja, o seu estatuto de “Papa” e o seu poder absoluto perante os accionistas e sócios, assim tornados súbditos. Está no seu direito, claro está, competindo apenas a esses mesmos accionistas e sócios decidirem da justeza dessa actuação. José Mourinho bem o percebeu e, como tem algum estofo e o estatuto de campeão europeu e o seu valor lhe abriam outros voos, perante as públicas investidas das sturmabteilung de Pinto da Costa bateu a porta com estrondo para que todos percebessem o que estava em causa.
Serve este intróito para realçar a patética actuação de Jesualdo Ferreira, quase pedindo de joelhos ao presidente do FCP para lhe renovar o contrato e, nas suas prestações públicas, assumindo a ideologia e a cultura do “patrão” como se tivesse por lá nascido e medrado. Isto enquanto Pinto da Costa resolve mostrar em público que (e Jesualdo me desculpe a analogia - "honni soit qui mal y pense") "traz o animal toureado".
Vejamos: Jesualdo não é um novato destas coisas; já ultrapassou os sessenta anos e ninguém contesta o seu saber e competência; possuí uma licenciatura por uma universidade prestigiada; ao longo da sua carreira por certo angariou pecúlio que lhe permita desafogada reforma e não lhe faltarão propostas, como treinador ou outras, para a complementar; nunca se lhe conhecera antes simpatia desportiva pelo FCP e pelo seu modus operandi. Pergunto, pois, porque se sujeitará a tal amesquinhamento, a tamanha humilhação?
Sou benfiquista e a saída de Jesualdo enfraquecerá o FCP, sendo esse o meu desiderato? Não será por aí: a questão FCP pouco tem a ver com quem ocasionalmente o treina; um tal Carlos Alberto Silva e um certo António Oliveira por lá foram campeões. Não gosto de ver alguém por cujo profissionalismo tenho (tinha?) alguma consideração se humilhe e rasteje (gostaria de acrescentar: sem necessidade, mas haverá alguma vez necessidade de tal coisa?) perante alguém que considero como exemplo do que de pior existe no Portugal do presente, a ele se sujeitando? Uma renúncia de Jesualdo Ferreira seria uma derrota de Pinto da Costa? Estas duas últimas interrogações afirmativas estarão mais perto da verdade, mas quantos milhões de portugueses comigo as não partilham?