Chefe de esquema de 'gatonet' é condenado após movimentar R$ 5 milhões por ano e comprar carros de luxo

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Chefe de esquema de 'gatonet' é condenado após movimentar R$ 5 milhões por ano e comprar carros de luxo

Autoridades fazem cerco à pirataria de serviços de TV
Soumith Soman/Pexels
Um homem apontado como líder de um esquema de “gatonet” e lavagem de dinheiro de 2017 a 2021 em Penápolis (SP) teve sua pena ampliada pela Justiça de São Paulo.
Em dezembro, ele tinha sido condenado a 6 anos e 8 meses de reclusão em regime semiaberto. Na última quarta-feira (21), a pena foi elevada a 7 anos e 6 meses de prisão em regime fechado. Ainda é possível recorrer da decisão.
Na sentença, a Justiça apontou que ele oferecia um serviço ilegal por meio do site Control IPTV, que permitia assinar pacotes com canais de TV, além de filmes e séries sob demanda, sem autorização dos detentores de direitos sobre os conteúdos.
O serviço ilegal se baseava no portal meupainel.me, uma espécie de central para gerenciar usuários e pagamentos de vários sites ilegais, incluindo Price IPTV, Tech Canais, LH Canais, DVConect, Plis Canais, Factory IPTV, IPTV Fast e Turbo TV.
💡 IPTV é a sigla em inglês para “televisão por protocolo de internet”, serviço em que o conteúdo é transmitido pela internet, em vez de antena ou cabo.
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O plano básico custava R$ 25 por mês para cada usuário, segundo denúncia da Alianza, associação de empresas contra pirataria audiovisual na América Latina.
A partir de ferramentas disponíveis na internet, a entidade estimou que a plataforma tenha alcançado cerca de 17 mil usuários únicos e, então, projetou o faturamento anual do esquema em R$ 5,2 milhões.
Com o dinheiro do “gatonet”, ele buscou ocultar R$ 13 milhões por meio de empresas de fachada, patrimônios em nomes de terceiros e milhares de transferências que buscavam dificultar o rastreamento do dinheiro, disse a Justiça.
Ele comprou bens de alto valor, incluindo um imóvel de R$ 1,1 milhão e quatro carros de luxo, sendo dois BMW, um Porsche e um Land Rover.
Um dos carros foi registrado em nome de um terceiro, que foi condenado a 4 anos de reclusão em regime semiaberto pelo crime de ocultação de bens e poderá recorrer. Outros três veículos foram registrados em nome de sua empresa de fachada.
A Justiça apontou que mais quatro homens participaram do esquema. Eles tinham sido condenados em dezembro, com penas de 5 anos e 9 meses de prisão em regime semiaberto para cada um e também poderão entrar com recurso.
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Cerco à pirataria
A investigação teve origem na segunda fase da Operação 404, que atua contra pirataria digital. A etapa, realizada em novembro de 2020, terminou com a prisão em flagrante do homem apontado como chefe do esquema, que foi liberado com o pagamento de fiança e retomou a operação ilegal.
Nos últimos anos, autoridades têm realizado operações para impedir esquemas de oferta ilegal de serviços piratas de TV por assinatura e outras plataformas protegidas por direitos autorais.
A Operação 404, que ganhou esse nome em referência ao erro que indica que o usuário acessou uma página não encontrada, existe desde 2019 sob coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
A oitava fase, realizada em novembro de 2025, bloqueou 535 sites e 1 aplicativo de streaming, além de cumprir 44 mandados de busca e apreensão, 4 ordens de prisão preventiva e 3 prisões em flagrante.
No mesmo mês, uma operação na Argentina derrubou 22 aplicativos ilegais usados em TV boxes, que também são conhecidos como aparelhos de IPTV e caixinhas de TV. Foi a segunda fase de uma operação que já tinha derrubado outros 14 serviços.
A investigação durou meses e encontrou escritórios que pareciam empresas legítimas, mas serviam como centrais da pirataria. Um deles tinha até mesmo um setor de Recursos Humanos para seus cerca de 100 funcionários.
No esquema criado na Argentina, cada usuários dos serviços pagava até US$ 5 por mês (R$ 27), o que contribuiu para um faturamento anual estimado em mais de US$ 150 milhões (R$ 800 milhões).
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Egito quer restringir acesso de crianças a redes sociais para combater 'caos digital'

Adolescente tem conta bloqueada para verificação de idade na Austrália
STR / AFP
O Egito vai discutir a adoção de restrições ao uso de redes sociais por crianças para combater o que parlamentares chamaram de “caos digital”, seguindo o exemplo de países ocidentais que avaliam proibir adolescentes mais jovens de usar essas plataformas.
O Parlamento egípcio informou em nota, divulgada no fim de domingo (25), que vai trabalhar em uma legislação para regulamentar o uso de redes sociais por crianças e “acabar com o caos digital que nossos filhos enfrentam, e que impacta negativamente o futuro deles”.
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Segundo o comunicado, os parlamentares vão consultar o governo e órgãos especializados para elaborar uma lei que vise “proteger as crianças egípcias de quaisquer riscos que ameacem seu pensamento e comportamento”.
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A nota foi divulgada após o presidente Abdel-Fattah el-Sissi ter defendido, no sábado (24), que o governo e o Parlamento considerem aprovar uma legislação que restrinja o uso de redes sociais por crianças “até que atinjam uma idade em que possam lidar com isso de forma adequada”.
Em discurso transmitido pela TV, o presidente citou outros países, como Austrália e Reino Unido, que estão elaborando leis para “restringir ou proibir” o uso de redes sociais por crianças.
Cerca de 50% das crianças com menos de 18 anos no Egito usam redes sociais, onde podem ficar expostas a conteúdos prejudiciais, cyberbullying e abusos, segundo um relatório de 2024 do Centro Nacional de Pesquisas Sociais e Criminológicas, um centro de estudos ligado ao governo.
Em dezembro, a Austrália se tornou o primeiro país a proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos. A medida gerou debates intensos sobre o uso da tecnologia, privacidade, segurança infantil e saúde mental, e levou outros países a avaliarem ações semelhantes.
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O governo britânico afirmou que vai considerar proibir adolescentes mais jovens de usar redes sociais, ao mesmo tempo em que endurece leis voltadas à proteção de crianças contra conteúdos nocivos e tempo excessivo de tela.
O presidente da França, Emmanuel Macron, pediu que seu governo acelere o processo legal para garantir que uma proibição de redes sociais para menores de 15 anos possa entrar em vigor já no início do próximo ano letivo, em setembro.

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Pesquisador diz ter encontrado 149 milhões de senhas expostas, incluindo contas de Gmail, Instagram e 'gov.br'

Pesquisador diz ter encontrado 149 milhões de senhas expostas na internet
Um pesquisador de cibersegurança da Ucrânia disse nesta sexta-feira (23) ter encontrado um banco de dados com 149 milhões de senhas expostas na internet.
A lista inclui dados de usuários do Gmail, do Facebook, do Instagram, do Yahoo, de serviços de streaming e também do “gov.br”, entre outros, segundo Jeremiah Fowler.
Ao detalhar o caso para o ExpressVPN, serviço de rede privada baseado nas Ilhas Virgens Britânicas, o pesquisador afirmou que o material tinha 96 GB de dados brutos, incluindo e-mails, nomes de usuários e senhas roubadas de vítimas ao redor do mundo.
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O g1 procurou as administradoras dos serviços citados. O Google disse estar ciente de “relatos sobre um conjunto de dados contendo uma variedade de credenciais, incluindo algumas do Gmail”.
A empresa afirmou que os dados são uma “compilação de credenciais coletadas de dispositivos pessoais por malware de terceiros” e “que foram agregadas ao longo do tempo” (veja mais abaixo as respostas das responsáveis pelas demais plataformas).
Uma afirmação semelhante foi feita por especialistas em 2025, diante de outro caso em que serviços do Google foram citados. Na época, o veículo de segurança cibernética Cybernews disse ter descoberto um conjunto de dados com 16 bilhões de senhas.
Mas outros pesquisadores questionaram o número tão alto. E disseram que, provavelmente, aquele banco não tinha dados novos ou nunca vistos, mas reunia os que foram sendo expostos ao longo do tempo. Isso levando em conta, principalmente, o número extremamente alto divulgado pela Cybernews, da ordem de bilhões.
Assim como o Google, o Ministério da Gestão negou nesta sexta qualquer registro de invasão ou vazamento na plataforma gov.br, e orientou usuários a não compartilharem suas senhas e a ativarem verificação em duas etapas, que aumenta a proteção.
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Sobre o caso desta sexta, Fowler não informou como encontrou o banco de dados nem onde ele estava hospedado. Ele disse que os dados foram reunidos com um “infostealer”, um tipo de programa criado para infectar máquinas de usuários e roubar informações pessoais.
E que não encontrou informações sobre quem criou a lista e que, por isso, alertou o provedor de hospedagem.
O provedor disse que o sistema era mantido por uma empresa subsidiária que operava de forma independente. Depois de um mês e várias tentativas, o banco de dados foi finalmente derrubado, e as senhas ficaram inacessíveis.
Plataformas afetadas
Ainda de acordo com o pesquisador, a lista de contas de e-mail expostas continha o seguinte volume de dados dessas plataformas:
Gmail, 48 milhões;
Yahoo, 4 milhões;
Outlook, 1,5 milhão;
iCloud, 900 mil;
E-mails com final “.edu”, 1,4 milhão.
Outros serviços incluem:
Facebook, 17 milhões;
Instagram, 6,5 milhões;
Netflix, 3,4 milhões;
TikTok, 780 mil;
Binance, 420 mil;
OnlyFans, 100 mil.
Ele não informou quantas senhas eram associadas a domínios “.gov”, usados por governos de vários países. Mas publicou um trecho do código que mostra um registro do “gov.br”, voltado para acessar plataformas de órgãos públicos brasileiros.
Fowler disse ainda ter encontrado um grande números de registros de serviços como Netflix, HBO Max, Disney Plus e Roblox, além de serviços financeiros, de criptomoedas e de corretoras de investimento.
“Não se sabe se o banco de dados foi usado para atividades criminosas, se as informações foram coletadas para fins legítimos de pesquisa, nem como ou por que o banco de dados foi divulgado publicamente”, disse o pesquisador.
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O que dizem as plataformas
O g1 procurou o governo federal e todas as plataformas citadas como vítimas de vazamento.
O Google disse que estava ciente “de relatos sobre um conjunto de dados contendo uma variedade de credenciais, incluindo algumas do Gmail”.
“Esses dados representam uma compilação de logins de ‘infostealer’ – credenciais coletadas de dispositivos pessoais por malware de terceiros – que foram agregadas ao longo do tempo”, diz a empresa.
“Monitoramos continuamente esse tipo de atividade externa e temos proteções automatizadas em vigor que bloqueiam contas e forçam a redefinição de senha quando identificamos credenciais expostas”, conclui a nota do Google.
A Apple, responsável pelo iCloud, afirmou que não comentaria o caso. As outras empresas não enviaram posicionamento até a última atualização desta reportagem.
Google
“Estamos cientes de relatos sobre um conjunto de dados contendo uma variedade de credenciais, incluindo algumas do Gmail. Esses dados representam uma compilação de logins de ‘infostealer’ – credenciais coletadas de dispositivos pessoais por malware de terceiros – que foram agregadas ao longo do tempo. Monitoramos continuamente esse tipo de atividade externa e temos proteções automatizadas em vigor que bloqueiam contas e forçam a redefinição de senha quando identificamos credenciais expostas.”
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informa que não há registros de invasões ou de vazamentos na plataforma GOV.BR. Trata-se de uma plataforma segura, robusta e que simplifica a vida dos cidadãos. Atualmente, o GOV.BR possui mais 172 milhões de usuários e possibilita o acesso a mais de 4.600 serviços públicos digitais federais e a outros mais de oito mil serviços de estados e municípios. A plataforma também possui diversas tecnologias e processos de monitoramento diários que permitem a segurança dos ambientes tecnológicos, garantindo a prestação dos serviços e a privacidade dos usuários.
Para evitar casos de roubo da identidade digital (os chamados golpes de engenharia social), o ministério orienta a todos os usuários para não compartilharem a sua senha, que é tão importante quanto uma senha bancária, e que subam o nível da sua conta no GOV.BR para Ouro, que utiliza biometria facial com base nos dados da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) e da Justiça Federal, dificultando a ação de golpistas. O MGI também recomenda que todos os usuários utilizem a ferramenta de Verificação em Duas Etapas, pois se trata de uma funcionalidade importante para evitar golpes de phishing, por exemplo. Outra solução de segurança é a gestão de dispositivos, que possibilita ao usuário identificar o local e o dispositivo utilizado para acessar a conta.
Caso exista a desconfiança de uma possível fraude, o ministério ressalta a importância do registro de um Boletim de Ocorrência para possibilitar a devida investigação policial. Cabe esclarecer que todas as informações de acessos e atendimentos são registradas na plataforma do governo federal. Esse registro facilita o trabalho das autoridades competentes, servindo como subsídio para as apurações policiais, por meio do compartilhamento do histórico de acessos à plataforma, permitindo a verificação da legitimidade das ações pelas partes envolvidas.
Por fim, os usuários podem utilizar os canais oficiais da pasta para sanar dúvidas sobre a conta no GOV.BR, como o gov.br/atendimento Também é possível ser atendido presencialmente pelo Balcão GOV.BR, os endereços das unidades estão disponíveis no gov.br/presencial
O bloqueio de tela é uma das medidas de segurança mais importantes em smartphones. Sem bloqueio, qualquer contato breve com o aparelho é suficiente para instalar um programa espião
Altieres Rohr/G1

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'Violada e em perigo': professora britânica acusa Grok, IA de Elon Musk, de 'sequestro digital' de sua imagem

Daisy Dixon
Reprodução/Instagram
Quando Daisy Dixon, professora da Universidade de Cardiff, no País de Gales, descobriu que imagens sexualizadas suas, de lingerie ou grávida, circulavam na rede social X, geradas pelo Grok, a ferramenta de IA da plataforma, sentiu-se “violada em sua intimidade”.
“É um sequestro digital do seu corpo”, uma “agressão” de uma “misoginia extrema”, disse à AFP a docente de filosofia, de 36 anos.
Ativa no X e no Instagram, onde faz divulgação filosófica entre outras atividades, Daisy Dixon descobriu, em dezembro, imagens suas geradas artificialmente no X. Alguns usuários haviam usado o Grok para manipulá-las a partir de poucas fotos que ela mesma havia publicado, nas quais aparecia com roupas esportivas.
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‘Fábrica de estupros’
As primeiras imagens criadas pela ferramenta de inteligência artificial da plataforma de Elon Musk eram relativamente inofensivas.
A manipulação se limitava a mudanças de penteado ou maquiagem, conta Daisy Dixon. Mas depois “realmente degeneraram”.
Em especial, alguns usuários pediram ao Grok que a mostrasse de calcinha fio-dental, que alargasse seus quadris ou que a colocasse em poses “mais vulgares”. O Grok obedecia e “gerava a imagem”, relata a professora.
Daisy Dixon podia ver tanto os pedidos quanto as imagens criadas aparecerem em sua conta no X – onde tem cerca de 34 mil seguidores -, já que o Grok as publica automaticamente na plataforma.
Um usuário chegou a pedir ao Grok que a retratasse em uma “fábrica de estupros”, segundo ela, embora, nesse caso extremo, a ferramenta não tenha gerado a imagem solicitada.
“Senti-me realmente violada na minha intimidade e também em perigo”, sublinha Daisy Dixon.
“Tive vontade de me esconder”, mas depois “a raiva substituiu o medo”.
Daisy Dixon afirma ter ficado particularmente impactada ao ver que o Grok atendeu ao pedido de um usuário para retratá-la grávida, de biquíni, com aliança no dedo.
Ao procurar apoio no X, não encontrou nenhum meio para denunciar a imagem.
O Reino Unido acaba de endurecer sua legislação contra esse tipo de prática, penalizando tanto a criação quanto a solicitação de imagens íntimas não consentidas.
Milhões de imagens
Segundo um estudo publicado nesta quinta-feira pelo Center for Countering Digital Hate, ONG que frequentemente denuncia práticas do X, o Grok gerou cerca de três milhões de imagens sexualizadas de mulheres e crianças em apenas 11 dias, a uma média de 190 imagens por minuto.
Em um relatório publicado neste mês, Paul Bouchaud, pesquisador da ONG parisiense AI Forensics, aponta que, de 20 mil imagens geradas pelo Grok, mais da metade mostrava pessoas “pouco vestidas”, quase todas mulheres.
Grok, inteligência artificial criada por Elon Musk
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
Diante da indignação provocada pela proliferação desse tipo de conteúdo, alguns países anunciaram neste mês o bloqueio total do Grok.
A plataforma X recuou e anunciou, em meados de janeiro, uma limitação de sua ferramenta de IA nos países onde a criação desse tipo de imagem é ilegal, embora ainda não esteja claro em quais lugares essa restrição está em vigor.
Daisy Dixon afirma estar “em geral, satisfeita com os avanços obtidos”, mas considera que “isso nunca deveria ter acontecido”.
Paul Bouchaud ressalta que o Grok também dispõe de um site e de um aplicativo capazes de gerar imagens de nudez, com opção de compartilhamento.

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Anunciado pelo governo, fim do roaming no Mercosul ainda depende de questões operacionais, diz Anatel

Publicação do governo federal anuncia fim do roaming no Mercosul, mas medida ainda depende de questões operacionais, segundo a Anatel
Reprodução/Instagram @govbr
O governo federal anunciou nas redes sociais, na última quarta-feira (21), que o roaming entre o Brasil e os países do Mercosul deixou de ser cobrado desde 2 de dezembro de 2025.
Mas o fim da cobrança entre o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai ainda depende de questões operacionais, afirmou a Anatel. Não há prazo definido para que isso aconteça.
☎️O “roaming” internacional é uma cobrança específica que acontece quando uma pessoa utiliza serviços móveis, como dados ou telefonia, fora da área de cobertura da operadora.
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A publicação original do governo federal, postada na manhã de quarta, diz que “o fim da cobrança de roaming está valendo desde 2 de dezembro de 2025 entre os países do Mercosul”.
Questionada pelo g1, a Anatel afirmou que a medida está vigente, mas ainda não é operacional. “Agora, os órgãos reguladores dos países do bloco deverão estabelecer as regras para que o acordo seja operacionalizado”, disse a agência.
“Então, os cidadãos do Mercosul só irão usufruir do uso do seu celular, nos países do bloco, como se estivem em seu próprio país, quando os órgãos reguladores estabelecerem entre si os detalhes desta operacionalização, ainda sem prazo definido”, acrescentou a Anatel.
Após o esclarecimento da Anatel, o g1 entrou em contato com a Secretaria de Comunicação do governo federal e aguarda resposta.
Post original ainda está no ar
O post original continua no ar nos perfis oficiais do governo (@govbr) no Instagram, X e Facebook na tarde desta sexta-feira (23). No Instagram, ele teve mais de 93 mil curtidas e 2.300 comentários até o momento.
O post diz que agora, “o usuário pode usar o celular fora do Brasil como se estivesse em casa”, com funcionamento normal de internet, ligações dentro do plano escolhido e SMS sem custo extra.
“Sem taxas surpresa, sem chip novo, sem dor de cabeça. Viajar agora é se conectar sem pagar a mais”, afirma a publicação.
Na manhã de quinta (22), o governo federal acrescentou um comentário na mesma postagem afirmando que “o acordo pra acabar com o roaming no Mercosul está em vigor desde 18/12/25” (…) “mas para ele entrar em operação ainda é preciso que órgãos reguladores dos países do bloco estabeleçam regras”. A legenda original não foi editada.
Comentário em publicação do governo federal diz que fim do roaming no Mercosul depende de regras operacionais
Reprodução/Instagram @govbr
Brasil aprovou medida em 2025
A medida havia sido aprovada em agosto de 2025 pelo Senado e confirmada, por decreto presidencial, em dezembro. Ela é recíproca e valerá também para argentinos, uruguaios e paraguaios que estiverem no Brasil.
A Bolívia, que também faz parte do Mercosul, não está contemplada no acordo. O país só se tornou membro pleno em 2024 e ainda tem quatro anos para se adaptar às regras do bloco sul-americano.
Com a mudança, as empresas deverão cobrar do usuário em visita a um país do bloco os mesmos preços dos serviços móveis pagos no país de origem.
O decreto que põe fim à cobrança é fruto de um acordo feito em 2019, durante a Cúpula do bloco econômico, em Santa Fé, na Argentina.
Desde 2023, o Brasil também possui um acordo de não cobrança de roaming, esse plenamente em vigor, com outro país da América do Sul: o Chile.
Pessoa usa celular
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Grok, IA de Elon Musk, criou 3 milhões de imagens sexualizadas de mulheres e menores, aponta investigação

Ferramenta gratuita da rede social X tem sido usada para criar imagens íntimas falsas
O chatbot Grok, da empresa xAI de Elon Musk, gerou cerca de três milhões de imagens sexualizadas de mulheres e menores em alguns dias, estimam pesquisadores, que revelaram nesta quinta-feira (22) a magnitude do conteúdo explícito que causou indignação mundial.
Integrado à rede social X, o Grok permitiu que os usuários modificassem fotos reais de pessoas com instruções simples como “vista-a com um biquíni” ou “tire a roupa dela”.
Uma enxurrada de imagens falsas hiper-realistas, conhecidas como ‘deepfakes’, inundou a internet, o que levou vários países a proibirem o Grok e despertou a fúria dos órgãos reguladores e das vítimas.
‘Sentimento horrível. Me sinto suja’, diz brasileira vítima de foto editada de biquíni pelo Grok, IA de Musk
Foi vítima da “trend do biquini” no X? Veja o que fazer
“Estima-se que a ferramenta de IA Grok tenha gerado cerca de três milhões de imagens sexualizadas, incluindo 23 mil que parecem representar menores, após o lançamento no X de uma nova função de edição de imagens”, disse o Centro de Combate ao Ódio Digital, um observatório que investiga os efeitos nocivos da desinformação na internet.
A ferramenta criou esse volume de imagens em um período de 11 dias, ou seja, uma média de 190 por minuto, segundo o relatório, que não especifica quantas foram criadas sem o consentimento das pessoas.
“Os dados são claros: o Grok de Elon Musk é uma fábrica para a produção de material de abuso sexual”, disse Imran Ahmed, diretor-executivo do Centro de Combate ao Ódio Digital.
Também foram identificadas imagens sexualizadas da atriz Selena Gomez e das cantoras Taylor Swift e Nicki Minaj, assim como de figuras políticas como a vice-primeira-ministra sueca, Ebba Busch, e a ex-vice-presidente dos Estados Unidos Kamala Harris.
Grok, inteligência artificial criada por Elon Musk
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
Não houve comentários imediatos por parte do X sobre as conclusões. Ao ser contatada pela AFP por e-mail, a xAI respondeu com uma breve mensagem automatizada: “Mentiras da mídia tradicional”.
Na semana passada, o X anunciou que bloqueará a capacidade de criar esse tipo de imagens para todos os usuários no Grok e na rede social, nas jurisdições onde essas ações sejam ilegais.
Países como Filipinas, Malásia e Indonésia proibiram essa ferramenta de IA, enquanto o Reino Unido e a França mantêm pressão sobre a empresa.
O procurador-geral da Califórnia iniciou um inquérito sobre a xAI por material sexualmente explícito, e vários países abriram suas próprias investigações.
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Hackers usam IA para criar vírus capaz de invadir sistemas de empresas, alertam pesquisadores

A escolha das senhas é um passo importante para dificultar o surgimento de problemas no mundo digital.
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A inteligência artificial já é usada em quase todas as etapas de criação de vírus para ataques cibernéticos.
Em um caso identificado pela empresa de cibersegurança Check Point Software, a IA permitiu criar um vírus capaz de atacar sistemas de empresas e governos.
Batizado por seus criadores de VoidLink, ele alcançou um estágio funcional em menos de uma semana com ajuda da tecnologia, segundo a análise de pesquisadores.
Não foram encontradas evidências de infecções no mundo real, mas a avaliação é de que o vírus pode ser vendido como um produto ou usado sobre alvos específicos.
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Ainda de acordo com a Check Point Software, o VoidLink é projetado para se infiltrar em sistemas de computação em nuvem baseados no sistema operacional Linux, rival do Windows.
💡 Computação em nuvem é uma alternativa a equipamentos próprios. Informações na “nuvem” estão, na verdade, em centros de dados de outras empresas.
O código indica que o programa é capaz de reconhecer ambientes e se adequar ao contexto. A ideia é expandir ao máximo suas funções e sua capacidade de passar despercebido por ferramentas de proteção.
Durante a pesquisa, foram identificados recursos que permitem roubar senhas e apagar rastros em sistemas de nuvem.
Os indícios do desenvolvimento com inteligência artificial incluem a rapidez com que o código-fonte do vírus cresceu entre a data da sua identificação e a publicação de uma atualização em um site de cibersegurança.
Segundo pesquisadores, o programa malicioso acumulou mais de 88 mil linhas de código em apenas sete dias, o que, antes, levaria meses.
Além disso, o foram identificados arquivos de código detalhados e com formatação consistente, características típicas de grandes modelos de linguagem.
O VoidLink tinha em sua primeira versão elementos que mostravam um trabalho em andamento. A IDA ajudou a acelerar o desenvolvimento e tornar o código mais sofisticado, avaliaram os pesquisadores.
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Orelhão foi criado por arquiteta chinesa que cresceu no Brasil e virou símbolo nacional; veja a história do telefone público

Fim do orelhão: Anatel começa retirada definitiva no Brasil
O orelhão, telefone público que está com os dias contados, faz parte das ruas brasileiras há décadas e se tornou um símbolo nacional. O aparelho perdeu espaço com a popularização do celular, mas já foi essencial para milhões de pessoas.
A história do orelhão começa em 1971 com um projeto de Chu Ming Silveira, arquiteta que nasceu na China e cresceu no Brasil.
Inicialmente, o telefone funcionava com fichas telefônicas, moedas que, mais tarde, foram substituídas por cartões. A alternativa são as chamadas “a cobrar”, que descontam o valor de quem recebe as ligações.
Os orelhões eram usados com muita frequência até o começo dos anos 2000, quando boa parte da população não tinha telefone em casa. A cabine funcionava como um meio rápido de comunicação.
A partir deste mês de janeiro, os orelhões começarão a ser retirados das ruas. Hoje, há cerca de 38 mil desses aparelhos nas ruas brasileiras, segundo Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Confira mais abaixo quantos orelhões ainda existem na sua cidade.
Orelhão no cartaz de ‘O Agente Secreto’
Divulgação
👂O orelhão
O orelhão foi criado em em 1971 pela arquiteta sino-brasileira Chu Ming Silveira. Ela trabalhava no Departamento de Projetos da Companhia Telefônica Brasileira (CTB) quando elaborou o aparelho, segundo o site dedicado à memória da arquiteta.
Nascida em Xangai em 1941, Chu Ming veio ao Brasil com a família quando ainda era criança, segundo relato de seu filho Alan Chu à BBC. Depois, se formou como arquiteta em São Paulo e foi trabalhar na CTB, onde desenvolveria o projeto.
A cabine foi lançada no Rio de Janeiro e em São Paulo em janeiro de 1972. Em formato de ovo, ela oferecia abrigo para o sol e a chuva.
Além disso, havia uma justificativa funcional: a qualidade acústica. O som entrava na cabine e era projetado para fora, diminuindo o ruído na ligação e protegendo quem falava do barulho externo.
Cidades do interior de SP possuem mais de 550 orelhões ativos Bauru SP
Acervo de Chu Ming Silveira/reprodução
O orelhão se espalhou pelas ruas do Brasil ao longo dos anos 1970 e ganhou o apelido pelo qual ficou conhecido.
“Foi algo inovador nesse sentido, porque era um projeto nacional. Foi projetado para o nosso país, para o nosso clima”, disse Alan Chu à BBC.
Cabines telefônicas existiam em outros países, mas a criação da arquiteta, se tornou icônica pelo seu design e acabou reproduzido em outros países como Peru, Angola, Moçambique e China.
Histórico da quantidade de orelhões no Brasil
☎️ Estrela em ‘O Agente Secreto’
Chu Ming Silveira morreu em 1997, mas sua obra continuou prestigiada como símbolo nacional.
Recentemente, a cabine telefônica voltou a ganhar evidência entre as gerações mais jovens ao aparecer no cartaz do filme “O Agente Secreto”, vencedor do Globo de Ouro e indicado pelo Brasil ao Oscar 2026.
Na imagem, Marcelo, personagem vivido por Wagner Moura, surge dentro da cabine oval segurando um telefone público.
Desativação
Quase indispensáveis no passado, os orelhões se tornaram praticamente obsoletos com a popularização do celularr. A retirada começa agora porque, no ano passado, acabaram as concessões do serviço de telefonia fixa das cinco empresas responsáveis pelos aparelhos.
📞 Com o fim dos contratos, Algar, Claro, Oi, Sercomtel e Telefonica deixam de ter a obrigação legal de manter a infraestrutura de telefones públicos.
A extinção dos aparelhos não será imediata. Em janeiro, começa a remoção em massa de carcaças e aparelhos desativados. Os orelhões só devem ser mantidos em cidades onde não há rede de celular disponível, e somente até 2028.
O processo de retirada já vinha ocorrendo nos últimos anos. Dados da Anatel mostram que, em 2020, o Brasil tinha ainda cerca de 202 mil orelhões nas ruas.
Dados disponibilizados pela agência mostram que mais de 33 mil orelhões estão ativos, enquanto cerca de 4 mil estão em manutenção.
Veja no mapa abaixo quantos orelhões estão ativos nos municípios:
Quantos orelhões existem em sua cidade?

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Gladys West, matemática considerada 'mãe do GPS', morre aos 95 anos, diz site

Gladys West, matemática e pioneira do GPS
US Air Force/Domínio Público
A matemática norte-americana Gladys West, considerada a “mãe do GPS”, morreu aos 95 anos no último domingo (17).
A informação foi confirmada pela família em uma publicação na rede social X, segundo o site especializado Engadget. A causa não foi informada.
A Virginia State University, onde West estudou, e o escritor M.H. Jackson, coautor de sua biografia, lamentaram a morte da matemática.
“Lamentamos profundamente o falecimento da Dra. Gladys West, ex-aluna da VSU, uma pioneira cuja genialidade ajudou a moldar a tecnologia GPS moderna. Seu legado de excelência, inovação e serviço inspirará para sempre”, escreveu a universidade.
Veja os vídeos que estão em alta no g1:
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“Meu coração está pesado”, escreveu M.H. Jackson, coautor da autobiografia de West, “It Began with a Dream” (“Começou com um sonho”, sem tradução para o português).
“Viramos grandes amigos, e a família dela se tornou a minha família. Se você não conhece essa figura, descubra seu incrível legado e história de vida. Uma mulher humilde, erudita, mãe e dedicada à família que ajudou a mudar o mundo”, completou.
Segundo a publicação da família, Gladys West estava acompanhada de parentes e amigos no momento da morte.
Pioneira do GPS
Gladys West nasceu em Sutherland, no estado da Virgínia, em 27 de outubro de 1930. Segundo o governo dos Estados Unidos, a mãe dela trabalhava em uma fábrica de tabaco, e o pai, na ferrovia.
De acordo com um perfil publicado pelo governo dos Estados Unidos, West passou grande parte da infância trabalhando na fazenda da família, mas sonhava em se tornar cientista.
Com muito estudo, conseguiu uma bolsa de estudos integral para o Virginia State College, uma universidade pública historicamente negra.
West se formou em matemática em 1952 e concluiu o mestrado na área em 1955, pouco antes de iniciar o trabalho na Marinha dos Estados Unidos.
A Marinha contratou West em 1956 para trabalhar com programação de computadores no Campo de Provas Navais, em Dahlgren, na Virgínia.
Segundo o governo americano, Gladys West integrou um pequeno grupo de mulheres que atuava com computação para os militares durante o início da Guerra Fria. O trabalho ajudou a desenvolver a base do Sistema de Posicionamento Global (GPS).
No início dos anos 1960, ela participou de um premiado estudo astronômico que comprovou a regularidade do movimento de Plutão em relação a Netuno.
Depois, a partir da década de 1970, a matemática usou algoritmos complexos para calcular variações nas forças gravitacionais, nas marés e em outros fatores que afetam a forma da Terra.
Ela programou o computador IBM 7030 para gerar cálculos cada vez mais precisos sobre o formato do planeta. Esse modelo serviu de base para a órbita do GPS usada por satélites.
Em entrevista à agência Associated Press, em 2018, a pioneira admitiu que, na época em que trabalhou com os cálculos que ajudariam a criar o sistema do GPS, não tinha ideia do tamanho da importância que a tecnologia ganharia para a sociedade.
“Quando você está trabalhando todos os dias, não fica pensando: ‘que impacto isto vai ter no mundo?’. Você pensa: ‘preciso fazer isto direito'”, disse ela à AP.

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Trend '2026 é o novo 2016' viraliza nas redes sociais e resgata nostalgia de 10 anos atrás; veja famosos que aderiram

Famosos entram na trend 2026 é o novo 2016 nas redes (Kylie Jenner, Vi Tube e Jade Picon).
Reprodução/Instagram
Uma trend cheia de nostalgia está viralizando nas redes sociais entre famosos e anônimos ao redor do mundo. Com o lema “2026 é o novo 2016”, usuários têm compartilhado fotos de como eram e o que faziam há dez anos — e sim, já faz todo esse tempo desde 2016.
A tendência começou a ganhar espaço no fim de dezembro de 2025, impulsionada pelo clima de virada de ano, e explodiu nas últimas semanas.
No TikTok, os números mostram bem esse salto: só no último mês, usuários brasileiros fizeram 25 mil postagens com a hashtag #2016, o que representa quase 85% de todo o uso da tag nos quatro meses anteriores, segundo a TikTok Creative Center, plataforma que monitora tendências da rede.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Os dados mostram um aumento expressivo na popularidade da hashtag, medida em uma escala de 0 a 100, a partir do fim de dezembro, em relação ao histórico de uso na plataforma (veja abaixo).
Crescimento da popularidade da #2016 no TikTok nos últimos 3 meses
Reprodução/Creative Center
E a tendência não ficou só no Brasil. A #2016 também registrou crescimento em países como Estados Unidos, Canadá, Argentina e Itália, indicando uma tendência global.
‘Eu fui, eu tava’
Além de revisitar o próprio estilo e aparência, muitos usuários usam a trend para relembrar costumes da época, como o auge de redes sociais como Tumblr e Snapchat, fotos mais espontâneas no Instagram e modas que marcaram a década de 2010.
Celebridades também embarcaram na onda e ajudaram a impulsionar o alcance da trend. Viih Tube, por exemplo, somou mais de 600 mil curtidas em um post relembrando 2016. Maisa, que tinha 14 anos na época, ultrapassou 1 milhão de curtidas.
Entre os nomes internacionais, Dua Lipa comentou o resgate do passado em uma legenda que viralizou — “Wow, these 2016 memories are making me wanna unarchive everything” (“Uau, essas memórias de 2016 estão me dando vontade de desarquivar tudo”).
Kylie Jenner e Hailey Bieber também entraram na trend e compartilharam imagens antigas com a legenda “You just had to be there” (“Você tinha que estar lá”).
Nos comentários, usuários compartilharam sentimentos semelhantes, com frases como “Como eu amava esse tempo, ninguém era triste”, “Eu era feliz e não sabia 🥹” e “Eu fui, eu tava”, reforçando o clima coletivo de nostalgia.
Veja abaixo.
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