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18.7.10

Patarrins / Coxos

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Ye berdade que yá debere haber puosto los Coxos porque sigún la orde de l abecedário bénen purmeiro. L que passa ye que resulbi poné-los todos no P de Patarrins porque la maior parte destes son coxos (de nome).
Coxos son estes todos que eiqui se apreséntan i l nome bén de Tiu Chico Coxo, alfaiate que bibie nas últimas casas de la Pataca a salir para San Martino. Tenie la alfaiatarie nua casica a la dreita, de l lhado de las cortinas de la moraige, soalheira, adonde se fazien capas, jalecos, calças (a mi inda me fizo un par) i muita outra questura antremeada de renda. Hai un dito de Tiu Chico que quedou afamado i ye más ou menos assi: un die chegou un farrusteiro amigo al lhugar, a ua fiesta talbeç, quando le pregunta, "bai un copo á Chico?"
- "Sí, bai a casa que stá alhá Bárbela!"
Quanto a los Patarrins, la mai, Tie Sabel Patarrina tubo ua filha cun tiu Ribas de San Martino: Tie Marie, que se casou cun Tiu Albino Coxo. Dende la lhigaçon antre las dues famílias.

Buonas tardes
i buona séstia

10.3.08

Tia Rosalina e Tio Cagón

Boas noites

Estamos na segunda semana de actividade e como o prometido é devido, deixo-vos com mais uns quantos nomes de famílias monoparentais ou sem descendentes.
Quem não se lembra do toque das trindades?
- A la última badalhada quiero-te an casa!!
Eu como morava quase no Facho, por muito que corresse nunca conseguia cumprir o estipulado. E ter que deixar a brincadeira de fim de dia … que raiva!
Como ia dizendo, esse toque, fosse de Verão ou de Inverno era o galo madrugador de um povo e o toque de recolher da garotada e das boiadas que tia Rosalina Torrão se encarregava de compassar. Apenas dava lugar ao abanar da “matraca” entre o meio dia de Quinta Feira Santa e a meia noite de Sábado de Páscoa.

Tia Rosalina Torrão teve duas filhas:
Paulina, casada com José Alonso (Coxos) de Cicouro, emigrante no Canadá e
Augusta, casada em Genísio (também emigrante no Canadá?).
Paulina seria filha de tio Cagón – António Torrão – solteiro e irmão de Augusto Torrão (tio Xanola) e Lázaro Torrão (tio Lazarete).
O retrato de tiu Cagón feito por Manuel Carvalho em “As belas manhãs de Maria Constança” http://www.manuelcarvalho.8m.com/uma0.html será porventura a ponta do novelo de uma personagem que terá tanto de autêntica e cativante como indutora da maior repulsa por parte de outros.
Memórias de personagens únicos que viveram num tempo fora do seu tempo.


E como as trindades tocaram à muito e a mim não me apetece voltar a ouvir a ladainha “a la última campanada! Oubiste?”

Boa noite …
… e boa sorte