Ir para o conteúdo

Ticketmaster

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ticketmaster Entertainment, LLC
Image
Subsidiária
AtividadeEntretenimento
Fundação2 de outubro de 1976 (1976-10-02), em Phoenix, Arizona, Estados Unidos
Fundador(es)
Albert Leffler
SedeBeverly Hills, Califórnia, Estados Unidos
Área(s) servida(s)Image Mundo
Pessoas-chave
Michael Rapino (CEO)
Empregados6.678
Produtos
Tecnologia para venda de ingressos
Empresa-mãeLive Nation Entertainment (desde 2010)
ReceitaUS$ 23,16 bilhões (2024)
Websiteticketmaster.com

Ticketmaster Entertainment, LLC é uma empresa americana de venda e distribuição de ingressos, com sede em Beverly Hills, na Califórnia, e operações em muitos países. Em 2010, fundiu-se com a promotora de eventos e concertos Live Nation, formando a Live Nation Entertainment.[1] As duas marcas continuaram a operar como subsidiárias da Live Nation Entertainment.

A venda de ingressos da empresa é processada digitalmente ou por meio de seus dois principais centros de processamento, em Charleston, na Virgínia Ocidental, e Pharr, no Texas, atendendo aos mercados primário e secundário. Entre os clientes da Ticketmaster estão casas de espetáculos, artistas e promotores. Os clientes controlam seus eventos e definem o preço dos ingressos, que a Ticketmaster vende conforme são disponibilizados. A empresa também possui e opera o TicketWeb, site de venda de ingressos voltado para casas de espetáculos independentes.

A Ticketmaster é alvo de controvérsias e processos judiciais que alegam violações de diferentes leis. A plataforma cobra taxas sobre ingressos comprados e revendidos por seu sistema. Essas cobranças podem corresponder a uma parcela elevada do custo total do ingresso e já foram examinadas por órgãos reguladores, consumidores e músicos. A empresa também foi investigada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos por retaliar casas de espetáculos que contrariavam o acordo judicial de dez anos firmado em 2010 como condição para a fusão com a Live Nation. As regras desse acordo foram prorrogadas por mais cinco anos, de 2020 a 2025.

Após as críticas à condução da pré-venda da The Eras Tour, de Taylor Swift, em novembro de 2022, o Departamento de Justiça abriu uma investigação formal sobre a Live Nation Entertainment por possíveis violações relacionadas a monopólio, direito da concorrência e direito do consumidor. A Comissão do Senado dos Estados Unidos sobre o Judiciário examinou a fusão em uma audiência realizada em janeiro de 2023. Em 23 de maio de 2024, o Departamento de Justiça e uma coalizão de 29 estados abriram formalmente um processo antitruste contra a Live Nation e a Ticketmaster.[2] Outros dez estados aderiram ao processo, elevando para 40 o número de copautores da ação.[3] Em abril de 2026, um júri concluiu que a Live Nation Entertainment, controladora da Ticketmaster, mantinha um monopólio ilegal em violação às leis antitruste federais e estaduais, o que permitiu à Ticketmaster cobrar preços excessivos pelos ingressos.[4]

História

[editar | editar código]

A Ticketmaster foi fundada em Phoenix, no Arizona, em 1976,[5] pelos funcionários universitários Peter Gadwa e Albert Leffler, por Gordon Gunn III e pelo empresário Jerry Nelson.[6][7] No início, a empresa licenciava programas de computador e vendia equipamentos para sistemas de bilheteria. O primeiro concerto para o qual vendeu ingressos foi uma apresentação da Electric Light Orchestra na Universidade do Novo México.[7][8]

Em 1982, Fred Rosen foi nomeado diretor executivo da Ticketmaster e transferiu a empresa para Los Angeles, aproximando-a do setor de entretenimento ao vivo. A mudança facilitou a assinatura de contratos com casas de espetáculos conhecidas, entre elas o Los Angeles Forum. Rosen atraiu investimentos para a empresa e conduziu a transição para a venda computadorizada de ingressos.[9] Em 1985, a Ticketmaster já operava nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa.[7] Sob Rosen, entrou também no setor editorial, criou uma agência de viagens e adquiriu a concorrente Ticketron em 1991, tornando-se líder do mercado.[9][10]

Em novembro de 1993, o cofundador da Microsoft, Paul Allen, adquiriu uma participação de 80% na Ticketmaster por mais de US$ 325 milhões.[11][9]

Anos sob a InterActiveCorp

[editar | editar código]

Em 1998, a USA Networks Inc., posteriormente chamada InterActiveCorp ou IAC, comprou uma participação majoritária na Ticketmaster.[12] No mesmo ano, a empresa se fundiu com a CitySearch e passou a se chamar Ticketmaster Online-CitySearch.[13] Em maio de 2000, a Ticketmaster Online-CitySearch adquiriu a TicketWeb Inc., que vendia ingressos pela internet e por telefone.[14] Em 2003, a IAC recomprou as ações restantes da Ticketmaster que havia vendido anteriormente.[15]

Em setembro de 2006, Sean Moriarty, presidente da Ticketmaster, afirmou à NPR que a empresa havia feito lobby em estados americanos pela aprovação de leis que limitassem o mercado de revenda de ingressos a empresas autorizadas. Economistas temiam que essas leis prejudicassem a concorrência, enquanto Moriarty defendia a necessidade de reduzir a atividade de cambistas desonestos e a circulação de ingressos falsificados.[16]

Em janeiro de 2008, a Ticketmaster adquiriu a Paciolan Inc., desenvolvedora de aplicativos e sistemas hospedados para venda de ingressos, após uma disputa judicial sobre uma possível violação das leis antitruste.[17] Ainda naquele mês, adquiriu o mercado britânico de revenda de ingressos Getmein.com.[18] Também em janeiro, comprou a TicketsNow, revendedora de ingressos nos Estados Unidos, por US$ 265 milhões.[19]

A IAC separou a Ticketmaster como empresa independente durante o verão de 2008.[20] Ainda naquele ano, a Ticketmaster adquiriu a Front Line Management, empresa de gerenciamento de artistas que trabalhava com nomes como Aerosmith, Christina Aguilera e Jimmy Buffett.[21] Irving Azoff, diretor executivo da Front Line, tornou-se diretor executivo da nova companhia, que recebeu o nome Ticketmaster Entertainment.[22]

Fusão com a Live Nation

[editar | editar código]

Em fevereiro de 2009, a Ticketmaster fechou um acordo de fusão com a promotora de eventos Live Nation, criando a Live Nation Entertainment.[23] O Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou o negócio em janeiro de 2010 sob a condição de que a empresa vendesse a Paciolan para a Comcast Spectacor ou outra companhia e licenciasse seu software para a Anschutz Entertainment Group (AEG), sua maior concorrente.[24] A nova empresa também ficou sujeita, durante dez anos, a regras que a impediam de retaliar casas de espetáculos que trabalhassem com empresas concorrentes de venda de ingressos.[24] Quando o Departamento de Justiça preparou uma ação judicial em 2020 por seis violações dessas regras, a Live Nation aceitou um acordo que as prorrogou por mais cinco anos, até 2025.[25] Michael Rapino, diretor executivo da Live Nation, tornou-se diretor executivo da empresa resultante da fusão.[26]

Um ano depois da fusão, a Live Nation encerrou por acordo uma ação coletiva anterior contra a Ticketmaster que acusava a empresa de induzir os autores ao erro na forma como apresentava suas taxas de entrega e processamento.[27]

Crescimento e aquisições

[editar | editar código]

Em 2015, a Ticketmaster adquiriu a Front Gate Tickets, serviço de venda de ingressos para festivais de música que atendia eventos como Lollapalooza e Austin City Limits Music Festival.[28] No mesmo ano, comprou a Universe, uma plataforma que permitia aos próprios organizadores administrar a venda de ingressos,[28] e a Two Toasters, desenvolvedora de aplicativos móveis.[29] Em 2017, a TicketWeb, plataforma de autosserviço da Ticketmaster, adquiriu a Strobe Labs, uma plataforma de marketing que permitia aos usuários divulgar eventos a fãs por meio das redes sociais.[30] Em 2018, a Ticketmaster adquiriu a UPGRADED, empresa que convertia ingressos físicos em digitais utilizando blockchain.[31] Em 2020, comprou a Tixcraft, de Taiwan, cujo nome em chinês é 拓元售票, como parte de sua entrada no mercado asiático.[32]

Produtos e serviços

[editar | editar código]
Image
Ingresso impresso da Ticketmaster

A Ticketmaster vende os ingressos disponibilizados por seus clientes.[33] Em 2009, lançou um sistema de ingressos digitais que exigia que os clientes comprovassem sua identidade antes da compra. A empresa acreditava que o sistema ajudaria a contornar corretores e cambistas de ingressos.[34]

Em 2016, a Ticketmaster divulgou uma declaração favorável à Better Online Ticket Sales Act, ou BOTS Act, lei que proibiu o uso de robôs para comprar grandes quantidades de ingressos pela internet e revendê-los por preços inflacionados.[35] No ano seguinte, a empresa processou a corretora Prestige Entertainment depois que ela utilizou robôs para comprar mais de 30.000 ingressos para o musical da Broadway Hamilton.[36]

A empresa informou ter vendido quase 500 milhões de ingressos para 400.000 eventos em 2018.[37]

Em novembro de 2020, a Ticketmaster anunciou que verificaria a situação de vacinação contra a COVID-19 dos compradores antes de emitir ingressos para a retomada dos eventos presenciais em 2021. Fãs que não conseguissem comprovar a vacinação ou tivessem resultado positivo para COVID-19 teriam a entrada negada.[38]

O valor nominal dos ingressos vendidos pela Ticketmaster é determinado pelo artista ou pelo cliente da empresa.[39] Além do valor nominal, a casa de espetáculos e a Ticketmaster acrescentam cobranças destinadas a remunerar seus serviços.[40]

Entre as cobranças tradicionalmente acrescentadas ao valor nominal estão:[41][42][43]

  • Taxa da casa de espetáculos - cobrança acrescentada pelo local do evento.
  • Taxa de entrega - cobrança que varia conforme o método de entrega do ingresso e inclui taxas de processamento de cartão de crédito.
  • Taxa de serviço - soma de cobranças estabelecidas com base no "acordo com cada cliente (artistas)" e da taxa de processamento do pedido. A Ticketmaster "pode obter lucro com a taxa de processamento do pedido".[43]

O Los Angeles Times explicou que a "taxa de serviço" é deliberadamente mantida separada do preço anunciado por duas razões, para fazer com que o preço-base pareça mais acessível e para criar a impressão de que somente a Ticketmaster fica com a taxa.[44] Na prática, a Ticketmaster é paga para absorver parte da irritação dos consumidores com cobranças adicionais pouco transparentes, enquanto uma parcela dessas taxas retorna ao artista ou à casa de espetáculos.[44] Esse arranjo tornou-se mais atraente para artistas que buscavam aumentar a receita sem receber diretamente a reação negativa dos fãs. Com a queda nas vendas de álbuns após 2000, cerca de 95% da renda dos artistas na década de 2020 vinha de turnês de concertos.[45]

O valor das taxas varia conforme o evento, a casa de espetáculos, os métodos de entrega disponíveis e as preferências do artista.[39] Economistas e grupos ativistas atribuíram os altos preços dos ingressos à falta de concorrência no setor musical.[40][46]

Em 2013, a jam band The String Cheese Incident deu dinheiro aos fãs para que comprassem 400 ingressos de uma de suas apresentações e depois os revendessem no site do próprio grupo com taxas menores. A banda afirmou que protestava contra as cobranças da Ticketmaster, enquanto a empresa respondeu que o grupo estava retirando receita das casas de espetáculos e dos promotores.[42][47]

Em 2016, a revenda de ingressos era a área de crescimento mais rápido da Ticketmaster.[48]

Em 2022, a Ticketmaster fazia testes com um sistema de preços dinâmicos baseado na demanda, no qual o preço dos ingressos variava conforme a procura. O sistema foi apresentado como uma forma de destinar aos artistas uma parcela maior da receita que, de outra forma, iria para a revenda.[49] Em maio de 2025, a Ticketmaster anunciou que passaria a mostrar, antes do pagamento, o valor total que os compradores pagariam pelos ingressos, incluindo as taxas. A empresa chamou a iniciativa de "All In Prices" e a apresentou como parte de sua adequação à proibição de taxas ocultas pela Comissão Federal do Comércio, que entrou em vigor em 12 de maio de 2025.[50]

Críticas e controvérsias

[editar | editar código]

Alegações de práticas anticompetitivas

[editar | editar código]
Image
Participação de mercado das empresas de venda de ingressos

Em maio de 1994, a banda de grunge Pearl Jam apresentou uma queixa ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos, afirmando que a Ticketmaster havia impedido o grupo de contratar casas de espetáculos durante uma disputa sobre taxas.[51] A investigação foi encerrada sem medidas em 1995, embora o Departamento de Justiça tenha informado que continuaria acompanhando os acontecimentos no setor de ingressos.[52][53] O jornalista Chuck Philips, que acompanhou o caso,[54][55][51][56] recebeu de pessoas próximas à investigação a informação de que ela havia sido encerrada por uma combinação de falta de recursos, dificuldade do caso e perspectivas incertas de sucesso.[52]

Em uma reportagem da CBC News de 2009, a Ticketmaster defendeu mudanças na legislação de Ontário para proteger fãs de cambistas e corretores de ingressos não autorizados. A empresa afirmou: "Você e eu sabemos que existe uma próspera indústria de corretores de ingressos [...] então a lei é, na verdade, uma ficção. [...] Acreditamos firmemente que a lei precisa ser modernizada para refletir a realidade do comércio pela internet. Ao manter um limite de preço, você está apenas empurrando o negócio [de revenda] para as sombras."[57]

No mesmo ano, Bruce Springsteen reclamou de um conflito de interesses entre a Ticketmaster e a TicketsNow depois que fãs foram direcionados para a TicketsNow assim que os ingressos de seu concerto se esgotaram no Ticketmaster.com. Irving Azoff, então diretor executivo da Ticketmaster, pediu desculpas e afirmou que o link da TicketsNow deixaria de ser exibido nas vendas para concertos de Springsteen.[58][59]

Em 2018, o Departamento de Justiça começou a examinar queixas da AEG que acusavam a empresa de práticas anticompetitivas. Até abril de 2018, o órgão não havia comentado publicamente a investigação.[60]

Em 2020, o Departamento de Justiça multou a Ticketmaster em US$ 3 milhões por descumprir o acordo judicial resultante da fusão com a Live Nation. O acordo foi prorrogado até 2025 e passou a prever uma multa de US$ 1 milhão por qualquer nova violação.[25]

Em 23 de maio de 2024, o Departamento de Justiça e uma coalizão de 29 estados abriram formalmente um processo antitruste contra a Live Nation e a Ticketmaster.[2] A ação afirma que a Live Nation, proprietária da Ticketmaster, abusou de seu poder no setor de concertos e ingressos para eliminar a concorrência, reduzir as opções para os consumidores e elevar os preços.[61]

Em 15 de abril de 2026, um júri concluiu, no processo iniciado em maio de 2024 pelo Departamento de Justiça e por quase 40 estados, que a Live Nation Entertainment havia usado um monopólio ilegal que permitiu à Ticketmaster cobrar preços excessivos pelos ingressos.[62]

Taxas mensais de programa de recompensas

[editar | editar código]

Em maio de 2013, a Ticketmaster concordou em pagar até US$ 23 milhões por ter inscrito clientes em um programa de recompensas que cobrava US$ 9 por mês. A empresa arrecadou US$ 85 milhões em taxas de clientes que demoraram, em média, cerca de oito meses para cancelar a adesão ao programa. Cerca de 1,12 milhão de clientes puderam solicitar reembolsos de até US$ 30.[63]

Parceria secreta com cambistas de ingressos

[editar | editar código]

A Ticketmaster manteve uma parceria não divulgada com cambistas de ingressos que elevava os preços pagos pelos consumidores.[64][65][66] Economistas caracterizam o mercado secundário de ingressos como uma forma socialmente improdutiva de busca de renda.[67][68] Na metade da década de 2000, a Ticketmaster realizou leilões no mercado primário que reduziram os ganhos obtidos por cambistas no mercado secundário. A empresa encerrou esses leilões e passou a atuar diretamente no mercado secundário.[68]

Em setembro de 2018, o Toronto Star informou que a Ticketmaster não estava aplicando os limites de compra de ingressos em sua plataforma de revenda TradeDesk.[69] A Ticketmaster negou as acusações, afirmou que examinaria suas políticas de revenda no TradeDesk e declarou que "nunca permite que cambistas de ingressos comprem ingressos antes dos fãs".[70] Um mês depois, um grupo de clientes apresentou uma ação coletiva contra a empresa.[71]

Em julho de 2019, uma reportagem da Billboard expôs uma estratégia da Live Nation, controladora da Ticketmaster, para retirar certos ingressos do mercado primário e colocá-los diretamente em sites de revenda, "sem dar aos fãs a oportunidade de comprá-los pelos canais normais pelo valor nominal".[72] A empresa reconheceu que havia "facilitado, ao longo dos anos, a transferência discreta de ingressos de concertos diretamente para revendedores", mas disse que fazia isso somente a pedido dos artistas envolvidos.

Em setembro de 2025, a Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos e sete estados acusaram a Ticketmaster e a Live Nation de permitir que revendedores ignorassem os limites de compra fixados pelos artistas. Isso permitia que os revendedores comprassem ingressos em quantidade e os revendessem com ágio, enquanto a Ticketmaster arrecadou US$ 3,7 bilhões em taxas de revenda entre 2019 e 2024.[73]

Violações de dados

[editar | editar código]

Em junho de 2018, a Ticketmaster notificou 40.000 clientes no Reino Unido de que havia detectado uma invasão causada por malware em um produto de atendimento ao cliente fornecido por uma empresa terceirizada. A Ticketmaster afirmou que clientes que compraram ingressos entre fevereiro e junho de 2018 poderiam ter tido seus dados comprometidos.[74][75][76][77]

Entre 2 de abril e 18 de maio de 2024, um "terceiro não autorizado obteve informações de um banco de dados em nuvem hospedado por um provedor terceirizado de serviços de dados", expondo informações pessoais que incluíam dados de cartões de pagamento. A Ticketmaster identificou em 23 de maio os clientes cujos dados poderiam ter sido afetados, mas só os notificou um mês depois, por meio de uma carta de 22 de junho.[78]

Em 20 de maio de 2024, o banco de dados da Ticketmaster hospedado pela Snowflake foi violado como parte de uma invasão em massa de dados de clientes da plataforma. A controladora Live Nation revelou o incidente em 31 de maio, quando autoridades australianas confirmaram que trabalhavam com a empresa na investigação.[79] Investigações posteriores apontaram que os invasores conseguiram acessar o banco de dados da Ticketmaster na Snowflake usando credenciais roubadas da EPAM, empresa terceirizada de terceirização de processos empresariais.[80]

Em 31 de maio de 2024, o Procon-SP notificou a Ticketmaster para saber se o possível vazamento de dados de 560 milhões de clientes da empresa havia atingido consumidores brasileiros.[81]

Entre os dados roubados, os invasores divulgaram informações de clientes e códigos de barras de ingressos de mais de 70.000 eventos da Ticketmaster, entre eles apresentações da The Eras Tour, de Taylor Swift, e centenas de outros eventos.[82][83]

Preços enganosos

[editar | editar código]

Uma ação coletiva foi apresentada contra a Ticketmaster em 2003, sob a alegação de que a empresa não informava integralmente as taxas da UPS e de processamento acrescentadas aos ingressos vendidos pela internet. O acordo do processo foi aprovado em 2015, e a Ticketmaster distribuiu vales e códigos de desconto a fãs que haviam comprado ingressos pela internet entre 1999 e 2013.[84][85] Em um caso relacionado, a Ticketmaster processou em 2010 sua seguradora de responsabilidade civil, Illinois Union Insurance Company, subsidiária da ACE, por não auxiliá-la na defesa da ação de 2003.[86]

Em junho de 2019, o órgão canadense Competition Bureau multou a Ticketmaster em C$ 4,5 milhões, equivalentes então a US$ 3,44 milhões, após constatar que os valores finais cobrados pela empresa superavam os preços anunciados em mais de 20% e, em alguns casos, em até 65%. Além do pagamento, a Ticketmaster assinou um acordo para adequar suas políticas publicitárias às leis canadenses.[87]

Invasão dos computadores de uma concorrente

[editar | editar código]

Em dezembro de 2020, a Ticketmaster firmou um acordo judicial com promotores federais e aceitou pagar uma multa de US$ 10 milhões após ser acusada de acessar ilegalmente os sistemas de computador de uma concorrente.[88] Williams Sweeney, diretor assistente responsável pelo escritório do FBI, afirmou que "a Ticketmaster usou informações roubadas para obter vantagem sobre sua concorrência e depois promoveu os funcionários que infringiram a lei".[89] As acusações haviam sido divulgadas pela primeira vez em 2017, quando um ex-executivo da CrowdSurge contratado pela Ticketmaster invadiu o banco de dados de sua antiga empregadora.[90]

Preços dinâmicos e ingressos "platinum"

[editar | editar código]

A Ticketmaster e a Live Nation receberam críticas por seu sistema de preços dinâmicos e pelos ingressos "platinum" quando foram colocados à venda, em julho e outubro de 2022, os ingressos das turnês de 2023 de Bruce Springsteen e Blink-182. Fãs dos dois artistas criticaram preços de centenas ou milhares de dólares para assentos espalhados pelas casas de espetáculos durante as pré-vendas e logo após o início da venda ao público em geral.[91][92]

Em março de 2023, Robert Smith, vocalista do The Cure, criticou o modelo e anunciou que a banda não permitiria à Ticketmaster vender ingressos com preços dinâmicos ou na categoria "platinum" para sua próxima turnê norte-americana.[93] Smith fixou preços a partir de US$ 20 para os concertos da banda, mas a Ticketmaster cobrou taxas que superavam o valor-base de alguns ingressos. Depois das críticas de Smith, a empresa reembolsou parte das taxas aos compradores.[94]

Colapso da pré-venda da turnê de Taylor Swift

[editar | editar código]

Em 15 de novembro de 2022, primeiro dia da pré-venda para fãs verificados da etapa americana da The Eras Tour, da cantora e compositora Taylor Swift,[95] o site oficial da Ticketmaster saiu do ar após uma "demanda historicamente sem precedentes, com milhões de pessoas acessando", interrompendo a pré-venda.[96] Menos de uma hora após o início da operação, os servidores da plataforma já não conseguiam responder adequadamente. Usuários eram desconectados ou colocados em filas com mais de 2.000 pessoas que pareciam não avançar. A Ticketmaster publicou uma declaração dizendo que trabalhava para corrigir os problemas, pois o site não estava preparado para receber a intensidade do acesso de centenas de milhares de fãs de Swift.[97] A empresa informou depois que "centenas de milhares de ingressos" já haviam sido vendidos e remarcou as vendas restantes, incluindo a da Capital One, para 16 de novembro.[98]

Fãs e clientes criticaram amplamente pela internet o modelo de venda da Ticketmaster, que havia dificultado a compra dos ingressos. "Ticketmaster" chegou ao primeiro lugar entre os assuntos mais comentados no mundo em plataformas como Twitter e TikTok.[99] Parlamentares americanos também se manifestaram. A deputada Alexandria Ocasio-Cortez escreveu no Twitter que a Ticketmaster era um monopólio e deveria ser separada da Live Nation Entertainment. O deputado Bill Pascrell, que antes havia pedido ao procurador-geral Merrick Garland uma aplicação rigorosa das leis antitruste pela administração Biden e criticado a fusão entre a Ticketmaster e a Live Nation, afirmou que tentou comprar ingressos, mas foi colocado na lista de espera.[99]

O procurador-geral do Tennessee, Jonathan Skrmetti, abriu uma investigação sobre "reclamações de consumidores a respeito do caos durante a pré-venda de ingressos" da turnê. Em uma entrevista coletiva em 16 de novembro, declarou que "a falta de concorrência [para a Ticketmaster] resultou em uma experiência ruim e preços mais altos para os consumidores".[100] Depois das investigações abertas pelos procuradores-gerais do Tennessee e da Carolina do Norte por possíveis violações dos direitos dos consumidores,[100] o Departamento de Justiça federal abriu uma investigação sobre a Live Nation Entertainment e a Ticketmaster em 18 de novembro.[101]

Swift divulgou uma declaração em 18 de novembro de 2022, por meio de uma história no Instagram. Disse que era muito protetora com os fãs e queria garantir-lhes uma boa experiência, mas que considerava difícil "confiar essas relações e lealdades a uma entidade externa". Acrescentou que não iria "dar desculpas para ninguém porque perguntamos [à Ticketmaster], diversas vezes, se eles conseguiriam lidar com esse tipo de demanda e nos garantiram que conseguiriam". A cantora disse ainda que estava tomando as medidas necessárias para resolver a situação e retomar a venda.[102]

Em dezembro, um grupo de fãs de Swift, os "Swifties", processou a Ticketmaster e sua controladora Live Nation, acusando-as de fraude, violações antitruste e manipulação de preços. Os fãs pediram US$ 2.500 por cada violação, valor que poderia chegar a milhões de dólares no total.[103]

Ingressos clonados e inválidos para o concerto de Bad Bunny

[editar | editar código]

Em 9 de dezembro de 2022, dia do primeiro concerto de Bad Bunny de sua World's Hottest Tour na Cidade do México, uma quantidade sem precedentes de ingressos foi cancelada. Um grande grupo de espectadores foi afetado e teve os ingressos confiscados e destruídos.[104] A Ticketmaster recebeu críticas porque muitas pessoas impedidas de entrar foram acusadas de portar ingressos falsificados ou clonados, mesmo quando apresentaram comprovantes de pagamento ou quando seus ingressos ainda não haviam sido escaneados.

O titular da Procuraduría Federal del Consumidor, a PROFECO, informou pelo Twitter que o órgão já havia solicitado à Ticketmaster México um relatório sobre o ocorrido no Estádio Azteca e pediu aos consumidores afetados que formalizassem suas reclamações.[105] A Ticketmaster México pediu desculpas em suas redes sociais e afirmou que "os inconvenientes nos acessos foram consequência da apresentação de uma quantidade sem precedentes de ingressos falsos, o que provocou uma aglomeração incomum de pessoas e o funcionamento intermitente de nosso sistema". A empresa ofereceu reembolso integral dos ingressos.[106] A PROFECO determinou, porém, que os consumidores afetados recebessem também uma compensação adicional de 20%.[107]

Audiência no Senado dos Estados Unidos

[editar | editar código]

Em 24 de janeiro de 2023, a Comissão do Senado dos Estados Unidos sobre o Judiciário realizou uma audiência de três horas[108] intitulada "That's the Ticket: Promoting Competition and Protecting Consumers in Live Entertainment". O encontro examinou a insatisfação acumulada com o acordo judicial de 2010 que regulava a fusão entre a Ticketmaster e a Live Nation. A sessão começou às 10 horas, no horário da costa leste dos Estados Unidos, no Hart Senate Office Building, em Washington, D.C.[109]

A audiência foi transmitida ao vivo. Senadores do Partido Democrata e do Partido Republicano interrogaram Joe Berchtold, diretor financeiro da empresa, sobre práticas monopolistas, políticas comerciais, preço dos ingressos, falta de transparência, falhas no combate a robôs e tratamento dado aos artistas. Berchtold pediu desculpas pelo episódio com a turnê de Taylor Swift e negou acusações de monopólio e fraude. Admitiu, porém, que "havia coisas que poderíamos ter feito melhor, incluindo distribuir as vendas por um período mais longo e administrar melhor as expectativas dos fãs quanto à obtenção de ingressos". Ele responsabilizou a revenda de ingressos "em escala industrial" e uma "quantidade sem precedentes de robôs" pelos problemas.

Entre as testemunhas críticas à Ticketmaster estavam Jerry Mickelson, presidente da JAM Creative Productions, e Jack Groetzinger, cofundador da SeatGeek.[110][111] A Live Nation incluiu em seu depoimento cartas de apoio, entre elas uma do cantor americano de música country Garth Brooks.[112] A organização Free Britney America, de Washington, ligada ao movimento Free Britney, protestou diante do Capitólio dos Estados Unidos durante a audiência em defesa do fim do monopólio atribuído à Ticketmaster e à Live Nation no setor de eventos ao vivo e venda de ingressos.[113]

Cambistas de Zach Bryan e informações sobre a turnê de Drake

[editar | editar código]

Em 26 de dezembro de 2022, o cantor americano de música country Zach Bryan criticou a Ticketmaster em relação a sua turnê Burn Burn Burn, de 2023, e adotou ingressos intransferíveis para dificultar a atuação de cambistas.[114] Depois, lançou um álbum ao vivo intitulado All My Homies Hate Ticketmaster.[115][116]

Em março de 2023, fãs do rapper canadense Drake também apresentaram uma ação coletiva contra a Ticketmaster no Tribunal Superior de Quebec, alegando fraude e engano deliberado. Os autores afirmaram que a venda de ingressos da It's All a Blur Tour, turnê conjunta de Drake e 21 Savage, "engana intencionalmente os consumidores para benefício financeiro [da Ticketmaster]" ao ocultar informações sobre datas adicionais de apresentações para aumentar a demanda e os preços dos ingressos.[117][118] A ação pede US$ 300 por cliente a título de danos punitivos, além de indenização correspondente à diferença entre os valores dos ingressos "Official Platinum" e o preço normal daqueles assentos.[119]

Colapso das vendas do Festival Eurovisão da Canção de 2023

[editar | editar código]

Para o Festival Eurovisão da Canção 2023, realizado em Liverpool em maio de 2023, a União Europeia de Radiodifusão e a emissora anfitriã BBC trabalharam com a Ticketmaster.[120] Antes mesmo da abertura da plataforma de reservas, muitos usuários reclamaram que o site da Ticketmaster havia saído do ar com um erro 500.[121] Os ingressos para a final se esgotaram em 36 minutos. Os das outras apresentações disponíveis terminaram cerca de uma hora depois.[122] Ingressos passaram então a ser oferecidos em plataformas terceirizadas de revenda, como a Viagogo. Um ingresso de pista para a final, vendido originalmente por £ 380, chegou a ser oferecido por até £ 11.800.[123][124][125]

Informações incorretas sobre o sorteio do concerto da coroação

[editar | editar código]

A Ticketmaster recebeu fortes críticas pela distribuição dos ingressos do concerto ligado à coroação de Carlos III e Camila. Depois de duas rodadas de sorteio de ingressos garantidos, os ingressos não reivindicados foram disponibilizados por ordem de chegada às pessoas que haviam participado anteriormente do sorteio. Mesmo depois de todos os ingressos terem sido reivindicados, milhares de mensagens foram enviadas a candidatos que não haviam sido selecionados, informando incorretamente que tinham ganhado ingressos.[126][127] Muitas dessas pessoas começaram a reservar transporte, hospedagem e folgas no trabalho para comparecer ao evento.[128] A Ticketmaster foi criticada, e a mensagem enviada foi qualificada como "enganosa".[129]

Exame dos preços dinâmicos da turnê do Oasis

[editar | editar código]

Muitos fãs criticaram o processo de venda e os preços da turnê de reunião Oasis Live '25, da banda Oasis. Compradores relataram filas de várias horas e quedas do site ao tentar adquirir ingressos. Alguns afirmaram ter sido colocados em uma fila apenas para entrar em outra fila de compra. Quando conseguiam chegar à página de pagamento, os preços podiam mudar bruscamente. Houve relatos de ingressos que passaram de £ 135 para mais de £ 350.[130]

O aumento foi atribuído ao sistema de preços dinâmicos da Ticketmaster. Jonathan Brown, diretor executivo da Society of Ticket Agents and Retailers, afirmou que a própria banda tinha a opção de autorizar o uso desse sistema.[131] O Oasis respondeu que deixava "as decisões sobre ingressos e preços inteiramente para seus promotores e empresários" e que "em nenhum momento teve conhecimento de que preços dinâmicos seriam usados".[132] Em 2023, Robert Smith, do The Cure, havia confirmado que o uso de preços dinâmicos pela Ticketmaster podia ser aceito ou recusado pelos artistas.[133]

Em 5 de setembro de 2024, a Competition and Markets Authority, autoridade britânica de concorrência e mercados, anunciou uma investigação sobre a Ticketmaster relacionada às vendas dos concertos do Oasis. O órgão examinaria o possível uso de preços dinâmicos e se a comercialização dos ingressos poderia ter violado as leis de proteção ao consumidor. A investigação abrangia possíveis práticas comerciais desleais, a clareza e antecedência das informações dadas aos consumidores sobre a possibilidade de alteração dinâmica dos preços e se compradores haviam sido pressionados a adquirir ingressos rapidamente por valores superiores aos que esperavam pagar.[134]

Invasões envolvendo a transferência de ingressos

[editar | editar código]

No segundo semestre de 2024, clientes da Ticketmaster começaram a perceber que ingressos estavam sendo removidos indevidamente de suas contas. Apesar de milhares de consumidores reclamarem nas contas da empresa em redes sociais por vários meses, a plataforma inicialmente não respondeu às queixas. Em outubro de 2024, divulgou uma declaração afirmando que os clientes afetados eram "vítimas de hackers" que exploravam o recurso de transferência de ingressos.[135]

A Ticketmaster não substituiu os ingressos desaparecidos nem suspendeu a função de transferência enquanto investigava as invasões. O problema continuou em novembro de 2024 entre fãs que iriam a um concerto de Usher. Os ingressos só foram reembolsados após reclamações a uma entidade americana de defesa e avaliação de empresas. Diante da falta de informações e providências da Ticketmaster, usuários de redes sociais e fãs chegaram a questionar se a própria empresa tinha envolvimento no golpe.[136]

Ação coletiva sobre taxas de serviço em Quebec

[editar | editar código]

Em janeiro de 2026, o Tribunal Superior de Quebec autorizou uma ação coletiva canadense que acusava a Ticketmaster de cobrar taxas de serviço abusivas em violação à lei provincial de proteção ao consumidor e ao Código Civil de Quebec. A ação sustenta que as cobranças variavam em função do preço do ingresso, e não do custo real do serviço prestado.[137]

Parceiros

[editar | editar código]

A Ticketmaster mantém parcerias com casas de espetáculos, ligas e equipes esportivas profissionais, faculdades e universidades, artistas musicais, turnês teatrais e outras organizações nos Estados Unidos e no exterior.[36][138][139][140] Entre os artistas com os quais trabalhou estão Taylor Swift[141] e a Trans-Siberian Orchestra.[142] A empresa também trabalhou com produções teatrais como Hamilton e Harry Potter and the Cursed Child.[36][143]

A Ticketmaster já foi fornecedora de ingressos da National Football League (NFL), da National Hockey League (NHL) e da National Basketball Association (NBA).[144][145][146] Em 2008, firmou um acordo com a NFL para administrar seu mercado de revenda na NFL TicketExchange.[147] A Ticketmaster também trabalha com as organizações de luta profissional WWE, desde 1994, e All Elite Wrestling (AEW), desde 2019.

Em 2017, a Ticketmaster anunciou que abriria a plataforma TicketExchange para permitir a venda e validação de ingressos em sites de terceiros, entre eles o StubHub.[147] A empresa também mantém parcerias com a United States Tennis Association,[148] a Tennis Canada[149] e o PGA Tour.[150]

Ver também

[editar | editar código]

Referências

  1. ↑ Pelofsky, Jeremy; Adegoke, Yinka (25 de janeiro de 2010). «Live Nation, Ticketmaster merge; agree to U.S. terms». Reuters (em inglês)
  2. 1 2 Michaels, Dave; Steele, Anne (23 de maio de 2024). «Justice Department Sues to Break Up Live Nation-Ticketmaster». The Wall Street Journal (em inglês). Consultado em 24 de maio de 2024
  3. ↑ «Ten Additional States Join Justice Department's Suit Against Live Nation-Ticketmaster for Monopolizing Markets Across the Live Concert Industry». United States Department of Justice (em inglês). 19 de agosto de 2024. Consultado em 19 de agosto de 2024
  4. ↑ Sisario, Ben (15 de abril de 2026). «Jury Finds Live Nation Acts as a Monopoly in a Victory for States». The New York Times (em inglês). Consultado em 16 de abril de 2026
  5. ↑ «The Ticketmaster Racket». Stuff They Don't Want You to Know (em inglês). 2 de maio de 2019. Consultado em 2 de maio de 2019
  6. ↑ Lewis, Christina S. N. (23 de novembro de 2007). «Ticket Master's Place». The Wall Street Journal (em inglês). ISSN 0099-9660. Consultado em 4 de abril de 2019
  7. 1 2 3 «Rival to Ticketron: Ticketmaster Emerging as Force in L.A.». Los Angeles Times (em inglês). 31 de janeiro de 1985. Consultado em 4 de abril de 2019
  8. ↑ «Ticketmaster». Chicago Tribune (em inglês). 20 de setembro de 2018. Consultado em 4 de abril de 2019
  9. 1 2 3 Adam Sandler. "Industry's #1 has a ticket to rule". Variety, p. 17.
  10. ↑ «Ticketmaster Deal To Get Ticketron». The New York Times (em inglês). 28 de fevereiro de 1991. p. 4, seção D. Consultado em 30 de maio de 2020
  11. ↑ «Microsoft Co-Founder Paul Allen Buys Control of Ticketmaster». Chicago Tribune (em inglês). 22 de novembro de 1993. Consultado em 30 de maio de 2020
  12. ↑ «USA picks up Ticketmaster». Variety (em inglês). 24 de março de 1998. Consultado em 12 de abril de 2019
  13. ↑ Bicknell, Craig (13 de agosto de 1998). «CitySearch Joins Ticketmaster». Wired (em inglês). Consultado em 12 de abril de 2019
  14. ↑ Orwall, Bruce (30 de maio de 2000). «Ticketmaster Buys TicketWeb In Bid to Diversify Offerings». The Wall Street Journal (em inglês). Consultado em 12 de abril de 2019
  15. ↑ Hansell, Saul (6 de maio de 2003). «Technology; USA Interactive Is Acquiring LendingTree in Stock Deal». The New York Times (em inglês). Consultado em 12 de abril de 2019
  16. ↑ Davidson, Adam. «Ticketmaster Targets Secondary Market». NPR (em inglês). Consultado em 22 de abril de 2019. Cópia arquivada em 3 de março de 2016
  17. ↑ «Form 10-Q for Ticketmaster». Yahoo! Business (em inglês). Arquivado do original em 19 de dezembro de 2014
  18. ↑ White, Dominic (29 de janeiro de 2008). «Ticketmaster moves into UK concert resales». The Daily Telegraph (em inglês). Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2022
  19. ↑ Smith, Ethan (15 de janeiro de 2008). «Ticketmaster Buys Major Reseller». The Wall Street Journal (em inglês). Consultado em 22 de abril de 2019
  20. ↑ «IAC to spin off ticket seller». Los Angeles Times (em inglês). 24 de junho de 2008. Consultado em 12 de abril de 2019
  21. ↑ Buskirk (23 de outubro de 2008). «Ticketmaster Acquires Majority of Front Line Management». Wired (em inglês). Consultado em 12 de abril de 2019
  22. ↑ «Ticketmaster takes stake in Front Line». The Hollywood Reporter (em inglês). 23 de outubro de 2008. Consultado em 12 de abril de 2019
  23. ↑ «Live Nation and Ticketmaster Agree to Merge». The New York Times (em inglês). 10 de fevereiro de 2009
  24. 1 2 Sisario, Ben (25 de janeiro de 2010). «Justice Dept. Clears Ticketmaster-Live Nation Merger». The New York Times (em inglês). Consultado em 12 de abril de 2019
  25. 1 2 Clark, Dave (14 de janeiro de 2020). «Despite Multiple Consent Decree Violations, Live Nation Gets Slap on Wrist from DOJ». TicketNews (em inglês). Consultado em 11 de outubro de 2022
  26. ↑ «Live Nation to buy Ticketmaster». Reuters (em inglês). 10 de fevereiro de 2009. Consultado em 13 de junho de 2019
  27. ↑ «Live Nation to Pay $22.3 Million to Settle Class Action Suit Against Ticketmaster». Billboard (em inglês). 27 de janeiro de 2011
  28. 1 2 «Ticketmaster Acquires Festival Ticketer Front Gate». Billboard (em inglês). Consultado em 12 de abril de 2019
  29. ↑ Ranii, David (31 de março de 2015). «Durham's Two Toasters acquired by Ticketmaster». The News & Observer (em inglês). Consultado em 16 de abril de 2015
  30. ↑ Ellingson, Annlee (11 de agosto de 2017). «Ticketmaster buys marketing platform to help clubs engage with fans». Los Angeles Business Journal (em inglês)
  31. ↑ «Ticketmaster Acquires Blockchain Ticketing Solution UPGRADED». PR Newswire (em inglês). Ticketmaster. Consultado em 16 de outubro de 2019
  32. ↑ Chang, Eddy (21 de fevereiro de 2020). «Live Nation's Ticketmaster expands into Asia by acquiring Tixcraft». Taipei Times (em inglês). Consultado em 20 de fevereiro de 2025
  33. ↑ «How To Avoid Online Ticket Sale Fees». CBS Minnesota (em inglês). 11 de julho de 2017. Consultado em 22 de abril de 2019
  34. ↑ «Ticketmaster tries to cut out scalpers again». NBC News (em inglês). 17 de setembro de 2009. Consultado em 10 de outubro de 2013
  35. ↑ «President Obama Signs Anti-Scalping Bill Into Law». Billboard (em inglês). Consultado em 13 de junho de 2019
  36. 1 2 3 Maddaus, Gene (2 de outubro de 2017). «Ticketmaster Says Bot Army Bought 30,000 'Hamilton' Tickets». Variety (em inglês). Consultado em 22 de abril de 2019
  37. ↑ Aswad, Jem (28 de fevereiro de 2019). «Live Nation Posts Another Record Year, Revenue Up 11%». Variety (em inglês). Consultado em 28 de maio de 2021. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2021
  38. ↑ «Ticketmaster To Verify COVID Vaccination Status Of Fans Before Issuing Concert Passes». CBS Los Angeles (em inglês). 12 de novembro de 2020. Consultado em 13 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 15 de abril de 2021
  39. 1 2 Roberts, Randall (4 de março de 2009). «Ticketmaster and Servants: Bands Get Cut of Service Fee». L.A. Weekly (em inglês). Consultado em 12 de abril de 2019
  40. 1 2 Conaway, Laura (2 de setembro de 2009). «The Economics Of Ticketmaster: Planet Money». NPR (em inglês). Consultado em 10 de outubro de 2013
  41. ↑ «Ticketmaster's new blog: 'We get it -- you don't like service fees'». Los Angeles Times (em inglês). 23 de agosto de 2010. Consultado em 12 de abril de 2019
  42. 1 2 Sisario, Ben (15 de maio de 2012). «String Cheese Incident Takes On Ticketmaster». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 13 de junho de 2019
  43. 1 2 «How are ticket prices and fees determined?». Ticketmaster Help (em inglês). 2021
  44. 1 2 Brown, August (23 de janeiro de 2023). «Hating Ticketmaster long predates the Taylor Swift fiasco». Los Angeles Times (em inglês). Consultado em 28 de janeiro de 2023
  45. ↑ Tkacik, Maureen; Brown, Krista (21 de dezembro de 2022). «Ticketmaster's Dark History: A 40-year saga of kickbacks, threats, political maneuvering, and the humiliation of Pearl Jam». The American Prospect (em inglês). Consultado em 28 de janeiro de 2023
  46. ↑ Randall. «Angry About Tickets? Here's Who To Blame». Forbes (em inglês)
  47. ↑ «Incident Fight Ticketmaster». Rolling Stone (em inglês). Consultado em 10 de outubro de 2013. Arquivado do original em 28 de fevereiro de 2008
  48. ↑ Cookson, Robert (13 de março de 2016). «Live Nation calls for more aggressive ticket pricing from artists». Financial Times (em inglês). Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2022
  49. ↑ «Ticketmaster announces major change which could see tickets prices soar». Yahoo News (em inglês). 10 de outubro de 2022. Consultado em 11 de outubro de 2022
  50. ↑ «Ticketmaster proudly announces it will follow the law and show prices up-front». Engadget (em inglês). 12 de maio de 2025. Consultado em 12 de maio de 2025
  51. 1 2 Philips, Chuck (8 de junho de 1994). «Pearl Jam vs. Ticketmaster: Choosing Sides: Legal file: The pop music world is divided over the Seattle band's allegations, which led to a Justice Department investigation into possible anti-competitive practices in the ticket distribution industry.». Los Angeles Times (em inglês). ISSN 0458-3035. Consultado em 13 de junho de 2019. Cópia arquivada em 8 de março de 2021
  52. 1 2 Philips, Chuck (6 de julho de 1995). «U.S. Drops Ticketmaster Antitrust Probe: Entertainment: Abrupt closure of investigation lifts cloud of uncertainty over firm, catches others in industry off guard.». Los Angeles Times (em inglês). ISSN 0458-3035. Consultado em 13 de junho de 2019. Cópia arquivada em 31 de dezembro de 2020
  53. ↑ Blumenthal, Ralph (6 de julho de 1995). «U.S. Ends Ticketmaster Investigation». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 13 de junho de 2019. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2021
  54. ↑ Philips, Chuck (9 de junho de 1992). «A Tangle Over Tickets: Ticketmaster, Target of Lawsuits, Says It Offers Broad Service». Los Angeles Times (em inglês). Consultado em 2 de novembro de 2014
  55. ↑ Philips, Chuck (17 de junho de 1995). «COLUMN ONE: The Ticket King's Path to Power: As Pearl Jam just learned, Ticketmaster's Fred Rosen gets what he wants. His tactics have earned him some foes, but even critics admit he has transformed the industry. Now he's eyeing new realms.». Los Angeles Times (em inglês). Consultado em 22 de julho de 2012
  56. ↑ Philips, Chuck (17 de maio de 1991). «Ticket Flap: What Price Convenience?: Entertainment: A host of service fees, surcharges and taxes is riling concert-goers--and lawmakers.». Los Angeles Times (em inglês). Consultado em 22 de julho de 2012
  57. ↑ «Ticketmaster says pricey resale tickets protect consumers». CBC News (em inglês). 2 de janeiro de 2009. Consultado em 28 de maio de 2021. Cópia arquivada em 7 de março de 2009
  58. ↑ Knapton, Sarah (5 de fevereiro de 2009). «Bruce Springsteen 'furious' at Ticketmaster». The Daily Telegraph (em inglês). Consultado em 28 de março de 2010. Arquivado do original em 6 de fevereiro de 2009
  59. ↑ Kreps, Daniel (4 de fevereiro de 2009). «Bruce Springsteen "Furious" At Ticketmaster, Rails Against Live Nation Merger». Rolling Stone (em inglês). Consultado em 11 de setembro de 2019
  60. ↑ Sisario, Ben; Bowley, Graham (1 de abril de 2018). «Live Nation Rules Music Ticketing, Some Say With Threats». The New York Times (em inglês). Cópia arquivada em 25 de maio de 2021
  61. ↑ Romm, Tony (23 de maio de 2024). «U.S., states sue to 'break up' Ticketmaster parent Live Nation». The Washington Post (em inglês). ISSN 0190-8286. Consultado em 26 de maio de 2024
  62. ↑ Millman, Ethan (15 de abril de 2026). «Live Nation Loses Jury Trial to States In Monopoly Case». The Hollywood Reporter (em inglês). Consultado em 16 de abril de 2026
  63. ↑ «Ticketmaster agrees to pay up to $23 million to customers in lawsuit». The Associated Press (em inglês). 16 de maio de 2013. Consultado em 5 de junho de 2021. Cópia arquivada em 5 de junho de 2021
  64. ↑ «'I'm getting ripped off': A look inside Ticketmaster's price-hiking bag of tricks». CBC (em inglês). 2018
  65. ↑ Pierce, David (8 de julho de 2024). «Scalpers: always one step ahead of Ticketmaster.». The Verge (em inglês). Consultado em 3 de setembro de 2024
  66. ↑ Al-Heeti, Abrar (20 de setembro de 2018). «Ticketmaster teams with scalpers to rip you off, report says. Firm says no way». CNET (em inglês). Consultado em 3 de setembro de 2024
  67. ↑ Tam, Stephanie. «Why Is the Live-Event Ticket Market So Screwed Up?». Freakonomics (em inglês). Consultado em 16 de março de 2022
  68. 1 2 Agarwal, Nikhil; Budish, Eric (2021). «Market design». Handbook of Industrial Organization (em inglês). Elsevier. pp. 1–79. ISBN 9780323988872. doi:10.1016/bs.hesind.2021.11.010
  69. ↑ Tsioulcas, Anastasia (20 de setembro de 2018). «Ticketmaster Has Its Own Secret 'Scalping Program,' Canadian Journalists Report». NPR (em inglês). Consultado em 2 de maio de 2019
  70. ↑ «Ticketmaster Responds to Senate Letter Investigating Resale Controversy: Exclusive». Billboard (em inglês). Consultado em 2 de maio de 2019
  71. ↑ Wang, Amy (1 de outubro de 2018). «Ticketmaster Faces Class-Action Lawsuit After Scalping Report». Rolling Stone (em inglês). Consultado em 2 de maio de 2019
  72. ↑ «Secretly Recorded Phone Call Offers Window Into How Live Nation Helped Metallica and Other Artists Place Tickets Directly On Resale Market». Billboard (em inglês). 19 de julho de 2019
  73. ↑ Godoy, Jody (19 de setembro de 2025). «Live Nation, Ticketmaster joined with ticket brokers to exploit fans, US says». Reuters (em inglês). Consultado em 21 de setembro de 2025
  74. ↑ «Ticketmaster data breach: Thousands of customers may be affected». Which? (em inglês). 27 de junho de 2018. Consultado em 24 de julho de 2018
  75. ↑ «Ticketmaster admits personal data stolen in hack attack». BBC News (em inglês). 27 de junho de 2018. Consultado em 24 de julho de 2018
  76. ↑ «Ticketmaster admits user data was stolen in breach». Sky News (em inglês). 28 de junho de 2018. Consultado em 24 de julho de 2018
  77. ↑ «The Ticketmaster hack is a perfect storm of bad IT and bad comms». Wired (em inglês). 28 de junho de 2018. Consultado em 24 de julho de 2018
  78. ↑ Ticketmaster. "Notice of Data Breach". Carta enviada a clientes, 22 de junho de 2024.
  79. ↑ Whittaker, Zack (31 de maio de 2024). «Live Nation confirms Ticketmaster was hacked, says personal information stolen in data breach». TechCrunch (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2024
  80. ↑ Zetter, Kim. «Hackers Detail How They Allegedly Stole Ticketmaster Data From Snowflake». Wired (em inglês). ISSN 1059-1028. Consultado em 3 de janeiro de 2025
  81. ↑ «Procon quer saber se ataque hacker que pode ter exposto dados de 560 milhões de clientes da Ticketmaster atingiu brasileiros». G1. 31 de maio de 2024. Consultado em 31 de maio de 2024
  82. ↑ Robins-Early, Nick (5 de julho de 2024). «Hackers leak alleged Taylor Swift ticket data to extort Ticketmaster». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077. Consultado em 15 de janeiro de 2025
  83. ↑ «Hackers leak 39,000 print-at-home Ticketmaster tickets for 154 events». BleepingComputer (em inglês). Consultado em 15 de janeiro de 2025
  84. ↑ Karp, Hannah (3 de junho de 2014). «Ticketmaster Agrees to Tentative Settlement». The Wall Street Journal (em inglês)
  85. ↑ «Ticketmaster voucher settlement was a debacle – and it will get worse - MoneySmart». The Buffalo News (em inglês). Consultado em 26 de julho de 2016. Arquivado do original em 30 de julho de 2016
  86. ↑ «Ticketmaster LLC Locks Horns with ACE Group Company Over Errors and Omissions Coverage» (em inglês). 13 de janeiro de 2011
  87. ↑ Bliss, Karen (28 de junho de 2019). «Ticketmaster Canada Settles Deceptive Pricing Lawsuit for $3.4 Million». Billboard (em inglês). Cópia arquivada em 8 de março de 2021
  88. ↑ Moghe, Sonia (30 de dezembro de 2020). «Ticketmaster to pay $10 million in fines after admitting to illegally accessing competitor's computers». CNN (em inglês). Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2021
  89. ↑ Goodin, Dan (4 de janeiro de 2021). «Ticketmaster admits it hacked rival company before it went out of business». Ars Technica (em inglês). Consultado em 6 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 16 de abril de 2021
  90. ↑ Maddaus, Gene (27 de fevereiro de 2017). «Ticketmaster Accused of Hacking Rival Firm's Database». Variety (em inglês). Cópia arquivada em 13 de maio de 2021
  91. ↑ «Bruce Springsteen Fans Furious at Ticket Prices Going as High as $4-5K, Due to Ticketmaster's 'Dynamic Pricing'». MSN (em inglês). 21 de julho de 2022. Consultado em 17 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 22 de julho de 2022
  92. ↑ «Blink-182 Tickets Are So Expensive Because Ticketmaster Is a Disastrous Monopoly and Now Everyone Pays Ticket Broker Prices». Vice (em inglês). 20 de outubro de 2022. Consultado em 17 de novembro de 2022
  93. ↑ Ivie, Devon (17 de março de 2023). «Ticketmaster Pissed Off the Wrong Goth». Vulture (em inglês). Consultado em 17 de março de 2023
  94. ↑ «Ticketmaster to refund some fees after The Cure's Robert Smith says he was 'sickened' by prices». NBC News (em inglês). 17 de março de 2023. Consultado em 17 de março de 2023
  95. ↑ Clark, Travis (15 de novembro de 2022). «Ticketmaster was 'experiencing technical difficulties' and outage reports surged as presale started for Taylor Swift's Eras tour». Business Insider (em inglês). Consultado em 15 de novembro de 2022
  96. ↑ Spangler, Todd (15 de novembro de 2022). «Taylor Swift Fans Crash Ticketmaster Site». Variety (em inglês). Consultado em 15 de novembro de 2022
  97. ↑ Jones, C. T. (15 de novembro de 2022). «Taylor Swift Tickets Are On Sale. Fans Say It's Their Hunger Games». Rolling Stone (em inglês). Consultado em 16 de novembro de 2022
  98. ↑ «Ticketmaster statement». Twitter (em inglês). 15 de novembro de 2022. Consultado em 15 de novembro de 2022
  99. 1 2 «AOC demands Ticketmaster be dismantled after Taylor Swift ticket sale chaos». The Independent (em inglês). 16 de novembro de 2022. Consultado em 16 de novembro de 2022
  100. 1 2 Ighadaro, Omose (16 de novembro de 2022). «Tennessee AG Investigating Antitrust Violations in Taylor Swift Ticket Presale». Bloomberg (em inglês). Consultado em 17 de novembro de 2022
  101. ↑ McCabe, David; Sisario, Ben (18 de novembro de 2022). «Justice Department Said to Investigate Ticketmaster's Parent Company». The New York Times (em inglês). Consultado em 18 de novembro de 2022
  102. ↑ Josephs, Leslie (18 de novembro de 2022). «Taylor Swift slams 'outside entity' over ticket fiasco: 'I'm not going to make excuses for anyone'». CNBC (em inglês). Consultado em 18 de novembro de 2022
  103. ↑ «Taylor Swift: 'Swifties' sue Ticketmaster over tour sale problems». BBC News (em inglês). 5 de dezembro de 2022. Consultado em 6 de dezembro de 2022
  104. ↑ Gularte, Alejandra (10 de dezembro de 2022). «Hundreds of Tickets Canceled for Bad Bunny Concert in Mexico». Vulture (em inglês). Consultado em 12 de dezembro de 2022
  105. ↑ «Final de la gira de Bad Bunny en México opacada por boletaje falso; Ticketmaster ofrece reembolsos». CNN en Español (em espanhol). 10 de dezembro de 2022. Consultado em 12 de dezembro de 2022
  106. ↑ «#AvisoImportante con respecto al concierto de @sanbenito (#BadBunny) en el @EstadioAzteca». Twitter (em espanhol). Ticketmaster Mexico. 10 de dezembro de 2022. Consultado em 11 de dezembro de 2022
  107. ↑ «Ticketmaster deberá reembolsar y dar 20% extra a fans de Bad Bunny afectados: Profeco». Forbes México (em espanhol). 11 de dezembro de 2022. Consultado em 12 de dezembro de 2022
  108. ↑ Murphy Kelly, Samantha (24 de janeiro de 2023). «Ticketmaster gets grilled: 6 takeaways from hearing over Taylor Swift concert fiasco». CNN Business (em inglês). Consultado em 25 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 25 de janeiro de 2023
  109. ↑ Brooks, Dave (23 de janeiro de 2023). «Ticketmaster Plans to Blame Scalpers for Taylor Swift Debacle at Senate Hearing». Billboard (em inglês). Consultado em 24 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2023
  110. ↑ «Taylor Swift concert fiasco leads to US Senate grilling for Ticketmaster». The Indian Express (em inglês). 25 de janeiro de 2023. Consultado em 25 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 25 de janeiro de 2023
  111. ↑ Elbeshbishi, Sarah (24 de janeiro de 2023). «'Industrial-scale ticket scalping.' Senators grill Ticketmaster over Taylor Swift concert fiasco». USA Today (em inglês). Consultado em 25 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2023
  112. ↑ «Ticketmaster apologises for Taylor Swift tour sales fiasco». BBC News (em inglês). 24 de janeiro de 2023. Consultado em 26 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 26 de janeiro de 2023
  113. ↑ «DC organization protests against Ticketmaster and Live Nation outside US Capitol». WCIV (em inglês). 24 de janeiro de 2023. Consultado em 24 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2023
  114. ↑ Millman, Ethan (28 de março de 2023). «With Ticketmaster Lawsuit's First Hearing, Swifties Take to the Streets». Rolling Stone (em inglês). Consultado em 28 de março de 2023
  115. ↑ Heching, Dan (27 de dezembro de 2022). «Zach Bryan drops surprise album 'All My Homies Hate Ticketmaster,' vows to combat high ticket prices». CNN (em inglês). Consultado em 28 de março de 2023
  116. ↑ Freeman, Jon (4 de janeiro de 2023). «Zach Bryan Wants to Burn Ticketmaster to the Ground». Rolling Stone (em inglês). Consultado em 28 de março de 2023
  117. ↑ «Drake fans are the latest to hit Ticketmaster with a lawsuit following 'It's All A Blur' tour sale». Business Insider (em inglês). Consultado em 28 de março de 2023
  118. ↑ «Ticketmaster facing lawsuit over Drake pricing now, too». The A.V. Club (em inglês). 24 de março de 2023. Consultado em 28 de março de 2023
  119. ↑ Fu, Eddie (24 de março de 2023). «Drake fan files class-action lawsuit against Ticketmaster over inflated "Official Platinum" prices». Consequence (em inglês). Consultado em 28 de março de 2023
  120. ↑ «Eurovision 2023: Tickets for Liverpool sell out after huge demand». BBC News (em inglês). 2 de março de 2023. Consultado em 7 de março de 2023
  121. ↑ Somerville, Ewan (7 de março de 2023). «Eurovision tickets website crashes moments before sale begins». The Telegraph (em inglês). ISSN 0307-1235. Consultado em 7 de março de 2023
  122. ↑ Jones, Damian (7 de março de 2023). «Eurovision final 2023 tickets sell out in 36 minutes». NME (em inglês). Consultado em 7 de março de 2023
  123. ↑ «Tickets: Eurovision Song Contest Grand Final - Live Show, Liverpool». Ticketmaster UK (em inglês). Consultado em 7 de março de 2023 Texto " Sat, 13 May 2023, 20:00 " ignorado (ajuda); Texto " Ticketmaster UK" ignorado (ajuda)
  124. ↑ «Eurovision tickets reselling for up to £12,000 as fans hunt for ways to attend contest». ITV News (em inglês). 7 de março de 2023
  125. ↑ «Tickets for all 9 shows at this year's Eurovision Song Contest have now SOLD OUT.». Eye on Southport (em inglês). 7 de março de 2023. Consultado em 7 de março de 2023
  126. ↑ «Anger as fans say Coronation Concert ballot 'misleading'». BBC News (em inglês). 25 de abril de 2023. Consultado em 26 de abril de 2023
  127. ↑ «'Misleading' email brings residents to tears in Coronation concert ticket disaster». Bracknell News (em inglês). 26 de abril de 2023. Consultado em 26 de abril de 2023
  128. ↑ McTaggart, India (25 de abril de 2023). «Coronation Concert chaos after tickets sell out in minutes angering ballot holders». The Telegraph (em inglês). ISSN 0307-1235. Consultado em 26 de abril de 2023
  129. ↑ «'Misleading' email brings residents to tears in Coronation concert ticket disaster». Royal Borough Observer (em inglês). 26 de abril de 2023. Consultado em 26 de abril de 2023
  130. ↑ «Oasis gigs sell out after scramble for tickets». BBC News (em inglês). 31 de agosto de 2024. Consultado em 1 de setembro de 2024
  131. ↑ «Oasis tickets sales 'shambles' defended by industry chief». BBC News (em inglês). 1 de setembro de 2024. Consultado em 3 de setembro de 2024
  132. ↑ «Oasis hit out at Ticketmaster over 'dynamic pricing' row». LBC (em inglês). 4 de setembro de 2024. Consultado em 5 de setembro de 2024
  133. ↑ Snapes, Laura (16 de março de 2023). «The Cure: Robert Smith tells fans he is 'sickened' by Ticketmaster fees as US tour goes on sale». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077. Consultado em 3 de setembro de 2024
  134. ↑ «CMA launches investigation into Ticketmaster over Oasis concert sales». GOV.UK (em inglês). 5 de setembro de 2024. Consultado em 5 de setembro de 2024
  135. ↑ «Scammers are accessing Ticketmaster users' email accounts, stealing tickets, company says». USA Today (em inglês). 1 de outubro de 2024. Consultado em 1 de outubro de 2024
  136. ↑ Haasch, Dan Latu, Palmer. «Hackers are stealing tickets from Ticketmaster customers' accounts. For many, the platform is their only option.». Business Insider (em inglês)
  137. ↑ «Quebec Superior Court approves class action against Ticketmaster over service fees». CTV News (em inglês). 6 de janeiro de 2026. Consultado em 6 de janeiro de 2026
  138. ↑ «Ticketmaster To Use Next-Generation Venue Software For The NFL». SportTechie (em inglês). 18 de outubro de 2017
  139. ↑ «Scottish Comic Beats Taylor Swift, Ed Sheeran in Ticketmaster UK Fan Vote For 'Ticket of the Year'». Billboard (em inglês). Consultado em 22 de abril de 2019
  140. ↑ «Ticketmaster Will Once Again Be the Official Ticketing Partner of SMG's UK Venues». Amplify (em inglês). 30 de abril de 2018
  141. ↑ «Taylor Swift announces massive 2018 'Reputation' tour». USA Today (em inglês). Consultado em 22 de abril de 2019
  142. ↑ «Exclusive: Trans-Siberian Orchestra announces 20th-anniversary winter tour». USA Today (em inglês). Consultado em 22 de abril de 2019
  143. ↑ Fierberg, Ruthie (30 de setembro de 2017). «How to Buy Tickets to Broadway's Harry Potter and the Cursed Child Parts One and Two». Playbill (em inglês)
  144. ↑ «NFL, Ticketmaster renew partnership for at least $200M». Sports Business Journal (em inglês). 2 de abril de 2012. Consultado em 5 de julho de 2022
  145. ↑ «Guarding The Gates: NHL Signs Multiyear Extension Of Deal With Ticketmaster». Sports Business Daily (em inglês). Consultado em 22 de abril de 2019
  146. ↑ «NBA Renews Ticketmaster Deal for Two Years». Billboard (em inglês). Consultado em 22 de abril de 2019
  147. 1 2 «StubHub Inks NFL Deal for Digital Tickets, Ticketmaster Integration». Billboard (em inglês). Consultado em 22 de abril de 2019
  148. ↑ «New Tech Offerings This Year At The US Open». NY Sports Day (em inglês). 26 de agosto de 2018. Consultado em 13 de junho de 2019
  149. ↑ «Rogers Cup goes digital with Ticketmaster». TheTicketingBusiness News (em inglês). 8 de agosto de 2018. Consultado em 13 de junho de 2019
  150. ↑ Brasier, John (25 de julho de 2017). «Wyndham Championship announces deal with Ticketmaster, new tier pricing». Triad Business Journal (em inglês). Consultado em 13 de junho de 2019

Ligações externas

[editar | editar código]
Image
O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Ticketmaster